Mera coincidência?
3 Setembro, 2008
Não me considero especialmente pérfido por fazer a ligação entre o título e a fotografia que ilustra a capa do Público. A construção da capa de um jornal nunca é aleatória. Se faço aqui este realce (após um amigo me ter chamado a atenção, hesitei bastante) é porque julgo que estas tentativas de fazer ironia não merecem aprovação e devem ser denunciadas.
Há graças que, apesar do seu mau gosto, até poderiam passar em blogues – mas não num jornal que se quer como o Público se diz ser. Esta também é uma das fronteiras entre a imprensa e a blogosfera. A manter.
102 comentários
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CAA,
Qual das fotografas: 1) a de cima, com alguém agachado? 2) a de baixo, com um pirilau grego?
O que é que um razola agachado tem que ver com Paulo Pedroso?
O que é que um pirilau grego tem que ver com Paulo Pedroso?
Ou já agora, o que tem um rapazola agachado ou um pirilau grego que ver com o Estado português?
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Esteve desatento às vicissitudes do processo, J.
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Se Pedroso é inocente, a capa do jornal público se intencional é masi uma canalhice. Sem dúvida.
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O tamanho do pirilau deve de estar relacionado com o tamanho da indeminização.
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J,
Esta estátua não é grega. Foi esculpida por Miguel Ângelo.
——-
Quanto à analogia com o desfecho do caso PPedroso, a instabilidade amorosa dos homens, e o Estado português, este Estado português, até “está certo”: pedra, lage fria sobre o assunto…
Talvez não seja mera coincidência, a imagem: pela dimensão e assim “explícita”…
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“Se Pedroso é inocente”
Somos todos inocentes até prova em contrário. E se ele fosse culpado, a ironia, se propositada, seria na mesma uma canalhice.
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Os jornalistas deviam começar a ter vergonha de trabalhar no Público
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O Público não é feito por jornalistas?
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Nem todos os jornalistas do público sao responsáveis por aquela capa. Alguns devem ter ficado envergonhados. Pelo menos penso que a canalhice nao é geral.
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Acho que anda aí alguma confusão.
A fotografia da estátua tem uma legenda – assunto: a instabilidade relacional nos homens é genética (ou qualquer coisa assim). Não tem, pois, nada que ver com o caso casa pia.
Aliás, quando vi a capa do Público, nem me passou pela cabeça fazer semelhante associação.
Acho que o CAA é que veio de férias com uma mente pérfida.
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Cuba foi completamente destruída pelo furacao Gustav. Deve ser isso que significa a foto da estatua.
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Sofia, nao aconteceu nada no mundo ontem para terem escolhido aquela foto.
Pelo menos se nao escolhiam a desgraça de Havana, escolhiam o triunfo de Naíde.
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CAA:
Longe de mim, andar por aqui a defender o JMF do Público. Mas entendo que uma vez que lançou a pedra da acusação, deve especificar a semiótica do raciocínio que ostenta no postal.
É que eu comprei o Público, hoje de manhã e nem pela cabeça me passou semelhante associação de ideias perversas.
Serei ingénuo; serei anjinho. Mas acho que ligar a mancha do Público a uma outra mancha qualquer, é propensão a construções cabalísticas. E para isso já temos a Ana Gomes.
De qualquer modo, registei a contenção noticiosa nos principais jornais.
Para mim, isso é que é o sinal semiótico mais importante: duas ou três opiniões a favor, incluindo a do Bastonário dos Advogados que nessa qualidade aplaude a decisão, comentando abertamente o assunto e o processo ( e para além dos envolvidos, claro está) e nada mais. Nem 24 Horas, nem Correio da Manhã, nem Público, nem Diário de Notícias.
Li neste último que o visado Pedroso pondera candidatar-se a deputado. Talvez seja melhor pensar duas vezes…
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Concordo plenamente. A partir de agora quando o Pedroso for referido num jornal, todas as referências a sexo deverão ser proibidas, especialmente as pedófilas.
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O mesmo se deveria aplicar aos indiciados no caso Casa Pia
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«Sofia, nao aconteceu nada no mundo ontem para terem escolhido aquela foto.»
