O declínio de uma ONG
15 Janeiro, 2009
Amnistia Internacional arrasa D. José Policarpo
A Amnistia Internacional considera «discriminatórias e separativas» as declarações do cardeal-patriarca de Lisboa sobre o casamento entre católicas e muçulmanos, sustentando que fomentam a «intolerância» e atentam contra o «espírito de fraternidade e paz».
A Amnistia Internacional, que se notabilizou por defender a Liberdade e Expressão, preocupa-se agora em ditar o que se pode e o que não se pode dizer. Novos tempos, novos valores, novas prioridades.

Lamentável…mas se calhar entende-se face a uma crescente deriva e reforço da WRW. A repensar a minha colaboração, de certeza.
Spartakus.
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O que é que isso tem a ver com a liberdade de expressão? A aministia não tem o direito de se expressar e dizer o que pensa de tais declarações? Quer censurar a AI?
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JM na sua fase padreca!
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««O que é que isso tem a ver com a liberdade de expressão? A aministia não tem o direito de se expressar e dizer o que pensa de tais declarações? »»
A Amnistia tem direito ao que quiser ter. Não é esse o ponto do post.
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Os Muçulmanos ainda não perceberam que o Diabo são eles próprios. Quando descobrirem a verdade passarão a apedrejar-se uns aos outros e o Mundo ficará menos poluído.
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Tudo o que diga a AI de bom acerca de Portugal é mau para os Portugueses legítimos de certeza.Aquilo é mais uma sucursal da antiga URSS em roda livre…
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Que eu saiba, D. Policarpo não expressou uma opinião pessoal. O que disse, disse-o c omo Cardeal Patriarca e representa portanto o pensamento da Igreja e pode ser lido como uma posição desta em relação aos casamentos inter-religiosos entre Católicos e Muçulmanos.
Neste contexto, a Amnistia tem toda a razão no que diz. Dizer que o casamento com um Muçulmano é um molho de bróculos, não é propriamente um gesto simpático e que vise fomentar o diálogo e cordialidade entre as várias confissões. Pelo contrário, focou a atenção de uma série de gente que andava entretida com outras coisas sobre as diferenças culturais em relação a uma minoria religiosa e com uma atitude crítica em relação a esta.
Mas já que D. José teve a coragem de dizer o que disse, podia também ter a coragem de o assumir. Dar o dito por não dito é que é uma emenda pior do que o soneto.
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ou seja, D.Pelicarpo diz baboseiras – que os bispos já se apressaram a “clarificar” – e quem o critica não está a ser “politicamente correcto”… não há paciência.
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Joao,
pelo menos lendo a transcrição que colocou no post apenas posso concluir que:
– A Amnistia está a tentar “ditar o que se pode e o que não se pode dizer.” relativamente ao Cardeal, da mesmissima forma que o João está a faze-lo.
O que me parece é que o JM, não está a impor o que a Aminstia pode dizer, nem lhe passa pela cabeça limitar a liberdade de expressão da Amnistia, mas não concorda com a posição por eles expressa e está a manifestar a sua opinião critica. Perfeitamente legitimo…
Assim como legitima será a opinião expressa pela Amnistia, e que é critica para com o Cardeal.
Ou então será que é só o João e o Cardeal que podem opinar, sendo criticos quando pretendem…
…e cabe á Amnistia ficar em silencio não se manifestando a sua opinião ???
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Não é esse o ponto do post.
Ai não? Então a AI critica D Policarpo e o Joao Miranda vem com o direito de expresão. E o Joao Miranda criticar a AI dizendo que é o declicio, já não é limitar a liberdade de expressão? É Deus Joao Miranda?
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O que a AI quer é que o Louçã dê o exemplo.Case a sua filhinha com um preto ou com um muçulmano.Com os seus 11% de votos da multiculturalidade agradecida pelas benesses que ele e os amigos lhes deram escravizando o seu próprio zé povinho, só mais esse gesto de imensa humanidade que é entregar a filha ao diferente é que aquilo descolará para voos mais altos do que o minarete da mesquita de Lisboa…
Não podem ser só as velhas a arranjar um jovem paquistanês, ou velhas deputadas a arranjar um preto cobridor.Que dê a sua filhinha para vermos como ele é sincero na sua política de engenharia social…
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««Assim como legitima será a opinião expressa pela Amnistia, e que é critica para com o Cardeal.»»
Legitimissima. Mas o ponto do post também não é esse.
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A mim só de suspeitar que os meus impostos servem para alimentar animalhas como esses da AI fico cheio de bolhinhas pelo corpo todo…
É que nunca ouvi esses FP a clamar protecção aos ourives e outras vítimas que eles com a sua acção promovem…
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«A organização recomenda que D. José Policarpo se retrate publicamente…»
Isto sim é cercear a Liberdade de Expressão.
