Depois de tudo o que se tem dito sobre Hamilton, depois da na epoca passada ter falhado…creio que era suposto este nao ganhar de forma folgada.
Para alem de que, de tão merecido que supostamente será, acho estranho o Campeão, terminar a ultima corrida em 5 lugar…ainda mais á cagadinha, e porque o GLOCK deu o berro, a meia duzia de curvas do final.
Para alguem que se diz ser o “melhor de todos”, alguns até dizem o “melhor de sempre”, foi um final muito fraquinho…
…de facto acabou por ser o suficiente, mas
NÂO FOI DE CAMPEAO !!! para CAMPEÂO foi fraquinho !!!
P. S – O Kubica (e até o Vettel) com muito menos equipa fizeram quase tanto como ele.
(Declaração de Interesses – o Massa tb não me diz grande coisa, no entanto perdeu o mundial na argolada das boxes na Ferrari, quando levou a manga da gasolina atrás… )
Aquele duelo Arnoux-Velleneuve é impressionante pela maneira como se desenrola com ambos os intervenientes evitando despistar-se e despistar o adversário, o que desde Schumacher passou a ser raro.
Só houve um piloto de Fómula 1 de quem fui incondicional adepto: Nelson Piquet. Recordo as memoráveis tardes de Domingo a teorizar, em acaloradas e profundas discussões automobilísticas, sobre: as suas infindáveis capacidades, a sua prodigiosa inteligência; a sua afinação única dos carros; que demonstrava ao volante de um Brabham ou de um Williams, contra opinião dos meus primos, que apoiavam o Prost e o Senna respectivamente. Bons tempos sem dúvida.
Desde o que vi ontem, passei a ter outro piloto no coração. Chama-se Felipe Massa! Porquê? Porque foi vitima do que se pode chamar o «Apito Dourado» da Fómula 1! O miserável Glock deixou passar o inglês miseravelmente sem opor a menor resistência!
Ehh tourada, calma! O desgraçado do Glock aparece temporariamente num brilhante 4º lugar porque tentou a sua sorte com pneus de piso seco. Acontece que tentar guiar um monstro de 800 cavalos e apenas 600 kgs de peso com o equivalente a pneus carecas numa estrada encharcada e nos limites da velocidade possível e impossível não é nada fácil.
Em Spa este ano, se o Alonso a partir de 4º lugar tivese mais 2 voltas de corrida ainda tinha ganho aquilo, só porque mergulhou cedo para as boxes para colocar pneus de chuva.
Não culpem o Glock – o homem teve sorte em não ficar mais para trás, e conseguiu um excelente 6º lugar. Batam antes palmas ao Vettel que fez o que era verdadeiramente difícil – com um Toro Rosso ultrapassou o Hamilton no seu Mclaren, a duas voltas do fim, abrindo isso sim as portas à hipótese do Massa ser campeão.
Q: What was it like in wet conditions with dry tyres?
TG: It was not so bad until the final lap when the rain really began to come down very heavily and it was just impossible. It was so difficult to just keep the car on the track because it was very wet and the car was basically undriveable in those conditions. I was sliding everywhere, with absolutely no grip at all.
Q: Were you taking it easy on the final lap?
TG: Absolutely not! It was completely the opposite; the final lap was one of the hardest laps I have done in Formula One because there was no grip at all and on dry tyres it was almost impossible to keep the car on track. I was pushing really hard to keep fourth place and if you look at the lap times I was actually faster than Jarno on the final lap and he was the only other car on dry tyres at that stage.
Q: Was it the right decision to stay on dry tyres?
TG: Absolutely no doubt about it. We were running seventh before the rain came and we would have probably finished there if it had been totally dry. Instead we finished sixth so that shows the strategy was the right one.
Meus caros que falam do antigamente, gostaria que vissem o mail que tenho com o duelo Massa-Kubica no Japão, com chuva e filmado com câmara montada no carro de Massa.
É equivalente a esse duelo Villeneuve-Arnoux mas à chuva, com os carros a tocarem-se e a sairem de pista e voltarem à luta. Memorável.
mas chamo atenção para a substancial diferença de atitude: Kubica e Massa, pelo menos 1 vez cada um, tentam mandar o adversário para fora, coisa que nem Arnoux, nem Villeneuve precisaram fazer. Faz toda a diferença e retira qualquer equivalência.
para mim, mansell foi o último piloto de um geração, que pilotava o carro com o coração. já não se fazem pilotos assim.
há coisas que já pouco se vêem:
agora a maior parte das ultrapassagens são feitas nas boxes.
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Não sei se o Glock ofereceu deliberadamente o titulo a Hamilton… mas o facto é que ele o mereceu pelo que fez ao longo da época…
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Quanto a mim não mereceu!!!
Depois de tudo o que se tem dito sobre Hamilton, depois da na epoca passada ter falhado…creio que era suposto este nao ganhar de forma folgada.
Para alem de que, de tão merecido que supostamente será, acho estranho o Campeão, terminar a ultima corrida em 5 lugar…ainda mais á cagadinha, e porque o GLOCK deu o berro, a meia duzia de curvas do final.
Para alguem que se diz ser o “melhor de todos”, alguns até dizem o “melhor de sempre”, foi um final muito fraquinho…
…de facto acabou por ser o suficiente, mas
NÂO FOI DE CAMPEAO !!! para CAMPEÂO foi fraquinho !!!