Aparentemente, nada que venda mais que uma foto com uma pilinha ao léu (a estátua permite-o – não se pode dizer que seja pornográfico) e conversa de almofada (fidelidade, homens, relações, etc.).
Se acho Bem? Não me ofende. Sobretudo, acho que não tem nada de despudorado, nem que se trate de alusões subtis a casos de pedofilia.
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J
O pirilau não é grego pôrra.
É judeu. Quando muito o modelo poderia ser italiano. Em todo o caso judeu italiano por causa da circuncisão!
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Estive quase quase a fazer dessa capa o post de hoje do meu blogue. Só não foi pela preguiça de ir à scanner.
Não sei se o Pedroso está inocente, mas a capa do Público não foi certamente feita por um inocente.
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Se calhar nao tem mesmo nada a ver. Foi apenas coincidencia. Aliás é curioso ver que a instabilidade amorosa dos homens é genética e fica situada no pirilau. Deve ter a ver com o feitio dos pirilaus. Uma pessoa a pensar que o amor é cerebral. Pois.. o público é que sabe.
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««Li neste último que o visado Pedroso pondera candidatar-se a deputado. »»
Ele não será deputado? Pelo menos esteve para se candidatar.
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Podiam ter escolhido o beijo de Rodin ou a insustentável beleza. Mas tinham de escolher o pirilau.
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Tanto quanto julgo saber, a estátua a que se refere a imagem, é a de David, por Miguel Ângelo. A cópia está na rua, perto dos Uffizi, nas ruas de maior afluência turística de Florença.
A estátua é património da Humanidade, em modo artístico.
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«Aliás é curioso ver que a instabilidade amorosa dos homens é genética e fica situada no pirilau.»
Diga lá, se for capaz, que não está. 😉
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O Paulo Pedroso fez *********************************** [censurado]. Teve durante o processo n protecções, vindas de todos os lados, até à sua não pronunciação. Sendo que ele é *******, só posso ver com um sorriso cínico este tipo de indignações. A capa do Publico, se teve mesmo essa intenção, diz aquilo que não pode legalmente, com medo de processos e da indignação de uma sociedade hipócrita onde a “presunção de inocência” não é um mero mecanismo jurídico mas sim um auto de fé sobre certas pessoas, por mais que haja denúncias, informação, indícios de branqueamento, etc. Tout va très bien, madame la marquise!
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Por causa dos sinais semióticos que se vão descortinando, o senhor Paulo Pedroso, deveria abandonar definitivamente a política e candidatar-se a trabalhar naquilo que deve saber fazer melhor.
Como toda a gente, aliás que não anda associada a partidos de poder.
Se tivéssemos uma democracia madura, era isso que aconteceria. Assim, só por sinais, chegamos lá.
Isso independentemente de juizos de culpabilidade. Não se devem misturar as coisas, porque as leis penais, dão para tudo. Até para fazer Justiça, às vezes.
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E daí…já nada faz diferença. Devia fazer, mas isso seria noutro País.
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Sofia:
Não está. Pode estar. Talvez esteja. Mas não está, no fim de contas. Ou talvez possa estar. Mas não está, não.
Estará?
Who knows?
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José, isso todos sabem. A foto numa capa de jornal nao choca ninguém. Mas já me choca um bocado pensar que ela foi colocada para ilustra a noticia de Pedroso e nao por causa lá do estudo da ciencia. Uma coisa dessas intencional é um bocado mazinha.
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130000euros para um ********, magnífico. Falta dizer que é um ******** cuja actividade é ser político, ainda por cima próximo do poder e dos influentes. O que explica muito.
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Se houvesse uma relação, então o Público estaria a expressar-se de um modo alternativo, por não o poder fazer de outra maneira. Como se vê com o caso de Caldeira e Rui Teixeira, há razões de sobra para esses tipos de comportamento. Quem se mete com o PS leva. E com quem se mete o PS?
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Quem vê de longe vê o titulo relativo a PP e a imagem da escultura grega (ok, não é grega). Não é mera coincidência! Nem o será com as figuras que aparecem esculpidas nos pelos púbicos.