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Deus meu.
O CAA, bem que tinha previsto problemas. Mas não tinha previsto tanto.
Acordem portugueses e parem de discutir e desacordar.
Reunamos as nossas energias para salvar o nosso País.
E mais quem com ele se quiser salvar.
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O ex-“candidato” (*) a Papa passou-se !
Quer na questão dos muçulmanos, quer no caso dos homossexuais.
Há dias assim…”para dar nas vistas”.
Interrogado por Fátima Campos Ferreira, num casino, depois dum bom jantar e entusiasmantes conversas, perante uma platéia que antes ou depois “pecou” na roleta ou nas machines, o que se deveria esperar dum bispo ? — “dar nas vistas” !
Pensei, não só por este episódio, mas até há cerca de 1 ano, que José Policarpo, Dom, fosse intelectual e culturalmente mais “aberto” e estimulante.
As sociedades sem constrangimentos para entender e eventualmente estabelecer laços matrimoniais com muçulmanos, são as ocidentais, por Policarpo “avisadas” !…
E Mário Soares, que preside a uma associação inter-religiões, desde ontem nada diz, a propósito ?
(*) lobby imprensa portuguesa e francesa
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Ouvi sim uma imensidão de FP sempre a dizer: temos que ganhar menos para outros ganharem mais.E donde vieram os “outros”?Dop resultado da anterior camada de politicamente correctos: dos anti-colonialistas ás ordens de Moscovo…
E nós ( e os descolonizados)a acumularmos e a pagarmos consecutivamente essas asneiradas todas… agora os FP querem dar as filhas aos muçulmanos? Mas quem os impede?Isso ou apanhar no cu… Agora tentem generalizar que alguém se aleija…
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A Amnistia Internacional precisa de ler o Alcorão.
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É a acção mais humanitária que podemos ter: salvar o nosso País
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O Mario Soares trabalha nas religiões de borla ou ainda recebe por isso?
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Julgo que a esmagadora maioria das pessoas deve desconhecer que, num casamento entre um muçulmano e uma cristã, esta última deve abdicar da sua confissão religiosa, uma vez que o Corão não permite casamentos “mistos”, mas sim unos e íntegros na fé de Alá.
É para este tipo de situações que o Cardeal Patriarca chamou – de forma pertinente e clara – a atenção dos portgueses. Não me posso esquecer da forma castradora e submissa como as mulheres são tratadas nas sociedades islâmicas e não calo a minha revolta por ser politicamente correcto dizer que devemos defender a “inter-religiosidade” e o “diálogo ecuménico” calando as nossas convicções e subjugando o que pensamos em nome da “paz”. É chegado o momento de dizer: BASTA!
Já lá dizia a sabedoria popular “quanto mais nos baixamos …”
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esta ong já se afogou há uns anos
deixou de ser séria
expus-lhe um problema respondeu não poder tratar
um “poderoso” colocou situação idêntica e resolveram o assunto
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Mula da Comprativa,
Sei que Vc. só questiona, mas… “De borla” ? Soares, “de borla” ? Desde o debate de ontem de Sócrates vs Oposição não me ria tanto….
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Uns merdas que até colocam luvas e lenços na cabeça para irem entrevistar um embaixador do irão em lisboa e que de certeza nem cuequinha levava tal a vontade de se sujeitar querer levar os outros em ombros a fazer o mesmo?
Mas esse FP não vêm como são tratados os cristãos no mundo muçulmano?Mortos aos milhares?Sem direitos e na clamdestinidade?Sem liberdade religiosa?Em muitos países arriscando morrer?
E os traidores que cá temos a querer vender mais qualquer coisinha?E a tentar obrigar os outros a fazer o mesmo?
A miséria moral dessa gaijada mete nojo.O esterco que têm na cabeça deveria aconselhar a internamento compulsivo…
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19,
Reme, reme contra a maré !
Gabo-lhe a intenção. Não lhe recomendo o esforço. Conselho de amigo: pense mais em si e nos seus. Infelizmante.
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A Amnistia Internacional nunca teve como um dos seus objectivos principais a defesa da liberdade de expressão.
A Amnistia Internacional defende a liberdade de expressão desde que esta não incite à discriminação. Se for esse o caso, secundariza a liberdade de expressão e faz ela bem.
Este caso deve servir para demonstrar aos blasfemos os limites das liberdades individuais. Ninguém quer proibir o Cardeal Patriarca de dizer o que disse: agora deve arcar com as responsabilidades associadas. Liberdade é responsabilidade.
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Imaginemos que se um trabalhador da Pepsi casasse com uma trabalhadora da Coca-Cola, todos os filhos que resultassem dessa relação seriam obrigados a beber Pepsi até ao fim da vida.
