BPP
21 Novembro, 2008
O BPP quer usar uma garantia do Estado no valor de 750 milhões de euros. Este valor é 5 vezes o capital do banco e é da mesma ordem de grandeza que os recursos captados pelo banco e os créditos do banco sobre os clientes. Se o BPN tivesse acesso a tanto dinheiro se calhar não teria ido à falência.
133 comentários
leave one →

…E este governo, e este governador do Banco de Portugal, concede-lhe a “garantia” sem pestanejar nem indagar o que quer que seja…
Sendo um banco com específicos clientes, porque não eles a suportarem eventuais “oscilações” ?
Receiam que o “sistema bancário” entre em colapso ? — mas não foi o governo e os próprios banqueiros, mais o governador do BPortugal que nos tramquilizaram recentemente ?
E por onde anda –se é que anda…– o ministro da economia, que parece sempre levitando numa bolha, separado de tudo e de todos, unicamente public relations do governo e do AlLgarve ?
Já agora: não há nadinha, como garantias para as PMEmpresas ? — estas, podem falir à-vontade ?
GostarGostar
Eu percebo muito pouco de economia, confesso. Mas, pergunto eu: qual seria a repercussão económica/social da insolvência do BPP?
Só há dias é que descobri que o BPP existia e, se bem percebi, é um banco com uma clientela muito específica.
GostarGostar
De asneira em asneira até ao pântano final. Só aí é que Sócrates e o governador amigo abandonam o barco, se é que ainda não o abandonaram.
GostarGostar
Miss Sofia Ventura,
Eu resumo: o governo, ESTE governo, agacha-se sempre perante quem usufrui de tratamento VIP… Por que será ?
PORQUE NÃO QUER O PS UMA AUDIÇÃO PARLAMENTAR A DIAS LOUREIRO ?
No caso do BPP, terão de ser os seus clientes, administradores e accionistas, a resolverem o eventual problema. Aliás, como noutros bancos.
Mas…e se perante inesperadas rupturas quem paga, é quem, é quem ? — Zé Povinho.
E como invoquei o Zé Povinho, vai uma vez mais para estes cavalheiros CEO’s ou governantes, o meu manguito de todo o tamanho !
GostarGostar
Imaginemos que MFL, a mesma que aceitou acções do Benfica como garantia e quis vender umas casitas do Estado, fazia uma coisa destas, que o presidente da república era Jorge Sampaio e que o Sócrates era o líder da oposição.
GostarGostar
Afinal o capitalismo mau não morre.Tem caixa de previdência sempre garantida.Desde que não sejam problemas com os sindicatos os capitalistas estarão sempre bem.Por isso é que a economia era só de casino…
GostarGostar
“PORQUE NÃO QUER O PS UMA AUDIÇÃO PARLAMENTAR A DIAS LOUREIRO?”
Já reparou na cara deles nos últimos dias? Houve algum enterro sem que eu tenha dado conta?
GostarGostar
Parece que não, MJRB. Parece que o governo não se vai agachar, segundo o Jornal de Negócios.
E mesmo percebendo ainda menos de economia que a Sofia Ventura, sei que não há paralelo entre a actividade do BPP e a do BPN. Isto para não falar da clientela de um e do outro. Se o BPN tivesse falido haveria gente a dormir debaixo da ponte. Se o BPP falir, haverá menos férias no Dubai, menos iates, etc., etc.
GostarGostar
1
MJRB Diz:
21 Novembro, 2008 às 2:17 pm
…E este governo, e este governador do Banco de Portugal, concede-lhe a “garantia” sem pestanejar nem indagar o que quer que seja…
——
Não digas asneiras
Pára, escuta e olha
Um comboio pode esconder outro
Vê lá se és atropelado por tanta desinformação
Pedir não custa
Escrever burrices não paga imposto
GostarGostar
Ao que sei, só irá conseguir ter acesso a 75 milhoes de euros.
GostarGostar
Mas pelo que vejo, penso que o BPP terá mesmo que ir ao charco ou ser vendido. Porque o tipo de clientes que o banco possui não fica à espera de uma solução final. E a retirada de capital de um cliente no BPP não é a mesma coisa que um cliente normal tirar 5000€ do seu banco comercial.
GostarGostar
Seria bom saber-se quem é que disse ao BPP que poderia pedir este quantitativo.
GostarGostar
Maloud,
“segundo o Jornal de Negócios”…
Vc. acertou e bem: dormidas “debaixo de pontes” ou menos “férias no Dubai”. Conforme.
Mas por que há-de o erário público “almofadar” o BPP ?
Mr. José M.S. Ferreira,
respondo-lhe, com a adopção do comentário 06
da Mula Da Comprativa. Certíssimo para pessoas limitadas, como vc, aperceberem-se da realidade.
GostarGostar
«Se o BPP falir, haverá menos férias no Dubai, menos iates, etc., etc.»
Precisamente! Eu bem sei que não há comparação com a nacionalização do BPN. Mas, serem os contribuintes a assegurar as férias milionárias de uns quantos no Dubai, quando, alguns, não terão dinheiro para gastar num globo terrestre para os filhos aprenderem onde é que isso fica, é muito à frente.
GostarGostar
«Eu bem sei que não há comparação com a nacionalização do BPN»
porque não? Dois bancos com problemas,sem acesso a crédito… é deixar fechar.
Qual seria o problema?
GostarGostar
BPP não tem problemas alguns em obter financiamento de 750 milhões. A única vantagem do aval do estado é que permite um financiamento ligeiramente mais barato- 0,3%.
GostarGostar
carissimos
é como com o lehman , quando o deixaram estourar …..ficou tudo á rasca ….. na UE e depois sim nos EUA preferem salvar tudo a qq preço para que a malta não perceba que o rei vai nu
uma perguntinha … tirando algumas coisitas de algum valor acrescentado ( cortiças, vinhaças e os pôpôs da autoeuropa ) que é que se produz por cá … a não ser serviços manhosos , taxas e ivas para tudo e alguma coisa ?
reparem bem no comércio das vossas ruas , as lojas a fechar , substituidas por trespasses , bancos ou agencias imobiliárias …
finou-se
GostarGostar
O que está em causa é um aval apenas. Não há aqui nenhum dinheiro dos contribuintes. A Sofia está a tirar conclusões precipitadas.
