Títulos que só por si são notícia II
26 Agosto, 2008
«Polícia monta caça ao homem que baleou alemão à saída do comboio» EXPRESSO
Os homens não se caçam. Prendem-se e perseguem-se. Ao usar-se o termo caça animaliza-se o perseguido, que é um perseguido pela justiça mas não é um animal
90 comentários
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Segundo os dicionários, o termo “caçar” aplica-se a animais quando o objectivo é matar.
A RTP começou ontem a transmitir, e vai prolongar pela semana, a série de filmes do Dirty Harry, provavelmente inspirando-se na caçada feita aos assaltantes do banco de Campolide.
E como abriu a caça.
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É uma espécie de termo técnico. Sempre ouvi essa expressão que não tem o sentido literal das suas palavras. É algo como “dar nas vistas”.
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“Segundo os dicionários, o termo “caçar” aplica-se a animais quando o objectivo é matar.”
Também tem o sentido de apanhar
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Miss Helena Matos,
Um tipo que baleia alguém inocente, para o assaltar, é mais UM ANIMAL do que um homem.
Cace-se pois !
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Que humanidade teve o assaltante? O acto que praticou foi de uma humnanidade transcendente?
Agora começamos a discutir o uso de termos e expressões populares…. silly season, é o que é.
não há mais nada para falar?
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Até o pobre do Correio da Manhã perde em linguaguem bélica com qualquer diário desportivo.
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Só um animal é que mata gratuitamente.
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Mas agora já não se pode dar um tiro nos cornos a um alemão? Nem sei aonde é que isto vai parar. Vamos voltar ao antigamente, em que se ajudavam os velhotes a atravessar a rua.
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No Blasfémias há uns “postistas” com comiseração e especial entendimento (para criar polémica ? Só por isso ?), para com assaltantes e assassinos, desde o assalto ao BES….
E que tal um “cagaço”, SEM QUAISQUER CONSEQUÊNCIAS, repito, só um cagaço, sofrido por esses parcimoniosos ? Escreveriam o mesmo a seguir ao trauma ?
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A semântica é um campo minado. A semiótica anda sempre a miná-lo.
“Caça ao homem”, já é expressão que se aguenta sozinha, sem referência predominante ao verbo caçar e às suas significâncias cinegéticas. “Caça ao tesouro”, também.
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“caça
s. f.,
acção de caçar;
animais que se caçam;
busca;
procura, investigação, perseguição do inimigo;
aparelho de cinquenta a oitenta redes.”
caçar
Conjugar
do Lat. captiare por captare
v. tr.,
perseguir, apanhar, matar (aves e outros animais, a tiro, laço, etc. );
conseguir;
recolher, atar, colher (velas, cabos, etc. );
garrar, descair (a embarcação);
procurar;
buscar;”
(http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx)
Pelos vistos o verbo “caçar” tem vários significados.
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Se isto fosse escrito pelo Anacleto, ou quem sabe pelo Daniel, faria escola filosófica.
Assim é só expressão popular e silly season.
“Eu cá para mim” ainda estou á espera de ver qual a interacção psicomotora entre este premir de gatilho e as diferentes politicas do ME e as mentiras da lulu.
Não deve tardar muito
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Qualquer dia os meninos já não podem jogar às “caçadas”. O termo é muito rude.
Terão de começar a jogar às “perseguições”.
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Esse senhor não é um animal?! Caramba Helena!
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Helena, um post destes num blogue que sempre fez cruzada contra o “politicamente correcto”, espanta-me um bocado.
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“Hunt”
to search for and try to catch a criminal or someone who is your enemy:
The police are still hunting the killer.
Nós gostamos muito de nos enredar nas palavras.
É por isso que os últimos descobrimentos foram há 500 anos.
Ficámos agarrados às palavras do Camões.
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“caça ao homem”. “comer a relva” “uma lança em África”, e por aí fora.
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É o acordo ortográfico a funcionar 😉
man·hunt
–noun
1. an intensive search for a criminal, suspect, escaped convict, etc., as by law enforcement agencies.
2. an intensive search for any person.
[Origin: 1835–45, Americanism; man1 + hunt]
—Related forms
man hunter, noun
Dictionary.com Unabridged (v 1.1)
Based on the Random House Unabridged Dictionary, © Random House, Inc. 2006.