Não será natural que o «patrão» da Coca-Cola diga às suas colaboradoras, às pessoas que acreditam nele para não casarem com um gajo da Pepsi senão vão arranjar um monte de sarilhos?
Isto é tudo uma questão de mercado, primeiro estranha-se depois entranha-se.
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Respondendo ao João Miranda: não vejo onde possa estar o declínio da AI. A AI estaria em declínio se não respondesse perante a discriminação.
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Os cobardes e traidores que andam a colonizar-nos com pessoas e ideias estranhas que se cuidem.A malta é do 8 ou do 80.Quando abrir caça aos traidores vai tudo á frente.E não vai haver AI,BE nem o caralho que lhes valha…
A paneleiragem do politicamente correcto que não pense que isto é tudo deles.A malta está a “encher” e quando rebentar rebentamos com eles todos!Fartos de traidores!Pagos como Judas!
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Cala-te Policarpo, fuma menos e trabalha mais
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Fónix: eu sou BURRO! Mas onde raio está a discriminação?
A AI não tem que censurar. Tem que fazer precisamente o contrário. Ou era assim, antes de aparecer a HRW e ela estar a encostar-se a cantos pouco claros.
Querem mais: bom. EU OUVI E FUI ALERTADO EM TERMOS MUITO MAIS VIOLENTOS, há 6 ou 7 anos, contra o espírito subjacente à comunidade islâmica sunita portuguesa por outros MUÇULMANOS. Gente séria e com formação até teológica. O que teria sido se essas opiniões fossem transmitidas. Acordem e sejam sérios.
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JM,
Qual é o espanto com a AI? Desde que há uns anos disseram (por causa da guerra no Iraque), que aquele tinha sido o ano de maiores violações dos direitos humanos desde a segunda guerra mundial, esquecendo o Camboja, América Latina,Ruanda, etc, já nada me espanta nessa organização politizada.
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O homem fez uma afirmação pragmática em defesa de mulheres, e jovens portuguesas sobre a realidade muçulmana e internacional PRESENTEMENTE. Consequentemente a Amnistia (mal empregado dinheiro) é anti~feminista, misógina, e altamente discriminatória.
Retira-nos o direito de nos defendermos e de descobrirmos como podemos continuar a tolerância religiosa e racial em que temos vivido à centenas de anos. No seio da total intolerância e incomensurável asneirada que nos cerca.
Faz afirmações da boca para fora, sem qualquer conhecimento ou consideração por intervir assim, num País que pode dar lições a todo o mundo (e a eles também, tenho a certeza) sobre ausência de discriminação, intolerância e separatismo.
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O cardeal não disse nada que fosse mentira.
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Amnistia Internacional já há muito que está do lado dos “activistas”. É mais uma daquelas organizações anti-ocidentais.
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A propósito do 32. :
http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/middle_east/3749055.stm
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««A Amnistia Internacional nunca teve como um dos seus objectivos principais a defesa da liberdade de expressão.»»
Em que história alternativa é que isso ocorreu?
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Mr. Jóão Miranda,
Possivelmente Vc não conhece a História e as posições da Amnistia Internacional desde que foi criada.
Confunde tempos e acções da mesma.
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O pior é que já vejo o que isto vai ser.
Já vejo os jornalecos todos por esse mundo fora que nem sabe onde Portugal fica – a não ser quando é para explorá-lo e roubá-lo – a entrarem em euforia!
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19: siga o conselho de MJRB
e atente no seguinte:
“O código cósmico” (a física quântica como linguagem da natureza)
«Se é que existe uma tal consciência colectiva, não faço a menor ideia de como comprovar a sua existência. Aqueles que apelam para uma consciência colectiva como «a vontade do povo» fazem-no geralmente para servir os seus interesses ou as suas opiniões políticas ou sociais»
Heinz R. Pagels, Gradiva (Lisboa)
PS: salvar o Império, como nos anos 60/70?
salvar a Democracia, como nos dias que correm?
Cure-se.
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Filipe Moura,
«A Amnistia Internacional nunca teve como um dos seus objectivos principais a defesa da liberdade de expressão.
A Amnistia Internacional defende a liberdade de expressão desde que esta não incite à discriminação. Se for esse o caso, secundariza a liberdade de expressão e faz ela bem.»
Primeiro, não vejo onde é que o Cardeal incitou à discriminação.
Depois, seria bom que a AI tivesse o mesmo empenho nos países muçulmanos, todos com excepção da Turquia, em relação ao que lá se diz acerca de:
– casamentos mistos;
– casamentos laicos;
– liberdade religiosa;
– direitos das mulheres;
– direito de abjurar a religião muçulmana…
etc.
