Ora então
22 Maio, 2009
se isto for assim «Sindicato do SEF alerta para perigo de distinguir criminosos pela nacionalidade» estas notícias também devem omitir a nacionalidade dos envolvidos?
27 comentários
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se isto for assim «Sindicato do SEF alerta para perigo de distinguir criminosos pela nacionalidade» estas notícias também devem omitir a nacionalidade dos envolvidos?
“Qualquer autoridade ou juiz tem que julgar ou analisar um crime que seja cometido por uma pessoa, não fazendo distinção se é estrangeiro ou nacional”
Está a equiparar os jornalistas a juízes?
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Nada disso. A questão é esta: deveria a Secretaria de Estado das Comunidades ter dado a informação nestes termos? Não se pode criar a ideia de que fora do seu país os portugueses estão amis expostos a crimes?Se for aqui http://www.psp.pt/Lists/Notcias/MostraNoticia_lista.aspx
perceberá que se fazem referências a nacionalidades, clubes desportivos, sexo… tudo características diferenciadoras
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Está a equiparar os jornalistas a juízes?
Concordo consigo.
Os jornalistas devem dar o máximo de pormenores possíveis.
Cabe ao leitor fazer o seu juízo.
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O jornalismo funciona de acordo com os critérios do PATRÃO… !!
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É evidente que a notícia do jovem baleado na Holanda só é (notícia) entre nós, devido à nacionalidade da vítima. Na Holanda, a cobertura do acontecimento podia ser feita sem referência à nacionalidade.
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Eu por acaso antes de me impressionar com os 5 tiros preciso de ver a cara do “português”…
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Não percebo o que uma coisa tem a ver com a outra. O caso holandes só nos interessa pela nacionalidade da vítima, caso não fosse português seria mais um caso entre muitos que provavelmente acontecem na Holanda e de que não temos conhecimento. Agora uma coisa é certa, em Portugal parece que os crimes só são cometidos por estrangeiros, isso deve querer dizer alguma coisa.
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Isto está cheio de racistas pá.Vão ver as prisões pá.tudo cheio de diferentes pá.Cadê os outros?
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Mas o sindicalista do SEF merece uma medalha de Lenine.Que o seu chefe, ele sim um dos mais reputados humanistas escolhido a dedo pelo menino de ouro encheu-nos de riqueza.Distribuiu passaportes, quase á força pelos bairros socias, aumentou-nos a população de pobres que felizmente já vai em 2000000…é ou não uma riqueza?
E se os ilegais se manifestam o SEF entra na clandestinidade… querem melhor?Mais humanismo?
Depois não se queixem da necessidade das “avaliações” para receberem menos…
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E acima não se queixem de que países como a Irlanda tenham já políticos a falar em “restrigir” o acesso a “portugueses”.É que “portugueses” há muitos como dizia o outro…
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Proposta de exercício para jornalistas encartados:
Experimentem fazer uma noticia politicamente correcta, sem referir:nacionalidade, cor, religião, género, idade ou qualquer atributo que diferencie uma pessoa das outras (ex. gordo, calvo, baixo,etc.) por que são estigmatizantes.
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Mas o próximo passo dos humanistas vai ter que ir ás massas de quem mais recebe.Ora em Portugal que é que é mais bem pago?Além dos políticos claro?Os srs juizes, MP´s e srs doutores.Serão o alvo da próxima onda se subida de impostos e mesmo as suas reformazinhas não vão escaoar.Claro que eles sempre tão solidários nem vão reclamar.Afinal alguèm tem que ganhar menos para outros ganharem mais… mesmo que passem o dia a praticar desporto e a ver o estado do tempo…
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As notícias em Portugal são analisadas por muitos “vigilantes”, normalmente pessoas interessadas em não interromper este rio de leite e mel mas um inferno para o indiginato.Criminalidade?Incolor, marciana, vítima da sociedade, “jovem”…
Um verdadeiro regime comunista não faria melhor.(muitos que o fazem são-no ou foram-no…)
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O que interessa não desvalorizar é o empenhamento nas “causas”.Primeiro foi “derrubar” o colonialismo, mau por natureza e em que todos os seus agentes eram criminosos, mesmo os pedreiros, carpinteiros, etc apanhados em “colonos” que “lerparam” nos seus bens com a concordância dos nossos humanistas.Vieram com uma mão á frente e outra atrás e receberem 5 contos do IARN.Agora os activistas andam noutra “causa”.Encher isto de africanos.Dos ex-colonizados.E os métodos são os mesmos.Criminosos do gajo que não concorde.Racista por não se deixar agora “explorar”…
Eu diria que estes traidores o são porque a carneirada os deixa ser.Roma nunca pagou a traidores.Mas em portugal são os gajos mais bem pagos…
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E para além dos traidores serem os gajos mais bem oagos ainda arranjam umas massas para ditribuir pelos antigos guerrilheiros que cá nos enriquecem.Quantos “libertadores” não andam por aí?Á nossa conta claro…
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nao toquem nos romenos!!!!!!