GostarGostar
Gabriel Silva 15.
O problema é que o BPP é um banco dos ricos, esses terríveis seres que todos deveríamos odiar. É a lógica do Português, querer a igualdade mas na pobreza. Não é querer ser rico, é querer que os ricos sejam como os pobres. Nivelar tudo pela mediocridade e desejar o mal a quem tem mais do que nós. Sempre sob o manto da demagogia, apresentando-se sempre como defensor dos pobres e oprimidos, contra os patrões e o capitalismo, esse mal que nos deu PCs baratos para estar aqui a escrever.
GostarGostar
«Não há aqui nenhum dinheiro dos contribuintes. »
Haver há, se o banco não pagar o empréstimo quem paga a dívida são os contribuintes.
GostarGostar
Basta o simples facto de as acções do BCP subirem para 3,2€ para que o BPP não precise de qualquer financiamento.
GostarGostar
O banco não pagar o empréstimo é uma ficção total. Basta o mercado das acçºões subir 70% no próximo ano e o BPP terá dinheiro para dar e vender.
GostarGostar
Até eu queria uma teta desse tamanho para poder mamar à vontade.
Não é mal pensado não senhor.
GostarGostar
Gabriel Silva Diz:
21 Novembro, 2008 às 3:34 pm
Uma coisa é um banco estar insolvente (para mais por gestão danosa dos administradores, como parece ser o caso do BPN); outra é o banco estar solvente, mas, para aceder ao crédito, precisar de dar garatias. Em tese, a exigência de garantias até pode estar relacionada, mais com a volatilidade conjuntural da banca e não com uma fragilidade grande do BPP.
Por outro lado, uma coisa é injectar capital no banco; outra é avalizar um negócio – em que o Estado só assegura o pagamento se o banco não cumprir as obrigações assumidas.
GostarGostar
Anónimo 821)
Sim, e como as acções do BCP estão a 0,70, é capaz de tal ser um «simples facto» com algum peso na questão…..
GostarGostar
empregos ??? nem vê-los
se calhar com o airioporto que não precisamos , e o tgb que não faz falta nenhuma se vai injectar carcanhol no sistema para ver se isto se agita … ilusionistas … dá para mais umas moradias dos administradores das construtoras e do sindicato bancário
andava tudo contente a comprar made in china , e pensavam que isto dava sem custo nenhum
custa empregos … ó lá se é
GostarGostar
18,
Não será assim !…
Exemplo: um banco obtém, nesta conjuntura, dinheiro do Estado. Fica “dependente” do meu e do seu dinheiro — dos contribuintes.
A seguir, “mete-se” num investimento, num negócio, mesmo se no estrangeiro. Há compromissos a cumprir.
Mas a sua situação agrava-se. Declara falência. Quem paga ? — o Estado, o nosso dinheiro.
GostarGostar
Ou seja é um excelente negócio para os contibuintes ( leia-se todos nós) o estado dar o aval de 750. o Estado ganha 2%, isto é, 15 milhões sem fazer nada. Esta coisa do aval aos bancos ainda vai permitir que se baixe o IVA para 18%.
GostarGostar
Anónimo 22.
O primeiro problema será os mercados terem essa valorização. Não me parece que vá acontecer.
Mas a questão aqui de fundo é o princípio. É o estar a dar garantias com o dinheiro dos outros, o dinheiro dos contribuintes. É o princípio solidário do Estado, eu dou-lhe a si, com o dinheiro dos outros, o que é natural, visto que o Estado não produz nada.
GostarGostar
BPP so what !!!!
no dubai inauguraram a ilha da palmeira … ó foi um foguetório pegado
qq dia wall street muda para lá
GostarGostar
Sofia (24)
para o contribuinte, é igual litro a razão porque um banco não se aguenta nas canetas. Não dá, fecha. Qual o problema?
«outra é o banco estar solvente, mas, para aceder ao crédito, precisar de dar garatias. »
se o mercado não acredita no banco não vai emprestar. Normal, ocorre todos os dias. Porque deve o estado meter-se onde não é chamado e «salvar» algo que o mercado condena?
«o Estado só assegura o pagamento se o banco não cumprir as obrigações assumidas.»
o «só» pode custar, no mínimo 750 milhões.
GostarGostar
Já agora, parece que o BCP vai pedir um aval de mil milhões.
GostarGostar
Mr. Gabriel Silva,
Exactamente isso, o que aqui tem escrito.
GostarGostar
“PORQUE NÃO QUER O PS UMA AUDIÇÃO PARLAMENTAR A DIAS LOUREIRO?
É uma das poucas coisas que concordo com os socialistas , já que é raro terem pensamentos de justiça , de honra e de respeito pelas pessoas individualmente consideradas.
E eu pergunto : “porque “carga de água” deveria o Dr Dias Loureiro ser ouvido pelo parlamento?”
Se sabe de crimes , deve ir ao Diap , ao PGR , ou à policia !
Isto das instituições publicas tratarem os cidadãos de maneira diferente consoante pertençam á nomenclatura ou não , não é digno duma democracia , onde os cidadãos devem ser tratados todos da mesma maneira.
GostarGostar
Pizarro Você ainda não percebeu. Emprestar dinheiro é o segundo melhor negócio do mundo. Melhor mesmo só o negócio dos avales. O Estado tendo oportunidade de entregar nesse negócio, seria a maior estupidez do mundo rejeitar.
GostarGostar
«É o princípio solidário do Estado, eu dou-lhe a si, com o dinheiro dos outros, o que é natural, visto que o Estado não produz nada.»
o que é que isso tem de «natural»?
eu também tenho uma casa para pagar, acaso não quererá entregar-me dinheiro dos outros para eu pagar essa divida? Há que ser solidário á custa dos demais…….
