Leituras:
2 Março, 2009
A ler: «Salvar o quê?», pelo Miguel
E no mesmo sentido de desperdício, também ontem a UE aceitou medidas proteccionistas à industria automóvel.
49 comentários
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A ler: «Salvar o quê?», pelo Miguel
E no mesmo sentido de desperdício, também ontem a UE aceitou medidas proteccionistas à industria automóvel.
Que interessante: o que dizer da intervenção de Durão Barroso ontem durante a informal de chefes de estado? “Achamos que se pode e deve ajudar a indústria automóvel (…).
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salve-se quem puder.
fujam da miséria.
sócrates ainda mexe.
ss malhadinhas também
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tb acho!
deixem morrer a putrefacta industria auto em paz.
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Então o protecionismo não é o inimigo do progresso?
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3
Exacto! a minha geração gosta mais de andar a pé. E gosta de automóveis retro. A modernidade, o super up-to-date é para velhangas e autarcas.
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Olhe, eu ainda uso sapatos de skate.
Airwalk, passe a publicidade.
São bestialmente confortáveis mesmo sem skate.
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#5 “E gosta de automóveis retro”
quéééé…. isso?
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Piscoiso,
eu também. A escola do Skate ensina mais do que a escola. Quanto mais não seja dá equílírio no desequlíbrio.É uma das artes zen anónimas.
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5, com a emergência dos mercados asiáticos (India, China), acha mesmo que se vão deixar de fazer automóveis? O que pode (e deve) acontecer é que determinados fabricantes vão ser afastados do mercado, por manifesta falta de qualidade dos seus produtos e da sua gestão. A capacidade produtiva instalada terá porventura de ser reduzida, mas nunca a ponto de que toda a indústria desapareça do mapa, como e óbvio!
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7
informe-se. Está muito desactualizado.
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#5 “o super up-to-date é para velhangas”
pela conversa, vais fazer 64!
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9
Além de que o óbvio é do mais engamador que há, não é nada óbvio. Podem vir a desenvolver-se outros meios de locomoção mais sofisticados. O automóvel tem os dias contados. É uma espécie em vias de extinção.
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Ops. “enganador” em vez de engamador. Embora seja uma gralha gira e devidamente freudiana. Mas detesto gralhas.
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11.
outro que gosta de automóveis. Cota.
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Rxc
Pois vão destruir os seus países seguindo o modelo ocidental. Bloco único. Urbostrução-
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#7 deixa-lá o puto, eu explico
automóveis retro são aqueles que só andam para trás. deixa-te de insinuações ordinárias.
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16.
a ordinarice está na sua cabeça. Investigue-se.
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eu tenho um anglia fascizante
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18.
Boa!
O meu Pai mantem o seu Rover 75 e um R 4.
Question de style.
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20 , 21 e 22
Le style c’est l’homme. Coragem, daqui a 3 gerações talvez cheguem lá.
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Façam caminhadas. Ajudem o Piscoiso a atravessar a rua.
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Passadeiras rolantes , em vez de estradas , é o que vai ser. Ou qualquer coisa do género. Levamos um banquinho , e pronto.
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Oh Gabriel, isto hoje está mau!!!!
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27 , boa ideia. assim escusamos de parar para almoçar no caminho. é só vantagens.
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#12: importa-se de elaborar sobre isso?
#15: quantas centenas de milhões foram tirados da pobreza na China nos últimos anos?
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#21
A sua preocupação com as minhas travessias é enternecedora.
Isso é mesmo assédio?
Aviso-o de que não sou consumidor de homossexualismo.
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A falácia do raciocínio neoliberal está presente quer na interpretação de Barroso quer no que o Miguel diz no Insurgente. Faz todo o sentido salvar a indústria automóvel. Porque o mercado de trabalho não é autoregulável. Argumentação em:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/03/as-falacias-neoliberais-proposito-de.html
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Oh Carlos Santos, só estava a tentar contrapor ideias diferentes no mesmo espaço neo-liberal…
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25
A China é um nojo dum país. Copiou quase tudo. O que vale é que detrás da fachada ça craque.
