Saltar para o conteúdo

E?

28 Agosto, 2009

IMPORTA-SE DE REPETIR? – sob este título Eduardo Pitta escreve no Simplex este post: «Outra medida que se anuncia como novidade absoluta é a promessa de que se for Governo, o PSD irá cumprir uma medida já anteriormente falada e proceder à trasladação dos restos mortais dos soldados portugueses mortos na Guerra Colonial.»

Não percebo qual é o problema de Eduardo Pitta com esta proposta num programa de governo. Como se percebeu no debate que sobre o assunto aconteceu na AR em Junho deste ano estão em causa verbas significativa. Ora tendo em conta o quão difícil tem sido o processo das reformas a atribuir ao ex-combatentes ou esta questão está prevista em programa de governo ou arriscamo-nos a ficar com  muitas declarações piedosas e zero de acção. Por outro lado existe aqui uma questão simbólica importante: Um país que não honra os seus mortos não tem respeito pelos vivos. Das coisas mais chocantes da História portuguesa é ver como a má consciência sobre a guerra foi transferida para estes cadáveres: enquanto em Lisboa, as mesmas chefias militares que os tinham mandado para a para a morte  se continuaram a medalhar e a promover, os cadáveres dos soldados mortos, aqueles que nunca compraram andares com os ordenados das  comissões, ficavam abandonados por essa África fora. Como se fossem uma simples e inconveniente nota de rodapé nos luzidios curricula dos coronéis, generais e marechais.  

Anúncios
66 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 11:20

    E se ganharem as eleições? Já imagino cartazes em vez dos 150000 empregos, os cartazes a perguntar onde estão os mortos.

    Gostar

  2. honni soit qui mal y pense permalink
    28 Agosto, 2009 11:26

    1

    Muito mau gosto o seu comentário.

    Deveria ter era vergonha .

    Gostar

  3. helenafmatos permalink
    28 Agosto, 2009 11:28

    1. Pensei pagar o seu comentário mas não o faço porque creio que é importate que se perceba o que vai na cabeça de algumas criaturas sem nome

    Gostar

  4. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 11:32

    1
    Só um (????????p.) se atreveria a semelhante dislate…
    Juro.. pela alma dos meus camardas mortos que se soubesse quem é este crapula Anonimo, o fazia engolir 1500000 chapadas… Dá a cara f,d,p.

    Gostar

  5. Jorge Silva permalink
    28 Agosto, 2009 11:35

    Por uma questão de respeito para com a memória desses herpois anónimos, penso que é de muito mau gosto usa-los como argumento de campanha.

    Gostar

  6. helenafmatos permalink
    28 Agosto, 2009 11:40

    6. O que é de muito mau gosto é deixá-los em cemitérios vandalizados.

    Gostar

  7. anti-comuna permalink
    28 Agosto, 2009 11:48

    Um texto bem escrito que o CAA et al nunca terá coragem, um dia, para escrever:

    http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2009/08/o-programa-do-psd.html

    Quando se faz análise com o coração e com os ódios pessoais e não com a racionalidade fria e objectiva, faz-se figuras tristes.

    O CAA tem andado a fazer figurinhas tristes e deverá engulir tudo, na noite das eleições.

    Enfim, lá se vai a credibilidade dele para o galheiro.

    Subir é difícil e lento. Cair é muito rápido. E o CAA está a estatelar-se ao comprido. Como diria o outro: “deus dá, deus tira”. lolololol

    anti-comuna

    Gostar

  8. honni soit qui mal y pense permalink
    28 Agosto, 2009 11:49

    7

    de acordo

    Cada vez me dá mais vomitos perceber que na genese do idealismo da descolonização ,e das diferentes concepções á epoca … a unica que ficou mesmo provada é ” a mesquinhez e a invejazinha de uns portugueses em relação aos outros ”

    para esses mesquinhos e invejosos … os soldados apenas serviam para aguentar a exploração do branco das colónias … esses satrapas … sobre os pretos explorados

    ás vezes dá nojo ser compatriota de alguns anónimos

    Gostar

  9. honni soit qui mal y pense permalink
    28 Agosto, 2009 11:50

    8

    ele não pode estatelar-se ao comprido porque é redondo !!!

    Gostar

  10. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 11:59

    não chateiem os mortos, podem repatriar sem ser necessário incluí-los no programa eleitoral. cinismo mórbido ao serviço de uma candidatura.

