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Por onde anda o cainesiano tuga?

13 Agosto, 2009

Alemanha e França surpreendem com crescimento no segundo trimestre

Europa dobrou o “cabo das tormentas” da recessão, mas é cedo para festejar

Os cainesianos tugas, que andaram criticar Angela Merkel por não estimular o suficiente, devem estar muito surpreendidos por a Alemanha ser dos primeiros países a interromper a recessão. Como foi possível?

Entretanto, com a Zona Euro a dar sinais de que a recessão está a acabar, o cainesiano tuga continua a defender o que o Krugman defendia há 1 ano. Como solução para a crise o cainesiano tuga defende investimento público, ainda por cima investimento público de longa duração.

37 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    13 Agosto, 2009 10:07

    Grandes obras para dar trabalho aos recém nacionalizados e imigrantes legais que por aí estão aos montes por conta do erário é a receita certa para a bancarrota.Viva o internacionalismo caridoso!

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  2. lusitânea's avatar
    lusitânea permalink
    13 Agosto, 2009 10:18

    Portugal tem necessidade do seu Gorbachov.O império criado cá dentro e lá fora mas só em “despesa” não tem sustentação económica.Mas tem muita ideologia.Que é paga a peso de ouro e dívida pelos indígenas…

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  3. Ricardo's avatar
    Ricardo permalink
    13 Agosto, 2009 10:20

    Merkel foi bastante keynesiana. Por estas bandas (Alemanha) houve um aumento significativo do investimento público. Em Portugal isso nunca chegou a existir (os grandes investimentos não surgiram, nem irão surgir em tempo útil). Por isto, e não só, Portugal irá sair da crise mais tarde do que outros países.

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  4. lusitânea's avatar
    lusitânea permalink
    13 Agosto, 2009 10:24

    500000 desempregados.500000 imigrantes legais.400000 RSI´s.Quantos ilegais?Quantos milhares de pobres nacionalizam por ano?Os combatentes da pobreza e das desigualdades, que por sinal se fazem pagar pelas mais altas tabelas,que expliquem o que isso contribuiu para a felicidade do indigenato…

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  5. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Agosto, 2009 10:36

    A economia portuguesa também cresceu. Foi Portugal Alemanha e França que cresceram. Yuppppyyy doodle doooo!
    É cedo para festejar? Mas que raio te é que se festejar sempre à minima oportunidade que a vida são dois dias.

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  6. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    13 Agosto, 2009 10:37

    tenham calma meus Senhores, nada de euforias!.
    (numeros de Portugal??????)

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  7. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Agosto, 2009 10:40

    “Por onde o cainesisano tuga”?

    Medina Carreira explicou ontem em entrevista. Por aqui há mesmo muita gente distraída.

    K.C.

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  8. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    13 Agosto, 2009 10:41

    ««Merkel foi bastante keynesiana.»»

    Ao cainesiano tuga pouco importa o que Merkel efectivamente fez. Importante é o que se diz que ela fez.

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  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Agosto, 2009 10:45

    “Medina Carreira explicou ontem em entrevista.”

    é extraordinário como ele consegue explicar o crescimento dizendo que está tudo mal feito e não há remédio para nada a não ser despedir todos da função publica.

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  10. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    13 Agosto, 2009 11:25

    tenho para mim, que “NINGUEM” os tem.

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  11. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Agosto, 2009 11:32

    “Medina Carreira explicou ontem em entrevista.”
    não explicou nada. pintou o apocalipse habitual com a corrupção anónima, colou-se ao pugrama leitoral minimalista, insinuou que isto só lá vai com cavacada presidencial, queixou-se da concorrência à pasta das finanças leiteira, generalizou o bpn ao país sem mencionar os merceeiros e os cavaqueiros, no fim bebeu água e arrotou com o microfone ligado.

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  12. Ricardo's avatar
    Ricardo permalink
    13 Agosto, 2009 11:56

    O plano de estímulos alemão incluiu um investimento massivo na recuperação de óperas, teatros e outras estruturas culturais, investimentos nas Universidades (Exzellenzinitiative), e obras públicas decididas a nível local nas diversas Bundesländer. Este investimento cifra-se num valor cerca de 10 vezes superior a uma outra medida bem recebida, que foi a de incentivo ao abate automóvel (a qual, quanto deu para ler, foi de 1,5 milhares de milhões de euros). A maior parte do investimento foi realizado até agora, tendo-se estendido de 2008 a 2009. Em 2010, está já previsto um corte no investimento na cultura.

