Mundivisão II
Notável. Em 1999, a modernidade chegava a Portugal pela mão do ministro José Sócrates e sob a forma de um europeu de futebol:
“Muito importante para Portugal se colocar no lote de países que são capazes de organizar grandes eventos desportivos”
“Sempre soube que a aposta no Euro 2004 era a aposta certa”
“Vitória do Portugal Moderno”.
Em 1999 Sócrates dizia do Euro 2004 o que hoje diz do TGV. O “colocar no lote de países que são capazes de organizar grandes eventos desportivos” é equivalente ao actual “ligar Portugal às redes europeias de alta velocidade.
Estou certo que o Simplex nos explicará quão importante é o investimento público no TGV usando as lições que se tiraram do importantíssimo investimento no euro 2004. Podem aproveitar para falar do estrondoso crescimento económico do ano de 2004 e seguintes, da queda do desemprego e do clima de felicidade geral que o país tem vivido desde então.
Note-se ainda que o interesse de Sócrates por arquitectura durante os anos 80 se transformou num interesse por “peças de design” nos anos 90.
Video via Tiago Moreira Ramalho no Corta Fitas.

Parece que existem uns parolos que consideram que reealizar grandes eventos desportivos ou outros e ter capacidade para isso é mAU
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Por acaso nesses anos há quem se gabe que a economia estava melhor e nem se lembra que foi o euro
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Facturou quanto, esse espectáculo?
Quanto entrou? Que é que mudou por isso?
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Bem lembrado e lembro-me, o que cá se dizia
É com espirito empreendor que se constroi um pais.
Pessoas do passado? passas bem obrigado
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A modernidade do Sócrates não é mostrada nas televisões que passeiam pelo país para animar as massas.Esperava alguma coisa do “serviço público” pago inclusivé pelos motores de rega mas nada.Ficam assim os Portugueses indígenas a desconhecer a realidade do Portugal moderno dos “bairros problemáticos” que vão nascendo como cogumelos e em que a modernidade é ao contrário.A caminho da África profunda…
Os portugueses por “afectos” têm tratado bem da saúde aos Portugueses indígenas…
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Eleger o António Costa para a CML, o homem da africanização,é o fim dum ciclo.O de Portugal.Que vai ser outra coisa qualquer menos uma nação.Palavra todos os dias deitada na fogueira do politicamente correcto que querem é construir sobados e califados ainda por cima pagos pelo indigenato…
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Alguém consegue imaginar Portugal, país em que os media se ocupam do futebol , que respira futebol, que tem Eusebios, Cristianos, Figos… sem nunca ter realizado um europeu na europa que respira futebol??
Impossível
é muito mellhor deixar que os pessimistas se ocupem a dizer mal da coisa realizada que até foi sucesso, do que ter os mesmos pessimistas a dizer mal porque nem se tinha realizado oo euro2004
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Quanto facturou?
Qual foi o retorno?
O que se desenvolveu à conta disso?
É apenas a isto que se tem de responder porque a justificação do tipo era esta- não era outra.
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Sócrates sempre foi, e continua a ser um político yuppie, fútil, irresponsável, maleável…
RUA !
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#9 – no teu lugar e por coerência nunca mais teria entrado no estádio da luz.
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10,
No seu lugar e por coerência, se não fôr cristão, completamente agnóstico, laico, não olhe e muito menos entre em igrejas.
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Gostava de saber, depois daquele investimento brutal que foi o Euro que ainda estamos a pagar, quem foi o português(es) que permitiu que Scolari mostrasse na final, perante as televisões de todo o mundo, a bandeira do Brazil. A fatia melhor da promoção do País foi dada de bandeja ao país “irmão”.
Quem permitiu ou não puniu uma atitude destas deveria ter sido julgado por alta traição.
Aí senti pela primeira vez vontade de desistir disto e emigrar.
Foi a maior “gozação” que se pôde fazer ao povo de palhaços que alguns portugueses acham que somos.
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Se a entrevista não foi combinada, temos que admitir que Herman é um génio que incomoda muita gente.
