O declínio de uma ONG II
15 Janeiro, 2009
Ao condenar as declarações do Cardeal, a Amnistia Internacional coloca-se na posição de não poder criticar todas as religiões que têm preceitos que discriminam as mulheres. A Aministia fica, na prática, impedida de criticar os clérigos muçulmanos que defendem a discriminação das mulheres. As críticas da Amnistia poderiam ser consideradas «discriminatórias e separativas», fomentadoras de «intolerância» e atentatórias do «espírito de fraternidade e paz».
40 comentários
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Obrigatório ler e decorar:
http://www.islam.com.br/quoran/index.htm
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Querem por uma mordaça em toda a gente, mas não põem a quem devem.
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O Miguel Sousa Tavares está fervorosamente à espera do Messias. Só já faltam 5 dias…
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Da capitulação e da cobardia. Simplex.
Spartakus.
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O lugar de um homem justo é hoje na cadeia.
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pitrol a quanto obrigas
“já viu di merda fazê mármêlada?”
nos países mulçulmanos exportam os cadáveres dos infiéis
estes não podem ir a meca
não podem ingerir bebidas alcólicas
não há igrejas de outras confissões religiosas
a lei islâmica é bárbara
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Espero que não haja mortos no aviao do rio Hudson.. porque as fotos das pessoas a sairem pelas asas é qualquer coisa de espectacular!!
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Este é o comunicado:
“AI Portugal manifesta indignação relativamente às declarações do Cardeal Patriarca
15-Jan-2009
Na tertúlia “125 minutos com Fátima Campos Ferreira” o Cardeal Patriarca, José Policarpo deixou um conselho às portuguesas quanto a eventuais relações amorosas com muçulmanos, afirmando: “Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam.” Fundamentou tal afirmação com base em “casos dramáticos” que conhece e que não especificou. Tratam-se, na óptica da AI – Portugal, de graves declarações de carácter discriminatório, porquanto o Cardeal Patriarca toma – com base em casos que diz conhecer mas que são casos pontuais – a parte pelo todo. Muitos Muçulmanos causarão “sarilhos” às pessoas das suas relações, como muitos Católicos o farão. Problemas nas relações resultam da natureza humana, não da raça ou religião que se professe.
A Amnistia Internacional – Portugal dispõe de um estudo científico (ainda não publicado) que, ao estudar a relação dos portugueses de origem com os imigrantes, designadamente com os de origem muçulmana após o 11 de Setembro, concluiu que a Comunidade Muçulmana em Portugal está bem integrada. Nos inúmeros inquéritos feitos no âmbito deste estudo nunca encontrámos vestígios daquilo que preocupa o Cardeal Patriarca.
Trata-se, o Cardeal Patriarca, de um líder de opinião que forma a consciência social de muitos, pelo que a responsabilidade do que diz publicamente, é acrescida. O líder da Igreja Católica Portuguesa ao proferir declarações separativas e discriminatórias, atenta contra o espírito de fraternidade, paz e progresso social consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Num contexto global de suspeição e má vontade relativamente aos muçulmanos, declarações desta natureza são ignição de mais intolerâncias, mais incompreensões, mais polarizações de opiniões em muito desfavoráveis ao diálogo intercultural e religioso que impõem os Direitos Humanos e a paz social.
Como tal, recomendamos ao Cardeal Patriarca José Policarpo que retrate publicamente as suas declarações.”
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Parece que não há mortos!! Espectacularrrrrrr .. um milagre!!
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Afinal há mortos.. o passaro morreu!
Pobre passarito
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este post ONG II é para clarificar o ponto anterior sobre AI?
Bom esforço.
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Retrate-se Cardeal…lolololol…
O que ele foi arranjar. Devia ter ouvido primeiro hoje o Cadilhe no Parlamento a explicar a bomba atómica no BPN usada pelo Governo para saber que até a Igreja Católica já não pode tocar nos novos ” intocáveis ” do Regime. E está o outro preso…uma anedota.
Spartakus.
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Afinal as leis da fisica estão certas. Um aviao pode aterrar na água sem se afundar se o piloto for mesmo muita bom e manter o aparelho direitinho como tudo e permitir que as pessoas escapem!!
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“O Miguel Sousa Tavares está fervorosamente à espera do Messias. Só já faltam 5 dias…”
O que ele disse foi que está fervorosamente à espera que o Bush vá embora. Porque disse ele (eu já digo isso há muito tempo) neste oito anos o mundo foi bem perigoso com o Bush como commander in chief.
