Pergunta/Resposta
10 Fevereiro, 2009
Porque é que José Sócrates não foi buscar dinheiro aos ricos no primeiro mandato e pretende agora ir buscá-lo aos ricos no segundo mandato?
Resposta: Porque Sócrates só podia ir buscar dinheiro onde ele existe em quantidades que valham a pena. Foi buscá-lo à classe média. Os tais ricos, ou não existem, ou são tão poucos que não têm peso na massa total de impostos.
43 comentários
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É pior que isso: é outra grande aldrabice.
Vai voltar a sacar à classe média, confundindo-a com os “ricos”.
Se o saque se fizer a quem tem mais de 50 mil euros por ano de rendimento ilíquido, como parece ser o caso, entram no grupo dos ricos, os que ganham por mês, 4000 euros ilíquidos.
Ora isso qualquer deputado ganha…
São por isso, os novos ricos.
Que trapaceiro, este gajo. Que aldrabão. Não há quem lhe ponha um travão a esta besta?
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A resposta é fácil.
Os ricos tem o dinheiro em Portugal.
Os pobres tem-no nos off-shores
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Incrível um governo que só pensa sacar, sacar, sacar.
Para começar, Sócrates podia ir buscar dinheiro às offshores do tio dele.
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Acresce que no início do mandato estávamos no… início do mandato (e o Bloco de Esquerda não andava tão alto nas sondagens).
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Saldanha Sanches admitia ontem que seria talvez necessário e justificável, criar um escalão de IRS de 50%.
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Foi o que pensei, muito mal devem andar os ricos deste país, para se fazer demagogia a este nível….
Eles que baixem os impostos, em vez de andar a atar arames variados pela economia…
Eles que sejam justos, e que dêem o dinheiro de todos a todos, em vez de o darem a alguns.
Por que raio um chinês há de ter benefícios fiscais durante não sei quantos anos para vender bugigangas, e um português tem de pagar tudo na integra? Podem chamar-me xenófobo, mas eu acho que é injusto. Até porque não me consta que as mesmas medidas vigorem do outro lado, ie se um português abrir pex um talho na china…
Isso do consumir português é muito giro, mas num país que não produz o suficiente para se alimentar é capaz de ser má ideia…
E no fim de contas trata-se apenas de uma questão de produzir mais que o que se consome.
A seguir deve vir a ladainha da eficiência…
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“Saldanha Sanches admitia ontem que seria talvez necessário e justificável, criar um escalão de IRS de 50%.”
Devia ser criado um escalão de 100% para resolver de uma vez o problema do défice.
Obviamente, seria automaticamente criado outro de 0%, para a fuga.
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“Porque é que José Sócrates não foi buscar dinheiro aos ricos no primeiro mandato e pretende agora ir buscá-lo aos ricos no segundo mandato?”
Porque ele conhece bem a população típica do rebanho para que fala.
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Acima de 3000 euros por mês o pessoal é rico.Entram nesta classe os políticcos, assessores, juristas(MP e juizes), diplomatas e um número infinito de outros tarbalhadores por conta de outrem , em especial do estado.Só a mulher do João soares passaria a descontar logo 3000 para combater a pobreza gritante, o Joãozinho idem, o pai , pai da pátria então não se falaria, até a velha actriz pagaria… estão a ver a descoberta da pólvora?O pessoal a RSI miserável a ir receber condignamente pelos contributos dos socialistas?
Vamos nessa:ricos são todos os gajos que individualmente ganham mais do 3000 euros(já estou a dar um descontinho da anterior classificação do ministro das finanças para justificar não aumentos de pensões em 2008…)
Vamos combater todos a pobreza importada.vamos dividir.vamos ganhar menos para outros ganharem mais.(convençeram-me prontos!)
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É política estúpido… !!
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A mim não me veio buscar dinheiro e não sou rico, e a ti?
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– Ai que ricos pobrezinhos!… – dizem a senhoras da caridade quando se encontram nos chás-canasta.
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O Saldanha sanches e a mulher quanto não contribuiriam para combater a pobreza.Eles querem mas não os têm deixado!Força Sócrates rapa tudo acima de 3000 euros e vá de os distribuir aos que agora têm pátria.Ao 2º melhor acolhimento da Europa.Sem fazer perguntas.E com nacionalidade garantida ao fim de 6 anos mesmo se 3 forem em prisão.E que basta fazerem uma ORAL para ganharem a nacionalidade e assim poderem tomar parte na “distribuição” de combate á pobreza.
Por exemplo o máximo técnico do combate á pobreza o não sei quantos Costa passaria de certeza a pagar pelo menos 2000 euros mês em vez de nos andar sempre a chagar com a pobreza…
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Quando chegarem ao que chegou a Islândia, é que vão dizer:
– Mas que rica vida que eu tinha !!
