Quererá dizer que Portugal está disponível para reenviar tropas para a Guiné? Seguramente que não.
Nem um pelotãozinho. PCP e Bloco não deixam. Então isto quer dizer que uma vez mais este Primeiro Ministro que nós temos está a dar um ar de estadista sem saber o significado das suas promessas que não são como de costume para cumprir. Pena é que desta vez possa estar a ser lido por gente de fora do bairro. mas também esses já tem obrigação de o conhecer.
O Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso condena firmemente o assassinato do Presidente “Nino” Vieira bem como a violência na Guiné-Bissau
O Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, exprimiu hoje a sua grande preocupação pelos acontecimentos ocorridos em Bissau, na madrugada de domingo para segunda-feira, 2 de Março, e que provocaram as mortes do Presidente da República, João Bernardo Vieira e do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, General Tagme Na Waye.
José Manuel Durão Barroso declarou: “Foi com uma profunda tristeza que tomei conhecimento da notícia do assassinato do Presidente “Nino” Vieira, por quem tinha uma grande estima pessoal, enquanto patriota e figura histórica da luta pela independência e pela unidade do seu país. Estou extremamente preocupado com as informações que nos chegam da Guiné-Bissau. Quero condenar firmemente os ataques assassinos que tiveram lugar esta noite e que fragilizam ainda mais a situação social e politica do país e de toda a sub-região”.
O Presidente Durão Barroso lançou “um apelo à calma e ao respeito da ordem constitucional nestes momentos extremamente difíceis, bem como ao respeito estrito dos Direitos Humanos .” E acrescentou: “Os autores destes atentados devem ser perseguidos e devem responder perante a justiça”.
A Comissão Europeia, em conjunto com a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), a União Africana, e as Nações Unidas, continuará a seguir com muita atenção a evolução dos acontecimentos e lembra a firma vontade da UE de apoiar a Guiné-Bissau no longo caminho de reformas da governação democrática no qual se empenhou, e nomeadamente na Reforma do seu Sector de Segurança.
Conclusão: O Socas não precisou de ir a Bruxelas!!!!!
Penso que nem os autores da intenção de ajudar, sabem o que isso quer dizer.
Piscoiso, tem razão no que diz.
Se alguém neste governo quisesse ajudar, há muito que se notaria.
Não é para isso que estão lá um embaixador e um adido militar?
Não é para isso que o MNE dispõe de um departamento de cooperação?
O que eles se sentem, é na necessidade de dizer qq coisa: condenar, ajudar, ‘apoiar’ o restabelecimento da ordem constitucional.
Vale, que em Timor a ONU estará a contribuir para as despesas.
Talvez enviar o Vitalino Canas à Guiné.
Não é que esta tarde, folheando uma revista da especialidade, “Segurança e Defesa”, dou com um corpo editorial onde aparece este ‘cabo’ especialista?
O Vitalino ou o Lello da Nato.
Pois, são palavras de circunstancia, como são circunstancia as “postas” do PR, não sei se fez guerra na Guiné, mas saberá, que foi Guiné que se deu (provocou) o 25 de Abril.
E o que disse Sua Excelencia? ninguem se lembra.
E o que disse Soares? diz que aquela gente resolve os problemas aos tiros e chachina.
Meus caros, estão-se a esquecer de um pequeno pormenor:
PORTUGAL NÃO TEM CAPACIDADE DE PROJECÇÃO DE FORÇAS NEM FORÇAS ARMADAS COM DIMENSÃO E EQUIPAMENTO PARA INTERVIR MILITARMENTE NUM PAÍS ESTRANGEIRO
Deixem-se de delírios…
Tem parcialmente razão.
Na verdade não temos (nem devemos ter) capacidade militar para intervir num país.
Agora estamos a falar de uma quintarola onde os “generais” mal sabem escrever o nome e os soldados se lhes atirarem com um saco de arroz debandam para o cozinhar.