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E a cassação da carta? Tem a ver? Bem vou limpar a minha James Purdey e juntar á caça. Isto de caçar o semelhante ( a modo de dizer) tem que se lhe diga.
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Lá tinha de vir a pancada das palavras lidas à letra… é sempre a mesma treta. Filhos do politicamente correcto, é o que é.
Ligam mais à semântica que aos actos.
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«Helena, um post destes num blogue que sempre fez cruzada contra o “politicamente correcto”, espanta-me um bocado.»
A mim não me espanta nada. A HM é politicamente correcta ou não tivesse também aquelas pancadas de causas que vive de palavras, como o feminismo.
E não é o blogue. O JM nunca escreveria uma coisa assim tão à BE
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Só mesmo estrangeiros é que se lembravam de se meterem no combóio. Eu já fiz o mesmo e aquilo é viajar num combóio fantasma que ainda por cima tem estações a kms das povoações.
Eles são civilizados e esquecem-se que os tugas odiam combóios porque têm a pancada de tudo o que é motorizado.
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odeiam
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zazie, se queres que te diga, também começo a ficar cansado de tanta gente que se reinvidica do “politicamente incorrecto”. Eu sei que agora isso é modernaço e tal, muito cool, muito fresco… ,mas ainda acredito que tratar bem as pessoas é, sei lá, correcto, ainda que comece a ficar fora de moda. Eu concordo com a Helena que o titulo não será o melhor, ainda que seja inócuo comparado com tanta outra coisa muito mais grave que aparece nos jornais. Afinal “caça” ao homem, está há muito consagrado na gíria jornalistica e policial. Só fiquei admirado com o facto de tal coisa ter sido dita logo aqui, neste templo do orgulhosamente “politicamente incorrecto”.
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Mas quem dispara para a cara de outra pessoa, o que é senão um animal?
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Quando se aponta à cabeça, é mais para acertar no crâneo do que na cara.
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(…)é um perseguido pela justiça mas não é um animal”
Não é um animal! Foi feito à imagem e semelhança de Deus e do Espírito Santo e não é descendente do Macaco. Darwin estava errado. A Helena Matos e o bispo Samuel Wilberforce é que estão certos.
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E a caça ao tesouro, que se faz a ela?
É que estas merdas não têm ponta por onde se pegue. É pura pancada copiada do gosto inquisitorial e da viglãncia permanente sobre os outros.
Sempre à coca de más intenções. Coisas que só lembrariam ao diabo, como se costumava dizer.
A mim irrita-me porque é mesmo pretexto para dar mais valor a palavras anódinas, desactivadas de outros sentidos, com leituras simbólicas, e proteger os actos nessa “redoma” contrária.
Irrita-me ainda mais quando isto implicou um “upgrade” que nem é geracional, mas passou a ser forma de “esconder” o que pode parecer feio- pura macaquice de imagem e aceitação e pretexto para denúncia dos outros.
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E depois estes patetas é que vêm para aqui insultar a bicharada, Como se algum bicho matasse tendo noção moral do acto.
Mas na maior, chame-se animal, com sentido simbólico se sem relação com o bicho. Os palavrões e calão são isso mesmo- não têm leitura literal.
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Entretanto, esta manhã, mais um assalto à mão armada numa estação dos CTT em Setúbal.
Sem consequências para os presentes. Roubaram dinheiro, pouco.
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Miss Helena Matos,
quer dissertar sobre o termo e método “mão armada” ou sobre o que é e não é um “assaltante” ?
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Caramelo: o teu problema é que confundes o uso de termos abstractos com o trato directo.
Ninguém se dirrigiu ao criminoso chamando-lhe “seu animal, vamos caçar-te”.
Percebes a diferença. Educação, mera educação no diálogo, que nada tem a ver com simbólica para falar do caso e da perseguição, como se poderia falar de “caça ao tesouro” já que também se diz que fulano “está liquidado”, ou “foi decapitado”, nem que seja por ter perdido carreira em qualquer coisa.
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Toda a gente dizia e diz, o Paulo Pedroso e o Bibi. E isto também vem nos jornais. Um tem nome e apelido, o outro é tratado por um diminutivo aparvalhado.
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Sabe-se agora que o tiro foi legítima defesa, pois o alemão deu-lhe um pontapé nos tomates.
