E que a policia e a justiça nestes anos todos não foi capaz de defender o acusado nem o país.
Se por acaso fosse culpado deixaram um corrupto governar
Se inocente como eu acredito deixaram que alguém o tramasse
Já aqui escrevi, venha o caos. Isto é que não; devemos esta situação à cobardia politica do presidente Cavaco, afinal bem o podemos tratar por Sr. Silva.
Eu acredito que o nosso primeiro é inocente, também acredito que o Hitler não mandou os judeus para o forno e Pol Pot não chacinou 4 milhões de cambojanos E QUE Staline nunca mandou ninguém para os gulags e que Salazar não mandou matar Humberto Delgado e que Franco nunca mandou para o garrote ninguém…
O Juiz Carlos Alexandre, em despacho datado de 6 de Março, declara que há quatro crimes em investigação no processo Freeport: corrupção passiva e activa para acto ilícito, tráfico de influências, participação económica em negócio e branqueamento de capitais.
Os primeiros três crimes, a serem provados em tribunal, podem dar penas de prisão até 5 anos, o que quer dizer que o processo só poderá prescrever em 2012, dez anos depois dos factos sob investigação. No caso de ser provado o branqueamento de capitais, a pena de prisão pode ir até 12 anos, o que quer dizer que o processo só poderá ser declarado extinto, por prescrição, em 2017, quinze anos depois do crime.
Com este despacho, o juiz do processo qualifica da forma mais grave possível a corrupção e o tráfico de influências que possam ter levado ao licenciamento do maior outlet da Europa em plena zona protegida do estuário do Tejo. Esses crimes, a serem comprovados, estiveram ainda na origem de actos ilícitos da administração pública. Os ministros, autarcas ou funcionários públicos que se tenham deixado corromper violaram também os poderes que a lei lhes confere ao aprovar o empreendimento.
Mesmo que a corrupção fosse para acto lícito, hipótese afastada por Carlos Alexandre, sobrava ainda o crime de participação económica em negócio, previsto na lei para punir o ministro, autarca ou funcionário público que, «com intenção de obter vantagem económica ilícita para si ou para terceiro» – como, por exemplo, o financiamento de um partido político – lesar os interesses do Estado que lhe cumpre defender. Só este crime dá cinco anos de prisão e por isso só prescreve em 2012.
Pressão
A teoria da prescrição do Freeport cai assim por terra. Recorde-se que os procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria, que investigam o processo, denunciaram uma pressão nesse sentido exercida por Lopes da Mota, ex-colega de Governo de José Sócrates e actual presidente do Eurojust, organismo encarregado, no caso Freeport, de fazer a cooperação com a polícia inglesa. Lopes da Mota já negou ter exercido essa pressão, mas, em entrevista ao «Diário de Notícias», confessou ter dito aos magistrados que «o primeiro-ministro quer o assunto resolvido rapidamente».
Sucede que essa pressa não tem fundamento jurídico. Os magistrados do Ministério Público Vítor Magalhães e Paes Faria têm, no mínimo, mais três anos para constituir José Sócrates arguido, caso o considerem, como considerou a polícia inglesa, «suspeito da prática de actos corruptos».
A prescrição é que não será nunca o caminho para livrar o primeiro-ministro, rapidamente, deste processo.
“O que ele disse á PJ como testemunho não sei, alguem sabe?” #11#
Se ele referiu à PJ o que vem relatado no vídeo (PJ ou MP ?) das duas uma
– Ou é aldrabão e já devia estar na grelha
– Ou não é e o Sócrates já devia ter sido entalado
“Stanley Ho, que tem vindo a ganhar todas as grandes adjudicações em Macau, admite ter financiado a Fundação Mário Soares (…). É esta a lógica do compadrio reinante na vida política portuguesa que determina quem é o herói e quem cai em desgraça (…). Soares tirou o partido da situação e está muito bem instalado na vida. Talvez demasiado bem e demasiado impune, para uma pessoa que se meteu em tantas trapalhadas (Emaudio, Interfina, Fundação Oriente…), sem nunca ter sido verdadeiramente incomodado como outros políticos foram por muito menos”.
Rui Mateus
A Procuradoria-Geral da República manteve sempre um silêncio sobre estas actividades criminosas.
Gostaria apenas de o esclarecer que José Francisco Gandarez é genro e advogado de Mário Cristina de Sousa, ex-ministro da economia de António Guterres (2000-2001).
Logo, a conjugação de nomes no endereço electrónico que referiu é muito improvável, para não dizer fantasiosa
NOTA: A grande força de Sócrates está nos cidadãos “anónimos” que o apoiam. Afinal já lhes conhecemos o rosto – são todos iguais … uma imensa horda para engrossar as fileiras da clientela dos oftalmologistas e otorrinolaringologistas
30 gajos que ficaram chateados pelo pm ter chegado adiantado a uma festa para a qual não tinham sido convidados. sindicato dos penetras com acções tipo brigada do croquete.
No IRS e surgiu um campo novo… preparem-se para mais uma despesa…
Quando submeterem o IRS irão verificar a existência de um campo novo no Anexo H, campo dados dos imóveis, sobre a certificação energética: se tem ou não classificação “A+” ou “A”. Obviamente que a maioria não tem certificação, logo o campo a preencher é o NÃO.
Dizem que este campo não terá penalização no valor a ser reembolsado! Mas … façam a v/simulação com o sim e com o não e verão que o valor a ser reembolsado será menor.. logo seremos penalizados!!! (mais ou menos entre 50€ a 100€ a menos)
Se não tivermos a certificação seremos penalizados todos os anos.. se a pedirmos gastamos +-200€ num ano mas fica válida por vários anos (ainda não confirmei por quantos), mas só vale a pena pedir certificação se obtivermos a classificação “A” ou “A+”.. o B já dá penalização
(23)
Sócrates não será vaiado só pelos filiados na CGTP , a partir deste momento será vaiado onde quer que vá e existam mais de cem pessoas (desde que não se trate de uma reunião PS).
9#
Está dentro da linha de pensamento do PS:
-o enriquecimento ilícito não é criminalizado; o autor paga a taxa de 60% ao Fisco e, “quartel em Abrantes, tudo como dantes”!…
Pensando bem , essa medida até não é má. a do sigilo bancário. pode ser que assim acabe a construção desenfreada de centros comerciais às moscas e prédios nas periferias vazios. agora já podem meter o dinheiro da droga , das armas , dos diamantes e tal directamente nas contas sem encherem o país de monos. E não vão presos. Ok , é fixe.
Pude verificar em pesquisas que se trata da mesma pessoa. Advogado. Trabalha para Rui Gomes da Silva no seu escritório de advocacia. Membro da Distrital de Santarém do PSD e da Assembleia Municipal de Santarém.
Como já se disse em cima, genro e advogado de Mário Cristina de Sousa.
# 4 o que ficou do país não foram só as tuas tias, foram tipos em decomposição como tu que brincam com o fogo a pensar que têem as costas quentes e a barriga cheia. Até as irmãs de tua mãe te desprezam já que as irmãs de teu pai ninguém pode dizer.
No dia 17-04-09 e a pedido de várias familias, uma delas no Sanatório com o apoio da Igreja, colocamos aqui um enxerto do Freeport
“”Reunião terá sido gravada por Alan Perkins
Freeport: TVI mostra vídeo em que Smith reitera que Sócrates “é corrupto”
17.04.2009 – 20h35 Romana Borja-Santos””
A Drª Candida Almeida deveria ser afastada imediatamente do processo, bem como o Juiz do Eurojust ser demitido!! não se pode admitir que tenham recusado investigar o conteudo e as informações contidas no DVD, com o argumento que o DVD não serve como prova em Portugal! Quanto ao Socrates…
A pedido de varias familias, deixo aqui um enxerto de uma coisa nunca vista no dia 17.04.09.
“Reunião terá sido gravada por Alan Perkins
Freeport: TVI mostra vídeo em que Smith reitera que Sócrates “é corrupto”
17.04.2009 – 20h35 Romana Borja-Santos”
Caso Freeport Empresario levou Miguel Almeida PSD a jantar com inspectora da PJ
2007-06-01
lusa
Lisboa, 01 Jun (Lusa) – O empresário Armando Jorge Carneiro revelou hoje em tribunal que, em 2005 e antes das legislativas, levou Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, a jantar com uma inspectora da PJ que acompanhava o “caso Freeport”.
Esta testemunha falava durante o julgamento, em Lisboa, em que o ex-inspector da PJ de Setúbal José Torrão e os jornalistas Inês Serra Lopes e Francisco Teixeira, do extinto semanário “O Independente”, são acusados de violação do segredo de justiça na sequência de notícias, publicadas em Fevereiro de 2005, sobre investigações ao “caso Freeport”, que alegadamente envolviam o então líder do PS e actual-primeiro-ministro José Sócrates.
O caso Freeport, relacionado com o licenciamento desta obra em Alcochete quando o titular da pasta do Ambiente era José Sócrates, mereceu destaque nos media em Fevereiro de 2005, em plena campanha para as eleições legislativas, depois de terem sido noticiadas buscas da PJ e avançadas informações de que Sócrates estava a ser investigado, o que foi depois desmentido pela Direccão da PJ.
O ex-presidente do Conselho de Administração da revista “Tempo” contou em tribunal que o primeiro contacto que teve com José Torrão, que também é acusado neste julgamento de violação de segredo de funcionário, ocorreu, em Janeiro de 2005, na sua casa na Aroeira, tendo o ora arguido sido-lhe apresentado pelo advogado Bello Dias.
Questionado pelo juiz sobre o número de contactos que manteve com elementos da PJ de Setúbal em Janeiro e Fevereiro de 2005, incluindo encontros com a inspectora Carla Gomes e o inspector Peixoto, Armando Jorge Carneiro contabilizou seis, mas tentou negar que essas reuniões tivessem como motivação o “caso Freeport”.
Num dos encontros com a inspectora, num bar em Setúbal, o empresário admitiu que entregou já perto da meia-noite, a pedido desta, um exemplar daquele que seria a manchete, no dia seguinte, do semanário “O Independente”, sobre o “caso Freeport”, em que se falava de um mandado de busca e em que apareci na primeira página a fotografia de José Sócrates.
O empresário teve dificuldades em explicar porque razão decidiu levar Miguel Almeida, actual deputado do PSD e figura próxima de Santana Lopes (à data primeiro-ministro) a jantar, em Setúbal, com a inspectora da PJ, alegando que nessa dia estava muito cansado e pediu àquele seu amigo para conduzir.
No jantar, onde o ex-chefe de gabinete de Santana Lopes foi apresentado como “Miguel”, a testemunha revelou que a inspectora da PJ se mostrou “stressada” , “nervosa” e com receio de estar a ser alvo de vigilância ou perseguição, pois via carros suspeitos.
Miguel Almeida terá explicado que se fossem carros do SIS (Sistema de Informações e Segurança) estes teriam necessariamente matrícula registada na Direcção-Geral do Património.
A procuradora do Ministério Público quis saber se a testemunha tinha ligações a partidos políticos, ao que este disse que não, dizendo porém que na adolescência militou na Juventude Centrista (JC).
Quando aos políticos que conhece melhor pessoalmente, a testemunha indicou Pedro Pinto e Santana Lopes (PSD), bem como Paulo Portas (CDS/PP) e Manuel Monteiro, antigo líder da JC e do CDS/PP. Quanto a Miguel Almeida disse ser “visita de sua casa”.