GostarGostar
«o Estado ganha 2%, isto é, 15 milhões sem fazer nada.»
ai esses elogios á especulação e ao capitalismo…..
Mas sucede que o estado não serve para tal função, de risco.
Se a coisa correr mal, nem 15 nem 750 milhões.
Dá-me a ideia que não é para suportar esse tipo de empresas e negócios que todos trabalhamos.
GostarGostar
“pode custar, no mínimo 750 milhões.” Gabriel
Errado. Nem no máximo quanto mais no minimo. Se os credores accionarem a garantia do Estado, o Estado fica com todos os activos do BPP.
GostarGostar
«Já agora, parece que o BCP vai pedir um aval de mil milhões.»
a CGD, banco do estado antecipou-se e pediu 2 mil milhões.
pagamos com impostos, pelo menos 0,3%
GostarGostar
«o Estado fica com todos os activos do BPP.»
uau! que cena fixe. Porque será que os outros privados não querem tão bom negócio? É capaz de ter a ver algumas coisa com o facto daqueles activos serem participações sociais em empresas em dificuldades…..
GostarGostar
“Mas sucede que o estado não serve para tal função, de risco.”
Porque não, caro Gabriel. O Gabriel ainda não reparou que estamos a assistir a uma mudança de paradigma!? É bom que se vá habituando porque muitas mudanças se avizinham.
GostarGostar
Bem….mais aplausos para as respostas de Mr. Gabriel Silva em 36 e 37.
GostarGostar
Gabriel Silva 36.
Quando disse “natural” era no sentido de que como o Estado não produz nada, o dinheiro terá sempre que vir dos contribuintes. Para que conste, sou completamente contra estes apoios.
GostarGostar
Pizarro,
certo.
GostarGostar
“Porque será que os outros privados não querem tão bom negócio? ”
Repito um meu comentário anterior.
O BPP não tem problemas alguns em obter financiamento de 750 milhões. A única vantagem do aval do estado é que permite um financiamento ligeiramente mais barato- 0,3%.
GostarGostar
Anónimo 35.
Se esse aval se realizar, a situação do Banco irá piorar. Porque quase de certeza que nesse caso irá haver uma retirada em massa de capital.
GostarGostar
Ó MJRB,
isto aqui não é um circo. Você não se dá conta do ridiculo?
GostarGostar
qual «mudança de paradigma»?
Os contribuintes financiarem jogadas de risco de empresas financeiras incapazes de se governarem a si mesmas?
Sim senhor, muito me diz, avizinham-se novos amanhãs de grande interesse.
GostarGostar
“Quando disse “natural” era no sentido de que como o Estado não produz nada”
Produz fulanos como Guterres, Sócrates e muitos outros.
GostarGostar
´”Se esse aval se realizar, a situação do Banco irá piorar. Porque quase de certeza que nesse caso irá haver uma retirada em massa de capital.”
Pizarro,
quem é que o retira? Os accionistas podem retirá-lo agora ou depois do aval, na certeza porém que retiram sempre o mesmo capital. O que determina o valor a retirar é a cotação dos mercados. O Capital do aval é para fazer face às alavancagens.
GostarGostar
MJRB {13}
Se tornar a ler o que escrevi, reparará que não defendo a mãozinha do Estado no BPP.
Pizarro {15}
Ninguém nos deu PCs baratos. O mercado assim o determinou. E os ricos podem sempre esperar a subida das acções, porque não precisam dele para comer, educar os filhos ou pagar a prestação da casa.
Gabriel Silva {20}
E que é que acontecia a vários depositantes em aplicações com capital garantido do BPN? Iam para debaixo da ponte?
GostarGostar
«O BPP não tem problemas alguns em obter financiamento de 750 milhões. A única vantagem do aval do estado é que permite um financiamento ligeiramente mais barato- 0,3%.»
óptimo, boas notícias.
portanto quando o governo disser que não apoia (porque a lei nem sequer o permite), o BPP no dia seguinte fecha contrato com outro fornecedor de capital.
GostarGostar
«E que é que acontecia a vários depositantes em aplicações com capital garantido do BPN?»
ficavam sem o capital, ou com ele reduzido se os ditos activos não servissem para cobrir os passivos.
GostarGostar
“Os contribuintes financiarem jogadas de risco de empresas financeiras incapazes de se governarem a si mesmas?”
O Gabriel não conhece o João Rendeiro. O João Rendeiro é dos melhores banqueiros europeus. Muito melhor que o Armando Vara.
GostarGostar
Se tivessem lá enterrado milhoes do fundo de garantia da SS para os manobrar em off-shores já estaria nacionalizado.
Ops
GostarGostar
Anónimo 50.
A retirada de que falo é dos clientes.
Maloud 51.
Foi exactamente isso que quis dizer. Foi o Capitalismo, só possível numa economia de mercado, que possibilitou produtos baratos e um aumento substancial do nível de vida das populações no último século.
GostarGostar
“o BPP no dia seguinte fecha contrato com outro fornecedor de capital.”
Vai uma aposta?
GostarGostar
41,
E essa “mudança de paradigma” foi provocada por quem e como ?
Em que circunstâncias ?
Não devidamente “acompanhada”, a mudança, por quem e porquê ?
E porque se “avizinham mais mudanças” –quais ? Melhores ? Piores ?–sem a acção fiscalizadora do Estado e do Banco de Portugal ?
E porque é que “tudo isto” terá de ser suportado pelo erário público ? — quando “não há” dinheiro para casos e causas mais prementes e humanas ?
E as PMEmpresas ?
E as consequências sobre os cidadãos contribuintes ?
41,
Note o caso da Islândia….
(Que garantias temos, que a incapacidade de certos governantes portugueses, com umas mentiras temporalmente convenientes –não seria caso primeiro–, não encobrem algo catastrófico? Vidé reunião de hoje entre banqueiros e o PR….).
GostarGostar
“A retirada de que falo é dos clientes.”
Se os clientes retirarem agora ou depois, é sempre o valor de mercado. O aval é para pagar o endividamento dos clientes. O Pizarro não percebe e eu não sei como lhe explicar melhor.