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“Caça ao homem” só não será uma expressão perfeitamente aplicável ao caso se se considerar que, como parece, não se trata de um homem, mas de um energúmeno.
E não me venham com a cantiga de que não é um animal, porque efectivamente o é, e a dobrar: animal em sentido literal, porque pertence à categoria dos animais racionais; e animal em sentido figurado, porque não passa disso mesmo.
Não alinhe nesse “politicamente correcto”, D. Helena!
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Qual o problema?
O alemão não era imigrante, não era assaltante… era turista. Sendo assim pode levar um tiro à vontade.
Se fosse indígena (ourives, empregado de posto de combustível, polícia etc.) também poderia ser baleado, sem que daí viesse mal ao mundo.
Não é crime…
Mas o crime foi outro…
Referiram-se aos assaltantes como sendo alvo de uma “caça ao homem”…
E isso é colocá-los ao nível de animais!
Isso é ferir a sua respeitabilidade e honorabilidade.
Só há uma maneira de desagravar os assaltantes, perante tal insulto.
Faça-mos uma subscrição nacional para colectar dinheiro, a fim de contratar um advogado eficiente, e obter uma indemnização do Expresso.
Embora me pareça que o estado português devia subsidiar a defesa de qualquer profissional de assaltos, que fosse alvo de tamanho insulto.
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Para o Caramelo, ninguém precisa de se reivindicar do politicamente incorrecto para falar normalmente sem censura.
As pessoas sempre falaram assim. A moda do politicamente correcto orwelliano é que apareceu depois para criar este permanente clima de intimidação e vigilância sobre os outros e amis processos de intenção.
Passou a chamar-se “politicamente incorrecto” à mera reactiva de non-sense que sempre existiu, e que teve a sua melhor expressão no humor.
Nunca poderia ter existido irmãos Max ou Charlots ou Monty Pythos mais actuais, se essa tristeza de batina e ceroulas sempre tivesse feito lei das suas paranóias.
O PC é uma moda, uma tara, importada da América.
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Os Monty Python. Nem sequer poderia existir sentido de humor com essas vigilâncias permanentes que mais parecem tiques pavlovianos.
E não existe. Por isso é que por cá até os Gatos são chatos e fazem mera propaganda politicamente correcta com mensagem moralista e orientação política propagandística.
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Deixem-se de tretas, o anão só disparou contra um alemão, que votou no Hitler! Deveria estar a ser “procurado”, em vez de “caçado” (palavra fascista que deveria ter sido saneada dos dicionários no 25 de Abril)para o compensarem com uma pensão vitalícia de valor igual a uma das reformas do Cavaco, de quem é vizinho, a da Caixa Geral de Depósitos!
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zazie, acontece somente que já não posso com as queixinhas dos que se dizem vítimas do politicamente correcto. Nunca vi ninguém seja em privado seja em blogues privar-se de falar livremente. Há sempre um ou outro que se queixa de “foda-se, já não posso chamar preto a um filho da puta de um macaco de um preto, por causa do politicamente correcto, ó pá”. Enfim, tadita da malta jovem, pá.
Mas da imprensa, espera-se sempre mais algum cuidado, alguma (peço imensa desculpa pela expressão) “correcção”. Este da “caça”, até é um exemplo benigno. Mas já não se admitem agora expressões que se usavam na imprensa há quarenta ou cinquenta anos atrás. Mesmo os paladinos do “politicamente incorrecto”, como tu, zazie, têm de admitir isso.
Quanto ao humor, há por aí meninos que fariam parecer os Monty Python uns meninos de coro do politicamente correcto. Olha, vai ao The Onion, só para começar.
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A Aldina, sempre, e a sua tontice…
Um animal não mata gratuitamente.
Quem apenas o faz é o ser humano!
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Queres uma coisa que faria corar os teus campeões do “politicamente incorrecto”, Chaplin (!), Irmãos Marx (!) e Pythons? Diverte-te:
http://br.youtube.com/watch?v=FOBvDTf9ohQ
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E eu não posso com inquisidores.
Olha, o Cronenberg, que tu se calhar até gostas muito como realizador farta-se de queixar das perseguições paranóicas de que foi alvo por toda essa gente tarada do politicamente correcto.
