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Estou farto de teorias da conspiração

28 Abril, 2009

Nos comentários a esta posta e no blogue oficial dos defensores da quase indefensável presidente do PSD é dito que a interpretação das palavras de Ferreira Leite acerca da eventualidade de uma coligação pós-Legislativas com o PS é abusiva, até mesmo falsa e, sempre, sugerindo uma tenebrosa e sinistra conspiração que visa impedir os portugueses de perceberem como a referida sra. transborda de talento político.
Acontece que os factos não acolhem esta versão piedosa:

1. A sra. foi inquirida directamente por Mário Crespo acerca da possibilidade de uma AD ou de um Bloco Central no caso de nenhum partido atingir a maioria absoluta;
2. Ferreira Leite enredou-se num linguajar politicamente correcto (em muito mau português) e NÃO RECUSOU NENHUMA DAS ALTERNATIVAS;
3. O que vem ao encontro do teor do discurso feito nas comemorações do 25 de Abril por Cavaco Silva mas, para um líder de um partido que diz querer ganhar as eleições, constitui um erro gravíssimo a 4 meses e meio das Legislativas;
4. Quando saiu dali e viu, finalmente, as dimensões da asneira cometida quis corrigir aquilo que tinha acabado de fazer.

Só isso. Excepto, claro, para os sempre crentes, em ambos os lados da barricada, os que juram que não aconteceu o que aconteceu e que tudo o mais é só conspiração.

41 comentários leave one →
  1. CAA's avatar
    28 Abril, 2009 10:14

    A resposta a Mário Crespo foi literalmente assim:

    «Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que eu acredite, em que eu acredite que a conjugação de esforços e, especialmente, a conjugação de interesses, interesses no sentido do país, são coincidentes. Se perceber que o objectivo país não é propriamente aquele que está no centro das atenções, então com dificuldade haverá um Governo que possa contribuir para a melhoria do país»

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  2. Desconhecida's avatar
    Lusitana Antiga Liberdade permalink
    28 Abril, 2009 10:28

    Não me parece que Manuela Ferreira tivesse admitido qualquer ideia de Bloco Central. Todavia, coloco uma questão: E se o tivesse feito?
    Numa situação possível em que o PSD vença as eleições lesgislativas sem maioria absoluta só penso haver três hipóteses:

    a) – Reedição da AD (espera-se que a de 1979 e não a de 2001);

    b) – Governo de iniciativa presidencial como fez Eanes com: Nobre da Costa, Mota Pinto e Maria de Lurdes Pintasilgo;

    c) – Governo do Bloco Central.

    Das três hipóteses prefiro de longe a primeira.
    A segunda é pior que a primeira e menos má que a última.
    A terceira é, para mim, a mais negativa. Mas que é possível lá isso é.

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  3. Piscoiso's avatar
    28 Abril, 2009 11:04

    Se já há um Bloco de Esquerda, porque não um Bloco Central?
    Mas tarda um Bloco de Direita.
    O problema é que já não se saberá a quem chamar bloquista.

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  4. jorge's avatar
    jorge permalink
    28 Abril, 2009 11:06

    alguem pode garantir que nao faz uma coligação? sabendo-se o estado do país como é possível afirmar que, não existindo uma maioria, não se aceita uma solução género salvação nacional?

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  5. F. Teixeira's avatar
    F. Teixeira permalink
    28 Abril, 2009 11:11

    Por que é que é mauzinho? Tem alguma necessidade de zangar o dr. Pacheco Pereira? Esta semana já não vejo a Quadratura. Pronto!

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  6. Desconhecida's avatar
    Sebastião Pestana permalink
    28 Abril, 2009 11:14

    CASA SONOTONE:

    MFL não disse que estava disponível para qualquer tipo de bloco. Disse que estava disponível para integrar uma coligação de esforços que interessasse ao país.
    O xamã das redacções e do Bloco, do outro, já decretou o “descaramento”. Está decretado.
    Filipe Nunes Vicente, Mar Salgado

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  7. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Abril, 2009 11:30

    não ganharam nada, perdem nas sondagens e querem fazer governos? estes lusotoinos acordam com vontade de mandar.