GostarGostar
MJRB,
«Note o caso da Islândia….»
é um caso á parte, pois que apenas 3 bancos tinham compromissos exteriores superiores OITO vezes a toda a economia do país.
GostarGostar
«Muito melhor que o Armando Vara.»
difícil, muito difícil…..
GostarGostar
Anónimo 893.
Não percebi nada do que escreveu.
GostarGostar
Gabriel Silva {53}
E depois, se uma octagemária que eu conheço pusesse os ovos todos no mesmo cesto, passaria a viver do rendimento mínimo. Não acha isto caricato?
GostarGostar
Mr. Gabriel Silva,
Correcta a sua observação, no caso da Islândia.
Mas o que eu quis “comparar” foi com a aparente tranquilidade então vivida nesse país após o colapso internacional.
Por cá, tanto Manuel Pinho como Teixeira dos Santos, Vítor Constâncio ou José Sócrates “tranquilizaram-nos” e passado algum tempo abriram uma linha de crédito de 20 mil milhões, o Estado tomou conta do BPN, outros bancos (afinal….) vão recorrer de parte dessa garantia…
GostarGostar
“Não percebi nada do que escreveu.”
É natural. Para se perceber é necessário ter conhecimentos minimos. Coisa que claramente o Piscoiso não tem.
GostarGostar
«Não acha isto caricato?»
Não, acho normal.
Quando se faz um investimento (e os depósitos são um investimento como outro qualquer), existe risco (maior ou menor) sendo que quem deve suportar os custos desses riscos, tal como é o único a beneficiar dos mesmos quando as coisas correm bem, é o próprio.
GostarGostar
Anónimo 59.
O anónimo é que também não está a perceber o que eu quero dizer. O que estou a dizer é que se o BPP recorrer ao aval do Estado, a tendência dos clientes para retirar o capital do Banco irá ser até muito maior do que possa ser agora.
GostarGostar
«Para se perceber»…. era preciso que tivesse existido um comentário «anónimo 893» 🙂
GostarGostar
Maloud, 51,
Sim, percebi.
47,
…o circo está com entrada livre, daí a sua observação.
GostarGostar
O TEIXEIRA MAIS CONSTAMCIO DIZEM DIARIAMENTE QUE ESTA TUDO BEM….
E E JA O TERCEIRO QUE ESTA A DAR O BERRO.
JA O TERIA DADO SEM A CX DE PREVIDENCOA BO BP E DA CGD.
ISTO NÃO TEM NADA A VER COM O CAPITALISMO.
E PURA E SIMPLESMENTE UM PROBLEMA ETICO.
GostarGostar
«ISTO NÃO TEM NADA A VER COM O CAPITALISMO.»
pois não, é socialismo.
socializar riscos, socializar prejuízos, socializar propriedade,
GostarGostar
Pizarro Diz: “O problema é que o BPP é um banco dos ricos, esses terríveis seres que todos deveríamos odiar. É a lógica do Português, querer a igualdade mas na pobreza. Não é querer ser rico, é querer que os ricos sejam como os pobres. Nivelar tudo pela mediocridade e desejar o mal a quem tem mais do que nós. Sempre sob o manto da demagogia, apresentando-se sempre como defensor dos pobres e oprimidos, contra os patrões e o capitalismo, esse mal que nos deu PCs baratos para estar aqui a escrever.”
O problema não é ser um banco dos ricos. O problema é querer ser rico à custa de pobres contribuintes. São tão a favor do capitalismo e da lei do mercado. Então porque é que querem socialismo quando a coisa dá para o torto? Fiquem à espera da mão invisível como todos os outros.
Qualquer português prefere o nívelamento por cima mas já deu para perceber que as desigualdades sociais aumentaram nos ultímos anos. Não se trata de desejar mal a quem tem mais. Trata-se de reconhecer que muitos enriquecem à custa dos que têm menos, à custa do seu empobrecimento.
Os “pobres” quando têm dívidas são penhorados, fecham as portas e ficam sem sustento. Ninguém lhes oferece uma garantia de 750m como aos bancos ou um perdão fiscal como aos clubes de futebol. A justificação que dão é que os “ricos” empregam muita gente e sem eles não há investimento, logo, sem eles aumenta o desemprego.Ora, se eles não fizessem tanta m* para serem ricos, se não especulassem sobre o valor real das coisas, a maioria dos portugueses não estava mais pobre, todos descontavam mais para o Estado e andava tudo contente. Mas andaram a especular paredes meias com o sector imobiliário, créditos ao consumo e à habitação para bens sobrevalorizados; a facturar o dobro sobre o valor real e agora admiram-se que o dinheiro não tenha retornado? Justo seria que falissem e fossem perdoadas as divídas de todos os que foram alicíados pelo crédito fácil concedido com esses intentos. A melhor solução era nacionalizar os bancos que se encontrem nessa situação e depois não vender quando estiver a dar lucro. Assim, se o banco for mais “rico” é sinal que o pobre também o é e poderá haver um maior controle sobre o que essa gente anda a fazer. Os bancos privados têm de aprender que não podem manipular a economia a seu bel brazer e que o Estado não tem obrigação de os socorrer. SE têm um papel preponderante na economia devem desempenha-lo com responsabilidade. SE não sabem fazê-lo, o Estado que o faça.
Mais, acho bem que dêem PCs baratos. E isso não é fruto do capitalismo mas do Estado Social. Ter PC hOje em dia isso não é um luxo, é uma necessidade e ainda há muita gente que não pode te-los. Só quem vive afastado da realidade da maioria dos portugueses é que vê isso como simples propaganda(e ainda que a motivação seja essa o resultado prático é positivo). Mal é dar dinheiro aos bancos quando se sabe que nos tempos recentes fizeram lucros astronómicos e que se agora estão em crise foi porque transaccionaram crédito mal parado e lucraram com um “capital” que afinal era virtual. Isso não é capitalismo nem socialismo é “solidariedade entre ricos” e como está visto isso não é positivo para a maioria mas para a minoria que os representa. Quando existir realmente uma “solidariedade entre todos”, deixa de haver demagogia.
