As voltas que o mundo dá
Se há um protótipo de “Sá Carneirismo” puro e duro, Helena Roseta encarnou-o na perfeição enquanto foi militante do PSD. Nas diversas crises que Sá Carneiro teve de enfrentar até que consolidasse a sua liderança no PSD, o que só viria a acontecer em 1979, Helena Roseta foi sempre sua apoiante incondicional e uma das mais férreas opositoras à ala dita “social-democrata e urbana”, então encabeçada por Sousa Franco e Magalhães Mota, este último um dos fundadores do Partido.
Aqueles 2 personagens, entretanto já falecidos, lideravam o famoso Grupo dos Inadiáveis que corporizou a maior cisão ocorrida no PSD e que lhe amputou quase metade do grupo parlamentar em 1979. Nesse mesmo ano forma-se a AD, uma coligação entre o PSD, CDS, PPM e o chamado Grupo dos Reformadores (dissidentes do PS e liderados por Francisco Sousa Tavares, António Barreto e Medeiros Ferreira) e da qual Helena Roseta foi apoiante entusiasta. Encabeçou inclusivamente a lista da AD por Setúbal nas eleições de 1979 e de 1980, um círculo tradicionalmente hostil ao PSD e cuja Distrital laranja era considerada na altura, dentro do próprio partido, como a mais “reaccionária” do País. A coligação conseguiu então 4 deputados e tal ficou a dever-se, em grande medida, ao voluntarismo e capacidade de luta de Helena Roseta que em campanha ia a sítios “proibidos” como os estaleiros da Lisnave, vestindo “ostensivamente” uma camisola da AD.
Após a morte de Sá Carneiro e a ascensão de Balsemão a líder e a primeiro-ministro, Roseta integrou desde o início o grupo dos chamados “críticos” à sua liderança, grupo esse que incluía, entre outros, Santana Lopes, Eurico de Melo e… Cavaco Silva. Se bem que tal nunca fosse claramente assumido, os “críticos”, que se consideravam os herdeiros naturais de líder fundador, nunca perdoaram a Balsemão a sua estreita ligação ao grupo dos Inadiáveis, muito embora tivesse sido o braço direito de Sá Carneiro no 1º governo AD. Aquele grupo era especialmente forte no norte do país, onde pontificavam Eurico de Melo e António Vilar, o então presidente da Distrital do Porto. Cargo que perderia em 1982 para o já falecido Fernando Brochado Coelho, um dos primeiros e assumidos defensores do Bloco Central e que então contou com o apoio do restrito e temerário grupo de “balsemistas” do Porto, de que eram figuras de proa Luis Filipe Menezes, Rui Rio e Aguiar-Branco.
No Verão de 1981, na sequência da demissão de Balsemão do seu 1º governo (seria posteriormente reconduzido), Helena Roseta, na qualidade de líder da Distrital da Área Metropolitana de Lisboa, foi a única pessoa no Partido a propor uma alternativa à liderança do governo: Cavaco Silva, que na altura recusou avançar.
Algo ostracizada pelos “balsemistas”, candidata-se em 1982 à Câmara de Cascais (porque estava desempregada, segundo confessou anos mais tarde) e conquista-a ao PS. Após a queda definitiva de Balsemão em 1982 apoia Mota Pinto e, na sequência das legislativas de 1983, é uma das mais fervorosas apoiantes do Bloco Central. A tal ponto que Fernando Brochado Coelho pediu-lhe ajuda para “pacificar” a sua Distrital, então em polvorosa com a perspectiva de uma tal coligação. Roseta não se fez rogada e enfrentou estoicamente uma Assembleia Distrital concorridíssima e hiper-crítica até ao histerismo face a uma coligação com o PS na qualidade de parceiro menor. Discutiu acaloradamente até altas horas da madrugada, venceu e convenceu.
Começa sensivelmente nessa altura o seu afastamento de Santana Lopes, que entretanto formara com José Miguel Júdice e Marcelo Rebelo de Sousa o grupo “Nova Esperança”, que lideraria a oposição interna a Mota Pinto. Quando Cavaco toma o poder em 1985, Helena Roseta já não está ao seu lado. Afastar-se-ia definitivamente com o seu apoio a Mário Soares nas presidenciais de 1986, que esteve na base da sua expulsão do Partido após as eleições. Curiosamente, nas listas para as legislativas de 1987 que culminariam com a 1ª maioria absoluta, Cavaco impõe nas listas alguns independentes por… terem apoiado Soares. Entre eles, um figurão chamado Nuno Delerue que havia sido o seu mandatário da juventude e que se vangloriava de ter atraído Roseta para as hostes soaristas.