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  8. Desconhecida's avatar
    Joaquim permalink
    28 Abril, 2009 11:49

    “Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que eu acredite (…) que a conjugação de esforços e, especialmente, a conjugação de interesses, interesses no sentido do país, são coincidentes.”
    Se isto pode significar “MFL admite a possibilidade de coligação com PS” então também pode significar:
    – MFL admite a possibilidade de coligação com PCP
    – MFL admite a possibilidade de coligação com BE
    – MFL admite a possibilidade de coligação com CDS

    Por outras palavras, na entrevista MFL *não* admitiu a possibilidade de coligação com nenhum partido em particular. Como afirmou várias vezes antes da entrevista que não faria coligação com o PS e, perante a “confusão” que as suas palavras terão gerado, o voltou a reafirmar sem qualquer margem para dúvidas, só mesmo alguém como o CAA e a sua mais que evidente (deliberada?)incapacidade para perceber o que MFL diga pode ter “dúvidas”.

    Pagam-lhe para isto ou escreve disparates apenas por gozo?

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  9. Desconhecida's avatar
    28 Abril, 2009 11:58

    E eu tão farta da inoperância do PSD que já tenho pena da senhora. Gaita, pena é uma coisa tão mesquinha!

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  10. Desconhecida's avatar
    Lusitana Antiga Liberdade permalink
    28 Abril, 2009 12:00

    Joaquim:

    Amite-se, portanto, um governo de União Nacional.
    No estado deplorável que os governos deixaram o país desde Cavaco Silva, você não admitia essa hipótese?
    Olhe, eu admito qualquer uma desde que o Sr. Sócrates não seja Primeiro- Ministro e não continue com os seus projectos loucos a enviar Portugal para a catástrofe final!

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  11. Desconhecida's avatar
    Pirata Somali permalink
    28 Abril, 2009 12:10

    Quem vai ter que se coligar, com imensa relutãncia, vai ser o PS.
    Ter posto o avô Cantigas (imagem que o PS julga que lhe confere status e venerabilidade) a fazer apelos ao voto massivo foi um erro de casting.

    O PM ficou preso da sua ambição carreirista, e assim desmantelou o PS.

    É assim a vida política. Tem ciclos imprevisíveis. Obedece e desobedece a personalidades. Não é lógica.

    O Waterloo de Sócrates já aconteceu.

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  12. AM's avatar
    28 Abril, 2009 12:11

    CAA não é social democrata. São conhecidas as suas afinidades políticas com Manuel Monteiro, que acompanhou no CDS e no PND. A sua opinião, perfeitamente legítima e respeitável, sobre o PSD e Manuela Ferreira Leite é natural. Naturalmente, também, é oposta à de quem é social democrata, do PSD e aprecia as qualidades políticas de MFL.

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  13. olhão's avatar
    olhão permalink
    28 Abril, 2009 12:43

    Se o governo é tão mediocre como dizem, para quê juntar-lhe o PSD?
    Masoquistas.

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  14. CAA's avatar
    28 Abril, 2009 12:51

    12,

    A social-democracia (?) é totalmente alheia às putativas qualidades e eventuais defeitos da sra.

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  15. Desconhecida's avatar
    28 Abril, 2009 12:51

    Pois é CAA, as coisas são como são e são exactamente como estão postadas. ainda que alguns queiram ver outras coisas. Por mim ainda bem, claro.

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  16. Desconhecida's avatar
    Pirata Somali permalink
    28 Abril, 2009 12:52

    Caro Olhão

    Não é masoquismo.

    é porque duas mediocridades juntas anulam-se, ou melhor dito, desculpam-se uma à outra.

    Mas a verdade – vai uma aposta uns bons choquinhos en su tinta com vinho de Lagoa, que tal? – nenhum deles vai ter maioria. Logo estão condenados a coligar-se.

    Seria engraçado, de um humor maquiavélico, o PSD mais bloco.

    O PS mais PCP é provável, Mas o PCP não irá muito mais longe que o CDS.

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  17. Desconhecida's avatar
    Stevens permalink
    28 Abril, 2009 13:15

    CAA:

    É óbvio que um governo PS sem maioria absoluta está condenado a cair antes do fim da legislatura.

    A MFL não seria irresponsável ao ponto de dizer “queremos a maior instabilidade possível”, foi a isso que quis fugir com essa frase que não diz nada.

    Ela sabe que é isso que vai acontecer, que um governo minoritário acabará por cair, e quando isso acontecer (num prazo máximo esperado de 1 ano, talvez) é ela que quer agarrar na coisa.

    Se se aguentar até lá, ao contrário do que pretende os passo-coelhistas, como você, né?

