quando vivi no Porto passava diariamente em frente duma ilha castiça de Cedofeita “o cabaré de xangai”.ficava quase à esquina da rua dos Bragas.saia a rusga nos domingos em que FCP ganhava.”mudam-se os tempos, mudam-se” as verdades.
estou interessado na reabilitação do Prof. Vicente Urbino de Freitas
Pelo portão deve ter pelo menos uns 40 a 50 anos. A região do porto está toda assim por causa de um “trabalho” de muitos anos que agora pensamos resolver em dois ou três, a custo zero e por motivos políticos de ocasião. Nós somos assim. Isto é o que vemos, porque debaixo das ruas há o saneamento, as águas e as galeria técnicas invisíveis, os cabos de telefone/tv aéreos que povoam toda a região e todo um rol de indicadores de subdesenvolvimento primário acentuado típico da mais primitiva américa do sul, convivendo com os planos pólis e com o que há de tecnologicamente mais avançado, pago com dinheiro dos outros. O que interessa é o TGV. Como dizem os nossos políticos, nós somos tão bons ou melhores que os outros.
quando vivi no Porto passava diariamente em frente duma ilha castiça de Cedofeita “o cabaré de xangai”.ficava quase à esquina da rua dos Bragas.saia a rusga nos domingos em que FCP ganhava.”mudam-se os tempos, mudam-se” as verdades.
estou interessado na reabilitação do Prof. Vicente Urbino de Freitas
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Também acho que Urbino de Freitas foi injustamente condenado. Ele estava inocente.
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Pelo portão deve ter pelo menos uns 40 a 50 anos. A região do porto está toda assim por causa de um “trabalho” de muitos anos que agora pensamos resolver em dois ou três, a custo zero e por motivos políticos de ocasião. Nós somos assim. Isto é o que vemos, porque debaixo das ruas há o saneamento, as águas e as galeria técnicas invisíveis, os cabos de telefone/tv aéreos que povoam toda a região e todo um rol de indicadores de subdesenvolvimento primário acentuado típico da mais primitiva américa do sul, convivendo com os planos pólis e com o que há de tecnologicamente mais avançado, pago com dinheiro dos outros. O que interessa é o TGV. Como dizem os nossos políticos, nós somos tão bons ou melhores que os outros.
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