Lembram-se
12 Outubro, 2008
daquelas criancinhas a quem não se falou de bem e de mal porque isso as ia condicionar? Dos adolescentes que não usaram bata na escola porque os uniformes lhes anulavam a individualidade? Dos birrentos que não levaram uma palmada porque isso é violência?… Pois olhem acabaram assim: de gatas.
Ver mais aqui: Lisboa SOS
21 comentários
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De gatas está quem diz mal da exibição da opera de Wagner no frontispicio do teatro, mesmo que seja para plateia deserta.
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Of topic:
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/891159.html
“Entre os dados e informações do Ministério Público guardados no computador portátil de trabalho da procuradora Helena Fazenda estavam, por exemplo, os grandes trunfos da Acusação no processo ‘Noite Branca’, resultado das investigações à vaga de homicídios no Porto.”
Andam com material dos processos nos computadores portáteis! Esperemos que o computador tivesse palavra-chave e fosse protegido. Dantes desapareciam coisa dos cacifos como fotografias. Inspectores e tal que guardavam coisas nos cacifos. Agora desaprecem os computadores. Amazing.
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Aquilo é apenas um tipo de corrida em que o da frente só pode usar as mãos e de detrás só usa as pernas.
Ridículo, sem dúvida, mas o meu prof. de ginástica, décadas atrás, usava frequentemente este tipo de corrida nas aulas. Honni soit qui mal y pense.
Se fosse isto todos os problemas da juventude…
José Simões
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“Aquilo é apenas um tipo de corrida em que o da frente só pode usar as mãos e de detrás só usa as pernas.
” (…) Ridículo, sem dúvida, mas o meu prof. de ginástica, décadas atrás, usava frequentemente este tipo de corrida nas aulas. Honni soit qui mal y pense (…)”
E quando ia jogar à bola, lá pelo clube da terra (não sei se jogou ou não) usava um equiamento e não lhe anulava a sua individualidade. Apenas jogava para um colectivo.
Penso que é exactamente aí onde helenafmatos quer chegar. Como pessoas, tão sensíveis para umas coisas perdem todo o pudor e vergonha noutras.
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Mas as pessoas “sensíveis” contra as batas também queriam proibir as praxes académicas.
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“Mas as pessoas “sensíveis” contra as batas também queriam proibir as praxes académicas.”
Ou não.
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.. ou não pois
Depende.. quem sempre foi afoito contra as praxes e os trajes foram os das Belas Artes. Mas esses por vezes andavam de bata por causa das tintas.
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juventude a “quatro patas” ou o elogio do “trou du cul” das Rãs de Aristófanes
a paneleirada é considerada distúrbio psiquiátrico pela associação americana de psiquiatria
“abafem a palinha” mas não me chateiem
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Essa coisa na ginástica chamava-se “o carrinho” se me lembro… as aulas de ginástica eram mesmo uma grande seca..lol
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Ora, um dos maiores responsáveis (…) continua “expert educativo”.
“Marçal Grilo surge hoje no suplemento do Expresso dedicado ao emprego, novamente a admitir erros passados e a tentar acertar no caminho para o futuro.
Eu gosto de quem é capaz de fazer o mea culpa e de reconhecer os equívocos do passado.
Os únicos dois pontos que me perturbam neste caso é que, apesar dos equívocos admitidos, nada parece ter perturbado o estatuto de MG como especialista na área da Educação, assim como nada nos garante que seja agora que a sua visão prospectiva está certa.
Em especial quando parece reduzir-se à aposta na tríade Matemática-Ciências-Tecnologias.
http://www.educar.wordpress.com/2008/10/11/fica-bem-mas-permite-duvidar/
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“Quanto custou ao “contribuinte português”, frase actualmente muito politicamente correcta (!), a formação de cada um destes professores? Alguém neste país “faz contas”?
O sr Silva é um “enconomista de mercearia”. Decerto.
Por isso, é que cada vez mais seremos um país da cauda, da cauda da Europa.
Isto é inacreditável.”
Comentado em,
http://www.educar.wordpress.com/2008/10/11/um-sucessodo-governo/
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Um país que forma Anabelas não pode estar na cauda da Europa.
