Aqui e ler especialmente o comentário número 8 já se explicou que esta notícia foi escrita por um jornalista do Público.
Não tem portanto qualquer credibilidade a começar pelo título.
É natural que interdite partidos que têm no seu programa acabar com o estado de Israel ou que se declaram filiais de partidos com esse programa (noutros países).
É, eles são esquisistos, parafraseando o Pinheiro de Azevedo, não gostam de ser exterminados. Maníacos…
É natural que interdite partidos que têm no seu programa acabar com o estado de Israel ou que se declaram filiais de partidos com esse programa (noutros países).
É, eles são esquisistos, parafraseando o Pinheiro de Azevedo, não gostam de ser exterminados. Maníacos…
Então peço desculpa a “jornalista” Maria João Guimarães afinal só é tradutora.
Como se vê o “Estado Hebraico” não proibiu nada
Lá como cá os Tribunais são soberanos.
Partidos àrabes que querem o aniquilamento do Estado de Israel, não é por serem Partidos árabes como o título da notícia pode enganar . Aliás se a Justiça Israelita se cumprisse, já há muito os Lideres dos dois partidos estariam na cadeia por Traição e cooperação com o inimigo.
1- não foram todos os partidos políticos, foram dois (há mais partidos árabes)
2-a proibição foi proposta pelo partido de Lieberman ( um ´”fascista” caviar… o quê? Há extremistas em Israel? Pois há -a percentagem, felizmente, é pequena) que já o tentara em outras ocasiões, e que acha que um país sem árabes é que é.
4- Quem decidiu NÃO FOI o governo israelita, mas a comissão de eleições, e por motivos justificados.
5- Na minha modesta opinião, seria melhor deixar os partidos dizerem o que lhes apetecesse ( é mais ou menos como o PNR ; o melhor que se pode fazer é não lhe dar importância; o pior , transformá-los em “mártires”)
Zenóbio em estado de guerra as coisas mudam. Um Partido no Parlamento deve ter direito a fiscalizar o Governo incluíndo muitas vezes informação confidencial.
Em Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial o partido de Mosley, British Union of Fascists foi proibido e Mosley preso. “Lord Haw Haw” um dos mais proeminentes membros do BUF que fugiu para a Alemanha para fazer propaganda via Rádio.
Ó Gabriel, é curiosa a formulação do seu post… mas eu acho que o caso tem uma explicação simples: Guerra Biológica. Eu explico: Israel era até agora um Estado virtuoso, o único que os liberais aceitavam. Mas o Hamas atirou para Israel um míssil com um vírus anti-democrático ;). Mas prevejo uma data de “mas” (a palavra proibida, lembram-se?) sobre o assunto por parte do Gabriel. Isto não fica assim.
“Um Partido no Parlamento deve ter direito a fiscalizar o Governo incluíndo muitas vezes informação confidencial”
Como eu o entendo. Não se pode confiar em cidadãos de 2ª classe. Claro que tudo isto deve ser feito na maior das civilidades e a bem da democracia. Não sei como alguém pode afirmar que há um forte cheiro a racismo nesta coisa.
“Estes são os árabes que vivem no território que é hoje Israel e não fugiram quando foi criado o Estado hebraico em 1948, ficando com cidadania israelita, mas tendo algumas particularidades, como não entrar no Exército, e sofrendo de discriminação (as câmaras de cidades árabes israelitas têm tipicamente menos financiamento do que outras, por exemplo)” in Público
Pode um estado confessional, agressivamente xenófobo, ser considerado democrático?
O Estado de Israel tem três coisas: uma lei eleitoral, uma comissão eleitoral e tribunais.
Se esses partidos foram proíbidos de concorrer, é porque não cumpriam os requisitos legais. Se não concordarem com a decisão, podem recorrer ao tribunal. Devo lembrar que há uns anos o partido extremista kach (judeu) foi banido. Não é uma novidade portanto.
A lei não pode deixar de ser aplicada, por medo de depois alguém diga que é racismo e que é xenofobia. Há pessoas quem têm sempre estes carimbos prontos a serem usados quando lhes dá jeito.
Este caso também serve para demonstrar a diferença entre Israel e os vizinhos: em Israel quem não cumpre a lei, não concorre (mas pode votar), na Faixa de Gaza, quem é da oposição é abatido a tiro ou expulso (veja-se Hamas x Fatah).