    Gostar

  11. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 12:07

    Camaradas ex-combatentes

    Apelo para que, por todos os meios possiveis, se descubra quem este 1 Anonnimo…
    Para que o levemos de rastos até ao momumento dos Combatentes em Belem e ali o façamos pedir perdão pelo ultraje á memoria dos nossos camaradas mortos …
    Vamos a isso.

    Gostar

  12. OLP permalink
    28 Agosto, 2009 12:12

    1 e 11
    Hipocrisia fedorenta de mais um sem caroço, sem memória, que se dá ao luxo de chamar cínicos aos outros tentando “lavar” o bicho da fruta que come e do qual se elimenta.

    Gostar

  13. lucklucky permalink
    28 Agosto, 2009 12:12

    Isto é um problema criado pelos políticos não é um problema criado pelos militares. A Esquerda e todo o poder – principalmente aqueles que fugiram – odeia e odiou os soldados que foram combater. Na altura não puderam fazer nada e quando tomaram o poder fizeram os possíveis para que esses soldados não tivessem existido.

    Porque é isso que sempre esteve em causa: O desejo de apagá-los da História.

    Gostar

  14. OLP permalink
    28 Agosto, 2009 12:12

    errata–alimenta*

    Gostar

  15. Ana permalink
    28 Agosto, 2009 12:21

    Peço desculpa mas o que o Sr. Artur Mendes diz em #5 e principalmente em #12 é uma ofensa a todos. Quanto ao anónimo #1 e #11 está a criticar os vivos e não os mortos. Se bem que duvido que entenda a necessidade de, como diz a Helena no post, algum partido se comprometer a fazer algo que já devia ter sido feito à muito.

    Gostar

  16. 28 Agosto, 2009 12:24

    Falta saber se os mortos concordariam em fazer parte do programa eleitoral desse partido.

    Gostar

  17. Ana permalink
    28 Agosto, 2009 12:29

    A questão aqui, e para mim mais importante, é as famílias e companheiros desses portugueses que são ostensivamente ignorados, e que são responsáveis por eles. Os mortos infelizmente já não têm voz. De resto e tendo em conta que foi o governo português que na altura os enviou para a guerra, que mais tarde os ignorou, só me parece normal que seja um governo a responsabilizar-se por isto.

    Gostar

  18. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 12:32

    Ana
    Não tem que pedir desculpa… muito menos tentar desculpar o Anonimo…
    Ele que se justique. Uma coisa é certa: A minha caixa correio já está cheia de voluntarios para o “ARRASTO”… assim saibamos quem é o canalha.

    Gostar

  19. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 12:36

    a múmia quer ser eleita com populismo de gato pingado. podia ter mais respeito pelas famílias dos mortos.

    Gostar

  20. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 12:40

    oh mendes! és mesmo grunho ou é só partidarite?

    Gostar

  21. Winston permalink
    28 Agosto, 2009 12:51

    8. Anti-comuna:

    Na mouche.

    O CAA vive as coisas como se fosse tudo um jogo de futebol. Nós contra os outros.

    Temo que o Rui se esteja a deslumbrar com uma série de intenções (ou falta delas ) e que depois venha mais do mesmo.

    Mas o que ele percebe (e o CAA não) é que

    “Qualquer liberal minimamente sério sabe que desmontar o Estado Social não é tarefa para dois ou três anos, nem para uma legislatura, sequer para uma geração. Não se pode passar de um estado assistencialista para um estado de liberdade sem pagar uma pesada factura, uma factura que ninguém minimamente sério poderá assumir sem compromissos de transição.”

    http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2009/08/o-programa-do-psd.html

    Declaração de interesses: ainda que não totalmente convencido, voto MFL sem hesitações.

    Gostar

  22. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 12:54

    MIL VEZES GRUNHO… A SER UM CANALHA COBARDE QUE SE ESCONDE POR DETRÁS DA MASCARA DO ANONIMATO…
    Mas, como se diz em Africa: “malemba…malemba”, havemos de te tirar o capuz…

    Gostar

  23. 28 Agosto, 2009 12:55

    Meus caros,

    Para quem não leu aqui vai o meu serviço público sobre este tema:

    PROGRAMA PS

    “Reconhecer, dignificar e apoiar os Antigos Combatentes, incluindo os Deficientes das Foças Armadas.”