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Miss Isabel,
Também muito mau e insultuoso, foi o seleccionador “Nacional” Scolari, ter dado um murro num jogador duma outra selecção, e ter permanecido no cargo…
Um presidente da FPFutebol a sério, sem compromissos “fora-de-portas” com Scolari… teria rescindido imediatamente o contrato.
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O outro jogador poderia ter retribuido o cumprimento ou ter-lhe posto uma queixa crime.
Na outra situação, nós portulhaços, fomos gozados e roubados à frente de todo o mundo e nada se passou.
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é , a mania do “parecer” a nível de quem dispõe dos nossos impostos é péssima. se o meu vizinho lhe dá para comprar um mercedes quando tem é dinheiro para um panda? problema dele. agora , desperdiçar assim em tretas grandiosas ( cujo único mérito é custarem muita massa para inglês ver e político mamar mais um bocadinho) , o que me custou a ganhar? pqp.
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O euro2004 valeu a pena. O unico mal é não estarmos a realizar já novamente o próximo. Os euros de futenol deviam pasar a ser sempre ou em Portugal ou na Italia.
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Nada diferente dos Maddof Sociais, há 30 anos nos dizem que investir cada vez mais na Educação é bom negócio. Tal como num investimento não político prometeram-nos riquezas futuras e futuros radiosos e quase o céu na terra.
30 anos depois os resultados desse investimento que se revelou altamente especulativo estão á vista.
———-
Aviso aos Socialistas: 30 anos depois do TGV em França o Partido Socialista Francês está desfeito, e a modernidade mede-se pelo número de carros incendiados.
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17,
Mas já está na calha outro “desígnio nacional”(*): o Mundial de Futebol’2018 em Portugal e em…Espanha.
(*) JSampaio, AGuterres, JSócrates usaram o termo em relação ao Euro 2014.
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O que se desenvolveu à conta disso?
Ajudou a criar três belos estádios de futebol.
Os outros foram o acrescento dado aos empreiteiros.
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Com a final a realizar-se num Estádio da capital de toda a Ibéria; Madrid.
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Ih, nome de filósofo grego, falso, porém, e demagogo como esse da Grécia não foi, sacrificado à lisura da verdade. Outros tempos.
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Eu tenho para mim (como dizem certos intelectuais pseudo bem falantes) que nesta coisa do Euro2004, o socras também meteu o dedo no pudim…
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Isabel, a capital da Iberia é Lisboa, não é Madrid. É a capital da maior região da IBéria… Lisboa. E se não for Lisboia é barcelona, não Madrid.
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Estou a ouvir o beato Louçã
“Blooo central, blá blá blá, para que tudo volte ao normal…”
Inteiramente de acordo
Para que isso não aconteça só há uma hipótese votar no bloco central do Eng. Sócrates, maciçamente
Porque tudo o que o Sócrates fez foi “anormal” aqui d’el rei
Se não querem que o funcionalismo público continue a ser os cidadãos de primeira, que a tropa fandanga e apêndices sejam os seus seguidores, que a justiça continue a merda que é, não houve mais tempo para os afrontar e, mesmo assim, ui ui, os médicos, os professores, enfim todo esse baronato à solta para o saque ao estado
Votem no Louçã e vão vê-los a fugir para Espanha, Brasil, Inglaterra, etc etc
Portugal, jardim à beira mar plantado
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Anónimo # 23
Desculpe a minha ignorância, mas Madrid não é a capital de Castela?
Não foi Castela que anexou todos oe reinos ibéricos, excepto um, o do canto, aquele cheio de gente opinativa e ingovernável?
Não estará a chegar o seu grande momento “deles” de, enfim, cumprirem o seu Império?
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26.Isabel disse
30 Agosto, 2009 às 5:43 pm
Tem parcialmente razão.
O termo Ibéria a alguma vez passar do papel à prática implica não uuma nação mas um conjunto de identidades.
Assim sendo não há capital nesse sentido, haveria uma cidade admnistrativa, outra judicial e por aí fora.