“em Israel quem não cumpre a lei, não concorre (mas pode votar), na Faixa de Gaza, quem é da oposição é abatido a tiro”
Parece (segundo as últimas contagens) que o campo de tiro de Gaza está em alta. A fazer fé nas sábias palavras do Rabi Shmuel Eliyahu, ainda faltarão uns milhares de mortos para estabilizar a sede de sangue; com tanto para fazer, porquê perder tempo a abater a tiro um titular de cidadania Israelita (de 2ª classe)?
Voces são tão previsiveis: fala-se num assunto, quando deixam de ter argumentos para ele, mudam rapidamente de assunto. A posta é sobre as eleições em Isarel e nos seus vizinhos.
“A posta é sobre as eleições em Isarel e nos seus vizinhos”
Obrigado pela informação. E eu a pensar que era sobre a discriminação vergonhosa que os judeus submetem os seus concidadãos de outros credos religiosos…
E eu a pensar que era sobre a discriminação vergonhosa que os judeus submetem os seus concidadãos de outros credos religiosos…
A sua resposta foi certeira. “os judeus”.
Você pensa o mundo tendo por base “Judeus” e “não judeus”. Toda esta vossa conversa, está no ponto em que está porque se trata disso mesmo: de judeus. Fosse outro povo qualquer voces nem queriam saber.
Caramba, chega de melodrama e de rábula do desgraçadinho!
Não podia ter-me referido de outra maneira para diferenciar os israelitas judeus dos não judeus (cristãos, palestinos, drusos) tenho que dizer os judeus. Afinal Israel é ou não é um estado confessional?
“Não podia ter-me referido de outra maneira para diferenciar os israelitas judeus dos não judeus”
Então não podia: acabou de o fazer nesta frase que eu colei. Agora já escreveu “israelitas judeus”. Mas mesmo assim não lhe dou razão: a posta é sobre uma decisão da Comissão Eleitoral. Nem você nem eu sabemos os detalhes. Mas uma coisa eu sei: já tinha acontecido o mesmo no passado. O partido da extrema direita Kach que era racista e xenofobo, foi impedido de concorrer a eleições.
O que o sr está a tentar fazer parecer, é que uma decisão da Comissão eleitoral (fundamentada em lei) tem propositos racistas ou xenofobos ou descriminatórios. Se é assim, essa mesma comissão nunca teria autorizado que esses 2 partidos concorressem a eleições anteriores. Veja lá que até têm 7 deputados na Knesset (5,8% do total, supostamente para representar 20% do eleitorado. só 1 em cada 3 árabes israelitas votam nos partidos árabes, mas isto é apenas uma curiosidade, não serve de argumento).
O sr está a defender, que a Comissão Eleitoral nunca poderia proibir partidos árabes de concorrer às eleições, só porque isso poderia parecer “racista” aos olhos dos pacifistas anti israelitas europeus. Mesmo já o tendo feito com partidos israelitas judeus.
Diga-me lá duas coisas: em circunstancia nenhuma um partido pode ser proibido? Se houver uma circunstancia e um partido árabe a revelar, não pode (só porque é árabe) ser proibido?
“Ainda não percebi uma coisa a malta do Blasfémias é contra a proibição de (muito) sal no pão, mas a favor da proibição de partidos políticos?”
Eu não disse que era a favor ou contra a proibição de partidos politicos. Apenas justifiquei a decisão da Comissão Eleitoral Israelita com base na lei local (que já havia sido aplicada da mesma forma a outros partidos). E contrariei os argumentos daqueles, que tendo outros propósitos, estavam a utilizar este assunto para incluir aqui o assunto do racismo e do apartheid. Não nos podemos esquecer, que um dos dogmas da esquerda caviar é que “sionismo” = “racismo”. Até rimam e tudo.
Ao justificar implicitamente concorda (se estou errado esclareça-me).
Mas tal como você eu não disse que concordava ou não.
O meu ponto é que segundo a lógica do Blasfémias (permita-me a simplificação), proibir sal no pão é uma violação da liberdade individual mas proibir partidos políticos não.
Já agora a minha posição é a seguinte:
Faz-me confusão tanto uma proibição como outra, mas admito que possa acontecer num caso por interesse de saúde pública, no outro porque os referidos partidos atentam quanto à liberdade de existir do próprio estado de que fazem parte.