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Esta associação da fotografia de David, com a notícia do Público sobre Paulo Pedroso faz-me lembrar uma anedota.
Um vizinho passa pelo outro e diz
-miau.
-o outro pensa: miau faz o gato, o gato come o rato, o rato come o queijo, o queijo vem da vaca, olha que este cabrão esta-me a chamar corno.
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Só o Louçã é que ainda não veio a terreiro para clamar a victória da “justiça”(1 funcionária) enquanto são n! as vozes de revolta que dão a Portugal um mau índice na pedofilia e corrupção política.
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José,
«É que eu comprei o Público, hoje de manhã e nem pela cabeça me passou semelhante associação de ideias perversas.»
Está a brincar, não está?
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Ok, Sofia Ventura, se V. acha isso então devo ser eu a ter deslizes freudianos…
Claro que é perfeitamente natural, normal e corrente, escarrapachar na capa do Público uma foto enorme da genitália masculina a propósito de um remoto estudo acerca da sexualidade masculina. Ocupar 1/3 da capa com a foto apenas das partes pudendas. Sendo que o título principal do jornal e que se destaca no quadro geral é sobre o Paulo Pedroso.
Tudo coincidências, portanto, e sobram as ‘perversões’ dos teóricos da conspiração, em que me devo incluir, que julgam que esta capa é um forço em querer ter graça à custa de alguém que o sistema judicial não inculpou de nada, a quem destruiu a vida. E tudo no dia seguinte a este ter obtido uma importante vitória nos tribunais. Coincidências, não há dúvida.
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No último parágrafo, segunda linha, digo ‘esforço’. Na terceira linha incluo ‘mas’ “a quem destruiu a vida.”
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Como é comovente este rasgar de vestes pelas injustiças humanas.Por vezes partindo dos mais “insuspeitos” personagens o que teoricamente aumenta a sua credibilidade.O clube de Coimbra é mesmo forte…
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“alguém a quem o sistema judicial destruiu a vida” muahahahahahah Este CAA é mesmo religioso, quando quer é mesmo cegueta. Eu diria que o sistema judicial lhe salvou a vida. Coitadinho do Pedroso-PS, futuro deputado ou ministro deste sítio, com um passado de ********. Tem a vida estragada, de facto.
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A capa é inqualificável, até por algum do argumentário acima: não se podendo dizer tudo, insinua-se… Isto não é jornalismo, aquele já não é um jornal de referência
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1. Concedo que seja Romano e não Grego.
2. Uma pergunta: Pedroso foi julgado? É que alguém disse que está inocente, e só é inocente quem é julgado! Ou o burro sou eu?
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«Uma pergunta: Pedroso foi julgado? É que alguém disse que está inocente, e só é inocente quem é julgado! Ou o burro sou eu?»
Quanto à primeira pergunta: não.
Quanto à afirmação seguinte: NÃO!
Qualquer cidadão é inocente até que uma sentença transitada em julgado o condene. Paulo Pedroso não foi pronunciado, acusado, logo também não foi julgado, portanto é inocente. E deve ser tratado como tal.
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«É que eu comprei o Público, hoje de manhã e nem pela cabeça me passou semelhante associação de ideias perversas.»
Está a brincar, não está?
Carlos
Também comprei o Público e não fiz nenhuma associação. E até costumo ser perverso.
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37. Ora!
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“Quem lhe destruiu a vida” ? Que vida? A política, não se nota muito. A pessoal, nada. A reputação, isso sim, ficou abalada. Mas por quem?
Por quem o acusou. Nada mais.
Resta saber -e este é efectivamente o assunto essencial- se estavam a mentir, a efabular, a congeminar, a manipularem acusações através de outros que urdiram essa tremenda cabala.
O sistema judicial, tal como está congeminado por estes mesmos indivíduos que são agora alvo do mesmo, não logrou reunir provas suficientes para levar a julgamento.
No entanto, isso não significa que as testemunhas tenham mentido, congeminado, efabulado, manipulado ou terem sido manipuladas.