É assim que eu vejo.
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E, claro, podia haver um sub-centro desportivo.
No Oporto.
Logo que o CAA saia da sua clausura onde está a fazer um retiro espiritual e onde seria o ditigente incontestado pela sua reconhecida isenção.
Amén.
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#24, 26, 27, 28
Já estamos a candidatar-nos a “comunidad”? Com uma “generalitat” ou com “xunta”?
Não sei se é muito bom… Ainda levamos com o sapateiro que, como se vê nos resultados economico-sociais é tão mau ou pior que o sokas.
Só era bom porque aí o “rollo” ia ser tal que a UE tinha que aparar o golpe. A Ibéria valeria tanto como a França, a Itália ou o Reino.
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# 27
Eu, pela minha parte, não quero ver nem sequer imaginar.
# 29
Só porque nós fazíamos parte dela?
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E já agora. Passaríamos a ser súbditos do rei de Espanha?
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QUERO LÁ SABER SE FAZEMOS PARTE DE ESPANHA OU HOLANDA..PREOCUPADA FICAVA SE PASSASSE-MOS A SER PARTE DO BURKINA FASO….PELO MENOS SÃO PAÍSES CIVILIZADOS E COM QUALIDADE DE VIDA…QUANTOS PAÍSES DESAPARECERAM OU NASCERAM AO LONGO DA HISTÓRIA ….?
ANTES O REI DE ESPANHA QUE O ALZHEIMER QUE CÁ ESTÁ NA PRESIDÊNCIA…
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E já agora. Passaríamos a ser súbditos do rei de Espanha?
Não percebeu nada.
É aliás essa a ideia de todos os que estão contra tentam passar.
De qualquer maneira isto é apenas académico.
Os tugas nunca vão conseguir pensar para lá de Paio Pires.
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# 34
“Não percebeu nada.”
Se quiser acender uma luzinha…
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Se quiser acender uma luzinha…
Tenho muito respeito pelas suas intervenções e não vou entrar por esse caminho.
A Ibéria é um conceito que não tem a ver com essas minudências.
A ideia de que Portugal seria integrado na Espanha é outra falácia.
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mundividência? ninguém se lembra da mundividência? parece que o ken agora trocou para mundivisão ( sempre é um progresso ) tem o meu sobrinho de 9 anos : oh tia , agora vou lá poupar para a lambreta!! quando tiver 16 anos sabes lá como nos vamos transportar? não sei , mas planificar certo tipo de coisas a longo prazo , ignorando como tudo se passa à velocidade da luz , com inovações e mais inovações e inventos e desenvolvimentos que facilitam a vida e poupam deslocações , é de atrasado. Comidinha a longo prazo é que era boa ideia , as cenitas liofilizadas e tal nunca vingaram.quem diz comidinha , diz outras necessidades básicas. bem comidos e dormidos? estamos prontos para qualquer mudança.
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Isabel , não sou súbdita do meu Rey , aquilo não é uma monarquia absolutista. Ele é que é nosso servo , no sentido em que tem de zelar para que os representantes do seu povo nos representem de facto e não se alarguem na pastagem. Somos “salvaguardados” do Rey , mais bem , que está ao nosso serviço , defendendo quem o aceitou como guardião , o Chavez que o diga . Mas acho que o Rey já tem gente que chegue para salvaguardar. Aliás , salvaguardar os tugas das hienas que os governam? só Zeus. Nada ao alcance de um simples mortal , mesmo que seja Rey.
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J. Sócrates representa tudo o que de pior têm os genes de um certo (por)tuga.
O tipo é completo.
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Caso não tenham reparado, o Governo de Portugal encontra-se numa unidade de cuidados
intensivos. Não, não esfreguem as mãos, por razões várias, muitos de nós fomos
responsáveis, com o nosso voto, pela sua existência, e depois, coisa bem mais grave, não
é o Governo de Portugal que está nos Cuidados Intensivos, somos todos nós, que à vez,
iremos perceber que também já estamos com uma senha de vez, na mão.