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33. deveria estar : há centenas de anos
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««Respondendo ao João Miranda: não vejo onde possa estar o declínio da AI. A AI estaria em declínio se não respondesse perante a discriminação.»»
Filipe,
Como é que a expressão de uma ideia pode ser discriminatória? Ainda por cima quando estamos perante uma questão factual?
Por outro lado, o prestígio que a AI ainda tem não foi obtido através de declarações moralistas como as citadas no post e que interferem na discussão pública de um país onde o debate é livre e não existe nenhum perigo de discriminação religiosa. O prestígio da AI foi obtido durante o período da sua história em que lutou pela liberdade de expressão e contra a tortura de pessoas concretas em ditaduras detestáveis. O declínio da AI ocorre a partir do momento em que deixa de ser capaz de estabelecer prioridades e começa a fazer luta política no interior de sociedades sem problemas relevantes de direitos humanos. Aquilo que a AI disse sobre as declarações do Cardeal podia ter sido dito por qualquer partido político. É uma posição de facção que em nada contribui para resolver aquilo para que a AI foi fundada.
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41. com certeza.
E etc. etc.
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A razão pela qual a Amnistia Internacional foi criada é explicada aqui.
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««Possivelmente Vc não conhece a História e as posições da Amnistia Internacional desde que foi criada.»»
Olhe que se calhar conheço. E se calhar percebo que a ideia inicial da AI nada tem a ver com a ONG das causas da moda em que se tornou.
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“Amnesty International was founded in London in July 1961 by English labour lawyer Peter Benenson. According to his own account, he was travelling in the London Underground on 19 November 1960, when he read of two Portuguese students who had been sentenced to seven years of imprisonment for having drunk a toast to liberty.”
Quem serão esses portugueses? Já estão no Governo ou são do BE?
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desses «portugueses», uma era Agostinho Neto (futuro presidente de Angola), o outro não sei.
Foram presos por terem gritado, julgo que no Rossio, «Viva a liberdade».
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Credo, inda vão excomungar a Amnis tia Internacional.
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http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356275&idCanal=12
Ring a bell?
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Não ouvi a amnistia internacional protestar contra o livrinho que diz como bater na esposa muçulmana sem deixar marcas no corpo.
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A Helena e os Blasfemos souberam que hoje Israel bomabardeou um edíficio da UN em Gaza? Com bombas de fósforo?
Nã, hoje estiveram o dia todo a trabalhar e não lerem jornais, nem ouviram rádio. E o JM esteve ocupado com o D. José Policarpo.
Deixo-vos um video da CNN:
http://edition.cnn.com/video/#/video/world/2009/01/15/bpr.un.in.crossfire.ging.cnn
Com bombas de fósforo? Impossível. Todos sabemos que são proibidas.
http://en.wikipedia.org/wiki/White_phosphorus_(weapon)
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A Amnistia Internacional está a ficar uma vergonha, desde há uns anos para cá!
Então já quer cortar a liberdade de expressão?
Censores armados em “sabemos tudo”?
Aliás, nasceu muito torta!
Durante os crimes do leninismo e do estalinismo e do maoísmo- que somam mais de cem milhões de mortos- os “indignados” com a falta de liberdade de expressão meteram o rabo entre as pernas, caladaram-se cheios de medo e cinismo.
Covardes!
E só se lembraram da falta de liberdade pq uns gajos foram pressos- MAS FICARAM VIVOS- por falar.
E as vítimas aos milhões?
Não mereceram a “compaixão” dos srs. “defensores” da liberdade de expressão?
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# 52- Abra os horizontes e informe-se sobre a matança de mulheres À pedrada na Palestina por supostas relações extra-conjugais (extra de quem, se os homens têm 4 mulheres, símbolo de civilização???)
Ou leia o livro “Queimada Viva” edições ASA
Familiares de uma rapariga pregam-lhe o fogo por não aceitar o casamento- prática que se utiliza em todo o mundo islâmico.
Vem agora armado em humanista:
O que fez para denunciar estes crimes contra a humanidade que existem há 1400 anos?
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JB, 40
Infelizmente, os tempos que vivemos são propícios à não-solidariedade, “coisa” que os portugueses, pela bondade intrínseca e alguma alarvidade misturada, têm rejeitado. Os portugueses são dos cidadãos mais solidários que conheço !
Tenho notado sinais de indiferença, sobretudo nas ruas e no metropolitano. Culpa de quem ? Do “esquema” vivencial de alguns (CEO’s, políticos, banqueiros, etc,etc) que incutem uma retracção face ao acto de doar… Para além da incerteza sobre o futuro.