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“*P….que os pariu…
O estatuto de aluno concede-lhe o direito de não reprovar por faltas. Se
faltar, o problema não é dele.. A escola é que terá que resolver o problema.
Tendo singrado na vida e atingido o fim da escolaridade sem saber ler nem
escrever e mesmo sem ter posto os pés nas aulas, o estatuto de cidadão
concede-lhe o direito de ter um emprego. Se faltar ao emprego como faltava
às aulas, o problema não é dele. O patrão é que terá que resolver o
problema.
Se, por um impensável absurdo, for despedido, o problema não é dele. O
estatuto de desempregado concede-lhe o direito de ter um subsídio de
desemprego e o problema é do Estado.
Se, na vigência do subsídio, faltar às entrevistas ou recusar novo emprego,
o problema não é dele. As suas habilitações arduamente conquistadas
concedem-lhe o direito de escolher emprego compatível e o problema é do
Instituto do Emprego, obrigado a arranjar-lhe ocupação, para não aumentar as
listas de desempregados.
Se, por um novo improvável absurdo, ficar fora do esquema, o problema não é
dele, que o estatuto de cidadão com todos os direitos concede-lhe o direito
ao rendimento social de inserção.
Que constituirá uma renda perpétua, pois o cidadão tem direito à
existência!…
Renda paga pelos portugueses e não, como devia ser, pelos autores desta
celerada lei, fautora da indisciplina, do laxismo, do não te rales, da
irresponsabilidade mais absoluta, fomentadora da exclusão social!…
Por uma vez, tenho direito à indignação, com todas as letras: *P…. que os
pariu!…
UMA PROFESSORA*”
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Se não queriam usar batas, deviam ter a liberdade de não o fazerem. Assim como têm a liberdade de não andarem (ou andarem) de gatas.
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“José Luiz Sarmento
Março 15, 2008 at 5:30 pm
Deixo aqui o comentário que fiz no EXPRESSO ao artigo de Miguel de Sousa Tavares:
Sempre que o poder político ou mediático convoca um “pogrom” contra as corporações (”corporações” é o nome que se dá à sociedade civil quando se quer demonizá-la) lá está Miguel de Sousa Tavares, de chuço e tocha na mão, disposto a incendiar, a espancar, a demolir. O Governo só respeita uma “corporação” – a dos banqueiros. Miguel de Sousa Tavares, nem essa.
Diz o nosso “hooligan” das letras que a ministra da educação tem razão no essencial, quando é precisamente no essencial que ela não tem ponta de razão. Poderá tê-la ocasionalmente no acessório; mas quando chegamos aos três grandes vícios do sistema educativo, aqueles que estão a montante de todos os outros e dos quais todos os outros decorrem, o que vemos em Maria de Lurdes Rodrigues não é a governante determinada da propaganda oficial, mas uma política acobardada e inerte que não mexe em nada que lhe possa queimar as mãos.
O sistema educativo português sofre duma burocracia bizantina que quase não deixa margem ao ensino. Atacou a ministra alguma vez esta burocracia? Não, antes a favoreceu, porque para a atacar teria que desmantelar uma grande parte do seu próprio ministério e tirar assim poder a muitos bonzos em relação aos quais se pela de medo.
O sistema educativo português sofre dum incivismo endémico que quase não deixa margem à aprendizagem. Atacou a ministra alguma vez este incivismo? Não, antes o ampliou, ao desautorizar os professores e ao elaborar legislação como o aberrante Estatuto do Aluno que está pronto para entrar em vigor.
O sistema educativo português sofre duma ideologia pedagógica delirante que despreza o conhecimento e o pensamento racional. Atacou a ministra alguma vez esta ideologia? Nunca. Pelo contrário, move-se nela como peixe na água porque é ela o seu habitat natural.
