Prognose realista sobre a Educação Sexual que aí vem
19 Maio, 2009
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126 comentários
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Não posso crer!
Isto é mesmo verdade?
ahahahhaha
Esta cena dos telemóveis veio mudar o mundo. Sem eles isto ficava escondido.
Comiam, comiam e vomitavam
ahahahahahaha
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Tenho pena… do marido e dos filhos dessa stôra.
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Esta gravação foi feita sem autorização legal. Não vale como meio de prova. Não é?
Oops, já me esquecia, só no caso freeport é que é assim.
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Também já foi dito que esta situação não é exactamente nova. Pelos vistos, a diferença entre hoje e ontem é que não havia gravação. Os responsáveis o que fizeram antes? Fizeram porque apareceu na TV? Antes de aparecer na TV a realidade era outra? Que tipo de políticas são usadas pela DREN para conter os casos graves dentro das escolas? De quem partem? Com ou sem o consentimento daquela entidade? Porquê? Que resultados estatísticos derivam desse comportamento? Beneficiam a imagem de quem? Prejudicam quem? Como se traduz este esconder da realidade no futuro da vida de milhares de jovens? Como entrou esta senhora no ensino? Como foi avaliada e por quem? Esta exteriorização na forma de ameaças e coação graves não se notava no resto do comportamento? Foi aberto algum processo pelas acusações anteriores? Ainda não foi destruido? O que diz?
Agora vamos ligar a TV e mais tarde ou mais cedo ver a discussão derivar para a (i)legalidade da gravação.
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Note-se que a abordagem de culpa do modelo “Lopes da Mota” neste caso não se aplica.
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É isso. Isto só muda por haver telemóveis a filmarem.
Eu estou parva. Como é possível uma coisa destas.
E, para mim, o mais grotesco nem é a loucura da mulher, é medir status por ter um mestrado.
Esta sujeita devia ir imediatamente para a rua. E proibida de leccionar.
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On the record
Olá, desde há muito tempo.
Imagine-se que um membro do Governo fazia o mesmo que a rapariga-de-quem-tanto-se-fala-e-que-tem-professora-vidrada-em-sexo: um gravador digital na sala do Conselho. Presumo que ficaríamos todos com muito má ideia sobre o processo de decisão política. Como ficámos com péssima opinião sobre o que se passava na sala de aula. Agora, leve-se a hipótese para todas as reuniões privadas que conhecemos ou imaginamos conhecer (como, por exemplo, uma encontro do Conselho Superior do Ministério Público).
Basicamente, iniciar um golpe de Estado está ao alcance do dono de um gravador.
31daarmada.blogs.sapo.pt/2626884.html?mode=reply#reply
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Alunos solidários com a professora suspensa
12h23m
Natacha Palma *
Um grupo de alunos da Escola Básica 2,3 Sá Couto, de Espinho, mostrou-se solidário com a professora de História suspensa e alvo de um processo disciplinar na sequência de alegadas alusões ao comportamento sexual dos estudantes e ameaças de retaliação.
“A professora está a ser alvo de uma grande injustiça”, referiu uma das estudantes ao JN. “Tem uma personalidade forte, mas deve ter sido provocada pelos alunos”, acrescentou.
O grupo solidário referiu-se também à turma a que pertencem os alunos que gravaram as alusões ao comportamento sexual de estudantes como “umas das mais problemáticas” daquela escola.
O presidente da Associação de Pais da Escola Básica 2,3 Sá Couto, José Carvalhinhas, mostrou-se também surpreendido com as notícias e com as gravações vindas esta terça-feira a público.
Os alunos que se deslocaram aos portões da escola para falar com os jornalistas fizeram questão de afirmar “que a professora não é assim” e que se tem sido “um ombro amigo”.
As encarregadas de educação que denunciaram a professora estiveram reunidas, esta manhã, com o responsável pela inquirição do processo disciplinar.
http://www.jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1237261
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Tamy
Confundir conversas da treta entre adultos e conversas dentro de uma sala de aula entre uma professora adulta e míudos de 12 anos é no mínimo doentio.
Não estou à espera que os senhores ministros usem linguagem de meninos de coro, mas que tomem as decisões correctas. Mas se um ministro se me dirigisse naqueles termos levava dois murros nas trombas!
Se o/a Tamy não sabe a diferença, posso fazer um desenho como aquela aluna com maior bom senso que todo um conselho directivo, disse para a professora.
O problema foi ter que se esperar 3 anos e uma ilegalidade como a gravação, para verificar que aquela senhora não tem condições para estar na presença de pessoas normais! Admira-me que nenhum colega tenha dado por aquilo. Que raio de corporativismo é este?
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Esta sujeita é rua e proibida de ensinar e mais nada.
Isto não é apenas doença- é absoluta falta de respeito para com as crianças.
O mais grave nem foi a anormalidade que disse- foi humilhar a miúda medindo graus académicos.
E isso a tarada há-de fazer sem ser por estar doente.
Rua! nestas coisas não há corporativismo nem nada. Isto é para ir para a rua e quem se lhe colar também.
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Se é possível fazer montagens incríveis com a imagem, como se verificam em certos filmes com situações/posições que não lembrariam ao Kama Sutra, imaginem o que não é possível manipular apenas com a voz. Por isso será necessário um espírito crítico e isento para analisar esta situação.
Denota-se alguma descompensação por parte da professora, alguma falta de tacto, estranha-se o silêncio de uma turma, que poderia ser porventura problemática e que nesta gravação de som, apresenta um silêncio angelical.
È imperdoável o pecado cometido pela SIC. O de associar imagens de outra situação de sala de aula a esta gravação de som, o que só se pode justificar com o desejo e necessidade de impacto mediático.
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E será imbecilidade extrema se alguém, apenas por ser professor, ainda tentar desculpar um caso destes.
Quem o fizer também era melhor ir cavar batatas.
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Mas vs. estão a dizer que o filme é falso?
Que não foi gravado em directo na sala de aula?
Isso então era caso de polícia.
Eu não sei nada. Acabo de ver pela primeira vez.
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Sinto-me velho!
Com 33 anos nunca pensei assistir a tal coisa!
Tenho vergonha do que se passa em Portugal!
Apetece-me dizer como Camões: «Amo tanto a minha pátria, que não só morro Nela…Morro com Ela!»
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A única coisa de que tenho a certeza e sem a menor dúvida, é que se este video é verdadeiro, esta professora deve ser expulsa do ensino.
Se é montagem, é caso de polícia.
E não há mais nada nem atenuantes pelo meio.
