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Sócrates, Freitas, PGR, Polícia Inglesa e tudo o mais…

29 Janeiro, 2009
by

Sócrates assume a defesa de Freitas do Amaral” – a ler, do Vasco Lobo Xavier (VLX), no Mar Salgado.

24 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 04:40

    Portugal com um PM destes não chega aos calcanhares da Venezuela *

    (*) segundo um estudo da OCDE.

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 04:43

    É nestas alturas que se pode ver a bondade das pessoas e as maléficas,as más como cobras e cascáveis.

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 04:44

    Fujam das cascáveis. Um dia podem ser mordidos por elas também.

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  4. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 04:47

    Existem aquelas pessoas que quando a vitima já está no chão mordida pela cascável ainda vão lá pontapear. Esses ainda devem estar para aparecer. Mas o que vale é tuco como nos filmes. Há sempre um final feliz. E o bom da fita ganha sempre aos pérfidos.

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  5. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 05:44

    “Existem aquelas pessoas que quando a vitima já está no chão mordida pela cascável ainda vão lá pontapear.”

    Não duvide. Aquilo no PS deve andar uma azáfama para ver quem chucha a seguir que nem queira saber!

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  6. Zé Preto's avatar
    29 Janeiro, 2009 07:01

    Recordações

    Freitas dá Emprego a um Primo

    O contemplado chama-se Paulo Freitas do Amaral. Foi nomeado assessor a 18 de Março, pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, que está sob a tutela de Diogo Freitas do Amaral. O rico primo passou a ganhar 2.750 euros mensais para “desenvolver trabalho na área da juventude e do associativismo dos portugueses residentes no estrangeiro”. Rico tacho!

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  7. Dr. João da Quinta's avatar
    29 Janeiro, 2009 07:02

    O senhor Freitas revela nos dois últimos anos, uma irracionalidade e intolerância, que levou a uma profunda alteração das suas convicções. Estes são os primeiros sinais de alerta para o início insidioso desta doença, que há uns anos atrás enlouqueceu o seu pai. No exame clínico poucas anomalias se observam, à excepção de uma tendência para deficiências sociais prévias (que já se começaram a detectar). De acordo com as circunstâncias sociais e com o grau de assistência por parte dos parentes, haverá uma tendência para a degradação social. Este tipo de Doença Psiquiátrica, tem uma forte componente hereditária. O senhor Freitas está Paranóico, pois revela ilusões de perseguição com um raciocínio coerente; está catatónico, pois tem períodos alternados de torpor e de excitação; e revela uma personalidade Hebefrenética, com carácter caprichoso e com sentimentos e ideias insensatas. A sua Personalidade está a fragmentar-se, revela uma personalidade esquizóide.

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  8. Desconhecida's avatar
    Kuito Kuanavale permalink
    29 Janeiro, 2009 07:29

    Para quando o MENINO DE OURO II: A SEQUELA? Parece que já exsite material suficiente!

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  9. cão-tribuinte's avatar
    cão-tribuinte permalink
    29 Janeiro, 2009 07:33

    «é inútil lamentar o vaso quebrado quando as forças do universo se unem para o deixar cair»

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  10. Desconhecida's avatar
    Lusitana Antiga Liberdade permalink
    29 Janeiro, 2009 09:06

    Poderá ser esta, quem sabe, a última e definitiva crise da 3.ª República. R.I.P.

    FIM!

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  11. RIBO's avatar
    RIBO permalink
    29 Janeiro, 2009 09:26

    Tenham paciência! A merda, para Sócrates é que ele, quando lhe caiu no regaço a cena Freeport, não lhe passava pela cabeça que viria, um dia, a ser primeiro ministro. Que poderia aproveitar a oportunidade porque sem o interesse político(facto!) este caso ficaria por ali mesmo, como muitos outros, alguém ganha umas massas com algo que não mata e é mais um investimento estrangeiro no país. A merda é que o homem acabou primeiro ministro. Mais sábio foi o Vitorino ao recusar ser líder do PS, porque sabia que acabaria primeiro ministro, e PR, porque isso colocaria sobre as suas costas alguns riscos associados à luta política, como, por exemplo, determinadas investigações ganharem súbito interesse mediático e público. Mas, sim, é verdade, se não fosse a luta política este caso seria coisa poucochinha. Mas está ai. E já não há volta a dar. Neste momento o esforço é de contenção de danos, porque Sócrates sabe bem que a sua carreira política está comprometida. Mas, suspeito que, com ele, tropeçarão outros. Isto, se estes outros, não usarem o seu tremendo poder para o ajudar. Podemos estar perante um cenário de cãos em Portugal. Mesmo aqueles que querem ver Sócrates na mais deforenta das merdas, devem ter cuidado, porque o país não tem fundações que lhe permitam aguentar o que está para chegar!!