    O investimento foi feito, e em tempo útil. Em Portugal, vai-se andar a discutir até a crise passar por si mesma. Na verdade, escreveria o post ao contrário:

    “Os liberais tugas, que andaram a criticar Angela Merkel por estimular demais, devem estar muito surpreendidos por a Alemanha ser dos primeiros países a interromper a recessão. Como foi possível?”

    Nota: O JM provavelmente está habituado a um nível relativamente baixo na caixa de comentários. É pena, parece que já está a pegar-lhe o jeito. Volte a chamar-me “cainesiano”, ou qualquer outro termo depreciativo, pode ficar a falar para a parede.

    Continuação de um bom dia.

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  13. PMF's avatar
    13 Agosto, 2009 12:19

    Curiosamente – e sem que pretenda daqui retirar alguma relação de causa-efeito necessária, nem sequer discutir cientificamente a coisa – quer a França (logo mal Sarkozy começou a governar) quer a Alemanha, mesmo antes da crise, implementaram algumas baixas de impostos (não sei se de grande ou pequeno alcance, mas fizeram-no)…

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  14. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    13 Agosto, 2009 12:31

    Caro Ricardo,

    Mas então o crescimento alemão deve-se ao estímulo económico de Merkel, coisa que não se fez em Portugal e devia ter feito? Como explica então que Portugal e a Alemanha tenham crescido no 2º trimestre os mesmos 0.3%?

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  15. Ricardo's avatar
    Ricardo permalink
    13 Agosto, 2009 12:43

    1- A evolução da economia alemão é bastante mais risonha do que a de Portugal.

    2- Não faz sentido comparar os dois 0.3%. A Alemanha depende de si mesma, Portugal depende dos outros.

    Colocando por extenso… sair da situação do primeiro trimestre desta forma, para uma economia do tamanho da alemã, é obra. Os 0.3% de Portugal, por outro lado, não nos dizem nada sobre o sucesso ou a falta do mesmo das políticas internas. Aliás, não foi executada nenhuma política de combate à crise digna desse nome (nem liberal, nem keynesiana).

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  16. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    13 Agosto, 2009 12:55

    ««Colocando por extenso… sair da situação do primeiro trimestre desta forma, para uma economia do tamanho da alemã, é obra. »»

    Ai depende do tamanho? Não estamos a falar em percentagens do PIB? Quanto muito, o tamanho serviria para não se fazerem políticas keynesianas em países pequenos e abertos como Portugal porque, tal como o Ricardo admite, “Portugal depende dos outros”.

    ««Aliás, não foi executada nenhuma política de combate à crise digna desse nome (nem liberal, nem keynesiana).»»

    O que se calhar demonstra que seria um erro gastar dinheiro em políticas keynesianas tendo em conta que se conseguiu o mesmo crescimento que a Alemanha fazendo nada.

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  17. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 14:20

    Acho que este gráfico é um bocado ilucidativo:

    Vejam o crescimento explosivo da massa monetária nos USA para impedir a forte queda. Agora andam a imprimir dinheiro como quem imprime cromos da marvell.

    Com tanto dinheiro criado, eles pararam o colapso. Daí ao crescimento sustentado, vai ainda um grande passo.

    O crescimento alemão difere do nosso, fundamentalmente, devido a três factores, mas um decisivo. Os primeiros dois factores foi a procura interna (cash for clunkers, versão germânica), a despesa pública e, sobretudo, a recuperação das exportações.

    A Alemanha está a beneficiar do menor endividamento interno que permite que a compra de carros novos seja possível.

    Em Portugal foi a forte queda das importações, que atenuou a queda do PIB, a par do aumento da despesa pública corrente, que nada tem a ver com o combate à crise.

    A Alemanha tem uma economia mais saudável e deverá entrar em velocidade cruzeiro se conseguir que as pressões inflacionistas europeias afectem em demasia as taxas de juro. O resto do mundo está a soro, chamada bolha monetária. Esta bolha monetária também estoirará. Não se sabe quando e como, mas estoirará.

    Mas acho que o gráfico aí em cima é ilucidativo. Mostra que, para evitar o colapso, comprometeu-se o futuro.

    Alguém vai pagar.

    anti-comuna

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  18. Ricardo's avatar
    Ricardo permalink
    13 Agosto, 2009 14:41

    Eu não estou a defender nenhuma política específica para Portugal. Estou apenas a ir contra o post que afirma que a recuperação alemã não tem como pano de fundo uma política de investimento público forte.

