Como disse abaixo a Mafia que vive instalada em algumas escolas superiores portuguesas n gosta de low-cost, como a Ryanair, porque eles viajam sempre c viagens pagas pelas respectivas escolas e universidades, em classe executiva, nas companhias “tradicionais”.
N foi um sec de estado deste governo PS que disse que as low-cost favorecem o terrorismo?!!!
ha!!! esquecia-me dos institutos… Desses institutos que supostamente investigam e que livram os mafiosos da academia portuguesa da chatice de terem de ensinar, e ainda lhes pagam mais uns extras…
É uma daquelas vitórias arrancadas a ferros contra a estupidez centralista que tudo fez para boicotar. É um activo fundamental para Pedras Rubras se alavancar como o grande aeroporto do noroeste peninsular. No entanto, pelo discurso dos tipos da ryanair, suspeito que tiveram que dar como contrapartida patrocinar uns voozitos a partir do aeromoscas de Beja, a nova Sines dos aviões. Há décadas que se enterram milhões inutilmente em Sines e agora também se enterram nos aviões de Beja. Porque raio hão-de os burocratas insistir eternamente em contrariar a economia real?
Porque os Burocratas é que sabem o que está certo! A Ryanair e todas as outras que quisessem já cá deveriam estar há anos mas como o País está nas mãos dos Estatistas…Quem inova e faz mais barato é impedido ou escorraçado.
Ainda assim os preços vão ser mais caros porque o monopólio ANA é naturalmente caro.
“A companhia aérea Ryanair pretende avançar com voos domésticos em Portugal, incluindo a ligação Porto-Lisboa. A companhia aérea anunciou hoje a abertura da primeira base em Portugal.
Michael Cawley, responsável da companhia aérea, referiu ainda que voos domésticos a ligar Porto, Faro e Madeira estão entre os objectivos.
Além disso, a empresa quer começar a operar no aeroporto de Lisboa, onde ainda não está presente.
“Sabemos que a ANA quer ter um terminal para as ‘low cost’ e nós queremos entrar em Lisboa”, disse Cawley.
A Ryanair anunciou hoje a abertura da primeira base em Portugal, que será localizada no aeroporto Sá Carneiro no Porto.
O investimento nesta operação ronda dos 140 milhões de dólares (99,52 milhões de euros).”
É, sem dúvida, uma boa notícia para o Porto, para o norte e para o país.
Há tempos atrás falou-se na hipótese de uma ligação directa, da Ryanair, entre Funchal e Porto (à semelhança do que já existe entre Lisboa e Funchal, com a Easyjet) … não foi, ainda desta, mas fica-se a aguardar.
Quiça, no futuro próximo, também caia o regime de serviço público entre Lisboa e Açores e os preços das viagens baixe.
A mim ficará para sempre a dúvida: as guerras e pressões para a base que íamos perder eram táctica por parte da Ryan air para forçar a descida do preço a pagar por cada passageiro ou seriam legítimas as queixas de centralização que tantos deram eco?
A própria ANA disse porque não aceitava o negócio, e o argumento era ridículo. A Ryanair propunha-se a duplicar o número de passageiros. Tendo em conta que um aeroporto tem enormes custos fixos (i.e., que não variam de acordo com o nível de utilização), a ANA aumentaria as suas margens por passageiro mesmo com o desconto.
E convém não esquecer que a ANA é uma empresa pública. Estavamos a falar da criação de 5000 empregos directos e 5000 indirectos, nas estimativas mais conservadoras (15000 considerando os habituais 1500 empregos directos por milhão de passageiros).
O que a ANA estava a fazer, é o mesmo que fez quando no final da década de 80 a UPS se quis intalar no Porto (que tinha todas as condições: é o aeroporto europeu mais próximo dos EUA, está fora da cidade permitindo voos nocturnos e tinha espaço para crescimento). A ANA só negociava se fosse para Lisboa.
Como disse abaixo a Mafia que vive instalada em algumas escolas superiores portuguesas n gosta de low-cost, como a Ryanair, porque eles viajam sempre c viagens pagas pelas respectivas escolas e universidades, em classe executiva, nas companhias “tradicionais”.