    Para ela o conseguir, nessa altura, não pode criar uma imagem de irresponsabilidade, que foi mais ou menos o que aconteceu ao Santana Lopes, com os resultados que se viram (mas no caso de PSL penso que a culpa é, quase exclusivamente, da imagem que a comunicação social lhe criou – a comunicação social e os CAA’s).

    Isto é simples de entender, não é preciso fazer conspirações de blocos centrais, etc.

    Aliás, devo dizer-lhe (e talvez você já saiba) que já existe um acordo pré-eleitoral, sim, mas entre PS e CDS.

    Se não sabe passa a saber, ou passam a saber as pessoas que o lêem, a ver se compreende o que anda por detrás destas campanhas anti-MFL e pró-Pedro Passos Coelho, o que nesta altura é também ser pró-Sócrates…

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  18. Stevens's avatar
    Stevens permalink
    28 Abril, 2009 13:17

    Será que ando muito longe da verdade?

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  19. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Abril, 2009 13:30

    Será que ando muito longe da verdade?
    não sei, mas da inteligência andas com certeza.

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  20. Francesco's avatar
    Francesco permalink
    28 Abril, 2009 13:33

    E porque não recorrer ao sistema da “Tutela”? Ele está previsto na Carta das Nações Unidas e nada impede que seja aplicado com toda a legitimidade a qualquer parcela do globo terrestre.

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  21. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Abril, 2009 13:35

    E é só assim, chama-se burro e pronto, nem uma breve explicação?

    Ó CAA, esperava mais de ti.

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  22. Desconhecida's avatar
    Joaquim permalink
    28 Abril, 2009 14:30

    (10) Lusitana Antiga Liberdade disse
    “Amite-se, portanto, um governo de União Nacional.
    No estado deplorável que os governos deixaram o país desde Cavaco Silva, você não admitia essa hipótese?”
    Admito no sentido das palavras de Manuela Ferreira Leite: desde que seja no interesse do país, não para continuar rumo ao desastre e repartir (sacudir do capote) as culpas por isso.
    Com o PS de Sócrates, respectivo clone e Santos Silva, qual acha que seria o caso?

    Mesmo que MFL já esteja preparada para um cenário de vitória minoritária PSD e saída de José Sócrates da liderança do PS não pode nem deve começar a responder a hipóteses dessas.

    “Olhe, eu admito qualquer uma desde que o Sr. Sócrates não seja Primeiro- Ministro e não continue com os seus projectos loucos a enviar Portugal para a catástrofe final!”
    Ou seja, aceita um Governo com alguns Ministros com projectos loucos que enviem Portugal para a catástrofe final desde que o Primeiro-Ministro não seja um deles.

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  23. atom's avatar
    atom permalink
    28 Abril, 2009 15:14

    O Bloco Central que a Dona Manuela referiu… Não foi ela, fui eu!

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  24. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    28 Abril, 2009 15:26

    “Amite-se, portanto, um governo de União Nacional.
    No estado deplorável que os governos deixaram o país desde Cavaco Silva, você não admitia essa hipótese?”

    Você tem um deficit de lógica. Quer dar poder total aos que só destruiram, saquearam, corromperam os Portugueses legalmente e pelo voto?

    Não. O melhor é não termos Governo, todos os Governos foram piores do que o que estava e os que vêem aí, ainda serão piores.

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  25. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    28 Abril, 2009 15:28

    Se a Lógica vale alguma coisa, diz-nos que a Manuela Ferreira Leite não negou que podia aceitar o Bloco Central se tivesse um embrulho bonitinho a dizer “pelo País”.

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  26. Desconhecida's avatar
    Amonino permalink
    28 Abril, 2009 15:56

    .
    #24, adito,
    .
    Em autêntica União Nacional entre-partidos temos vivido desde praticamente o 25 de Abril.
    .
    O que faltou foi exactamente o contrário: o conflito vivo entre Soluções, Projectos e Rumos Nacionais diferentes.Desde Agosto do ano passado, a crise exige-os ainda mais.
    .
    O Mundo está mudar quasi diariamente. Há um novo reajustamento planetário em curso. Se Portugal, os Partidos, o Regime ficarem “a olhar para o umbigo”, mais do mesmo, ficaremos irrediavelmente de fóra. Pobreza e miséria por muitos e bons anos.
    .

