Vantagens de sermos “um país de juristas”
24 Janeiro, 2009
Existirem bastantes pessoas que conseguem perceber que a alteração legal à Zona de Protecção do Estuário do Tejo, feita a 2 dias das Legislativas de Março de 2002, impediu que o licenciamento do Freeport colidisse com as determinações de uma Portaria de 1999.
Se isto se comprovar, as declarações de hoje de Sócrates – e às quais está irremediavelmente amarrado – estão erradas e as coisas complicam-se bastante para o agora primeiro-ministro.
23 comentários
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Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas somos capazes de sacudir as moscas …’ Guerra Junqueiro escrito em 1886
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Somos de facto um país de juristas. E de péssimos juristas, que engonham engonham e vão comendo à pala disso. Uma vergonha. Já sei, vai censurar este comentário, como bom liberal (da treta) que é.
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Continuo a pensar que ele tem um problema de carácter extremamente pronunciado. É capaz de dizer que foi o pessoal do ministério que tratou de tudo e logo a seguir participou numa reunião, sem um pingo de vergonha. Parece estar mas é enterrado num pântano de merda até ao pescoço.
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Filipe Santos Costa deu-lhe bem na SICN.
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CAA
Agora você anda para aí a censurar comentários? A fazer fé no #3…Há cada maluco!
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Errata: referia-me ao comentário #2
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Não somos um país de juristas – pobres de nós cujo analfabetismo é muito responsável pelo estado a que isto chegou – mas temos um parlamento, esse sim, composto maioritariamente por juristas. O que não impediu que tivesse sido aprovado por unanimidade o Estatuto dos Açores eivado de inconstitucionalidades. Esperemos que os juristas do Ministério Publico sejam mais esclarecidos e vejam o que “o país de juristas” já viu.
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Zenobio,
Já me censurou um comentário onde eu apenas lhe apontava hipocrisia por, como funcionário público que é, não ter ainda comentado os 2.9% de aumento, tendo nisso interesse próprio. Este senhor, CAA, é moralmente impróprio. E já toda a gente o notou.
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CAA, como jurista explique lá isso da correlação de portarias e coisas que tais. A gente agradece. Nem que depois o Freitas do Amaral seja pago para emitir um parecer que deixe todos os juristas tão, tão, como dizer?, assim como o Sótraques…
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Para o CAA, a acusação de LUVAS não merece um único comentário. Apenas estas minudências sobre portarias e zepes, etc. Tretas de jurista (português), legalista. A ética, já se viu, não é com este senhor CAA. Uma vergonha, para este blogue essencialmente.
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Eleições antecipadas, JÁ! Pode ser em Junho, no mesmo dia das Europeias.
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Vingador
O CAA só destrambelha quando o tema é FCP. Aí entra em Tilt, deixa mesmo de funcionar. LOL
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Falta em Portugal vários decisivos e importantes elementos democráticos:
Justiça, Equidade e verdadeira igualdade, não retórica de ….
“Watch Dogs” com voz, garra e dentes
“Think Tanks” sérios que não revolvam a volta dos umbigos dos políticos locais…
“Verdadeiro Jornalismo independente de investigação e de opinião” com garra e sem medo…
“Uma verdadeira Televisão…”
Infelizmente o Blasfémias não pode ser tudo…. e tem sido tudo…
Alguma vez por exemplo a SIC ou quem quer que seja teve a coragem de debater seriamente os Tribunais de Família e o Poder Paternal…?
Há tantos tabus…
Quem se atreve a falar contra o sistema… Matrix… ninguém quer a pílula encarnada, a azul é mais conveniente…
E o sistema auto defende-se, “código 12” como no filme “a troca”…
Galileu Galilei já passou pelo “código 12”…
Mastro Cecco, “código 12” e morte…
Luis Marques esquarteja-se já… na praça do comércio… razão atreve-se a amar os seus queridos filhos… atreve-se a dizer a verdade e factos…
“Tem toda a razão. Em Portugal apenas 3% das custódias são atribuídas aos pais, desses 85% são por motivo de viuvez. Em Portugal para se ter o poder paternal dos filhos, é bom que a mãe seja drogada, mentalmente instável ou criminosa, senão adeuzinho (mesmo assim não é garantido).”
ze disse
24 Janeiro, 2009 às 2:51 am
“cheios de vacuidade e salamaleques”
Portugal é uma potência mundial quando chega a vacuidade e salamaleques…
É só salamaleques para aqui, salamaleques para ali…
Olhe para os tribunais de família… é o medo… não o respeito… pois para haver respeito é preciso Justiça…
Aqui, justiça é coerção pura e dura…
Os Juízes não são respeitados, pois não aplicam nem fazem Justiça, mas são temidos… é o reino do medo…
Não é o reino da Justiça, não é um verdadeiro Estado de Direito…
É um Estado de Salamaleques… Hipocrisia… um reino do medo…
Repito, ainda hoje a moeda corrente:
Em Portugal a tragédia do poder paternal contínua (agora deveres parentais, já nem Direitos há…) é o silêncio sem “um pingo de comoção humana.”
Uma ignomínia aonde tacitamente todos viram a cara com uma total indiferença, ignorância e cobardia… indiferença a um sofrimento descomunal, injusto… a uma descriminação aberrante e abjecta da parte do pseudo estado de direito…
Tudo só porque é Pai e não cabe na cabeça, nem é aceitável por ninguém que o filho possa ter um elo mais forte com o PAI, porque simplesmente é PAI….
