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Prós e Contras (4)

2 Junho, 2009
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Marinho Pinto venceu o debate, claramente, volatilizando a ideia (tão anunciada nos mentideros) de que iria ser massacrado impiedosamente. Só Rogério Alves tentou estar à sua altura. O dr. Cabrita sobejou em agressividade o que lhe faltou em clarividência. Carlos Pinto Abreu foi uma desgraça, de longe a maior desilusão da noite – há pessoas que quando são postas à prova em ambientes que não controlam exibem aquilo que valem. Ou não.

45 comentários leave one →
  1. PMF's avatar
    2 Junho, 2009 01:06

    Inteiramente de acordo. Além do mais, a postura de C.Pinto Abreu, para quem dá o rosto, virulentamente nos jornais, à oposiçao, foi uma desilusão.

    De resto, independentemente do debate em si mesmo, começo a duvidar da capacidade de actuação e mesmo da utilidade de uma Ordem que, para além de receber enormes contributos obrigatórios da parte dos seus membros (isto, por comparação com outras tão antigas e com a mesma importância), se emaranha em guerras intestinas que cheiram, por todos os lados, a uma espécie de “luta de classes” – sendo que depois, quando há “casos” a sério (vg. Frreport), tudo se baralha!

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  2. Desconhecida's avatar
    POS permalink
    2 Junho, 2009 01:15

    De tal maneira que a argumentação dos contestatários parecia cingida à defesa encarniçada de privilégios que ofendem o cidadão comum. Ao que se juntam as tristes vaias da plateia, por exemplo, a propósito dessa aberração que é o direito de preferência, ou lá como se chama. Até parece que, para esses advogados, o desbloqueamento da Justiça depende da manutenção de um anacrónico estatuto de sobranceria. Há coisas que a opinião pública vê a léguas, e os senhores advogados abriram a caixa de Pandora, expondo-se despudoradamente e inocentemente dando o flanco.

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  3. Desconhecida's avatar
    Mouta permalink
    2 Junho, 2009 01:28

    Aquilo não é uma Ordem, um grémio…

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  4. Minhoto's avatar
    Minhoto permalink
    2 Junho, 2009 01:33

    Existe muito ódio e outros sentimentos pessoais difusos, Rogério Alves ganhou o debate, Marinho Pinto consegue ganhar uma vantagem táctica, pois isto está longe do fim, agora o Pinto Abreu parecia um puto, parece um pouco verde, deve ser bom no escritório, já me disseram muito bem dele, mas na barra eu não o solicitava.

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  5. Desconhecida's avatar
    Paulo Morais permalink
    2 Junho, 2009 01:43

    Estamos mal! Os advogados não se entendem.
    E ainda estaremos pior… se eles se entenderem.

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    2 Junho, 2009 01:48

    Surgiu-me uma dúvida depois de reparar na bancada do Marinho Pinto. Será que o Tino de Rans tirou Direito e passou na Ordem?

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  7. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    2 Junho, 2009 02:02

    Também me pareceu um debate fraquinho.

    Dito isto, não sei onde é que o CAA vislumbra uma vitória de Marinho Pinto. É o discurso de sempre do coitadinho que no segunda dia no cargo, ainda bebé na incumbadora, levava pontapés de toda a gente. Já não há paciência para este tipo de discurso vindo de pessoas que exercendo cargos de interesse público têm de habituar-se a saber conviver com críticas e oposições. Caramba, este discurso da vitimização tresanda a salazarismo bafiento de quem não aceita ser questionado. É um discurso chavista, que não pode ser levado a sério.

    Por outro lado, se há coisa que a oposição a Marinho Pinto provou no debate de hoje é que, ao contrário dele, sabe debater com moderação. O CAA pode gostar mais ou menos deste ou daquele interveniente, mas se há coisa de que Marinho Pinto não se pode queixar é que alguém tenha hoje utilizado contra ele a linguagem trauliteira que ele costuma usar e que, ainda hoje, utilizou. Discordaram da forma como os estatutos não foram discutidos entre a classe, da abolição do direito de atendimento preferencial nas repartições, da dotação dos conselhos distritais, etc., etc…, mas de uma forma que me pareceu perfeitamente civilizada.

