Regulação e crédito fácil II
25 Setembro, 2008
Este vídeo é de visualização obrigatória. Louçã a pedir mais regulação e juros mais baixos. José Sócrates a concordar que é preciso mais regulação e que também era bom ter juros mais baixos.
Também é notável o momento em que Sócrates confessa que nunca tinha ouvido falar de “short selling”, apesar de achar que é uma prática horrível.
17 comentários
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Ele só conhecia o “short ceiling”. O melhor da sessão, de longe, foi o Santos Silva a pedir o direito de falar 30 segundos, que tinha contabilizado como a mais numa intervenção de outro partido. Levou uma “cacetada” do presidente.
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O que disse ali em baixo:
Miguel Madeira Diz:
25 Setembro, 2008 às 12:07 pm
Em principio, baixas taxas de juro diminuem o risco dos clientes não pagarem (embora aumente o risco, no caso dos empréstimos contratados na expectativa de juros baixos, de os clientes não pagarem quando os juros subirem).
Miguel Madeira Diz:
25 Setembro, 2008 às 12:09 pm
“Que saudades da URSS…eheheheh…”
Em termos de juros do BCE, já estamos na URSS.
A questão é saber se o Trichet está a acertar no juro certo, a errar para baixo ou a errar para cima (se estiver a errar para cima, teriamos uma boa razão para baixar os juros).
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Boa resposta do PM
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Disse que não se podia estar todos os dias a dar conselhos ao BCE se se considera que ele é independente e que portanto se dvee confiar nas suas ideias mas que esperava que baixasse os juros.
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Creio que não é bem mais regulaçao que a coisa na America precisava. Ou era. Mas a regulaçao era do FBI. Suspeito que deram um enorme golpe. O golpe não do milénio mas da eternidade.
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… suspeito que andam a esconder alguma coisa. Alguma coisa monstra.
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Aqui a esquerda é completamente esquizofrénica, querem sol na eira e chuva no nabal (como quase sempre). É incrível como o diagnóstico da esquerda relativamente a esta crise se limita à questão dos prémios dos gestores e à falta de regulação que ninguém sabe qual é.
As questões de fundo são desprezadas, isto quando não são sublimadas, pelas propostas populistas como manter os juros artificialmente baixos.
Juros artificialmente baixos, expansão monetária descontrolada, criação de dinheiro “out of thin air”, desfasamento entre a economia real/produtiva e os esquemas financeiros, desincentivo à poupança nas ultimas décadas, tinham tanta coisa por onde lhe pegar, mas em vez disso andam aos gambozinos.
Isto não vai acabar bem.
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“É incrível como o diagnóstico da esquerda relativamente a esta crise se limita à questão dos prémios dos gestores e à falta de regulação que ninguém sabe qual é.”
Esse diagnóstico é a explicaçao dada por Bush. É de esquerda o senhor. Um perigoso esquerdista.
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1. Que Sócrates não é especilista em mercados financeiros, nós já o sabíamos. Aliás, Sócrates percebe efectivamente de Inglês Técnico e de Mamarrachos em Porto da Carne. O Prof. Morais e o Reitor Arouca não lhe pediram nenhum trabalho sobre “short selling” (algo que até Fradique de Menezes deve saber….).
2. Louçã ainda não percebeu que o peso de Portugal na Zona Euro deverá ser aproximadamente de 0,5% do PIB. Queria Louçã que Portugal influenciasse o Sr. Trichet e o Bundesbank a descerem a Euribor, quando a Alemanha, principal suporte financeiro da Europa está financeiramente sólido.
É a qualidade da política portuguesa. Não é só o Flopes que é mau…..
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Não se saiu mal o Primeiro, acentuada embora a obrigação de brilhar, compreende-se que não soubesse dessa coisa horribilis, mas ainda assim com razão abjure, por desonesta, abusiva.
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É engraçado como as pessoas reduzem isto a um problema de esquerda e direita, como se fosse essa a questão, a não ser que nos EUA, como em Portugal, venham agora os republicanos dizer que foram os democratas e o Clinton que deram cabo disto tudo.
Aquele país terá sempre soluções de compromisso. Não há soluções milagrosas para o desenvolvimento de uma máquina daquela complexidade.
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É incontornável que o dinheiro dos Impostos dos Cidadãos vai ser preciso perante a bancarrota do actual sistema de FINANÇAS MUNDIAS (a “santa aliança” Capitalismo Selvagem/Socialismo = Privado-Banca,Seguros / Estatal-Impostos) que enfiaram a América e a Europa na Recessão (estoiro da ECONOMIA, falências-desemprego-empobrecimento geral dos cidadãos comuns).
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Dar esse montante astronomico a quem ?
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A questão chave é se esse montante dos Impostos dos Cidadãos devem enfiados nas FINANÇAS ou na ECONOMIA.
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Se injectados, oferecidos às FINANÇAS, Privado-Banca / Estatal-Impostos, resulta agravar a Crise, mais Recessão (mais empobrecimento e fraqueza da Economia), lavagem das responsabilidades e culpas da Crise actual, mais Regulações ineficazes, hiperinflação, desvalorização da moeda, desestabilização social.
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Se injectados, oferecidos à ECONOMIA, devolução individual aos Cidadãos dos impostos pagos ou baixa equivalente das Taxas de Impostos, a Economia paga à Banca, esta é confrontada com as regras normais do mercado e são asseguradas as condições para a Economia saír da Recessão (mais Consumo e Produção), inflação reduzida, protecção da moeda, estabilização social.
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Regulação e vamo-nos abotoando. Quem vier atrás que feche a porta = oportunismo = irresponsabilidade = neo-liberalismo, os grandes sacadores da globalização
EEUU ESTÁ Á VENDA
TRATA GEORGE BUSH
Os chineses agradecem
Estes que andavam a comprar os eeuu a retalho têm agora a grande oportunidade de arrasarem, apagarem do mapa, estes parasitas
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“venham agora os republicanos dizer que foram os democratas e o Clinton que deram cabo disto tudo.”
Os Democratas foram um dos grandes culpados por não se ter feito nada para combater a bolha, o Wall Street Journal e thinkthanks conservadores não pararam de avisar sobre a Fannie Mae. Quanto ao Presidente Clinton distorceu a os impostos tornando lucros de venda de casa até meio milhão de dólares não taxáveis, não sei quanta influéncia teve na bolha.
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ó joaomiranda, o Lello enganou-se no destinatário: o lexotan devia ser era para si! Como deve doer ver o PM, debate após debate após debate, sair-se bem… Acresce que Sócrates enquadrou bem a questão dos juros: é uma competência do BCE “para o bem e para o mal”. Facto político rigoroso. Facto emocional: é óbvio que gostaria que os juros fossem mais baixos. O joão não??!!!
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Segundo parece, o PM fez um MBA. E não sabe o que é o short selling…
Pelos vistos, quer na engenharia, quer na gestão, o homem tira cursos mas não aprende. É por isso que a visão dele da escola é um local onde toda a gente tira boas notas, mas ninguém precisa de aprender nada.
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O que será a especialidade do Socrates! ingles tecnico? finanças? economia? ou fala barato, sempre irritado?
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