    PROGRAMA PSD

    “Reconheceremos a dívida nacional para com aqueles que
    combateram pelo País, dando prioridade a uma política de
    afectação de recursos para apoio social, respondendo em
    especial às necessidades e carências dos ex-combatentes e
    dos deficientes das Forças Armadas. Apoiaremos igualmente
    todas as iniciativas para honrar os militares portugueses mortos
    em combate, em particular a trasladação dos seus corpos e uma
    sepultura digna.”

    Cumprimentos,
    Paulo

    Gostar

  24. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 12:56

    sou o anonimo #1

    desculpem-me se acharam que era mesmo muito mau gosto, não pretendia ofender ninguém
    o que sei é que a transladação dos corpos é uma coisa nada fácil, se o fosse já tinha sido feito há muito tempo. Sei que as forças armadas estão a investir bastante nos cemitérios militares pelo menos em Moçambique, sei que ponderam há muito a transladação dos portugueses, alguns até já vieram há pouco tempo…

    o meu comentário é que não gostaria de ver prometer essa coisa e depois não cumprirem por não o poderem fazer ou por ser caro demais. Não gostaria mesmo nada de ver artazes desses. Preferia que o fizessem sem prometer em campanha eleitoral.

    Gostar

  25. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 12:58

    .. e acrescento. Todos os partidos gostariam de fazer isso. Se o não fizeram é porque não é fácil. Portanto usar os mortos como campnaha eleitoral é que parece de péssimo gosto. Tenho dito!

    Ide agora dizer que eu é que tenho mau gosto!

    Gostar

  26. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 13:01

    Sabem que alguns já vieram não sabem? Sem anuncios.

    Gostar

  27. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 13:07

    #26 – não tens nada que pedir desculpa a estes grunhos que exibem tamanha falta de respeito por vivos e mortos.

    Gostar

  28. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 13:09

    ps: A Helena Matos imagine por um bocado que essa proposta era feita pelo ps e diga o que comentaria sobre isso. Imagino o “mau gosto” que seria capaz de escrever

    Gostar

  29. 28 Agosto, 2009 13:11

    Quando os corpos, ou o que resta deles, estão devidamente identificados, não há nenhuma razão para que não tenham sido transladados.
    A não ser que o PSD pretenda fazer uma ponte aérea de ossadas, sem se saber ao certo de quem são.

    Gostar

  30. 28 Agosto, 2009 13:26

    Cara Helena Matos, num país com a crise económica que temos, acha que nos podemos dar ao luxo de “simbolismos”? Não seria melhor cuidar dos vivos? Dar pensões condignas aos ex-combatentes? De resto, faço minhas as palavras do comentador n.º 31: «Quando os corpos, ou o que resta deles, estão devidamente identificados, não há nenhuma razão para que não tenham sido trasladados. A não ser que o PSD pretenda fazer uma ponte aérea de ossadas, sem se saber ao certo de quem são.» Tão simples como isto.

    Gostar

  31. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 13:32

    A Helena Matos deve saber que existem cemiterios de portugueses há séculos em Africa. Viviam e morriam ali. Não é facil saber quem são.

    Gostar

  32. 28 Agosto, 2009 13:35

    Por uma questão de respeito para com a memória desses herois anónimos, penso que é de muito mau gosto usa-los como argumento de campanha.

    Concordo.
    E discordo do acto de fé que querem fazer ao anónimo. Ele não tem culpa, ele é apenas um produto da verdade oficial que foi ensinada a quem no 25A tinha sete anos e que hoje vota, sei lá, no Bloco de Esquerda.
    Um dia para tirar umas fotos (estão no meu blog colectivo) fui até ao monumento.
    Ao lado de um nome estava uma flor.
    Foi muito triste.
    Moro numa rua que tem o nome de um heroi do ultramar.
    É também muito triste.

    Gostar

  33. Ricardo Marques da Silva permalink
    28 Agosto, 2009 14:16

    É curioso que certas pessoas se ofendam com piadinhas e brincadeiras do cidadão comum e se esqueçam dos governos e chefias militares da altura e todos os seguintes até hoje, que sempre os trataram mal e porcamente.
    Relembro que houve também umas almas que noutro post deste blog se indignaram com o uso da expressão tuga. Não vejo onde é que o uso desta expressão possa ser ofensivo ou desrespeituoso para com ex-combatentes da guerra colonial.
    Há uns quantos traumas na sociedade portuguesa ainda por resolver. Normal. Com o tempo passará.