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  19. Desconhecida's avatar
    Carlos Duarte permalink
    13 Agosto, 2009 14:47

    Caro Anti-Comuna,

    Acho que convém lembrar que os Alemães são, por norma, pouco gastadores e ainda menos utilizadores de serviços. Uma das queixas que tenho lido desde há um ano para cá é que não existia um mercado interno na Alemanha. Era tudo para exportação. E isso foi apontado (lembro-me pelo menos da The Economist e do Financial Times) como uma “falha” da Alemanha.

    Viu-se… quando foi preciso “dar à perna” e criar serviços, eles andaram para a frente!

    Não sou economista (apenas curioso) e muito menos “teoricista”. Mas do que vejo (empiricamente) uma economia industrial é muito mais resistente que uma economia de serviços (incluíndo os financeiros). É que criar uma empresa de serviços é relativamente rápido, enquanto criar uma indústria (incluíndo o produto) é consideravelmente mais demorado. Logo, em caso de aperto, uma economia baseada na indústria é muito mais “ágil” a reconverter-se que uma baseada nos serviços.

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  20. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 15:00

    Caro Carlos Duarte, estou inteiramente de acordo consigo.

    Essas críticas vinham do mundo anglo-saxónico, que perdeu capacidades para concorrer nos mercados industriais. Por isso se queixavam do modelo alemão. Mas é o modelo alemão que está certo, não o anglo-saxónico.

    Mas mesmo assim o BCE já deve estar preocupado com o crescimento explosivo do agregado monetário M1, que, pasme-se (o CAA que não leia, sff.) em Junho cresceu 9,3%, quando há menos de um ano crescia marginalmente, cerca de 0,7%. (Fonte: Boletim Mensal de Agosto do BCE)

    Ora, se os USA mais se parecem com a Argentina, antes do estoiro, nós europeus também temos que ter cuidado com este descontrolo monetário. O tipo do Bundesbank anda a partir a loiça dentro do BCE, por causa do perigo de uma R. Weimar nos próximos anos.

    Sobre os USA, é interessante isto:

    “Conclusion

    The United States debt situation seems worse than the Argentine debt situation and, like Argentina did, is entering a significant economic downturn. Two of the three key factors leading up to an Argentine currency collapse are in place. The third, international investors growing worried about the government’s ability to repay debt is yet to be seen. The dollar is strong and US treasury interest rates are low. This confidence is no doubt due to the long term track record of the United States compared to that of Argentina. The United States should avoid any currency collapse as long as international investor confidence holds.

    The key thing to watch, going forward, is international investor’s confidence in the United States as measured by US treasury interest rates, the dollar versus other currencies and the dollar price of gold. A vote of no confidence would be evidenced by the 10 year treasury rates going over 6% or the dollar falling below its lows earlier this summer or gold taking out its high of 1030$ earlier this year. A loss of confidence could quickly escalate into a flight from the dollar, a US dollar collapse and associated US economic collapse similar to what was seen in Argentina.”

    In http://www.worldofwallstreet.us/2008/11/what-a-real-financialcurrency-crisis-looks-like-argentina-20012002-a-case-study.html

    Sabe o que anda a preparar o Obama? Uma crise militar internacional (provavelmente contra a Venezuela) para prover sustentabilidade ao dólar. Sem esta crise militar o dólar arrisca-se a sofrer um colapso. Tipo Argentina.

    As encomensas de bens industriais nos USA, excluindo o sector da Defesa, estão em forte queda. Mas as encomendas do Obama ao complexo militar industrial dispararam. (Quem quiser aproveitar a onda, comprar Rheinmetal, que pode duplicar de cotação nos próximos 18 meses. Esta empresa produz o melhor tanque de guerra do mundo e Pumas, num consórcio com outra grande empresa alemã.)

    Ora o Obama só deverá conseguir evitar o colapso do dólar se provocar uma guerra internacional.

    Quanto vale que ela surgirá, se o dólar começar a afundar-se mais? 😉

    anti-comuna

    PM Não detenho qualquer posição na Rheinmetal, estando atento a uma oportunidade de compra que surja.

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  21. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    13 Agosto, 2009 15:52

    meus amigos,
    “parole, parole,…..”
    Eu estou “ressacando” numeros, dados por Portugueses.
    Um Banco de Portugal, ou uma Caixa Geral de Depósito tambem serve.

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  22. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    13 Agosto, 2009 16:43

    «« Estou apenas a ir contra o post que afirma que a recuperação alemã não tem como pano de fundo uma política de investimento público forte.
    »»

    O post não afirma nada disso. Está lá explícito que essa é a posição dos cainesianos tugas e não a minha.