“Agora estamos a falar de uma quintarola onde os “generais” mal sabem escrever o nome e os soldados se lhes atirarem com um saco de arroz debandam para o cozinhar”
😉
Ok, mas é um bocado redutor…
Apesar de ser um exército da Guiné-Bissau ser um bocado Tropa Fandanga, ainda são cerca de 10000. Portugal mesmo que tivesse um NavPol, só teria capacidade de projectar na melhor das hipóteses 2 batalhões de fusos (Portugal só tem 2 batalhões de fuzileiros): Ou seja seiscentos e tal gajos contra 10000, num rácio de 1:16. Ou seja, era um massacre.
Duas quintarolas, uma mais afazendada, a ex-quinta do Vaticano. Nós. We. Nous. Escravos da UE.
Outra quintarola própria para duelos de generais-gorilas. Como aquilo não tem petróleo (por enquanto) que se veja nem diamantes nem ouro, quintarola esquecida.
O que pode a gente da quintarola mais afazendada fazer em prol da quintarola dos generais-gorila?
Apadrinhar com beninginidade e reticência. Sempre mandam alguma mão de obra fiável e moldável, que se pode recambiar. Sempre são ,membros da grande Seita PALOP. Também desfalam a mesma embrutecida língua.(degradada por caixas de comentários hoje em dia, além de sms).
RESUMO claro: Nós, salvo seja, O governo fará o que convier à UE. Encantado e obrigado. Escravo solícito de cu na mão ofertado.
É pá, calma, estão todos a esquecerem-se da Guiné Conakri que está ali logo ao lado e que acabou de ter um golpe há um para de meses.Os militares estão feitos uns com os outros, não fazemos lá falta nenhuma!
Eu mandava uma companhia de Ucranianas, ao lado dos 600 fusos. (Estes que se governassem com as guinés, sempre são mais exóticas).
O meio-submarino ou coisa no genero ficava em frente à costa.
O gen Spínola – nenhum ás militar – conseguiu controlar a Guiné no tempo dele.
E neste momento as forças adversas são muito menores, além disso há aliados, com armas e em número substancial no terreno, e a opinião pública dos países vizinhos seria mediante uns bons dolos favorável.
hehehe. estive a ler o meu Maquiavel. cartilha ainda altamente contemporânea e a Arte da Guerra, livro chinoca.
Ladies can win wars! (Tem direitos de autor. Pode citar, plagiar, cortar, rachar ao meio mas lembre-se do Puto)
5, A frase do PM é: “o Governo português está firmemente disponível para ajudar as autoridades políticas e militares.”
Deixa-te de tretas primo, o actual governo só está verdadeiramente disponível para continuar no governo.
Quem percebe alguma coisa de guerra sabe do ridículo que corre quem faz uma declaração desse quilate, a instabilidade das f. a. é de tal monta que a última coisa que aceitariam era seguir para as ex-colónias.
Uma dica, o nino era o fiel de uma balança gordurosa onde se pesa o sniff. Até voltarem a encontrar quem o substitua nessa função vai ser um problema momentâneo. Na guiné pouco se produz, mas entra e sai de lá muito dinheiro todos os dias. Os que mais lamentam o sucedido são os mais prejudicados, excluindo talvez a hipocrisia dos altos dignitários do estado. Também há quem comece a pensar, de um dia para o outro se vai tudo. Uma chatice.
BBC: Guinea-Bissau is a major transit point for Latin American cocaine headed for Europe and some army officials are known to have become involved in the trade, our correspondent says.
Mas aquela merda já não é colónia dos tugas. Agora, os gajos que se fodam uns aos outros!