Significa apenas que com estas regras do processo penal, não foi possível valorar de outro modo os indícios, as provas testemunhais e outras que tais.
E isso é que é importante verificar.
O que se passou no processo Casa Pia em relação a este indivíduo concreto, não é de modo nenhum suficiente para se poder dizer que está inocente. Ou culpado, para o caso.
Nesta indefinição e nesta dúvida, muito diferente do caso Outreau, muitíssimo aliás, o que restaria fazer a um político e a um partido que o apoia?
Desaparecer da cena política. De vez e para sempre. Porque a prova da inocência ou da culpabilidade não se chegou a fazer e o que aconteceu, do ponto de vista do partido que o apoia e da gente que o rodeia e apoia ( incluindo um primeiro-ministro que devia ser a vergonha de todos nós), é mais do que suficiente para se arredar da política para sempre.
A política não precisa destes sacrificados. Tem milhares de outros à espera do lugar. E talvez com muito maior categoria.
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Já semos dois anjinhos.
E quanto ao tal ser inocente e dever ser tratado como tal, de acordo. Mas apenas em termos processuais penais.
Em termos de realidade de vida, há sempre os que o acusam que foram também absolvidos das imputações de difamação, porque se comprovou que depuseram de boa fé.
Isto chega para se poder dizer que o indivíduo deveria sair da política. Rapidamente e com discrição maior.
Aliás, deveria ser isso mesmo que deveria ter feito logo no início.
Conheço um que afirmou que iria ter a luta da sua vida.
Foi tratar da vidinha pouco tempo depois. Pública, com dinheiros públicos…
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Quem compra o jornal o Público sabe que este tem, como ideal estético, capas artísticas.
Não vejo problema algum, até porque a foto traz legenda.
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Ó CAA, quando é que V. se convence de que não ganha nada em censurar os comentários que lhe são desfavoráveis?
Acha que a caixa de comentários deve ser uma engraxadoria, é?
E não venha com a desculpa de que se trata de comentários ofensivos, porque então teríamos de considerá-lo uma prima-dona.
Tenha a coragem de repor os comentários que me cortou e deixe o juízo aos leitores do blog.
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Isso é do Público? Do mesmo? Essas bolas esquisitas de pedra, mais o gorgulho sobre elas? E a que propósito, carago? Et pourquoi non um grande cu? Aí um cu de menino ou rapazola, para maior explícito do tema? Ele há cada um, hoje em dia, pior que o Obama, pior que esse de McCain, caramba!
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Não estou a ver censura. Pelo meu lado, até agradecia que me apagassem o segundo comentário repetido, dixando o “semos dois”, porque até gosto mais da expressãp.
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Olha,
e você
ponha aí um nome
diferente do antónimo,
ó sua besteira.
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“Qualquer cidadão é inocente até que uma sentença transitada em julgado o condene. Paulo Pedroso não foi pronunciado, acusado, logo também não foi julgado, portanto é inocente. E deve ser tratado como tal”.
Mas, isto refere-se a qualquer cidadão, que não se envolve em coisa alguma.
Agora, vir dizer, após esta decisão do “erro grosseiro”, que Paulo Pedroso é inocente, é que cheira a coisa estranha!
Ele já era inocente, antes da decisão do “erro grosseiro”, porque é que se enfatiza que Paulo Pedroso é inocente, só agora?
O CAA, que me parece que é Jurista, alinha nesta separação de águas?
E já agora, quem fez com que ele fosse acusado (as tais crianças Casapianas), não sofrem nada? Nem por difamação?
Ou seja, ninguém é acusado, todos são inocentes e já agora, vão todos beber Moet et Chandon?
Não se esqueça, CAA, Você é Jurista e ensina Direito, e tem também responsabilidades nestas teias do Direito…..
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Agora anónimo,
e a reclamar lá o que seja!
Já se viu tal alguma vez tal coisa?
E eu tirava-lhe era tudo,
de uma vez, as bolas e
o gorgulho inteiro.
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«e só é inocente quem é julgado! »
para a colecção «grandes frases».
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«É que eu comprei o Público, hoje de manhã e nem pela cabeça me passou semelhante associação de ideias perversas.»