P. S – O Kubica (e até o Vettel) com muito menos equipa fizeram quase tanto como ele.
(Declaração de Interesses – o Massa tb não me diz grande coisa, no entanto perdeu o mundial na argolada das boxes na Ferrari, quando levou a manga da gasolina atrás… )
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O Massa é melhor, e até fala Português.
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Gabriel, substitua por este:
Vamos ver quanto tempo demora até o Ecclestone mandar desactivar este.
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Dou muito mais valor ao Sebastião Loeb, que corre por essas estradas sem escapatórias e sem qualquer hipótese de ir à box mudar de pneu.
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Aqui corria-se Formula 1:
agora…. alguém que d~e o nome aquilo.
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Goodfeeling,
exacto, dias como esse não voltam a acontecer.
Tem aqui uma boa, Sena partindo de 4º à chuva, passando em 1 volta, Schumacher, Damon hill e Prost.
Ou Como Piquet ensinou Sena a ultrapassar (depois venham falar do Loeb):
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Aquele duelo Arnoux-Velleneuve é impressionante pela maneira como se desenrola com ambos os intervenientes evitando despistar-se e despistar o adversário, o que desde Schumacher passou a ser raro.
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E o Hamilton é campeão do Mundo… Brasil! ahahahah
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O meu preferido de sempre é o Michell Vaillant
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Só houve um piloto de Fómula 1 de quem fui incondicional adepto: Nelson Piquet. Recordo as memoráveis tardes de Domingo a teorizar, em acaloradas e profundas discussões automobilísticas, sobre: as suas infindáveis capacidades, a sua prodigiosa inteligência; a sua afinação única dos carros; que demonstrava ao volante de um Brabham ou de um Williams, contra opinião dos meus primos, que apoiavam o Prost e o Senna respectivamente. Bons tempos sem dúvida.
Desde o que vi ontem, passei a ter outro piloto no coração. Chama-se Felipe Massa! Porquê? Porque foi vitima do que se pode chamar o «Apito Dourado» da Fómula 1! O miserável Glock deixou passar o inglês miseravelmente sem opor a menor resistência!
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e aquilo é o joão kleber a relatar futebol formula 1?
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Ehh tourada, calma! O desgraçado do Glock aparece temporariamente num brilhante 4º lugar porque tentou a sua sorte com pneus de piso seco. Acontece que tentar guiar um monstro de 800 cavalos e apenas 600 kgs de peso com o equivalente a pneus carecas numa estrada encharcada e nos limites da velocidade possível e impossível não é nada fácil.
Em Spa este ano, se o Alonso a partir de 4º lugar tivese mais 2 voltas de corrida ainda tinha ganho aquilo, só porque mergulhou cedo para as boxes para colocar pneus de chuva.
Não culpem o Glock – o homem teve sorte em não ficar mais para trás, e conseguiu um excelente 6º lugar. Batam antes palmas ao Vettel que fez o que era verdadeiramente difícil – com um Toro Rosso ultrapassou o Hamilton no seu Mclaren, a duas voltas do fim, abrindo isso sim as portas à hipótese do Massa ser campeão.
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Um extracto da entrevista a Timo Glock:
Q: What was it like in wet conditions with dry tyres?
TG: It was not so bad until the final lap when the rain really began to come down very heavily and it was just impossible. It was so difficult to just keep the car on the track because it was very wet and the car was basically undriveable in those conditions. I was sliding everywhere, with absolutely no grip at all.
Q: Were you taking it easy on the final lap?
TG: Absolutely not! It was completely the opposite; the final lap was one of the hardest laps I have done in Formula One because there was no grip at all and on dry tyres it was almost impossible to keep the car on track. I was pushing really hard to keep fourth place and if you look at the lap times I was actually faster than Jarno on the final lap and he was the only other car on dry tyres at that stage.
Q: Was it the right decision to stay on dry tyres?
TG: Absolutely no doubt about it. We were running seventh before the rain came and we would have probably finished there if it had been totally dry. Instead we finished sixth so that shows the strategy was the right one.
Entrevista completa em http://www.formula1.com/news/interviews/2008/11/8642.html
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Aqui corria-se Formula 1:
agora…. alguém que d~e o nome aquilo.
Amem! A FIA destrói algo que tinha muitos sabores e variantes para implementar uma coisa sonsa cada vez mais sem graça.
Quanto ao Hamilton…alguém que choca nas boxes com dois adversários parados num sinal não merece o campeonato. Montreal.
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Meus caros que falam do antigamente, gostaria que vissem o mail que tenho com o duelo Massa-Kubica no Japão, com chuva e filmado com câmara montada no carro de Massa.
É equivalente a esse duelo Villeneuve-Arnoux mas à chuva, com os carros a tocarem-se e a sairem de pista e voltarem à luta. Memorável.
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Afinal está no Youtube.
Vejam que vale a pena
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fala disto
mas chamo atenção para a substancial diferença de atitude: Kubica e Massa, pelo menos 1 vez cada um, tentam mandar o adversário para fora, coisa que nem Arnoux, nem Villeneuve precisaram fazer. Faz toda a diferença e retira qualquer equivalência.
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Falem do senna, do Prost, do Piquet…
para mim, mansell foi o último piloto de um geração, que pilotava o carro com o coração. já não se fazem pilotos assim.
há coisas que já pouco se vêem:
agora a maior parte das ultrapassagens são feitas nas boxes.
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e já não se corta a meta assim:
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E também já não se vê disto, felizmente:
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