Sou cidadão português, adulto, com a minha saudável dose de taras e manias, e um perigoso
sentido de análise da Realidade. Pelo gosto, sou bastante exclusivo, e reconheço, a
quilómetros, quando uma coisa cheira mal. Há, para casos como o meu, uma alínea
constitucional, que me salvaguarda o direito de, ao sentir que há mau cheiro no canal,
não ser forçado a aproximar-me mais do que quero. Ora sucede que, neste decorrer dos
meses, apesar de cada vez gritar mais alto que NÃO QUERO, há uma máquina torpe, medíocre
e teimosa que me diz, “não queres, mas has de comer…”
Não como.
Vamos tratar os bois pelos nomes, e voltamos ao Flagelo da Educação. A Educação, em
Portugal, está neste momento reduzida a trincheiras onde se faz tudo menos educar. De um
lado, um grupo limitado de pessoas, com percursos humanos, académicos e políticos
altamente duvidosos, que, mercê das circunstâncias, se tornaram tão públicos, tão batidos
e tão escandalosos que não há uma só pessoa interessada que não os conheça, e pelas
piores razões. Do ponto de vista do pietismo, Lurdes Rodrigues e Valter Lemos, por
exemplo, esticaram de tal modo a corda, até ao ponto do não-retorno, que se esqueceram de
que, de um dia para o outro, poderiam voltar a ser banais cidadãos, com direito a
privacidade pessoal e ao direito de circulação e anonimato, mas que, pelos seus
comportamentos anómalos, passarão a ter, para sempre, a sua integridade em risco.
Numa leitura de Aldeia Global, abdicaram, no futuro, do Direito à Indiferença.
Não há paralelos, mas há imagens que marcam: detesto duas, a de Mussolini e da amante
Claretta Petacci, pendurados pelos pés, e a de Ceausecu e da mulher, mal caídos juntos de
um muro, olhos abertos, e vítimas de fuzilamento sumário. Em quadrantes diversos, eram as
imagens de horror de dois regimes onde o ódio tinha sido extremado.
Do outro lado da barricada, temos os cidadãos com habilitações mais elevadas da Sociedade
Portuguesa, coisa que se tornará ainda mais evidente, quando esta guerra se estender ao
Ensino Superior — e está iminente — e, portanto, desabituada a tratamentos de feira, de
peixaria ou de zaragatas entre rameiras e chulos. De um dia para o outro, todavia,
descobriram que estavam a lidar com gente politicamente incompetente, academicamente
filha do só-deus-sabe, com intervenções na sociedade totalmente anómalas, e com problemas
existenciais do foro clínico, mas tornadas em jogos de opressão do Outro. Esse foi o
primeiro 1 a 0 dessa corja, o usar armas sujas, com pessoas que estavam habituadas a
corredores de pelica e a discussões de patamar intelectual superior. Foi o primeiro, mas
já acabou. Neste momento, não haverá na elite portuguesa quem ainda não tenha percebido
que essas pessoas não prestam, de qualquer que seja a perspetiva em que sejam abordadas.
De aí deriva, como imediata consequência, que qualquer que seja o método que queiram
adotar, já perderam qualquer credibilidade na “avaliação” de quem quem quer que seja,
porque avaliar pressupõe, pelo próprio valor axiológico do termo, uma superioridade
nascida do reconhecimento, e nem a Dona Lurdes, nem o Senhor Valter e o Pedrosa dispõem
de qualquer idoneidade para o fazerem. Tornaram-se demasiado conhecidos, e por aqui acaba
qualquer diálogo. Aceitar qualquer proposta de avaliação provinda desta corja equivaleria
àquela terrível situação que Oscar Wilde descrevia como “a tirania do mais fraco sobre o
mais forte”.
Não queremos.