Em 1991 é eleita deputada independente nas listas do PS, aderindo posteriormente ao Partido rosa. Mas o seu tradicional inconformismo persiste e no mandato do católico Guterres pontifica ao lado de Manuel Alegre (uma ligação que vem de longe) na oposição interna e em prol das “causas fracturantes”, como o aborto. Obviamente que nunca foi entusiasta de Sócrates, cujo vazio mental terá adivinhado desde o início. Integra naturalmente a campanha de Alegre e sai do PS pela esquerda para se candidatar como independente às intercalares de Lisboa em 2007. Nestas eleições é a principal vencedora, tendo agregado muito voto de protesto anti-partidos.
O recém “acordo coligatório” com António Costa vai fazer diluir a sua influência. Poderá recuperar alguma em caso de vitória, na qual reivindicará sempre um papel decisivo. Mas se ganhar Santana, quem sabe se não a veremos rendida de novo ao “charme” de quem conseguiu “conquistar” Zita Seabra?
Goste-se ou não dela, Helena Roseta é uma personalidade marcante. Não obstante toda a sua evolução (ou involução) da direita do PSD para as franjas do BE, foi sempre uma mulher de convicções, sofredora até às lágrimas e com uma fibra de lutadora verdadeiramente notável. E, ao contrário de quase todos, faz política pela política, defende encarniçadamente as causas em que acredita, o que a torna uma avis rara no panorama actual.

Um excelente retrato da figura. Mesmo discordando – e muito – do seu posicionamento, há que reconhecer-lhe coragem e fibra.
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Acho que ela é sempre a mesma.
O ambiente político à sua volta é que se alterou.
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Muito bom retrato não só de Roseta, mas sobretudo de alguns aspectos da adolescência (talvez mais adulta do que a fase de agora) do PSD!
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Um partido não é um clube de futebol
Quando se escolhe um partido fala a razão e não o coração.
Quando se escolhe uma profissão temos que ver onde há mais probabilidades de sucesso.
Por isso quem vive da política tem que usar a razão, aparentando por fora que segue os impulsos do coração, isto é deve ser um chico esperto na sua forma mais pura.
Se até o grande Geraldo sem Pavor acabou os seus dias a rezar de cu para o ar num tachinho no norte de África, quem seremos nos para esta mulher censurar?
Ainda me hei-de fartar de rir, quando vir os bloguistas deste pasquim a rezar como o Geraldo sem Pavor no fim dos seus dias.
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Os saltimbancos também se estatelam, esta é a arquitecta que ouvi elogiar o dinossauro mesquita machado pela sua acção urbanística na cidade dos arcebispos. Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá fica a asa.
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# 2 “Acho que ela é sempre a mesma. O ambiente político à sua volta é que se alterou”. Tu és diferente, vais mudando mais de acordo com o ambiente político, ou seja das conveniências.
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Lembro-me de um quase ‘fait-divers’. Lembro-me de Francisco Sousa Tavares ter vindo alertar para má qualidade da água nas praias. E lembro-me de Helena Roseta, à época autarca de Cascais, com culpas no cartório e má consciência, lhe ter respondido de forma malcriada e, acima de tudo, despreocupada com a saúde dos seus munícipes. Para mim, por estas trivialidades se conhece o carácter ou a falta dele. O que estava em causa era a qualidade da água e saúde pública.
Helena Roseta é sem dúvida uma personalidade ambiciosa, que quer ganhar de qualquer jeito-maneira. A mim não me convence e não vai ter o meu voto. Aqui há uns anos, quando era uma carinha laroca, talvez ainda me deixasse ir, como foram aliás muitos foram. Hoje em dia, estranhamente está cada vez mais parecida com Miguel Sousa Tavares, e vice-versa…A idade dilui o género…
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Tenho por aí uns “Semanários” de época…e como estou de férias vou procurar nos sótãos paternos que hei-de encontrar qualquer coisa.
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Eu acho que ela foi inteligente nestas negociações com o PS.
Se o Pinócrates cair, ela deverá ser o próximo líder da autarquia, se o Costa ganhar. Se ela e o Costa perderem para o Santana Lopes, ela torna-se uma candidata natural à liderança do PS.
Ao contrário do que possa parecer, em termos pessoais, ela fez uma grande jogada ao aproveitar-se da fraqueza do António Costa, que corre o risco de ser humilhado pelo Santana Lopes. E à Roseta nunca poderão ser assacadas responsabilidades pela eventual derrota do Costa.
O PS vai ter que reorganizar-se após a queda do Pinócrates. E no PS é a facção ligada ao Alegre que vai recair a responsabilidade de reconstruir o PS dos cacos. Até o Narciso Miranda já corre para o pós-Pinócrates.
Acho que, ainda, falta a estocada final da facção anti-Pinócrates. Mas ela virá e a tempo de se demarcar da derrota previsível do PS.
Pessoalmente acho esta jogada muito inteligente da Roseta. Será ela a futura líder da oposição? Creio bem que sim.
anti-comuna
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Pessoalmente acho esta jogada muito inteligente da Roseta. Será ela a futura líder da oposição? Creio bem que sim. – anti-comuna
Dificilmente. Como alguém um dia afirmou, “Roma não paga a traidores”. Roseta afastou-se do PS e levou consigo alguns votos. É o que chega para decretar a sua morte como PS.