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“amiguissímos” deve ser com o novo acordo brasiloportonhês.
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Vítor Costa disse
19 Maio, 2009 às 6:05 pm
Tenho pena… do marido
Olhe que não. Parece conhecer muitas posições.
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Tive alguns maus professores e se algumas das suas aulas fossem filmadas e divulgadas, provavelmente ninguém se indignava, por a matéria não meter sexo.
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É uma mulher do Norte, carago!
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Suponho que como a senhora também disse disparates sobre os romanos o melhor é mesmo acabar com a disciplina de história. E como ameaça usar os testes contra os alunos, acabamos com os testes. Aliás, como isto aconteceu vamos acabar com a escola. CAA, bem podias ter aguentado um pouco a demagogia.
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Ó Daniel. Não se trata dos disparates que disse.
Eu até deixava passar todos – tirando a cena privada da virgindade- os disparates que ela disse.
Mas é impensável alguém humilhar uma criança., falando da mãe em termos públicos, comparando status de estudo e ainda fazendo ameaças de chantagem com as notas, já que é ela que as dá.
Bastava isto para ir para a rua.
O resto até é acessório.
Até podia ter dito os disparates acerca das bacanais- na maior, se fosse com sentido de humor.
Mas nunca entrar em privacidades de hímem e nunca humilhar umas meninas.
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Ó Daniel. Não se trata dos disparates que disse.
Eu até deixava passar todos – tirando a cena privada da virgindade- os disparates que ela disse.
Mas é impensável alguém humilhar uma criança., falando da mãe em termos públicos, comparando status de estudo e ainda fazendo ameaças de chantagem com as notas, já que é ela que as dá.
Bastava isto para ir para a rua.
O resto até é acessório.
Até podia ter dito os disparates acerca das bacanais- na maior, se fosse com sentido de humor.
Mas nunca entrar em privacidades de hímen e nunca humilhar umas meninas.
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V.s não se dão conta da brutal diferença entre palavras e palavrões e humilhação de uma aluna, falando da mãe dela ali. no meio da aula- para a humilhar?
Isto é inadmissível e, o facto de até haver gente que sempre tive por decente, como DO, a achar natural é que ainda é mais inquietante.
Claro que o Piscoiso não conta porque esse é atrasado mental.
Mas o Daniel Oliveira tem obrigação de perceber onde está a gravidade do comportamento desta sujeita.
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Este caminho é perigoso… A partir destes factos,concluir que se trata de um juízo de prognose da educação que aí vem.
1- pessoas com problemas, há em todas as profissões.
2- a culpa, se houver lugar a ela, que seja provada no processo disciplinar, ou posteriormente em tribunal.
3- se esta professora não tem condiçoes objectivas e subjectivas para exercer a profissão, despeçam-na.
4- Nos países desenvolvidos, a educação sexual é um direito dos alunos.
5- Que esta situação não bloqueie o processo da educação sexual nas escolas.
6- Objectivamente, o número da gravidez na adolescência é preocupante.
7- Não fazer nada nesta matéria, é pior que nada fazer
8- Os reaccionários aproveitam-se destes casos que, felizmente são esporádicos, para exercerem pressão para que nada se faça. A ignorância do povo é que deve ser mantida, para que eles possam viver em paz,e delapidando o património de que é de todos, porque assim ninguém se questiona.
9- A utilização dos telemóveis nas escolas, com as funcionalidades que dispôem, pode perigar com a liberade de expressão dos professores. Pode ser utilizada pelos alunos e o poder administrativo como “arma” perigosa de chantagem contra os professores.
10- Esta noticia está eivada de demagogia, pois, com a utilização de um facto isolado, pretende-se generalizar.
Não sou de esquerda…..
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1 pergunta… desde quando as gravações fazem prova, e são suficientes para uma suspensão?
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Daniel Oliveira,
«CAA, bem podias ter aguentado um pouco a demagogia.»
Não podia, não – estou mesmo convencido do que disse.
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Acho isto tudo muito estranho: ou a professora é doida ou há aqui merda da grossa!…
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A professora parece doida, no entanto é estranho que de um diálogo com a turma só se possa ouvir o que a professora diz. É estranho.
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Daniel Oliveira (2),
No Arrastão escreveste:
«Apesar de compreender perfeitamente a indignação dos pais, não sei se é boa ideia a comunicação social continuar a divulgar gravações feitas nas salas de aulas. Não tanto por causa deste caso específico, mas pelas suas consequências a longo prazo na perda de autoridade e de bom senso dos responsáveis escolares»
Isso é que me parece uma grande demagogia. A perda de “autoridade e de bom senso dos responsáveis escolares” já vem de longe, designadamente desde a balbúrdia do PREC e das reformas do ‘eduquês’ expelidas por manuais de deseducação bem-pensantes e aplicadas pela escumalha burocrática do ministério politicamente nomeada.
Acho espantoso que esses fundados receios venham do lado que mais contribuiu para o mal que agora anunciam…
«E porque – não parece ser definitivamente o caso – o contexto nunca se percebe numa gravação.»
Em abstracto, até pode ser verdade – neste caso não o é. Nesta gravação percebe-se tudo e mais alguma coisa.
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Se atendermos a que há mais pais que professores, concluímos que a probabilidade das crianças/adolescentes serem educadas por gente descompensada como a pessoa que é ouvida no registo audio é maior em contexto familiar que curricular.
Mas parece que, para certa direita, é Deus no céu e a família na terra.
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Sofia Ventura,
Não percebi.
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Também sou de direita e sou liberal, e também acho um abuso o CAA misturar as coisas. Demagogia do pior, ao nível da extra-esquerda, mas isso no CAA não é surpresa.
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Rio Rui apresentou a sua candidatura e os blasfemos caladinhos que nem ratos?
Isto sim, é extremamente preocupante!
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32,
«Também sou de direita e sou liberal…»
Acho que V. é só anónimo.
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Professora suspensa é «a mais espectacular»
Alunos descrevem a professora como «segunda mãe»
A professora de História da Escola Básica 2,3 Sá Couto (em Espinho) foi suspensa, mas os alunos descrevem-na à Lusa como «a professora mais espectacular na escola».
Os estudantes do 7.º ao 9.º ano afirmam que a professora sempre se revelou preocupada com os problemas pessoais dos seus alunos, «mas sem deixar de dar a matéria das aulas», asseguram os alunos.
Samir Nica, 19 anos, diz que a docente «é uma professora espectacular. Dá as aulas, mas também se preocupa com o que a gente anda a fazer lá fora. É a nossa segunda mãe aqui na escola».