E repare, que a esquerda caviar ou sardinha de lata, consegue compreender isto quanto ao Manuel Machado, mas utiliza este caso para efeitos de propaganda.
“no outro porque os referidos partidos atentam quanto à liberdade de existir do próprio estado de que fazem parte”
Concordo com o que escreve, e acrescento: ou porque os referidos partidos andem armados e tenham exercitos “privados”. Nesse caso devem ser ilegalizados.
Um partido politico não é uma milicia. O Hezbolah, poe exemplo, é um partido politico com um exercito dentro do estado do Líbano, que por sau vez também tem um exercito. Não vejo ninguém muito incomodado com isto.
parece-me mais do que claro, pelo título da posta, que se trata de uma critica á decisão de Israel proibir 2 partidos árabes de concorrerem ás eleições. Não consigo ver onde esteja a dúvida.
Ele tem coisas… de um lado temos o Hamas partido eleito pelos Palestinianos que se recusa a reconhecer o Estado de Israel, procurando a qualquer custo destruir o máximo da sua existência. Do outro lado temos um estado democrático que por razões fundamentadas rejeitou a participação de DOIS partidos árabes… estou enganada ou isto é uma preocupação “desproporcionada”?
Anónima (36)
está enganada, nem a decisão foi «fundamentada» mas tão só resultado de uma votação dos deputados oponentes, nem a critica é «desproporcionada» na medida em que a tentativa de impedimento de partidos políticos concorrerem a eleições é uma limitação da liberdade de expressão e como tal condenável.
Mas não precisa de ir apara o Libano..aqui no jardim plantado (estragado tb) há limitações e proibições.
Ironicamente quis apenas fazer ver a quem profere esse tipo de frases que aquilo que chamam limitação de liberdade em outros, são os mesmos que na sua “casa” as impõem.
Como se costuma dizer: A nossa liberdade acaba quando interfere com a liberdade de outros, por essa razão há leis e regrasna sociedade.
Desconheço os fundamentos que levaram os “deputados oponentes” – pelos vistos em maioria – a defender a exclusão dos partidos, crendo eu que Israel é uma nação democrática de bem, não acredito em votações imorais.
Agora quanto à liberdade de expressão, concordo inteiramente consigo… mas ela não foi proibida, os mesmos continuam a poder fazer campanha, ou não?
Anónima (46)
não é verdade que «A nossa liberdade acaba quando interfere com a liberdade de outros» mas sim que a nossa liberdade pode ser limitada quando interfere com a dos outros.
Os eventos que levaram áquela decisão de proibição dos dois partidos resume-se a isto:
«At a recent Knesset session, called to discuss the Israeli assault on the Gaza Strip, Arab MPs condemned the conflict, which has now killed more than 900 Palestinians and injured thousands of others.
“As a humane person, I oppose targeting civilians wherever they are. Naturally, however, every time an Arab is injured it hurts me more because we are members of the same nation,” [Ahmed] Tibi [Ra’am-Ta’al party leader] told the Knesset.
In response, Avigdor Lieberman, the leader of the Yisrael Beiteinu party which petitioned for the Arab parties to be barred, described the Arab MPs as a “fifth column” – a connotation to a group typically clandestinely undermining a nation.
Tibi responded by calling him a “fascist”, while Talab al-Sana, another Arab MP, was removed from the meeting after repeatedly interrupting Lieberman’s speech.
Jamal Zahalka [Balad party leader] had boycotted the Knesset session saying he was not willing to take part in a “celebration of death”. »
diz ainda que «crendo eu que Israel é uma nação democrática de bem», o que julgo muito exagerado. De facto Israel tem mecanismos democraticos ímpares na região (também daí o titulo do meu post), mas tantas falhas e distorções que certamente o adjectivo de «bem» é mais do que exagerado, é mesmo inapropriado.
Acresce ainda que o facto de a liberdade de expressão não ter sido «proibida» podendo fazerem «campanha (em favor de quem?), não vejo tal como motivo de qualquer contentamento ou que tal facto permita aceitar ou servir de atenuante para a grave limitação aprovada.
Obrigado pelo esclarecimento.
E peço lhe desculpa por ter achado o posta irónico.
Quanto ao escreveu atrás tenho a dizer que me parece
manifestamente pouco para proibir um quanto mais dois partidos.
Porque os jornais não mostram fotografias dos gloriosos combatentes do Hamas a lutar contra os malandros dos israelitas»
Só criancimhas mortas è que está a dar?