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Um serviço público, disponibilizado pelo Arrastão, para a senhora helena & friends:
Regras da propaganda
– Associar qualquer condenação ao crime que está a ser levado a cabo em Gaza a um apoio ao Hamas.
– Associar qualquer condenação ao crime que está a ser levado a cabo em Gaza a um apoio ao fanatismo religioso.
– Associar qualquer condenação ao crime que está a ser levado a cabo em Gaza a anti-semitismo.
– Aproveitar o facto de Palestina não ser, porque não a deixam, um Estado estruturado, para dar a Israel (”um país”) uma legitimidade diferente da de qualquer grupo palestiniano (”um gangue”).
– Aproveitar os crescentes conflitos com os árabes para apelar ao sentimento de proximidade cultural com Israel e de distância cultural com os palestinianos, como se isso desse qualquer tipo de autoridade moral a um ataque.
– Usar o facto de Israel ser uma democracia para legitimar qualquer acto, como se a democracia desse às bombas de um país uma natureza diferente. E nunca permitir que alguém recorde que o Hamas, também ele, foi eleito. Quem o disser, apesar de ser um facto, é apoiante do Hamas.
– Aproveitar o facto de Israel não deixar que haja testemunhas em Gaza para desumanizar esta guerra, para a tornar “limpa”.
– Desacreditar todas as testemunhas, como foi feito com os médicos noruegueses.
– Deslegitimar qualquer imagem de mortos, tratando-a como propaganda e manipulação.
– Feito isto, criar um paralelo entre o número de rockets lançados para Israel com o número de mortos na Palestina, em vez de, como obriga a lógica e a honestidade, comparar mortos com mortos e feridos com feridos.
– Usar qualquer imagem falsa dos acontecimentos para desacreditar todas as imagens que nos chegam, através de correspondentes, de Gaza. Assim, as pessoas deixam de acreditar mesmo no que vêem.
– Manipular as palavras: um ataque do Hamas é um ataque, um ataque de Israel é uma reacção. O ofensiva de Israel é uma guerra, os ataques do Hamas são terrorismo. Uma morte de um israelita civil resulta de um atentado, uma morte de um palestiniano civil é um “inevitável dano colateral”.
– Quem não usar a palavra “terrorismo” para falar do Hamas é um fanático. Quem usar a palavra “terrorismo” para falar de Israel é um fanático. A posição equilibrada e neutral exige linguagem desequilibrada e parcial.
– Impor a ideia de que qualquer morte de um civil palestiniano não é premeditada.
– Tratar todos os palestinianos civis como supostos militares do Hamas.
– Quando assim não pode ser justificado (caso de crianças pequenas), responsabilizar o Hamas por cada morte, já que usarão os civis (numa das regiões mais densamente povoadas do Mundo) como escudo humano. Desresponsabilizar, mais uma vez, Israel por qualquer consequência dos seus actos.
– Fazer esquecer todos os precedentes e todo o contexto de cerco e bloqueio, fazendo passar a ideia que estamos perante um paralelismo de situações entre Israel e a Palestina, em que o primeiro se limita a reagir aos actos da segunda.
– Fingir que este conflito sempre foi com o Hamas, esquecendo toda a história das últimas décadas, dando assim a ideia de que os palestinianos estão do lado de Israel e Israel do lado dos palestinianos.
– Tratar a disponibilidade dos israelitas para combater como sinal de resistência e patriotismo.
– Tratar a disponibilidade dos palestinianos para combater como sinal de fanatismo.
ShareThisPor Daniel Oliveira
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agit prop feita por ignorantes.
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Lisboa devia ter um plano destes para salvar um aviao que só conseguisse aterrar no rio. É observarem e aprenderem.
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Daniel O. deve ser daqueles, que quando era puto se entretinha a desmontar os brinquedos.
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“Um aviao pode aterrar na água sem se afundar se o piloto for mesmo muita bom…”
..e fôr num País a sério, com meios de salvamento atempadamente.
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Os merdas da AI a quererem que o cardeal se retrate?Mas quem julgam aquelas merdas quem são?
Umas quintas colunas derrubadoras de muros no nosso lado para as invasões avançarem impunemente e por nossa conta.
Que vão pregar para os desertos e florestas africanas esses FP…
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Eu sou contra os marcianos!
15 de Janeiro de 2009 por Nuno Ramos de Almeida in 5dias:
“O histerismo com que alguns discutem estas questões na Europa Ocidental é enternecedor. Julgam mesmo que vivemos na Idade Média e que a coisa mais importante do mundo é a crença que algumas criaturas, europeias de meia idade, têm no divino?”
O Policarpo é presidente de um clube de que só faz parte quem quer (pelo menos cá). Avisou as meninas do clube dele que poderão ter sarilhos se casarem com cavalheiros membros de outro clube, por que consta que eles não gostam que as meninas joguem noutra agremiação, e levam muito a sério essa proibição. As meninas poderão não estar cientes deste facto pelo que é melhor avisá-las já, para depois não virem dizer que ninguém lhes tinha dito.
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Portanto a AI está a fazer o que sempre fez:propicia a traição, o abandalhamento,a invasão do “diferente” e depois exige que o paguem.
E ao que parece recebe do orçamento para andar a fazer essas merdas todas.Comigo vêm de carrinho.Mando-os todos á merda!
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“Avisou as meninas do clube dele que poderão ter sarilhos se casarem com cavalheiros membros de outro clube”
Miguel, não percebi o seu comentário.
O D. José é do Sporting. As sportinguistas não devem casar com quem? Portistas ou benfiquistas?
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23.
ordralfabetix Says.
O D. José é do Sporting? Não sabia. Um defeito nunca vem só.
Bem, o diálogo inter religioso entre sportinguistas e benfiquistas nunca foi problema.
São (somos) todos mouros.
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A AI Portuguesa ultrapassou os limites!
Quem se julgam os gajos?
Querem pôr mordaças?
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“São (somos) todos mouros.”
O JCD mouro? Nah.
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Mas que ignorância. É evidente que a Amnistia Internacional tem razão:
1º O Cardeal, por ser quem é, não tem o mesmo direito à liberdade de expressão que o comum dos mortais, por razãoes óbvias: o que diz faz a cabeça de muita gente e portanto, deve guardar as opiniões mais polémicas para si próprio, uma vez que ditas em público não podem ser consideradas opiniões mas antes orientações a seguir.
2º Não se pode, de maneira absoluta, comparar culturas. A nossa (das democracias ocidentais), até mais ver, é a mais correcta e justa que foi encontrada até agora. Mesmo assim, ainda tem casos bicudos do ponto de vista ético, como o caso da menina Esmeralda, entre outros. Nestes casos deverá sempre prevalecer o bom-senso.
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Bem visto. Um tiro no pé, portanto. Um dia o feitiço vai virar-se contra o feiticeiro. Estas declarações da AI são por isso suicidas.
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Sobre #27:
Agora apanhei um susto. Mas depois segui o link e vi que este Lidador não é “o” Lidador.
É que comparar o islão ao caso Esmeralda é mesmo surreal.
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Será que algum dia o Daniel Oliveira perceberá a diferença entre guerra e terrorismo? Aceitam-se apostas. Eu aposto em “nunca”.
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O general Loureiro dos Santos, no dia seguinte às declarações do cardeal, disse na SIC que o que aquele disse é a pura verdade.
O sarilho para uma católica não é só ter de se converter ao islão, mas também perder direitos adquiridos — passa a ser subordinada ao marido, por exemplo. Além de que a lei islâmica quanto ao divórcio é absolutamente incompatível com a cristã e, por extensão, com a lei civil portuguesa, que se funda naquela.
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Sobre #29:
“Comparar o Islão ao caso Esmeralda”… Incrível. Sem comentários. Mentes limitadas nunca perceberão. Tire as palas meu caro e perceberá que a análise é sobre a ética do discuro correcto.
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Sim, devo ser muito limitado. Elucide-me lá, então.
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O João naquele dia tinha tido um dia para esquecer. Esta crise, que já a sentia chegar tinha-lhe batido à porta da empresa. “Baixámos a facturação João” disse Mendonça. “E como se não bastasse a China está a vender o nosso produtos mais barato”. “mas são de qualidade dúbia, no mínimo, Sr Mendonça”. “Sim. mas as pessoas querem o mais barato. Compreenda que eu também vou sentir saudades disto, mas vossê é novo. Vai aguentar”.