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  23. L M D's avatar
    L M D permalink
    13 Agosto, 2009 17:37

    Já é um principio, ténue mas um principio, já se vê um minusculo ponto de luz no fundo do tunel.

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  24. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 18:40

    O principio do fim da crise? A sério? Oxalá.

    Mas às vezes o que parece a luz ao fundo do túnel é o comboio a alta velocidade na nossa direcção. Cuidado com os túneis escuros.

    Para quem quiser passar ao lado das mentiras que se escrevem por esse mundo fora, atente-se a este naco de video:

    http://www.msnbc.msn.com/id/21134540/vp/32399797#32385463

    Os problemas fundamentais que afligem as economias ainda estão lá. Escondidinhos, porque interessa a quase toda a gente enganar o mundo.

    Se a população tivesse mesmo consciência do que lhe estão a fazer, temo bem que haveria uma nova revolução bolchevique. Mas nos USA.

    anti-comuna

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  25. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    13 Agosto, 2009 19:11

    “uma outra medida bem recebida, que foi a de incentivo ao abate automóvel (a qual, quanto deu para ler, foi de 1,5 milhares de milhões de euros).”

    Só um louco, alguém que não pensa sequer, julga que faz sentido destruir valor, carros que funcionam e que são úteis.

    Felizmente o mercado negro corrige a estupidez dos Governos incluíndo o menos Mau da Sra. Merkel.

    http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1915250,00.html

    Nada do que se está a passar é sustentável. E tudo o que os Governos estão a fazer só vão transformar o Crime Organisado numa actividade ainda com mais lucro e sucesso.

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  26. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    13 Agosto, 2009 19:16

    E suspeito que a destruição de milhares de carros com valor não foi incluída nas contas do PIB Alemão…

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  27. Trinta e três's avatar
    13 Agosto, 2009 19:41

    O que Krugman defendia HÁ UM ANO? Ou o João Miranda deixou de o ler, ou anda distraído. Ainda nos últimos artigos publicados no “i” ele voltou a defender isso. Veremos quanto tempo demora essa suposta “recessão interrompida”.E como gostava de estar enganado…

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  28. Anti-liberal's avatar
    Anti-liberal permalink
    13 Agosto, 2009 20:21

    #20
    anti-comuna disse
    13 Agosto, 2009 às 3:00 pm
    .

    Tenho algumas (poucas) Rmetal e estou à espera que a MLynch (BofA) me consiga qq coisa.

    Nuno

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  29. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 20:31

    caro anti-Liberal, faz bem. Mas não se esqueça de um plano b, se o mercado não lhe der o que deseja.

    A Rheinmetall parece-me uma boa aposta, por dois importantes factores. Uma é que fez uma reestruturação e está a limpar gosduras, deixando-a enchuta para uma eventual continuação da expansão dos mercados automóveis… Na Ásia! em especial na China. 😉

    O outro factor é que, perante o falhanço evidente das políticas do Obama, que serão mais evidentes mais para a frente, a única alternativa será a… Guerra. E as encomendas de bens da defesa estão em crescimento por todo o lado, em especial na Rússia, China e… USA.

    A minha ideia é que o Obama vai abrir uma nova frente de batalha militar para sustentar o dólar, que por norma ganha força quando existem conflitos internacionais.

    Mas não se esqueça de um plano b, caso o mercado não lhe reconheça os investimentos. 😉

    anti-comuna

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  30. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Agosto, 2009 20:31

    25 , sociedade do desperdicio ? dá-me ideia que a pagaremos caro , tipo roma que vomitava para ir comer outra vez.

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  31. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    13 Agosto, 2009 20:35

    E para quem acha que sou uma espécie de Doom and Gloom, então que veja este video:

    ehhehheheh

    anti-comuna

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  32. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    13 Agosto, 2009 21:51

    “25 , sociedade do desperdicio ? dá-me ideia que a pagaremos caro , tipo roma que vomitava para ir comer outra vez.”

    Sim, não faz sentido estar a destruir carros perfeitamente funcionais quando se calhar faz mais sentido arranjar um porta, uma janela, comprar outra coisa qualquer que necessite de ser comprada, tirar um curso etc…Dinheiro que eventualmente seria gasto noutra area.

    E como disse num comentário que não apareceu, suspeito que a riqueza perdida nos carros destruídos não foi contabilizada no PIB Alemão. Vamos ver se este aparece.