    Gostar

  34. Lusitânea permalink
    28 Agosto, 2009 14:33

    Os militares nada têm a ver com o não regresso dos mortos.Tem a ver com a política.A esquerda nunca gostou que se assistissem a funerais.Até há bem pouco tempo até defendiam que lá pelos sertões é que aquilo era digno para combatente.A maioria não faz ideia do que diz quando fala em exploração dos pretos pelos brancos.Julgo que 99,9% dos ex-portugueses pretos muito gostariam de ter a situação anterior ao 25…
    Quanto aos custos o que é isso comparado com quase 1000000 de africanos que por aí andam muitos dos quais por nosso inteira conta?Desde ex-guerrilheiros libertadores a ex-desertores, etc?Um deles que fugiu com um avião até queria a pensãozinha…

    Gostar

  35. Lusitânea permalink
    28 Agosto, 2009 14:37

    E já agora não são só militares.Existem também policias…

    Gostar

  36. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 14:47

    O GRUNHO!!!!!

    O que verdadeiramente está em causa, não é a transladação de todos os militares mortos em Africa. NADA DE MAIS ERRADO. NUNCA os ex-cambatentes o exigiram.. O que não podemos admitir é a PROFONAÇAO das campas… O que reivindicamos é que aos mortos enterrados em pleno mato…lhes seja, na medida do possivel, dada supultura condigna.

    É assim que procede em todos os países civilizados.
    Último derradeiro apelo ao Anonimo(s) dá a cara… mostra que tens coragem… diz que és…mão sejas COBARDE…

    Gostar

  37. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 14:49

    perguntas de mau gosto

    1 – quantos são?
    2 – têm autorização das famílias?
    3 – há campas para todos?
    4 – quanto custa?
    5 – há dinheiro para isso?
    6 – quem paga?
    7 – quem recebe?
    8 – prazo de execução?

    não deve ser fácil de executar e deve custar uma pipa de massa.

    Gostar

  38. José Barros permalink
    28 Agosto, 2009 14:51

    Perfeitamente de acordo com a Helena Matos.

    Gostar

  39. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 15:00

    MAU GOSTO TEVE A PUTA QUE PARIU….

    Gostar

  40. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 15:07

    HUMILDEMENTE PEÇO DESCULPA AOS COMENTDORES PELA MINHA AGRESSIVA LINGUAGEM…
    É PARA VER SE O CABRAO DO ANONIMO… GANHA CORAGEM E SE IDENTIFICA..,
    ESTOU A VER QUE NÃO… O CABRAO É MASOQUISTA…

    Gostar

  41. 28 Agosto, 2009 15:12

    Há certa gente que mete nojo.
    Atenção: tudo indica que o Anónimo 1 é nem mais nem menos que o autor do comentário 32, o socretino Pitta.
    Tudo fica mais fácil, portanto.

    Gostar

  42. O puto novo no bairro permalink
    28 Agosto, 2009 15:20

    Cada um tem o seu culto. O culto aos mortos é um deles. Eles provavelmente não se importam se são honrados ou desonrados: estão mesmo noutra. Mas parece que o sentimento maioritário desde mui remota antiguidade é o de honrar os mortos. Não vem daí nenhum mal ao mundo, dá emprego a coveiros, agências funerárias e sacerdotes. Honrar os mortos, para alguns ou muitos que precisam disso, dá-lhes auto-estima pessoal e colectiva.
    Um dos monumentos nacionais mais importantes é o “Panteón”. Vai para lá quem o governo da altura decidir que faz parte da élite dos mortos.
    Não sei até que ponto estas piedosas disposições em relação aos mortos são benévolas ou positivas. Criam mais forte sentimento pátrio? Ao certo não sei. Resvalam para a necrofilia? Sempre que ouço falar de mortos lembro-me das palavras fortes e escandalosas do Mestre “Deixai os mortos enterrar os mortos.” Ou seja, se um homem não tiver recebido o sopro do Espírito Santo, se não possuir a razão ardente, animada pelo fogo divino,não passa de um morto, qualquer que seja o seu estatuto e fama.
    Por terem defendido a Pátria mereceriam honra. Mas muitos deles, como é sabido, não escolheram defendê-la. Foram em levas, sem escolha própria, sem saber ao certo o que faziam, obrigados por força de muitas circunstãncias a serem soldados do Império, não querendo estar lá, e ao lá estar querendo sair dali o mais depressa possível.
    Contam-se pelos dedos os que com convicção se bateram pela sua ideia de Pátria. Os outros, a maioria, estiveram lá sem fé, sem convicção, mortos porque aquilo de um modo ou doutro terminasse depressa. As belas rapsódias “alma nobre, guerreiro luso” não enganam ninguém. Por isso, talvez, em termos de psicanálise se queira mais enterrar uma má memória, um mau passado, do que propriamente levadas de gente, cujos ossos não são necessaraimente gloriosos, e dignos de entrar na memória selectiva. Mas isso, só o Altíssimo sabe.Mas eu diria que é mais importante dar de comer a quem tem fome e proteger os fracos, as viúvas e as crianças. Se a ética da cavalaria ainda tem acção é isso que é mais importante fazer, e só depois os mortos seriam cuidados.