    Quanto ao debate substantivo, Marinho Pinto acusou Magalhães da Silva (penso que era esse o nome) de ter sido nomeado em condições obscuras e potencialmente criminosas para uma assessoria jurídica paga com dinheiros públicos. Quem o ouvisse pensava que era uma coisa escandalosa. Afinal, parece que o escritório em causa foi um dos concorrentes num concurso público e que foi escolhido aparentemente por apresentar a melhor proposta, não sendo sequer a escolha contestada pelos outros concorrentes. Por outras palavras, O único caso que Marinho Pinto nomeou em concreto, explodiu-lhe nas mãos. O que leva a uma conclusão óbvia: Marinho Pinto não tem informações concretas a fornecer ao Ministério Público sobre eventuais negócios ilícitos envolvendo sociedades de advogados. O que diz é conversa de café para o portuguesinho ressabiado com os poderosos que nele votam. Numa palavra, populismo barato, sem arte, nem engenho.

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  8. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    2 Junho, 2009 02:08

    De resto, independentemente do debate em si mesmo, começo a duvidar da capacidade de actuação e mesmo da utilidade de uma Ordem – PMF

    Eu não tenho dúvidas que não devia existir Ordem ou que, pelo menos, a mesma se devia cingir exclusivamente à sua vertente disciplinar e de defesa pública dos direitos dos cidadãos perante a justiça.

    A advocacia é uma profissão liberal, pelo que o seu acesso não pode e não deve ser condicionado por uma casta que se arroga o direito de dizer quem entra e quem não entra na profissão. Aliás, é sintomático que o Bastonário não perca a oportunidade de se queixar dos 25 mil advogados que existem no país. Pudera! Ele foi eleito pelos que, sendo advogados, não querem a concorrência dos mais novos e por isso a sua referência às hordas de licenciados que querem exercer o seu direito de escolher a sua profissão mais não é do que um piscar de olhos à sua base eleitoral. Também nisto se vê que Marinho Pinto está no cargo para salvar algo que já não pode ser salvo: os privilégios dos advogados mais velhos que querem manter a sua clientela e não se adaptam a um mercado cada vez mais concorrencial.

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  9. Anti-Liberal's avatar
    Anti-Liberal permalink
    2 Junho, 2009 03:12

    Pela mostra deu para desconfiar do engenho e arte destes causídicos.
    Aliás, quando preciso, consulto dois ou três, sempre com cuidado nas algibeiras e, se entro em accão, primeiro que venam de lá garantias.
    O seguro morreu de velho.

    Nuno

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  10. Desconhecida's avatar
    O Aprendiz de Jurista permalink
    2 Junho, 2009 03:40

    Caríssimo José Barros,
    Subscrevo, na íntegra, os seus comentários porque objectivos e lúcidos – a que, aliás, e com a devida vénia, já estamos habituados.
    Mais, e permita-me o aditamento, este debate foi só mais um passo, para a descredibilização da Ordem. Discutir em público coisas que as pessoas não compreendem ou, se compreendem, consideram privilégios é, na minha óptica, um verdadeiro tiro no pé, dado pelos Srs. Advogados.
    Numa situação destas vence, naturalmente, o populismo e não o verdadeiro interesse de uma classe ou, e muito mais importante que tudo o resto, o papel que à Ordem deve ser exigido.
    Os intervenientes, todos eles, estiveram mal.

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  11. jkts's avatar
    2 Junho, 2009 03:50

    Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

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  12. jkts's avatar
    2 Junho, 2009 03:52

    Neste caso é casa onde não há pão para tanto mamão, instala-se a confusão!
    LOL
    inventei agora este.

