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O meu vespertino favorito

19 Dezembro, 2008

Diário da República n.º 245, Suplemento*, Série I de 2008-12-19
Declaração de Rectificação n.º 76-A/2008:
Rectifica a Portaria n.º 1488/2008, […]
publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 245, em 19 de Dezembro de 2008.

Lendo o teor da rectificação, percebe-se melhor a sua urgência.

*publicado por volta das 19h00
7 comentários leave one →
  1. Spartakus's avatar
    19 Dezembro, 2008 19:49

    Valha-me a VIRGEM!!!
    Você está bem? De certeza?
    Ou tem um refinado sentido de humor? Só pode.

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  2. Carlos Loureiro's avatar
    19 Dezembro, 2008 19:55

    Spartakus,

    O DR é um matutino. Costuma sair pelas 9 da manhã. Tal como os outros jornais, também tem uma secção “O DR errou”, onde aparecem umas peças chamadas “declarações de rectificação”.Como nos outros jornais, esta secção costuma aparecer nos dias seguintes (a lei prevê um prazo de 60 dias para o efeito). Nunca tinha visto, até hoje, uma declaração de rectificação publicada no próprio dia do texto rectificado. Para se conseguir este feito, foi necessário publicar um suplemento, distribuído ao fim da tarde de uma sexta-feira.

    A posta é um elogio ao Centro Jurídido da PCM (sem ironia) e ao abnegado trabalho dos funcionários da Imprensa nacional.

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  3. Desconhecida's avatar
    ourição permalink
    19 Dezembro, 2008 20:23

    A coisa está preta.

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  4. Desconhecida's avatar
    zé da burra permalink
    19 Dezembro, 2008 20:28

    Chumbo do Tribunal de Contas
    Costa garante que «o empréstimo já não é preciso»
    Por Margarida Davim
    Em reacção ao chumbo do Tribunal de Contas ao pedido de empréstimo, o presidente da Câmara de Lisboa assegura que «a situação de aperto financeiro já está ultrapassada» e que autarquia já só precisa de negociar o pagamento de 20 milhões de euros a fornecedores.
    Com o costa os alfacinhas podem estar descansados.

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  5. Desconhecida's avatar
    jupiter permalink
    19 Dezembro, 2008 21:07

    “A credibilidade do Estado (qualquer Estado) tem de ser o activo mais precioso nos tempos que se avizinham. E a credibilidade de qualquer Estado baseia-se na sustentabilidade das suas finanças públicas. Além disso, se um Estado (qualquer Estado) embarca em grandes pacotes de projectos vai necessitar de crédito, o que implica menos crédito para a economia incluindo para os bancos do respectivo país. Gostaria de ver os políticos a ralharem com os açambarcadores do pouco crédito disponível, seria um honroso acto de contrição próprio do Natal”. Não vai ficar muito para os desfavorecido, desfavorecidos são 90% dos que estão no rectângulo. Vai mesmo chegar aos que estão à mangedoura.
    L. Campos e Cunha

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  6. CAA's avatar
    20 Dezembro, 2008 10:59

    Ai 19, 19…

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  7. CAA's avatar
    20 Dezembro, 2008 10:59

    Excelente posta.

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