GostarGostar
Como é que podem retirar o dinheiro dos fundos se o banco não tiver liquidez? Ah? Duhh!
É so toinos.
GostarGostar
“O BPP não tem problemas alguns em obter financiamento de 750 milhões. A única vantagem do aval do estado é que permite um financiamento ligeiramente mais barato- 0,3%.”
Tem a certeza???
“O Gabriel não conhece o João Rendeiro. O João Rendeiro é dos melhores banqueiros europeus. Muito melhor que o Armando Vara.”
Tem a certeza??? Porque será que os grandes bancos europeus não o contrataram e o deixaram a vegetar numa banqueta em pré-falência?
GostarGostar
Mia,
«São tão a favor do capitalismo e da lei do mercado.»
quem?
«A melhor solução era nacionalizar os bancos que se encontrem nessa situação e depois não vender quando estiver a dar lucro.»
isso era aumentar ainda mais a injustiça e o desperdicio.
Para que é se quer ficar com um banco falido? para ter de pagar as suas dividas?
parece-me luxo caro e ineficaz, prejudicando todos os que tem de pagar tal descalabro e todas as empresas concorrentes que estão em boas condições.
GostarGostar
.. se o banco começar a liquidar os fundos vai arrastar outras empresas para a desgraça. Despedimentos, catastrofe … etc.
Grande chatice, uma grande chatice.
Isto é tudo uma grande chatice
Para que raio é que as empresas normaizinhas se alembrarm um belo dia de começar a ter capitais de fundos de outras empresas? Mas que raio de ideia maluca! Agora a GE por exemplo tadita anda aflita, A GM coitada é o desastre. Bem a GE agora até passou a ser banco e lá foi salva pelo bailout, mas fooi por pouco. A GM e as outros dos carros podiam fazer o mesmo, passarem a bancos tambem como a GE.
Isto é uma grande chatice. pois quem paga é os trabalhadores que são despedidos que nem tordos aos milhares.
GostarGostar
Graças ao Jardim e ao Vara, o BCP continua muito ambicioso:
Pedido de garantias do BCP pode chegar aos 5 mil milhões (act.)
O pedido para a garantia do Estado do Banco Comercial Português pode chegar aos cinco mil milhões de euros se se considerar o crédito concedido pelo banco, disse Santos Ferreira à RTP.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=342304
GostarGostar
O “sítio” está mesmo muito mal: comparar Armando Vara com João Rendeiro…e Rendeiro com Vara…
Afirmar que Rendeiro é dos melhores banqueiros europeus….
GostarGostar
“Mais, acho bem que dêem PCs baratos. E isso não é fruto do capitalismo mas do Estado Social”
ahahahaha. Essa foi boa. Foi o Estado Social que permitiu a diminuição de preços no sector tecnológico? Ainda me há-de explicar como.
Para começar não falei em dar PCs. Falei em poder adquirir material informático a preços baixos, se compararmos com o que era há 10 anos atrás. Em segundo lugar os pcs não são dados pelo Estado Social. São pagos por todos os contribuintes. Em terceiro lugar se o valor de aquisição desses PCs por parte do Estado a uma empresa são baixos, isso é devido à economia de mercado, à concorrência entre empresas. Não diga disparates.
GostarGostar
Comprem o livro de Joao Rendeiro que saiu há pouco e aprendam
O lucro do livro é para uma associação qualquer poor isso podem comprar sem invejas
GostarGostar
o que é «comprar com invejas»?
GostarGostar
É estarem a comprar o livro e pensar que estão a enriquecer ainda mais João Rendeiro. Há muita inveja dos banqueiros mesmo dos honestos.
GostarGostar
E porque é que não podem ser apoiadas empresas que realmente produzem?… Ou só os bancos, especuladores, é que podem ser!
Expulse-se a má moeda… se as empresas industriais são ‘abatidas’ porque prejudicam as que são agéis e que melhor se adaptaram ao mercado…porque não deixar cair os bancos que estão falidos e foram mal geridos (se calhar intencionalmente) … E j+á agora…e os ganhos e lucros obscenos dos anos anteriores? Taxados com impostos reduzidos…
GostarGostar
“O “sítio” está mesmo muito mal: comparar Armando Vara com João Rendeiro…e Rendeiro com Vara…”
Já agora, MJRB, o que acha de estar no Conselho de Estado (o que será esta coisa?), um Senhor que foi Administrador da SLN?
O que teria feito um “mero” Administrador da SLN? Assinaturas. Simples assinaturas. Nada mais!
GostarGostar
E o Jardim, não o Alberto João, continua calmamente a cortar rosas, na sua propriedade em São Pedro de Sintra?
GostarGostar
Gabriel:Os bancos. SE não se tivessem movido por razões meramente capitalistas, se tivessem um pouco de responsabilidade social isto não tinha acontecido.Quando se chega a emprestar 150mil euros a desempregados para comprar casas que valem 100mil sabendo que esse dinheiro tem poucas perspectivas de se efectivar simplesmente para posteriormente se lucrar com a venda da dívida, estamos perante uma irresponsabilidade social. A melhor solução era nacionalizar os bancos que se encontrem nessa situação e depois não vender quando estiver a dar lucro. Não é querer comprar um banco falido é “ter de”. Entre dar dinheiro aos bancos privados e alimentar a irresponsabilidade ou pagar para ficar com o banco e introduzir uma politíca de controlo e responsabilidade, é mais justo esta ultíma. O que funciona para o micro também deviaa funcionar para o macro. SE querem dar dinheiro para salvar o macro tenho a ideia, talvez utópica, de que deviam ser as divídas dos particulares a ser compradas e perdoadas. Mesmo que algumas construtoras e imobiliárias falissem, poder de compra de muita gente aumentava e como começam a comprar ao preço real dentro em breve também aquelas recuperariam da crise.Mas reconheço que isso provavelmente seria impossível…
GostarGostar
82,
parafraseando Mr. Gabriel Silva, o que é “inveja dos banqueiros” ?