Felizmente posso dar. O que não tolero é a “esperança” de governantes na resolução de problemas via caridade…
E os testemunhos de taxistas indiciam –nota-se !– cada vez mais gente empobrecida nas ruas e avenidas.
2009 vai ser um ano trágico para muitos !
E VAI HAVER “ESTALADA” DA GROSSA !
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Mr. João Miranda, 46
Note, sff: eu não reportei à Amnistia Internacional ACTUAL… E SE APRECIADA POR PAÍSES.
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A verdade é mais importante do que a “tolerância”.
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O melhor é acabar com os blogs, pois pela lógica da Amnistia Internacional e outras associações travestidas na defesa dos “direitos humanos ” estes blogs são descriminatorios, racistas e xenofobos. E podemos ofender os muçulmanos, o que não é conveniente. O que a amnistia internacional deveria criticar, se não fosse o que é, é a razão da não assinatura da carta dos direitos humanos na ONU, pela maior parte dos países árabes e muçulmanos do médio oriente. A carta dos direitos humanos concede direitos iguais a homens e mulheres e a não descriminação em função da etnia ou religião, o que é liminarmente rejeitado pela sharia, a lei islâmica implementada nesses países.É esta verdade que não se pode dizer no ocidente, em nome do politicamente correcto.
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“Isto sim é cercear a Liberdade de Expressão”
olha quem fala.o homem que apaga comentários quando estes não lhe interessam.
pfff…
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Mas onde está esta AI quando os mulah ou mesmo um presidente de um país trata os kaffir como chamando-lhes porcos e cães?
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Francamente, não entendo a polémica gerada à volta das declarações do cardeal-patriarca.
Ele tem toda a razão, e, na sua qualidade de superior hierárquico da igreja católica, tem toda a legitimidade para alertar essas “cabecinhas de vento” dos perigos em que incorrem, se porventura, decidirem unir-se através do matrimónio a individuos oriundos de outras culturas, sobretudo a islâmica.
Existem tantas razões para que isso não deva acontecer, a começar pela prática da poligamia, só reconhecida aos homens, em que, no caso da sociedade portuguesa, conservadora e maioritariamente católica, é inaceitável do ponto de vista cultural e ético.
Isto não quer dizer que não se deva respeitar a cultura islâmica, muito pelo contrário.
As ONGs, de uma maneira geral, têm esse grande defeito: analisam os problemas por “cima da rama”, não indo ao âmago das questões. Chama-se a isso a táctica da diplomacia.
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«olha quem fala.o homem que apaga comentários quando estes não lhe interessam.»
Anónimo bem conhecido,
Eu não apago comentários – limpo as paredes da casa de banho que alguns persistem em conspurcar com insultos e difamações anónimas a quem põe a cara e o nome no que escreve.
Vá lá ver a cotação do dia para ver quanto é que fez perder aos incautos.
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O Policarpo estava com o “Changra”.
Fala quando não deve e bebe quando não pode.
De resto, JM mude o disco, é um cheirete que transada, ha gajos que estão com diarreia e peidam-se por dá cá aquela palha.
Cheirete
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“O que fez para denunciar estes crimes contra a humanidade que existem há 1400 anos?”
Não devo ter feito menos que o Sátiro. Mas crimes de há 1400 anos não são actualidade. Se não tínhamos de falar do Saladino e dos Cruzados. E do Afonso Henriques contra os Mouros. E neste campo sei bem de que lado estou.
Mas repare: todos sabemos que a civilização árabe parou no tempo. Muita por culpa dos wahabitas e do seu radicalismo. Todos sabemos que nos países árabes as mulheres não têm os mesmos direitos que os homens (Já vi no ultramoderno aeroporto do Dubai uma senhora com uma coisa que, se não era, parecia um açaime).
Também sabemos que o Hamas é uma organização terrorista. Que até merece o que lhe estão a fazer em Gaza. A questão é que dos mais de mil mortos, muitos são inocentes.
E o ataque de Israel não aconteceu por causa dos rockets. Aconteceu porque:
1. Estão em campanha eleitoral
2. Obama toma posse dia 20
Foi puro calculismo. Indiferente à morte de inocentes. Não respeita as UN nem a convenção de Geneva. Não tem defesa.
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“A Helena e os Blasfemos souberam que hoje Israel bomabardeou um edíficio da UN em Gaza?”
Só fez bem. Estavam a disparar de lá.
“Com bombas de fósforo? Impossível. Todos sabemos que são proibidas.”
Não não são proibidas em lado nenhum. E não são bombas são granadas de artilharia para fazer fumo.
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“Vá lá ver a cotação do dia para ver quanto é que fez perder aos incautos.”
Big Brother is watching you? Essa foi arrojada, CAA.
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“E não são bombas são granadas de artilharia para fazer fumo.”