Destes, assegurou que só trocou impressões sobre o “caso Freeport” com Miguel Almeida e que nunca acompanhou muito de perto o lado jornalístico das investigações, que estava a cargo de Victor Norinha e de outros membros da equipa redactorial da extinta revista “Tempo”.
No decurso da audiência e em resposta a uma pergunta do juiz, Armando Jorge Carneiro admitiu que, no decurso deste caso, estabeleceu contacto com um amigo que tinha no SIS, porque suspeitava que estava a ser vigiado por carros que pensava ser da PJ ou do próprio SIS, tendo anotado o número das matrículas.
Segundo disse, o amigo do SIS ter-lhe-á garantido que os carros “eram da Presidência do Conselho de Ministros”.
Quanto aos inspectores da PJ de Setúbal, a testemunha assegurou que nunca lhe forneceram pormenores ou documentos sobre a investigação do “caso Freeport”.
Em sessão anterior, José Torrão negou que tivesse fotocopiado documentos relativos ao “caso Freeport”, apesar de ter sido captado pela videovigilância interna da PJ a fotocopiar papéis a 09 de Fevereiro de 2005. Este alegou que estava a fotocopiar documentos pessoais para solicitar um empréstimo bancário.
As afirmações de Armando Jorge Carneiro levaram hoje o MP a pedir a reinquirição de outras testemunhas, incluindo a inspectora Carla Gomes, o que deverá atrasar as alegações finais do julgamento, que chegaram a estar previstas para hoje.
Por vezes o povo português é muito cruel. É bem provável que eleja José Sócrates de novo. Não para que ele governe o país, mas para que todos os dias, durante o seu “momento Chávez”, alguém o faça ouvir o “sem eira nem beira” dos Xutos.
Esta canção será mais cantada pelos portugueses do que o Hino Nacional. O Primeiro Ministro pode ganhar o poder, mas o respeito já o perdeu.
É EVIDENTE que corrupção há em todo o lado e em todos os partidos …
Não me parece justo, nem intelectualmente honesto, estarmos aqui a tapar o sol com a peneira dizendo que, se somos PS’s ou pró-PS’s, os outros são todos maus (menos os nossos) e se somos PSD’s ou pró-PSD’s a mesma coisa …
Sou do PSD e, no entanto, fico envergonhado quando vejo que pessoas que sempre se aproveitaram do Partido para fazer carreira em grandes empresas (bancos, p. ex) conspurcam e colocam na lama o nome da instituição PSD. Mais ainda quando essas pessoas têm lugares institucionais de destaque e não têm a hombridade de porem os seus lugares à disposição …
Claro que me envergonha ver que há negociatas, jogadas de bastidores, batotas … E condeno isso
Mas a mim nada me consola saber que o Sócrates também faz e acontece … Com o mal dos outros …
O que exijo como cidadão é que se deixe que os magistrados façam o seu trabalho e que as pessoas se CALEM! Qualquer PM que tivesse um pingo de responsabilidade teria posto, pelo menos, o seu lugar à disposição para deixar que tudo fosse, calmamente, averiguado sem possibilidade de se poderem usar os cargos para exercer pressão …
Tal como Dias Loureiro há muito deveria ter posto o seu lugar à disposição, por causa do caso BPN …
Como diria Mário Crespo: estamos condenados a ter de escolher entre o BPN e o Freeport?
#11 – Anónimo disse
17 Abril, 2009 às 9:08 pm
Eu ja tinha a visto a gravação, como tambem visto uma em que dizia, que não conhecia o Socrates de lado nenhum nem nunca esteve em reunião com ele.
O que ele disse á PJ como testemunho não sei, alguem sabe?
Claro que o que interessa é o testemunho, a prova, a legalidade, a prescrição, o segredo de justiça, etc.
O que é verdade ou não, isso não interessa a ninguém…
“Não há nenhuma acusação, não aceito que sejam postas em causa as competencias de um Governo com base em artigos de imprensa” disse o ex ministro da Industria, Mira Amaral
O Proença de Carvalho, o Mira Amaral, foi ministro do Cavaco, MSTavares, são socialistas? nem eu sou, eu sou contra a vergonha, que uma duzia de encartados fazem, estragando a vida de cada um, deixando os corruptos cá fora.
O Director do Correio da Manhã, é socialista?
————
Nota editorial
Reforma da mãe de Sócrates
Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, mãe de José Sócrates, recebe uma pensão inferior a 250 euros por mês.
O CM escreveu que Maria Adelaide auferia 3000 euros/mês. Tal notícia baseou-se em documentos da Segurança Social nos quais constavam 11 registos, referentes a 2007, cada um no montante de 3222 euros. Estes registos tinham códigos de ficheiro e lotes diferentes. Antes da publicação da notícia, o gabinete do primeiro-ministro foi confrontado com os referidos dados, não tendo o CM obtido qualquer resposta.
No entanto, no seguimento da investigação, apurámos que esses registos correspondiam a repetições do rendimento total anual, o que significa que, em 2007, Maria Adelaide, recebeu, em cada uma das 14 prestações, 230,14 euros. Pelo erro, pedimos desculpa aos visados e aos leitores.
O que fica de um país? fica o que já estava. como diz o rui a. isto não é um país , é um estado. um país tem gente que manda num estado , um estado tem servos que gramam tudo o que faz ,seja o rei , seja o marquês , o salazar , o ps ou o psd. fujam para onde possam ser pessoas e não servos da gleba , pás.
nem apoiam, enquanto colectivo, qualquer partido político, assegura Zé Pedro, guitarrista dos Xutos. Por isso, é com alguma surpresa que o grupo assiste à euforia em torno da canção “Sem eira nem beira”, que integra o novíssimo álbum Xutos & Pontapés, disco de originais que foi lançado na passada semana.
A TVI divulgou hoje, no Jornal Nacional, as imagens de uma alegada reunião gravada por Alan Perkins, administador da Freeport, onde se vê Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do “outlet” de Alcochete, a reiterar que o actual primeiro-ministro, José Sócrates, “é corrupto”.
As carpideiras de serviço do PS devem estar a postos e aguarda-se a habitual onda de histerismo em torno do caso Freeport.
Há ruído de mais neste processo, mas pelo menos duas coisas deveriam ser esclarecidas: por que é que José Sócrates não mostra o património que tem? e por que é que a justiça não o considera suspeito? http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/04/vem-ai-mais-uma-onda-de-histerismo.html
Deviam demitir toda a gente,
despedir todo o mundo,
exonerar todos e cada um;
extinguir os partidos, os bancos,
os bandos e assembleias,
as universidades, e as cadeias;
acabar com a bolsa e os offshores,
os offsites, os penaltys
e a criminalidade organizada;
remover as igrejas, as chefias,
a ONU e as mafias.
Deviam lavrar a terra,
deixar crescer a erva
por cima da autoestrada
e do aeroporto de coentrada.
Deviam, cada vez mais,
ficar parados,
sorvendo o ar devagarinho
para não incomodar
os pardais.
Deviam parar os blogues e jornais.
Deviam cantar inteiro o dia,
uma primavera em folia,
onde todos não são demais.
Deviam deixar de ter fome.
Deviam poder.
Mas quem sou eu para gritar
o que lhes compete fazer?
A TVI começou por divulgar o som há três semanas, hoje tivemos direito a imagem, está tudo à espera do lançamento da versão 3D. Vai ser é mais cara – ver Charles Smith chamar corrupto ao Primeiro-Ministro em três dimensões custará mais 1,5 euros (para os óculos) – mas vai valer a pena!
O que vai valer a pena é ver se este é o momento de viragem ou não. O comentário 52 é muito certeiro, agora vão aparecer as manobras de diversão tipo comentário Mário Soares sobre as fugas ao segredo de Justiça, a verdade é esta: o Primeiro-ministro de Portugal é suspeito de corrupção para as autoridades Inglesas e para meios de comunicação importantes em Portugal e todos os dias surgem elementos comprometedores para o primeiro-ministro. As pressões sobre os magistrados constituem uma subida de parada. Dar a volta a estes factos começa a ser difícil.
Antes: Casinhas; Cova da Beira; canudo Independente; Residências. Etc.
SFO. PGRepública. MP. PJ.
PGR e MP, desleixam as averiguações durante anos, uns quatro. O SFO insiste e pede à PGR, no final de 2008, aceleração nas investigações — não fora essa pressão inglesa e hoje tudo estaria silenciado…Que serenos adormecimentos entra Castilho (bom escritor), o Rato(afinal saltitando sobre “ratoeiras”) e S.Bento-O-Protector.
Tio, mãe, primo, escritórios de advogados, etc, etc. Tríades.
“Semite”: É indiciado. Arguído. Abana as bochechas e diz que nada sabe. Os incondicionais apoiantes do outro e principal visado creem religiosamente (ou q.b….,ou qb…) no líder — “inocente”. Podem dormir (mais ou menos) descansados. Conforme o início dos telejornais da TVO ou as primeiras páginas do Píblico, do Sol e do Expresso.
Candidamente…tudo estará a ser devidamente conforme a Lei.
Outro vídeo revela “Semite” acusador. Desmente. A SFO continua a investigar e a demonstrar provas.
São mostradas mais e gravosas acusações.
“Semite” desculpabilizar-se-á e desculpabilizará outros, PM incluído. O Primo continuará num retiro budista algures na China e “promete” voltar em Dezembro. O Tio, pai do primo que se “retirou” dois(2) dias antes duma busca da PJ, disse, desdisse-se, estamos esclarecidos.
As provas gravadas são utilizáveis em termos jurídicos e judiciais em Inglaterra; não, em Portugal. Em Portugal, que alívio(!!!), um “faítedivéres” como diz uma criatura que conheço. Tudo e todos estão “safos”.
Esse tal empreendedor dirá que “incriminou” a criatura A, para justificar desvio de fundos. A criaturaA agradece e dormirá descansado !
No final de tudo isto, convirá (já estará encontrado) um “bibi” não casapiano mas freeportiano, culpabilizável, para livrar outro/s de incómodos, insónias e perdas de poder.
Inglês. Culpabilizável. Deportável. “Obrigado” — que alívio !
Portugal, a sociedade portuguesa, a maioria dos portugueses, muitos profissionais (e dependentes) da política, são um case study. E sobretudo uma tragédia.
Um país absolutamente indecente e insuportável para nele viver e trabalhar !
Uma sociedade merdosa, emerdada ! Passem bem (por enquanto) os apparatchiks e os amanuenses dos vigaristas, dos corruptores e dos corrompidos, dos gangsters, verdadeiros gangsters(!) de colarinho branco!
N: continuo a crer que alguém abusou do nome Sócrates para tirar dividendos. Resta saber (se é que alguma vez se saberá, depende da cândida averiguação e adequado esclarecimento público) se Sócrates então de nada desconfiava, no mínimo.
Demais para uma pessoa, tantos casos: casinhas/licenciamentos na Guarda; canudo universitário; Cova da Beira; andares adquiridos a metade do preço; Freeport.
O mister anda mesmo perseguido, arre ! Destino do caraças !
Você quer com certeza referir-se à chungaria que acompanha o Pinócrates e a D. Câncio, enfim, àquela maltusaria que o feliz, elegante e “muito culto” casal tanto apoia e que se aproveita da boleia para usufruir umas enrabadalas.
Também estou preocupado com a resposta à pergunta inicial.
Acho, permita-me que lhe diga, que a sua, fica uma vergonhosa merda de país, sendo certa, me deixa, pelo menos a mim, uma imensa tristeza. Além disso, parece-me curta. Porque a merda séca e o tempo, ajudado pelo vento, transforma-a em pó, em nada…
Nuno
MJRB disse
18 Abril, 2009 às 2:51 am
Exactamente: um destino do caraças.