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  13. Piscoiso's avatar
    2 Junho, 2009 08:16

    #10. Discutir em público coisas que as pessoas não compreendem ou, se compreendem, consideram privilégios é, na minha óptica, um verdadeiro tiro no pé.

    É fazer da Ordem uma sociedade secreta, para que ninguém tope os privilégios ridículos.

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  14. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    2 Junho, 2009 08:49

    mais uma vez se provou que o marinho tem razão e que o chefe da cambada é um cobarde, com um projecto político, que não dá a cara. o abreu e outros se querem continuar nas graças da grande advocacia têm de fazer fretes destes. o ralves já percebeu que necessita dos proletários, marcou terreno e apesar das melhores intervenções, não foi convincente qb.

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  15. carneiro's avatar
    2 Junho, 2009 09:32

    na RTP Memória também passou uma tourada no Montijo de 1995…

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  16. Range-o-Dente's avatar
    2 Junho, 2009 10:04

    Estou de acordo consigo.

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  17. Range-o-Dente's avatar
    2 Junho, 2009 10:05

    … quero eu dizer, com o CAA.

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  18. Desconhecida's avatar
    Expertinho permalink
    2 Junho, 2009 10:20

    Grande Marinho Pinto!
    É, de facto, uma pena que a maioria das pessoas esteja tão de acordo com as declarações dele e tão contra a forma como as faz, como se isso tivesse alguma importância, na conjuntura actual.
    Leiam a crónica do Fernando Madrinha, no Expresso deste fim de semana. Está lá tudinho.

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  19. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    2 Junho, 2009 10:32

    O tal Magalhães e Silva não é homem de Macau, sócio de Sampaio, e que este gostaria de ter visto PGR, e não o sendo, candidatou-se a bastonário contra Marinho Pinto mas não obteve a maioria? Porra, contem sempre a estória toda….

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  20. JoaoCaraDeJose's avatar
    JoaoCaraDeJose permalink
    2 Junho, 2009 11:12

    aqueles tres estarolas a atacarem o bastonario, pareciam os tres professores velhotes e bafientos a fazerem o exame ao “vasquinho da anatomia”.
    E ficamos todos a saber que eles tambem tem um mastroideu, que eh passarem a frente de todos os comuns mortais nas filas.
    conselho de borla deste vosso amigo… vao tomar banho!

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  21. Desconhecida's avatar
    Expertinho permalink
    2 Junho, 2009 11:45

    “António Marinho Pinto pode perder todos os dias apoiantes entre os advogados e outros agentes da Justiça, mas todos os dias ganha simpatia em novas franjas da opinião pública. Tumultuoso e populista na linguagem, corajoso e desassombrado na atitude, o bastonário da Ordem dos Advogados tornou-se um caso político sério, quer tenha ou não ambições políticas.

    Só nesta semana, atacou em três frentes distintas e com bastonadas certeiras. Nos advogados, desde logo, ao declarar que existem ‘especialistas’ em ajudar clientes a praticarem actos ilícitos, sobretudo na área económica. Uma autêntica blasfémia, para certas virgens púdicas, como se a classe fosse imune a vigaristas. Na verdade, a acusação não devia ser deixada no ar, sem a denúncia de casos concretos. Mas, como Marinho observa, quem condena o tráfico de droga também não está obrigado a dizer os nomes dos traficantes.

    Já na zaragata com Manuela Moura Guedes, na TVI, nada ficou por dizer. Ao fim de meia hora de provocações insultuosas, quer nas reportagens orientadas que antecederam a entrevista, quer nos comentários, nas perguntas e na atitude da apresentadora, Marinho perdeu a paciência, mas não a lucidez. E disse em directo aquilo que muita gente pensa do ‘Jornal Nacional’ das sextas-feiras, começando por jornalistas que se inibem de o questionar por duas razões fundamentais. A primeira é de ordem corporativa: por norma e tradição, os jornalistas não criticam os erros e os abusos de jornalistas, seja por solidariedade de classe, seja por receio de serem também criticados. A segunda razão é de natureza conjuntural. Condenar o inenarrável modelo Moura Guedes quando os serões das sextas na TVI se tornaram um manifesto semanal anti-Sócrates apresentado de forma épica – ou caricata, conforme os gostos – é correr o risco de um labéu incómodo: o do “frete ao Governo”. O próprio António Marinho foi logo confrontado com ele.

    O terceiro caso da semana é muito mais grave e sério. Um tribunal comprovou que uma mulher indefesa foi interrogada pela noite dentro e agredida selvaticamente no interior de instalações da PJ. Não houve condenados pelas agressões. E num país onde tantos protestaram durante anos contra a tortura em Guantánamo, ninguém na política nem no Estado se indignou e reagiu de forma que se ouvisse. Só Marinho Pinto teve a coragem de fazer do caso uma causa.

    O bastonário dos advogados pode perder a guerra na Ordem. Mas está a ganhar na opinião pública um capital político precioso, tenha ou não pretensões neste domínio. Pela razão simples de que diz em voz alta – e às vezes aos gritos – o que muita gente pensa ou pressente e precisa que seja dito.

    Com uma classe política cacafónica e uma Justiça nas ruas da amargura, ambas fechadas nas respectivas redomas e surdas às queixas da sociedade, a voz do bastonário justiceiro ganha força fora da Ordem. Depois, venham as almas cândidas lastimar-se de que, ai Jesus!, está aí o populismo.”

    (Fernando Madrinha no Expresso)

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  22. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    2 Junho, 2009 11:58

    O problema é que M. Pinto só acerta às vezes; dá uma no cravo e várias na ferradura.
    Além disso ele é apenas bastonário dos advogados e não da opinião publica.

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  23. olhão's avatar
    olhão permalink
    2 Junho, 2009 11:59

    “O terceiro caso da semana é muito mais grave e sério. Um tribunal comprovou que uma mulher indefesa foi interrogada pela noite dentro e agredida selvaticamente no interior de instalações da PJ. Não houve condenados pelas agressões. E num país onde tantos protestaram durante anos contra a tortura em Guantánamo, ninguém na política nem no Estado se indignou e reagiu de forma que se ouvisse. Só Marinho Pinto teve a coragem de fazer do caso uma causa.”

    O Dr. Cabrita não era um dos advogados de defesa dos inspectores da PJ???

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  24. Desconhecida's avatar
    Expertinho permalink
    2 Junho, 2009 12:00

    E depois? Isso só demonstra total imparcialidade perante uma violência inadmissível.

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  25. olhão's avatar
    olhão permalink
    2 Junho, 2009 12:07

    M Pinto pode perder a ” (des)Ordem”, mas não perde a guerra.
    O que disse está dito, por muito que muitos se incomodem.

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  26. tina's avatar
    tina permalink
    2 Junho, 2009 12:32

    “É o discurso de sempre do coitadinho que no segunda dia no cargo, ainda bebé na incumbadora, levava pontapés de toda a gente.”

    A questão é saber fazer as coisas. Não entrar em confronto aberto. Ele fez isso quando nem sequer submeteu o novo estatuto à apreciação dos advogados. A ministra da educação peca pelo mesmo erro. Confronto aberto, nunca ouve o que os professores têm para dizer, ou ouve tarde demais. Sem habilidade não se chega a lugar nenhum. Pelo contrário, ainda atrapalham mais. Da mesma maneira que a educação está agora de pântanas, pelo que ontem foi dito no debate, também a ordem dos advogados se deixou preocupar com assuntos da justiça para se concentrar nas lutas internas. É neste caos que Marinho Pinto e Lurdes Rodrigues deixarão os respectivos departamentos.

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  27. tina's avatar
    tina permalink
    2 Junho, 2009 12:41

    Além disso, o bastonário de uma ordem nunca se deveria imiscuir na política. É natural que os advogados da ordem não se identifiquem com a sua posição e se insurjam. Há muito para fazer de forma a melhorar a justiça e seria nisso que o Bastonário se devia concentrar. Com as constantes declarações que ele tem vindo a fazer, não há dúvida que ele se está a servir do seu cargo para ganhar exposição e simpatia do governo.