Considerando a professora como uma pessoa «sempre muito correcta», o aluno diz «não ter nada que possa apontar à docente», admitindo falar com a professora sempre que tinha algum problema.
«Quando eu tinha algum problema, era com ela que ia falar e ela ajudou-me sempre», afirma.
Admirada pelos alunos
Samir dá um exemplo da atitude pela qual diz «admirar» a docente: «Eu mudo muito de namorada e a professora Joaquina sempre me disse que isso não estava bem e que eu devia ter cuidado».
Ricardo Joel Familiar garante que «ela é a professora mais espectacular da escola».
Carlos Santos, 18 anos, também defende Joaquina Rocha: «Ela é muito boa professora e sempre a ouvi dar bons conselhos ao pessoal».
Sobre a gravação da conversa os jovens dizem que «aquilo foi tudo arranjado».
Conversa provocada por alunas
Ricardo Joel Familiar assegura que «as alunas já fizeram aquilo de propósito e provocaram a conversa toda porque sabiam que estavam a gravar».
«A professora não disse nada de mais. Foi é muito provocada para chegar àquele ponto», afirma Daniel Ferreira.
Outro aluno, que preferiu não ser identificado, tem a mesma opinião, mas acrescenta: «Isto só chegou ao ponto em que está porque a nossa directora de turma nunca gostou dessa professora e, como também é directora dessa turma [em que se deram os incidentes], aproveitou para fazer disto um grande caso».
«Se tivesse sido com outra professora qualquer não tinha havido nada disto», assegura o mesmo aluno.
Rui Silva realça ainda que «ninguém tem razões de queixa da professora a não ser esse 7.º ano. E nem é a turma toda! São só as duas alunas que arranjaram este barulho todo».
Segundo estes alunos, as duas estudantes «que arranjaram este barulho todo» já teriam reclamado de Joaquina Rocha à directora de turma.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/professora-espinho-alunos-sexo-educacao-tvi24/1064833-4071.html
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«Apesar de compreender perfeitamente a indignação dos pais, não sei se é boa ideia a comunicação social continuar a divulgar gravações feitas nas salas de aulas. Não tanto por causa deste caso específico, mas pelas suas consequências a longo prazo na perda de autoridade e de bom senso dos responsáveis escolares»
As consequências de longo prazo são as do curto prazo do passado recente: antes de o video aparecer na TV ninguém suspendeu a dama. É como a corrupção: antes de o corrupto assinar o papel a dizer que é corrupto nunca acontece nada.
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Estamos a falar de quê ???
Sexo ????
Uii !!!!
Tapem o sol com uma peneira
Que horror
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inacreditávl!
a presunção desta senhora! que desprezo por quem só tem o 12 ano! isto é do mais vergonhoso que eu já ouvi ou li! chocadissimo!
mas tudo bem , durante anos foi assim o caos na escola! a anarquia, a ditadura dos professores! o trabalhinho feito em cafés, horários de trabalho de 18horas ou vá no máximo 28, que xatice num tempo em que se discute o alargamento para as 48 horas… mas claro, sao só para as pessoas sem escolaridade! inacreditvel,
as ameaças e chatagens dos senhores doutores professores sempre foi prática corrente! mas finalmente ha uma provazinha, usada ou nao em tribunal, temos qualquer coisa!
Só espero que se abra aí escolas a monte, a pontapé mesmo! para que o CEO da escola possa despedir professores que nao rendam, que nao produzam resultados! nao bombas, vais bombar pa outro lado, so espero que se acaba de uma vez com o sistema publico de ensino, um modelo que falhou. redondamente!
se o objectivo era para ser “um mecanismo de ascensão social”, tornou-se no maior dos factores de desigualdades neste modelo de sociedade!
hum…é assim meus caros! como se diz na minha terra ” carrega ai , carrega na marcaç~~ao amilcar”
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Mas o que é que isto tem a ver com educação sexual?
Eu nem tinha percebido essa.
À custa desta monga chantagista e desrespeitadora dos alunos, já há pretexto tribal para ver quem apoia a lei do gay xuxa ou quem é contra?
V.s são uns tristes.
Até uma porcaria destas serve para vender voto ou tirar voto ou fazer propaganda.
Esta anormal portou-se de uma forma impensável numa sala de aula.
E deve ir para a rua. Mais nada.
Tudo o resto é fumo, ou estupidez congénita.
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“A presidente do Conselho Executivo da escola, Noémia Brogueira, disse hoje à Lusa que adoptou aqueles procedimento [gravação da aula por uma aluna menor] na sequência das queixas que recebeu “recentemente” de duas encarregadas de educação de alunas da turma”
Só não percebo uma coisita, insignificante por certo, mas…
Então, no caso Freeport, não se dizia que era ilegal a utilização de gravações não autorizadas?
“A gravação da conversa em DVD não é admissível como prova na lei portuguesa”
Em que ficamos afinal? Pode-se utilizar uma gravação áudio de parte de uma aula para suspender uma professora mas não se pode utilizar uma gravação vídeo, incriminatória, do ingº Socas para nada ?
E põe-se uma aluna menor a gravar uma aula? Edificante!
E a coisa foi tão estranha, tão estranha que não se ouvia barulho nenhum. Numa aula daquelas, no discurso daqueles, o mais natural era haver um ruído de fundo, umas gargalhadas, enfim, qualquer coisita que se parecesse com uma sala de aula de miúdos de 12 anos. Parecia que estavam todos calados para não perturbar a gravação.
E a DREN vai abrir processo à aluna que gravou o som e àqueles que o colocaram na TV, tal como fez ao aluno que publicou as imagens no caso do telemóvel?
Sem querer desculpar a “pobre” docente (pobre, porque ali há desequilíbrio), as leis não são as mesmas para todos?
E a esperta que mandou a menor gravar a aula sem autorização da professora? Não lhe acontece nada?
http://www.educacaosa.blogspot.com/2009/05/orgias-sexuais-indigestas.html
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E por isso os avatares a berlinde, que noutras circunstâncias passam a vida a dizer mal dos profs e até chegam a afirmar que o Poder está cativo dessa classe profissional, mais do MP, agora vêm para aqui defender a bruta.
ahahahaha
Que anormalidade ser-se cão. Como é possível a esse Ferreira e mais à coisa Pisca e até ao Daniel Oliveira, ainda querer tirar dividendos de uma merda destas em nome das modernidades de prevenção de doenças sexuais?