    Gostar

  43. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 15:27

    #42 – “HUMILDEMENTE PEÇO DESCULPA AOS COMENTDORES PELA MINHA AGRESSIVA LINGUAGEM…”

    por mim estás à vontade, mas confundir agressividade com grunhice cheira-me a auto elogio.

    Gostar

  44. artur mendes permalink
    28 Agosto, 2009 15:29

    Ó PUTO… ÉS MUITO NOVO… CRESCE E APARECE…TU QUERES É PALEIO… VAI JOGAR Á MALHA COM OS PUTOS DO TEU BAIRRO… OU VAI FAZER OS “DEVERES” DE CASA….

    Gostar

  45. Piscoisa permalink
    28 Agosto, 2009 15:39

    Qualquer país decente trata dos seus mortos caidos em combate.Abandona-los á desonra como têm feito não dá para serem depois invocados.O que para muitos até é muito conveniente.Desertaram(o curiosos é que desertavam consoante a perigosidade do destino…., trairam os que combatiam e portanto é normal que não gostem que lhes lembrem a sua cobardia.Até porque andam noutra.A desfazer a NAÇÃO para construirem o HOMEM NOVO e mulato.O país mais africano da europa.Ou seja um império cá dentro e por nossa conta feito apartir do zero a seguir ao 25 e portanto sem vícios de exploração de africanos.Agora é ao contrário.Trabalham os brancos todos para combater as diferenças e as desiguldades.Aliás aquém e além mar.Mas agora sob direcção política correcta e internacionalista.

    Gostar

  46. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 15:46

    #46 – como queiras, mas escusas de levantar a voz. dá mau aspecto e revela escassez de infusão em piqueno.

    Gostar

  47. Piscoisa permalink
    28 Agosto, 2009 15:48

    O importante mesmo são os “genes frescos”, a diversidade, o enriquecimento kultural, as velhinhas e os panascas terem cobertura barata e fácil, os drigados terem coca, heroína e haxixe na hora.E as forças “repressivas” terem que andar a suicidar-se para pagarem as favas de noutros tempos se terem atrevido a prender ministros e outras individualidades geniais sem os quais o país não tinha o brilho e a leveza(principalmente na pesada herança do Salazar) que todos sabem e reconhecem que actualmente portugal tem.Um mar de felicidade, de orgulho, de fraternidade e acima de tudo de recompensa ao mérito de tão qualificados dirigentes que subiram a pulso de lava-pratos, assaltantes de bancos, sabotadores, traidores a ministros e altos dirigentes…

    Gostar

  48. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 15:55

    #47 – ai não! iam para lá defender-te o coiro, para poderes explorar os pretos. podias ter lá ficado a lutar pelos teus ideais patrióticos até ao fim, sempre nos poupavas a tanga lusotóina.

    Gostar

  49. Piscoisa permalink
    28 Agosto, 2009 16:07

    Cuidar dos vivos!É isso que deve ser feito!Há muito vivinho por todo o mundo candidato a submeter-se á luz deste novo império fundado pelos defensores de “causas”(em especial a deles na pessoa do seu rico coiro afastado de minas, tiros, pó, capim e má comida)que psicologicamente os levou a demonstrar-nos como as coisas devem ser feitas.A nós, os do antigamente, talvez retornados sabe-se lá…assim nada de repressão.Não existem homens maus, não deve haver guerra(mandar as tropas para o Afeganistão, Líbano, Kosovo,Congo é chato mas quem paga manda…)nada de raças, o melhor é misturar as raças para que sejam todos iguais, todos diferentes.Em especial nos centros experimentais que são os bairros multiculturais.Em África este império é famosos como ao tempo de D.ManuelI o era o do famoso Preste João.Todos querem aderir.Visitem as escolas e cerca de 25% dos alunos estagiam para este novo mundo.Com magalhães que na terra deles nunca teriam.Uma benção.Qual Papa qual carapuça.Sócrates é deus na terra.E os demónios brancos que não se distariam com minudências reivindicativas que é preciso muito trabalhinho seu para manter o império em marcha…