Os gajos do hamas, são invisiveis, não tem propaganda fotogtafica?
Para rir isto è giro……….
“Diga-me lá duas coisas: em circunstancia nenhuma um partido pode ser proibido? Se houver uma circunstancia e um partido árabe a revelar, não pode (só porque é árabe) ser proibido?”
Sabe que a questão não é essa. O problema de fundo é outro bem diferente da sua questão académica; é de dignidade, de cidadania de 2ª classe, de investimentos que não se fazem em zonas porque tem maioria de palestinianos. Israel é um estado racista, que promove sistematicamente um apartheid tendo por base a religião (e mesmo sendo declarados judeus – falachas), e que nega igualdade de tratamento a todos detentores da cidadania Israelita. Acha isto um sinal de democracia?
A Venezuela e a Bolívia cortaram relações com a entidade nazi-sionista. A reputação desta anda pelas ruas de amargura no mundo inteiro. Essa escumalha de assassinos METE NOJO !
É claro que cortaram, com direito a expulsão de corpo diplomático e tudo. Chávez é, como se sabe, um tipo extremamente civilizado e nada demente, que nem tentou tomar o poder pelas armas, que fechou tudo quanto era televisão na Venezuela porque não gostava do que por lá se dizia, que se diverte a insultar os outros estadistas, que até ameaçou invadir a Bolívia para “salvar a revolução” ( o que obrigou os generais bolivianos a dizerem que era melhor não…). Evo Morales é outro tipo civilizadíssimo, que difere de Chávez em poucos pormenores: por um lado, é mais calado, talvez por ter vocabulário mais reduzido; por outro lado, prefere camisolas de lã às camisas vermelhas do seu “compañero y camarada comandante en jefe de la revolución bolivariana” ( a qual consiste, em síntese, em pôr meia dúzia de amigalhaços e parentes como governadores dos estados, armar milícias populares, comprar armas e mais armas aos russos graças ao petróleo, dar vivas a Fidel e exibir uma semiótica monotonamente encarnada).
O que interessa é ser o 4º exército do mundo e ter apoio norte-americano para fazer o que bem entende nos territórios palestinianos.
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Ficamos a aguardar proibição análoga nos países árabes.
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Aqui e ler especialmente o comentário número 8 já se explicou que esta notícia foi escrita por um jornalista do Público.
Não tem portanto qualquer credibilidade a começar pelo título.
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od democratas podem poibir o que quiserem e ninguem tem nada com isso. O chavez e os outros é que tem que ter mais juizinho
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É natural que interdite partidos que têm no seu programa acabar com o estado de Israel ou que se declaram filiais de partidos com esse programa (noutros países).
É, eles são esquisistos, parafraseando o Pinheiro de Azevedo, não gostam de ser exterminados. Maníacos…
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É natural que interdite partidos que têm no seu programa acabar com o estado de Israel ou que se declaram filiais de partidos com esse programa (noutros países).
É, eles são esquisistos, parafraseando o Pinheiro de Azevedo, não gostam de ser exterminados. Maníacos…
———————–
mas gostam de exterminar os outros
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Pois é, mas o Egipto também ajudou a construir os túneis de Rafah, não esquecer!
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Fado Alexandrino (3)
pois a jornalista do Público apenas «picou» o que saiu no jornal israelita Haaretz
«Israel bans Arab parties from running in upcoming elections»
http://www.haaretz.com/hasen/spages/1054867.html
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Então peço desculpa a “jornalista” Maria João Guimarães afinal só é tradutora.
Como se vê o “Estado Hebraico” não proibiu nada
Lá como cá os Tribunais são soberanos.
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Partidos àrabes que querem o aniquilamento do Estado de Israel, não é por serem Partidos árabes como o título da notícia pode enganar . Aliás se a Justiça Israelita se cumprisse, já há muito os Lideres dos dois partidos estariam na cadeia por Traição e cooperação com o inimigo.
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lucklucky
Há sempre uns exemplares que admiram quem castigue os delitos de opinião. Feitios.
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http://br.youtube.com/watch?v=rU3N8HyiiNs&feature=related
Desculpa, meter esta “jogada”, mas uma duvida se levanta: é golo ou não. por mim não vejo irregularidade
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Ora bem, vamos lá a esclarecer:
1- não foram todos os partidos políticos, foram dois (há mais partidos árabes)
2-a proibição foi proposta pelo partido de Lieberman ( um ´”fascista” caviar… o quê? Há extremistas em Israel? Pois há -a percentagem, felizmente, é pequena) que já o tentara em outras ocasiões, e que acha que um país sem árabes é que é.