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  27. Luis Castro's avatar
    Luis Castro permalink
    28 Abril, 2009 16:04

    “Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que eu acredite, em que eu acredite que a conjugação de esforços e, especialmente, a conjugação de interesses, interesses no sentido do país, são coincidentes”

    Toda a gente percebe que MFL não suporta Sócrates. Não suporta aquele yuppie tardio, com um curriculo académico, profissional e político muito pouco recomendável.
    É óbvio que não vê que possa haver com o PS de Sócrates qualquer “conjugação de interesses”.

    Mas imaginemos que o PSD ganha sem maioria. Sócrates sai de cena, e um PS com mais sentido de estado, na linha de Gama ou Amado, por exemplo, entra em cena.

    i num instante tudo muda!

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  28. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Abril, 2009 16:20

    #27 – “Mas imaginemos que o PSD ganha sem maioria.”
    ou mesmo sem votos. concorrência desleal a fátima.

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  29. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    28 Abril, 2009 17:22

    1. A sra. foi inquirida directamente por Mário Crespo acerca da possibilidade de uma AD ou de um Bloco Central no caso de nenhum partido atingir a maioria absoluta;
    2. Ferreira Leite enredou-se num linguajar politicamente correcto (em muito mau português) e NÃO RECUSOU NENHUMA DAS ALTERNATIVAS;
    3. O que vem ao encontro do teor do discurso feito nas comemorações do 25 de Abril por Cavaco Silva mas, para um líder de um partido que diz querer ganhar as eleições, constitui um erro gravíssimo a 4 meses e meio das Legislativas;
    4. Quando saiu dali e viu, finalmente, as dimensões da asneira cometida quis corrigir aquilo que tinha acabado de fazer.´- CAA

    Isto posto, o CAA ainda não esclareceu por que razão a resposta de MFL na interpretação – a meu ver, abusiva – que lhe dá é assim tão tenebrosa. O que se retira da frase? Simplesmente que, em caso de não haver maioria absoluta de nenhum partido (ou seja nos termos em que a questão foi aparentemente colocada), a líder do PSD terá de considerar todos os cenários, mas só aceitará aqueles que tenham em mente o interesse do país. Voltamos ao mesmo: mesmo que se aceitasse a interpretação abusiva do CAA ou de outros comentadores estaríamos, ainda assim, perante uma banalidade transformada em frase bombástica, de consequências que se quer fazer crer – à laia de um Francisco Louçã – tenebrosas. Ora este tipo de juízo político é típico – não de uma democracia evoluída em que coligações, mesmo entre os principais partidos, são normalíssimas – mas da democracia diminuída que temos por cá em que os actores políticos se limitam a escolher o lado dos “prós” e “contras” e a contar espingardas, sem que se discuta nunca o fundo da questão.

    E este é simplesmente o seguinte: os partidos devem pensar na hipótese de não haver maioria absoluta nas próximas eleições? A resposta é evidente: sim, porque esse é o cenário eleitoral previsível. Devem considerar todas as possibilidades de formar um governo de maioria absoluta? A crise económica e a instabilidade política assim parecem aconselhar, conquanto esta seja a premissa discutível do raciocínio. O Bloco Central poderá constituir a única hipótese de formação de um governo de maioria absoluta? Parece que também é uma possibilidade. Então por que não? Pela razão que MFL invoca: um governo em que Sócrates intervenha dificilmente passará o teste da credibilidade. Mais uma vez, insisto com quem discorda: se se quiser refutar a resposta de MFL convinha que se fizesse mais do que agitar fantasmas que – como o CAA reconhece – o Bloco de Esquerda costuma alimentar. Nomeadamente, caro CAA, explique por que razão não concorda politicamente com a frase assinalada. Se a resposta for a de simplesmente dizer que a mesma é o tiro no pé, voltamos à politiquice. Para isso, já bastam os partidos.

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  30. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Abril, 2009 17:34

    #29 – nem a tradução do pacheco foi tão profunda. é pena não se perceber nada do que querias dizer, se é que querias. vou mandar analisar ao ricardo jorge e amanhã informo-te se o teu pensamento acusa delírio suíno.