A fatura está a chegar ou andam distraídos ??
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“A mim não me veio buscar dinheiro e não sou rico, e a ti?”
A mim também não; o meu cão não morde.
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Enquanto não houver pressão pública, este estado de coisas será mantido.
“Congratulando-se por “o Parlamento português, pela mão de um deputado socialista [Ventura Leite], ter produzido uma investigação desta importância sobre contrapartidas [n.d.r – Sobre o caso Airbus]”, Ana Gomes estranha que “ninguém tenha investigado também as contrapartidas negociadas por Paulo Portas como ministro da Defesa”, nomeadamente no que se refere à decisão de “sair do projecto de avião europeu, o A400M e à compra de helicópteros e de submarinos”.”
34 anos de campanhas sujas… and counting. Há quem diga que começou com Camarate…
Separação de poderes? Basta o poder legislativo começar a emitir leis absurdas, de difícil interpretação, e que afectem muitas pessoas para que os tribunais fiquem emperrados e atulhados de processos.
Eu tive dois processos em tribunais, ambos “processos especiais acelerados” ou lá como chamam a um processo resolvido às três pancadas… Num deles, 2 alguéns que não tinham nada a ganhar com o assunto (segundo o que disseram à juíza) limparam-se com indemnizações “por danos morais” que eu não perpetrei e que foram dados como não provados… E quando se chega ao topo da pirâmide, os processos viram “processos especiais desacelerados/parados” durante quatro anos?
Nem tanto ao mar nem tanto à terra… Sejam enganados enquanto quiserem. Enquanto não for feita justiça, hão-de apodrecer no desemprego ou no estrangeiro (alguém tem acesso a estatísticas recentes sobre emigração??).
Enquanto esta corja não for encostada às cordas, enquanto a má política expulsar a boa política… andareis na merda. E é bem feito.
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Então os deputados europeus, esses mãos largas que querem acabar com a pobreza, que não querem discriminações, que são pela integração e coesão imaginem que alguns pagariam cerca de 17000 eurozinhos por mês para justificarem as sua opções…
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O Constâncio já deve andar preocupadíssimo, mas não há motivo: ele não tem cara de rico…
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Está portanto decidido por esmagadora maioria:Todo o contribuinte que ganhe masi de 3000 euros por mês que façade contas que já não os ganha.Estas migalhas servirão para aumentar o nivel de vida dos pobres dos bairros sociais, para ver se eles assaltam menos, se fazem menos home-jackinge car-jacking e a ver se consomem que agora o problemas é de consumo(nada de ideias que pelos vistos umas mentes perturbadas pensam logo em coca e haxixe)para acelerar a inconomia naciaonal(é a custo que o digo pois que como se sabe a globalização arrastou o “nacional” para os fundos das tabelas, por inconveniente e mal educado)
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Não tenho nada a ver com isso.
É entre Sócrates e os ricos.
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Topam quanto o ministro das finanças vai sacar aos colecçionadores de pensões?Já sabem ficam com 3000 eurozinhos e o resto vai todinho para acabar com a pobreza.Sem com anuncios de combate mas sempre rebates falsos.Agora é que é.Vamos ficar no socialismo real.A cada um segundo as siuas necessidades
O Louçã quanto não irá contribuir?Pelo Doutor no ISEG devem ser pelo menos ai uns 2000 e pelos de deputado mais 6000 portanto vai contribuir á volta de 8000 euros/mês para combater a pobreza.pode continuar a aparecer no meio dos pretos e agora dizer EU PAGO-VOS 8000 euros por mês para combater a pobreza!
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Até aquela animadora cultural que o costa contratou por 3800 euros/mês na CML pode quando das suas campanhas de dinamização junto das (por enquanto)minorias anunciar alto e bom som:Eu dou-vos 800 euros por mês para vos ajudar…
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Afinal os portugueses são todos ricos.
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Tenho que confessar uma coisa: sou um invejoso!Não é que tenho andado para aqui a invejar o que os outros ganham?Pobre e mal agradecido!
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O problema de Portugal não é a intervenção do estado na economia mas antes o controle do estado por alguns grupos financeiros que criam mecanismos para que não possa surgir concorrência. São esses grupos que manipulam os governos de forma a perpetuar uma estrutura neo-feudal na sociedade portuguesa. O 25 de Abril ainda não se fez na economia.
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Pobres a sério é na querida Coreia do querido líder:
Crianças exploradas até aos ossos.
(quando é que a OIT-hoje em Portugal), e a ONU denunciam estas barbaridades alto e bom som?
ou é só bater em Israel?
http://www.asianews.it/index.php?l=en&art=14437&geo=27&size=A
o sátiro
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A maior reforma de toda a segurança social portuguesa (pública e privada) é de…
Imaginem…
Emídio Rangel!!!