4- Quem decidiu NÃO FOI o governo israelita, mas a comissão de eleições, e por motivos justificados.
5- Na minha modesta opinião, seria melhor deixar os partidos dizerem o que lhes apetecesse ( é mais ou menos como o PNR ; o melhor que se pode fazer é não lhe dar importância; o pior , transformá-los em “mártires”)
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Zenóbio em estado de guerra as coisas mudam. Um Partido no Parlamento deve ter direito a fiscalizar o Governo incluíndo muitas vezes informação confidencial.
Em Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial o partido de Mosley, British Union of Fascists foi proibido e Mosley preso. “Lord Haw Haw” um dos mais proeminentes membros do BUF que fugiu para a Alemanha para fazer propaganda via Rádio.
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Obama decretará fim da prisão de Guantánamo no primeiro dia de governo.
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Ó Gabriel, é curiosa a formulação do seu post… mas eu acho que o caso tem uma explicação simples: Guerra Biológica. Eu explico: Israel era até agora um Estado virtuoso, o único que os liberais aceitavam. Mas o Hamas atirou para Israel um míssil com um vírus anti-democrático ;). Mas prevejo uma data de “mas” (a palavra proibida, lembram-se?) sobre o assunto por parte do Gabriel. Isto não fica assim.
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lucklucky
“Um Partido no Parlamento deve ter direito a fiscalizar o Governo incluíndo muitas vezes informação confidencial”
Como eu o entendo. Não se pode confiar em cidadãos de 2ª classe. Claro que tudo isto deve ser feito na maior das civilidades e a bem da democracia. Não sei como alguém pode afirmar que há um forte cheiro a racismo nesta coisa.
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Israel aproxima-se de padrões de holocausto sempre dito, mas ora como algoz, invasor e terrorista, não ao contrário.
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“Não tem portanto qualquer credibilidade a começar pelo título.”
Como deveria então ser o título?
“Estado de Israel impede…”
“Estado de Israel evita..”
“Estado de Israel interdita…”
“Estado de Israel inibe…”
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(…) Como se vê o “Estado Hebraico” não proibiu nada
Lá como cá os Tribunais são soberanos (…)
não tinha dado conta que estavamos a comentar um post humorista!
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“Estes são os árabes que vivem no território que é hoje Israel e não fugiram quando foi criado o Estado hebraico em 1948, ficando com cidadania israelita, mas tendo algumas particularidades, como não entrar no Exército, e sofrendo de discriminação (as câmaras de cidades árabes israelitas têm tipicamente menos financiamento do que outras, por exemplo)” in Público
Pode um estado confessional, agressivamente xenófobo, ser considerado democrático?
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O Estado de Israel tem três coisas: uma lei eleitoral, uma comissão eleitoral e tribunais.
Se esses partidos foram proíbidos de concorrer, é porque não cumpriam os requisitos legais. Se não concordarem com a decisão, podem recorrer ao tribunal. Devo lembrar que há uns anos o partido extremista kach (judeu) foi banido. Não é uma novidade portanto.
A lei não pode deixar de ser aplicada, por medo de depois alguém diga que é racismo e que é xenofobia. Há pessoas quem têm sempre estes carimbos prontos a serem usados quando lhes dá jeito.
Este caso também serve para demonstrar a diferença entre Israel e os vizinhos: em Israel quem não cumpre a lei, não concorre (mas pode votar), na Faixa de Gaza, quem é da oposição é abatido a tiro ou expulso (veja-se Hamas x Fatah).
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8 # gabriel silva
“pois a jornalista do Público apenas «picou» o que saiu no jornal israelita Haaretz”
Outros houve que carpiram o caso até à nausea, sem se inteirarem dos detalhes da coisa.
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“em Israel quem não cumpre a lei, não concorre (mas pode votar), na Faixa de Gaza, quem é da oposição é abatido a tiro”
Parece (segundo as últimas contagens) que o campo de tiro de Gaza está em alta. A fazer fé nas sábias palavras do Rabi Shmuel Eliyahu, ainda faltarão uns milhares de mortos para estabilizar a sede de sangue; com tanto para fazer, porquê perder tempo a abater a tiro um titular de cidadania Israelita (de 2ª classe)?
http://www.haaretz.com/hasen/spages/968729.html
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24 # Zenóbio
Voces são tão previsiveis: fala-se num assunto, quando deixam de ter argumentos para ele, mudam rapidamente de assunto. A posta é sobre as eleições em Isarel e nos seus vizinhos.
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“A posta é sobre as eleições em Isarel e nos seus vizinhos”
Obrigado pela informação. E eu a pensar que era sobre a discriminação vergonhosa que os judeus submetem os seus concidadãos de outros credos religiosos…
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26 # Zenobio
E eu a pensar que era sobre a discriminação vergonhosa que os judeus submetem os seus concidadãos de outros credos religiosos…
A sua resposta foi certeira. “os judeus”.
Você pensa o mundo tendo por base “Judeus” e “não judeus”. Toda esta vossa conversa, está no ponto em que está porque se trata disso mesmo: de judeus. Fosse outro povo qualquer voces nem queriam saber.
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Levy
Caramba, chega de melodrama e de rábula do desgraçadinho!
Não podia ter-me referido de outra maneira para diferenciar os israelitas judeus dos não judeus (cristãos, palestinos, drusos) tenho que dizer os judeus. Afinal Israel é ou não é um estado confessional?
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28 #
“Não podia ter-me referido de outra maneira para diferenciar os israelitas judeus dos não judeus”
Então não podia: acabou de o fazer nesta frase que eu colei. Agora já escreveu “israelitas judeus”. Mas mesmo assim não lhe dou razão: a posta é sobre uma decisão da Comissão Eleitoral. Nem você nem eu sabemos os detalhes. Mas uma coisa eu sei: já tinha acontecido o mesmo no passado. O partido da extrema direita Kach que era racista e xenofobo, foi impedido de concorrer a eleições.
O que o sr está a tentar fazer parecer, é que uma decisão da Comissão eleitoral (fundamentada em lei) tem propositos racistas ou xenofobos ou descriminatórios. Se é assim, essa mesma comissão nunca teria autorizado que esses 2 partidos concorressem a eleições anteriores. Veja lá que até têm 7 deputados na Knesset (5,8% do total, supostamente para representar 20% do eleitorado. só 1 em cada 3 árabes israelitas votam nos partidos árabes, mas isto é apenas uma curiosidade, não serve de argumento).
O sr está a defender, que a Comissão Eleitoral nunca poderia proibir partidos árabes de concorrer às eleições, só porque isso poderia parecer “racista” aos olhos dos pacifistas anti israelitas europeus. Mesmo já o tendo feito com partidos israelitas judeus.
Diga-me lá duas coisas: em circunstancia nenhuma um partido pode ser proibido? Se houver uma circunstancia e um partido árabe a revelar, não pode (só porque é árabe) ser proibido?
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ordralfabetix Says:
13 Janeiro, 2009 às 10:53 pm
e
portela menos 1 Says:
13 Janeiro, 2009 às 11:30 pm
Favor ler a intervenção 22.
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Ainda não percebi uma coisa a malta do Blasfémias é contra a proibição de (muito) sal no pão, mas a favor da proibição de partidos políticos?
Esclareçam, por favor.
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31 # Miguel
“Ainda não percebi uma coisa a malta do Blasfémias é contra a proibição de (muito) sal no pão, mas a favor da proibição de partidos políticos?”
Eu não disse que era a favor ou contra a proibição de partidos politicos. Apenas justifiquei a decisão da Comissão Eleitoral Israelita com base na lei local (que já havia sido aplicada da mesma forma a outros partidos). E contrariei os argumentos daqueles, que tendo outros propósitos, estavam a utilizar este assunto para incluir aqui o assunto do racismo e do apartheid. Não nos podemos esquecer, que um dos dogmas da esquerda caviar é que “sionismo” = “racismo”. Até rimam e tudo.
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Ao justificar implicitamente concorda (se estou errado esclareça-me).
Mas tal como você eu não disse que concordava ou não.
O meu ponto é que segundo a lógica do Blasfémias (permita-me a simplificação), proibir sal no pão é uma violação da liberdade individual mas proibir partidos políticos não.
Já agora a minha posição é a seguinte:
Faz-me confusão tanto uma proibição como outra, mas admito que possa acontecer num caso por interesse de saúde pública, no outro porque os referidos partidos atentam quanto à liberdade de existir do próprio estado de que fazem parte.
