Tenho de lhe dar os parabéns, em meu nome e de outras pessoas com quem ainda há bocado falei ao almoço, pela forma simples e clara com que abordou o problema do Bom Sucesso.
É incrível a forma como a (In)Justiça funciona em Portugal; ou, melhor dizendo, a forma como a Justiça não funciona em Portugal.
Vivemos numa República das Bananas, em que tudo é permitido, em que o “chico esperto” é que é bem visto.
Li o artigo do PM e, embora não concorde com todas as suas ideias de outros artigos, tenho de lhe dizer que concordo com tudo o que diz neste artigo.
Vivemos numa anarquia completa, por isso tudo é possível.
Quando verificamos que todos os casos com Presidentes das Câmaras, com Administradores de Bancos e demais gente grada do burgo vão parar sempre em saco roto, acabando por prescrever, podemos esperar tudo da Justiça.
Já sabe, afinal (melhor, já indagou desde o seu post de 26 de Agosto), onde vota JPacheco Pereira ?
Se…”Moita Flores não vota em JPP, mas JPP vota em MFlores” ?
Ou… se JPP vota na freguesia de Rio Maior que é do concelho de Santarém, distrito da Marmeleira ?
Note: não duvido da sua honestidade, da sua luta pela verdade no ‘regaço’ de RRio e de outros, mas ficar-lhe-á bem esclarecer a diatribe vs. JPP no tal post de 26 de Agosto. Porque menorizou JPP e sobrevalorizou MFlores.
Se o Tribunal Administrativo ordenou a demolição há mais de ano e meio, porque é que Rui Rio ainda não o demoliu?
Obviamente porque não está interessado em cumprir a lei.
Quem cometeu a ilegalidade é que deverá suportar os prejuízos e não os actuais proprietários dos espaços.
É muito curioso, que nem no post nem em nenhum dos comentários seja mencionado o nome de Fernando Gomes, o verdadeiro responsável e que devia ir direito para a cadeia ou então pagar os prejuizos que causou.
Porque é que escondem o nome e falam no Rui Rio?
Se Elisa Ferreira souber deste caso, se lhe disserem que mais de 70% da população do Porto está contra a não-decisão de RRio e que votará no candidato que demolir o edifício, ainda o vai tomar como bandeira eleitoral e…terá de fazer o enorme sacrifício de trocar Bruxelas pelo Porto…
Não seja tolo.
O autor do post é que devia ter colocado com destaque a frase onde menciona Fernando Gomes.
Se não colocou algum motivo tem.
Eu comento o post e não o artigo do jornal.
Este episódio é sintomático do lodaçal em que se encontra o regime e da cumplicidade silenciosa e comprometida dos que deveriam actuar em nome dos cidadãos que os elegeram. A determinação e a defesa intransigente da causa pública não são meros enfeites eleitorais. Ou se cumprem, ou enlameiam.
Reduza-se a chamar Mr e Miss e Mrs e não me chateie.
Não tenho consideração nenhuma por um vendido que anda todos os dias a lamber o cú do CAA e a achincalhar o Benfica.
Um post é para ser comentado o que lá está e não os links.
Se ele não linkou o nome do Gomes algum motivo teve.
Eu sou apenas a zazie do blogue cocanha. O único parceiro que tenho na blogo é o musaranho coxo que também está bloqueado nestas caixinhas de comentários.
só um lírico, ou alguém que gosta de se armar em radical inconsequente ‘acha’ que este caso se resolve com uma demolição à bruta. aliás, das demolições do senhor paulo morais estamos nós fartos: perguntem aos moradores da pasteleira nova se gostaram do que ele lhes fez quando demoliu parte do aleixo. o senhor é um tretas…
A setenca do tribunal diz que o shopping deveria ser demolido em 3 anos e meio a contar da sentenca transitar em Julgado. Sendo assim ainda faltam 2 anos para que haja uma afronta à justica. Note-se ainda que o tribunal nao excluiu que a camara licencie o projecto (suponho que neste caso se exigiriam alteracoes à construcao).
É incrivel a falta de informacao que Paulo Morais demonstra artigo atras de artigo.
Ao fazer comentários como o que fez no #18 perde toda a razão e se calhar utilizou esse exemplo por se rever nas práticas que costuma efectuar aos seus amigos.
Olhe-se ao espelho.
Eu li o artigo do Jornal de Notícias e concordo totalmente.
Caso tivesse uma opinião contrária, saberia-o dizer de uma forma natural.
Ou todos têm de pensar como você?
Quem não concorda consigo não presta, estou a ver …!!!???
