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Custou, mas foi

2 Julho, 2009

RYANAIR 33RD BASE ANNOUNCED AT PORTO

13 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    um assitentezito permalink
    2 Julho, 2009 14:09

    Como disse abaixo a Mafia que vive instalada em algumas escolas superiores portuguesas n gosta de low-cost, como a Ryanair, porque eles viajam sempre c viagens pagas pelas respectivas escolas e universidades, em classe executiva, nas companhias “tradicionais”.

    N foi um sec de estado deste governo PS que disse que as low-cost favorecem o terrorismo?!!!

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  2. Desconhecida's avatar
    um assitentezito permalink
    2 Julho, 2009 14:11

    ha!!! esquecia-me dos institutos… Desses institutos que supostamente investigam e que livram os mafiosos da academia portuguesa da chatice de terem de ensinar, e ainda lhes pagam mais uns extras…

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  3. rui costa's avatar
    rui costa permalink
    2 Julho, 2009 14:15

    Uma noticia mt mt boa!

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  4. Desconhecida's avatar
    Toninho Saloio permalink
    2 Julho, 2009 14:20

    Um filme de “suspense e de terror”

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  5. Desconhecida's avatar
    2 Julho, 2009 14:41

    E ninguém diz quanto é que a ANA (ou seja, todos nós) irá pagar e demais contrapartidas envolvidas?

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  6. PMS's avatar
    2 Julho, 2009 14:53

    CN, é a Ryanair que paga à ANA para usar os aeroportos e não o contrário.

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  7. Desconhecida's avatar
    2 Julho, 2009 15:12

    É uma daquelas vitórias arrancadas a ferros contra a estupidez centralista que tudo fez para boicotar. É um activo fundamental para Pedras Rubras se alavancar como o grande aeroporto do noroeste peninsular. No entanto, pelo discurso dos tipos da ryanair, suspeito que tiveram que dar como contrapartida patrocinar uns voozitos a partir do aeromoscas de Beja, a nova Sines dos aviões. Há décadas que se enterram milhões inutilmente em Sines e agora também se enterram nos aviões de Beja. Porque raio hão-de os burocratas insistir eternamente em contrariar a economia real?

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  8. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    2 Julho, 2009 16:25

    Porque os Burocratas é que sabem o que está certo! A Ryanair e todas as outras que quisessem já cá deveriam estar há anos mas como o País está nas mãos dos Estatistas…Quem inova e faz mais barato é impedido ou escorraçado.

    Ainda assim os preços vão ser mais caros porque o monopólio ANA é naturalmente caro.

    “A companhia aérea Ryanair pretende avançar com voos domésticos em Portugal, incluindo a ligação Porto-Lisboa. A companhia aérea anunciou hoje a abertura da primeira base em Portugal.
    Michael Cawley, responsável da companhia aérea, referiu ainda que voos domésticos a ligar Porto, Faro e Madeira estão entre os objectivos.
    Além disso, a empresa quer começar a operar no aeroporto de Lisboa, onde ainda não está presente.
    “Sabemos que a ANA quer ter um terminal para as ‘low cost’ e nós queremos entrar em Lisboa”, disse Cawley.
    A Ryanair anunciou hoje a abertura da primeira base em Portugal, que será localizada no aeroporto Sá Carneiro no Porto.
    O investimento nesta operação ronda dos 140 milhões de dólares (99,52 milhões de euros).”

    http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=375836

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  9. Desconhecida's avatar
    haberbamus permalink
    2 Julho, 2009 17:11

    É, sem dúvida, uma boa notícia para o Porto, para o norte e para o país.
    Há tempos atrás falou-se na hipótese de uma ligação directa, da Ryanair, entre Funchal e Porto (à semelhança do que já existe entre Lisboa e Funchal, com a Easyjet) … não foi, ainda desta, mas fica-se a aguardar.
    Quiça, no futuro próximo, também caia o regime de serviço público entre Lisboa e Açores e os preços das viagens baixe.

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    2 Julho, 2009 18:08

    #9 Agora com a base estou convencido que Porto-Funchal com Ryanair um dia será realidade

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  11. João Pedro's avatar
    2 Julho, 2009 21:59

    Óptimo!
    náo concordo é com o que dizem de Sines. Parece-me um porto mal aproveitado, como se viu com estas questões do terminal de Lisboa.

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  12. Nuno Pedrosa's avatar
    Nuno Pedrosa permalink
    2 Julho, 2009 22:21

    A mim ficará para sempre a dúvida: as guerras e pressões para a base que íamos perder eram táctica por parte da Ryan air para forçar a descida do preço a pagar por cada passageiro ou seriam legítimas as queixas de centralização que tantos deram eco?

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  13. PMS's avatar
    3 Julho, 2009 12:53

    A própria ANA disse porque não aceitava o negócio, e o argumento era ridículo. A Ryanair propunha-se a duplicar o número de passageiros. Tendo em conta que um aeroporto tem enormes custos fixos (i.e., que não variam de acordo com o nível de utilização), a ANA aumentaria as suas margens por passageiro mesmo com o desconto.

    E convém não esquecer que a ANA é uma empresa pública. Estavamos a falar da criação de 5000 empregos directos e 5000 indirectos, nas estimativas mais conservadoras (15000 considerando os habituais 1500 empregos directos por milhão de passageiros).

    O que a ANA estava a fazer, é o mesmo que fez quando no final da década de 80 a UPS se quis intalar no Porto (que tinha todas as condições: é o aeroporto europeu mais próximo dos EUA, está fora da cidade permitindo voos nocturnos e tinha espaço para crescimento). A ANA só negociava se fosse para Lisboa.

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