As feministas das palavras chegaram a boicotar-lhe filmes.
Tu é que falas de cor porque por cá a coisa ainda é branda. Mas chateia, é doentia, é copia de um modo de pensar perfeitamente inquisitorial e nada tem a ver com boa educação.
Eu conheço pouca gente com essa tara e dou-me com malta nova. Mas tive uma colega que era assim. Uma coisa absolutamente louca. Tinha de pensar para dizer bom-dia de modo a não sair palavra proibida.
Tudo o que comentava em termos sociais era aferido pelo léxico que foi apagado, pelas memórias proibidas e pelas palavras correctas.
E isto até é usado para se fazer pura demagogia.
Os que verdadeiramente praticam aquilo que proibem em palavras aos outros, sempre tiveram toda a vantagem em apontar primeiro os outros para que não se olhe para eles.
Resume-se a outra coisa, à tal famigerada “superioridade moral” E é por isso que neste caso, vindo de quem vem, deu mais nas vistas, dado o paradoxo, em confronto com outras incongruências.
E tu és palerma porque confundes uso de termos desactivados com palavras ofensivas.
Eu não suporto que alguém chame preto a outro, que o trate assim, com este “tom” depreciativo. Porque tudo depende do tom com que é feito, não da palavra.
Mas sei que não é por aí que se detectam os actos racistas dos grandes hipócritas.
Aposto que tu eras capaz de negar que existam racistas e xenófobos simultaneamente censores do politicamente incorrecto e até militantes de causas de minorias.
E eu garanto-te que há. Que até se escondem assim. E é por isso que não acho que mereça respeito qualquer palhaço armado em Spanish Inquisition ou “auto-crítica maoista”.
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Aliás, à minha frente ninguém trata ninguém como um ser inferior.
Sempre mandei dobrar a língua, inclusive a um patrão que tive. O sacana aproveitava-se do cargo para ofender. E eu mandei-o dobrar a língua diante de toda a gente.
Pela minha parte desconheço qualquer trato que não seja de olhar em pé de igualdade. A diferença prende-se com a função ou com a idade.
Mas desconheço essa treta da subserviência ou da prepotência e sei que ambas se misturam nas hipocrisias das palavras.
Até porque uma coisa é verdade, Quem mais entope, mais pode explodir a qualquer altura. Viver-se em permanente auto-censura e bloqueio é doentio. Quando quebra salta o que se abafou de forma contra-natura.
O resto é grunhice, resume-se sempre a grunhice e essa não se esconde com “pc” ou “pi”
E até acho muito importanye, em termos de convívio social o “cheese” inglês.
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Por sorte que vivo rodeada de gente que pensa o mesmo, quer em privado, amizades, familiar e trabalho.
Se tu aparecesses é que eras gozado por toda a malta se te pusesses com essas coisinhas de mariazinha pé-de-salsa.
“:OP
E quem gozava contigo é bem anarca, para tua informação. As pessoas saudáveis não gostam de coleccionar paranóias, e esta é de la palice.
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enfim, zazie, queixas-te de quê, afinal?
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A zazie encaixota comentários de propaganda pessoal, como se o produto fosse vendável.
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Sabes qual é o problema de fundo em quem mistura o PC e PI com boa educação ou má educação?
Eu digo-te: pura possidonice. Pura possidonice. É como pegar na chícara com o mindinho esticado para passar por patroa beta-perdigota.
O problema mais genérico entre nós é mesmo este. E é por isso que muita gente não distingue o anódino de um vocabulário tradicional, da pura grunhice ou da pura petulância em novo-riquismo- É como aquela da “minha esposa” como depois “a cabra da gaja”.
E o mesmo com os filhinhos- tanto são “a criança” sempre neste colectivo cretino, como os “cabrões dos putos”.
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Mas tu alguma vez me viste queixar de alguma coisa?
V.s é costumam ganir, até. Ganir e chiar a trote de caixa
“:O))))
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Dona HM, desta vez apanharam-na, e a mais uns tantos. Uma verdadeira “caça ás Bruxas”
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Eu queixar-me
ehehe
Essa era anedota. Se alguma vez me queixei de alguma coisa tirando um pé pisado em transporte público. E mesmo aí sai logo impropério a acompanhar o grito de dor
“:OP
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No trabalho até tenho um colega, bem novo que, quando pressente que há toino inquisidor por perto, até começa logo, na maior e num gozo na boa, a avisar que é isso tudo: xenófobo, racista, transfóbico, racista, e por aí fora, desbobina o rosário todo da moda. Logo para calar antes de chiarem com merdas.