Nem a mim, embora me pareça que a foto é despropositada e sensionalista para o “estudo” que a justifica.
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Mas isso é do Público?
Por isso o “gajo” não alcança o patamar dos primeiros.
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José,
Não respeitar as decisões dos tribunais, dos mais elevados tribunais, não é muito próprio de alguém com a sua cultura jurídica e judiciária.
Quanto ao Paulo Pedroso voltar à política parece-me que é um direito cívico que lhe assiste como a qualquer um de nós e tanto quanto sei já foi convidado para o efeito e recusou-o – e julgo que irá sempre recusá-lo – por causa da mancha indelével que o processo casa pia lhe causou na sua imagem. Julgo que muitas das pessoas que hoje o vêm na TV devem pensar para si mesmo, se calhar até o José, “tem mesmo cara de pedófilo”.
Que pelo menos este exemplo, e tantos mais haveria que contar e que nunca contaram realmente, sirva para refrear o ânimo de alguns “justiceiros” do nosso sistema judicial.
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quem se interessar pelo assunto, pode ler, na íntegra, a sentença deste caso:
http://www.asjp.eu/images/stories/documentos/sentena_paulo_pedroso.doc
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Parece-me apenas uma coincidência. E, para além disso, o visado pode aproveitar a onda e processar o jornal.
P.Pedroso deve ser uma pessoa com um carácter extraodinário. É preso preventivamente, indiciado por 17 crimes, é libertado 5 meses depois e quando sai afirma que confia cegamente na justiça. Só um santo!
Se fosse comigo, nem que fosse uma semana, fazia um escarcéu do caraças!
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Mialgia De Esforço,
Obviamente: sabia o que o esperava… Assim, é “natural” que tivesse acreditado na justiça…
Este país está nitidamente de pantanas. E já muito inquinado !
Quando os maus exemplos vêm de cima…
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«É que eu comprei o Público, hoje de manhã e nem pela cabeça me passou semelhante associação de ideias perversas.»
Faça como a minha tia Tarquínia, que compra o Público de tarde e topa tudo.
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59
MJRB,
Acha mesmo? Achei-o tão sãozinho que custa a crer.
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Querem ver que os miúdos não foram molestados?”estou-me cagando para o segredo de justiça”.Lembram-se?e os contactos(telefonemas)entre todos os compadres?CORPORATIVISMO?
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E a chegada triunfal á Assembleia da República?
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E os ladrões?!
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“José Diz:
3 Setembro, 2008 às 3:14 pm
Não estou a ver censura.”
Este pertence mesmo à engraxadoria, está visto.
“J Diz:
3 Setembro, 2008 às 3:17 pm
(…)CAA, Você é Jurista e ensina Direito(…)”
A sério? Não é possível! Tirem-me daqui!!!
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Mialgia De Esforço,
Há semanas, chamaram-me a atenção para um personagem dum programa de tv, “Os Últimos da Liga”, para um personagem que por certo nessa noite surgiria: trata-se dum homem cinquentão, aparentemente transtornado pelo álcool, que chora, quando alguém insulta um árbitro. E o homem chora mesmo, porque não quer injustiças, mesmo que um árbitro prejudique o seu clube, etc, etc.
É este tipo de cidadão, ou seja, a comiseração aliada ao laxismo intelectual e cívico, que convém a certos governantes e a determinados “casos”…
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MJRB,
Será talvez a “Liga dos Últimos”?
Esse personagem que refere nunca o vi, mas encaixa perfeitamente.
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Mialgia,
Grato pela correcção: “Liga dos Últimos”. Esse mesmo.
…Mas conheço um personagem com cargo presidencial neste país, que quando lhe convém, também pateticamente se “emociona” (e vi certa vez lacrimejar…), com as “vidas difíceis que atingiram sucesso”… Um canalha da pior espécie, “emocionado”…
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É engraçado ver como perdemos o nosso tempo, será por isso que a nossa produtividade é uma merda?
qual a diferença entre criar teorias da conspiração acerca da página do público e o penalti do Luisão?