Bem me queria parecer que ouvi citarem o Pinheiro de Azevedo: “É só fumaça”. Mas parece que o Ban Ki-Moon não acreditou.
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uma Mula sempre foi uma Besta.
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Tente matar alguém com uma coisa daquelas.
O mais engraçado é nestas coisas é que se vê a manipulação mediática. Faltava tudo em Gaza, comida, etc. uma desgraça! Apesar das webcams de Gaza mostrarem carros e bastante trânsito, fotografias dos mercados com comida…
Agora parece que foram destruídos milhares de toneladas… em que ficamos?
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Façam a experiência e sujeitem-se às “bombas de fósforo” !
Para a (só) “fumaça”, um conselho: levem tampões e coloquem em todos os buraquinhos do vosso corpo ! Vão inchar como o caraças !
E um “cotonete” para o buraquinho da pilinha, não se esqueçam.
Depois, venham aqui ao Blasfémias relatar a “só” inalação de fumo…
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Já investigou o que se passa “Villa Marista”, ou o “gavetão”? Israel atingiu instalações da ONU? Foi descuido mas é bem feito (se não tiver morrido ninguém). Os capacetes azuis não fazem vista grossa ao armamento que circula da Síria para o Hezzebollah?
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A bomba de fósforo será pior que o gás lançado no teatro de Moscovo? Ou a pira em que 780 deportados caucasianos por Estaline foram queimados de uma vez só?
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69,
O que é que vc. queria ver ? Bancas absolutamente vazias de comida ?
Se visse isso nas televisões não o irritaria mais, porque justificaria a verdadeira precaridade da vida em Gaza ?
Note, sff: Não apoio o Hamas. Apoio a Palestina, Estado de Direito, reconhecido pela ONU.
Conheço Israel. Conheço a Palestina.
Não confundo Israel com os FDP ortodoxos, gangsters e gatunos por natureza.
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MJRB – 55
«2009 vai ser um ano trágico para muitos»
Se fosse só isso, 2009.
Quanto ás consequências, e oxalá os problemas não estejam aí para uma década.
Tenho de facto muita dificuldade em comparticipar em peditórios para hospitais ou bombeiros, quando sabemos dos crimes económicos sem fim de ministros e autarcas. Do regime.
De resto, muito de acordo quanto à «estalada da grossa». Já está a suceder, com as ondas de assaltos que vamos tendo.
Infelizmente, sem surpresa para alguns de nós.
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argumento com uma lógica curiosa, João Miranda… quer dizer que quando aqui no Blasfemias (campeao da liberdade de Expressão) se criticam declarações de alguém,se está a atentar contra a liberdade de expressão dessa pessoa?
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“Ou a pira em que 780 deportados caucasianos por Estaline foram queimados de uma vez só?”
O Estaline? É do Hamas ou do Hezbolah?
E o Átila? E o Sitting Bull? O Robespierre? O Mao?
Eh, pá, então lembre o genocídio dos arménios pelos otomanos, que sempre eram do Islão.
Gandas massacres, sem dúvida. Desculparão que se bombardeie inocentes?
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JB, 74
Em Portugal, a Crise ocasionalmente acelerada, socialmente profunda, e por tudo imparável, ocorrerá até meados de 2010. Atingirá o zénite.
Depois, como infelizmente a vasta maioria dos portugueses não têm hoje e nesse ano muito menos terão o chamado “pé-de-meia”, as consequências sobre as suas vidas dramatizarão o quotidiano.
Desesperos, muitos. Fome, bastante. Carências, evidentes.
Creio que a verdadeira ESTALADA GROSSA surgirá via desesperos. Por emquanto, só umas lambadas verbais.
E prevejo que muita gente sairá “à rua” !
Por incrível que pareça, a Sócrates convinha-lhe que Manuel Alegre criasse um partido.
Esta minha tese-conclusão radica nisto: o descontentamento, não só na “esquerda” do eleitorado, mas sobretudo na sociedade que não quer votar nos partidos do “arco-do-poder” nem no PC, concentrar-se-ia nesse partido ou Frente.
Criaria uma espécie de “esperança” nos desfavorecidos.
Evitaria animosidades “perigosas”, possivelmente evitaria a CHAPADA GROSSA.
MAlegre tem (ainda) algum carisma, fala aos desesperados — viu-se nos resultados das presidenciais.
Mas Alegre não vai criar coisa alguma. Alegre vai ser “serenado” e possivelmente candidato do PS à ARepública e, em 2010, candidato a PR.
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Curiosa essa associação.
É de direita, é por Israel. É pelos palestinianos, é comuna.E anti-americano.
Gostava de ser assim. A preto e branco. Sem matizes cinzentos. Era mais simples.