V.s deviam era apanhar com alcatrão e penas, como no Texas a ver se ganhavam vergonha.
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Agora até os profs já são bons para o situacionismo.
Mete-me nojo esta sabujice.
Antes a bufaria pidesca do tempo da Ditadura, pelo menos não se diziam defensores da liberdade e de todas essas palavras que agora servem para vender o oposto.
Eram bufos a troco de uns tostões. Estes são sabujos à borla. Venha p diabo e escolha.
Para mim são mais nojentos estes trafulhas e troca-tintas situacionistas.
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Já cá faltava a Zazie com os insultos(#23.), agora na pele de Melusine.
Independentemente do conteúdo da gravação, que revela incompetência da prof, acho estranho que depois de uns acesos debates havidos por aqui, sobre invasão de privacidade, direito à imagem e “tutti quanti”, se desfoque essa vertente para se incidir num excesso de desinibição sexual de uma prof a falar com alunos.
Quando ao filmezinho, trata-se de uma montagem muito bem preparadinha, com boas imagens e grandes planos de mãos a escreverem num papel ou no quadro e outros planos muito próximos, sem referências de que tenham sido filmados no decorrer da aula com a prof.
Nos planos com a professora, há uma câmara fixa camuflada por trás de uma superfície transparente. A voz que se ouve (legendada), nada nos diz ser a voz da prof, podendo ter sido incluída na montagem.
Se a moda pega, e com o precedente badalado da gravação do Freeport, os professores estão lixados.
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Mr. Piscoiso,
Vc. está a defender o indefensável. ‘Montagem’, aquilo ?
E a voz ? E os alunos-testemunha ?
A gravação do Freeport/Smith, é igualmente factual, escusava trazê-lo para tentar perturbar o debate.
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#44.
Vc. não deve fazer ideia do que se pode fazer para montar um filme com imagens e sons tirados do contexto.
Eu nem tenho a certeza que a professora disse o que o filme apresenta, porque a qualidade das imagens em que ela entra é tão má, que não dá para qualquer percepção de sincronismo entre os lábios e a voz que se ouve.
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Tanta gente humilhada!
Afinal a conversa das orgias era aquilo?
Qual o problema de falar em virgindade, ou na sua perda, quando, a nível nacional, é discutido um programa de Educação Sexual? ou quando se pensa distribuir perservativos nas escolas? Será que os perservativos são para fazer balões?
Condeno as ameças feitas pela professora. Isso é grave. O resto é português para tugas. Os tugas gostam de ser eles a ser frontais e directos, mas não toleram esse comportamento nos outros.
A JS tem razão na distribuição dos preservativos, só a perde por ter escolhido a escola. O comportamento dos nossos jovens faria corar qualquer romano.
Os comentários anteriores são a meu ver de um conjunto de pessoas que não gostou da bofetada do mestrado. Isso é que é humilhante. A mesma conversa tida por uma auxiliar não seria grave, seria até um “abrir os olhos” para o que os meninos andam a fazer.
Os inquéritos do ME que decorrem para alunos do 12º ano ocupam uma aula inteira. Ainda não vi ninguém preocupado por o tempo de aula ser passado a fazer outras coisas. O mesmo acontece, com frequência, quando se prepara uma visita de estudo, em que a recolha de autorizações e os pagamentos ocupam imenso tempo de várias aulas. Não é costume haver queixas de que o professor não esteve a “dar matéria”.
Humilhação é alguns boatos circularem pelas escolas e os alvos não poderem repor a verdade. Nunca vi os defensores dos humilhados revoltarem-se. Frases ditas, frente a frente, podem ser esclarecidas. Insuportavel, em Portugal, é ter alguém que fala cara a cara porque nunca pensámos que alguém seria capaz de o fazer.
A Associação de pais e os outros alunos da escola já disseram o que pensavam disto tudo. Vamos continuar a escandalizar-nos porque a vida nos corre mal.
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45,
V. não deve ter visto e ouvido bem o vídeo. Ou então viu e ouviu outro vídeo.
Volto a perguntar-lhe: e a voz ? — aquela voz ? E os alunos-testemunha — não existem ? Falsearam ? Mentiram aos pais e ao Conselho Directivo ?
Sei bastante bem como se faz uma gravação vídeo !
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MJP,
O modo, e os termos…
A voz desapropriada e gritaria histérica como a professora falou…
Os insultos aos graus académicos –ou ausêncua deles– dos pais…
Toda a gravação demonstra não uma aula sobre sexo, mas o sexo ‘exposto’ por palavras impróprias dum/a docente para alunos com aquelas idades.
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A professora foi de imediato suspensa de funções. Muito bem.
Averiguações. Instrução de processo disciplinar por inspector de Educação. Muito bem.
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O Alberto Costa já se demitiu?
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MJRB
Não acha estranho só se ouvir o que a professora diz? Tudo indicia um diálogo mas só as falas de uma são apresentadas.
A prof parece tresloucada mas gostava de ouvir tudo para opinar.
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mas as gravações agora já são válidas ! Já não necessitam do despacho do juiz? Com que base a professora é suspensa?
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50,
Já ! Uma primeira vez, em Macau, anos 1980.
Falta a segunda vez…
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Quanto à pele que eu tenho, como não gosto de me esconder e tudo tem uma explicação, pode encontrá-la no post do CAA- acerca da liberdade, no dia 25 de Abril.
Está lá explicadinho tudo, para bom entendedor.
Não se trata de disfarce.
Tratou-se de expediente necessário para contornar certos bloqueios “menos liberais”.
Foi aquilo a que se chama “albarbar o burro à vontade do dono”.
E eles sabem- embora tenham caído na própria armadilha. Agora é apenas uma questão recíproca de “netiqueta”.
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51,
Vc. imagine-se com a idade daqueles alunos, perante uma professora com aquela voz possessa, histérica, impositiva, e que por certo, tal o discurso bem perceptível, não consentiria uma interrupção…
Falava de sexo para aqueles alunos, não para alunos com outro grau etário e intelectual, com outra formação e experiência.
Vc., interromperia ?
Ouça este vídeo e os editados pelas televisões.
Aquela professora necessita de ‘repouso’ — no mínimo e para bem dela.
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Quanto ao video, por meras questões técnicas, sou capaz de concordar que me parece ter o som demasiado profissional para um telemóvel.
Não sei.
No caso do Freeport isso era óbvio, assim como plano da cadeira baixa do Smith para apanhar a fuça do outro gajo.
E foi assim, tão profissional e com som a vir da mesa- porque foi preparado por profissionais- a polícia inglesa.