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http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/732473.html
Quem é este Vitalino?:)
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“Roseta afastou-se do PS e levou consigo alguns votos. É o que chega para decretar a sua morte como PS.”
Duvido que assim seja. O PS vai viver a sua maior crise de sempre. Os únicos que poderão segurar ainda a coesão do que resta do partido, findo o poder, é mesmo a facção do Alegre.
Ora, o PS só se manterá vivo enquanto houver a promessa dos tachos e manutenção do status quo em termos de caciquismo no aparelho do partido. Que partirá das autarquias. E com uma nova forma de ver os problemas a partir da “esquerda”.
E só a facção do Alegre tem um corpo teórico que pode fazer esquecer o Pinócrates, ao mesmo tempo capaz de manter viva a chama do poder, coligando-se com o BE e/ou o BE.
É preciso não esquecer que o PS é uma agência de empregos, tachos, compadrios e interesses económicos. E estes estão sempre com quem lhes pode abrir as portas do poder. E só a facção do Alegre é que pode evitar a desagregação do partido. Vai daí…
Esta é a minha previsão. Mas reconheço que nesta altura, da forma como o PS está, até a sua sobrevivência está em causa. E se a facção do Alegre não toma o poder, o PS é capaz de ser tomado de assalto pelo BE.
Aliás, desconfio que o BE deve estar à espera disso mesmo. Uma desagregação do PS e tornar-se no maior partido de esquerda. Também é aí a sua salvação, pois de outra forma, nunca chegará a ter veleidades de governar.
Nesta altura a esquerda vive uma crise enorme sem precedentes. Prever o amanhã, com esta esquerda e esta crise, é difícil.
Mas creio que a Roseta fez uma grande jogada.
anti-comuna
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DA MOTA
Para além de se manter em funções no Eurojust, o procurador da Mota também entende que deve mandar no sr. PGR. Da Mota não quer o instrutor do seu processo disciplinar indicado pelo conselho superior da PGR. Levantou o incidente da suspeição, uma manifesta ironia vindo de quem vem. Tudo, como de costume, acabará em bem.
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/07/da-mota.html
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Se Sá Carneiro fosse vivo, não seria certamente PSD.
Ele era PPD.
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Mas por acaso duvidam que se Sá Carneiro fosse vivo ainda estava no psd?!? Já era ps. Os tempos mudam. Ninguém aguentava ficar laranja o tempo todo.
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Só à minha conta e à conta da Múmia Mentirosa vocês nem imaginam quantas voltas ele já deu no túmulo!
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Na Praça de Velasquez, vai um mau cheiro do ca+#%?#”. carneiro assado.
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Com Sá Carneiro, até eu votava PSD…Não era esta a ideia que ele tinha para a Democracia…
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Interrompamos por segundos as picardias e jogatanas eleitorais com O NOVO TABU,
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A DEFLAÇÃO. O peso da baixa dos combustíveis nos preços dos produtos ao consumidor é muito fraco para justificar as actuais taxas de inflação negativas. Evitando mais cientifico basta:
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http://en.wikipedia.org/wiki/Deflation
http://pt.wikipedia.org/wiki/Defla%C3%A7%C3%A3o_(economia)
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Assumir o CENÁRIO DE DEFLAÇÃO e 2017 COMO FIM provável da Crise internacional (em Portugal mais lento) afastará as fantasias para atacar realmente a Recessão/Deflação com INOVAÇÃO POLITICA e MEDIDAS SEGURAS INÉDITAS.
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Acabará com o remendismo “bota-abaixo” que afundam o País num CICLO de generalização da insolvência e corrosão do poder de compra de qualquer Cidadão que engole continuamente cada vez mais Empresas e Postos de Trabalho. O tal “black hole”
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É incontornável, sequer adiar mais, a injecção de muito mais dinheiro directamente nos Cidadãos Empregados e Empregadores para reconstruir o Mercado que autorizaram destruir (Consumo e Produção). A única via sustentada é a Forte Baixa geral de Impostos e Amnistia Fiscal. Não há volta a dar. Salvo se o rumo nacional continuar ‘o quanto pior melhor’, o tal “Setembro porta da Invernia” …….
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A seguir reformar radicalmente a anarquia galopante de impostos, incluindo ocultos, substituindo-a por um IMPOSTO NACIONAL ÚNICO (taxando unicamente o Consumidor Final o que os paga sempre todos). Desanexar do Posto de Trabalho/Empresa as Contribuições para a S Social e ADSE financiando-os com uma TAXA SOCIAL NACIONAL a incidir também sobre o Consumido. Só um IMPOSTO e uma TAXA. Nada mais. O resto são “simplex” e reformas de pacotilha. Os efeitos de Crescimento e Criação de Riqueza são demasiado evidentes e rápidos.