Mas, há algo a acrescentar: é que, entretanto, lixou uma data de gente e parece que quis dar a estocada final neste lindo e (com pretensões a) honrado País.
Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões
sobre juiz
Alberto Costa surgiu ontem no centro das notícias sobre alegadas pressões sobre os
magistrados do caso Freeport, que o ministro da Justiça negou de forma pronta. Mas esta
não é a primeira vez que o seu nome surge em notícias sobre pressões. Há 21 anos,
suspeitas de pressões sobre um juiz levaram à sua demissão de director dos Assuntos de
Justiça de Macau, quando o governador era Carlos Melancia.
Em 1988, Costa deixou o cargo na administração de Macau no meio de suspeitas de pressões
sobre o juiz José Manuel Celeiro no caso do escândalo da televisão de Macau, TDM. Em
2005, José António Barreiros, que, enquanto secretário de Estado Adjunto para os Assuntos
da Justiça, tinha demitido Alberto Costa, quebrou um longo silêncio de 16 anos e acusou-o
de “conduta imprópria”. Ontem, contactado pelo PÚBLICO, o advogado José António Barreiros
não quis fazer quaisquer declarações sobre o caso de há vinte anos nem comentar as
notícias de ontem do semanário “Sol”.
O citado caso de Macau remonta ao mês de Abril de 1988, quando José Manuel Celeiro
decretou a prisão preventiva do presidente da TDM, António Ribeiro, por suspeita de
peculato. Numa entrevista a “O Independente”, em 2005, Barreiros contou que optou por
demitir Alberto Costa por ter considerado impróprio que o agora ministro tivesse tido
então “conversas informais” com o magistrado defendendo que a prisão preventiva de
António Ribeiro seria uma medida excessiva naquele caso. José Manuel Celeiro apresentou
queixa.
Há quatro anos, depois da entrevista de José António Barreiros, o ministro, há sete meses
no Governo com a pasta da Justiça, explicou que se limitara a dar ao juiz “uma opinião
sobre uma matéria de índole jurídica”. E lembrou que os factos pelos quais foi acusado e
exonerado foram alvo de um inquérito que concluiu “não se ter comprovado a existência de
pressão”, pelo que foi proposto o arquivamento do inquérito. Além disso, recordou, o
Supremo Tribunal Administrativo veio anular o acto de exoneração. A entrevista valeu a
Alberto Costa um primeiro momento de contestação enquanto ministro da parte da
Associações Sindical de Juízes Portugueses (ASJP), que exigiu esclarecimentos de forma
cabal, aconselhando-o a “ponderar seriamente a sua capacidade para, de maneira credível,
continuar a exercer as funções governativas”.
Sócrates «escondeu» rendimentos
Tribunal Constitucional diz que só denúncia formal leva a agir em conformidade
José Sócrates não revelou os rendimentos nas declarações entregues entre 1999 e 2002 no Tribunal Constitucional. Como detentor de um cargo político, o actual Primeiro-ministro era e é obrigado a entregar a declaração de rendimentos naquele tribunal.
Na altura dos factos, Sócrates era apenas ministro e depois deputado. Nas declarações de 22/11/99, de 12/01/2001, 6/4/2002 e 12/4/2002, o campo dos rendimentos foi entregue em branco.
O decreto-lei 25/95 estabelece que os rendimentos têm de se declarados e que as omissões comunicadas e denunciadas ao Tribunal Constitucional têm de ser facultadas ao Ministério Público para proceder em conformidade.
Um representante do Tribunal Constitucional afirmou à TVI que nada foi feito porque ainda ninguém denunciou essas ilegalidades. Do gabinete do Primeiro-ministro foi garantido à TVI que as declarações de José Sócrates cumprem os requisitos da lei.
Por esclarecer está esta interpretação do gabinete do Primeiro-ministro, que permite a Sócrates não revelar o rendimento nas declarações que entrega ao Tribunal Constitucional.
Uma ilegalidade que é ajudada pelo facto de o Tribunal Constitucional e o Ministério
Público não verificarem as declarações.
1 – A primeira vez que passou na TVI o “audio” muito gente questionou aqui se naõ seria uma montagem. Também fiquei com duvidas. Agora parece-me que não é.
2 – Além de Charles Smith há outra personagem, João Cabral(?) que parece saber bem do que se trata. Alguem sabe se já foi ouvido no processo?
3 – Finalmente, o primo ali citado já voltou da China? Não seria normal que aparecesse, mesmo que temporariamente, para explicar a situação? Afinal ainda há obrigações familiares.
Alguém tem de ser SEVERAMENTE CONDENADO. Isto é GRAVÍSSIMO. A justiça não pode deixar este caso ficar em águas de bacalhau. Corremos o risco de destruir, para sempre, a nossa democracia.
Seja Sócrates e companhia… Sejam estes senhores… alguém TEM DE IR PRESO !!
fado alexandrino disse
18 Abril, 2009 às 8:12 am
Depois de ver o vídeo inclino-me sinceramente para a opinião que o senhor Smith meteu a massa ao bolso.
rosarinho disse
18 Abril, 2009 às 8:44 am
# 88,
E o “espiritual” primo?
# 88 e os pagamentos parcelares feitos durante 2 anos ao primo e cujas cópias dos lançamentos bancários já circulam pela net à saciedade ( vide blog do Mãrio Machado)?
Este PM é um embuste e já nem o travesti que se faz passar por namorada o pode safar. As trapalhadas foram tantas ao longo destes anos que só uma fé cega ou um medo ainda maior, podem evitar a sua derrota nas eleições. Quanto ao processo Freeport irá ser arquivado, pois o sistema judicial não é suficientemente independente em Portugal para o levar até ao fim…..está na altura de ser editado de novo o livro do Rui MATEUS sobre as ligações do PS e do chefe Soares com a corrupção….
O novo nome no caso Freeport
Adjunto de Sócrates referido no DVD revelado pela TVI
Filipe Boa Baptista, antigo chefe de gabinete de José Sócrates, quando este era ministro do Ambiente, que posteriormente se tornou inspector-geral do Ambiente e que actualmente é secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, é o novo nome no caso Freeport, aponta o Público, baseado no DVD revelado pela TVI.
Na conversa entre Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith e Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, há uma alusão a Filipe Boa Baptista: «O homem que estava na Inspecção do Ambiente foi secretário pessoal de Sócrates, percebes as ligações?»
A Procuradoria Geral da República reagiu, este sábado, a esta transmissão, garantindo que «todos os elementos vão ser levados em conta». Admitindo que o DVD não serve de prova em Portugal, a PGR disse, no entanto, que ele pode ser usado pelos procuradores ou pela polícia para averiguarem informações que possam levar a novas diligências. http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/freeport-socrates-filipe-boa-baptista-dvd-tvi24/1057890-4071.html
“No dia seguinte apresentar-se-ia na Rua da Palmeira com um saco donde retiraria massos de notas de cinco mil escudos, no total de cerca de cinquenta mil contos(…). O dinheiro não fora entregue a Melancia e em Abril de 1988 Peter Bier oferece uma dádiva à Emaudio ou a quem o Presidente da República decidisse(…). Mário Soares nomearia então Almeida Santos e seu filho para proporem uma solução e mediarem o conflito (…). Pouco tempo antes tinham sido recebidos os cinquenta mil contos da Weidleplan e outras contribuições por intermédio de Almeida Santos”.
Rui Mateus
A Procuradoria-Geral da República manteve sempre um silêncio sobre estas actividades criminosas.
Senhor Presidente Da Republica: interrogue-se, existem condições para o Primeiro Ministro continuar a se-lo?
Culpado ou não culpado de suborno, deixou correr as coisas para um caminho, que nem sequer teve a coragem para se defender com elementos que retirem a suspeição! nãp podemos ser governados, por um Primeiro Ministro, eventualmente corrupto! a menos que a lama, seja a nossa capa, como portugueses!
para esta república podre, corrupta e maçónica ainda poder respirar impõe-se a investigação completa do MACAU-MELANCIA-HO, do FREEPORT, dos negócios CHÁVEZ… Ou então substituir os “investigadores”.
«Além da brigada do reumático que é agora a sua comissão, outra faceta distingue esta
candidatura de Mário Soares a Belém das anteriores: surge após a edição de Contos
Proibidos – Memórias de Um PS Desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus.
O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial, veio a
público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos
poderes da República. Em síntese, que diz Mateus? Que, após ganhar as primeiras
presidenciais, em 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial
destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo
competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares
detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava
uma dócil alternativa a essa liderança. Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era
financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias,
Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para
orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências
particulares. Que, no exercício do seu «magistério de influência» (palavras suas, noutro
contexto), convocou alguns magnatas internacionais – Rupert Murdoch, Silvio Berlusconi,
Robert Maxwell e Stanley Ho – para o visitarem na Presidência da República e se
associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus
investimentos em Portugal. Note-se que o «Presidente de todos os portugueses» não
convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar
de os contribuintes suportarem despesas da estada. Que moral tem um país para criticar
Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha
normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações? E que foi feito dos
negócios do Presidente Soares? Pela relevância do tema, ficará para próximo
desenvolvimento.
A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio,
agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos, eterna ponte
entre política e vida económica, Carlos Melancia, seu ex-ministro, e o próprio filho,
João.
A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações
Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança),
as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência
em Belém – relata Mateus em Contos Proibidos.
Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial.
Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio
Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo)
visitar Belém.
Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto,
mas tudo se gorou por divergências no investimento.
Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um
memorando interno sobre a associação a “amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares”,
com vista a “garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares
e, assumimos, apoiar a sua reeleição”.
Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em
Belém credenciais socialistas.
Soares daria ordem para se fazer o negócio com este.
O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais.
Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu “mensalão”.
Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à
Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.
Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem.
Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares.
O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais
– episódio a merecer análise própria.
A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua
eleição e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava “com muitas dezenas de
milhares de contos “oferecidos” por (Robert) Maxwell (…), consideráveis valores oriundos
do “ex-MASP” e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos.”
Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar
no território administração pública e negócios privados.
Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas
receitas publicitárias.
Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como “um dos grandes
vigaristas internacionais”, recua.
O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de
popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é
depositário e permitem controlar a empresa.
O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado – tal como há semanas sucedeu noutro
contexto a Manuel Alegre.
Mas antes resiste, recusando devolver as acções e esperando a reformulação do negócio.
E, quando uma empresa reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros)
pagos para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o
envio do fax a Melancia exigindo a devolução da verba.
O Governador cala-se.
Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala.
Então Mateus dá o documento a ‘O Independente’, daqui nascendo o “escândalo do fax de
Macau”.
Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a
sede da Emaudio, o Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua
comitiva) para minimizar os estragos.
Mas o processo é inevitável.
Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores.
Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de “dádiva
pública”) não se destinou de facto a Melancia mas “à Emaudio ou a quem o Presidente da
República decidisse”.
Quem afinal devia ser réu?
Os factos nem parecem muito difíceis de confirmar, ou desmentir, e no entanto é mais
fácil – mais confortável – ignorá-los, não se confia na justiça ou porque não se acredita
que funcione em tempo útil, ou por que se tem medo que funcione, em vida, e as dúvidas,
os boatos, os rumores, a ‘fama’ persistem.
E é assim, passo a passo, que lentamente se vai destruíndo de vez a confiança dos
portugueses nas instituições.