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  31. Desconhecida's avatar
    Tribunus permalink
    28 Abril, 2009 17:35

    Não havendo um governo de maioria PSD ( não è de todo impossivel) terá que haver um governo, com pastas destribuidas
    por varios partidos! Isto não faz uma AD nem um bloco central!
    Pastas destribuidas pelas vocações que se encontrem. Trm que ter em conta que a merda acumulada desde Guterres até hoje,
    vai ter que ser reformada e isso vai dar crispações, por isso o Ps è bom que ali estja para apanhar as bostas que o Socrates fez! as pessoas não tem grande compreensão para reformas especialmente depois de 4 anos de mrntira constante. Temos que sair do espirito de 25 e ppassar para um espirito de 27, muita gente vai ficar traumatizada, com a perda de tachadas, mas não pode continuar a haver quem cabras não tenha e cabritos venda, sem explicar onde os arrajaram ( as tais fortunas sem esplicação) melhor os que mamaram durante 35 anos, è uma lista muito grande…………..

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  32. olhão's avatar
    olhão permalink
    28 Abril, 2009 18:09

    A resposta a Mário Crespo foi literalmente assim:

    «Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que eu acredite, em que eu acredite que a conjugação de esforços e, especialmente, a conjugação de interesses, interesses no sentido do país, são coincidentes. Se perceber que o objectivo país não é propriamente aquele que está no centro das atenções, então com dificuldade haverá um Governo que possa contribuir para a melhoria do país»

    Ministério a atribuir? Aceitam-se sugestões…
    – Ministério dos Sofás, para ficarmos confortáveis!!!
    – Ministério dos Esforços, para começarmos a reduzir no peso!!!
    – Ministério das Soluções, para descobrirmos a saída “para” a crise!!!
    – Ministério dos Interesses, para acabar com corr’opção!!!
    – Ministério dos Objectivos, para descobrirmos a luz do fundo do túnel!!!
    – Ministério da Melhoria, para os nossos credores nos perdoarem as dívidas!!!


    – Ministério da Coincidência

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  33. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    28 Abril, 2009 18:19

    #29 – nem a tradução do pacheco foi tão profunda. é pena não se perceber nada do que querias dizer, se é que querias. vou mandar analisar ao ricardo jorge e amanhã informo-te se o teu pensamento acusa delírio suíno. – anónimo

    #30 – Se não percebe o comentário, então é mesmo caso de ir ao médico ver se o anónimo não é merecedor do referido diagnóstico.

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  34. Gonçalo Marques's avatar
    28 Abril, 2009 19:06

    Coitados destes anónimos sócráticos…

    O seu desespero traduz-se no recurso ao insulto gratuito e aos impropérios que aqui vamos lendo.

    Argumentos: 0!
    Defesa do líder (o seu bem amado “duce”) com base em algo de racional: 0!
    Inteligência: 0!

    Fraco o líder que tem tão fracos e desesperados apoiantes

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  35. AM's avatar
    28 Abril, 2009 19:16

    #14

    Não é alheia. Se fosse social democrata via a senhora com outros olhos.

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  36. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    28 Abril, 2009 20:18

    “Simplesmente que, em caso de não haver maioria absoluta de nenhum partido (ou seja nos termos em que a questão foi aparentemente colocada), a líder do PSD terá de considerar todos os cenários”

    O que nos diz que está aberta a uma coligação com o PS. Qual a dificuldade lógica em entender simples Português?

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  37. CAA's avatar
    28 Abril, 2009 20:46

    José Barros,

    «Nomeadamente, caro CAA, explique por que razão não concorda politicamente com a frase assinalada.»

    Amanhã.

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  38. Desconhecida's avatar
    Tolstoi permalink
    28 Abril, 2009 23:35

    CAA faz marcação serrada a MFL, talvez mesmo um pouco abusiva. O problema da direita em Portugal não é só MFL, não se esqueça de Portas que impede o alargamento da base eleitoral dos seu partido.

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  39. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    29 Abril, 2009 03:56

    O que nos diz que está aberta a uma coligação com o PS. Qual a dificuldade lógica em entender simples Português? – LuckLucky

    O português também explica por que razão MFL diz que não considerará soluções que não sejam boas para o país, designadamente uma solução que passe pela partilha de governo com Sócrates. Logo, no mesmo excerto MFL parece excluir o Bloco Central, muito embora aceite coligações (no caso, com o PP).

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  40. Desconhecida's avatar
    anonymu permalink
    29 Abril, 2009 05:57

    mais trica politica, para variar

    “when a wise man points at a star, dumb men keep looking at the finger”

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  41. Desconhecida's avatar
    Tolstoi permalink
    29 Abril, 2009 09:13

    Errata (38): marcação cerrada

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