E repare, que a esquerda caviar ou sardinha de lata, consegue compreender isto quanto ao Manuel Machado, mas utiliza este caso para efeitos de propaganda.
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33 #
“no outro porque os referidos partidos atentam quanto à liberdade de existir do próprio estado de que fazem parte”
Concordo com o que escreve, e acrescento: ou porque os referidos partidos andem armados e tenham exercitos “privados”. Nesse caso devem ser ilegalizados.
Um partido politico não é uma milicia. O Hezbolah, poe exemplo, é um partido politico com um exercito dentro do estado do Líbano, que por sau vez também tem um exercito. Não vejo ninguém muito incomodado com isto.
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Mguel Dias (31 e 33)
parece-me mais do que claro, pelo título da posta, que se trata de uma critica á decisão de Israel proibir 2 partidos árabes de concorrerem ás eleições. Não consigo ver onde esteja a dúvida.
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Ele tem coisas… de um lado temos o Hamas partido eleito pelos Palestinianos que se recusa a reconhecer o Estado de Israel, procurando a qualquer custo destruir o máximo da sua existência. Do outro lado temos um estado democrático que por razões fundamentadas rejeitou a participação de DOIS partidos árabes… estou enganada ou isto é uma preocupação “desproporcionada”?
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Anónima (36)
está enganada, nem a decisão foi «fundamentada» mas tão só resultado de uma votação dos deputados oponentes, nem a critica é «desproporcionada» na medida em que a tentativa de impedimento de partidos políticos concorrerem a eleições é uma limitação da liberdade de expressão e como tal condenável.
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Muito bem, Gabriel. Avaliei-o muito mal, confesso.
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Claro que é uma limitação da liberdade de expressão e como tal condenável.
Aqui no jardim também não há?
Ai estes democratas para os outros países……
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39 – experimente constituir um movimento de judeus apoiantes de Israel ou não no Líbano.
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“Favor ler a intervenção 22.”
Não precisei de ler. Já tinha percebido. Mas ainda não entendo a sua frase. “a começar pelo título”.
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Deixem ver se percebo: alguém é excluído de participar em eleições “livres” por ser árabe? E racismo e xenofobia é o quê? Talvez CAA saiba explicar.
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40
O infalível argumento do “ah, mas noutros lados é pior!”. Quem é que é relativista quando dá jeito, quem é?
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Mas não precisa de ir apara o Libano..aqui no jardim plantado (estragado tb) há limitações e proibições.
Ironicamente quis apenas fazer ver a quem profere esse tipo de frases que aquilo que chamam limitação de liberdade em outros, são os mesmos que na sua “casa” as impõem.
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caro Gabriel,
Como se costuma dizer: A nossa liberdade acaba quando interfere com a liberdade de outros, por essa razão há leis e regrasna sociedade.
Desconheço os fundamentos que levaram os “deputados oponentes” – pelos vistos em maioria – a defender a exclusão dos partidos, crendo eu que Israel é uma nação democrática de bem, não acredito em votações imorais.
Agora quanto à liberdade de expressão, concordo inteiramente consigo… mas ela não foi proibida, os mesmos continuam a poder fazer campanha, ou não?
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Anónima (46)
não é verdade que «A nossa liberdade acaba quando interfere com a liberdade de outros» mas sim que a nossa liberdade pode ser limitada quando interfere com a dos outros.
Os eventos que levaram áquela decisão de proibição dos dois partidos resume-se a isto:
«At a recent Knesset session, called to discuss the Israeli assault on the Gaza Strip, Arab MPs condemned the conflict, which has now killed more than 900 Palestinians and injured thousands of others.
“As a humane person, I oppose targeting civilians wherever they are. Naturally, however, every time an Arab is injured it hurts me more because we are members of the same nation,” [Ahmed] Tibi [Ra’am-Ta’al party leader] told the Knesset.
In response, Avigdor Lieberman, the leader of the Yisrael Beiteinu party which petitioned for the Arab parties to be barred, described the Arab MPs as a “fifth column” – a connotation to a group typically clandestinely undermining a nation.
Tibi responded by calling him a “fascist”, while Talab al-Sana, another Arab MP, was removed from the meeting after repeatedly interrupting Lieberman’s speech.