O problema, todavia, como sabem, é mais vasto, e vem de um Governo cujo Primeiro-Ministro
sofreu a mesma descredibilização Política, Social, Académica e Humana, desde o Caso do
Diploma. Há quase dois anos que José Sócrates perdeu qualquer tipo de idoneidade para
governar um País Civilizado. Talvez fosse bom para fazer companhia ao seu amigo Mugabe,
que preferiu receber, na mesma altura em que virava as costas ao Dalai-Lama, por exemplo.
É um oportunista, perverso, filho de uma má-consciência e capaz de tudo para se perpetuar
no Poder. Move-o a Vaidade, a fonte de energia mais inesgotável e infinita do Universo,
mas nós estamos cá para lhe provar que ele não tem motivo nenhum para vaidade: é um
subproduto de um subúrbio europeu, e só consegue singrar porque a quase generalidade da
população está mergulhada numa passividade, insensibilidade e níveis de ignorância tais
que não conseguem ver que o rei está nu, e essa é a verdadeira Crise da Educação: a
incompetência da Opinião Pública.
O “Sol”, e agora o “Público”, começaram a desenterrar o “menino” que estava em coma
induzido. O blogue de Joana Morais é exemplar, e faz a estranha “linkagem”, em que temos
vindo a insistir, entre as coisas duvidosas do “Caso Maddie” e uma estranha ocorrência, a
meter Sócrates e a mãe (!) — Freud sempre tinha razão… — os advogados e autarcas do
costume, e o usual varrer para debaixo do tapete. A coisa não era nova, e também já tinha
circulado pelo “Diário de Notícias” e pelo “Expresso”, e anda agora pelas mãos de Cândida
Almeida, que até é capaz de ser uma excelente pessoa, mas que, perante os ouvidos
incrédulos dos Portugueses, mandou, um dia, arquivar o Caso do Diploma (!)
Quem arquiva um diploma mais facilmente arquiva um “Freeport”, mas isso é-me indiferente,
porque já não conto com a Justiça Portuguesa para nada, exceto para os desânimos e as
anedotas de corredor. No fim, já todos sabemos, haverá sempre um Bibi e um Vale e Azevedo
que serão sempre os culpados, e o resto continuará paisagem e gente de mente suja a
lançar suspeitas sobre cidadãos honestos.
A porca torce o rabo a ser iminente a Justiça Britânica estar a desenterrar o “Freeport”,
o que viria ferir de morte Sócrates e os seus ridículos penduricalhos governamentais.
Aliás, suponho que esta escalada de tensão entre Poderes Nacionais é já prenúncio de que
os senhores se sentem perdidos. Em caso de desespero total, tentarão uma
“berlusconização” do Regime, uma antecipação de Eleições, e uma coisa com a qual vocês
nunca sonharam, mas a Itália já tem em vigor, que seria um Sócrates, imunizado, por uma
Segunda Maioria Absoluta, e colocado acima de qualquer Lei da República.
Não, não se riam: esse é o filme a que poderemos assistir em 2009, e está nas vossas mãos
evitá-lo.
Na Blogosfera, ergue-se um movimento que intenta utilizar o voto como arma de protesto,
destruindo as massas eleitorais, e entregando os resultados a estranhas derivas, que
poderão conduzir a combinatórias parlamentares inesperadas (Pode ler AQUI).
A luta pela Cidadania, todavia, tem de se tornar mais certeira e minuciosa: caso vos
interesse, voltei a relembrar o papel do maçónico Jorge Sampaio no 1º Golpe de Estado do
Regime Constitucional Português. Todos nós assistimos, e não percebemos o que era, mas já
então era.
Há, igualmente, pela Blogosfera, um rumor crescente de que é necessário desmascarar as
Sociedades Secretas que governam Portugal. As mais conhecidas são, como é sabido, as
diferentes tonalidades da Maçonaria e da Opus Dei, mas não são as únicas, e vamos já a
uma verdade de La Palisse: sendo o Supremo Magistrado da República maçónico, e não sendo
o Grão-Mestre dessa… coisa, sucede, por silogismo simples, que ocupa uma posição
inferior na sua Loja, ou seja, acima do Presidente da República existirá alguém a quem
ele deva OBEDIÊNCIA, ou, seja ainda, por transitividade, haverá alguém, na Sombra, que
manda em si, cidadão, porque manda no SEU Presidente da República.