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  12. anómino's avatar
    anómino permalink
    29 Janeiro, 2009 09:51

    Zé Preto

    Querias que desse emprego ao Paulinho ao Rangel ou ao Santana?
    Por falar em Sanatana, por acaso sasbes quem ele contratou para tratar do seu arquivo e pago pelo erário público? Tenta descobrir. Eu dou-te um doce por isso!

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  13. anómino's avatar
    anómino permalink
    29 Janeiro, 2009 09:56

    Dr. João da Quinta

    Quando era canditato pela AD não existia esse tipo de comentátrio.
    Vai-te catar.

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  14. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 10:52

    Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonha, feixes de miséria, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia de um coice, pois que já nem com as orelhas é capaz de sacudir as moscas. […]“;

    temos
    “Um clero português, desmoralizado e materialista, liberal e ateu, cujo Vaticano é o ministério do reino, e cujos bispos e abades não são mais que a tradução em eclesiástico do fura-vidas que governa o distrito ou do fura-vidas que administra o concelho […]“;

    “Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavra, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo […]“;

    “Um exército que importa em 6.000 contos, não valendo 60 réis […]“;

    “Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo […]“;

    “A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela um saca-rolhas”;

    “Dois partidos monárquicos, sem ideias, sem planos, sem convicções […]“;

    “Um partido republicano, quase circunscrito a Lisboa, avolumando ou diminuindo segundo os erros da monarquia, hoje aparentemente forte e numeroso, amanhã exaurido e letárgico […]“;

    “Instrução miserável, marinha mercante nula, indústria infantil, agricultura rudimentar”,

    “Um regime económico baseado na inscrição e no Brasil, perda de gente e de capital, autofagia colectiva, organismo vivendo e morrendo do parasitismo de si próprio”;

    “Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, o direito garantido virtualmente na lei, posto, de facto, à mercê dum compadrio de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários”;

    “Uma literatura iconoclasta, – meia dúzia de homens que, no verso e no romance, no panfleto e na história, haviam desmoronado a cambaleante cenografia azul e branca da burguesia de 52 […]“;

    “E se a isto juntarmos um pessimismo canceroso e corrosivo, minando as almas, cristalizado já em fórmulas banais e populares […] teremos em sintético esboço a fisionomia da nacionalidade portuguesa no tempo da morte de D. Luís, cujo reinado de paz podre vem dia a dia supurando em gangrenamentos terciários.”

    GUERRA JUNQUEIRO 1886

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  15. JCP's avatar
    JCP permalink
    29 Janeiro, 2009 11:19

    O anormal das citações Junqueiras gora ocupa mais espaço.
    Oh amigo basta citar o título da obra que aqui o pessoal ainda sabe ler!!!!

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  16. JCP's avatar
    JCP permalink
    29 Janeiro, 2009 11:30

    Continuo sem perceber todo este “acharnement”!
    Prevejo que este assunto não leve a lugar nenhum! O Socas até vai apresentar as suas contas bancárias ao seu amigo Brown disfarçadas no meio dos papéis da retoma europeia, a unidade de investigação inglesa vai chegar à conclusão que se tratava de um sósia e publicar o DVD na Net, o sr smith mete os papéis para a reforma e volta o Reino Unido para desenvolver projectos turísticos imobiliários na Cornualha destinados à comunidade política portuguesa e a PGR vai concluir que não tem informações suficientes para concluir sobre a relação do caso com as transacções financeiras entre “offshores” e o BPP/BPN.
    a ver vamos! até lá tudo isto não passa de especulação! e se nós gostamos de especular!

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  17. JCP's avatar
    JCP permalink
    29 Janeiro, 2009 11:31

    Oh Ribo, não percebi essa do Vitorino! Mais especulações?

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  18. Desconhecida's avatar
    29 Janeiro, 2009 11:57

    A quantidade de “Anónimos” que aqui estão a comentar o caso «Freeport»! Já para não falar dos que utilizam “nicks” que não nos ligam a coisa nenhuma.
    Um mau princípio, portanto, numa análise que se pretende séria e isenta politicamente.