“Mesmo dos honestos” ?
GostarGostar
E quando os bancos são os accionistas e portanto donos das empresas que produzem? Caem os bancos e a seguir as empresas. É a porcaria que está a contecer no capitalismo. O capitalismo é excelente nas subidas. É uma catastrofe nas descidas. E para agravar nas sunidas quem lucra muito são os chefes e banqueiros, os trabalhadores também mas pouco. Ganham emprego. Mas descidas quem perde tudo primeiro são os trabalhadores que ficam sem emprego e ainda por cima quem tem que sustentar são os impostos do tais trabalhadores…. buáaaaaaa é só chorar. Maldito capital.
GostarGostar
Não sei se já alguém sugeriu…
Mas porque não, por antecipação e sem conceder, se for com uma auditoria externa para cima do BPP e com divulgação pública dos resultados?
GostarGostar
Agora a UE vai fazer um bailout para estimular a economia… vamos l ver se não vamos ficar todos com os cabelos em pé quando dia 26 a UE disser qual é a proposta. Lá vai o país ter que dispor de 1% do pib para a coisa… ou mais.
Estava na altura é de começarem uma acçao de emergencia. Redução dos salarios de todos os politicos e para o ano não gastarem dinheiro na campanha eleitoral.
GostarGostar
E principlamente reduçaõ dos salarios dos da UE. E uma revisão aos seus gastos para metade.
GostarGostar
Pizarro Diz:
A propósito do meu“Mais, acho bem que dêem PCs baratos. E isso não é fruto do capitalismo mas do Estado Social”
Disse :ahahahaha. Essa foi boa. Foi o Estado Social que permitiu a diminuição de preços no sector tecnológico? Ainda me há-de explicar como.Para começar não falei em dar PCs. Falei em poder adquirir material informático a preços baixos, se compararmos com o que era há 10 anos atrás. Em segundo lugar os pcs não são dados pelo Estado Social. São pagos por todos os contribuintes. Em terceiro lugar se o valor de aquisição desses PCs por parte do Estado a uma empresa são baixos, isso é devido à economia de mercado, à concorrência entre empresas. Não diga disparates.
Pizarro não diga voçê disparates. Quando algo é comprado com o dinheiro dos contribuintes e “dado” à comunidade falamos de Estado Social.No capitalismo puro o Estado não aparece. Se estivessemos num Estado “não Social” eles teriam de ser comprados ao preço real segundo as leis do mercado. E mesmo estando eles hoje muito mais baratos (devido à lei do mercado, vg. capitalismo) há muita gente que não pode compra-los. POrque infelizmente o poder de compra das famílias não aumentou e os produtos informáticos e de comunicação (essenciais nesta era) continuam caros. Era pois dever do Estado intervir(como devia por exemplo faze-lo nos preços da internet que é das mais caras da Europa).Optou por solucionar um problema desta maneira e logo de seguida também o preço dos outros baixaram. Portanto, às vezes intervir é bom…
GostarGostar
J, 84
Compreendo perfeitamente a sua interpelação.
Não só assinou… E também por tal (…) O PS NÃO O QUER NUMA COMISSÃO DE INQUÉRITO !…
“A coisa”–Conselho de Estado nem sempre é bem frequentada…Também de acordo consigo.
Eu, por causas diversas, tenho aprendido bastante nos últimos anos sobre CEO’s, administradores & etc.
A propósito de piratas, cá,
mas também “lá”, tenho acompanhado com muito interesse as causas dos devios de petroleiros na zona da Somália, as vidas que tinham e agora têm, a desbunda misturada com mega interesses. Entre um CEO engravatado e gatuno, e um comandante dos piratas somalis, acho que os assaltos na Somália são bem mais interessantes e festivos… E cristalinos !
GostarGostar
Anonimo (82)/(54?),
Mas explique o que o leva a considerar João Rendeiro um dos melhores banqueiros europeus. Imagino que deve conhecê-los a todos.
GostarGostar
A. Moura Pinto,
Certas auditorias não se fazem; encomendam-se !
GostarGostar
Gabriel Silva {66}
Ainda bem que a octagenária não o lê. É que das duas uma. Ou lhe dava o fanico, ou me punha tipo correio bancário, a correr os bancos e a sacar tudo em contado para meter no cofre. Uma estafa!
GostarGostar
Vem aí novo (ou continuado) delírio ?!
Hermínio Loureiro, presidente da Liga Profissional de Futebol, após reunião com o devedor presidente do Estrela da Amadora, refere-se e quase compara o problema da banca portuguesa com os problemas no futebol… Luso de Negócios…
Se ESTE governo o ouve atentamente, nova e diferente linha de cédito abrirá…Para o futebol, “tudo”: há que manter a anestesia os incautos…do povinho das telenovelas, dos jet 3/5, dos futebóis, dos dança comigo (salvo seja, arre !), dos dramas reais…
GostarGostar
Mia 92.
Se o Estado o fizesse com o seu dinheiro, tudo bem. Não quero é que o faça com o meu. A decisão de dar o meu dinheiro a outras pessoas deveria ser minha, não do Estado.
GostarGostar
Mia 92.
Outra coisa, diz que os produtos continuam caros. Qual é o valor para si aceitável para os produtos serem considerados baratos?
GostarGostar
É preciso saber que a vantagem do BP não se chama rendeiro, chama-se cravinho (con. adm.), o que vocês parecem desconhecer.
O investimento em bancos falidos é a maior fonte de descrença no sistema financeiro. No estado também. Em breve saberemos tudo
GostarGostar
MJRB
Não percebo a estranheza. Hoje os casinos franceses também já se puseram na fila para as benesses.
GostarGostar
Vá aqui http://www.bpp.pt/pt/index.html Ourição. O nome Cravinho não consta.
GostarGostar
João Miranda,
Uma grande diferença entre o BPN e o BPP: sobre o primeiro, recaem suspeitas de cariz criminal, enquanto que sobre o segundo já não é o caso.