Por incúria, por medo, por desleixo, até por arrogância, porventura de fantasmas e até…
da própria sombra.
Ao investigar o caso de corrupção na base do “fax de Macau”, o Ministério Público
entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde
Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral
adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o
próprio Soares.
Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República,
Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma
investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há
quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação
“mãos limpas” à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão
mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o Governador de Macau,
Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares,
explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a
querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos
Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica “após consulta ao Presidente da
República, que ele sintomaticamente apelida de boss.
Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante
uma “presidência aberta” que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o
grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada
por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico
da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam “previstos
lucros de milhões de contos”.
Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova
instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos,
nem nunca será.
As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos,
tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura
ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela
“traição” a Soares (uma tese académica elaborada por Estrela Serrano, ex-assessora de
imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação
social que sempre o tratou com indulgência.)
Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma
fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um
frente-a-frente com Mateus – todos recusaram. A omertá mantém-se: o desejo dos apoiantes
de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i)moral da III República, e o
próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre
os grandes problemas da Nação.
Com a questão esquecida, Soares terminou em glória uma histórica carreira política, mas o
anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas. O mandatário, Vasco Vieira de
Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis,
viram-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ílidio Pinho,
que o Presidente fizera aliar a Maxwell. Dos notáveis próximos da candidatura do “pai da
pátria”, há também homens da administração de Macau sob a tutela de Soares, como António
Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino,
conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com
os dinheiros de Stanley Ho.
Outros ex-“macaenses” influentes são o ministro da Justiça Alberto Costa, que, como
director do Gabinete da Justiça do território, interveio para minorar os estragos entre o
soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, que o Governador
Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau.
Será o Polvo apenas uma teoria de conspiração?
E depois, Macau, sempre Macau.»
Corrupção..!!!, parece mentira levarem todos os dias a noticiarem este tema, em Portugal nada disto existe é tudo uma cabala politica-económica, como é ano de eleições os meios de comunicação social inventam disto para vender mais e ter mais audiencias; a crise afinal não é assim tão grande, o governo tem assegurado que ja aguentamos o 1º embate e já estamos preparados para o segundo ok, depois dizem que o desemprego sobe todos os dias, mentira, as empresas que se criam ao abrigo das novas linhas de credito são muito mais do que aquelas que fecham, depois os despedidos vão para o desemprego subsidiado, a coisa fica controlada, depois dizem que os impostos cada vez são mais altos, outra mentira, eles são mais baixos, são é mais por isso é que se paga mais, depois dizem que o BP não fiscalizou em condições os bancos visados, outra mentira, o BP fiscalizou muito bem, tão bem tão bem que não viu nada, depois dizem que o 1º não é engenheiro, outros que foi por fax, deixem lá isso o que interessa é governar bem o resto é conversa, depois acusam o vital moreira de querer tacho, ora bolas outra mentira porra, mas afinal aquilo não é tudo tachos e panelas, ali cozinha-se meus caros não se brinca, gastronomia ao mais alto nivel, também gosta de comer bem né meu caro, se lhe oferecerem joga fora, pois … eu calculei; depois acusam a justiça de absolver presumiveis suspeitos da area da politica, depois vão a votos e eles ganham as suas camaras, depois inventaram o Caso Casa pia, mais uma mentira, aquilo foi um golpe de estado tentado pelos rapazes da instituição, quase um 26 de abril, depois dizem mal dos deputados, que ganham muito, que fazem pouco, que faltam muito, eu gostava de vos vêr lá, logo viam o que é sofrer por tantos, as noites sem dormir com insonias, com as preocupações e responsabilidades sobre ombros de todos os meus eleitores, deve ser dificil, eu cá não queria ser, bolas; a a depois dizem ainda mal do PR, uns dizem que fala muito, outros que fala pouco, há até quem diga que fala mais ou menos, e já ouvi dizer que naõ diz nada, ah ha pois ja estava esquecido também dizem lá fora muito mal do povo portugues; muito linguareiro, mal dizente, uuiii invejoso coma a porra, e muito ignorante pretencioso e pouco humilde QB, e muito individualista; mas aqui insurgime e disse, desculpem lá NÓS NÃO SOMOS ASSIM PORRA !!!
zé disse
18 Abril, 2009 às 9:49 pm
O POLVO,
po Joaquim Vieira
——
caro Zé, isso já é bem antigo, e claro, ninguém liga nenhuma, tal como a comunicação social ignorou por completo a reuniao do bilderberg em Portugal…enfim…
a familia Soares está metida em merda até ao pescoço, já antes desse caso da fundação, Mário Soares e companhia andaram a ser investigados pela policia judiciária por tráfico de diamantes e como estavam no governo mexeram os cordelinhos e lá se safaram, pq estiveram á beira de serem acusados, e só se safaram graças a engenharias politicas.
Devemos esperar as eleições?
Repare é nítida a nossa incapacidade como povo para colocar um rumo naquilo que deveria nortear a nossa administração pública e quem pomos lá.Em Portugal o proprio sindicalismo é baseado numa lógica de bloqueio resumido a guerrinhas de quem manda e de quem obedece.não ha uma cultura de educação para a cidadania.Temos uma classe política que vive da demagogia,da imagem hipocrita do homem serio de boas familias,etc.Portugal precisa renovação, essa renovação terá de vir de energias que nascem nas ruas,nas escolas,nas empresas.Mas essa renovação precisa oportunidade e não a tem tido.Não vemos no actual paradigma político português um espirito de missão nacional, em que o interesse publico se sobrepõem á classica supremacia da partidária, onde o que mais importa é sermos nós a apresentar coisas que até podem nao servir para nada, mas que se teima em levar a votação em detrimento e outras fulcrais que se chumbam porque não foram da nossa iniciativa.Precisamos mas manifestações da sociedade civil,não a pedir mais 20 ou 30 euors por mês,não a exigir melhor horario,mas sim exigir e com força leis como as que combatem fortemente a corrupção,leis que possibilitem a cobrança rapida,justa e eficaz de impostos.
Enfim…
Fica a pensar que quiseram tramar o PM depois das buscas
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E que a policia e a justiça nestes anos todos não foi capaz de defender o acusado nem o país.
Se por acaso fosse culpado deixaram um corrupto governar
Se inocente como eu acredito deixaram que alguém o tramasse
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Um cheiro podre e fétido
E uma enorme sensação de que ainda a procissão vai no adro
Parece que o menino guerreiro deu lugar ao patinho feio a quem toda a gente quer tramar.
Mal por mal sempre é melhor o primeiro …
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Isso foi visto e ouvido na TVI, há bocado.
O que ficou do país?
Acabo de contar as minhas tias e estão todas.
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“Um cheiro podre e fétido”
neste momento cheira a jfgandarez@ruigomesdasilva.com, mas não é definitivo.
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mais um processo por difamação… garante o “engenheiro”…
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Já aqui escrevi, venha o caos. Isto é que não; devemos esta situação à cobardia politica do presidente Cavaco, afinal bem o podemos tratar por Sr. Silva.
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Eu acredito que o nosso primeiro é inocente, também acredito que o Hitler não mandou os judeus para o forno e Pol Pot não chacinou 4 milhões de cambojanos E QUE Staline nunca mandou ninguém para os gulags e que Salazar não mandou matar Humberto Delgado e que Franco nunca mandou para o garrote ninguém…
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O dinheiro das luvas até foi taxado! Porreiro pá!
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o VIDEO QUE REVELA TUDO SOBRE O CASO fREEPORT E O NOSSO PRIMEIRO….
http://www.youtube.com/watch?v=FQFPwAajxLc
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Eu ja tinha a visto a gravação, como tambem visto uma em que dizia, que não conhecia o Socrates de lado nenhum nem nunca esteve em reunião com ele.
O que ele disse á PJ como testemunho não sei, alguem sabe?
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Freeport: juiz rejeita prescrição
Há quatro crimes em investigação no processo
O Juiz Carlos Alexandre, em despacho datado de 6 de Março, declara que há quatro crimes em investigação no processo Freeport: corrupção passiva e activa para acto ilícito, tráfico de influências, participação económica em negócio e branqueamento de capitais.
Os primeiros três crimes, a serem provados em tribunal, podem dar penas de prisão até 5 anos, o que quer dizer que o processo só poderá prescrever em 2012, dez anos depois dos factos sob investigação. No caso de ser provado o branqueamento de capitais, a pena de prisão pode ir até 12 anos, o que quer dizer que o processo só poderá ser declarado extinto, por prescrição, em 2017, quinze anos depois do crime.
Com este despacho, o juiz do processo qualifica da forma mais grave possível a corrupção e o tráfico de influências que possam ter levado ao licenciamento do maior outlet da Europa em plena zona protegida do estuário do Tejo. Esses crimes, a serem comprovados, estiveram ainda na origem de actos ilícitos da administração pública. Os ministros, autarcas ou funcionários públicos que se tenham deixado corromper violaram também os poderes que a lei lhes confere ao aprovar o empreendimento.
Mesmo que a corrupção fosse para acto lícito, hipótese afastada por Carlos Alexandre, sobrava ainda o crime de participação económica em negócio, previsto na lei para punir o ministro, autarca ou funcionário público que, «com intenção de obter vantagem económica ilícita para si ou para terceiro» – como, por exemplo, o financiamento de um partido político – lesar os interesses do Estado que lhe cumpre defender. Só este crime dá cinco anos de prisão e por isso só prescreve em 2012.
Pressão
A teoria da prescrição do Freeport cai assim por terra. Recorde-se que os procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria, que investigam o processo, denunciaram uma pressão nesse sentido exercida por Lopes da Mota, ex-colega de Governo de José Sócrates e actual presidente do Eurojust, organismo encarregado, no caso Freeport, de fazer a cooperação com a polícia inglesa. Lopes da Mota já negou ter exercido essa pressão, mas, em entrevista ao «Diário de Notícias», confessou ter dito aos magistrados que «o primeiro-ministro quer o assunto resolvido rapidamente».
Sucede que essa pressa não tem fundamento jurídico. Os magistrados do Ministério Público Vítor Magalhães e Paes Faria têm, no mínimo, mais três anos para constituir José Sócrates arguido, caso o considerem, como considerou a polícia inglesa, «suspeito da prática de actos corruptos».
A prescrição é que não será nunca o caminho para livrar o primeiro-ministro, rapidamente, deste processo.
http://www.tvi24.iol.pt/politica/freeport-tvi24-prescricao-socrates-juiz/1057791-4202.html
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“O que ele disse á PJ como testemunho não sei, alguem sabe?” #11#
Se ele referiu à PJ o que vem relatado no vídeo (PJ ou MP ?) das duas uma
– Ou é aldrabão e já devia estar na grelha
– Ou não é e o Sócrates já devia ter sido entalado
Será assim tão difícil ?
Ou não é assim ???
Ou há mais pardais ao cesto ???
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Fica a sensação de que ainda há oportunidade de enfiar corruptos na prisão. Não será?
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#11 – pergunta ao josé ou ao crespo, quando não sabem inventam, o que vai dar ao mesmo.
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“Stanley Ho, que tem vindo a ganhar todas as grandes adjudicações em Macau, admite ter financiado a Fundação Mário Soares (…). É esta a lógica do compadrio reinante na vida política portuguesa que determina quem é o herói e quem cai em desgraça (…). Soares tirou o partido da situação e está muito bem instalado na vida. Talvez demasiado bem e demasiado impune, para uma pessoa que se meteu em tantas trapalhadas (Emaudio, Interfina, Fundação Oriente…), sem nunca ter sido verdadeiramente incomodado como outros políticos foram por muito menos”.