Já agora CAA, fazer juízos de intenção é feio!!!! 😎
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Há referências a uma operação estética por PP. É boato ou faz parte do processo?
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70,
…O resultado, mais parece ter sido uma “operação estética” ao processo…
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Talvez agora se perceba quem é que esteve por detrás de tanta pulhice e sacanice, à época, contra tanta gente a quem atirarram lama e estragaram a vida…
Agora entende-se a quem doi esta sentença!
O Público, pode dizer-se, tirou a máscara!
Hoje vem nu.
MFerrer
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Não gosto do público, mas estas ironias fazem bem ao espírito de uma sociedade onde a lei é aplicada de forma desigual. Vejamos as coisas a partir de uma pergunta inocente;
Quem em sã consciência acredita que pode ser juiz um homem associado a fraternidades secretas onde a solidariedade entre os membros se sobrepõe a todo o resto?
Juramentos secretos de fidelidade canina em troca de alguns favores são o maior inimigo do Estado de Direito, e isto não é tão secreto assim, pois toda a gente sabe o que se passa em Portugal. O problema é que poucos, especialmente na académia, local onde abunda a burrice a falta testosterona, tem coragem de falar nisso, afinal, podem perder o empreguinho.
P.S: Será a pilinha da fotografia resultado de uma circuncisão ou de uma cirurgia plástica?
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«Quem em sã consciência acredita que pode ser juiz um homem associado a fraternidades secretas onde a solidariedade entre os membros se sobrepõe a todo o resto?
Juramentos secretos de fidelidade canina em troca de alguns favores são o maior inimigo do Estado de Direito, e isto não é tão secreto assim, pois toda a gente sabe o que se passa em Portugal.»
Há algum tempo, num debate televisivo com o porta-voz da Opus Dei, defendi exactamente essa posição. Mas não me lembro de mais ninguém o ter feito depois.
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E os putos: já foram condenados? tal como se previa quem está pagando é o Povo!
Não foi ninguém! Foi tudo uma cabala…
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Só sei uma coisa, o senhor é acusado de 23 crimes de abuso sexual e eu não acredito na nossa justiça portuguesa.
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Parabéns, CAA.
Fizestes bem em o fazer. Mas não esqueça que a opus não passa de um protozoário em comparação com o verme gigante que é a fraternidade do avental.
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Eu costumo ler diariamente o Público. Hoje no entanto, não o li. Mas chamaram-me à atenção para a fotografia de capa. Perguntando eu o Título que acompanhava aquela normal (mas usada) foto. Nem me apercebi que outra matéria surgia por cima dessa mesma foto, dando aso a alguma incompreensão por parte do CCA.
Mas ao ler os comentários (alguns, já são imensos) saltou-me um à vista (sem segundas conotações:
LPedroMachado diz, com alguma verdade,
«“Se Pedroso é inocente”
Somos todos inocentes até prova em contrário. E se ele fosse culpado, a ironia, se propositada, seria na mesma uma canalhice.»
Pergunto eu:
Não poderá ter sido apenas uma infeliz coicidência esta capa do Público?
Afinal, antes de acusar (concordo com tudo o que foi dito) temos que presumir inocência.
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Para já, não “a” Opus, mas “o” Opus, sr. “professor universitário”.
Depois, por que motivo lhe foge sempre o pé para o ataque à Igreja?
Desculpe uma pergunta: V. não é dos Amorim, que costumavam ir para a Póvoa no Verão? Tenho uma vaga ideia… Olhe que, se é, como penso, degenerou. Tratava-se de gente séria.
Passe bem!
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Agora já vi a censura. Reparei que dois comentários ( pelo menos) da Aldina foram censurados.
Eh pá! Não esperava isto daqui.
Venho cá beber um copo ( é como quem diz) e se um comentador qualquer que se intitula Aldina diz que este ou aquele é paneleiro ou não sei que mais, e é censurado, vou ali e já vou.
Triste. Já nem me apetece comentar mais. E acho mesmo que vou fazer uma cura de desintoxicação de intervenção por aqui.
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Mr. Bonifácio, 73
Exacatmente isso.