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Surge como logros quer equacionar que a solução noutros Países solucionará automaticamente Portugal quer sustentar a ideia de desequilíbrio da Balança “Externa” nas transacções dentro do mercado da União Europeia onde nem moeda nacional temos. A não sermos nós, ninguém resolverá os nossos problemas internos de mera região económica do “País Europa”.
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Ora aqui está um Rumo Nacional diferente que por si só força MODERNIZAR tudo duma ponta à outra. LIBERALISMO com DIREITOS SOCIAIS INTOCAVEIS.
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pedro roseta
helena salema
quero esquecer o que ouvi desta última em reuniões
no dia 28 de setembro de 1974 Sá Carneiro conseguiu reunir dez anónimos militantes.
os figurões importantes cagaram-se de medo
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Nunca poderei compreender uma coisa: como se pode ser «Sá-Carneirista» contra o PSD?
O PSD é Sá Carneiro!
Sá Carneiro foi e sempre será o PSD!
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Sr. Piscoiso:
O Partido fundado por Francisco Sá Carneiro chama-se, desde 1976, PPD/PSD.
Não se denominou PSD no dia 6 de Maio de 1974 (data da sua fundação), porque já existia um PSDC (Partido Social Democrata Cristão) por essa altura.
Só por isso.
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O problema é que esta gentinha da política anda apenas a tratar dos seus interesses pessoais. Nada mais.
Podem contar com a minha abstenção, enquanto não dispuser de uma arma mais eficaz.
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Já passaram TRINTA! anos.
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O PPD (psd) de Sá Carneiro não tinha nada a ver com o actual PSD de Cavacos Durões Ferreiras Leites Rios etc.
Aliàs o Portugal do tempo de Sá Carneiro, Soares, Cunhal e Freitas, não tem nada e ver com este Portugal.
O mesmo é verdade para o Mundo.
Os referenciais políticos, a posição do “centro”, e tantos outros parâmetros mudaram tanto deste então até agora que…
Não mudou foi a MORAL, a ÉTICA, a HONESTIDADE, a SERIEDADE.
Os actuais partidos, com o PSD destacada, transformaram-se não em “agências de empregos” como um patego qualquer aí acima escreveu, mas em autênticas ASSOCIAÇÕES DE MALFEITORES.
O PPD (psd) de Sá Carneiro defendia a Social Democracia como via para o Socialismo, a sua diferença para o PS de Mário Soares era mais de estilo e de base social.
O mesmo se passa hoje entre o PSD e o PS nas sua novas versões pseudo-liberais.
A diferença será de estilo, será de base social, mas o objectivo dos seus dirigentes é semelhante e , por isso, inconciliável…
Apoderar-se do máximo dos recursos do país em proveito próprio, PONTO.
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Assistimos nos últimos dias a uma lufada de apoios a António Costa. Ao contrário do que Pedro Santana Lopes atabalhoadamente transmite, não é o desespero de quem tem medo de perder as eleições. O que temos assistido é à mobilização da sociedade civil em torno de um homem. No que me toca sei bem que a sociedade civil não se mobiliza, surge. A sociedade civil aparece de quando em vez como uma junta de salvação para que algo de mau termine ou para que algo de mau não aconteça. As pessoas que hoje vêm a terreiro fazem-no assumidamente porque não se conformam com a mais remota possibilidade do regresso do desgoverno e da irresponsabilidade à Câmara Municipal de Lisboa.
Quando José Sá Fernandes se candidata pelas Listas do Partido Socialista, não é só “o Zé que fazia falta”, é todo o Movimento “Lisboa é muita gente”. Com o José Sá Fernandes estão Gonçalo Ribeiro Teles (Fundador do Partido Popular Monárquico), Delgado Domingos (Fundador do Movimento Partido da Terra), Cipriano Justo (Renovação Comunista), José Fonseca e Costa, Ricardo Sá Fernandes, Virgílio Castelo, Miguel Guilherme, Augusto Cid, e muitos outros. Giro é ver que neste Movimento prestam apoio a António Costa três Fundadores do MPT e dois do PPM, dois partidos descaracterizados que se coligaram com Santana Lopes. Experimentem perguntar-lhes porquê.
Quando Helena Roseta se candidata pelas listas do Partido Socialista, não é só a Helena Roseta, é todo um Movimento que a secunda, o “Movimento Cidadãos por Lisboa”, do qual fazem parte Manuela Júdice, Fernando Nunes da Silva e muitos outros.
Quando o Movimento “Cidadãos de Lisboa Apoiam António Costa” a título gracioso em termos de lugares no executivo camarário, surge o apoio de pessoas como Rui Vieira Nery, Lídia Jorge, Raul Solnado, Eduardo Lourenço ou Júlia Coutinho (Renovação Comunista) ou Eduardo Pitta.