Rui Mateus
A Procuradoria-Geral da República manteve sempre um silêncio sobre estas actividades criminosas.
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Srs. Anónimos o que se passou hoje em Viseu é o inicio, esperem o que está para vir.
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Anónimo 5
Gostaria apenas de o esclarecer que José Francisco Gandarez é genro e advogado de Mário Cristina de Sousa, ex-ministro da economia de António Guterres (2000-2001).
Logo, a conjugação de nomes no endereço electrónico que referiu é muito improvável, para não dizer fantasiosa
NOTA: A grande força de Sócrates está nos cidadãos “anónimos” que o apoiam. Afinal já lhes conhecemos o rosto – são todos iguais … uma imensa horda para engrossar as fileiras da clientela dos oftalmologistas e otorrinolaringologistas
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30 gajos que ficaram chateados pelo pm ter chegado adiantado a uma festa para a qual não tinham sido convidados. sindicato dos penetras com acções tipo brigada do croquete.
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O que eu perguntei era, se o testemunho do tal Escoces á PJ, se alguem sabia?
Pelos vistos a CS sabe,, a Helena sabe.
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crespo convidou menezes para assistirmos em directo a um ataque de hemorroidas sem assistência medica nem medicamentosa
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No IRS e surgiu um campo novo… preparem-se para mais uma despesa…
Quando submeterem o IRS irão verificar a existência de um campo novo no Anexo H, campo dados dos imóveis, sobre a certificação energética: se tem ou não classificação “A+” ou “A”. Obviamente que a maioria não tem certificação, logo o campo a preencher é o NÃO.
Dizem que este campo não terá penalização no valor a ser reembolsado! Mas … façam a v/simulação com o sim e com o não e verão que o valor a ser reembolsado será menor.. logo seremos penalizados!!! (mais ou menos entre 50€ a 100€ a menos)
Se não tivermos a certificação seremos penalizados todos os anos.. se a pedirmos gastamos +-200€ num ano mas fica válida por vários anos (ainda não confirmei por quantos), mas só vale a pena pedir certificação se obtivermos a classificação “A” ou “A+”.. o B já dá penalização
Quando é que necessito da Certificação Energética e de um Certificado Energético? Ver
http://www.certificacaoenergetica.com
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#17#
o que se passou hoje em Viseu é o inicio
Início ???
É o intermezzo
A cada saída tem os camaradas da CGTP à espera
Ora ele vai sair mais
——–
Pelos vistos a CS sabe,, a Helena sabe
Não sabem nada é só para chatear
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http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=384381&visual=26&rss=0
Ontem, o Escoces dizia que não conhecia Socrates.
Hoje de manhã, diz que o sobornou.
Vamos ao Par ou Impar?
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#18 – “Logo, a conjugação de nomes no endereço electrónico que referiu é muito improvável, para não dizer fantasiosa”
é só clicar
http://www.psdsantaremdistrital.com/santarem/?info=concelhia/santarem/autarcas
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(23)
Sócrates não será vaiado só pelos filiados na CGTP , a partir deste momento será vaiado onde quer que vá e existam mais de cem pessoas (desde que não se trate de uma reunião PS).
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O Zé Preto, é o Preto da Casa Africana?
Dá a ideia que sabe muito da poda.
Pergunte, quem meteu nas mãos o Casino da EExpo, de borla.
Foi o Mario Soares?
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“O que fica dum país que vê e ouve isto?”
Chama nabo ao Souto Moura
Chamam nabos à PJ
Chamam nabos ao MP
É um nabal completo esta justiça em Portugal
Pior
Estão completamente alheados à azelhice
Um processo que parou enquanto o PPD esteve no governo (Souto Moura)
Esteve 4 anos em banho maria
Ganhou o PS
Aí vem ele, o processo, cheio de teias de aranha e rôto de tal maneira, que alguns interessados viram à vista desarmada o que vinha lá exarado
Toca a difamar vilanagem
O povo é sereno
É cego como a Justiça (?)
E surdo perante tanta algazarra
Está-se marimbando
Só os intelectualóides estão muito eufóricos
Têm é a matéria já um bocado putrefacta
Escrevem por raiva
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9#
Está dentro da linha de pensamento do PS:
-o enriquecimento ilícito não é criminalizado; o autor paga a taxa de 60% ao Fisco e, “quartel em Abrantes, tudo como dantes”!…
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Tapioca , Tapioca gostas muito dos generais ora Alcazar ora Tapioca.
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Olhão , e se a casa for alugada? isso também se aplica?
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“Stanley Ho, que tem vindo a ganhar todas as grandes adjudicações em Macau, admite ter financiado a Fundação Mário Soares ….
Saiu-me um contador de historias, quem conhece Macau sabe que o Stanley, há mais de 40 anos domina o jogo na Asia, não é Macau é a ASIA.
O MS é chines?
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Pensando bem , essa medida até não é má. a do sigilo bancário. pode ser que assim acabe a construção desenfreada de centros comerciais às moscas e prédios nas periferias vazios. agora já podem meter o dinheiro da droga , das armas , dos diamantes e tal directamente nas contas sem encherem o país de monos. E não vão presos. Ok , é fixe.
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“O que fica dum país …?”
Ficamos alguns, felizmente. De pé.
Reconstrução e lideranças … precisam-se.
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E em que coisa mais clara se deve apoiar a In-justiça?
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Gostava de vêr o JAIME NEVES graduado em General,- faz-se justiça a quem defendeu a Liberdade – A minha liberdade
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Anónimo, 25
Tem razão.
Pude verificar em pesquisas que se trata da mesma pessoa. Advogado. Trabalha para Rui Gomes da Silva no seu escritório de advocacia. Membro da Distrital de Santarém do PSD e da Assembleia Municipal de Santarém.
Como já se disse em cima, genro e advogado de Mário Cristina de Sousa.
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# 4 o que ficou do país não foram só as tuas tias, foram tipos em decomposição como tu que brincam com o fogo a pensar que têem as costas quentes e a barriga cheia. Até as irmãs de tua mãe te desprezam já que as irmãs de teu pai ninguém pode dizer.
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No dia 17-04-09 e a pedido de várias familias, uma delas no Sanatório com o apoio da Igreja, colocamos aqui um enxerto do Freeport
“”Reunião terá sido gravada por Alan Perkins
Freeport: TVI mostra vídeo em que Smith reitera que Sócrates “é corrupto”
17.04.2009 – 20h35 Romana Borja-Santos””
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A Drª Candida Almeida deveria ser afastada imediatamente do processo, bem como o Juiz do Eurojust ser demitido!! não se pode admitir que tenham recusado investigar o conteudo e as informações contidas no DVD, com o argumento que o DVD não serve como prova em Portugal! Quanto ao Socrates…
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Tenha cuidado Helena Matos, que ainda a processam em tribunal por difamação e má-fé, com dinheiro do estado.
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A pedido de varias familias, deixo aqui um enxerto de uma coisa nunca vista no dia 17.04.09.
“Reunião terá sido gravada por Alan Perkins
Freeport: TVI mostra vídeo em que Smith reitera que Sócrates “é corrupto”
17.04.2009 – 20h35 Romana Borja-Santos”
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ai ai, se fazem mal a Helena, o Santana Lopes salta-lhes em cima, salvo seja
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Caso Freeport Empresario levou Miguel Almeida PSD a jantar com inspectora da PJ
2007-06-01
lusa
Lisboa, 01 Jun (Lusa) – O empresário Armando Jorge Carneiro revelou hoje em tribunal que, em 2005 e antes das legislativas, levou Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, a jantar com uma inspectora da PJ que acompanhava o “caso Freeport”.
Esta testemunha falava durante o julgamento, em Lisboa, em que o ex-inspector da PJ de Setúbal José Torrão e os jornalistas Inês Serra Lopes e Francisco Teixeira, do extinto semanário “O Independente”, são acusados de violação do segredo de justiça na sequência de notícias, publicadas em Fevereiro de 2005, sobre investigações ao “caso Freeport”, que alegadamente envolviam o então líder do PS e actual-primeiro-ministro José Sócrates.
O caso Freeport, relacionado com o licenciamento desta obra em Alcochete quando o titular da pasta do Ambiente era José Sócrates, mereceu destaque nos media em Fevereiro de 2005, em plena campanha para as eleições legislativas, depois de terem sido noticiadas buscas da PJ e avançadas informações de que Sócrates estava a ser investigado, o que foi depois desmentido pela Direccão da PJ.
O ex-presidente do Conselho de Administração da revista “Tempo” contou em tribunal que o primeiro contacto que teve com José Torrão, que também é acusado neste julgamento de violação de segredo de funcionário, ocorreu, em Janeiro de 2005, na sua casa na Aroeira, tendo o ora arguido sido-lhe apresentado pelo advogado Bello Dias.
Questionado pelo juiz sobre o número de contactos que manteve com elementos da PJ de Setúbal em Janeiro e Fevereiro de 2005, incluindo encontros com a inspectora Carla Gomes e o inspector Peixoto, Armando Jorge Carneiro contabilizou seis, mas tentou negar que essas reuniões tivessem como motivação o “caso Freeport”.
Num dos encontros com a inspectora, num bar em Setúbal, o empresário admitiu que entregou já perto da meia-noite, a pedido desta, um exemplar daquele que seria a manchete, no dia seguinte, do semanário “O Independente”, sobre o “caso Freeport”, em que se falava de um mandado de busca e em que apareci na primeira página a fotografia de José Sócrates.
O empresário teve dificuldades em explicar porque razão decidiu levar Miguel Almeida, actual deputado do PSD e figura próxima de Santana Lopes (à data primeiro-ministro) a jantar, em Setúbal, com a inspectora da PJ, alegando que nessa dia estava muito cansado e pediu àquele seu amigo para conduzir.
No jantar, onde o ex-chefe de gabinete de Santana Lopes foi apresentado como “Miguel”, a testemunha revelou que a inspectora da PJ se mostrou “stressada” , “nervosa” e com receio de estar a ser alvo de vigilância ou perseguição, pois via carros suspeitos.
Miguel Almeida terá explicado que se fossem carros do SIS (Sistema de Informações e Segurança) estes teriam necessariamente matrícula registada na Direcção-Geral do Património.
A procuradora do Ministério Público quis saber se a testemunha tinha ligações a partidos políticos, ao que este disse que não, dizendo porém que na adolescência militou na Juventude Centrista (JC).
Quando aos políticos que conhece melhor pessoalmente, a testemunha indicou Pedro Pinto e Santana Lopes (PSD), bem como Paulo Portas (CDS/PP) e Manuel Monteiro, antigo líder da JC e do CDS/PP. Quanto a Miguel Almeida disse ser “visita de sua casa”.
Destes, assegurou que só trocou impressões sobre o “caso Freeport” com Miguel Almeida e que nunca acompanhou muito de perto o lado jornalístico das investigações, que estava a cargo de Victor Norinha e de outros membros da equipa redactorial da extinta revista “Tempo”.
No decurso da audiência e em resposta a uma pergunta do juiz, Armando Jorge Carneiro admitiu que, no decurso deste caso, estabeleceu contacto com um amigo que tinha no SIS, porque suspeitava que estava a ser vigiado por carros que pensava ser da PJ ou do próprio SIS, tendo anotado o número das matrículas.
Segundo disse, o amigo do SIS ter-lhe-á garantido que os carros “eram da Presidência do Conselho de Ministros”.