GostarGostar
Maloud,
Um casino é um casino é um casino…
GostarGostar
Chego um pouco tarde, mas ainda assim.
Ainda não repararam que estão todos falidos?
Que os Estados nada mais vão fazer do que retardando as falências, as irem ampliar no futuro?
Ou alguma vez acreditaram que o regime de riqueza galopante e desenfreada que andava em roda livre, tinha sustentação?
GostarGostar
Maloud, procure informar-se nas fontes.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
João Oliveira Rendeiro, Paulo Guichard, S. Fezas Vital, Fernando Lima e Luiz Vasconcelos.
CONSELHO CONSULTIVO
Francisco Pinto Balsemão, João Vaz Guedes, Stefano Saviotti, A. Bissaia Barreto, João de Deus Pinheiro, Joaquim Vieira Coimbra, Jorge Braga de Macedo, João Cravinho, Alain Minc, A. Pinto Correia, A. Viana Baptista, Arnaldo Pinto, João M. Serrenho, J. Ferreira Santos, C. Tomás Ruivo, Enrique Centelles, Gabriel Bastos, J. M. C. Rodrigues, M. Alves Monteiro, N. V. do Nascimento, Hareb Al-Darmaki, R. Almeida Capela e Silvio H. Cerveira.
ASSEMBLEIA GERAL
José Miguel Júdice, Nuno Brito Lopes e Maria Manuela dos Anjos Tavares Morais.
CONSELHO FISCAL
A. Pinto Barbosa, Miguel F. F. Morais e Deloitte & Associados
GostarGostar
Mr. Ricardo Arroja,
Vc. sabe muito bem que não é “isso” que está em causa…
A “ferida” é outra. E o curanceiro…o mesmo !
São diferentes os objectivos do BPP, para já cauteloso (estranho, não ?), valendo-se duma garantia. Mas no limite e se perante uma hecatombe do próprio, essa garantia será paga por mim, por si, pelo erário público. Não será paga certamente e por exemplo pelo acervo da Elipse Foundation…
GostarGostar
Ourição,
Exactamente.
Daí que…
GostarGostar
Ourição, está a referir-se a este?
“As “reformas” são impostas or Bruxelas – a direita, leia-se Cavaco, está encantada com este PS, que faz por ela o trabalho sujo. “A Direita tem no Governo “o veiculo ideal para satisfação dos seus objectivos. (…) O regime é hoje praticamente apolitico e tende a rejeitar tudo o que perturba a paz da rotina”
João Cravinho
“Quem é politico e domesticável deve ser remetido para o escalão dos animais domésticos”
João Cravinho
GostarGostar
Tem toda a razão, Ourição. Eu tinha ido à fonte, mas não me apercebi que devia girar com o rato, no tal Conselho Consultivo. Grata pelo esclarecimento.
GostarGostar
Ó prima do picoiso, informe-se com o seu primo, ele sabe, eu vou ao cinema ver “The Wreck of Titanic as Filmed by James Cameron 12,500 Feet Beneath the Atlantic” para estar avisado.
GostarGostar
O JB 105 não anda distraído, não senhor.
GostarGostar
21-11-08. Para memória futura: Sócrates não vê razões para alterar previsões do Orçamento do Estado para 2009.
GostarGostar
Júpiter,
Pois. Sócrates e Teixeira dos Santos em colisão nas opiniões, não tarda.
Sócrates parece-se com este pedido do BPP: tudo despudorado, à fartazana e no melhor dos mundos — pedida garantia 5 vezes maior do que o capital do banco…
GostarGostar
MJRB, o pedido justifica-se sim senhor, até para não prejudicar as distintas individualidades que o ourição teve a gentileza de nos fornecer. Só de pensar que alguns deles podem ter dores de cabeça com a crise no bpp sinto-me logo arrepiado. Afinal o dinheirinho custa tanto a ganhar.
GostarGostar
Impressionante!
Até a homepage do bpp desapareceu.
GostarGostar
«Se o BPN tivesse acesso a tanto dinheiro se calhar não teria ido à falência»
Uma pequena contradição nesta observação: de acordo com o critério da proporcionalidade apontado por RA, o aval do Estado no caso do BPN não seria muito superior à que o governo prevê conceder ao BPP, em função da sua quota de mercado.
No entanto, penso que a intervenção do Estado no BPN terá tido contornos que vão muito além da crise sistémica que abalou o sistema financeiro.
Pelo que não creio que o caso do BPP tenha alguma semelhança com o do BPN, como aqui se pretende dar a entender…
GostarGostar
Júpiter,
Atente neste “pormenor”: o Estado “meteu” centenas de milhar de Euros nesse banco…
O Estado, ESTE governo, sabe muito bem que oscilará violentamente SE TUDO fôr devidamente auditado e transmitido publicamente — o que não acontecerá…
ESTE governo tem “metido os pés e as mãos”, onde não devia…
ESTE governo tem sido conivente e parcimonioso com casos altamente lesivos do Interesse Público…
Etc,
Etc.
GostarGostar
Adenda a 118:
Refiro-me ao BPN.
GostarGostar
Evidentemente MJRB. Surge entretanto uma questão curiosa : será que todo o controlo excepcional das polícias, nunca visto desde o botas, suficiente para abafar os incêndios? Vamos ver as cenas dos próximos capítulos.
GostarGostar
Júpiter,
Nos “próximos capítulos” os “incêndios” serão ateados com o SISTEMA contra-fogo. “Incêndios” localizados para debelar teimosas, perigosas e desesperadas “ervas daninhas”…
As polícias agora são mais modernaças, muito melhor conectadas, profissionalizadas, se comparadas com as do tempo do “botas” ou de Marcello Caetano… Mais perigosas…e não necessitam fardarem-se ou identificarem-se — os meios de comunicação são outros, mais rápidos e sofisticados.
GostarGostar
Pizarro Diz: #Se o Estado o fizesse com o seu dinheiro (-dar PCs), tudo bem. Não quero é que o faça com o meu. A decisão de dar o meu dinheiro a outras pessoas deveria ser minha, não do Estado.”