    O Dr. Freitas do Amaral, com as suas explicações, só pretendeu charmar-nos à atenção para o facto de o respectivo processo de pré-licenciamento ter tido a possibilidade de ter sido vetado pelo executivo que se seguiu, chefiado por Durão Barroso.
    O Dr. Jorge Sampaio que podia ter ratificado o Decreto-Lei não o fez sem pedir a opinião de DB.
    Portanto, atendendo a este facto, poder-se-à dizer que existiu cumplicidade da parte de DB, se era assim tão evidente que todo o processo se encontrava “viciado”. A cumplicidade pode ser exercida de forma directa ou indirecta, por omissão ou tomada de posição passiva.

    Num país em que é corrente a crítica à morosidade dos processos de licenciamento, vinda sobretudo da parte do investimento estrangeiro para quem cada dia que passa se traduz em custos a serem afectados à contabilidade dos projectos que se pretendem implementar, a boa vontade de um político em contrariar esse tão característico “modus faciendi” lusitano é, de imediato, lida no plano que infere o recebimento de luvas.

    Conhecendo um pouco da génese do pensamento dos políticos (e afins) portugueses, chego à conclusão que o que motiva as suas críticas não é tanto o projecto em si, na medida do efeito nocivo ou não, produzido sobre a reserva natural do estuário do Tejo, mas a imagem que suscita a inveja das vantagens que teriam ou poderiam ter sido obtidas a partir da rápida solução do problema.
    Já para não falar do efeito perda de credibilidade política, sempre tão grato à oposição.

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  19. Desconhecida's avatar
    Fernanda Valente permalink
    29 Janeiro, 2009 13:58

    A quantidade de “Anónimos” que aqui estão a comentar o caso «Freeport»! Já para não falar dos que utilizam “nicks” que não nos ligam a coisa nenhuma.
    Um mau princípio, portanto, numa análise que se pretende séria e isenta politicamente.

    Freitas do Amaral, com as suas explicações, só pretendeu charmar-nos à atenção para o facto de o respectivo processo de pré-licenciamento ter tido a possibilidade de ter sido vetado pelo executivo que se seguiu, chefiado por Durão Barroso.
    Jorge Sampaio que podia ter ratificado o Decreto-Lei não o fez sem pedir a opinião de DB.
    Portanto, atendendo a este facto, poder-se-à dizer que existiu cumplicidade da parte de DB, se era assim tão evidente que todo o processo se encontrava “viciado”. A cumplicidade pode ser exercida de forma directa ou indirecta, por omissão ou tomada de posição passiva.

    Num país em que é corrente a crítica à morosidade dos processos de licenciamento, vinda sobretudo da parte do investimento estrangeiro para quem cada dia que passa se traduz em custos a serem afectados à contabilidade dos projectos que se pretendem implementar, a boa vontade de um político em contrariar esse tão característico “modus faciendi” lusitano é, de imediato, lida no plano que infere o recebimento de luvas.

    Conhecendo um pouco da génese do pensamento dos políticos (e afins) portugueses, chego à conclusão que o que motiva as suas críticas não é tanto o projecto em si, na medida do efeito nocivo ou não, produzido sobre a reserva natural do estuário do Tejo, mas a imagem que suscita a inveja das vantagens que teriam ou poderiam ter sido obtidas a partir da rápida solução do problema.
    Já para não falar do efeito perda de credibilidade política, sempre tão grato à oposição.

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  20. PMF's avatar
    29 Janeiro, 2009 14:56

    Fernanda Valente (18. e 19.)

    Disse:
    “O Dr. Freitas do Amaral, com as suas explicações, só pretendeu charmar-nos à atenção para o facto de o respectivo processo de pré-licenciamento ter tido a possibilidade de ter sido vetado pelo executivo que se seguiu, chefiado por Durão Barroso.
    O Dr. Jorge Sampaio que podia ter ratificado o Decreto-Lei não o fez sem pedir a opinião de DB.
    Portanto, atendendo a este facto, poder-se-à dizer que existiu cumplicidade da parte de DB, se era assim tão evidente que todo o processo se encontrava “viciado”. A cumplicidade pode ser exercida de forma directa ou indirecta, por omissão ou tomada de posição passiva”.

    – É típico de esquemas mais obscuros (é uma metodologia correntemente utilizada) implicar, sugerir a possível implicação, de quem não tem nada a ver com o assunto.