Quanto aos inspectores da PJ de Setúbal, a testemunha assegurou que nunca lhe forneceram pormenores ou documentos sobre a investigação do “caso Freeport”.
Em sessão anterior, José Torrão negou que tivesse fotocopiado documentos relativos ao “caso Freeport”, apesar de ter sido captado pela videovigilância interna da PJ a fotocopiar papéis a 09 de Fevereiro de 2005. Este alegou que estava a fotocopiar documentos pessoais para solicitar um empréstimo bancário.
As afirmações de Armando Jorge Carneiro levaram hoje o MP a pedir a reinquirição de outras testemunhas, incluindo a inspectora Carla Gomes, o que deverá atrasar as alegações finais do julgamento, que chegaram a estar previstas para hoje.
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Por vezes o povo português é muito cruel. É bem provável que eleja José Sócrates de novo. Não para que ele governe o país, mas para que todos os dias, durante o seu “momento Chávez”, alguém o faça ouvir o “sem eira nem beira” dos Xutos.
Esta canção será mais cantada pelos portugueses do que o Hino Nacional. O Primeiro Ministro pode ganhar o poder, mas o respeito já o perdeu.
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Proença Carvalho
http://www.economico.pt/noticias/ha-semelhancas-entre-o-freeport-e-a-casa-pia_2478.html
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Emidio Rangel
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=AB8E35AC-8209-4510-A51B-3C8C32018683&channelid=00000093-0000-0000-0000-000000000093
‘
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http://fotoseimagens.blogs.sapo.pt/25571.html
Rui Gomes da Silva no seu melhor ew grande amigo de PSL
‘
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Sousa Silva
Está em que sede socialista?
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Caros Blasfemos
É EVIDENTE que corrupção há em todo o lado e em todos os partidos …
Não me parece justo, nem intelectualmente honesto, estarmos aqui a tapar o sol com a peneira dizendo que, se somos PS’s ou pró-PS’s, os outros são todos maus (menos os nossos) e se somos PSD’s ou pró-PSD’s a mesma coisa …
Sou do PSD e, no entanto, fico envergonhado quando vejo que pessoas que sempre se aproveitaram do Partido para fazer carreira em grandes empresas (bancos, p. ex) conspurcam e colocam na lama o nome da instituição PSD. Mais ainda quando essas pessoas têm lugares institucionais de destaque e não têm a hombridade de porem os seus lugares à disposição …
Claro que me envergonha ver que há negociatas, jogadas de bastidores, batotas … E condeno isso
Mas a mim nada me consola saber que o Sócrates também faz e acontece … Com o mal dos outros …
O que exijo como cidadão é que se deixe que os magistrados façam o seu trabalho e que as pessoas se CALEM! Qualquer PM que tivesse um pingo de responsabilidade teria posto, pelo menos, o seu lugar à disposição para deixar que tudo fosse, calmamente, averiguado sem possibilidade de se poderem usar os cargos para exercer pressão …
Tal como Dias Loureiro há muito deveria ter posto o seu lugar à disposição, por causa do caso BPN …
Como diria Mário Crespo: estamos condenados a ter de escolher entre o BPN e o Freeport?
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# 46
Não deve estar informado. Proença de Carvalho é o advogado do coiso!
# 47
Não deve estar informado. Esse é o Emídio, o doido!
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#11 – Anónimo disse
17 Abril, 2009 às 9:08 pm
Eu ja tinha a visto a gravação, como tambem visto uma em que dizia, que não conhecia o Socrates de lado nenhum nem nunca esteve em reunião com ele.
O que ele disse á PJ como testemunho não sei, alguem sabe?
Claro que o que interessa é o testemunho, a prova, a legalidade, a prescrição, o segredo de justiça, etc.
O que é verdade ou não, isso não interessa a ninguém…
.
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È isso mesmo Q.
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Um bom slogan para a oposição a Sócrates:
Mais força para lutar!
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Um bom Slogan para a oposição a Sócrates: Sem eira nem beira.
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O que é que o PGR está à espera para demitir a Candita?
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#50 – a teoria dos cromos para troca já foi, agora é tudo bpn e o que mais adiante se verá.
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CM 5.2.09
Má Imprensa/Mira Amaral
“Não há nenhuma acusação, não aceito que sejam postas em causa as competencias de um Governo com base em artigos de imprensa” disse o ex ministro da Industria, Mira Amaral
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Gostava de vêr o JAIME NEVES graduado em General e helenafmatos em Brigadeira!
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Anónimo, 57
Diga-me o nome do seu oftalmologista para eu riscar do meu mapa médico
Sabe qual é a diferença – para já – entre o caso BPN e o Freeport?
É que no caso BPN já foi presa uma pessoa (para já …)
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muito obrigadeira
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O Proença de Carvalho, o Mira Amaral, foi ministro do Cavaco, MSTavares, são socialistas? nem eu sou, eu sou contra a vergonha, que uma duzia de encartados fazem, estragando a vida de cada um, deixando os corruptos cá fora.
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O Director do Correio da Manhã, é socialista?
————
Nota editorial
Reforma da mãe de Sócrates
Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, mãe de José Sócrates, recebe uma pensão inferior a 250 euros por mês.
O CM escreveu que Maria Adelaide auferia 3000 euros/mês. Tal notícia baseou-se em documentos da Segurança Social nos quais constavam 11 registos, referentes a 2007, cada um no montante de 3222 euros. Estes registos tinham códigos de ficheiro e lotes diferentes. Antes da publicação da notícia, o gabinete do primeiro-ministro foi confrontado com os referidos dados, não tendo o CM obtido qualquer resposta.
No entanto, no seguimento da investigação, apurámos que esses registos correspondiam a repetições do rendimento total anual, o que significa que, em 2007, Maria Adelaide, recebeu, em cada uma das 14 prestações, 230,14 euros. Pelo erro, pedimos desculpa aos visados e aos leitores.
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http://www.youtube.com/watch?v=9nlyWpJQP-M&feature=related
Concordo com ele
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O que fica de um país? fica o que já estava. como diz o rui a. isto não é um país , é um estado. um país tem gente que manda num estado , um estado tem servos que gramam tudo o que faz ,seja o rei , seja o marquês , o salazar , o ps ou o psd. fujam para onde possam ser pessoas e não servos da gleba , pás.
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nem apoiam, enquanto colectivo, qualquer partido político, assegura Zé Pedro, guitarrista dos Xutos. Por isso, é com alguma surpresa que o grupo assiste à euforia em torno da canção “Sem eira nem beira”, que integra o novíssimo álbum Xutos & Pontapés, disco de originais que foi lançado na passada semana.
Sou um admirador da banda, são os maiores
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Do inglês técnico independente:
“he is the guy who approved this project” (é preciso mais alguma coisa?)
Mais:
“his agent” (denota culpa e ocultação)
“party” (financiamentos partidários)
Do gabinete, um blackout esclarecedor: não temos nada a esclarecer, estamos acima da lei, ninguém nos toca.
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Entretanto o ministro da presidência aparece na SICN a dizer que pessoas do PSD são suspeitas no BPN, com um ar cândido de quem fala do olimpo.
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Vem aí mais uma onda de histerismo
A TVI divulgou hoje, no Jornal Nacional, as imagens de uma alegada reunião gravada por Alan Perkins, administador da Freeport, onde se vê Charles Smith, sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para tratar do licenciamento do “outlet” de Alcochete, a reiterar que o actual primeiro-ministro, José Sócrates, “é corrupto”.
As carpideiras de serviço do PS devem estar a postos e aguarda-se a habitual onda de histerismo em torno do caso Freeport.
Há ruído de mais neste processo, mas pelo menos duas coisas deveriam ser esclarecidas: por que é que José Sócrates não mostra o património que tem? e por que é que a justiça não o considera suspeito?
http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/04/vem-ai-mais-uma-onda-de-histerismo.html
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#67 – técnica de instrução pidesca do josé travestido de amónimo
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Versão A: “I can get this approved for you”
Versão B: “Nunca tive nenhuma reunião com esse senhor nem o conheço”
Que chatice tão vergonhosa.
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O Costa esteve na China.
Terá ido aprender artes marciais com o “primo” …!
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Deviam demitir toda a gente,
despedir todo o mundo,
exonerar todos e cada um;
extinguir os partidos, os bancos,
os bandos e assembleias,
as universidades, e as cadeias;
acabar com a bolsa e os offshores,
os offsites, os penaltys
e a criminalidade organizada;
remover as igrejas, as chefias,
a ONU e as mafias.
Deviam lavrar a terra,
deixar crescer a erva
por cima da autoestrada
e do aeroporto de coentrada.
Deviam, cada vez mais,
ficar parados,
sorvendo o ar devagarinho
para não incomodar
os pardais.
Deviam parar os blogues e jornais.
Deviam cantar inteiro o dia,
uma primavera em folia,
onde todos não são demais.
Deviam deixar de ter fome.
Deviam poder.
Mas quem sou eu para gritar
o que lhes compete fazer?
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#71 – só se for para o smith, e por falar em borgonha, vou esponjar um de marsannay. inté e salut les copains.
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A próxima versão do DVD do Freeport vai ser em 3D
A TVI começou por divulgar o som há três semanas, hoje tivemos direito a imagem, está tudo à espera do lançamento da versão 3D. Vai ser é mais cara – ver Charles Smith chamar corrupto ao Primeiro-Ministro em três dimensões custará mais 1,5 euros (para os óculos) – mas vai valer a pena!
http://www.aoutravarinhamagica.blogspot.com/2009/04/proxima-versao-do-dvd-do-freeport-vai.html
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O que vai valer a pena é ver se este é o momento de viragem ou não. O comentário 52 é muito certeiro, agora vão aparecer as manobras de diversão tipo comentário Mário Soares sobre as fugas ao segredo de Justiça, a verdade é esta: o Primeiro-ministro de Portugal é suspeito de corrupção para as autoridades Inglesas e para meios de comunicação importantes em Portugal e todos os dias surgem elementos comprometedores para o primeiro-ministro. As pressões sobre os magistrados constituem uma subida de parada. Dar a volta a estes factos começa a ser difícil.
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“o Primeiro-ministro de Portugal é suspeito de corrupção para as autoridades Inglesas”
Eu não sou nenhuma autoridade inglesa e para mim ele também é suspeito. Não é culpado, mas é suspeito. Muito suspeito.
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“14 BMW topo da gama”
Para a AR que temos.
Atitude digna do Burkina Fasso.
Esta é a ditosa pátria deles.
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Nunca imaginei um ministro a deixar-se corromper por contrato de pagamento às prestações. Muito pouco fino.
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respondendo à pergunta inicial: fica uma vergonhosa merda de país
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tolstoi- M Soares foi hoje entrevistado na Antena 1 na Fundação…
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Can we FREE PORTugal from corruption?
Yes, we can!
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Antes: Casinhas; Cova da Beira; canudo Independente; Residências. Etc.
SFO. PGRepública. MP. PJ.
PGR e MP, desleixam as averiguações durante anos, uns quatro. O SFO insiste e pede à PGR, no final de 2008, aceleração nas investigações — não fora essa pressão inglesa e hoje tudo estaria silenciado…Que serenos adormecimentos entra Castilho (bom escritor), o Rato(afinal saltitando sobre “ratoeiras”) e S.Bento-O-Protector.
Tio, mãe, primo, escritórios de advogados, etc, etc. Tríades.
