Os cromos da casa
«É um T1 em Telheiras num prédio construído há 20 anos. José Bastos era funcionário da tipografia da câmara, estava a passar por um divórcio, tinha um filho a cargo e Krus Abecassis atribui-lhe uma casa. Dezoito anos depois, Bastos é director do Departamento de apoio da Cãmara. Casou outra vez, comprou outra casa e mantêm a de Telheiras. «O meu filho é que mora lá. Não tenho dinheiro para lhe comprar uma casa nova», justifica o responsável. Paga 95 euros por mês e não acha que esteja a abusar: «Já paguei imensas obras, tive uma inundação e não considero a situação abusiva». além disso, «é a minha casa de reserva». Se amanhã tiver de me separar outra vez, para onde vou?». A vizinha de cima é Isabel soares, chefe de gabinete do número dois da Câmara. [Marcos Perestrelo]» (no Expresso)

Se calhar ainda andam sempre a dizer mal dos do bairros social que não fazem nada e recebem o rendimento mínimo e nem pagam as rendas… lol
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.. tudo bem que lhe tivessem dado a casa. Mas caramba devia ter devolvido quando saiu de lá. Incrível.
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Este cromo realmente é o máximo…
Então e eu, se tiver que me separar, vou para onde? Há algum programa da CML para as pessoas que pensam separar-se a curto prazo? Uma espécie de “pousio”, onde se possa viver só até se engatar, perdão, até se encontrar o novo “amor do coração” (versão 3.0)?
Ah pois é… dois pesos e duas medidas, é assim mesmo 😉 “eu se me separar, tenho a casa de backup. O Zé (ou a Maria) Contribuinte, se se separar, que vá viver para casa da senhora que o desovou”…
Realmente, assim não vamos lá.
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dando uma de advogado do diabo… pelo menos paga renda… o que não se pode dizer de uma boa parte dos falsos indigentes que populam nas habitações sociais deste país…
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oh
Em Marvila até queriam dar grande parte do bairro das Amendoeiras e dos Loios (um espólio de 1453 casas) a uma fundação privada…
Agora é uma Srª que vive num corredor aberto do R/ch de um predio da zona J . Apenas pôs um oleado a fazer de tenda e vive lá com crianças ..à chuva frio, e ratos no verão e melgas…
Vejam bem que já apareceu no telejornal e no programa da fatima Lopes . e o Xô presidente da CM Lisboa será que sabe disto???
A esta senhora dizem que não está pronta a casa a atribuir por umas pequenas obras( qualquer dia faz 1 ano)
Enfim
O executivo “socialista”..
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Cromo ? Cromos somos nós.
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Este José Bastos tem uma argumentação do Zé Bastos!
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José Bastos tem toda a razão: se lhe deram essa casa em arrendamento, por que motivo é que ele haveria de a retribuir de volta? Não é obrigação dele devolver a casa, se o senhorio não lha pede. E além disso tem razão, ele é um bom inquilino, que faz na casa as obras de manutenção que, pela lei, deveriam ser feitas pelo senhorio. E é bem sabido que as Câmaras Municipais são dos piores senhorios deste país – nunca fazem as obras de manutenção de que as casas necessitam.
Critiquem a Câmara Municipal e o Kruz Abecasis. Não critiquem o José Bastos, que não tem nada que andar a defender interesses que não os dele.
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Ahahahah… muito bom. Acho inacreditável que ainda tente desculpar-se. Mais valia estar calado.
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«O meu filho é que mora lá. Não tenho dinheiro para lhe comprar uma casa nova»
E esta? Não merece negrito também?
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E a estória do BB que, há 14 anos, tinha 3 filhos para criar? O homem está assim tão mal conservado? Afinal, onde é que ele estava no 25 Abril?
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Para a Sofia (4:38):
Realmente, até merecia. Será que o jovem não tem mãozinhas para ir trabalhar e ganhar o seu, para comprar a sua própria casa, como tantos jovens por este país fora?
Há gente que não sabe o que é ter vergonha na cara.
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Se o filho se quiser divorciar, a situação fica incontrolável.
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piscoiso Diz:
29 Setembro, 2008 às 4:46 pm
Se o filho se quiser divorciar, a situação fica incontrolável.
Imagine então se o filho também tiver um filho. Situação complexa para resolver. Para onde irão todos ?
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#14
«Para onde irão todos ?»
Para um condomínio fechado. Só tem é de ser no município de Lisboa…
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Só agora percebi por que razão vai tanta gente a Fátima.
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O que é verdadeiramente fantástico é como isto nunca foi noticiado, como se fosse possível algo desta dimensão estar totalmente escondido.