Urobstrução quer dizer que o modelo urbano em expansão exponencial predominante implantado a martelo e copiado – e mal – do modelo ocidental – é um destino autofágico não a longo mas a médio prazo.
A China não era pobre! Agora é. Pobre, mitrosa, e copiona.
Os pobres? Dêem cabo deles? batam-lhes.
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A salvar o quê ? O Durão a salvar o coiro, bastou uma ameaçazita dos franceses, cuidado lá pá, ou aceitas as ajudas às nossa industria automóvel, ou vai esquecendo a presidência.
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#29 “A China não era pobre! Agora é.”
santa ignorância!
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31.
É triste pensar assim, mas não há dúvida que o Plágio evidencia-se mais que a Originalidade.
Na luta selvagem pela existência, queremos ter algo que dure – tal como uma crença firme no Progresso, na Modernidade, na Economia, na Riqueza das Nações.
E por isso enchemos as nossas mentes de entulho e factos, na esperança vã de mantermos a nossa vã crença no divino progresso.
O homem perfeitamente bem clonado e alinhado, é esse o ideal moderno. E a mente do homem perfeitamente bem clonado e colectivo como o chinês é uma coisa medonha.
É como uma loja de bricabraque, só mamarrachos e pó, todas as coisas cotadas acima do seu valor.
O meu amigo nunca foi à China, pois nâo? Eu falo da China de Lao Tzu até antes de Mao, não desta hodierna, copiona e decadente que v. preza.
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#32 claro que não, era o que faltava. vivo na taipa e passo os fins de semana em hk.
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Na luta selvagem pela existência, queremos ter algo que dure
não, temos fome e queremos comer.
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“O meu amigo nunca foi à China, pois nâo? Eu falo da China de Lao Tzu até antes de Mao”
não era nascido e acho que o caetano não dava passaportes para isso.
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“Plágio evidencia-se mais que a Originalidade.”
pergunte às tias onde é que compravam cartiers e rolexes a preços acessíveis. tás a vê-las ali para os lados da bahnhofstrasse de carcavelos.
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Como os Anónimos 34, 35 e 36 são o mesmo –
34. Fome tem você, mas pouco. Não andava para aqui a postar. Por isso nao demagogize.
35. Caetano dava passaportes para membros do corpo diplomático e familiares, além de empresários.
36. No caso das minhas tia elas só usavam Patek Philipe. Furos acima dos seus rolex e cartiers para novos ricos. E com ou sem bahnhofstrasse há sítios muito mais chiques do que Carcavelos. Se quiser fazer sátira social com alguma precisão descubra-os, pelo menos noutra re-encarnação.
Um conselho: não puxe a questão para a luta de classes, e para a rábula do porbrezinho.
Conteste o que eu disse com argumentos e não com meio social e gravatas às pintas. Não seja mongo e ressentido.
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“minhas tia elas só usavam Patek Philipe”
então são fake, made in china. o original tem 2p (philippe). não leves a mal, quem anda à chuva molha-se.
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38.
Caso fosse, sempre seria mais honroso do que ser de uma como a sua.
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39.
Trate a sua esposa ou o seu por tu. Nunca fez uma gralha?
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só há salvação se se fabricarem muitissimo rapidamente mais Cidadãos com forte poder de compra em vez de empresas solidamente falidas por não terem quem lhes compre (cidadãos consumidores, compradores),
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mas isto ainda colide com a resistência do conservacionismo fiscal situacionista e com o poder de compra virtual do “debt based monetary system” (emprestimo/hipoteca/juros),
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o fundamentalismo das Finanças Privadas e Publicas radicais a arrasarem a Economia Real (encerramentos/falencias de Empresas grandes, medias, pequenas e micro MAIS desemprego maciço) que resolve o quê ? Serve para quê ? São o quê ? Nada. Tudo piora, a ‘solução’ faz parte essencial do problema. Politicamente um absurdo seja qual fôr o campo ideologico ou politico de abordagem.