“Semite”: É indiciado. Arguído. Abana as bochechas e diz que nada sabe. Os incondicionais apoiantes do outro e principal visado creem religiosamente (ou q.b….,ou qb…) no líder — “inocente”. Podem dormir (mais ou menos) descansados. Conforme o início dos telejornais da TVO ou as primeiras páginas do Píblico, do Sol e do Expresso.
Candidamente…tudo estará a ser devidamente conforme a Lei.
Outro vídeo revela “Semite” acusador. Desmente. A SFO continua a investigar e a demonstrar provas.
São mostradas mais e gravosas acusações.
“Semite” desculpabilizar-se-á e desculpabilizará outros, PM incluído. O Primo continuará num retiro budista algures na China e “promete” voltar em Dezembro. O Tio, pai do primo que se “retirou” dois(2) dias antes duma busca da PJ, disse, desdisse-se, estamos esclarecidos.
As provas gravadas são utilizáveis em termos jurídicos e judiciais em Inglaterra; não, em Portugal. Em Portugal, que alívio(!!!), um “faítedivéres” como diz uma criatura que conheço. Tudo e todos estão “safos”.
Esse tal empreendedor dirá que “incriminou” a criatura A, para justificar desvio de fundos. A criaturaA agradece e dormirá descansado !
No final de tudo isto, convirá (já estará encontrado) um “bibi” não casapiano mas freeportiano, culpabilizável, para livrar outro/s de incómodos, insónias e perdas de poder.
Inglês. Culpabilizável. Deportável. “Obrigado” — que alívio !
Portugal, a sociedade portuguesa, a maioria dos portugueses, muitos profissionais (e dependentes) da política, são um case study. E sobretudo uma tragédia.
Um país absolutamente indecente e insuportável para nele viver e trabalhar !
Uma sociedade merdosa, emerdada ! Passem bem (por enquanto) os apparatchiks e os amanuenses dos vigaristas, dos corruptores e dos corrompidos, dos gangsters, verdadeiros gangsters(!) de colarinho branco!
N: continuo a crer que alguém abusou do nome Sócrates para tirar dividendos. Resta saber (se é que alguma vez se saberá, depende da cândida averiguação e adequado esclarecimento público) se Sócrates então de nada desconfiava, no mínimo.
Demais para uma pessoa, tantos casos: casinhas/licenciamentos na Guarda; canudo universitário; Cova da Beira; andares adquiridos a metade do preço; Freeport.
O mister anda mesmo perseguido, arre ! Destino do caraças !
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Errata:
quarto parágrafo, TVI.
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#19
Você quer com certeza referir-se à chungaria que acompanha o Pinócrates e a D. Câncio, enfim, àquela maltusaria que o feliz, elegante e “muito culto” casal tanto apoia e que se aproveita da boleia para usufruir umas enrabadalas.
Nuno
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Confrade disse
18 Abril, 2009 às 12:52 am
Também estou preocupado com a resposta à pergunta inicial.
Acho, permita-me que lhe diga, que a sua, fica uma vergonhosa merda de país, sendo certa, me deixa, pelo menos a mim, uma imensa tristeza. Além disso, parece-me curta. Porque a merda séca e o tempo, ajudado pelo vento, transforma-a em pó, em nada…
Nuno
MJRB disse
18 Abril, 2009 às 2:51 am
Exactamente: um destino do caraças.
Mas, há algo a acrescentar: é que, entretanto, lixou uma data de gente e parece que quis dar a estocada final neste lindo e (com pretensões a) honrado País.
Nuno
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O que fica?
MÁGOA, MUITA MÁGOA!!! Humilhação e VERGONHA.
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Depois de ver o vídeo inclino-me sinceramente para a opinião que o senhor Smith meteu a massa ao bolso.
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# 88,
E o “espiritual” primo?
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Deviam começar por explicar
Como se fabrica assunto
Para alimentar bestunto
E depois embolsar.
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O Alberto Costa esteve na China …
… aposto que a tirar um curso de artes marciais.
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Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões
sobre juiz
Alberto Costa surgiu ontem no centro das notícias sobre alegadas pressões sobre os
magistrados do caso Freeport, que o ministro da Justiça negou de forma pronta. Mas esta
não é a primeira vez que o seu nome surge em notícias sobre pressões. Há 21 anos,
suspeitas de pressões sobre um juiz levaram à sua demissão de director dos Assuntos de
Justiça de Macau, quando o governador era Carlos Melancia.
Em 1988, Costa deixou o cargo na administração de Macau no meio de suspeitas de pressões
sobre o juiz José Manuel Celeiro no caso do escândalo da televisão de Macau, TDM. Em
2005, José António Barreiros, que, enquanto secretário de Estado Adjunto para os Assuntos
da Justiça, tinha demitido Alberto Costa, quebrou um longo silêncio de 16 anos e acusou-o
de “conduta imprópria”. Ontem, contactado pelo PÚBLICO, o advogado José António Barreiros
não quis fazer quaisquer declarações sobre o caso de há vinte anos nem comentar as
notícias de ontem do semanário “Sol”.
O citado caso de Macau remonta ao mês de Abril de 1988, quando José Manuel Celeiro
decretou a prisão preventiva do presidente da TDM, António Ribeiro, por suspeita de
peculato. Numa entrevista a “O Independente”, em 2005, Barreiros contou que optou por
demitir Alberto Costa por ter considerado impróprio que o agora ministro tivesse tido
então “conversas informais” com o magistrado defendendo que a prisão preventiva de
António Ribeiro seria uma medida excessiva naquele caso. José Manuel Celeiro apresentou
queixa.
Há quatro anos, depois da entrevista de José António Barreiros, o ministro, há sete meses
no Governo com a pasta da Justiça, explicou que se limitara a dar ao juiz “uma opinião
sobre uma matéria de índole jurídica”. E lembrou que os factos pelos quais foi acusado e
exonerado foram alvo de um inquérito que concluiu “não se ter comprovado a existência de
pressão”, pelo que foi proposto o arquivamento do inquérito. Além disso, recordou, o
Supremo Tribunal Administrativo veio anular o acto de exoneração. A entrevista valeu a
Alberto Costa um primeiro momento de contestação enquanto ministro da parte da
Associações Sindical de Juízes Portugueses (ASJP), que exigiu esclarecimentos de forma
cabal, aconselhando-o a “ponderar seriamente a sua capacidade para, de maneira credível,
continuar a exercer as funções governativas”.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1372742
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Sócrates «escondeu» rendimentos
Tribunal Constitucional diz que só denúncia formal leva a agir em conformidade
José Sócrates não revelou os rendimentos nas declarações entregues entre 1999 e 2002 no Tribunal Constitucional. Como detentor de um cargo político, o actual Primeiro-ministro era e é obrigado a entregar a declaração de rendimentos naquele tribunal.
Na altura dos factos, Sócrates era apenas ministro e depois deputado. Nas declarações de 22/11/99, de 12/01/2001, 6/4/2002 e 12/4/2002, o campo dos rendimentos foi entregue em branco.
O decreto-lei 25/95 estabelece que os rendimentos têm de se declarados e que as omissões comunicadas e denunciadas ao Tribunal Constitucional têm de ser facultadas ao Ministério Público para proceder em conformidade.
Um representante do Tribunal Constitucional afirmou à TVI que nada foi feito porque ainda ninguém denunciou essas ilegalidades. Do gabinete do Primeiro-ministro foi garantido à TVI que as declarações de José Sócrates cumprem os requisitos da lei.
Por esclarecer está esta interpretação do gabinete do Primeiro-ministro, que permite a Sócrates não revelar o rendimento nas declarações que entrega ao Tribunal Constitucional.
Uma ilegalidade que é ajudada pelo facto de o Tribunal Constitucional e o Ministério
Público não verificarem as declarações.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/socrates-omissao-tribunal-constitucional-tvi24-rendimentos-irs/1049520-4071.html
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1 – A primeira vez que passou na TVI o “audio” muito gente questionou aqui se naõ seria uma montagem. Também fiquei com duvidas. Agora parece-me que não é.
2 – Além de Charles Smith há outra personagem, João Cabral(?) que parece saber bem do que se trata. Alguem sabe se já foi ouvido no processo?
3 – Finalmente, o primo ali citado já voltou da China? Não seria normal que aparecesse, mesmo que temporariamente, para explicar a situação? Afinal ainda há obrigações familiares.
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#90.
Para depois embolsar…
Também pode ser inverso
Da moeda o reverso.
Há mais marés que bateleiros.
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#68 – “um ar cândido de quem fala do olimpo.”
o olimpo é uma empresa de limpezas controlada pela pleiade.
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Alguém tem de ser SEVERAMENTE CONDENADO. Isto é GRAVÍSSIMO. A justiça não pode deixar este caso ficar em águas de bacalhau. Corremos o risco de destruir, para sempre, a nossa democracia.
Seja Sócrates e companhia… Sejam estes senhores… alguém TEM DE IR PRESO !!
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alguém TEM DE IR PRESO
o oliveira já foi. outros seguirão, assim espero.
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fado alexandrino disse
18 Abril, 2009 às 8:12 am
Depois de ver o vídeo inclino-me sinceramente para a opinião que o senhor Smith meteu a massa ao bolso.
rosarinho disse
18 Abril, 2009 às 8:44 am
# 88,
E o “espiritual” primo?
# 88 e os pagamentos parcelares feitos durante 2 anos ao primo e cujas cópias dos lançamentos bancários já circulam pela net à saciedade ( vide blog do Mãrio Machado)?
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Que podre, que nojento!
Faz-me ter vergonha de ser português, às vezes.
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esqueci me do link
http://www.forumnacional.net/showthread.php?t=34495
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chegaram os amigos da helena, vai haver montras partidas.
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será que vão partir as montras para roubar (abafar) os documentos que incriminam o primo do menino de ouro?
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Este PM é um embuste e já nem o travesti que se faz passar por namorada o pode safar. As trapalhadas foram tantas ao longo destes anos que só uma fé cega ou um medo ainda maior, podem evitar a sua derrota nas eleições. Quanto ao processo Freeport irá ser arquivado, pois o sistema judicial não é suficientemente independente em Portugal para o levar até ao fim…..está na altura de ser editado de novo o livro do Rui MATEUS sobre as ligações do PS e do chefe Soares com a corrupção….
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Recomendo que Sócrates siga os exemplos de Batista, Somoza e Duvallier.
Reserve já casa em Miami.
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lica disse
18 Abril, 2009 às 11:30 am
Fui ao link, ler o que lá está.
Porque é que os senhores jornalistas não vão também lá?
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O novo nome no caso Freeport
Adjunto de Sócrates referido no DVD revelado pela TVI
Filipe Boa Baptista, antigo chefe de gabinete de José Sócrates, quando este era ministro do Ambiente, que posteriormente se tornou inspector-geral do Ambiente e que actualmente é secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, é o novo nome no caso Freeport, aponta o Público, baseado no DVD revelado pela TVI.
Na conversa entre Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith e Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, há uma alusão a Filipe Boa Baptista: «O homem que estava na Inspecção do Ambiente foi secretário pessoal de Sócrates, percebes as ligações?»