    As explicações do J. Sócrates/Silva Pareira e ainda de F. A. são, de todo, enganadoras! Claro que o que conta é o processo de decisão legaislativo (isso da promulgação ou da ratificação, em matérias sobretudo técnico-formais, suscita, também, uma responsabilidade formal)! A questão é a de se saber se com o dito diploma aprovado em C.M. em 14.03.2002, as eventuais irregularidades(diz a imprensa que existem e se consubstanciam na violação de uma Portaria de 1999, revogada, precisamente, pelo diploma em causa – vg. SIC – N, Santos Costa, Sol) seriam ou não sanadas (a questão da entrada em vigência, é, com todo o respeito, tentar enganar papalvos – pois isso não afecta o efeito útil hipoteticamente pretendido: ou seja, ultrapassar, se bem que ulteriormente e sem mais, os eventuais vícios ou irregularidades existentes no processo de licenciamento!).

    Em resumo, independentemente de saber o que se passou ou não, teria preferido não ouvir as declarações/justificações mal amanhadas, para este pormenor/pormaior, de Sócrates e de Silva Pareira (quer dizer, essa tentativa de tapar e distrair fez-me ficar a pensar que se queria mesmo, às tantas, tapar qualquer coisa!)

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  21. PMF's avatar
    29 Janeiro, 2009 15:03

    “a boa vontade de um político em contrariar esse tão característico “modus faciendi” lusitano é, de imediato, lida no plano que infere o recebimento de luvas”….

    – Mas a questão é que ninguém inferiu coisa nenhuma: houve, isso sim, uma investigação estrangeira que o disse e por isso, as coisas começaram a discutir-se, também nesse plano, cá pelo burgo!

    “o que motiva as suas críticas não é tanto o projecto em si, na medida do efeito nocivo ou não, produzido sobre a reserva natural do estuário do Tejo, mas a imagem que suscita a inveja das vantagens que teriam ou poderiam ter sido obtidas a partir da rápida solução do problema”.

    É claro que eu e a maiuoria dos portugeses está-se a ralar para as epecificidade técnicas, a bondade ou a não bondade, das intervenções administrativas ou legislativas na ZPE! Pois claro que não é nada disso que me motiva! O que me motiva é tão somente saber se os nossos governantes mentem ou não, em matérias deste género (isso tem relevo político) ou se são ou não sujeitos a tráfico de influências (ou seja, são ou não passíveis de serem manipulados e/ou corrompidos – e isto tem relevo político e criminal!).

    Ainda que tenha sido por uma boa causa (repito, não sei, nem reputo, no contetxo desta discussão, isso de relevante), prefiro que quem age e decide politicamente não esteja sujeito a pressões ou corrupção!

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  22. João Semana's avatar
    João Semana permalink
    29 Janeiro, 2009 15:17

    O grau de culpa pode ser maior ou menor conforme a participação de todos os intervenientes no licenciamento deste empreendimento. No caso Freeport, parece haver muitas pessoas com rabos de palha. Desde quem despachou, quem assinou (mesmo de cruz, até quem hipotéticamente tenha recebido luvas). Parece não haver fumo sem fogo. Fala-se no PM, mas alguns daqueles que consciente ou negligentemente tiveram responsabilidade na viabilização do projecto, têm a sua quota de responsabilidade.

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  23. Desconhecida's avatar
    Fernanda Valente permalink
    29 Janeiro, 2009 23:17

    20. PMF

    «É típico de esquemas mais obscuros (é uma metodologia correntemente utilizada) implicar, sugerir a possível implicação, de quem não tem nada a ver com o assunto»

    A posição por mim aqui tomada não tem propensões politico-partidárias. Por acaso até votei DB nesse acto legislativo.

    «…isso da promulgação ou da ratificação, em matérias sobretudo técnico-formais, suscita, também, uma responsabilidade formal»

    O que não impede a um governo que inicia a sua legislatura com o “discurso da tanga”, reservar-se o direito de questionar a regularidade de um processo polémico (anteriormente chumbado duas vezes), despachado em tempo “record” durante o período em que o anterior executivo já se encontrava em gestão.

    Assim pensou Jorge Sampaio que, inteligentemente, decidiu ouvir a opinião do executivo subsequente.

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  24. Desconhecida's avatar
    Fernanda Valente permalink
    29 Janeiro, 2009 23:34

    21. PMF

    «O que me motiva…»

    Não será igualmente desse modo que o cidadão de bem pensa?
    Não vamos agora é crucificar antecidamente o JS sem estarem primeiro reunidas as provas capazes de o incriminar.

    Todo este processo está a ser alimentado pelo “ódio visceral” que vem emergindo de uma certa camada da sociedade alargada aos políticos da oposição, aos meios de comunicação, aos intelectuais defensores dos poderes corporativos.
    Todos esses agentes que têm vindo a perder poder de influência não se conformam com esse facto e agem em conformidade.

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