N foi um sec de estado deste governo PS que disse que as low-cost favorecem o terrorismo?!!!
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ha!!! esquecia-me dos institutos… Desses institutos que supostamente investigam e que livram os mafiosos da academia portuguesa da chatice de terem de ensinar, e ainda lhes pagam mais uns extras…
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Uma noticia mt mt boa!
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Um filme de “suspense e de terror”
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E ninguém diz quanto é que a ANA (ou seja, todos nós) irá pagar e demais contrapartidas envolvidas?
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CN, é a Ryanair que paga à ANA para usar os aeroportos e não o contrário.
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É uma daquelas vitórias arrancadas a ferros contra a estupidez centralista que tudo fez para boicotar. É um activo fundamental para Pedras Rubras se alavancar como o grande aeroporto do noroeste peninsular. No entanto, pelo discurso dos tipos da ryanair, suspeito que tiveram que dar como contrapartida patrocinar uns voozitos a partir do aeromoscas de Beja, a nova Sines dos aviões. Há décadas que se enterram milhões inutilmente em Sines e agora também se enterram nos aviões de Beja. Porque raio hão-de os burocratas insistir eternamente em contrariar a economia real?
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Porque os Burocratas é que sabem o que está certo! A Ryanair e todas as outras que quisessem já cá deveriam estar há anos mas como o País está nas mãos dos Estatistas…Quem inova e faz mais barato é impedido ou escorraçado.
Ainda assim os preços vão ser mais caros porque o monopólio ANA é naturalmente caro.
“A companhia aérea Ryanair pretende avançar com voos domésticos em Portugal, incluindo a ligação Porto-Lisboa. A companhia aérea anunciou hoje a abertura da primeira base em Portugal.
Michael Cawley, responsável da companhia aérea, referiu ainda que voos domésticos a ligar Porto, Faro e Madeira estão entre os objectivos.
Além disso, a empresa quer começar a operar no aeroporto de Lisboa, onde ainda não está presente.
“Sabemos que a ANA quer ter um terminal para as ‘low cost’ e nós queremos entrar em Lisboa”, disse Cawley.
A Ryanair anunciou hoje a abertura da primeira base em Portugal, que será localizada no aeroporto Sá Carneiro no Porto.
O investimento nesta operação ronda dos 140 milhões de dólares (99,52 milhões de euros).”
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=375836
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É, sem dúvida, uma boa notícia para o Porto, para o norte e para o país.
Há tempos atrás falou-se na hipótese de uma ligação directa, da Ryanair, entre Funchal e Porto (à semelhança do que já existe entre Lisboa e Funchal, com a Easyjet) … não foi, ainda desta, mas fica-se a aguardar.
Quiça, no futuro próximo, também caia o regime de serviço público entre Lisboa e Açores e os preços das viagens baixe.
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#9 Agora com a base estou convencido que Porto-Funchal com Ryanair um dia será realidade
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Óptimo!
náo concordo é com o que dizem de Sines. Parece-me um porto mal aproveitado, como se viu com estas questões do terminal de Lisboa.
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A mim ficará para sempre a dúvida: as guerras e pressões para a base que íamos perder eram táctica por parte da Ryan air para forçar a descida do preço a pagar por cada passageiro ou seriam legítimas as queixas de centralização que tantos deram eco?
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A própria ANA disse porque não aceitava o negócio, e o argumento era ridículo. A Ryanair propunha-se a duplicar o número de passageiros. Tendo em conta que um aeroporto tem enormes custos fixos (i.e., que não variam de acordo com o nível de utilização), a ANA aumentaria as suas margens por passageiro mesmo com o desconto.
E convém não esquecer que a ANA é uma empresa pública. Estavamos a falar da criação de 5000 empregos directos e 5000 indirectos, nas estimativas mais conservadoras (15000 considerando os habituais 1500 empregos directos por milhão de passageiros).
O que a ANA estava a fazer, é o mesmo que fez quando no final da década de 80 a UPS se quis intalar no Porto (que tinha todas as condições: é o aeroporto europeu mais próximo dos EUA, está fora da cidade permitindo voos nocturnos e tinha espaço para crescimento). A ANA só negociava se fosse para Lisboa.
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