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Ontem apanharam uns “pilha galinhas de 3ª idade” no aeroporto de Faro a surripiar umas malas a uns turistas distraídos. Sentença (provisória): apresentação diária na esquadra. Hoje saiu um pirómano de mulheres da cadeia e fica à espera de revisão de parte de julgamento e fica entretanto com apresentação periódica diária!! Juízes no futebol? Como e porquê? Juízes com cargos no governo? Como e porquê? Qual a razão de um professor não poder dar explicações? Como e porquê?
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A capa do jornal só pode ser (é) intencional e servirá para “gozar” com o estado português, cujas leis aceitam a hipótese de alguém receber a verba que se noticia, paga por todos nós, o povo, por uma situação na qual muitos outros nada receberam.
O sr Pedroso pode até ser indemnizado, mas… a suspeição ficará colada para sempre, e não é bonito fazer chacota desta maneira…. coitado!
Enfim…
Afinal foram só 23, os crimes, e…
ESTE NÃO É O MEU PAÍS!
ESTOU FARTO !
TIREM-ME DAQUI E MANDEM-ME PARA UMA ILHA PERDIDA NO MEIO DO OCEANO…
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Por uma vez, deixa-me estar de acordo com o CAA. Pormenor ainda não abordado aqui. A notícia sobre a “genética da infidelidade” era uma coisa sem pés nem cabeça, traduzida (horrivelmente) do Washington Post. Experimentem tentar lê-la e tirem as vossas conclusões sobre a sua relevância para ser chamada à 1ª página.
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Bonifácio,
«Mas não esqueça que a opus não passa de um protozoário em comparação com o verme gigante que é a fraternidade do avental.»
Não distingo entre protozoários. Naquele debate ‘a’ ou ‘o’ opus era o que estava mais à mão para levar…
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«Para já, não “a” Opus, mas “o” Opus, sr. “professor universitário”.
Depois, por que motivo lhe foge sempre o pé para o ataque à Igreja?»
Sei lá, talvez porque quando dou bicadas na seita dos auto-flageladores não penso estar a atacar a igreja. No fim desse debate até os meus amigos mais devotos me telefonaram a dizer isso…
«Desculpe uma pergunta: V. não é dos Amorim, que costumavam ir para a Póvoa no Verão? Tenho uma vaga ideia… Olhe que, se é, como penso, degenerou.»
Acontece nas melhores famílias, ó Ataíde DE Menezes. É a vida. Não te chateies, pá, arreia mais umas chicotadas no lombo que isso passa.
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«Agora já vi a censura. Reparei que dois comentários ( pelo menos) da Aldina foram censurados.
Eh pá! Não esperava isto daqui.»
José, por favor!
A dita Aldina insultava fortemente pessoas que não são para aqui chamadas. De uma forma vil. Não discutia nada, não afirmava outra coisa que não fosse calúnias e difamações a pessoas que não têm nada a ver com este blogue (e mesmo que tivessem!).
Apagar aquilo foi uma mera questão de higiene.
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Interessante verificar as leituras que se podem fazer da primeira página de um jornal. Quanto à falta de qualidade no jornalismo, não seria por aqui que deveríamos começar não acha senhor CAA. Com tanta desinformação e desintoxicação que existiu, e existe diariamente em muitos órgãos de comunicação social. Eu pessoalmente não acredito na teoria da cabala e também não acredito que o Juiz Rui Teixeira sofra de doença bipolar. Mais acrescento que tenho muita pena que se tenha estragado mobiliário na assembleia da república com recepções efusivas, se bem que recentemente, parece que junto ao gabinete de Jaime Gama também se “partiu alguma loiça”.
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Rectifico obviamente que a palavra é intoxicação.
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CAA,
Parece-me que a capa foi uma infeliz, idiota e desastrada coincidência. Também acontecem.
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Neste post, CAA, age como os media sensacionalistas que fizeram alarido sobre a ASJP divulgar o acórdão da condenação do Estado em primeira instância e (por lapso) não ter omitido os dados pessoais, em particular o nome das crianças que indiciaram Paulo Pedroso: foram poucos, ou nenhuns, os que visitaram o site da ASJP e tomaram nota dos dados, mas graças aos media que os revelou, a projecção das informações particulares foi muito superior.