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  33. João Pedro's avatar
    João Pedro permalink
    14 Agosto, 2009 00:16

    Há aqui um problema de free-riding que deve ser pensado. A Alemanha beneficia muito dos estimulos orçamentais de outros paises dado o enorme peso das exportações na sua economia.
    É muito mais defensável o estimulo orçamental numa economia como a norte-americana porque é uma economia bastante fechada ao exterior. O peso das importações na economia norte-americana é imcomparável com o nosso. Resumindo, uma parte superior da despesa do nosso estado está a ir para o exterior.

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  34. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    14 Agosto, 2009 00:27

    ««Há aqui um problema de free-riding que deve ser pensado. A Alemanha beneficia muito dos estimulos orçamentais de outros paises dado o enorme peso das exportações na sua economia.»»

    Para a Alemanha não é um problema. É uma vantagem.

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  35. Anti-liberal's avatar
    Anti-liberal permalink
    14 Agosto, 2009 06:07

    .

    Caro anti-comuna,
    Obrigado pelo seu conselho. Penso que, além do cuidado de rápido acesso ao corrector, se calhar é melhor ter planos b e c.
    O investimento é evidentemente pequeno e a sugestão foi-me feita pelo corrector por ter um lote pequenito de outra empresa que é difícil apanhar por ser até agora muito rentável e segura. Espero que me vá informando.
    Agora, creio que os investimentos nos USA, mesmo pequenos, são um risco elevado. O macaquinho tem um tremendo problema para resolver e com uma guerra pode saír-lhe o tiro pela culatra.

    Nuno

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  36. Desconhecida's avatar
    Amonino permalink
    14 Agosto, 2009 17:07

    .
    A velha questão de “embaralhar e dar de novo”, confundir a Àrvore com a floresta:
    .
    The mere mention of production reminds us that the assorted Austrian, Chicago, and social credit schools are predominantly or exclusively concerned with money and banking,
    .
    and pay little or no attention to industrial, agricultural, and infrastructural production,
    .
    meaning of course that they neglect the creation of those tangible physical use values, capital goods, and related forms of real wealth upon which human existence depends.
    .
    .
    With bailouts increasing and all forms of commodity production declining, we have the classic situation of far too much money chasing too few goods.
    .
    .
    Internal pressure towards recession and deflation comes from the fact that the bailout and public debt lending, on top of the bloated, fictitious, and exponentially growing mass of kited derivatives, are all charges which must be added to the prices of commodity production (há mais mas inpublicavel no momento para não afectar as agendas eleitorais e os elitismos)
    .
    Pois….
    .
    o aparelho produtivo está a ser destroçado especialmente pelo asiático. Para evitar conflitos sociais aposta-se no aumento da importação para os Cidadãos com o poder de compra a empobrecer terem bens de consumo a preços achinesados. Chamam-lhe ‘anti-proteccionismo”,
    .
    mas ao mesmo tempo incapazes de suster a destruição do aparelho produtivo Português, a perca cada vez maior de Postos de Trabalho, mais Desemprego, destruição continua do aparelho produtivo Português.
    .
    A elite, sempre transitória no Poder, refugia-se na compensação com subsidios de desemprego e obras publicas para evitarem a revolta. Soluções virtuais, insustentadas e de efeitos muito curtos. Engonham à espera dum milagre que não existe. Sintetizando ‘macro’: incapaz de soluções, de abdicarem de acomodados cidadãos de 1ª classe, a nova nobreza destruindo a Burguesia e o Povo com cargas fiscais esmagadoras e persecutórias nunca vistas. O resto é treta.
    .
    pois …….

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  37. É , é , é.'s avatar
    É , é , é. permalink
    17 Agosto, 2009 22:55

    amonimo , não estou a ver como irão evitar a revolta. é que os rsi , subsidios e obras públicas sem serventia de jeito e retorno a longo prazo saem do bolso de quem ainda trabalha e paga impostos. e andam à beira de estoirar ,andam , andam. sobretudo por constatarem que há famílias inteiras imunes à crise ,é sempre a enriquecer com a política ,e que chupam grande parte do nosso esforço. e desculpe , não há cu que aguente. não há pior governação que aquela que encolhe o número de remediados autosuficientes e os transforma em pobres revoltados , com consciência absoluta que é um empobrecimento para o qual não contribuiram com comportamentos irresponsáveis. pobres que sabem quem é o culpado do seu empobrecimento : a governação de merda e o que ela nos custa.

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