O apoio da maioria destes vultos de Lisboa e do País não se compra com lugares mas com credibilidade, trabalho feito e garantia de futuro. Só surge quando as pessoas vêem honestidade, força, valores e princípios. É natural que se façam representar, mas não é isso que o move, o que os move é algo que a direita não sabe sentir. Nunca soube. Não consta da sua cartola.
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Anónimo (#26),
Você é – ou pelo menos parece – um cândido. Já alguém lhe disse que a política é um lugar onde se traficam interesses pagos por quem não os conhecee e nem sabe que existem?
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Só se Sá Carmeiro mudasse. Ele e Cavaco Silva não deviam ser compatíveis.
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Há por aqui comentadores tão apostados na sua função de malharem no PSD que até esquecem o tema em debate.
Quanto às voltas da Roseta, creio que a opinião do Alegre foi para ela uma ordem.
“Versos de amor, lindos estes versos de amor….” (Repousa em paz, Paião)
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A Roseta fez uma excelente jogada!!!!! Caso o sócras vá ao ar (como tudo indica) será António Costa o sucessor….
e se este ganhar as eleições à CML, o que é possível, fica Helena Roseta Presidente da Câmara de Lisboa, o que sempre quis!
Espertalhona, esta senhora!!!! Grande jogada! Só por isso não voto nela………
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A magna questão Povos Ibéricos, Riqueza Peninsular e Portugueses
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Os Portugueses foram quase sempre o Povo que INOVOU e ANTECIPOU as grandes mudanças de vida nos Povos Ibéricos.
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Pela obstinada Personalidade Portuguesa, pela vincada Diferença dos Portugueses e pela intransigente Independência dos restantes Povos peninsulares.
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Por exemplo os PERIODOS IDEOLOGICOS de NOVA visão peninsular do Mundo nos Descobrimentos, Libertação dos Escravos, Abolição da Pena de Morte, Republicanismo ou Ditadura. Nunca pacíficos ou consensuais entre todos os Portugueses cuja matriz milenar sabe a conflitualidade permanente é o motor de busca de novos e próximos NOVO.
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Nuns PERIODOS IDEOLOGICOS ibéricos o nossos País soube TAMBÉM ser um Tecido Económico Lucrativo libertando-se de extremistas dirigistas e centralismos radicais de políticos e fiscalistas surgindo assim as iniciativas individuais e colectivas que ancoraram a polarização da Riqueza Peninsular a Portugal. Noutros não.
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Das conjugações de cada Fases ‘nova IDEOLOGIA – novo TECIDO ECONOMICO LUCRATIVO’ , região económica especial, resultaram genericamente os vários ciclos históricos de Portugal Avançado e do Portugal Atrasado, do Portugal Rico e Pobre.
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Na Fase actual “DEMOCRACIA” os Portugueses têm sido impedidos de conseguirem esta conjugação. São os restantes povos ibéricos que ancoraram a polarização da Riqueza peninsular ficando os Portugueses subsidiários, mais pobres.
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As regiões económicas especiais nem são novidade na Europa entre Países pequenos e vizinhos maiores e mais populosos.
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Irlanda versus Inglaterra, Luxemburgo versus França. Países Bálticos versus Escandinávia. Países do Leste versus Alemanha. Suíça versus Itália e França. Todos partiram mais pobres que Portugal mas já ultrapassaram, ou estão em vias de ultrapassar, Portugal. Alguém dirigiu, obrigou os Portugueses a caminharem neste sentido com estes resultados falhados ……
É claramente possível reverter esta situação mas colide frontalmente com mecanismos sociais, económicos e financeiros manifestamente retrógrados e desactualizados às realidades actuais. Extremismos dirigistas, centralismos excessivos e radicalismos políticos e fiscais de pequenos grupos. Porém a negação da própria “DEMOCRACIA”.
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http://videos.sapo.pt/aWCBzS2SIhahWzoftzgZ
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Por favor, levem-me o António Costa de volta para o Largo do Rato!…
Santo António de Bilderberg
Kaos
Há uma pequena teoria da conspiração que diz que José Sócrates atirou com o António Costa para a Câmara de Lisboa, para ver se se livrava dele no Largo do Rato. Com a crise em que já então se andava, o chuto só o fez cair no Martim Moniz, com a proeza de ser o primeiro “Maire” da principal aldeia do país a ser eleito com 60 000 votos, mais ou menos a população flutuante de clandestinos e cadastrados da baixa Mouraria.