Vire o disco, e onde escrevi Maçonaria, escreva agora Opus Dei, ou qualquer coisa afim
que lhe venha à testa.
Uma coisa destas é incompatível com DEMOCRACIA, e, ou se clarifica, ou vamos ter de
agarrar em chuços e acabar com ela, à força.
Talvez este parágrafo lhe torne mais claro o que aconteceu com Paulo Pedroso, Ferro
Rodrigues, Sanatana Lopes, Paulo Portas, José Sócrates, e uma estranha dissolução da
Assembleia da República, a pretexto de um Governo que não fez nem a centésima parte do
que esta corja tem feito.
Mais do mesmo vem, e torna claro os sorrisos e impunidades de Fátima Felgueira e Armando
Vara, quando nos revelam que foram, em idos de 90 sócios fundadores de uma porcaria
chamada “SOVENCO” — depois, obviamente, falida — com o Sr. Sócrates. Se não acredita,
leia aqui, pesquise no “Google”, e far-se-lhe-á imediatamente luz sobre muita coisa.
São os Ovos de Colombo da Situação.
Vamos voltar à base: a vaidade de Sócrates não suporta viver sob pressão. A Justiça
Britânica, a ser verdade que o está a investigar, e suponho que isso deverá ser a
fotonovela das próximas semanas do “SOL”, irá pô-lo numa situação igual, ou pior, àquela
em que já deveria ter sido colocado, no “Caso do Diploma”, porque a Justiça Inglesa não
vai lá com telefonemas, gritos histéricos e ameaças. Mais, uma visão atmosférica de toda
esta porcaria só me dá vontade de aplicar aqui a mesma bitola do tão criticado Sistema
Americano: peneirar, até à exaustão, todo o passado pessoal, politico e quejando dos
candidatos a voos políticos. Uma vez descoberta a mácula, afasta-se, e ponto final.
Uma tremenda frente de batalha é a dos Professores: este mês vai ser decisivo para
combater um inimigo torpe, desclassificado, e que a História já avaliou como um dos
piores períodos políticos da nossa existência, enquanto Nação. Pode parecer que estamos
num impasse. Não estamos: até pode suceder que, depois de conquistado o terreno, entre as
ruínas, e chegados à porta onde julgamos estar a terrível fera inimiga já só encontremos,
depois de um pontapé de arrombamento da porta, três corpos mortos no chão, e já em
adiantado estado de putrefação. Até lá, toda a UNIDADE e imaginação serão fundamentais.
Boa Noite.
Por Arrebenta
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João Miranda
Este post é a todos os títulos notável. Parabéns!
A comparação entre o Euro 2004 e o TGV em termos daquilo que representam para um país endividado como o nosso é extraordinariamente lúcida.
Apenas 30% dos Estádios do Euro 2004 são rentáveis.
Vamos ver o que acontece com o TGV … Um abraço
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Results of Sunday’s state elections in Saarland, Saxony and Thuringia
http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,grossbild-1686416-646011,00.html
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Os ventos que sopram por cá,
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sugerem por aí que as próximas eleições em Portugal serão o sinal da que ficará conhecida como “a revolta contra os Impostos” que encerrará defintivamente o longo ciclo politico-partidário do arco de poder…..
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Surge politicamente essencial os Partidos desse arco do poder anteciparem-se a esta ‘bomba relogio’ com uma Amnistia Fiscal antes das eleições.
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É assente que já ninguém ‘compra’ o habitual paradigma das ‘promessas eleitorais’. Nem há meios comunicacionais capazes de reacender vontades de ‘acreditar’.
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A abordagem do eleitorado às eleições europeias, não os seus resultados ocasionalmente circunstanciais, sinalizou sem margem para duvidas o que ‘inesperadamente’ aí vem.
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Apenas um alerta cauteloso.
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é post repetido do pacheco pereira na sábado online. mas pronto…
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