Muito superior àquelas pensões milionárias que se publicam no D.R.
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Uma pessoa que queira ser dono duma estação de tv como a sic ou a tvi tem sérios problemas. Os outros não deixam e começam logo a chorar que é uma coisa terrível. E assim uma pessoa ficar muito rica e dificil.
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Creio que existe um tipo de pessoas extremamente perigosas em Portugal. Os fiscalistas. Só pensam em aumentar impostos e inventar impostos e não em diinuir.
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Porque o Homem anda mal informado. Atrasado: até foi defender, contra os interesses da Europa, o anti-proteccionismo. Grande barrigada de gozo para os “grandes trutas”. Então quere aumentar o poder de compra dos Cidadãos Europeus para o “cacau” ir para os Chineses etc ? Ou quere que fique na Europa, o unico continente, com os EUA, que enriquecerá de grande com o proteccionismo.
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Afinal quem o informa defende o quê ? A miséria dos Cidadãos europeus para correrem com eles a muito curto prazo ? Expliquem-se. Ou estão mal informados ou a meter àgua por todos os lados.
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Porreiro pá.
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A coisa tá má: então o homem que é o Governo vem agora dizer que só quando fôr Governo é que baixa Impostos ?
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Repito: o reajustamento mundial em curso não é um filme a que assite sentado na plateia; está a esmagar o Sistema dentro de qualquer Estado. Os da plateia pagam o “bilhete” que é tão caro que nunca mais vão poder ir ao Cinema. Se não sabem, tirem da frente para passar quem sabe e ainda terão uns bilhetes, na Geral ou na Plateia, para continuarem a ver o filme. Mas já estão muito atrazados. Safem-se enquanto é tempo.
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O Saldanha Sanches não é aquele que escreveu no “Expresso” que a Direcção Geral dos Impostos devia acabar ? Não acredito que seja outro trapezista. Tenho-o em boa conta.
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“Não acredito que seja outro trapezista. Tenho-o em boa conta.”
Concordo. Assim para o molenga mas honesto.
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Meu caro,
Quanto à ideia de ir buscar aos ricos para dar aos remediados, está aqui a minha ideia:
http://atributos-1.blogspot.com/2009/02/prec-de-segunda-geracao.html
Melhores cumprimentos
JM
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De toda a maneira, os ricos têm uma boa defesa, basta começar a enganar o fisco. Muitos não o fazem por questão de princípios, mas quando o governo se mostra tão ganancioso, então a única maneira é GUERRA!… Mas para aquelas pessoas com rendimentos de várias origens como são os ricos (eu que o diga!…), é mesmo muito fácil enganar o fisco. O Estado ainda vai ficar a perder com esta medida.
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Corrijam-me se estiver errado: o gajo-quase-engenheiro está a mangar connosco quando nos adianta (manda barro à parede) que os ricos serão aqueles que ganham (casal) mais de €40000/ano. Ora bem, catalogar um casal que ganha 40000 euros por anos é um casal de classe média, nem sequer é de classe média alta. É mais uma pulhice socrática para tentar ganhar o voto dos pobrezinhos. Vivemos num país de tristes, governado por um homem sem escrúpulos.
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Em PROFAVALIAÇÃO:
Para compreender o que nos está a acontecer
Após três décadas de democracia, estamos a assistir a uma reconfiguração do poder
político. Essa reconfiguração assenta em dois pilares: o actual PS e a ala cavaquista do
PSD. Incapazes de segurarem este arremedo de estado social, essas duas facções do poder
tecnoburocrático uniram-se para procederem à maior transferência de riqueza de que há
memória nas últimas três décadas. Essa transferência de riqueza é absolutamente crucial
para a manutenção dos privilégios dos oligarcas. Os professores, por serem 140000 e por
estarem sistematicamente divididos enquanto grupo profissional, foram os escolhidos para
a a realização desse processo de transferência de riqueza. Dentro de meia dúzia de anos,
dois terços dos professores não passarão do meio da carreira e estarão condenados a
trabalharem até aos 65 anos (ou mais) com um salário inferior ao de um sargento. Para que
essa transferência de riqueza se realize sem sobressaltos para os oligarcas, é necessário
que o poder político limite ou anule a liberdade de expressão nos espaços e organismos públicos.
A escola pública tem sido um espaço de eleição para o exercício das liberdades. Com ameaças de processosdisciplinares, exacerbação dos conflitos entre professores titulares e não titulares e
uma política oficiosa de guardar segredo sobre tudo o que se passa nas escolas, o poder
político foi criando as condições ideológicas e repressivas para que essa transferência
de riqueza se continue a fazer de forma doce. O objectivo é fazer parecer essa
transferência como natural, de modo a que as próprias vítimas do processo de pauperização
e proletarização a aceitem como inevitável.