E isto é assim, numa boa, saudável, entre gente que desconhece prepotências.
Um outro, quando um dos patrões começou a elevar a voz, porque estava a dar para o histérico, ele começou a tratá-lo por tu. E nunca o tinha feito. E desde aí é assim que se tratam, por tu. E ele não voltou a berrar.
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A Zazie é a equivalente na net à Marreca de Monsanto!
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Este anda orfaozinho que vomite para aí que por aqui não deve haver quem lhe resolva o trauma de não saber quem é o pai.
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Ah, não? Parecias-me queixosa e muito irritada com a ditadura do politicamente correcto, mainãoseiquê. Agora, só um apontamento, zazie, em relação a isto:
“Eu não suporto que alguém chame preto a outro, que o trate assim, com este “tom” depreciativo. Porque tudo depende do tom com que é feito, não da palavra.”
O peso das palavras não está só o “tom” com que são pronunciadas. O que importa é a palavra, não o tom. Há cinquenta, sessenta anos, era comum os jornais referirem-se às pessoas de “raça negra” (mais uma vez, espero não ofender algum profeta do politicamente incorrecto), como “pretos”. Nenhum o faz agora e tu, tão livre, tão fresca, tão anarca e coiso e tal ;), também não o admitirias. Só para concluir que as palavras têm um peso que não pode ser ignorado.
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Dar um tiro num homem que votou no Hitler não é crime!
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Pois, palhaço, bem podes mudar de nick que a imbecilidade fica toda contigo e mim nem me atinges.
Se quiseres até seria mais indicado despejares essas merdas no meu blogue, porque aqui estás é a insultar os que te convidam.
Vai lá que o musaranho dá-te um chazinho e eu depois enfio-te uma cadeira nos cornos.
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O anão que disparou deveria ser “procurado” para ganhar uma pensão vitalícia do mesmo valor que a que o Cavaco tem por ter sido do Banco de Portugal!
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Caramelo, não tenho pachorra para as tuas eternas lições de moral.
Sorry, tens muita piada quando usas o humor e desmontas cretinices mas é um chato de primeira quando te armas em padreco.
Bye
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Eu não me queixei, ó tolinho, eu fiz o mesmo que tu também sabes fazer, mas apenas para um lado, gozei.
O teu problema é que tens um gozo com pálas e perdes a piada com essa preocupação de só “atingir a Direita”.
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Ainda por cá tenho guardada aquela tua série de frases de um humor magnífico quando o Arroja apareceu.
Tu sabes desmontar com enorme sentido de humor e subtileza de linguagem quando queres. Pena que o “anti-facismo” não dê autorização para mais.
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não é um animal? mas então é o quê? um mineral?
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Por exemplo: a tal palavra preto. De facto tinha esse sentido achincalhante. Há uns anos, dizes bem, há uns anos.
E eu, há uns anos, também não gostava de a ouvir. Para tua informação, aquela cena em que mandei dobrar a língua ao patrão foi à conta disso. Estava uma colega negra presente e o tipo começa com essas tretas: “onde é que se via um ser de raça inferior, como um preto, dirigir-se a um branco de tal maneira” num exemplo fantasiado que nem tinha nada a ver com ela. Mas que foi ofensivo. E aí sim, levantei-me e mandei o gajo dobrar a língua.
Agora, hoje em dia, por efeito da importação de “brasileirismos” e “americanismos” isso é diferente- muitos gajos se tratam assim entre amigos. Os próprios negros são capazes de tratar por preto um outro mais escuro. Na boa. E eu nunca viria com lições de moral e muito menos a achar que aí é que detectava actos de racismo
No entanto, tens o exemplo dos 3 dias que andei à porrada no Aspirina B, com o Valupi e outras coisas patetas ao molho, que por lá apareceram quando deram em fazer pior, a propósito dos “terrorista que existe em todo o islâmico imigrante”.
E aí sim, viu-se como “os pretos da linha de sintra” é frase proibida, mas os “sacanas dos terroristas que não acatam o laicismo e teimam em ter uma religião terrorista” já é liberdade de expressão.