Ah! Se houver alguma chatice, estão lá dois uo três tugas que chegam para desenrascar…
“O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros considerou, esta terça-feira, que este é o momento para os políticos e militares guineenses «deixarem de ser mesquinhos» e olharem para a Guiné-Bissau.” – TSF
Se trocarmos “guineenses” por “portugueses” e “Guiné-Bissau” por “Portugal”, o texto mantém o sentido da realidade. Os pretos limitam-se a copiar os seus amigos brancos: Soares e todo o seu gang, que desde o 25 de Abril andam a saquear o país!
Após o 25 de Abril de 1974 Carlos Fabião foi graduado em brigadeiro e nomeado governador e comandante-chefe da Guiné, tendo como missão fazer a transição deste território para a independência, que consistiu simplesmente na entrega ao PAIGC. Foi conivente com a chacina de quase todos os guinéus que combateram do lado português, principalmente os gloriosos «comandos africanos», assassinados impiedosamente pelo facínora do Cabral, que vide há já alguns anos impunemente em Portugal à custa dos nossos impostos. Agora vem para cá a prole do Nino viver à nossa custa!
Zézito não é bonito falar do que não sabes.
Deixa o Carlos Fabião em paz pois de certeza não tens nem moral nem honestidade igual.
No meu tempo de Guiné local que abandonei no dia 14 de OUT de 1974 ás 0 horas a pessoas como tu normalmente para não criarem boatos sem nexo, era frequente dizermos cala-te ou levas uma morteirada nos cornos.
Percebes.
Haja decoro, pela alma dos que morreram lutando na Guiné, soldados brancos e fuzileiros pretos,mortos, pelo sacan que agora foi muito bem assassinado. Acabou e não chateia mais……
Ontem estava a falar com um colega meu que é da Guiné (naturalizado), e que resumiu bem a situação: achava bem que o Nino tivesse morrido mas estava preocupado por dois motivos, os que viessem a seguir seriam provavelmente piores, e já tinha uma viagem marcada para a sexta-feira para ir visitar o pai e esta instabilidade não ia ajudar nada…
A uma sugestão brincalhona de Portugal mandar uns conselheiros militares para a Guiné, respondeu que já lá havia uns quantos… Quando disse que estava a pensar mais nuns 15,000, vi uma sombra de nolstagia passar pelo seu olhar…
Boa questão!
GostarGostar
Quererá dizer que Portugal está disponível para reenviar tropas para a Guiné? Seguramente que não.
Nem um pelotãozinho. PCP e Bloco não deixam. Então isto quer dizer que uma vez mais este Primeiro Ministro que nós temos está a dar um ar de estadista sem saber o significado das suas promessas que não são como de costume para cumprir. Pena é que desta vez possa estar a ser lido por gente de fora do bairro. mas também esses já tem obrigação de o conhecer.
GostarGostar
O Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso condena firmemente o assassinato do Presidente “Nino” Vieira bem como a violência na Guiné-Bissau
O Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, exprimiu hoje a sua grande preocupação pelos acontecimentos ocorridos em Bissau, na madrugada de domingo para segunda-feira, 2 de Março, e que provocaram as mortes do Presidente da República, João Bernardo Vieira e do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, General Tagme Na Waye.
José Manuel Durão Barroso declarou: “Foi com uma profunda tristeza que tomei conhecimento da notícia do assassinato do Presidente “Nino” Vieira, por quem tinha uma grande estima pessoal, enquanto patriota e figura histórica da luta pela independência e pela unidade do seu país. Estou extremamente preocupado com as informações que nos chegam da Guiné-Bissau. Quero condenar firmemente os ataques assassinos que tiveram lugar esta noite e que fragilizam ainda mais a situação social e politica do país e de toda a sub-região”.
O Presidente Durão Barroso lançou “um apelo à calma e ao respeito da ordem constitucional nestes momentos extremamente difíceis, bem como ao respeito estrito dos Direitos Humanos .” E acrescentou: “Os autores destes atentados devem ser perseguidos e devem responder perante a justiça”.
