Acabou-se a cooperação estratégica?
“(…) Por detrás das estatísticas e dos gráficos que identificam a crise estão trabalhadores que perderam o emprego e investidores que perderam as poupanças de uma vida e cujos projectos e ambições foram destruídos num ápice. (…) Quando os benefícios são exclusivos de alguns mas a contrapartida é uma provável socialização das perdas, exige-se que sejam impostas condições muito rigorosas à tomada de riscos e que se adopte uma vigilância determinada sobre a gestão desses riscos – por parte dos reguladores, mas também por parte das próprias instituições financeiras. (…) Seria um erro muito grave, verdadeiramente intolerável, que, na ânsia de obter estatísticas económicas mais favoráveis e ocultar a realidade, se optasse por estratégias de combate à crise que ajudassem a perpetuar os desequilíbrios sociais já existentes ou que hipotecassem as possibilidades de desenvolvimento futuro e os direitos das gerações mais jovens.
Este é um risco efectivo. Muitos dos agentes que beneficiaram do status quo – e que tiveram um papel activo nesta crise financeira – continuam a ser capazes de condicionar as políticas públicas, quer pela sua dimensão económica quer pela sua proximidade ao poder político.
Acresce que, num cenário de dificuldades, e sob a pressão da necessidade urgente de agir, as decisões nem sempre são ponderadas devidamente, acabando por abrir espaço para o desperdício de recursos públicos ou para a concentração desses recursos nas mãos de uns poucos, precisamente aqueles que detêm já maior influência junto dos decisores.
É crucial, para o equilíbrio das relações sociais e para o futuro do sistema de economia de mercado, evitar que isto aconteça.” Cavaco Silva, ontem.

finalmente o pr começa a desmontar o embuste governamental
do son of a bitch de smith
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Seria um erro, no entanto, pensar que a obrigação de acautelar os princípios de justiça, de equidade e de coesão recai apenas sobre os decisores políticos. É nas empresas e no diálogo entre elas e dentro delas que começa esta responsabilidade.
Ajunta Cavaco.
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Cavaco é uma desilusão após as alegadas pressões sobre os magistrados devia ter demitido o Governo, parte importante do eleitorado que o elegeu já não o apoia, acontece que por mais que discurse vai ficar ligado a este governo e ao assunto satélite a que deu estúpida importância da demissão do governo dos Açores.
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Quem não anda a dormir, sabe que desde 2005 que há empresas públicas, empresas privadas e empresas amigas do governo. E que coisa mais injusta pode haver do que isto?
O que devem fazer, por exemplo, as empresas que dantes concorriam com a JP Sá Couto? Devem fechar as portas? E mandar para o desemprego milhares de pessoas??!!
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foi um discurso para os empresários católicos que apoiaram a sua candidatura e que estão desiludidos porque os subsídios à especulação acabou com o bpn. foi simpático dar algum conforto espiritual a estes fiés.
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O Cavaco anda a ouvir as tias (por parte do pai) aquelas que nunca tiveram a que o sobrinho manifestasse aqui as suas opiniões.
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As tias perderam o “timing” talvez seja da demência.
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#4 – deves estar a pensar em comprimidos portugal e sonhar com o meu mourinho.
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Honestamente a cooperação estratégica é um tema já desactualizado, a questão premente é saber se o PM tem condições para governar . Não é dificil compreender que a sua persistência no lugar está a prejudicar o país. Para mim Cavaco passou a Sr. Silva.
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Tolstoi o seu nick está mal escolhido. Não encontro compaixão cristã nas suas palavras.
Luis Melo: só quem esteve a dormir até 2005 é que descobriu o clientelismo por essa altura. Vem do Império Romano. E para resolver o problema não basta criticar.
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Pifas
Deus é infinitamente bom mas também é justo.
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Pifas
Já para não falar no episódio dos vendilhões do Templo, bem sei que o Freeport não é um templo, mas as pessoas envolvidas também não são simples vendilhões ….
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Só se for por questões táticas não por questões estratégicas ou de fundo, Sócrates, Cavaco, Manuela Ferreira Leite acreditam mais ou menos no mesmo.
Cavaco é o Dupont, Sócrates é o Dupond e a Manuela Ferreira Leite é a Dupontina…
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Verdadeiramente intolerável
a incompetência socialista,
a sua política deplorável
é de natureza populista.
Fantasiando a realidade
com engenhosas colorações,
hipoteca-se a governabilidade
de futuras gerações.
O jovem mexilhão,
em idade escolar,
não aceita o brincalhão
que passa a vida a burlar!
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E quem é o Cavaco para vir falar de estatísticas económicas.
O que mais detesto é que as pessoas se esqueçam depressa daquilo que disseram e daquilo que fizeram enquanto governantes… a polítiquice cinzenta ao mais alto nível de uma república de bananas… acho que devia chamar aí ao burgo a Re(les)pública
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Levou três anos para descobrir isso…………..
Da outra vez bastaram-lhe umas semanas para descobrir a má moeda………..
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Presidente da Republica, telefona ao Sampaio, para saber como ele correu com o Santana Lopes, assim vai mais seguro a correr
com o Socrates……….
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