Foi com isto que venderam o Fitna, gente de esquerda, brutalmente politicamente correcta e que censura qualquer comentário do RIAPA ou que diz que um gozo a judeu é proibido por lei.
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Parece que há quem não consiga evitar o politicamente correcto, sem recorrer ao insulto.
Falta de infusão.
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ó zazie, é que tavas mesmo com um “tom” muito zangadinho e queixoso. Não queres então discutir então a cena do “tom” e das palavras? Pareceu-te muito moralista? tá bem.
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Tu não te queixas porque és rijo e até és capaz de dizer isso mesmo às flores de estufa que fazem posts a chorarem que a zazie os insultou”.
A ideia e a intenção era mais esta. Casca de banana onde cai todo o que usa double standars e era para o post, para mais ninguém. Tu é que tomaste as dores da HM
e agora até estás para aí atrapalhado e queres disfarçar, dizendo que eu é que me queixei
ehhehe
“:OP
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“O peso das palavras não está só o “tom” com que são pronunciadas. O que importa é a palavra, não o tom.”
Não concordo contigo Caramelo. Na expressão oral o tom é decisivo para a compreensão do sentido daquilo que se diz. Claro, que quando se passa para a escrita é preciso ter cuidado com possíveis más interpretações.
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Pelos vistos, para a zazie há dois tipos de insultos: os dela, legítimos, oportunos e educativos, depois há os dos outros, como chamar qualquer coisa em tom depreciativo, como preto. (!?)
Delirante.
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Tou a ver que a Zazie é uma gaja de colhões.
Até mandou foder o patrão, diz ela.
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Filipe, mesmo correndo o risco de a zazie aqui se vir queixar de que estou a moralizar, e que não sou tão cool como os seus amigos anarcas, que até vão ao cú ao patrão, etc ou assim, aqui vai:
É claro que o “tom” importa, assim como importa o contexto em que as palavras são ditas, etc. Mas uma coisa é a linguagem falada, outra a escrita. Na escrita é mais dificil avaliar o tom, e por isso mesmo é preciso cuidado. Diz a zazie que agora se diz mais “preto” do que antigamente, apesar de agora haver mais vigilância politicamente correcta, etc, enfim, uma confusão á lá zazie. Ora, é exactamente o contrário: antigamente era a palavra corrente para designar as pessoas de raça negra, a começar pela palavra escrita nos suportes mais formais. E continua a ser geralmente ofensiva, claro. Quanto a isso de os próprios negros se tratarem por preto… eu também trato os meus amigos, por vezes, como “cabrão” e “filho da puta”… a intimidade tem destas coisas e não é por aí.
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Queria ler qualquer coisa de interessante, mas há por aqui 50 comentários completamente “cheios” de vácuo. Ah.. São de uma certa pessoa. Precisa de miminhos, deve ser isso…
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Subir e descer a calçada do Elevador da Glória três vezes ao dia e passava-lhe a javardice.
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Filipe: no “tom” está implícita a intenção. E isto é que são subtilezas que tanto podem tornar uma coisa anódina como impertinente.
De qualquer forma, por mais idiotas que as palavras sejam e o próprio tom ou intenção, só os actos devem contar.
Fazer-se o inverso é que é preverter a ordem das coisas. Processos inquisitorais são isso- são a nossa linha da denúncia, dos crimes de ódio e denúncia anónima de conteúdos da net.
Onde se coloca, em pé de igualdade um conteúdo de pedofilia com “machismo” racismo, xenofobia. No primeiro o acto é facilmente identificável, nos outros até o “ódio às batatas fritas” pode entrar.
Trata-se de mera cópia do americano, onde a palavra “hate” também foi traduzida num único sentido onde até uma mera embirração idêntica a não se ir à baila com batatas fritas, pode ser conotada como “diagnóstico” de alguém que tem ódio a qualquer coisa- o que quer que isso seja. Talvez tremeliques e pânico se vir larilas.
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Errata:
Elevador da Bica.