Miguel de Sousa Tavares reconhece, a certa altura do seu artigo, que Maria de Lurdes Rodrigues tem contra si não só os professores medíocres, mas também os melhores professores. Como pode ele afirmar isto e não se perguntar logo porquê?! Se Maria de Lurdes Rodrigues tem contra si os melhores professores, por alguma razão há-de ser. E se Miguel de Sousa Tavares não sabe qual é a razão, eu digo-lhe: é porque todas as acções desta ministra atacam, não só os direitos, prerrogativas e privilégios dos professores, mas também e sobretudo o núcleo irredutível da deontologia docente, que é o ensino.
Aqui, sim, é que está o essencial. Quanto ao discurso dos privilégios, há milénios que serve para justificar “pogroms”. Um homem que se pretende de cultura, como Miguel de Sousa Tavares, não devia alinhar nestas coisas.”
Pois é!
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Grande Anabela!
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«Um país que forma Anabelas não pode estar na cauda da Europa.»
Pois não. Está um pouco mais á frente. Está no cú da europa.
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Que argumento tão profundo, o do # 17.
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Não me venham com tretas. Só é praxado quem quer.
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Lisboa foi o distrito onde mais aumentou o número de pessoas e famílias a receber o
Rendimento Social de Inserção (RSI) no último ano. O aumento assinalado é de 37%, num
Portugal que já contabiliza dois milhões de pessoas com o RSI.
No final de Junho do ano passado, havia 194.204 pessoas e 68.855 agregados familiares a
beneficiarem do RSI no distrito de Lisboa. Um ano depois, o número de beneficiários
aumentou, em ambos os casos, mais de 37%. Ou seja, em Junho deste ano recebiam o RSI
266.580 pessoas e 94.981 famílias, isto é, mais 72.376 pessoas e 22.387 agregados do que
em igual período de 2007.»
in Jornal de Notícias
Esta notícia, por mais chocante que possa ser, não nos deve surpreender mas sim ser
utilizada para mostrar a realidade do mundo em que vivemos e do futuro que os Senhores do
mundo nos destinaram. Está mais que assumido por essa gente que este mundo vai caminhar
para a era dos 4/5, ou seja que só uma em cada cinco pessoas terá emprego no futuro. Não
estou a brincar, o nível de desemprego subirá até aos 80%. Isso implica obrigatoriamente
que se saiba que fazer com toda essa multidão de desempregados e pobres. A solução mais
moderada passa pelo “tittytainment”, expressão inventada pelo velho Zbigniew Brzezinski e
que é uma combinação de “tetas” e “entretenimento”. A ideia é que uma correcta mistura de
divertimento estupidificante e de alimentação suficiente permitirá manter controlada a
população. Se virmos bem, divertimento estupidificante é o que já não falta por aí e este
RSI é um bom começo para garantir alimentação suficiente. Outra arma que esperam usar é o
voluntariado, com o qual nos esperam dar a ilusão de que existe um sentido nas nossas
vidas e garantir que nos integramos na sociedade. Aí, quem anda muito activo é o Sr.
Silva que não se cansa de fazer discursos a promovê-lo e a elogiar as suas virtudes.
Para verem a gravidade da situação e de como esta ideia se está a enraizar na nossa
sociedade, no seu “Despacho do Director-Geral do Palheiro:” do blog “ O Jumento” sobre
esta notícia, escreveu «Substitua-se o rendimento mínimo por remuneração de trabalho
comunitário para os que podem trabalhar.» Isto, meus amigos é exactamente o que
preconizam esses senhores do mundo, que trabalhemos por uma côdea de pão.
Já agora e como eu disse que esta é a solução moderada, aqui fica a mais drástica, aquela
que já foi discutida no famoso Clube de Bilderberg e que passa pela aniquilação desses
incomodativos e dispendiosos 80% da humanidade.
PS: Aproveito para recomendar a leitura do Livro, “A Armadilha da Globalização, O assalto
à democracia e ao bem-estar social” de Hans-Peter Martin e Harald Schumann, publicado
pela “Terramar” em 1996. No horror da sua leitura verão reproduzido o mundo actual e o
negro futuro que perspectiva.
http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2008/08/tittytainment.html
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Parvos são os veteranos a querer praxar de noite. Eu a essa hora já estaria mas era nos copos…
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