Apesar de ser um Ser de Bilderberg, para onde foi chamado, juntamente com Rui Rio, por Balsemão, para lhes ser feita a Anunciação, acho António Costa um tipo simpático, digno de melhores papéis. Tentou pôr as contas da Câmara em dia, mas não haverá dia em que contas algumas de alguma Câmara tenham acerto: o pessoal quer é brutos carros, brutos e brutas gajas, almoçaradas naquele excelente restaurante do Terreiro do Paço — onde uma vez fui dizer que tinha adorado a amostra, mas gostava de que me trouxessem o resto… — e grandes gabinetes, para encher de assessores de ambos os três sexos. Há uma lenda que diz mesmo que a Câmara Municipal de Lisboa foi deslocada do seu lugar inicial, na Igrejinha do Santo António Quebra Bilhas para o lugar atual, porque já lá não cabiam odos. Com o tempo, a Câmara Municipal de Lisboa irá para o “Dolce Vita Tejo”, para ter lugar para todas as camas passadas, presentes e futuras, e um gabinete em cada loja, para o assalto, o arrastão e todas as comodidades de quem vive na pequena aldeia das tágides.
O melhor papel do António Costa, por mais que pensem, não foi tentar tapar o há lodo no Cais de Alcântara, com uma muralha de contentores, para depois se poderem construir as tais torres, num dos terrenos geologicamente mais instáveis da urbe, e se poder depois vender a vista para o Tejo ao preço da ração da Câncio, ou seja, caro, muito caro, não, amigos, o melhor papel do Costa foi aquela fantástica escuta em que, ortodoxo, canónico e puritano, com uma espécie de ferreira leite nos brônquios, a pensar que “o casamento era para procriar”, tinha de salvar o pai da forca. O pai chamava-se Paulo Pedroso, e quis o “Intelligent Design” que fossem agora colocados, como Pedro e Inês, “face to face”, Lisboa, versus Almada, para que, no Dia do Juízo, se levantassem da campa, e a primeira coisa que encarassem fossem os recíprocos focinhos. Deus me perdoe, assim, mais vale não ressuscitar nunca…
Ao contrário do António, o Zé tem cabeça, coração e fins de escroque: não faz falta a ninguém, nem ao partido em que se pendurou, nem à mulher, nem aos filhos, e reza outra lenda que, no dia em que se juntar à Amália e à Irmã Lúcia vai haver jantarada e suspiros de alívio lá em casa, e não só. Tinha, no pâncreas, um travão de mão, e, nos bofes, uma vontade de bufo, daqueles que bufam só para dar nas vistas e chamar as atenções: a sua ética era a ética de todos os que conhecemos: mais poleiro, melhor poleiro, e lá foi conseguindo — nunca com o meu voto –, com a sua recente façanha de pôr o “Chamuça” a reboque dele, mais o Ribeiro Telles, coisa que me escandalizou de tal maneira que eu hoje até estou a escrever aqui… Durante décadas, bem ou mal, Ribeiro Telles foi uma referência da ética urbana, agora, passou para a fase do vale tudo, desde que me dêem qualquer coisinha, assino por baixo e já nem leio, bem hajam. É como a anedota da língua, quando em baixo já não entesa, há sempre a solução de enfiar nas bordas as papilas gustativas…
É curioso que a Política Portuguesa, com tantos avanços na Medicina das Cataratas, insista em não ver nada e a continuar a representar num palco de ceguinhos, e eu hoje venho aqui fazer de cão de amblíope, para ajudar a levar o António Costa, mais o Zé, mais as pendurezas que se lhes acarrapataram no pelo, à casota inicial, o seu/deles, Largo do Rato.
O resumo deste texto é simples: chama-se matar três coelhos com uma só cajadada. Não votar no Costa, para ele ser obrigado a voltar ao Rato, com o Zé à perna, e fazer sombra à possuída que por lá anda, que vai andar doida de ódios e rancores, com o terror que lhe vai acontecer nas Legislativas — o PS Nacional tem MESMO de fazer uma purga, ai, pois tem… — e, simultaneamente, levar o PS de Almada a um resultado histórico. Rezam as sondagens que entre 2 e 3%, com mais vantagem para o 2, sobretudo quando os comícios da Margem Sul descambarem em palcos de tumulto e justiça popular. Vou adorar. Vamos todos adorar.
http://www.sol.sapo.pt/blogs/arrebenta/archive/2009/07/13/Por-favor_2C00_-levem_2D00_me-o-Ant_F300_nio-Costa-de-volta-para-o-Largo-do-Rato_21002E002E002E00_.aspx
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DA MOTA
Para além de se manter em funções no Eurojust, o procurador da Mota também entende que deve mandar no sr. PGR. Da Mota não quer o instrutor do seu processo disciplinar indicado pelo conselho superior da PGR. Levantou o incidente da suspeição, uma manifesta ironia vindo de quem vem. Tudo, como de costume, acabará em bem.