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Só cá faltava o anti-faciste de brasão. Este mister é um personagem muito engraçado Fica bem numa quinta ecológica do anti-facismo. Herdou-o com o sangue-azul
ehehe
E depois é um valente combatente por etiqueta. O pacóvio pode ler as maiores javardices escritas por toda a gente a provocar-me ou por Aldinas grunhas. Mas como lá encasquetou que comigo está a “combater o facismo” só a mim é que manda subir a calçada da Glória.
Estes bacanos são fáceis de observar em reserva, ao fim da tarde, no Pavilhão Chinês. Já fazem parte de relíquias para colecção.
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Pois, elevador da Bica, Eu conheço-vos e topo-vos à distância. Muito perfumados e sempre a falar nos brasões da família e com o anti-facismo de um dia terem ido parar ao Governo Civil por irem apenas espreitar o que faziam os “revolucionários”.
Estas aparições abrilistas também mereciam uma novela.
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Olha, o Bello, o grunho que também gostava de emparelhar com v.s para ir à boleia no marinhanço, até despediu uma empregada por dizer mal dele num blogue.
Já viste ao que chegaram os camaradas, pá? sobem na vida e ficam piores que os patrões facistas.
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O grande kamarada Manolo Bello, Denunciado 34 anos depois por fazer aquilo que lhe serviu de “postiço” para a carreira- a denúncia dos patrões facistas e exploradores, inimigos da liberdade.
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Oh Miss Zazie,
Acha, mas acha mesmo que essa do Elevador da Glória era para si ?
“Acha” que me merece consideração, se eu (porque detesto tédios, lenga-lengas e insultos gratuitos) nem leio os seus comentários ?
Sim senhor, vou ao Pavilhão Chinês, bastantes vezes (mais do que vc pensa) durante o ano. E não só ao bar do Príncipe Real.
Está enganada quando à “relíquia para colecção”. Não me deixo “coleccionar” absolutamente por ninguém.
Quanto a combates por mim travados, vc. se comparada está ainda debaixo da alcatifa — cuidado com as pisadelas.
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Miss Zazie,
Um pouco de tino ocasional não lhe fica mal — o que é que eu tenho a ver com um tal Manolo Belo ?
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Pois, parafraseando-o, quem lhe disse que me estava a dirigir a si?
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Acha, mas acha mesmo que essa aparições abrilistas era para si?
“Acha” que me merece consideração, se eu (porque detesto tédios, lenga-lengas e perliquitetices) nem leio os seus comentários ?
Um pouco de tino ocasional não lhe fica mal
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Zazie, Miss ou Mr.,
Terceiro parágrafo do seu comentário 75.
Respondeu-me. E eu respondi-lhe.
Tino, mais tino ocasional é o que vc. precisa.
Mr. Piscoiso no comt. 68 fez-lhe muito bem o “retrato”.
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Para terminar a conversa que já vai longa e apenas em relação aos pruridos do post.
A partir de quantas mortes passará a ser legítima uma caça ao homem que até inclua “retrato” em baralho de cartas.
E isto porque eu acho bem legítimo que tanto se cacem terroristas ou criminosos de guerra, tanto quanto assassinos.
Agora aquilo que não me parece fazer sentido é que os que exportam os grandes valores do civismo e se preocupam com a falta dele nas palavras, depois ainda consigam bater palmas quando depois de os caçarem os enforcam na praça pública.
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O português saiu macarrónico mas o sentido é mesmo esse.
Double standards
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A Zazzie é a equivalente moderna da Marreca de Monsanto! Qual é o preço, ó gorda?
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E então esqueceram-se da caça à multa?
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“Caça ao homem” é uma expressão popular. As gentes das grandes cidades de Portugal tem a mania que são mais finos que todos e não a percebem, não é Helena Matos. É um termo bem empregue.
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O tipo, que ficou enjoado, com caçar um cabrão daqueles, devia era levar o tiro, que o turista levou.
Se è verdade o que a testemunha disse na televi~sao, não estamos, perante associações de criminosos, mas sim de animais
sem rei nem roque que a sociedade facilitou, que eles ainda
vivam, porque animais daqueles, só a rajada de metrelhadora!
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A Zazie é uma mazona. A malta do politicamente correcto tem que tremer toda, assim tipo bué, tás a ver…Baza okupar qualquer coisa que a malta é bué anarca!
Opá peguem mas é no cãozinho (já repararam que esta malta anda sempre com um cãozinho) e no djambé e façam-se à vida.
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