Não sei porquê…
26 Setembro, 2008
Lembrei-me deste texto que escrevi em Fevereiro passado ao ler, hoje, a Sábado.
Que ninguém queira ver insinuações malévolas nesta referência – apenas o digo para realçar que, ao contrário do que me têm acusado, também, por vezes, consigo estar de acordo com alguém que ampara a liderança mumificada do PSD. Apenas isso, juro por Amon…
7 comentários
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O Sarcozy também entrou na familia. É o Sarcozy Louça. E o Bush. Bush Louça. Louçã anda a ficar internacional.
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E a Manuela Ferreira Leite Louçã. A tal que disse que a reuniao do ps era a opulencia e que se mostrou preocupada pelo uso do power point para Socrates ler o discurso. É coisa que Louçã diria.
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Ui, CAA, não é único.
Também a China é culpada de tudo. De tudo, quase. Até do leite envenenado da Nestlé. Porque se diz a China, a China, e às vezes eu, mas nem uma vez só a marca, ocidental, já se vê. Ocidental, da globalização, mão-de-obra barata e rendibilidade certa, absoluta. Depois dá nisto: Culpa da China. Da China, apenas, já se vê…
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Isto tem algo a ver com o José Francisco Sócrates Louçã do JPP? LOOOOL
Este Pacheco está numa crise. O homem tá tão desorientado que até plagia ideias alheias. Fantástico.
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Óptimo artigo de opinião. Mais ou menos “isso”.
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tás cada vez mais na mesma.
só com o incontinente verbal do menezes serás de-puta-do.
são da mesma escol: falam de tudo e de nada, por tudo e por nada.
in occulum descansum est
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O artigo de JPP é pura e simplesmente hilariante. Até parece que MFL quando foi eleita presidente do PSD, não escolheu a temática dos novos pobres, os quais, segundo ela – António Capucho, Morais Sarmento e demais «profissionais do cocktail» -deviam constituir prioridade absoluta na criação de plataformas sociais de apoio, por parte do governo.
Na comparação entre Telmo e Sócrates, o primeiro agiu perigosa e conscientemente, e o segundo, ao que consta, não terá prejudicado ninguém, mas, ajudado a minimizar os “custos de percurso” a ter desde a elaboração de um projecto até à sua concretização propriamente dita.
Não sejamos ingénuos: a assinatura de um técnico superior de engenharia num projecto de construção de uma vivenda, de uma rotunda ou de um quartel de bombeiros, não passa de um mero proforma. Até um simples pedreiro em interligação com os vários operários especializados (quando não sózinho), consegue executar o projecto de uma obra, sem para isso necessitar da intervenção de um engenheiro.
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