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Continuo com a convicção absoluta: estas ilusões de Governança são os melhores aceleradores politico na pista Recessão-Deflação-Depressão-Falência de Países.
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Com custos publicos astronomicos completamente descontrolados que já teriam criado muito poder de compra generalizado se direccionados directamente para os Cidadãos (baixa generalizada de Impostos, Amnistias Fiscais, Simplificação Fiscal vocacionada para o Imposto Nacional Unico apenas sobre o Consumo eliminando o resto).
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Neste momento a Economia Real já estaria sustentada. Funcionam e empregam para vender a capacidade produtiva instalada, não para se empenharem em linhas de crédito. Gastos os “generosos emprestimos da esperança” encontrar-se-ão ainda pior.
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Por mais acobracias que façam, não há outra volta a dar. As realidades e os resultados desde Setembro passado confirmam de modo absoluto.
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Miguel,
E quais são as empresas com melhores perspectivas de rentabilidade (do que a GM) e que consegueriam criar emprego de forma sustentada sem ajudas estatais?
Estou com imensa curiosidade…
Nuno
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#43,
Não são as ajudas estatais que criam Emprego sustentado. É o Poder de Compra dos Cidadãos (consumidores/compradores) aliviado das cargas fiscais especulativas e repressoras do crescimento. Simplesmente o Mercado autorizado a funcionar com normalidade pelas Governanças e uma regulação certa e simplicada.
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As Economias Comunistas ou fortemente planificadas também enfraqueceram, faliram, por apostarem na filosofia de desenvolvimento economico da “ajuda estatal/mais ou menos nacionalizada”.
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“We MBAs are haunted by the thought that the tag really stands for Mediocre But Arrogant, Mighty Big Attitude, Me Before Anyone and Management By Accident. For today’s purposes, perhaps it should be Masters of the Business Apocalypse.
Harvard’s masters of the apocalypse
If his fellow Harvard MBAs are all so clever, how come so many are now in disgrace? ”
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/education/article5821706.ece
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Não me chamo Miguel, para que conste.
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O cerne da questão é simples: é se os automóveis não são parte do problema.
E se é possível conceber uma sociedade sem automóveis.
Aparentemente reina em Portugal uma teologia do automóvel.
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#44
Amonino disse
3 Março, 2009 às 6:08 am
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Não me chamo Miguel, para que conste.
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Está bem.
O que escrevi Foi para o Miguel que deixou a pergunta salvar o quê? que consta no enunciado.
Nuno
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A questão a ser discutida é: os automóveis não são já neste momento obsoletos?
Que o seu grau de obscolescência aumentou não há dúvidas. O carro do meu avô durou-lhe cinquenta anos e ainda anda. Está nas mãos do meu pai.
Hoje um carro dura quê? cinco anos.
Um computador? ao fim de um ano está perto de ser um dinossaurio.
Casas? a maior parte abre rachas em pouco tempo. Degradação rápida de todo o material garantida. (Deviam escrever isso no contrato de compra).
E os automóveis provocam conurbação desmedida, além de efeitos poulidores (som, gás). Em Portugal alteram a mente dos condutores: assassinos à solta em primeiro e segundo grau.
Levam as famílias à miséria, ao endividamento.
As auto-estradas cortam os territórios, separam aldeias, impedem passagem de animais domésticos e selvagens.
Gostava que me apontassem três – só três efeitos positivos dos automóveis. Não tragam as ambulâncias!
Quanto a mim acho que há uma ditadura do automóvel.
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#47 e amanhã achas o quê?
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“Gostava que me apontassem três – só três efeitos positivos dos automóveis. Não tragam as ambulâncias”
e os carros funerários? gostava de te ver a caminho do alto de s. joão.
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