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/07/da-mota.html
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Mãos sujas na justiça
O país nem reagiu à notícia de uma semana, anestesiado pelos sucessivos casos que têm
abalado a confiança dos portugueses na Justiça. Concluído o inquérito ao suposto
favorecimento de Fátima Felgueiras por um juiz do Supremo Tribunal Administrativo,
chegou-se a um relatório com quase uma centena de páginas de transcrições de escutas
telefónicas entre a foragida presidente da Câmara Municipal de Felgueiras e o magistrado,
onde este transmite instruções à autarca para fugir à acção judicial que sobre ela impede
por suspeitas de corrupção enquanto responsável máxima do executivo concelhio. Mais: o
insigne jurista promete-lhe interceder junto de outros magistrados para os pressionar a
abafar o processo. Quanto à acção movida a Felgueiras com vista à perda do mandato em
consequência do processo de corrupção, o mesmo juiz pede-lhe que ela o avise do envio dos
autos para o Tribunal Administrativo do Porto, para que ele accione logo influências
junto do Ministério Público (e a verdade é que a autarca foi aí absolvida, com base no
decisivo depoimento do magistrado em audiência, como sua testemunha de defesa). Vem a
saber-se ainda que, já como vereadora em Felgueiras, 10 anos antes, a autarca vira ser
arquivado semelhante processo contra si, também no mesmo tribunal portuense e
aparentemente após diligências do mesmo magistrado. Como se tudo isto não bastasse,
apurou-se agora que, no espaço de uma hora antes de a autarca fugir para o Brasil, há ano
e meio, aparentando saber por antecipação que ia ser detida nesse dia, houve dez chamadas
telefónicas do Tribunal Tributário do Porto, onde o magistrado disporia de gabinete,
supostamente para Felgueiras (e mais uma para o seu ex-marido). Note-se que não estamos a
falar de um magistrado qualquer, mas de um juiz-conselheiro. Em que outros processos terá
sujado as mãos, ao longo de uma carreira que o levou ao topo? São situações como esta que
levam a concluir que algo está podre no reino da Justiça e que, aos olhos dos
portugueses, existe definitivamente uma prática judicial (implacável) para os cidadãos
anónimos e outra (com inúmeras escapatórias) para quem pode dispor de influência social.
In Grande Reportagem de 9 de Outubro de 2004 – OS PASSOS EM VOLTA de Joaquim Vieira”
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Acho linda essa lógica de “se o Sócrates for ao ar será o António Costa o sucessor”. Um cúmplice, portanto. E o Alegre e o TóZé Seguro ficam na bancada a ver…?
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AM 25:
Existe pelo menos um «Sá Carneirista» no PSD… Eu!
Muitas vezes tenho apelado aqui, para uma rápida «Social-Democratização» do PSD. Manuela Ferreira Leite será a próxima Primeira-Ministra em Setembro, porque muitos como eu acreditam ser ela capaz de renovar os legados de progresso económico e de justiça social, deixados pelo nosso primeiro líder.
Se o PSD for verdadeiramente (nos actos e não na propaganda!) Social-Democrata, a propaganda panfletária ao serviço do PS cairá por ela.
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Freeport: polícia britânica estará condicionada
Britânicos acreditam que este caso tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa
O envolvimento do primeiro-ministro português no caso Freeport está a paralisar a acção
da polícia britânica, segundo o Times Online.
Os britânicos acreditam mesmo que este caso decapitou o Eurojust e tornou mais difícil o
combate à corrupção na Europa.
Exemplo disso é a falta de colaboração das autoridades britânicas, já que a TVI sabe que
estas se têm negado, repetidamente e alegando várias desculpas, a fornecer às autoridades
portugueses informações sobre fluxos financeiros do Freeport para offshores.
Recorde-se que o Serious Fraud Office, responsável pela investigação em Inglaterra, não é
hierarquicamente independente, antes responde ao governo de Gordon Brown, o «colega» de
José Sócrates na Internacional Socialista.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-britanicos-socrates-serious-fraud-office-tvi24-eurojust/1073580-4555.html
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«No passado dia 13 de Junho, Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, à pergunta do
Expresso sobreQuem decide a permanência [de Lopes da Mota] é o Governo?, respondeu que
“Quem há-de decidir é o Governo que é quem o nomeia.”
Esta posição do Procurador-Geral, embora óbvia para quem tenha senso e conheça o processo
de designação dos representantes nacionais no Eurojust, contraria frontalmente todas as
declarações que, sobre o mesmo assunto, foram sendo proferidas pelos hierarcas da ainda
maioria socialista.
Senão vejamos:
Em 12 de Maio de 2009, Alberto Costa, Ministro da Justiça, declarava que “É sob a
iniciativa do procurador-geral da República” que o Governo intervém na nomeação do membro
nacional do Eurojust.
No dia seguinte, a 13 de Maio, seria o próprio Primeiro Ministro a dizer, no Parlamento,
que “a iniciativa da nomeação do membro nacional do Eurojust é do Procuradoria-Geral da
República”, sendo ainda mais explícito numa resposta a Paulo Rangel: “Disse o Sr.
Deputado que é ao Governo que compete agora decidir se o Procurador Lopes da Mota pode ou
não pode intervir. Desculpe, Sr. Deputado (…) essa matéria é da competência do Sr.