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  28. olhão's avatar
    olhão permalink
    2 Junho, 2009 14:17

    Cara Tina
    O Bastonário, com o seu protagonismo, uma coisa já ganhou a simpatia da opinião pública. Porque será?
    Pode ou não falar da “justiça”? Faz parte do código deontológico, um Bastonário ser apolítico?!?!?!
    A Tina sente-se incomodada, mas não é pelas “guerras” da Ordem, é pela simples razão de o Bastonário não ser detractor do Sócrates.

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  29. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    2 Junho, 2009 14:21

    #28 – é a opinião da bastinária

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  30. Piscoiso's avatar
    2 Junho, 2009 14:22

    A Tina, Deus me perdoe, bem lá no fundo, até deve gostar de um homem de tomates como o Bastonário.

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  31. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    2 Junho, 2009 14:48

    #28 – “Além disso, o bastonário de uma ordem nunca se deveria imiscuir na política.”
    mas o quim barreiros pode distribuir k7 de macau.

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  32. tina's avatar
    tina permalink
    2 Junho, 2009 15:18

    O que incomoda e muito é que ele chamou “bufos” aos procuradores que denunciaram as pressões de Lopes da Mota. Como se houvesse códigos de conduta para estas situações. E como se vê pela reacção internacional, ele actuou muito mal mesmo. Se não tivesse havido esta denúncia, Lopes da Mota continuaria completamente impune a tentar corromper quem quisesse. Seria esta a contribuição de Marinho Pinto. Isto diz tudo sobre o lambe-botas de Sócrates que ele é.

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  33. tina's avatar
    tina permalink
    2 Junho, 2009 15:21

    Mas já agora, que opinião têm vocês? Também acham que os procuradores não deviam ter denunciado Lopes da Mota?

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  34. Arsénico's avatar
    Arsénico permalink
    2 Junho, 2009 16:00

    Carlos Pinto de Abreu teve uma péssima prestação ( ao nível de alguns comunicados que subscreveu, enquanto membro da comissão de direitos humanos) -e, se quer ser bastonário, tem de ter mais paciência…

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  35. olhão's avatar
    olhão permalink
    2 Junho, 2009 16:07

    “…que opinião têm vocês?…”
    Cá por mim chega-me a sua “liberdade” mental!!! Avante, com a morta-viva.

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  36. tina's avatar
    tina permalink
    2 Junho, 2009 16:24

    Bem, eu tem eu tinha razão, Marinho Pinho é um homem de Sócrates, um vendido. Pode ter qualidades mas não tem princípios.

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  37. MC's avatar
    2 Junho, 2009 17:50

    Grande Marinho Pinto! Concordo plenamente com o post.
    Recordo os Colegas que o actual Bastonário foi eleito por uma vastíssima maioria em todos os conselhos (sim, incluindo Lisboa do amigo pigmeu, do Cabrita de Faro, etc.)…
    Quem o elegeu já conhecia sobejamente o seu estilo. Aliás, os advogados portugueses votaram não só pelas ideias e programa do actual Bastonário mas, essencialmente, pelo seu estilo sem medo!

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  38. e-ko's avatar
    2 Junho, 2009 22:00

    é pena é não aparecer um juíz ou magistrado com com o espírito do Marinho e Pinto… talvez a justiça mudasse de figura!…

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  39. Daniel Silva's avatar
    Daniel Silva permalink
    3 Junho, 2009 00:02

    Finalmente um debate, mas foi triste ver advogados fora da ordem, falaciosos e mesquinhos. Aliás, foi uma vergonha para a Ordem, mostrar que os seus “melhores” advogados não passam de peixeiras, mas pronto… é Portugal.

    A melhor intervenção foi: “Somos pequenos, mas importa-mos!”