Nada teve a ver com telemóvel.
Acerca deste não sei. Nem tornei a visionar.
Mas, uma coisa é o som ser captado mais perto, outra é a sujeita não ter feito chantagem com as notas e humilhado as alunas com ataques ordinários à família.
Isto é que é grave. O resto até podia ter sido mais disparatado, desde que com nível ou com humor.
Mas a sujeita nem tem humor- nota-se que estava histérica e aquilo é doença.
Só não é doença a forma como soube humilhar e comparar estudos com a mãe da aluna. E isso basta para ser expulsa do ensino.
Não há, para mim, a menor desculpa. Por estes motivos. por ter falado de questões íntimas que nada têm a ver com “educação sexual” e ter feito enxovalho e “revanche” a duas alunas.
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#55. Lá está. Não faz ideia da manipulação a que podem ser sujeitos os sons (bem como as imagens), com software acessível na net.
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52,
As gravações vídeo não são válidas na justiça portuguesa — caso contrário, o contentamento que já por aí anda à volta do caso Freeport, já teria feito vítimas !
No entanto, são aceites como prova para processo disciplinar, no caso, por parte do MEducação.
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57,
Nos finais dos anos 1970, já eu gravava vídeos.
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A Melusine sabe o que foi dito antes da apresentação do curriculum? Eu não sei, pode dizer-mo?
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Quanto a ser ou não ser correcto divulgar isto, há muito que eu já falava que os telemóveis iam retirar a privacidade às pessoas.
Nada disto me parece novidade.
Acontece que não se pode acabar com os telemóveis nem impedir que as imagens sejam divulgadas para milhares de pessoas pela net.
A partir daí, parece-me tosquice querer levar a tribunal ou impedir que os media repliquem o que já é público.
É assim- todos corremos o risco da devassa. Foram as tecnologias, para o bem e para o mal.
Mesmo assim, não o postei. Ia fazer post e arrependi-me.
Já está online, não é preciso escarrapachar mais nada.
Ainda que nem se veja bem a cara da sujeita. Mas, pronto, a esta hora é público e daqui a uma semana a novela também já há-de ter sido esquecida para dar lugar a outra.
Anda tudo a batuque novelístico, por isso também nem há mais justiça por se ver e saber.
Há banalização, na generalidade e algumas acções que, de outro modo, ficavam fechadas no lugar onde se tinham passado.
E mais impunes- Estas. E bem mais- as outras- as que contam- as do Poder- que bem podem dar na tv que têm logo contra-informação a tapar tudo.
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Não sei de nada.
Basta-me o que ela disse. Podiam ter-lhe dito tudo- insultado com tudo.
Uma professora tem de ser senhora e dona da sua aula.
Se havia “antes” qualquer provocação” não havia depois. Era mandar para a rua esses alunos.
Agora insultar a mãe de uma aluna, enxovalhando a criança diante de toda a gente e ainda dizendo que estava tramada pois ela é que dá as notas- não tem a menor desculpa.
Quem faz isto pode ter cargo de primeiro ministro ou até de ministra da educação- mas nunca poderá ser professora.
Muito menos professora de crianças, de jovens sobre os quais não só tem ascendente, como quis alargar esse ascendente à família.-
à mãe da menina- medindo “pilinhas” de graus de ensino.
Isto, só isto, é nojento.
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#59.
Não se trata de gravar, para o que basta orientar a câmara e carregar no botão.
Trata-se de edição-vídeo., que em 1970 não tinha qualquer possibilidade de o fazer como amador, enquanto hoje qualquer miúdo o pode fazer no pc lá em casa, com software pescado.
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E este é um caso muito mais grave que a tourada do telemóvel com a outra maluca e a aluna.
E, nesse caso, quem sofreu foi a miuda. Quando no fim até se veio a saber que foi a estúpida que tinha dado autorização para terem os telemóveis ligados para ouvirem música.-
Só lhe deu para fazer tourada quando, em vez da música, a miúda recebeu um telefonema da mãe.
Já com essa disse logo que a estúpida da prof é que se tinha portado pior que a garotada.
Aqui foi pior. Esta ordinarona nem sabe em que consistem questões íntimas e põe-se para ali a perguntar se a miúda é virgem e contar que a ela foi a mãe que rebentou o hímnen à nascença.
Só com esta dá para ver que a sujeita é maluca.
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Essa treta dos detalhes técnicos não invalida outra questão que é bem real.
Nada disto foi negado como real, nem pelos alunos, nem pela professora que já tinha sido suspensa muito antes do vídeo aparecer online.
Portanto, por aí, bem podem limpar as mãos à parede. Som trabalhado e aumentado, não retira que foi isto que aconteceu.
E nem os alunos o negaram. E esses alunos aparecem a defender a professora. Se soubessem que o video era falso, a primeira coisa que diziam é que nem tinha acontecido nada disto e que estas falas eram postiças.
Mais cabecinha para quem se julga artista de som, que mais parece é artista de
“tapa-xuxas-que-isto-até-pode-parecer-mal-para-o-projecto-ps-dos-preservativos-à-borla-e-pilula-abortiva-e-gayzada-a-doutrinar-à-conta”.
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Mr. Piscoiso,
sff, não insista comigo sobre o que é, como se faz, como se pode montar um vídeo….
N: finais de 1970’s e não 1970.
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Melusine tem razão: os alunos não mentiram aos pais, nem ao Conselho Directivo. Logo…
E a professora, acusou alguém de manipulação de imagem e montagem de som ?
Aquela voz, Mr. Piscoiso: não é daquela professora ?
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O vídeo deve ter continuação, uma sequela, explorando a forma como a mãe da professora lhe rasgou o hímen ao nascer.
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Mr. Piscoiso,
São as suas opiniões.
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Sim, essa parte do rasgão do himen à nascença é demais. A gaja só pode ser marada.
A parte da explicação das bacanais até teve piada. Por aí até parecia coisa à Monty Python. Não me chocava nada.
Fartei-me de rir. Agora a bimba a dizer que tem mestrado e não sei quantos e mais estudos que a mãe da menina e perguntar se era virgem.
Esta gaja só pode ser tarada.
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Como é que a maluca diz que foi a mãe que a desvirginou à nascença?
E até insistiu que essa parte já tinha sido explicada aos encarregados da educação.
Eu pagava para assistir a uma cena destas em reunião de escola
ahahahahahaha
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ahahaha
Deve ter sido uma linda reunião. Com a prof a mostrar as provas. Porque a maluca ainda falou em ter as provas da falta de virgindade e ficou sem se perceber se era dela se de a miúda.
“:O)))))
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“Ora façam o favor de avançar e ver cá ver a rachinha”.
Há-de ter sido assim na reunião com os pais
ahahaha
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73,
…E os pais saíram da sala apavorados…
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ehehehehe
Que cena macaca que há-de ter sido. E depois há um miúdo que pergunta se era preciso fazer um desenho
ahahaha
Seria da rachinha da prof?
“:O))))))
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E ainda dizem que as crianças é que são passadas na aula.
Há gente assim. Eu sabia de outras histórias que não ficam muito atrás, não.
São mais antigas mas existiam. E tinham continuidade na sala de profs.
Estas coisas massificadas dão nisto- é a vida.
“:O))))
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24
Muito bem!
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Há quem por aqui concorde com a atitude desta ilustre colega. Uns porque têm comportamentos semelhantes, outros porque não os tendo por vergonha gostariam de os ter. São taras dirão uns, é loucura direi eu. Não são os loucos de Lisboa, nem de Espinho; são os loucos necessários para nos mantermos sãos. Há dias era um prof a fazer-se passar por menina e a conquistar homens. Agora é esta menina – se calhar com uma infância mal resolvida – a querer dar aulas de sexologia (ou será pornografia?!) em vez de história.
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Compare-se com as declarações daquele jovenzinho líder da juventude socialista- o tal que compara a escola a festivais de Verão, com distribuição de preservativos à malta, e não temos melhor.
Isto está entregue à macacada.
E vai estar pior, porque o lobby já tratou de deixar porta aberta para o ministério poder contratar “associações” e outras coisas que todos sabemos muito coloridas.
Para irem para lá ensinar-lhes as “opções” alternativas.
É lobby e do maior. Depois dele só a maçonaria (ou dentro dele, também, conforme se queira).
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É verdade.
Quem defende isto é gente sem princípios.
E a defesa da outra maluca em tourada com a aluna a disputar-lhe o telemóvel foi o mesmo.
Na volta até era sujeita da “nomenclatura” e com borlas na UE.
Isto é caso de expulsão e, para mim, não vale a penar perder tempo com mais nada.
Mas é um caso estritamente escolar.
Nada tem a ver com tribunais.
E era bom que as escolas soubessem impor-se e resolver os problemas por si, em vez de se descartarem nos tribunais.
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“Claro que o Piscoiso não conta porque esse é atrasado mental.”
E o DO não é?
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Não penso que seja. Sempre o tomei por alguém decente. Vende a banha-da-cobra e teve triste ideia em defender o P.Pedroso em nome de uma suposta amizade mas mais nada.
Tenho o DO em boa conta.
E é claro que não é mongo nem avatar a berlinde.
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Não são as ideias que fazem as pessoas mongas, mas a falta delas.
E o que faz alguém decente também nunca foi a política ou a barricada.
São outras coisas das quais o DO tem dado provas. Pelo menos na blogosfera é das pessoas mais limpas em matéria de “netiqueta”.
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E da Professora que morreu ontem ao vir da escola quando lhe saltou uma roda e enfiou o carro por uma ribanceira abaixo? Ninguém fala? ATÃO? as TV’s, jornais, blogues, … NADA?
Ao menos a PJ está a investigar!
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# 31
CAA,
A minha ideia é esta: O que se ouve naquele registo audio é alguém profundamente descontrolado. Esse descontrolo ocorre, por vezes, nos humanos – neste caso, uma professora.
O universo dos humanos-pais é superior ao universo dos humanos-professores, logo, probabilisticamente, discursos inadequados como o que ali se ouve serão mais comuns em contexto familiar.
O mesmo é dizer que o que se ouve no registo audio que veio a público não diz nada do que possa ser a educação sexual das escolas. Pelo contrário, se atendermos a que o normal será que professores transtornados àquele ponto não estejam a dar aulas.
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Parece que vai haver uma manifestação de alunos a favor da professora.
Se calhar é por ela nunca vestir cuecas, e andar sempre de pernas abertas.
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Não sei se percebi bem. Foi o Conselho Executivo que instruiu a aluna a gravar a aula? Isso é surreal. Portanto, o CE não sabe resolver o problema e, portanto, instrumentaliza adolescentes, que estão a formar o seu carácter, a endrominar – não importa com que razão/ões – um professor.
isto sim, CAA, a ser verdade, parece-me revelador da educação que os miúdos recebem nas nossas escolas.
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Não é por nada. Mas do mal o menos.
Antes estas anormalidades de chorar a rir a passarem por educação sexual que outras, mil vezes mais anormais a querem vender-se em lavagens ao cérebro.
Há para aí testemunhos de recomendações e projectos de ONGs e realidades noutros países que são de horrorizar, comparadas com este destrambelhamento.
O problemas dos verdadeiros loucos é quando nem se dão conta disso.
E loucos com poder, com lobby dentro do ME e com lei aberta para entrarem nas escolas para a doutrina, é realidade que já cá chegou.
Por porta aberta deste imbecil que está no poleiro.
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As experiências de sexuais dos acampamentos do BE deviam chegar para se ter uma ideia do destrambelhamento de quem vende estes projectos.
O resto até era para terem vergonha na cara pois andaram a vender o aborto, no referendo, como uma medida extrema para evitar gravidezes indesejadas e agora já aparece como pedagogia normal a ser dada, a par dos preservativos e da pílula do dia seguinte.
Tudo no mesmo molho- começando por onde for mais prático.
Quem diz isto devia ser internado- as contra-indicações da pílula do dia seguinte são conhecidas, perigosas e ainda mais perigosas em idades jovens, nas quais o estado hormonal pode provocar tromboflebites com grande facilidade.
Estes imbecis, só para conseguirem ganhar terreno das causas gay, estão-se nas tintas para a saúde dos filhos dos outros.
É pura ditadura totalitária de Estado.
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“Estes imbecis, só para conseguirem ganhar terreno das causas gay, estão-se nas tintas para a saúde dos filhos dos outros.”
Caro(a) Mesuline,
Não se esqueça que a educação começa em casa.
Há-de convir que seria, no entanto, “salutar” que não tentasse comprometer a liberdade dos outros pais com as suas convicções pessoais. Com certeza, os seus filhos jamais frequentarão acampamentos do bloco, nunca comprarão 1 preservativo ou a pílula do dia seguinte. Obviamente, serão todos heterossexuais realizados e dispensarão a educação sexual que a escola lhes queira proporcionar. E os dos outros?