A Procuradoria Geral da República reagiu, este sábado, a esta transmissão, garantindo que «todos os elementos vão ser levados em conta». Admitindo que o DVD não serve de prova em Portugal, a PGR disse, no entanto, que ele pode ser usado pelos procuradores ou pela polícia para averiguarem informações que possam levar a novas diligências.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/freeport-socrates-filipe-boa-baptista-dvd-tvi24/1057890-4071.html
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http://www.videos.iol.pt/consola.php?projecto=27&mul_id=13129512&v_sort=&v_order=&tipo_conteudo=1&tipo=2&id_conteudo=&referer=1&query=&pagina=
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“No dia seguinte apresentar-se-ia na Rua da Palmeira com um saco donde retiraria massos de notas de cinco mil escudos, no total de cerca de cinquenta mil contos(…). O dinheiro não fora entregue a Melancia e em Abril de 1988 Peter Bier oferece uma dádiva à Emaudio ou a quem o Presidente da República decidisse(…). Mário Soares nomearia então Almeida Santos e seu filho para proporem uma solução e mediarem o conflito (…). Pouco tempo antes tinham sido recebidos os cinquenta mil contos da Weidleplan e outras contribuições por intermédio de Almeida Santos”.
Rui Mateus
A Procuradoria-Geral da República manteve sempre um silêncio sobre estas actividades criminosas.
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Senhor Presidente Da Republica: interrogue-se, existem condições para o Primeiro Ministro continuar a se-lo?
Culpado ou não culpado de suborno, deixou correr as coisas para um caminho, que nem sequer teve a coragem para se defender com elementos que retirem a suspeição! nãp podemos ser governados, por um Primeiro Ministro, eventualmente corrupto! a menos que a lama, seja a nossa capa, como portugueses!
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para esta república podre, corrupta e maçónica ainda poder respirar impõe-se a investigação completa do MACAU-MELANCIA-HO, do FREEPORT, dos negócios CHÁVEZ… Ou então substituir os “investigadores”.
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102- os amigos da Helena ajudam a comprovar a lama desta república. Enfie a carapuça.
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Tá na cara que o escocês deu tanga à Freeport e embolsou a massa.
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# 113
… o escocês abriu o bocarra à polícia inglesa.
Pena que se saiba que as massas foram parar às mãos do “primo” da China e depois mudaram de mãos (…)
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O Costa amigo esteve na China … a aprender artes marciais (?)
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#113 – e quem garante que falta dinheiro nas contas do freepork. queixo-me, digo que fostes tu e tá feito.
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#115
Não seja tansa. O que pretende insinuar far-se-ia com discrição e não através de um “Costa amigo”…
#116
Nem vou por aí! Parto do princípio que falta mesmo, mas por via das dúvidas não me peça para por as mãos no fogo 🙂
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O POLVO,
po Joaquim Vieira
«Além da brigada do reumático que é agora a sua comissão, outra faceta distingue esta
candidatura de Mário Soares a Belém das anteriores: surge após a edição de Contos
Proibidos – Memórias de Um PS Desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus.
O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial, veio a
público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos
poderes da República. Em síntese, que diz Mateus? Que, após ganhar as primeiras
presidenciais, em 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial
destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo
competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares
detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava
uma dócil alternativa a essa liderança. Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era
financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias,
Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para
orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências
particulares. Que, no exercício do seu «magistério de influência» (palavras suas, noutro
contexto), convocou alguns magnatas internacionais – Rupert Murdoch, Silvio Berlusconi,
Robert Maxwell e Stanley Ho – para o visitarem na Presidência da República e se
associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus
investimentos em Portugal. Note-se que o «Presidente de todos os portugueses» não
convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar
de os contribuintes suportarem despesas da estada. Que moral tem um país para criticar
Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha
normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações? E que foi feito dos
negócios do Presidente Soares? Pela relevância do tema, ficará para próximo
desenvolvimento.
A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio,
agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos, eterna ponte
entre política e vida económica, Carlos Melancia, seu ex-ministro, e o próprio filho,
João.
A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações
Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança),
as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência
em Belém – relata Mateus em Contos Proibidos.
Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial.
Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio
Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo)
visitar Belém.
Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto,
mas tudo se gorou por divergências no investimento.
Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um
memorando interno sobre a associação a “amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares”,
com vista a “garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares
e, assumimos, apoiar a sua reeleição”.
Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em
Belém credenciais socialistas.
Soares daria ordem para se fazer o negócio com este.
O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais.
Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu “mensalão”.
Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à
Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.
Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem.
Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares.
O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais
– episódio a merecer análise própria.
A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua
eleição e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava “com muitas dezenas de
milhares de contos “oferecidos” por (Robert) Maxwell (…), consideráveis valores oriundos
do “ex-MASP” e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos.”
Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar
no território administração pública e negócios privados.
Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas
receitas publicitárias.
Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como “um dos grandes
vigaristas internacionais”, recua.
O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de
popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é
depositário e permitem controlar a empresa.
O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado – tal como há semanas sucedeu noutro
contexto a Manuel Alegre.
Mas antes resiste, recusando devolver as acções e esperando a reformulação do negócio.
E, quando uma empresa reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros)
pagos para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o
envio do fax a Melancia exigindo a devolução da verba.
O Governador cala-se.
Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala.
Então Mateus dá o documento a ‘O Independente’, daqui nascendo o “escândalo do fax de
Macau”.
Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a
sede da Emaudio, o Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua
comitiva) para minimizar os estragos.
Mas o processo é inevitável.
Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores.
Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de “dádiva
pública”) não se destinou de facto a Melancia mas “à Emaudio ou a quem o Presidente da
República decidisse”.
Quem afinal devia ser réu?
Os factos nem parecem muito difíceis de confirmar, ou desmentir, e no entanto é mais
fácil – mais confortável – ignorá-los, não se confia na justiça ou porque não se acredita
que funcione em tempo útil, ou por que se tem medo que funcione, em vida, e as dúvidas,
os boatos, os rumores, a ‘fama’ persistem.
E é assim, passo a passo, que lentamente se vai destruíndo de vez a confiança dos
portugueses nas instituições.
Por incúria, por medo, por desleixo, até por arrogância, porventura de fantasmas e até…
da própria sombra.
Ao investigar o caso de corrupção na base do “fax de Macau”, o Ministério Público
entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde
Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral
adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o
próprio Soares.
Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República,
Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma
investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há
quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação
“mãos limpas” à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão
mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o Governador de Macau,
Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares,
explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a
querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos
Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica “após consulta ao Presidente da
República, que ele sintomaticamente apelida de boss.
Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante
uma “presidência aberta” que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o
grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada
por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico
da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam “previstos
lucros de milhões de contos”.
Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova
instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos,
nem nunca será.
As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos,
tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura
ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela
“traição” a Soares (uma tese académica elaborada por Estrela Serrano, ex-assessora de
imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação
social que sempre o tratou com indulgência.)
Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma
fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um
frente-a-frente com Mateus – todos recusaram. A omertá mantém-se: o desejo dos apoiantes
de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i)moral da III República, e o
próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre
os grandes problemas da Nação.
Com a questão esquecida, Soares terminou em glória uma histórica carreira política, mas o
anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas. O mandatário, Vasco Vieira de
Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis,
viram-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ílidio Pinho,
que o Presidente fizera aliar a Maxwell. Dos notáveis próximos da candidatura do “pai da
pátria”, há também homens da administração de Macau sob a tutela de Soares, como António
Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino,
conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com
os dinheiros de Stanley Ho.
Outros ex-“macaenses” influentes são o ministro da Justiça Alberto Costa, que, como
director do Gabinete da Justiça do território, interveio para minorar os estragos entre o
soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, que o Governador
Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau.
Será o Polvo apenas uma teoria de conspiração?
E depois, Macau, sempre Macau.»
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Corrupção..!!!, parece mentira levarem todos os dias a noticiarem este tema, em Portugal nada disto existe é tudo uma cabala politica-económica, como é ano de eleições os meios de comunicação social inventam disto para vender mais e ter mais audiencias; a crise afinal não é assim tão grande, o governo tem assegurado que ja aguentamos o 1º embate e já estamos preparados para o segundo ok, depois dizem que o desemprego sobe todos os dias, mentira, as empresas que se criam ao abrigo das novas linhas de credito são muito mais do que aquelas que fecham, depois os despedidos vão para o desemprego subsidiado, a coisa fica controlada, depois dizem que os impostos cada vez são mais altos, outra mentira, eles são mais baixos, são é mais por isso é que se paga mais, depois dizem que o BP não fiscalizou em condições os bancos visados, outra mentira, o BP fiscalizou muito bem, tão bem tão bem que não viu nada, depois dizem que o 1º não é engenheiro, outros que foi por fax, deixem lá isso o que interessa é governar bem o resto é conversa, depois acusam o vital moreira de querer tacho, ora bolas outra mentira porra, mas afinal aquilo não é tudo tachos e panelas, ali cozinha-se meus caros não se brinca, gastronomia ao mais alto nivel, também gosta de comer bem né meu caro, se lhe oferecerem joga fora, pois … eu calculei; depois acusam a justiça de absolver presumiveis suspeitos da area da politica, depois vão a votos e eles ganham as suas camaras, depois inventaram o Caso Casa pia, mais uma mentira, aquilo foi um golpe de estado tentado pelos rapazes da instituição, quase um 26 de abril, depois dizem mal dos deputados, que ganham muito, que fazem pouco, que faltam muito, eu gostava de vos vêr lá, logo viam o que é sofrer por tantos, as noites sem dormir com insonias, com as preocupações e responsabilidades sobre ombros de todos os meus eleitores, deve ser dificil, eu cá não queria ser, bolas; a a depois dizem ainda mal do PR, uns dizem que fala muito, outros que fala pouco, há até quem diga que fala mais ou menos, e já ouvi dizer que naõ diz nada, ah ha pois ja estava esquecido também dizem lá fora muito mal do povo portugues; muito linguareiro, mal dizente, uuiii invejoso coma a porra, e muito ignorante pretencioso e pouco humilde QB, e muito individualista; mas aqui insurgime e disse, desculpem lá NÓS NÃO SOMOS ASSIM PORRA !!!
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zé disse
18 Abril, 2009 às 9:49 pm
O POLVO,
po Joaquim Vieira
——
caro Zé, isso já é bem antigo, e claro, ninguém liga nenhuma, tal como a comunicação social ignorou por completo a reuniao do bilderberg em Portugal…enfim…
a familia Soares está metida em merda até ao pescoço, já antes desse caso da fundação, Mário Soares e companhia andaram a ser investigados pela policia judiciária por tráfico de diamantes e como estavam no governo mexeram os cordelinhos e lá se safaram, pq estiveram á beira de serem acusados, e só se safaram graças a engenharias politicas.
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Devemos esperar as eleições?
Repare é nítida a nossa incapacidade como povo para colocar um rumo naquilo que deveria nortear a nossa administração pública e quem pomos lá.Em Portugal o proprio sindicalismo é baseado numa lógica de bloqueio resumido a guerrinhas de quem manda e de quem obedece.não ha uma cultura de educação para a cidadania.Temos uma classe política que vive da demagogia,da imagem hipocrita do homem serio de boas familias,etc.Portugal precisa renovação, essa renovação terá de vir de energias que nascem nas ruas,nas escolas,nas empresas.Mas essa renovação precisa oportunidade e não a tem tido.Não vemos no actual paradigma político português um espirito de missão nacional, em que o interesse publico se sobrepõem á classica supremacia da partidária, onde o que mais importa é sermos nós a apresentar coisas que até podem nao servir para nada, mas que se teima em levar a votação em detrimento e outras fulcrais que se chumbam porque não foram da nossa iniciativa.Precisamos mas manifestações da sociedade civil,não a pedir mais 20 ou 30 euors por mês,não a exigir melhor horario,mas sim exigir e com força leis como as que combatem fortemente a corrupção,leis que possibilitem a cobrança rapida,justa e eficaz de impostos.
Enfim…
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