    A maior vergonha foi ainda ver um debate, uma discussão num canal de televisão que deveria ter ocorrido num gabinete da Ordem dos Advogados. Triste também que acabaram a discutir o sexo dos anjos… ninguém dizia nada, só berravam, e a moderadora coitada, nem sabia para onde se virar, ainda mandava umas piadas a espicaçar as pessoas e pronto, ficou por aí. Mas também já que se atingiu este nível de privacidade em associações, porque a Ordem é uma associação, no próximo Prós e Contras vamos todos discutir a cor das cuecas do PR.

    Estive a espera que Marinho Pinto dissesse: dói, pois, ponha manteiga! – mas nem por isso. A verdade é que lhes doeu ouvir algumas verdades sair daquela boca, e tb o sr bastonário levou umas pancaditas. Só prova que ao fim e ao cabo continuamos na mesma, e eu apoio o solitário, ou não tanto quanto isso, Sr. Marinho Pinto.

    Há uma coisa que ainda ninguém disse. Tudo isto, toda esta história sobre coisas que leigos, os que não são advogados, porque os são têm a obrigação de saber o que vai na sua ordem, começou tudo com os media, e é verdade… mais uma vez os meninos deturpam o que querem e bem lhes apetece. Os advogados deturpam a lei, e os jornalistas deturpam os factos, depois queixam-se que há problemas neste país!

    Reparem que ultimamente, a discussão central baseia-se neste caso… ultimanete, principalmente depois de uma certa sexta-feira.

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  40. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Junho, 2009 00:02

    Tina: você está a precisar de ser espancada na PJ ou vilependiada no Jornal da Noite às 6ªs.
    O Marinho está-se a borrifar para se é o Sócrates, a Ferreira Leite, os Portas… Há questões que aos verdadeiros advogados e a qualquer cidadão com um mínimo de bom-senso não se confundem: a qualidade jornalística/dever de informaçãp e os direitos, liberades e garantias dos cidadãos, a Moura Guedes não respeita nem um nem outro. Pode ser o Sócrates (sim esse ser abominável e que Deus nos ajude a correr com ele) ou qualquer outro cidadão.
    Num Estado de Direito aquilo não se faz, pelo que a reacção do Bastonário é não só justificável como exigível!

    Força Marinho Pinto!

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  41. Daniel Silva's avatar
    Daniel Silva permalink
    3 Junho, 2009 00:07

    Mais uma coisa a alguns utilizadores:

    cobarde não existe meus senhores (nem ultimanete, eu sei) é covarde, e covarde é coisa que marinho pinto não é. Chamar os bois pelos nomes não se faz, é falta de ética, e repare-se que homem devia estar a receber dois ordenados, o de bastonário e o de ministério publico, porque o que ele faz é o trabalho do ministério publico, por isso calem-se quando vêm alguém realmente mexer o cu para haver justiça em Portugal! Pode ser de uma maneira rude, mas a verdade é crua e acabou!

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  42. Desconhecida's avatar
    Tolstoi permalink
    3 Junho, 2009 00:24

    Começo a gostar desta Tina.

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  43. maria's avatar
    maria permalink
    3 Junho, 2009 21:07

    não há dúvida que somos um país de tristes. Com ‘papas e bolos se vão enganando os tolos’.

    Quando as pessoas berram muito são muito apreciadas e rotuladas de corajosas e defensoras da verdade. Quem não ofende é rotulado de fraco e incapaz, sem sequer ouvirem o que eles dizem. A cegueira instalou-se em Portugal. O espalhafato da forma substituíu o conteúdo. Não há dúvida que as simpatias se vão ganhando para…..
    que mal representados que estão os advogados……

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  44. João's avatar
    João permalink
    4 Junho, 2009 19:15

    Muito mal andam os presidentes das delegações distritais e mais mal anda o Sr. Dr. Cabrita da distrital de Faro quando compara o seu Bastronário com um Sargento Ajudante, com despretigio daquela patente militar. Um advogado não deve e não pode utilizar aquela linguagem de desprimor

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