A fúria casamenteira
A) Que «direito social» se perde por se viver em união de facto?
B) O velho chavão da evolução aplicado a esta matéria torna-se grotesco. O que é evoluir nesta matéria? É casar toda a gente mesmo contra sua vontade?
c) “nós não deixaremos de lutar pelos direitos sociais de todos os que escolheram livremente viver em união de facto” – como os homossexuais e os polígamos não escolhem viver em união de facto pois como não se podem casar não podem escolher restam as uniões entre um homem e uma mulher. Mas esses podem casar-se. Logo se escolheram livremente viver em união de facto é porque muito simplesmente não se pretendem casar e não querem assumir nem os direitos nem os deveres inerentes ao casamento. Donde cabe perguntar que luta é esta? A quem se destina? Onde estão esses unidos de facto dos quais o PS se quer fazer paladino?

Gostava de saber se essa gente ao comprar casa o faz “de boca” ou por escritura? Se forem coerentes fazem-no de boca e depois tentam alterar a legislação para que isso valha tanto como uma escritura.
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sou da mesma opinião, só deviamos discutir este assunto depois do bpn estar resolvido. começa a ficar muita coisa pendente.
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A quem se destina?
Ainda pergunta?
Ao lobby gay. Nunca uma união de facto considerou casal 2 homens ou 2 mulheres.
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E a resposta é mesmo ao lobby gay, de quem são meras correntes de transmissão, porque nunca ninguém assistiu a bloqueio da ponto por pares homo a exigirem isso.
A finalidade é sempre a mesma- destruir o casamento, para inventar novos casamentos obrigatórios.
E, como isso não passa porque as aberrações são importadas por moda, vá de quererem considerar casal sem ser casado, para adoptar e depois de a famelga alternativa já estar praticamente legalizada, dizerem que é ilegal que não possa ser equiparada à única que existe há milhares de anos e que não precisa de se abastecer por clonagem ou por barriga de alterne e esperma comprado a terceiros.
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Mas, nestas coisas, ou bem que há coragem para chamar a tudo aquilo que é- aberração e mostrar as consequências dessas aberrações sobre terceiros que as não pediram- ou então, em abrindo o flanco por frouxice, resta abanarem a cabeça ao que falta.
Mundo às avessas é isto e esta gente milita por ele.
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Está aqui a resposta:
http://portugalgay.pt/politica/ilga01a.asp
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Mas a Helena também faz demagogia desnecessária com essa mania de ir atrás das “escolhas e opções”.
As pessoas lá vão vivendo conforme calha e pode calhar uma coisa hoje e outra amanhã e nada disso tem de ser essa treta do uníssino simultâneo- sempre livre e racional, em vez do inverso, também sempre em uníssono, sempre livre e racional.
V.s alimentam a mongalhada da língua de pau e depois são obrigados a comer do mesmo.
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Há muita gente a viver junta durante períodos de tempo variáveis. E entre toda essa gente possível não têm todos de estar em relação familiar.
Portanto a base ou é coisa de contratos e impostos que até as firmas têm, ou é chamar-se atribuição de parentesco à partilha de um tecto.
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atenção pessoau! chegou o movimento prócriada.
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E, mesmo os que estão em relação familiar por um período longo no mesmo tecto, também não têm de ser casal.
Donde, isto apenas serve para chamar casal e atribuição de parentesco ao que nunca foi. Com uma única base “amorosa” e sexual que também nunca foi condição para atribuição de parentesco.
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Este é mais o “movimento pró escravos fornecedores do que nós sozinhos não podemos fazer mas que dispensamos partilharem do benefício a dois que é só para nós”
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Há quem viva em união de facto com o cão ou com o periquito e não tenha os mesmos direitos dos casados. Ora, isto é uma injustiça!
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Problema-mor do regime: esse tipo de casamento.
Sempre a “evoluir”…
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a prócriada de servir trabalha a petróleo e tem o gicleur entupido.
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Está aqui a lei que existe e o que queriam mudar, incluindo o direito à procriação médica assistida
http://portugalgay.pt/politica/parlamento06.asp
Mas, a piada é que estes do Portugal Gay não assinaram.
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Quanto ao “muitáfrente”, vale sempre a pena recordar a Alda Macedo a propósito de legalização de pedofilia:
«
È uma medida deveras interessante que se apresenta contra as tradições. Cada um come onde quer. Por outro lado, é uma forma de implementar uma postura contra a atitude discriminatória que existe por parte da maioria dos portugueses. A câmara de Lisboa demonstra um conjunto de valores positivos que se insurgem contra preconceitos. Assim como existe o turismo pedófilo para a Tailândia, também nós por cá deveríamos favorecer essa preciosa fonte de divisas. Até deviam criar uma taxa autárquica sobre os turistas gays estrangeiros que nos visitam. Sempre eram mais uns tostões»
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Sempre que há eleições é assim:
http://www.ilga-portugal.pt/glbt/gip/dossiers.htm
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