eles promovem desenvolvimento e riqueza neste pais!!!!
agora os portugueses, esses sim, sao a raça a desprezar!!
vamo-nos deixar de demagogia
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ahah
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O Sindicato do SEF é como bem disse alguém acima mais um daqueles que quer apagar certas figuras da fotografia.
“em Portugal parece que os crimes só são cometidos por estrangeiros, isso deve querer dizer alguma coisa.”
Se for verdade é caso para reformular as políticas de imigração. Mas uma analise qualitativa e desapaixonada chocará sempre com os mitos políticamente correctos do regime e dos media.
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Nós devemos ser o país mais complexado da Europa!! Porra, isto é ridículo! Em todo o lado, as pessoas são identificadas pela sua nacionalidade. Se um português for apanhado a cometer um crime em qualquer país europeu (e/ou no resto do mundo!), é perfeitamente normal dizer “um individuo de nacionalidade portuguesa…”. Isso quer dizer que o jornalista é xenófobo?? Qual é o problema de dizer “um brasileiro, um ucraniano, um inglês….??” Mas não é a sua nacionalidade?? Mas que mentes mais mesquinhas!!
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Se há um confronto entre claques de futebol, o nome dos clubes envolvidos é parte da notícia. Mas, em princípio, já o não é sua a etnia – como não o é a religião professada pelos intervenientes, ou o bairro de onde são oriundos.
Inversamente, se há um conflito entre tutsis e hutus, a etnia não só “pode” como “deve” ser noticiada, pois é ela que está no cerne do acontecimento – tal como num outro, entre católicos e protestantes, a religião de cada facção.
Nada impede, claro, que se diga que um criminoso nasceu na cidade X, desde que não se coloque a tónica nesse facto – a menos que haja uma relação directa entre a cidade X e o crime cometido. Se essa relação existir, é claro que deverá ser referida, e com destaque proporcional à correlação existente.
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A HM tem sempre o dom de atrair os comentários dos pulhas. Porquê será?
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Crime… Atentados terrorista… Pirataria
Não hà Jornal,Rádio ou TV no Universo que não identifique a nacionalidade do autor (s)
Quanto mais não seja para dizer ao “Mundo” que não foi um dos seus..
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Calma Tina:
Portugal acaba sempre por sobreviver: estamos falidos; temos uma corrupção alarmante; os políticos são uns inaptos mas… Temos o “Magalhães!”
Como vê, estamos salvos…!
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O pá e eu sempre a ouvir que as bombas em Bagdad fizeram mais um sem numero de mortos ora xiitas ora sunitas (além de iraquianos já se vê)
Afinal andaram sempre a enganar-me.
São “cidadões” do mundo pá.Nem iraquianos são.
Já agora pa !!! não foram os americanos que invadiram aquilo e não me venham dizer que foram os marcianos que essa xenofobia extra-terrestre eu não admito.
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Recordemos estes “pequenos” pormenores quando (ou se) formos votar…
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Naturalmente o comentário nº7, é que põe ordem e esclarecimento sobre a diferença que existe entre 2 notícias, uma cá outra lá.
P.S. mas ainda assim, o jovem português baleado em Amsterdão era um criminoso … ?
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Já agora quero acrescentar que, compreendo que o anúncio da nacionalidade de qualquer pessoa que comete um crime, possa melindrar muitas susceptilidades.
E isso pode ser feito propositadamente, como muita gente observa.
Quando detecto esse comportamento fico revoltado.
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