    Gostar

  50. Piscoisa permalink
    28 Agosto, 2009 16:21

    Os gajos do antigamente não percebiam nada.Eram uns trogloditas.Uns incompetentes.Império?Porra que enormidade.Guerras?Um sacrilégio!Vejam agora como é que se fazem as coisas!Com papéis!Distribuem-se papéis que dizem:”português” e pronto… um império cada vez maior, no voluntariado, com direitos humanos, animação, muita sociologia ISCTE em que todos andam satisfeitos…TODOS????Pelos vistos existem por aí uns irredutíveis que refilam de tanto pagar… os gajos não percebem que pagar é bom para a humanidade, para o império da harmonia, não percebem que as animadoras para ganharem 3800 euros por mês precisam de diferentes, que os pensadores cientistas da pobreza e desigualdades precisam de pobres como o pão para a boca!Mas esses trogloditas pagam nem que seja com língua de palmo!A sociedade socialista multicultural está em marcha.ninguém a consegue deter…

    Gostar

  51. Piscoisa permalink
    28 Agosto, 2009 16:35

    E esses reaças que se cuidem!O Louçã já tem a lista deles na mão.Pagam e tornam a pagar.Têm que dividir.O que é deles é de toda a gente.E pobres em África é aos montes! Montes deles!

    Gostar

  52. Tribunus permalink
    28 Agosto, 2009 17:15

    Não creio que seja exequivel, a transladação dos nossos soldados
    (policia,exercito,pide, marinha) das antigas colonias.
    Mas era possivel alugar uns pretos, nessas ditas colonias (agora è assim que eles vivem) e iniciar a recuperação de ossadas em cada uma das colónias e fazer um cemiterio local em cada uma das colonias!
    Teria custos mais reais, dignificavamos os 13.000, que alificaram,
    metade mortos em combate a oura metade em acidentes.
    Julgo que isto seja realista e os actuais sobas não contrariassem a ideia.

    Gostar

  53. 28 Agosto, 2009 17:25

    E os arqueólogos senhores? Querem privar os futuros arqueólogos, das vindouras gerações de elites africanas, de material de estudo?
    Querem apagar os vestígios da colonização?
    Querem ir todos para África? Ou esperar mais alguns anos para a África vir para aqui?
    Que tal investir nos vivos?

    Gostar

  54. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 17:26

    tribunus

    http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9421991.html

    Moçambique: Portugal vai reabilitar cemitérios militares nos PALOP – CEMGFA
    11 de Março de 2009, 13:57
    Maputo, 11 Mar (Lusa) – Portugal reabilitará, em breve, os cemitérios militares em Moçambique, Angola e Guiné-Bissau, no âmbito de um projecto de preservação e valorização de sepulturas de ex-militares portugueses que morreram na guerra colonial.

    Gostar

  55. Anónimo permalink
    28 Agosto, 2009 17:33

    Parece incrivel que o raio do estado novo para além de mandar os soldados para as colónias para a guerra nem sequer os trazia de volta. Ficavam lá nos cemitérios que era mais barato. Parece que são milhares. Incrível. Se calhar só voltavam os ricos.

    Gostar

  56. 28 Agosto, 2009 18:16

    metade mortos em combate a oura metade em acidentes.

    Os números mais correctos devem andar pelos 30/70 por cento.

    Gostar

  57. Zeca permalink
    28 Agosto, 2009 20:22

    Os militares prometem, mas são os políticos que fornecem os meios. A identificação não constitue problema: há meses uma antropolóloga foi à Guiné e conseguiu identificar os restos mortais do seu irmão morto em combate. Todos os países decentes honram os seus mortos em combate. Também aqui não foram eles que escolheram ir; foram por decisão política.
    A diferença entre as promessas do PS e do PSD está na pessoa que promete. Estou convencido que MFL, se for eleita mandará proceder à recolha desses restos mortais. E custará menos do que qualquer derrapagem das que se observam na maioria das empreitadas do Estado. Um dia havemos de ser governados por gente com vergonha. Façamos o que nos compete e o resto virá por acréscimo.