Nem sou por Israel nem pelos Palestinianos. Embora confesse que se estiver a ver um jogo de futebol ( se não jogar o Sporting, Portugal ou o ManUnited) torço sempre pelo mais fraco.
Nunca gostei de ver os matulões a bater nos mais fracos. E indefesos. Se calhar é algum trauma de infância.
Não sou comuna nem de direita. Nem PS nem socratino. E isso é confortável porque sou como o Miranda. Posso dizer mal de quem me apetece. E defender quem quer que seja.
Não gosto do Bush, nem do Osama. Mas,nessa luta, sei bem de que lado estou.
Ah, e o Estaline, nunca me esqueço do Jacques Brel e do Aldo Maccione “era o gajo que não sabia guiar Ferraris”. Nunca gostei dele por isso.
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78. Ordralfabetix
Somos dois. E há outros.
“”É de direita, é por Israel. É pelos palestinianos, é comuna.E anti-americano. “”
Isso era dantes!
Era a “visão” do Blasfémias até aqui há bem pouco tempo. Mas há grande evolução nesse aspecto.
E quando a gente não andar cá, e alguém voltar a bradar dessas mentiras… que se saiba que é um cobardola qualquer que não merece ser escutado/a.
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#64:
Antes do Afonso H. isto era Cristão, apesar das invasões bárbaras.
Os mouros chegaram e dizimaram tudo, tal como no Norte de África e Arábia.
E faziam o mesmo k agora.
Essa treta de k nessa altura eram porreiros, só foi o wahabismo, é mesmo treta.
O Corão/Sharia sempre foi pela lapidação de mulheres, poligamia (o Saladino andava por mais de mil…) anti-álcool, crimes de honra, estrutura tribal da sociedade, totalitária etc.,etc..
Se não fossem os cruzados e os Afonsos, esta cambada k por aqui anda a defender os sarracenos tinha k pôr o cú pró ar 5 x por dia, proibidos de beber uns copitos nos bares, obedecer oa chefe da tribo e… oferecer-se para suicida comas tais 72 virgens à espera.
A explicação mais razoável para serem tão amigos é o açaime k gostavam de pôr nas mulheres, o k só demonstra as frustraçõezinhas em que vivem.
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“O Corão/Sharia sempre foi pela lapidação de mulheres, poligamia (o Saladino andava por mais de mil…) anti-álcool, crimes de honra, estrutura tribal da sociedade, totalitária etc.,etc..”
Pois. Mas nós também tivemos a Inquisição e evoluimos. Eles não.
“Se não fossem os Afonsos”
Como disse antes, sei bem de que lado estou. O que não invalida o que escrevi na segunda metade do 64. O Sátiro só olho para a primeira. É selectivo.
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caramelo,
«quer dizer que quando aqui no Blasfemias (campeao da liberdade de Expressão) se criticam declarações de alguém,se está a atentar contra a liberdade de expressão dessa pessoa?»
No Blasfémias não se diz a quem se discorda para se retratar. Nem se acusa de discriminação quem diz que os factos são o que são.
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É “retractar“, não “retratar”. É da família de “retrair”, “retracção”, etc., não de “retrato”.
Desculpem estar a chatear, mas é só para o erro não alastrar ainda mais.
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“que incutem uma retracção face ao acto de doar…”
Então os banqueiros é que incutem? Que entidade leva quase 50% daquilo que quem trabalha recebe para na maioria dos casos o estoirar de forma duvidosa?
Se existem pessoas que dão 50% daquilo que ganham ao banqueiro, fizeram-no por sua livre vontade. No outro caso, existe tudo menos vontade, e a avaliar pela forma como é gasto, a vontade tende para zero. Resta a coacção.
Diga lá então, que espaço existe para doar?
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Tanta merda, tanto latim, tanta indignação e choque…
Mas o homem disse alguma mentira?
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82
CAA, em primeiro lugar, eu acho que o CAA está a corrigir o tiro do João Miranda; em lado nenhum do seu post ele refere a retractação. O meu comentário era ao post do JM. O JM, sobre comentários semelhantes, diz o costume: a malta não percebeu o seu post. A malta é burra, portanto…
Em segundo lugar, CAA, nem sequer o apelo à rectratação, no caso, configura qualquer limitação da liberdade de expressão. O apelo à retractação, por parte de qualquer organização privada, uma ONG, um blog, qualquer privado, não representa qualquer limitação à liberdade de expressão. Isso é ridiculo e nem precisa de grandes elaborações. O CAA, quanto mais não seja porque é jurista, devia saber isso.
Mas estes ataques à AI são parte da sua História. Nada de novo e a AI tem de viver com isso. Olhe, também os paises árabes e o Irão lhe disseram montes de vezes que se meta na sua vida. Poucos governos, aliás, nutrem grande simpatia por essa ONG.