A Comissão Europeia, em conjunto com a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), a União Africana, e as Nações Unidas, continuará a seguir com muita atenção a evolução dos acontecimentos e lembra a firma vontade da UE de apoiar a Guiné-Bissau no longo caminho de reformas da governação democrática no qual se empenhou, e nomeadamente na Reforma do seu Sector de Segurança.
Conclusão: O Socas não precisou de ir a Bruxelas!!!!!
GostarGostar
Mas daí a concluir que Portugal vai apoiar militarmente a Guiné vai um passo muito grande!!!!!!!!!
GostarGostar
A frase do PM é: “o Governo português está firmemente disponível para ajudar as autoridades políticas e militares.”
É tão parcial isolar a palavra “militares” como a “políticas” ao gosto da freguesia.
GostarGostar
Apoiar militarmente, quer dizer:
Se é preciso, mandamos mais umas balas pra vocês estragarem !!
Tá-se mesmo a ver que não percebe pevas de tropa !!
GostarGostar
Pois, a Política de Defesa e de Segurança não é uma política comunitária… mas gere conflitos!
GostarGostar
Quer dizer integralmente isto: nada.
GostarGostar
“Isto quer dizer o quê?”
Penso que nem os autores da intenção de ajudar, sabem o que isso quer dizer.
Piscoiso, tem razão no que diz.
Se alguém neste governo quisesse ajudar, há muito que se notaria.
Não é para isso que estão lá um embaixador e um adido militar?
Não é para isso que o MNE dispõe de um departamento de cooperação?
O que eles se sentem, é na necessidade de dizer qq coisa: condenar, ajudar, ‘apoiar’ o restabelecimento da ordem constitucional.
Vale, que em Timor a ONU estará a contribuir para as despesas.
GostarGostar
Exacto, CAA.
Talvez enviar o Vitalino Canas à Guiné.
Não é que esta tarde, folheando uma revista da especialidade, “Segurança e Defesa”, dou com um corpo editorial onde aparece este ‘cabo’ especialista?
O Vitalino ou o Lello da Nato.
GostarGostar
Pois, são palavras de circunstancia, como são circunstancia as “postas” do PR, não sei se fez guerra na Guiné, mas saberá, que foi Guiné que se deu (provocou) o 25 de Abril.
E o que disse Sua Excelencia? ninguem se lembra.
E o que disse Soares? diz que aquela gente resolve os problemas aos tiros e chachina.
O que nós lá fazer? nada
2 Companhias de Angolanos ainda vá lá.
GostarGostar
Se fosse a Ana Gomes a mandar já lá estava um batalhão…
GostarGostar
Ó 11
Vai estudar primeiro antes de mandares posta de pescada…
GostarGostar
Nem mais um soldado para as colónias.
GostarGostar
perdão! bostas de pescada!
GostarGostar
Os cubanos é que devem ir ajudar.Cada vez que Portugal dá um milhão logo sai um governante para cuba…
GostarGostar
Em que é que um golpe militar na Guiné, difere de um no Mali ou no Burkina-Fasso?
Também fariam comunicados a anunciar o envio de tropas?
GostarGostar
Meus caros, estão-se a esquecer de um pequeno pormenor:
PORTUGAL NÃO TEM CAPACIDADE DE PROJECÇÃO DE FORÇAS NEM FORÇAS ARMADAS COM DIMENSÃO E EQUIPAMENTO PARA INTERVIR MILITARMENTE NUM PAÍS ESTRANGEIRO
Deixem-se de delírios…
GostarGostar
A expressão quer dizer que Sócrates gostava de ter um campo de treinos militar lá fora. Mão de obra barata, custo da vida humana irrelevante.
Embora eu fomentaria o canibalismo inter-alias. Mais maquiavélico e operativo, de resto.
GostarGostar
Ó 18
Vc deve dedicar-se a arrancar batatas… ou a caçar gambuzinos…
GostarGostar
“Ó 18
Vc deve dedicar-se a arrancar batatas… ou a caçar gambuzinos…”
Então contra-argumente o que eu disse, ou é demais para a sua inteligência?
GostarGostar
Anónimo disse
2 Março, 2009 às 6:59 pm
Tem parcialmente razão.
Na verdade não temos (nem devemos ter) capacidade militar para intervir num país.
Agora estamos a falar de uma quintarola onde os “generais” mal sabem escrever o nome e os soldados se lhes atirarem com um saco de arroz debandam para o cozinhar.
GostarGostar
22:
“Agora estamos a falar de uma quintarola onde os “generais” mal sabem escrever o nome e os soldados se lhes atirarem com um saco de arroz debandam para o cozinhar”
😉
Ok, mas é um bocado redutor…
Apesar de ser um exército da Guiné-Bissau ser um bocado Tropa Fandanga, ainda são cerca de 10000. Portugal mesmo que tivesse um NavPol, só teria capacidade de projectar na melhor das hipóteses 2 batalhões de fusos (Portugal só tem 2 batalhões de fuzileiros): Ou seja seiscentos e tal gajos contra 10000, num rácio de 1:16. Ou seja, era um massacre.
GostarGostar
Duas quintarolas, uma mais afazendada, a ex-quinta do Vaticano. Nós. We. Nous. Escravos da UE.
Outra quintarola própria para duelos de generais-gorilas. Como aquilo não tem petróleo (por enquanto) que se veja nem diamantes nem ouro, quintarola esquecida.
O que pode a gente da quintarola mais afazendada fazer em prol da quintarola dos generais-gorila?
Apadrinhar com beninginidade e reticência. Sempre mandam alguma mão de obra fiável e moldável, que se pode recambiar. Sempre são ,membros da grande Seita PALOP. Também desfalam a mesma embrutecida língua.(degradada por caixas de comentários hoje em dia, além de sms).
RESUMO claro: Nós, salvo seja, O governo fará o que convier à UE. Encantado e obrigado. Escravo solícito de cu na mão ofertado.
GostarGostar
É pá, calma, estão todos a esquecerem-se da Guiné Conakri que está ali logo ao lado e que acabou de ter um golpe há um para de meses.Os militares estão feitos uns com os outros, não fazemos lá falta nenhuma!
GostarGostar
Eu mandava uma companhia de Ucranianas, ao lado dos 600 fusos. (Estes que se governassem com as guinés, sempre são mais exóticas).
O meio-submarino ou coisa no genero ficava em frente à costa.
O gen Spínola – nenhum ás militar – conseguiu controlar a Guiné no tempo dele.
E neste momento as forças adversas são muito menores, além disso há aliados, com armas e em número substancial no terreno, e a opinião pública dos países vizinhos seria mediante uns bons dolos favorável.
hehehe. estive a ler o meu Maquiavel. cartilha ainda altamente contemporânea e a Arte da Guerra, livro chinoca.
Ladies can win wars! (Tem direitos de autor. Pode citar, plagiar, cortar, rachar ao meio mas lembre-se do Puto)
GostarGostar
5, A frase do PM é: “o Governo português está firmemente disponível para ajudar as autoridades políticas e militares.”
Deixa-te de tretas primo, o actual governo só está verdadeiramente disponível para continuar no governo.
GostarGostar
25.
Tem toda a razão. No calor dos argumentos hiperlocalizei a questão. Não pensei em termos de geo política nem de teoria dos dominós.
Vou como dizia Heráclito muito antes de Freitas do Amaral “ponderar”.
GostarGostar
Quem percebe alguma coisa de guerra sabe do ridículo que corre quem faz uma declaração desse quilate, a instabilidade das f. a. é de tal monta que a última coisa que aceitariam era seguir para as ex-colónias.
Uma dica, o nino era o fiel de uma balança gordurosa onde se pesa o sniff. Até voltarem a encontrar quem o substitua nessa função vai ser um problema momentâneo. Na guiné pouco se produz, mas entra e sai de lá muito dinheiro todos os dias. Os que mais lamentam o sucedido são os mais prejudicados, excluindo talvez a hipocrisia dos altos dignitários do estado. Também há quem comece a pensar, de um dia para o outro se vai tudo. Uma chatice.
GostarGostar
já temos rogeiro.
GostarGostar
BBC: Guinea-Bissau is a major transit point for Latin American cocaine headed for Europe and some army officials are known to have become involved in the trade, our correspondent says.
GostarGostar
http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/7129409.stm
GostarGostar
Bin Ladino,
Obrigado pela info. Dado crucial que explica o toque mafioso destas guerras entre famílias da quintarola.
GostarGostar
Mas aquela merda já não é colónia dos tugas. Agora, os gajos que se fodam uns aos outros!
Ah! Se houver alguma chatice, estão lá dois uo três tugas que chegam para desenrascar…
Nuno
GostarGostar
Lá vão ter que mandar o Cozinheiro-Comando do costume!
GostarGostar
“O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros considerou, esta terça-feira, que este é o momento para os políticos e militares guineenses «deixarem de ser mesquinhos» e olharem para a Guiné-Bissau.” – TSF
Se trocarmos “guineenses” por “portugueses” e “Guiné-Bissau” por “Portugal”, o texto mantém o sentido da realidade. Os pretos limitam-se a copiar os seus amigos brancos: Soares e todo o seu gang, que desde o 25 de Abril andam a saquear o país!
GostarGostar
Recordar
Após o 25 de Abril de 1974 Carlos Fabião foi graduado em brigadeiro e nomeado governador e comandante-chefe da Guiné, tendo como missão fazer a transição deste território para a independência, que consistiu simplesmente na entrega ao PAIGC. Foi conivente com a chacina de quase todos os guinéus que combateram do lado português, principalmente os gloriosos «comandos africanos», assassinados impiedosamente pelo facínora do Cabral, que vide há já alguns anos impunemente em Portugal à custa dos nossos impostos. Agora vem para cá a prole do Nino viver à nossa custa!
GostarGostar
Zézito não é bonito falar do que não sabes.
Deixa o Carlos Fabião em paz pois de certeza não tens nem moral nem honestidade igual.
No meu tempo de Guiné local que abandonei no dia 14 de OUT de 1974 ás 0 horas a pessoas como tu normalmente para não criarem boatos sem nexo, era frequente dizermos cala-te ou levas uma morteirada nos cornos.
Percebes.
GostarGostar
Deve querer dizer que podemos continuar a mandar para lá as maravilhosas espingardas automáticas G3…
GostarGostar
É ……… este país está cheio de Zézitos idiotas e nota-se pelo que aqui escrevem !
GostarGostar
Haja decoro, pela alma dos que morreram lutando na Guiné, soldados brancos e fuzileiros pretos,mortos, pelo sacan que agora foi muito bem assassinado. Acabou e não chateia mais……
GostarGostar
Ontem estava a falar com um colega meu que é da Guiné (naturalizado), e que resumiu bem a situação: achava bem que o Nino tivesse morrido mas estava preocupado por dois motivos, os que viessem a seguir seriam provavelmente piores, e já tinha uma viagem marcada para a sexta-feira para ir visitar o pai e esta instabilidade não ia ajudar nada…
A uma sugestão brincalhona de Portugal mandar uns conselheiros militares para a Guiné, respondeu que já lá havia uns quantos… Quando disse que estava a pensar mais nuns 15,000, vi uma sombra de nolstagia passar pelo seu olhar…
GostarGostar
#37
Zézito disse
3 Março, 2009 às 8:06 am
Agradeço muito que diga onde pára esse cabrão para lhe ir cortar uma orelha, entre outras coisas.
O Cabral vive aonde ou por onde anda?
Muito obrigado antecipadamente e Cumprimentos.
Nuno
GostarGostar