Jamal Zahalka [Balad party leader] had boycotted the Knesset session saying he was not willing to take part in a “celebration of death”. »
diz ainda que «crendo eu que Israel é uma nação democrática de bem», o que julgo muito exagerado. De facto Israel tem mecanismos democraticos ímpares na região (também daí o titulo do meu post), mas tantas falhas e distorções que certamente o adjectivo de «bem» é mais do que exagerado, é mesmo inapropriado.
Acresce ainda que o facto de a liberdade de expressão não ter sido «proibida» podendo fazerem «campanha (em favor de quem?), não vejo tal como motivo de qualquer contentamento ou que tal facto permita aceitar ou servir de atenuante para a grave limitação aprovada.
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#46 Gabriel Silva.
Obrigado pelo esclarecimento.
E peço lhe desculpa por ter achado o posta irónico.
Quanto ao escreveu atrás tenho a dizer que me parece
manifestamente pouco para proibir um quanto mais dois partidos.
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Porque os jornais não mostram fotografias dos gloriosos combatentes do Hamas a lutar contra os malandros dos israelitas»
Só criancimhas mortas è que está a dar?
Os gajos do hamas, são invisiveis, não tem propaganda fotogtafica?
Para rir isto è giro……….
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Mas ainda não entendo a sua frase. “a começar pelo título”.
Não foi o Estado que proibiu coisa nenhuma.
Há sempre muita confusão entre Estado, Governo, Tribunais e no nosso caso CNE.
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“experimente constituir um movimento de judeus apoiantes de Israel ou não no Líbano”
E não os há? Acha que a Mossad tem farda, tipo calça azul cobalto com lista amarela, camisa verde e chapeu com plumas? É tudo mais “recatado”…
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Levy
“Diga-me lá duas coisas: em circunstancia nenhuma um partido pode ser proibido? Se houver uma circunstancia e um partido árabe a revelar, não pode (só porque é árabe) ser proibido?”
Sabe que a questão não é essa. O problema de fundo é outro bem diferente da sua questão académica; é de dignidade, de cidadania de 2ª classe, de investimentos que não se fazem em zonas porque tem maioria de palestinianos. Israel é um estado racista, que promove sistematicamente um apartheid tendo por base a religião (e mesmo sendo declarados judeus – falachas), e que nega igualdade de tratamento a todos detentores da cidadania Israelita. Acha isto um sinal de democracia?
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52 # Zenobio
O que voce escreveu não passa de uma cassete. É muito facil escrever isso e o seu contrário.
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Levy
“O que voce escreveu não passa de uma cassete. É muito facil escrever isso e o seu contrário.”
Desmente o que eu disse a hora é tardia ou é melhor despachar a resposta de recurso?
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Ja a minha mae me dizia quando eu fazia asneiras – filho, es um judeu
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A Venezuela e a Bolívia cortaram relações com a entidade nazi-sionista. A reputação desta anda pelas ruas de amargura no mundo inteiro. Essa escumalha de assassinos METE NOJO !
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#55
É claro que cortaram, com direito a expulsão de corpo diplomático e tudo. Chávez é, como se sabe, um tipo extremamente civilizado e nada demente, que nem tentou tomar o poder pelas armas, que fechou tudo quanto era televisão na Venezuela porque não gostava do que por lá se dizia, que se diverte a insultar os outros estadistas, que até ameaçou invadir a Bolívia para “salvar a revolução” ( o que obrigou os generais bolivianos a dizerem que era melhor não…). Evo Morales é outro tipo civilizadíssimo, que difere de Chávez em poucos pormenores: por um lado, é mais calado, talvez por ter vocabulário mais reduzido; por outro lado, prefere camisolas de lã às camisas vermelhas do seu “compañero y camarada comandante en jefe de la revolución bolivariana” ( a qual consiste, em síntese, em pôr meia dúzia de amigalhaços e parentes como governadores dos estados, armar milícias populares, comprar armas e mais armas aos russos graças ao petróleo, dar vivas a Fidel e exibir uma semiótica monotonamente encarnada).
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“Chávez é, como se sabe, um tipo extremamente civilizado e nada demente, que nem tentou tomar o poder pelas armas”
Devo estar a sonhar ou foram os outros, a tal oposição democrática, apoiada pelos EUA e pela Europa que fez um golpe de estado?
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Zenóbio,
é um empate, Chaves foi primeiro golpista falhado e depois, quando presidente, vitima de tentativa de golpe.
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