Enquanto bebericava um café pensou no que tinha. E, no fundo, sentia-se afortunado. Tinha uma mulher e um filho que lhe eram tudo. Pensava agora na mulher. Determinada, inteligente, simpática e descontraída. Tinha sorte. Sempre FALARAM muito e muitas vezes a perspicácia da mulher tinha-o levado a ver por um prisma diferente determinadas situações. E isso tinha-o (tinha-os) AJUDADO. Por Sorte ela TRABALHAVA numa empresa estável e daria, com algum aperto, para se aguentarem com 1 ordenado por tempo indeterminado. Gostava sempre de LHE PEDIR uma opinião. Como era bom estar com ela. Sempre activa, disponivel. Ela adorava os seus amigos e isso era-lhe precioso. E vice-versa. Tinha inúmeros amigos também. HOMENS, MULHERES, PRETOS, BRANCOS, ATEUS, RELIGIOSOS, de tudo. E não raras vezes SAÍA com eles para se divertir ou simplesmente SOCIABILIZAR.
Já tinham tido os seus problemas, claro. MAS TINHAM ULTRAPASSADO AMBOS, CEDENDO AMBOS UM POUCO ALI UM POUCO AQUI. ia correr tudo bem.
O PEDRO batia na mulher. Ao fim de muitos anos o tribunal decretou-lhe a sentença de 4 anos sem pena suspensa. A juizA disse-lhe que era lamentável e deplorável o seu comportamento e relembrou-lhe os direitos e a liberdade na procura da felicidade de qualquer CIDADÃO e na acção perversa que ele teve na distorção daquela realidade.
A joana estava Felicissima. Tinha arranjado um EMPREGOna empresa onde ela sempre sonhou, os pais tinham oferecido um CARRO e tinha um namorado que, por sorte, era muito querido pela família. Ficava pr vezes admirada com a rapidez das coisas. Os pais, livres das limitações religiosas não se importvam que o namorado passasse a noite lá em casa. No MESMO quarto. E NÂO ERAM CASADOS.
A teresa engravidou do namorado. Não eram casados. Não queria, foi a badajoz fazer um ABORTO.
É nos países muçulmanos que estas histórias acontecem tooooodos os dias. Daí recomendar às pessoas dos posts acima que: 1. se forem mulheres casem com um muçulmano.
2. Se são mães e pais casem a vossa filha com um muçulmano. É porreiro pá saber que lá elas são livres.
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passem isto à Amnistia Internacional se fazem favor, e eles que digam qualquer coisa:
http://www.youtube.com/watch?fs=1&eurl=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fv%2FiWGA8i6scYY&v=iWGA8i6scYY
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Que vergonhança a AI .A mostrar serviço na secção Portuguesa.
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D. José Policarpo é uma daquelas pessoas que dizem – como se pôde ouvir – «O Al Corão».
Alguém, com caridade cristã, lhe devia explicar que «Al» significa «O», pelo que a designação correcta é «O Corão».
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Caro Medina Ribeiro
Essa é uma questão controversa. No entanto, a maioria dos estudiosos da língua e do islão recomendam a forma “Alcorão”, uma vez que é antiga. Da mesma forma, não dizemos O Garve, a catifa, o súcar, a ranja, o mazém, mas sim Algarve, alcatifa, açúcar, laranja, armazém, etc.
Quanto a mim, uso Alcorão, mas cada um que diga como gostar mais.
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Esta segunda crítica parece-me bem mais acertada que a primeira.
Lá porque a AI critique o cardeal, não quer dizer que esteja contra o seu direito de exprimir a sua opinião.
Mas é verdade que, dadas as posições – louváveis – que defende a AI, não deveria ter tecido essas críticas ao cardeal.
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algumas deixas…
é interessante notar que a frase do cardeal tenha causado tanta celeuma, num país (e num povo) que cada vez mais se assume como laico (não fiz a separação de termos de propósito). Acho que continuamos, como sempre, mais preocupados com aquilo que dizem de nós do que propriamente termos nós uma opinião própria e pessoal. Não foi a afirmação do cardeal que despertou todo este buliço, mas sim a opinião que tiveram sobre a declaração do cardeal…
– infelizmente, já não me lembro como reagiram aos cartoons á uns meses atrás…gostaria que avaliassem qual a diferença da responsabilidade deles perante a sociedade europeia e a do cardeal português…
que isto tudo fosse só um passatempo na comunicação social…seria uma maravilha…
que temos que tentar compreender os sinais dos tempo??? uma verdade…
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