Discordo de Paulo Morais
Quanto ao ponto fulcral deste texto. A Justiça é um problema na Democracia portuguesa mas as suas causas são um feixe de razões e não se reconduzem a uma explicação redutora. Os defeitos da Justiça não derivam apenas das imperfeições legais. Muitas vezes acontece o contrário: há leis bem feitas, bem pensadas e ponderadas mas que são miseravelmente aplicadas. Por exemplo, é o que acontece na participação dos interessados e as garantias dos administrados no CPA. E recordemos a prática comum até há pouco tempo das autoridades nos interrogatórios e noutras diligências dos inquéritos. E por aí fora…
A Justiça e o direito portugueses estão doentes, é verdade. Mas as culpas devem ser repartidas entre o legislador, os aplicadores, a estrutura judicial e administrativa, as faculdades de direito, o CEJ, a OA e etc..

Quem é o etc?… É que os outros conheço-os e têm de facto culpa dividida!
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Não entendo as suas “razões” de discordância, caro CAA.
Porventura há algum erro no que diz Paulo Morais?
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Mas agora zangaram-se?
O Morais falou mal da justiça e o CAA vem defender a corporação.
Vai cair o Carmo e a Trindade.
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«Porventura há algum erro no que diz Paulo Morais?»
Os problemas da Justiça não se devem só às leis. Para mim, as leis, designadamente as mais importantes, ainda é o melhorzinho que por aí anda.
Temos de desligar os nossos juízos do ruído sindical e desresponsabilizante dos aplicadores.
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e pelas jotas e pelos partidos , em que os meninos vão para direito para aparecer jurista nas listas e não desempregado…e depois como deputados licenciados em direito na Independente ou outra onde se compram canudos , legislam como se vê. E puseram o país inteiro , de professores a empregadas da limpeza , a escrever papeis , que é a noção de trabalho que têm.
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Li agora melhor o artigo.
Artigo venenoso!!!
O PM fala mal das leis, dos procuradores, dos Tribunais que não fazem cumprir as suas decisões.
Ainda falta falar mal de alguma coisa?
Nuno (anónimo 3)
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Também eu discordo, de ambos, porém, cá por uma coisa. Que li hoje no JN a condenação a 42 anos dos três cúmplices de um homicídeo, com 19 dos quais atirados à conta da viúva que perpetrou o crime, para ali para Andorinhas. E a coisa é que achei exagerada a pena, em sintonia com o advogado de defesa dela, lembrado de outros casos como o daquele homem que matou a mulher à facada, ali para Portimão, e o juiz, sem mais, remeteu de volta a sua a casa.
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“Mas as culpas devem ser repartidas…”
Culpas repartidas são culpas diluídas. E como a cada entidade só cabe uma insignificância abaixo do limiar de responsabilidade, ninguèm é culpado.
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Quando a polícia se marimbou para as provas do P Morais sobre obras no Porto e corrupção quem somos nós para o interpelar ???
Este homem tem uma cruz e um cipreste para carregar toda a vida
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Vai cair o Carmo e a Trindade
Trindade no Porto e Carmo em Lisboa é um tremor de terra do caraças
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O Paulo Morais é um dos poucos que por aqui andam com alguma coragem. Quem, ao contrário, prefere que isto se torne num goulag onde, aliás, está quase?
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pois eu concordo com os dois. com Paulo Morais e CAA. é verdade que muitas das leis são mal pensadas e articuladas, mas muitas até são boas leis e só precisam de “gente” de bom senso e de boa vontade para que sejam bem intrepretadas e bem aplicadas… mas tenhamos muita atenção ao que se produz como legislação e que obscuras intenções levam à proposta e aprovação de certas leis e outros diplomas!… aquela do financiamento dos partidos não suscitou muita celeuma entre os deputados e partidos…
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Mas que raio de fascínio com as CAPS… Explique lá isso aos cromos como eu! É que é tipo James Bond!!! A gaja boa está lá, mas não fode… da-se!
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“Para mim, as leis, designadamente as mais importantes, ainda é o melhorzinho que por aí anda.”
CAA,
o português consigo não tem sorte nenhuma, chiça.
Não queria ser aluno, ou ter sido seu professor.
n.b: assim de repente: sujeito no plural, logo o predicado deve estar no ….
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Desafio a CAA. Que tal “debruçar-se” sobre a diarreia legislativa destes 4 anos e as «leis» do sector da Educação?
Professora (antecipadamente) agradecida.
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