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«Se o filho se quiser divorciar, a situação fica incontrolável»
ahahahahahahahah
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«como se fosse possível algo desta dimensão estar totalmente escondido.»
parece que a clintela abrangia «artistas, funcionários vários e jornalistas»
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Há que miscigenar os utentes dessas casas com as minorias étnicas. Assim haverá muitos e bons filhos com duplo direito de reivindicação.
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Este José Bastos é um autêntico comediante!!!
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E vamos consentir que continue esta pouca vergonha?
A Câmara de Lisboa tem obrigação de divulgar a lista dos Bastos, já!
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«Se o filho se quiser divorciar, a situação fica incontrolável»
Largo do Município… we have a problem.
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O Lavoura é do caneco! Será que também tem casa da Câmara e não quer dizer à gente?
Só pode.
Por outras razões, o Cãodeguarda também tem piada: fala dos “indigentes que populam”. Populam? Será copulam? Será pululam? Serão as duas coisas ao mesmo tempo?
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Por estas e por outras é que pago para utilizar os canos de esgoto da câmara 1,5 euros por dia… deve também haver gajos a comer da merda que lá vai…
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Numa primeira impressão, este Bastos é um cromo, mas a verdade é que a casa é da CML e se a CML nao a pede de volta, porque há-de ele devolvê-la? Se um tipo todo simpatico, me “desse” uma casa e disse-se “depois logo se vê”, eu ficaria à espera…
O pior é que um cromo destes seja director de alguma coisa!!
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Isto depois do grande africanizador nº2 em exercicio ter dito que tinha controlado as “despesas” da câmara…
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“.. tudo bem que lhe tivessem dado a casa. Mas caramba devia ter devolvido quando saiu de lá.”
Este tipo de abordagem, significa que o Loureiro, o Vale e a felgueiras, também são coitados, só queriam ajudar…..
CORRRUUUUUUUPTO é corrupto.
Não há corruptos pequeninos e corruptozinhos.
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“Não critiquem o José Bastos, que não tem nada que andar a defender interesses que não os dele”
Só que o José Bastos parece que é empregado do Senhorio! Será que trata todos os arrendatários do patrão como o patrão o trata a ele?
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SALDANHA SANCHES DEFENDE VEREADORA DA CML
«A entrega de habitações a quem delas não necessitava pela Câmara de Municipal de Lisboa (CML) ao longo das últimas duas décadas pode configurar um sistema do tipo “saco azul” baseado “no tradicional critério do compadrio”, admite Saldanha Sanches, mandatário financeiro de António Costa na campanha eleitoral da cidade. O fiscalista entende que o presidente da CML devia demitir a vereadora da Acção Social, Ana Sara Brito, que se descobriu ter beneficiado de uma casa camarária de renda baixa no centro de Lisboa, na Rua do Salitre, durante os últimos 20 anos.» [Público assinantes]
Isto começa a ter graça, a Maria José Morgado investiga ao mesmo tempo que o marido propõe as demissões.
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Propõe que a demitam e defende-a ao mesmo tempo?
Não percebi.
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Código do IRS
Artigo 2.º
Rendimentos da categoria A
1 – Consideram-se rendimentos do trabalho dependente todas as remunerações pagas ou postas à disposição do seu titular, provenientes de:
(…)
c) Exercício de função, serviço ou cargo públicos;
(…)
3 – Consideram-se ainda rendimentos do trabalho dependente:
4) Os subsídios de residência ou equivalentes ou a utilização de casa de habitação fornecida pela entidade patronal;
Será que ao menos paga IRS ?
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Imagine então se o filho também tiver um filho. Situação complexa para resolver. Para onde irão todos ?
Muito simples.
Cada Cooperativa de Habitação dá 10% dos fogos à Câmara.
É so esperar um bocadinho, todos os anos caem mais umas casinhas no “saco azul de cimento”
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O Eng.º Monteiro trabalhava na Câmara há vinte anos e já tinha ouvido falar das casas à borla. Não ligava muito também diziam que a Deonilde da contabilidade vendia ouros e ele não acreditava. Quando o falatório se tornou ensurdecedor, e todos os dias era mais um e mais outro que também tinha uma casa da Câmara, perguntou à sua chefe o que é que se passava. Afinal, tudo tinha uma explicação.
Era a CML, Cooperativa Municipal de Lisboa, um modelo habitacional autárquico alternativo, de influência socialista: a edilidade dispunha de uma bolsa de apartamentos e casas, de várias tipologias, para distribuir pelos funcionários e amigos.