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Mas eu não faço leis nem as imponho a todas os pais de todas as localidades do país que tenham os filhos na escola pública.
Não sei se é preciso fazer um desenho para perceber a diferença.
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Os Blasfemos, à semelhança do Governo, parecem mais preocupados com as estatísticas do que com o debate. Vai daí toca de alimentar a página com carradas de indigência postal para a malta comentar muito. Relacionar esta destrambelhada com a discussão sobre a introdução da educação sexual nas escolas é de uma total demagogia.
Mas já não se estranha. É a linha dragão em acção.
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Não entende?
Para si a opinião de uma pessoa é a mesmíssima coisa que uma lei com poder governamental que impõe essa “opinião” a todos os pais e a todos os jovens, de todas as escolas do país?
Chama a isto questão de opinião?
Eu chamo-lhe prepotência totalitária de Estado.
Com um detalhe gravíssimo que nada tem a ver com opinião e que é criminoso-
a pílula do dia seguinte não pode, nem deve ser fornecida sem controle médico!
Isto sabe qualquer médico.
Negar isto é criminoso.
Pura e simplesmente criminoso.
E já há famílias a organizarem-se para levarem o caso a tribunal- caso insistam na medida.
Não tenho nada a ver com essas pessoas mas apoio. É uma questão de saúde pública, que foi contrariada por um lobby gay que se pendurou no ME.
Para se falar claro é isto. Aquele labrego da juventude socialista não tem qualidade nem crédito pedagógico, nem serve de exemplo para fazer uma proposta destas.
E o PS esteve dividido. Mas os imbecis aprovaram e deixaram buracos suficientes para conseguirem vender a coisa.
Essa e os contratos com as Ilgas e outras merdas do género.
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#91
Faça lá o desenho Mesuline. Explique-me lá que lei é que exige que os seus filhos frequentem acampamentos do Bloco; que lei é que impõe à sua filha que faça um aborto; que lei é que lhe impõe que use preservativo ou recorra à pilula do dia seguinte;etc…
Eu não vejo que as liberdades previstas na lei condicionem os seus filhos, já o que o(a) Mesuline defende condiciona a liberdade dos filhos dos outros. Está mal!…
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“E já há famílias a organizarem-se para levarem o caso a tribunal- caso insistam na medida.
Não tenho nada a ver com essas pessoas mas apoio. É uma questão de saúde pública, que foi contrariada por um lobby gay que se pendurou no ME.”
Há aí alguma confusão, Mesuline. Tenho para mim que os gays serão os menos interessados na questão da pílula do dia seguinte… digo eu. Mas, se calhar, não é o(a) Mesuline que está psicótico(a) a ver monstros a sair das paredes e sou eu que estou a ver mal a coisa.
Salut!
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Boa noite a todos.
Parece-me que os comentários se desviaram da verdadeira razão deste post, o futuro da educação sexual neste país.
Sou professor de ciências naturais e portanto já leccionei ed. sexual por várias vezes. Tenho a dizer que isto nada tem de ed. sexual, como é óbvio, e o comportamento da docente é deveras reprovável.
Se o CAA quiser realmente discutia a “boa” ed. sexual que alguns professores vão fazendo por essas escolas fora, posso contribuir. Fiquem a saber que, embora a ed. sexual como disciplina não esteja comtemplada, há inumeros professores de ciências naturais que a leccionam, seja esporádicamente nas aulas de ciencias naturais ou em disciplinas camufladas com outro nome, como “ed. para a saúde” por exemplo.
Fazem isto sobretudo por acharem necessário embora o ministério teime em não incluir a disciplina no currículo dos alunos. Faz-se boa ed. sexual em muitas escolas deste país por isso estarei aqui para desmentir a generalidade das opinões, inclusivé a do CAA, caso ele queira.
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Eu nem sei quem está interessado na prevenção de doenças sexuais com distribuição gratuita de pílula do dia seguinte.
Mas imagino que a Sofia Ventura saiba.
Tanto mais que a Sofia sabe que é uma mera questão de opinião e que qualquer opinião sobre o assunto tem o mesmíssimo peso que o poder de a decretar e distribuir em todas as escolas do país.
Portanto, creio que estamos conversadas no que diz respeito a “saberes”.
Agora desafiava-a a provar, de forma clara e com apoio médico que a pílula do dia seguinte é uma coisa perfeitamente inócua, equivalente a usar um preservativo.
Porque quem pensou e escreveu o projecto, afirmou-o e deseja que ela seja distruida assim- como um modo de prevenir doenças e gravidezes, do mesmíssimo modo que ele também propõe a informação escolar da forma de abortar.
Caso o preservativo falhe, vai a pílula do dia seguinte, se esquecer desta, tem o aborto.
Imagino que a Sofia Ventura tenha grande conhecimento de contacto com jovens para perceber que esta ordem não só pode ser trocada, em sendo oferecida assim.
Vendo bem- em termos práticos, dá para perguntar como vão distribuir à borla, em todas as escolas, preservativos e pílulas do dia seguinte.
A mim, esta coisa apenas se me afigura que julgam que estão a lidar com gado.
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Mas é claro que quem não tem filhos e apenas experiências em desbundas wikas de festivais de Verão, é provável que se tenha inpirado no cio dos seus animais domésticos.
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Mélusine é nome do género feminimo.
Julguei que a sua cultura chegasse aí. Como não chega, fica a informação.
E este é nick alternativo para contornar umas brincadeiras menos liberais da casa.
Só para não parecer que estava a ser desonesta.
Por mim não há mais a dizer.
Tem aí com que se entreter.
Explicar onde está a paralelo entre uma opinião de uma pessoa e uma lei decretada pelo Estado.
E explicar onde encontrou informação do carácter inócuo da pílula do dia seguinte.
V.s até gostam sempre de sacar da Ciência para tudo- têm aqui uma boa oportunidade.
Desejo-lhes boa sorte. Vão precisar dela.
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Eduquês no seu melhor!
Os títulos académicos da professora mostra bem como neste país a doutorite reina nem que seja doutorite enche chouriços!
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se isto não é uma montagem, então mandem a prof. para o manicómio.
Se é uma montagem mandem os alunos..
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Isto cai q nem ginjas pra esquecer certas pressões…Siga o circo!!!
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eheh, mas o secundário da mãe, é ou não novas oportunidades?
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Efeito Magalhães
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Equivalências de Bolonha
Agora Antes
Novas oportunidades 12º ano
Licenciatura bacharelato
Mestrado Licenciatura
Doutoramento Mestrado plus
Muda-e a semântica e está tudo bem….
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Caro professor, é inclusive, não inclusivé, esporadicamente, não esporadicamente.
Caros Piscoiso e MJRB, a aula foi gravada com um gravador audio digital, como o que usam os jornalistas. O vídeo foi composto pela televisão, para dar uma imagem à conversa, não tem nada a ver com a aula.
Consta que nas aulas da referida senhora era frequente ela referir quantas vezes tinha relações sexuais por semana com o marido, as posições, etc. Isto não é educção sexual não é nada, é um um caso patológico, que só pode ter como resultado a expulsão desta senhora do sistema de ensino. Nem é preciso a gravação para nada, os testemunhos das crianças são mais que suficientes.
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Oops.. esporadicamente, não esporádicamente.
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esporadicamente, sem acento é que estava bem. Não temos palavras mais-que-esdrúxulas
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Não percebi foi a explicação de ser gravação e não ter nada a ver com a imagem e com a aula.
Então é gravação de uma aula. E a imagem não corresponde à aula gravada?
Mas até se nota que os movimentos da boca e gestos coincidem com o que é dito.
E não se percebe para que iam gravar uma aula e filmar outra.
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Estou convencido que se trata de uma pessoa a precisar de tratamento.
Por favor, resolvam o caso com a máxima brevidade, não usem o limite de velocidade imposto no free.
Resta-nos uma esperança, esperemos que a história seja falsa.
Do sexo fraco não reza a História?
VIVA PORTUGAL
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“Amiga, bem-disposta e sempre pronta para ajudar.” É este o retrato da professora traçado por alguns alunos. Ricardo Joel, 15 anos, diz mesmo que estão a incriminar a professora mais espectacular da escola. “Ainda há pouco, a directora de turma, Paula Oliveira, veio acusar-me de estar a ser pago para defender a professora Josefina e disse para estar quietinho”, afirmou.
in CM
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Mr. Luís B,
Exacto, quanto à gravação.
A minha ‘discussão’ com Mr. Piscoiso centrou-se na questão vídeo, gravação vídeo, e se aquela voz seria ou não da docente.
Ainda quanto à professora, de facto não é normal aquela voz, histerismo, termos e modos usados. Por uma professora de História…
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O país todos os dias bate mínimos. Mas não devemos perder muito tempo com casos de Saúde mental. Quanto á educação sexual nas escolas discordo fortemente de um programa que não respeite a liberdade individual e religiosa dos alunos e famílias; não é função das escolas distribuir preservativos, pelo contrário este acto pode mesmo ser atentatório e constituir uma provocação se a distribuição for feita a crianças de 12 ou 13 anos. A ética republicana não deve obrigar ao uso de preservativos nem ao inicio da sexualidade em idades muito precoces, ou será que em nome desta tudo é possível?
Não me perguntem a razão, mas estou interessado em desmascarar tudo o que os pregadores da ética republicana praticam.
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Ó Tolstoi, tenha cuidado,olhe que v. não tem o direito de condicionar a opinião dos outros (Sofia Ventura dixit)
Percebe?
Qualquer critica no lugar mais escondido-como aqui nas caves, é uma forma de condicionar a liberdade dos pais de todo o país.
Já as opiniões que lhes agradam, têm o dever de ser passadas a lei e impostas a todo o país, de forma a evitar que alguém seja condicionado por opinião de algum cidadão.
É esta a lógica.
É este o último reduto da ditadura de esquerda- a ditadura dos costumes abandalhados em nome da “liberdade dos outros”.
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Foi pena. Cheguei tarde e não tive ocasião de intervir.
Parece-me poder afirmar que qualquer pessoa de bom senso não pode aceitar que uma mulherzita, recém formada e armada em professora se destrave a disparatar por tal forma.
Foi isto que o 25 de Abril pariu com as consequências sociais gravíssimas que estão à vista. Este é o resultado que, educando sem qualidade, se vai fazer sentir cada vez pior – a não ser que consigam limpar a abrilada do nosso Portugal.
Não é fácil.
Como não é fácil expurgar a nossa miserável sociedade dos desvios sexuais que se propagam “a toda a pressa” numa ânsia de tudo contaminar.
Homossexuais e lésbicas, muito bem organizadinhos vão destruindo toda a nossa juventude e as famílias têm imensa dificuldade de manter muitos dos seus filhos em rumos certos. Até casos de mudança de sexo se estão a suceder como nunca se esperaria.
Tudo isto interessa aos gays e às lésbicas e aos seus lobbies.
Houve aí alguém que disse que os direitos deveriam ser iguais para todos – e são. tratamento para todos, sendo que os anormais precisam de tratamento psicológico e, fundamentamente, psicológico. Quem quer ver entrar pela casa dentro um filho transformado em filha e uma filha transformada numa espécie de rapaz? Pois bem, até métodos de convencimento e industriação eles têm e já há pais a sofrer muito, horrores…
Ninguém fala nesta miséria e não é fácil levar o assunto à ORDEM DOS MÉDICOS.
Nuno
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Isto é muito grave, mas para mim não tem assunto. É uma senhora doentíssima. A prof tem de ser afastada e tratada. Mai’nada.
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A gaja é doida varrida. Devia ser internada em S. Bento.
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entre a conversa gravada da professora e os comentários da flausine, venha o diabo e escolha.
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Impressionante como e que um professora que tanto estudou diz para uma aluna:
“«Tu nem sabes com quem te metesTES»
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Olha, olha,
as coisas que
vêm desde o Adão,
repisadas a cada dia
nos filmes e telenovelas,
à discrição, dão nova agora,
gravadas numa aula de inducação.
E ka scândalo, meu deus, k diz ka jamais,
nunca se viu assim tal despudor, dispois do busha
no Irak com um de plástico pirum.
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Pois,,esta falou mas oUYTOS fizeram…é A JUSTIÇA DESTE PAÍS…PODRE..PODRE..PODRE…
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Uma rapariga de 12 anos chega ao pé do pai com um preservativo que lhe foi dado na escola no âmbito da educação sexual escolar e pergunta ao pai – Tenho de usar o preservativo antes
que o prazo expire?
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Bulimunda (121)
Marinho Pinto está no patamar de Lopes da Mota.
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#122 – pela conversa deve ser tua filha.
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# 124 -Não só é anónimo como recorre a argumentos vulgares.
Lamento que não perceba ou não se importe.
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Professores
Caguem para os alunos.
Entrem na sala de aula, despejem a matéria, expulsem os que falam, fechem a porta e não dirijam a palavra aos alunos!
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