    Gostar

  58. 28 Agosto, 2009 21:43

    Caro Anónimo (posta 57),

    Esse é um problema bem Português e não do Estado Novo. Veja os milhares que ficaram em França na Primeira República e mais recentemente o pessoal dos serviços de informações posto a “descoberto” pelos governos de Guterres e Sócrates. Noutros sítios mais civilizados bem menos da cadeia.

    Isto já para não falar da polícia que precisa de levar o papel higiénico para a esquadra se se quiser limpar depois de ir à retrete.

    Este País é uma vergonha, aqui é mais Doutores Amorim, “Eng.” Sócrates, “Dr.” Passos Coelho e companhia. É por isso que ao menos MFL tem uma a favor dela que tirou um curso a sério, não passou a vida a parasitar o contribuinte e sempre fala menos que os habituais mentiros compulsivos.

    Cumprimentos,
    Paulo

    Gostar

  59. 28 Agosto, 2009 23:29

    Conversas de quem não sabe do que fala.
    Fazem ideia de quantos restos mortais vieram das províncias ultramarinas em urnas e entregues hás famílias contendo sacos com pedras, sem qualquer resto mortal do suposto ante-querido?
    Como antigo combatente na Guiné só espero que tratem com dignidade os camaradas, que passam fome e vivem na miséria, com doenças e que as agruras da vida os arruinaram,mas só aqueles que realmente precisam de dinheiro, não aqueles que só porque como eu foram para a guerra acham que devem ser recompensados mesmo sem ter necessidade,deixem de ser hipócritas.
    Antes de pensarem nos mortos ajudem os vivos, deviam de ter vergonha do que estão a discutir.
    jojoratazana

    Gostar

  60. Lusitânea permalink
    29 Agosto, 2009 19:20

    A propaganda internacionalista anda por aqui disfarçada.
    O enterro temporário dos soldados continentais e ilhéus no ex-ultramar foi certamente uma medida ajusta e económica.Tudo era Portugal.Deixando de o ser e passado tempo em que só restam ossos é barato trazer tudo, não em caixões grandes mas em caixinhas pequenas.Porque na naioria estão identificados.E não têm pedras como diz o internacionalismo.Os camaradas vivos dos mortos não o fariam nunca porque traição não era com eles…

    Gostar

  61. Lusitânea permalink
    29 Agosto, 2009 19:20

    “ajustada”

    Gostar

  62. Socrates de Atenas permalink
    29 Agosto, 2009 22:03

    O comentário do senhor anónimo (1º) revela o baixo nivel da gentinha que ele defende, brincar com quem morreu em combate revela uma falta de repeito brutal por qualquer valor humano, é este o espirito pinóquio que sagra pelo pais, deus nos livre destes vermes que abundam na sociedade Portuguesa que falam em nome da patria mas que a “enrrabam a força toda” e a todos nós.

    Gostar

  63. 30 Agosto, 2009 16:47

    Kusitânia.
    Que bem falas?
    Santa ignorância.
    Vai lavar a cabecinha.
    Depois do rebentamento de um morteiro, de uma granada, ou de um obus que matava 3 ou 4 andavas tu a recompor os corpos de cada, para virem completos.
    Só os parvos que não conheceram a guerra falam assim.
    jojoratazana

    Gostar

  64. velyn permalink
    31 Agosto, 2009 00:16

    A malta da política em geral convive muito mal com a memória da guerra colonial. Todos estes bravos rapazes fugiram ( por objecção de consciência, bem entendido) e foram para o exílio. Foi a gleba da aldeia, pouco sofisticada politicamente, que fez o que o pais lhes pediu e arriscou o coiro e o os tomates na picada. Alguns destes bravos rapazes refractários/desertores que aproveitaram o exilio para copos/meninas/doutoramentos/pós-graduações vieram até reclamar que o tempo de exílio lhes contasse para a reforma. Até o Pacheco Pereira, pessoa por quem tenho algum respeito teve o descaramento de dizer que era precisa mais coragem para fugir para Paris do que ir para a Guiné. Andou mal Pacheco nesta.

    Gostar

Trackbacks

  1. A má consciência e os restos mortais dos soldados portugueses mortos na Guerra Colonial « O Insurgente

Indigne-se aqui.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: