Já alguma vez pensaram porque é que os bancos têm tanto dinheiro, enquanto os países, as empresas e os indivíduos estão tão endividados?
Neste vídeo, «Money as Debt» [Dinheiro é Dívida], Paul Grignon pega num assunto tabu e, de forma inteligente e divertida, torna-o num tópico facilmente inteligível. Costuma dizer-se que a verdade liberta, mas primeiro, costuma deixar-nos zangados. Depois de conhecer a verdadeira história do sistema bancário já não é possível voltar à crença mística da banca como um elemento útil da sociedade.
O vídeo revela os mitos e os conceitos relativos à história do dinheiro. Toda a gente gosta de dinheiro, toda a gente o deseja, toda a gente precisa e depende dele. O que quase ninguém percebe são os fundamentos do dinheiro. O que é o dinheiro e donde é que ele vem? Estas são algumas das difíceis realidades que Grignon expõe em linguagem simples.
Este curto segmento (8:20m) do vídeo conta a história de um ourives do Renascimento, e de como ele começou a cobrar juros de um ouro que não possuía e que não existia. Em suma, a essência da banca.
É falso, como diz o articulista, que “durante décadas, a economia mundial cresceu graças ao crédito fácil e democratizado, à energia barata e aos juros baixos”.
Na verdade,segundo o relatório da Unctad (United Nations Conference on Trade and Development) de 1997, o crescimento mundial, reduziu-se de cerca de 4% ao ano nos anos 70, para cerca de 3% nos anos 80, e 2% nos anos 90.
Vem aí o Estado ‘bom’, aquele que se dá conta dos azares de um cidadão capitalista, como do trabalhador, que ambos exploram, depois de se estar nas tintas.
Vem aí o estado que se compromete a pagar o dinheiro inventado pelos bancos mesmo que esse estado viva do dito cujo.Com a vantagem de o poder esmifrar ao contribuinte no futuro todo o dinheiro que não existe.
Isso é que é garantido …novamente o ourives italiano que já cobre as riquesas que nao existem com a cobrança que vai fazer no futuro.
Não é preciso um Estado interventor, é necessário um Estado regulador, atento ao bem comum acima do interesse de alguns.Em Portugal é preciso mais mercado,que o Estado saia da economia, que os grandes negócios deixem de ser feitos nos gabinetes dos ministros.Sócrates é um homem perigoso.Não quer a oportunidade para estabelizar,clarificar,regular, quer a oportunidade para ter mais poder!
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Bom artigo. Uma questão apenas de escolha ideológica.
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Soluções há várias e até mais seguras. Totalitarismo versus Liberalismo com os Direitos Sociais dos Cidadãos. Da Irlanda, Austria, Dinamarca, os tais dos 100% de garantia dos Depositos dos Cidadãos, ninguém tem ouvido falar do abuso de biliões dos Contribuintes para salvar Instituições Financeiras.
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Pois é.
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Curioso como somos vistos do estrangeiro (repare na bolinha de Portugal= a única confusa, internacionalmente não sabem o que é, apenas um “meter-os-pés-pelas mãos”):
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http://www.lemonde.fr/web/infog/0,47-0@2-1101386,54-1103745,0.html
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Ou o que a Espanha também já a reconsiderar “amnistia fiscal completa”:
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http://www.lemonde.fr/la-crise-financiere/article/2008/10/08/l-amnistie-fiscale-n-est-pas-une-solution-pour-l-espagne_1104484_1101386.html
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Outra grande curiosidade sobre Pallin versus Obama. As “voltas que o mundo dá”:
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http://english.pravda.ru/opinion/columnists/08-10-2008/106533-Governor_Sarah_Palin-0
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Não acho que seja propriamente um bom artigo, mas ok. Parece alguém com uma crise de identidade.
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Money as Debt – Dinheiro é Dívida
Já alguma vez pensaram porque é que os bancos têm tanto dinheiro, enquanto os países, as empresas e os indivíduos estão tão endividados?
Neste vídeo, «Money as Debt» [Dinheiro é Dívida], Paul Grignon pega num assunto tabu e, de forma inteligente e divertida, torna-o num tópico facilmente inteligível. Costuma dizer-se que a verdade liberta, mas primeiro, costuma deixar-nos zangados. Depois de conhecer a verdadeira história do sistema bancário já não é possível voltar à crença mística da banca como um elemento útil da sociedade.
O vídeo revela os mitos e os conceitos relativos à história do dinheiro. Toda a gente gosta de dinheiro, toda a gente o deseja, toda a gente precisa e depende dele. O que quase ninguém percebe são os fundamentos do dinheiro. O que é o dinheiro e donde é que ele vem? Estas são algumas das difíceis realidades que Grignon expõe em linguagem simples.
Este curto segmento (8:20m) do vídeo conta a história de um ourives do Renascimento, e de como ele começou a cobrar juros de um ouro que não possuía e que não existia. Em suma, a essência da banca.
Os primeiros oito minutos e vinte segundos (8:20m) do vídeo ‘Money as Debt’ – legendados em português.
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É falso, como diz o articulista, que “durante décadas, a economia mundial cresceu graças ao crédito fácil e democratizado, à energia barata e aos juros baixos”.
Na verdade,segundo o relatório da Unctad (United Nations Conference on Trade and Development) de 1997, o crescimento mundial, reduziu-se de cerca de 4% ao ano nos anos 70, para cerca de 3% nos anos 80, e 2% nos anos 90.
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Bom artigo por bem redigido. Só. O miolo é confuso.
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Vem aí o Estado ‘bom’, aquele que se dá conta dos azares de um cidadão capitalista, como do trabalhador, que ambos exploram, depois de se estar nas tintas.
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Não concordo integralmente mas é um excelente artigo.
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Vem aí o estado que se compromete a pagar o dinheiro inventado pelos bancos mesmo que esse estado viva do dito cujo.Com a vantagem de o poder esmifrar ao contribuinte no futuro todo o dinheiro que não existe.
Isso é que é garantido …novamente o ourives italiano que já cobre as riquesas que nao existem com a cobrança que vai fazer no futuro.
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Não é preciso um Estado interventor, é necessário um Estado regulador, atento ao bem comum acima do interesse de alguns.Em Portugal é preciso mais mercado,que o Estado saia da economia, que os grandes negócios deixem de ser feitos nos gabinetes dos ministros.Sócrates é um homem perigoso.Não quer a oportunidade para estabelizar,clarificar,regular, quer a oportunidade para ter mais poder!
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“Sócrates é um homem perigoso.Não quer a oportunidade para estabelizar,clarificar,regular, quer a oportunidade para ter mais poder!”
Excelente.
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