Procurador-Geral da República.”
Para não variar, no dia seguinte, a 14 de Maio, Alberto Martins, líder parlamentar do PS
sustentava, com invejável impassibilidade, que “Defender neste momento a demissão do dr.
Lopes da Mota é desautorizar o PGR e, se isso fosse por proposta do Governo, o que não é,
seria o Governo a sobrepor-se ao processo de natureza judicial que está em curso”.
Volvidos quatro dias, a 18 de Maio, para confundir ainda mais os Portugueses, Luís Amado,
Ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que Lopes da Mota “tem toda a legitimidade
de continuar a desempenhar essas funções”[no Eurojust], além de que “Cabe à organização,
ela própria, verificar em cada circunstância e em cada momento se estão ou não reunidos
os requisitos para que um determinado titular se mantenha em funções”.
A ver se eu percebo:
Para o Procurador-Geral a responsabilidade é do Governo
Para o Primeiro-Ministro, o Ministro da Justiça e o líder parlamentar do PS, a
responsabilidade é do Procurador-Geral.
Para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a responsabilidade é do Eurojust.
Para os Portugueses é apenas (mais) um caso de falta de vergonha e de falta de Verdade…
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2747211.html?mode=reply#reply
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De braço dado, tudo se resolve a contento.
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Linda a paixãoooooooo. Tudo muito “soufflé”, Rosette & Tristte. Muito chique.
Sócrates da Costa?
Ou Costas de Sócrates?
Muito “soufflé”. Muito chique. Muito “armani”.
E o Pedroso? Muito “soufflé”. Muito chique.
Mota é um pedaço. Muito chique. Chefe dos “bandidos” europeus.
E o Pinho tão engraçado. Muito chique. Do Espírito Santo & tudo.
Costa, o Alberto. Muito Macau. Muito chique.
Vitorinio é baixo. Mas muito Macau. Muito chique.
O Martins? Muito soufflé. Sempre com Armani. Muita coimbra, muito fado/desgarradas. Muito chique.
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A Lili Canecas pode acrescentar que o do Armani é um homo sexy. Pelo menos, falta-lhe pouco para igualar o Nuno Gomes na tabela cor de rosa do CM.
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Ficou estabelecido e assinado na coligação Costa-Roseta, que em caso de Costa sair da presidência, Manuel Salgado será o seu sucessor.
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“O apoio da maioria destes vultos de Lisboa e do País …” (Anónimo 26)
O que não faltam em Portugal são “vultos”. Durante estes quatro anos comprovou-se cabalmente a teoria dos vultos – Os “vultos” são toinos e toinas que a cada minuto lambem-o-cú aos “armanis” ou dizem umas larachas que dão prós dois lados (ou três!), para restarem sempre “vultosss”.
Cresça. Não confunda “vultos” com elite. São antónimos.
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De facto, o comentário do #26 parece mais o discurso dum Legionário fiel!
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Se Pedro Santana Lopes for honesto na comunicação com a população e desmarcarar publicamente esta jogada pêsse, os “vultos” levam um grandessíssimo pontapé no traseiro.
Portugal precisa de uma grande “limpeza” de “vultos” (diferente de elite).
O povo português/lisboeta não perdoa. Aposto. PSL ganha a presidência da autarquia lisboeta.
Merece.
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Merece…………. ??
Pois merece, comprar mais carros de luxo e deixar Lisboa como direi, mais “tesa” e depois, quem vier atrás que feche a porta…!!
Que Deus Nosso Senhor , nos livre de tal sorte !!
Perguntem lá ao Dr. Engº Prof. como é !
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Se querem saber o que vale a arquitecta Roseta, como profissional
vão a Cascais e vejam a borrada que ela ali deixou durante o seu mandato!
Como politica a sua carreira è saltapocinhas, e nos ultimos tempos uma sem vergonha….nada com o Costa, a seguir aninha-se no colo do dito!
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Piscoiso dixit:
“Acho que ela é sempre a mesma”.
Pois. É como na história do pai do recruta, que assistia ao juramento de bandeira. Todos os outros soldados do pelotão iam com o passo trocado, o filho dele é que marchava certo.
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26, Anónimo:
Você é dos que acham que, por muito desejar uma coisa, ela acaba por acontecer.
E, mais do que tentar convencer os outros, parece querer convencer-se a si mesmo.
Quanto a alguns dos apoiantes do Costa, que refere, é minha opinião que o melhor será mandá-los apanhar num certo sítio, que eles irão a correr. Votos para o Costa é que nenhum deles trará algum, tenho a certeza.
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Louvado seja Deus, o Pedro Lopes na Camara, sem passar pelo Canal Caveira?
O castigo é:
Rezar 3 Avês Marias e 3 Pais Nossos, todo o mes de Julho
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Se calhar o Sá Carneirismo – não confundir com o cordeirismo – que há em Roseta, já não haja no PSD after all…
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