Não era o modelo típico soviético, do bairro do funcionário do partido, gigantes Portelas cinzentas, ninhos de clones burocráticos. Também não era o modelo cleptocrático do terceiro mundo, em que os do Partido tinham moradias luxuosas e o resto dormia e morria na sarjeta. Não. Era um modelo misto: alguns funcionários, intelectuais e artistas tinham casas do município. Outros não. E havia casas para todos os gostos: em bairros históricos, em bairros de intelectuais, casas boas, casas menos boas.
Também havia bairros sociais, mas esses eram, como o nome indica, para os pobres. Alguns pobres.
A Cooperativa era eficaz: um processo desburocratizado em que uns pediam e outros davam. Era fácil e rápido. Gente boa lá do serviço, de confiança, que não ia faltar com a renda combinada, nem estragar muito as paredes. E se fosse preciso, a senhoria ia fazendo obras. Era uma espécie de casas de função, mas sem função, nem lei.
Também explicaram ao Eng.º Monteiro que o sistema da Cooperativa Municipal de Lisboa ia ser atacado por calúnia e inveja de muitos. Reaccionarices de quem desconfia do que é novo.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=333148
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Mas afinal o que queriam mal na fotografia não era o Santana Lopes?
Será que está a nascer mais uma cabala?É que ainda porcima quando se fala de cabalas anda por lá o Saldanha Sanches…e a mulher…
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Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.
Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregador, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.
Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês – ou seja, 2.400 contos – durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?». E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!». E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?». Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos». Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE foram mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica. Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.
Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis.
Trata-se, em suma, de um desenfreado, abusivo e desavergonhado abocanhar do erário público. Mas voltemos à nossa história.
O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas de custo. Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é – e para que serve – a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético. E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não. A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço. Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.
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O comentário nº 36 é mesmo do caneco.
Merece ser lido por todo o mundo, para se ver o estado a que isto chegou.
Não há dúvida de que, com o sr. José, também conhecido por “inginheiro” Sócrates, Portugal bateu no fundo.
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Não sei se o relato atribuído ao Sr. José Matos é verdadeiro, mas uma coisa eu posso afiançar: nos termos da lei do arrendamento, este não é comunicável a descendentes.
Logo, o local arrendado deveria ter regressado à posse do senhorio, neste caso a CML, quer por o inquilino o ter abandonado e já não o habitar (1º motivo), quer por lá estar a morar uma pessoa que nada contratou com a câmara (2º motivo, alternativo).
Digo eu…
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O presidente foi eleito por 50000 nas últimas eleições, nem um estádio da Luz, para a próxima só devem restar os que vivem da Câmara.
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Portugal já vem a bater no fundo há muito, muito tempo… agora, já não só bate no fundo, como se arrasta adentro do lamaçal desta podridão que é o dia-a-dia lusitano. Vergonha nossa, que não somos capazes de gerar melhores gentes.
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O António Costa acaba de aparecer na RTP dando o seu aval à Ana Sara Brito, que durante 20 anos ocupou uma casa da Câmara de Lisboa na Rua do Salitre.
Tem tanta vergonha na cara como ela.
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O presidente foi eleito por 50000 nas últimas eleições, nem um estádio da Luz, para a próxima só devem restar os que vivem da Câmara
Não deve ser dificil.
Só funcionários da Câmara são treze mil.
Some-lhe as famílias mais a Dra. Ana Sara Brito e já está.
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Caros Blasfemos,
Caros comentadores,
Sobre o “caso” Batistas Bastos, tomei a posição que alguns de vós sabem e por tal me contestaram. Com, e sem razão.
A minha Amizade para com BB continua intacta e não será um episódio infeliz que a alterará.
Para mim, assunto está encerrado.
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Ó MJRB, pode continuar a espalhar-se à vontade.
Até ver, estamos num país democrático e o disparate é livre.
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Eu dava uma casa à Brigite Bardot, quando ela era nova
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“Não sei se o relato atribuído ao Sr. José Matos é verdadeiro, mas uma coisa eu posso afiançar: nos termos da lei do arrendamento, este não é comunicável a descendentes”.
Desculpe lá, mas a Lei só se aplica ao “Zé” que anda aí a esmurrar!
Acha que a Lei se aplica ao Manuel pinho, quando anda a 180 km/hora? Ou ao Sócrates quando fuma? Ou ao Vale e Azevedo quando sai do país e vai para Londres? Ou à Felgueiras que foge do país e regressa com festa?
A Lei é só para alguns.
O Sr. Bastos não deve fazer parte do “Zé”. Tem pedegree…
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Já perceberam como se ganham eleições com os políticos que temos?
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ZÉ BASTOS EHEHEH
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Leiam, se quiserem, o artigo de BBastos no Diário de Notícias, de 01.Outubro
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