A associação da imagem da estátua à notícia do Pedroso por certo passou despercebida à maioria das pessoas que viu o Público, mas depois de CAA a enfatizar a capa é assunto.
Não creio que Paulo Pedroso pegue nisto para se manifestar sobre, quanto mais processar o jornal, até porque não provaria ser propositado, mas o Público, que não se tem coibido a assuntos quentes, até pode processar o CAA por difamação (apenas uma hipótese proporcional a tantas que abonam o Pedroso), o que também não creio mas que teria mais fiabilidade que o jornal ser processado.
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João Gomes,
Muito obrigado pelo seu comentário, desde já agradeço a sua clarividência, pois, consegue de forma brilhante ver por um post que as pessoas estão a ser hipócritas, perversas. E mais, até pensa por mim, muito obrigado mais uma vez! como sabe que não estou a ser sincero?
Claro que sabe que fazer juízos de intenção é pensar pelos outros, muitas vezes, aquilo que eles nem sequer imaginaram! O JG não faz isso pois não?
Reafirmo, aos olhos da Justiça (que é o importa) PP é INOCENTE, já cada um de nós tem a sua convicção/opinião (essa pouco importa) e a minha nunca lha disse nem lha direi, portanto, todas as conclusões que tirar serão fruto da sua superior inteligência!
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Ups
o ultimo comentário saiu no sitio errado, maldito copy past
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CAA:
Lombo tem V. e bem avantajado, por sinal.
Vá tratar por tu os seus companheiros de pocilga, ouviu?
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Mais achegas sobre o pirilau do Publico aqui…
http://planetaspolitik.blogspot.com/
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CAA,
Quanto ao “a” ou “o” opus…, fico com “a” opus.
Opus é um substantivo neutro em latim, entretanto, se pode utilizar opera, que é feminino.
É por isso que obra, em todas as línguas neo-latinas(elas não possuem o género neutro), é um substantivo feminino.
Para além disso, dizer o “opus dei” é feio para c…
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Ó Bonifácio, a ignorância fica-lhe tão bem!
Nem imagina…
É dessa ignorância que lhe nasce o atrevimento de falar do que não sabe?
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Só pregunto o que este Pedroso, quando foi secretario e ministro
e tinha a tutela da Casa Pia, o que ele se interessou, pelos pedófilos que estão a ser julgados?
Porque pediu ao Ferro e ao Costa, para o Samapio interceder?
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Caro Latinista,
Tens razão ao me chamar de ignorante, realmente eu sou. Sei muito pouco e cada vez descubro que a minha ignorância é muito maior do que pensava.
Um dia talvez seja um latinista como o senhor, que para se autoploclamar “Latinista” deve conhecer o latim melhor que Cícero, e espero também ter o seu dom para saber o que os outros sabem sem os conhecer. Até sei algo de latim, muito pouco. Talvez possas me dizer se o que escrevi está errado. Será muito gratificante aprender com o senhor, “o Latinista”.
Mas desconfio que isso não acontecerá. O meu instinto me leva a crer que o senhor não passa de um fanfarrão, e devo dizer que ele é quase tão forte como o meu pressentimento de que o senhor é corno, pois os tipos que me chateiam ostentam sempre grandes chifres. Deve ser por causa do meu ar malandro…
Porém, não fique chateado. Isso são coisas da cabeça. A sua resposta provando que o que escrevi estava errado o demonstrará.
Cumprimentos à família.
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A Sofia de Mello Breyner é que tinha razão. A maioria destes comentários são lixo… Tudo gente boa e cheia de virtudes, como convém a qualquer portuga que se preze, sempre pronto a julgar os outros pelas aparências, sem se olhar ao espelho. Esta gente!
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Desculpem-me, mas eu acho muito mais escandaloso o comentário do Primeiro-Ministro Sócrates que foi mais ou menos assim “eu não devo comentar as decisões da Justiça, mas é fácil adivinhar a minha opinião”.
Isto ninguém comenta?
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Caro professor,
Simplesmente brilhante!
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