Se lerem A Política de Aristóteles, está lá tudo o que é preciso saber sobre o processo
de perversão da democracia e a sua tranformação em oligarquia. Em Portugal, esse processo
está em marcha.
Ramiro Marques
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Testemunho.
“Filomena Says:
Abril 12, 2008
Eu sou professora do Ensino Básico / Secundário, porém, já fui professora do Ensino Superior e por lá não continuei porque não quis! Não quis perpetuar o meu estatuto de professora equiparada a… Durante os anos que por lá andei fartei-me de trabalhar: leccionava, em média, 12 h semanais. Anos lectivos houve eu que ora leccionava 9 h/semana num semestre ora lecciona 14 h/semama no outro semestre. Já repararam como trabalhei? Trabalhava tanto para os alunos que não sei como tinha horas a fio por minha conta, isto é, para investir na minha formação. Devo ter sido uma excepção! Vejam bem que não tinha um dia livre por semana: às vezes tinha 2 outras vezes tinha 3 dias! Aquela gente era muito má a fazer horários, não acham? Afinal eu até estava lá na faculdade todos os dias!!! Pois é, mas a trabalhar para a minha valorização profissional. Foram anos mesmo estranhos: diria que de luxo…tinha um gabinete, ainda que partilhado, computador, material de escritório, telefone… Faltar às aulas? Faltava quando precisava, como agora faço, mas com umas diferenças: não tinha falta, não se “metia” o artigo x, y, ou z…simplesmente se avisavam os alunos de que a aula não seria dada e que posteriormente seria compensada em data e horário a definir. Voltando atrás…dediquei tantas horas de trabalho à componente lectiva que até tive tempo de me dedicar a um Mestrado e, seguidamente, a iniciar um Doutoramento. E, repare-se bem, a faculdade até me pagava as despesas de investigação, incluindo propinas… Estive presente em conferências nacioanais e internacionais e, não obstante as despesas a meu cargo, havia sempre uns tostões vindos da FCT e da própria faculdade para que os gastos por minha conta fossem minimizados. Quem será que contribuiu para tudo isto? talvez os desgraçados dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário, digo eu!
http://www.educar.wordpress.com/2008/04/12/pela-blogosfera-causa-nossa/#comments
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M****a!! Todos os comentadores incluindo o João Miranda, vão dar uma volta pá!
Deixaram-me doente!! Então não é que descobri aqui que não sou rico… é feio feio feio o que vocês fizeram!!
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h5n1 Diz:
Paulo Pedroso e outros adeptos da política reformista de Sócrates estão a tentar
desempenhar o papel de vaselina, em relação aos esconsos meandros do mercado capitalista.
Para Paulo Pedroso e para todos os entusiastas da “revolução” em marcha, como Vital
Moreira, Pinto Balsemão, Mário Soares, Dias Loureiro, Jorge Coelho, Vítor Constâncio e
todo o exército político-financeiro ao serviço da globalização, a proletarização da
classe média é a condição sine qua non para a edificação e consolidação da oligarquia
mundial.
Daí a necessidade de submeter as políticas dos Estados-Nação aos ditames das agências e
organismos transnacionais, de que a Agenda de Lisboa (Guterres) e o Tratado de Lisboa
(Sócrates), são alguns dos exemplos mais eloquentes.
A semana de 65 horas preconizada pela Comissão Europeia, está aí, pronta a restabelecer a
barbárie na Europa, pela mão do Nacional-Socialismo de Durão, Sócrates e Cia.
A seguir aos professores, e depois de algumas ameaças, os médicos e os juízes serão
também lançados às feras, sob o pretexto do capitalismo estar “em crise”, estratégia para
a destruição de tudo o que seja um empecilho para a bipolarização das sociedades, entre
uma oligarquia transnacional e os escravos assalariados, no que resta dos territórios dos
Estados-Nação.
As medidas são iguais em todos os países industrializados da Europa e América do Norte,
porque isso facilita a anestesia geral e a lobotomização dos que ainda resistem ao
império do mercado político-mafioso da Nomenklatura.
http://www.educar.wordpress.com/2008/12/15/o-novo-conceito-de-negociacao-aberta/#comments
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Afinal Sócrates nunca falou em ricos, como acabo de o ouvir dizer a um jornalista (hoje, 2009.02.11). Foi ilusão nossa.
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Está difícil saber o que é rico e o que é pobre.
A minha tia Vasconcelos, tem uma gorda conta bancária, herdada do marido, mas é de uma pobreza confrangedora.
Às vezes até me mete dó, quando me pergunta o que estou a fazer.
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