-Ok, eu prefiro que o EStado dê Magalhães a pobres do que dinheiro aos bancos. Mas concordo consigo, desde que seja o seu dinheiro a alimentar as trapalhadas deles e não o meu, tudo bem.Dê lá dinheiro aos coitados dos ricos que aqui fico com a minha “invejasita”.
Pizarro diz:
“Outra coisa, diz que os produtos continuam caros. Qual é o valor para si aceitável para os produtos serem considerados baratos?”
– Nem digo baratos. Digo acessíveis. É fácil. É ver quanto ganha em média cada português e o preço de coisas.
Se na maioria dos Estados Europeus um PC mediano vale cerca de um salário minímo desse Estado ao passo que aqui vale dois, concluo que aqui pagamos caro. Sobretudo quando o salário mínimo em Portugal é dos mais baixos da europa. O grave é que o problema não está só nos rendimentos dos portugueses mas também no falseamento do custo das coisas. Veja-se a internet móvel por exemplo. É das mais caras na europa. E quando digo caro não o faço somente em comparação com o que ganhamos. O FRancês ganha três vezes mais e têm a internet três vezes mais barata ( e nas escolas de graça). Existe realmente concorrência e não somente três operadoras com preços iguais a dominar o mercado. Acredita realmente que esse serviço não poderia ser prestado mais barato e ainda assim dar lucro? Bastava o EStado ter uma operadora a fazer concorrência oferecendo um serviço identico ou melhor a preços reais que as demais baixariam os preços. Veja o preço das casas. Temos dos arrendamentos mais caros da Europa quando os comparamos ao custo de vida. Salvo erro Lisboa está entre as capitais mais caras e somos das capitais mais pobres.
Por isso eu é que lhe pergunto: Qual é o valor para si aceitável para os produtos serem considerados baratos?
O que é barato só para alguns quando devia ser acessível a todos?
Fale com a plebe e veja o mundo real.
GostarGostar
…a direita, leia-se Cavaco, está encantada com este PS, que faz por ela o trabalho sujo. “A Direita tem no Governo “o veiculo ideal para satisfação dos seus objectivos.
O PS fez o trabalho sujo e a direita aplaude nos bastidores. Amanha vão colher os frutos que não semearam e até contestaram esta politica na praça pública. No fundo estão completamente de acordo.
Socrates e o seu governo queimam-se. Depois a direita colhe os louros.
Bem pensado não é?
GostarGostar
Mia 122.
Nunca disse que queria dar o meu dinheiro aos bancos, bem pelo contrário. Mais uma vez,falou sem ler.
Quanto ao resto, já não há paciência. A única coisa que lhe digo é, vá ver o estado dos países onde o Estado serve como bombeiro para todos os casos. É mais fácil explicar vendo exemplos práticos.
GostarGostar
Mia 122.
Mas para que conste, não há produtos baratos para todas as pessoas. O querer que isso aconteça deu origem a uma crise como já não se via há muitos décadas. Ou não está a par do que se está a passar? Foi exactamente por querer que toda a gente tivesse casa própria, carro, telemóveis e plasmas que agora estamos como estamos. Não leia só jornais, pense pela sua cabeça.
GostarGostar
Mia, 122
O Estado a fazer concorrência a empresas de telecomunicações?! Essa é boa. Isso seria concorrência desleal, servindo apenas para as levar à falência! Espectacular! Comunicações subsidiadas — o paraíso na Terra! LOL! 🙂
Ó Luís, mete lá um link para o teu blogue.
GostarGostar
è que o BPN é do PSD e o BPP é do PS!!!!!!!!!
GostarGostar
Maloud, procure informar-se nas fontes.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
João Oliveira Rendeiro, Paulo Guichard, S. Fezas Vital, Fernando Lima e Luiz Vasconcelos.
CONSELHO CONSULTIVO
Francisco Pinto Balsemão, João Vaz Guedes, Stefano Saviotti, A. Bissaia Barreto, João de Deus Pinheiro, Joaquim Vieira Coimbra, Jorge Braga de Macedo, João Cravinho, Alain Minc, A. Pinto Correia, A. Viana Baptista, Arnaldo Pinto, João M. Serrenho, J. Ferreira Santos, C. Tomás Ruivo, Enrique Centelles, Gabriel Bastos, J. M. C. Rodrigues, M. Alves Monteiro, N. V. do Nascimento, Hareb Al-Darmaki, R. Almeida Capela e Silvio H. Cerveira.
ASSEMBLEIA GERAL
José Miguel Júdice, Nuno Brito Lopes e Maria Manuela dos Anjos Tavares Morais.
CONSELHO FISCAL
A. Pinto Barbosa, Miguel F. F. Morais e Deloitte
E parte dos meus impostos estão sujeitos a ir para est gente toda?
Credo! Garantir esta m…
Vou tentar tudo por tudo para não os pagar.
A supervisão da banca é do constancio.
Por favor constancio responsabiliza-se. Já é crescido e vacinado.
Se houve falhas tem que as assumir. Não é só gamelas.
Faça o favor, e não e mais que a sua obrigação, de pagar do seu bolso o que deixou passar em claro.
Pela pátria.
GostarGostar
LPedroMachado:
Veremos…
GostarGostar
Mia,
É só ver o que acontecia quando só tínhamos a PT. Isto às vezes cansa.
GostarGostar
O BPP quer 750 milhões de euros dos Contribuintes para què? Para cobrir o défice causado pela descida do valor dos investimentos? Mas quando os investimentos subiram, o BPP repartiu os lucros com os contribuintes? É preciso ter descaramento!
GostarGostar
Na casa onde nã há Pão, todos falam e nenhum tem razão.
Para que é que vocês dão cabo da cabeça com estas coisas?
GostarGostar
no momento actual com tanto milhar de milhão até me sinto confuso e começo a desconfiar que aqui há marosca e tudo isto é uma mistura para nos tramar ainda mais e nos levar todos á ruina com alguns a ficar ricos como nunca
GostarGostar