Ignora-se tudo, o passado, os factos… viva os boatos e a difamação….
Aqui automaticamente há uma discriminação, não interessa o elo… vai automaticamente para a mãe e o pai é “nada”… nem um Direito, nem uma palavra…
A questão não é só “matar” o pai… é matar o pai dentro do filho, sem avaliar as consequências nefastas e dramáticas de tal…
Repito e afirmo:
Tudo só porque é Pai e não cabe na cabeça, nem é aceitável por ninguém que o filho possa ter um elo mais forte com o PAI, porque simplesmente é PAI….
Solução final: “Endlösung” dos pais… e do elo entre filhos e pais…
“Direitos” dos Pais, aqui em Portugal, justiça para os pais não há, é um vergonhoso escândalo…repito aqui os Pais são os Tavóras do mundo de hoje, o negro da era do apartheid, os judeus do “Endlösung” Nazi……
É o sistema e não (como me conformou antes de ontem o Sr. que me serviu um Eduardinho, que já tinha saudades desde dos meus tempos de Estudante…) não há Homens…
O medo… tanto medo nesta terra…
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Entre um país de juristas e um país de Direito, Justiça e Equidade vão uma distância enorme…
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A questão antes de ser jurídica ou (permita-me) de ordenamento do território, é política.
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imaginem esta situação… analogia com o que eu acho q se passou…
neste caso Sócrates e representado pelo Rui Costa..
o intermediario em portugal pelo meu vizinho…
a empresa inglesa por mim..
eu pretendo um autografo do Rui Costa.. vou todos os dias ao centro de treinos do seixal.. e nunca consigo q ele pare o carro e me dê um autografo…
farto desta situação contacto um vizinho (que passava a vida a dizer q era primo do rui costa, quer para sacar umas gajas, quer para se armar perante os vizinhos) meu q é primo do Rui Costa.. e peço-lhe, já que se farta de dizer q é primo do rui costa, q ele me arranje um autografo dele..
o meu vizinho diz-me.. ok vou fazer o que posso digo-te amanhã..
no dia seguinte vem ter comigo e diz-me.. eh pá.. eu arranjo-te o autografo.. mas ele diz-me q tens de me dar 50 euros..
eu lá dou os 50 euros.. e obtenho o autografo no dia seguinte…
contudo.. o que se passa nos bastidores.. é que esse meu vizinho pediu o autografo ao Rui Costa e ele lho deu sem nada pedir por isso…
conclusão o meu vizinho sacou-me 50 euros.. ams eu penso q foi o Rui Costa..
eu no dia seguinte vou para os jornais e digo.. fonix…. tive de subornar o Rui Costa com 50 euros para obter um autografo dele.. que corrupto de merda..
mas na verdade quem ficou com o dinheiro e quem foi corrupto foi o meu vizinho/intermediário…
O Rui Costa sem nada ter feito de má fé vê-se envolvido num escandalo em que o seu nome é posto em causa..
sinceramente acho q foi isto q se passou
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Luís Marques,
«Entre um país de juristas e um país de Direito, Justiça e Equidade vão uma distância enorme…»
É verdade.
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#16,
teorias,
.
então seria caso para o 1º ter pedido imediatamente uma invstigação policial contra o Tio, o primo etc. Uma situação de tal gravidade incompativel com Comunicados e Conferências de Imprensa. Teorizo eu de que. Mas também não lhe sei dizer o que se passou realmente. Que alguém sacou à rainha 1 ou 4 milhões, já não se sabe bem tal a confusão que a CS já armou, essa é que é essa … Evaporaram-se ….
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Sobre este mal cheiroso assunto só me apraz dizer o seguinte:
Em Portugal a comunicação social, os analistas e outros que falam sobre o tema, pronunciam-se sobre a legalidade ou ilegalidade do licenciamento do Freeport.
Ora, é sabido, as irregularidades, a existirem na altura, foram, provavelmente sanadas, com o decorrer do tempo, e ajustes da legislação.
Coisa diversa é a investigação inglesa, que não se preocupa com esses fait-divers, agora de pouquíssima importância, mas sim com o rasto do dinheiro, entretanto, presumivelmente havido como luvas ao licenciamento.
Sabemos, também, que os ingleses não têm jurisdição penal sobre crimes cometidos em Portugal por portugueses.
Então, duas questões se colocam:
a) – Porque razão o inquérito em Portugal continua suspenso e não são conhecidas quaisquer consequências das suspeitas de corrupção e tráfico de influencias constantes da investigação inglesa?
b) – Porque razão continuam os senhores jornalistas, em particular, e a Procuradoria, mudos sobre a mais que evidencia dos crimes, mesmo não considerando as provas da policia inglesa como tal?
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Pois é!
Até já viram o 1º Ministro com “UMA MALA PRETA CHEIA DE NOTAS”
ao que se julga, desta vez foi filmado e tudo…..
Isto segundo fontes,
de Belém…
e do SOL…
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ele safa-se sempre…é perito nisso.
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Como é que se sabe o que vai dentro da maleta? O PM mostrou ao pessoal dos jornais?
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The mole.
Posso presumir, portanto, que é um descípulo puro de Lewis Carroll e o senhor pode presumir, se quiser, que eu sou o coelho.
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