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Será que o presidente do Irão já se retratou de ter chamado aos cristãos de porcos e aos judeus de cães e todos tratados como tal?
A ele a AI nem ninguém aponta sequer o dedo.
Os “sarilhos” é que são coisa grave.Muito grave mesmo.
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85.
É esse o problema.
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I take the liberty to quote:
“The Shi`ite institution of mut`a or sighe (temporary marriage) is quite well known, being the subject of an English language book, Law of Desire: Temporary Marriage in Shi’i Iran, but many fewer are aware of its rough equivalent in the Sunni world, namely the misyar, or traveler’s marriage. With increasing frankness, the English-language press in Egypt (“Although not new to other Arab countries, the mesyar marriage was brought to the country by Egyptian men who had worked in the Gulf countries”) and now Saudi Arabia (“they persist, with men preferring them over adultery and women prepared, for the sake of having a man at their side, to give up the right to a home, any claim to be kept in style, and sometimes even to have children”) are taking up the issue. Will the Arabic-language press follow? (June 22, 2003)
Apr. 26, 2006 update: The Islamic Jurisprudence Assembly, a Meccan organization, on April 12 issued a fatwa approving misyar marriages, giving the custom a Wahhabi imprimatur. It deems valid “a marriage contract in which the woman relinquishes [her right to] housing and support money … and accepts that the man visits her in her house whenever he likes, day or night.”
July 19, 2006 update: The April decision has had a wide impact in Saudi society, according to Reuters’ Souhail Karam, who finds that “thousands of people” have chosen misyar as a way of staying legal but avoiding the large dowries, extravagant weddings, and other financial obligations a man must undertake in nikah, or standard marriages. Advertisements for misyar marriages abound on the Internet. “I am a 33-year-old Saudi man with acceptable looks seeking to marry a Saudi virgin or a divorcee,” reads one. “Saudi man seeking divorcee living in Jeddah, no objection to children,” reads another. Television personality Rima al-Shamikh says the popularity of misyar results from a youthful population exposed to Western lifestyles through the media and Internet but bound by a strict religious code. One researcher, Suhaila Zein al-Abideen of the International Union of Muslim Scholars in Medina, finds that almost 80 percent of misyar marriages end in divorce.”
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Many times, even in single marriages, Western women are seen by Muslim men as inferior. The correlation between religions that promote polygamy and incest, and child molestation are too great to ignore.
This mentality has lead to underreported rape epidemic in Europe. And it’s not just white women who are getting raped. Muslim immigrants living in inner cities try very hard to control the places they live in through secrecy and closed dwelling (another effect of polyamgous marriage, as you’ve heard in Texas). One clinic in Oslo, Norway says that it can’t even deal with all the rape cases it receives because there are so many.
I was reading an interview from a Swedish newspaper about a man called Hamid. Hamid was a convicted rapist. He said it was okay to rape Swedish women because they have been …before. When asked if he would ever marry, he laughed and said he wouldn’t marry a Swedish sl–, I mean, woman, he corrected and chuckled. He said when he was ready (done screwing Swedish women) he would marry a Muslim girl from his own culture who was a well-mannered virgin.
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Os bacanos do ocidente, não conseguem, eliminar a sua dependência, do petróleo árabe e russo.
Apesar de possuírem superioridade, tecnológica e militar, são obrigados a prestar vassalagem às monarquias árabes.
As liberais mulheres do ocidente gozam as suas liberdades, produzindo pouca descendência, os que as deixa amarguradas. Sentem-se atraídas pela vitalidade da cultura árabe, que proporciona as mulheres, condições psicológicas mais favoráveis, Á PROPAGAÇÃO DOS SEUS GENES.
Parece que muitas, ainda apresentam a fantasia de pertencer ao harém de um sultão, o que é pouco compreensível, mas o que é totalmente esquisito é alguns homens ocidentais não se importarem de ser os eunucos que guardam os haréns dos referidos sultões.
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25. MJRB
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Pessoal, tou a ter dificuldades em encontrar coisas para o meu trabalho sobre discriminaçao religiosa, podiam me dar uma ajudinha?
cumps.
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O que P D S disse é perfeitamente legítimo. Pensar, criticar e expressar em plena liberdade era um dos objectivos da revolução. Do que eu li até agora, foram , na maioria, derivações do assunto principal que o nosso amigo/a P D S sucintamente resumiu.
Uma ONG n têm gente q pensa? Uma ONG não pode expressar-se sobre uma matéria que é sua? Ou fiquei estúpida ou não entendi verdadeiramente o assunto. Peço desculpa se se passa a 2ª situação, mas pela primeira ainda não vou pedir desculpa.
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