O caso do Bomsucesso, como antes o caso Dallas e outros são exemplos de uma política que, no Porto e em outras localidades, se caracterizou por construir sem respeitar a lei. Fernando Gomes fez várias asneiras e Rui Rio fala muito e faz pouco, pois leva o que pode para a zona da Boavista onde mora no Campo Alegre e discrimina a zona oriental da cidade, como as freguesias de Campanhã, Paranhos e Bonfim. Se a obra for de um privado apanha com vistorias, ameaças de coimas e outras multas, juros de mora e por aí fora. Quando é a sua câmara a fazer o serviço mal feito, demora oito meses a devolver uns euros e não paga juros.Isto é verdade e passou-se comigo. Nós portuenses, sabemos o ditador que ele é, mas numa cidade onde metade da população vive de subsídios e paga rendas de poucos euros, como se pode reabilitar as casas? Aumentando impostos, pondo a empresa Águas do Porto ainda pior, pois facturam por estimativa e não contam a água, apesar de terem acesso ao contador. Depois acertam, mas eo IVA? Já lá ficou. Num indivíduo com tantas preocupações sociais o que se vê? Umas corridas de automóveis na Boavista, claro, umas músicas apimbalhadas contratadas a amigos, museus fechados há anos, não defesa dos valores da cidade, … Daí a amizade de muitos lisboetas e o desprezo de muitos portuenses.
Quanto a Elisa o PS que aprenda a escolher gente que trabalhe e não gente da Porto 2001 que foi um fracasso.
É a primeira vez que dou total razão ao Fado Alexandrino, com quem estou quase sempre em desacordo.
Será por ele estar cheio de razão hoje que que os bufões do costume o atacam e eu o defendo?
A ideia que tenho, mas não estou certo, é que a Câmara terá de pagar aos proprietários/promotor, uma indemnização pornográfica. A ser assim, eu prefiro que fique o mamarracho, que nunca devia ter sido construído, mas não podemos imputar à cidade os encargos, sacrificando recursos que são tão necessários para imensas coisas.
O edifício foi licenciado pelo executivo de Fernando Gomes, pelo que passou a estar legal e pronto para a função após inspecções.
Alguém, passados X anos, e movido pelas reacções de alguns cidadãos e pela sua própria sensibilidade como cidadão, colocou em tribunal o caso da edificação.
O tribunal decidiu pela demolição.
Por óbvio, tem que haver indemnização. E por certo a entidade proprietária já recorreu da decisão.
Pode o executivo de Rui Rio mandar demolir o edifício quando há(*), neste momento uma recorrência em tribunal ? Parece-me que não….
O edifício foi licenciado pelo executivo de Fernando Gomes, pelo que passou a estar legal
O Gomes não faz leis e não está acima da Lei.
Se estivesse legal nunca haveria problemas, estava e está ilegal.
Ele que pague o prejuízo ou que malhe com os costados na cadeia.
Pode ser que o Pinro da Costa (tão amigos que eles eram) lhe dê uma ajuda.
O edifício foi licenciado pelo executivo de Fernando Gomes.
Contestável, a decisão ? — óbvio, e nota-se, até pela decisão do tribunal.
Pode, qualquer câmara e assembleia municipal, deliberar autonomamente de qualquer instância da justiça, assuntos do concelho, desde que não desrespeite nem interfira com a Lei, como foi o caso ? — pode !
Havia, no momento da deliberação camarária, algum constrangimento jurídico impeditivo da construção do edifício ? — não !
Ficou, o shopping, legalizado pela licença ? — sem dúvida.
É, também com estas ‘peças’, que alguém está a ‘jogar’ fora do ‘tabuleiro’ Autárquicas.
Havia, no momento da deliberação camarária, algum constrangimento jurídico impeditivo da construção do edifício ? — não !
Ficou, o shopping, legalizado pela licença ? — sem dúvida.
Fazendo um cômputo geral do processo, ao longo dos anos, avanços, retrocessos, investigações, avaliações, recursos, interposições e demais páginas desta história, os tribunais têm dado razão ao arquitecto, afirmando que a obra viola o PDM em vigor naquela altura (o de 1993) bem como o art. 2º do decreto nº 37575, de 8-10-49 sobre as distancias entre as construções e os espaços escolares. Assim, anulou a licença municipal passada cinco meses antes da abertura do centro comercial.
Este episódio do Bom Sucesso, que em tão boa hora Paulo Morais relembra, mostra que a CMP não está do lado dos munícipes mas antes defende os interesses dos promotores imobiliários. Nem Rui Rio, nem Fernando Gomes e muito menos a estrutura orgánica da câmara municipal do Porto alguma vez se colocaram do lado dos interesses dos cidadãos. Na melhor das hipóteses procuram encontrar grandes projectos que sirvam grandes interesses económicos e que procuram depois as justificações para que pareçam de interesse para a cidade.
Parabéns Paulo Morais e o meu grande apreço pela coragem do Arquitecto Pulido Valente.
Morais no seu melhor!
Populista! Inconsequente! Irresponsável!
Morais o que quer é o protagonismo de cavalgar as coisas fáceis para onde sabe os holofotes se viram. (como não existe por ele, tem que existir à custa da manipulação dos mal informados, como smepre faz). Levanta suspeições, não apresenta provas, propôe irresponsabilidades…
Quer demolir o Shopping à custa do dinheiro da Camara, ou seja nosso…
Quanto nos vai custar?
O prazo já terminou, e está a CMP em situação ilegal?
De facto o Shopping é um mamarracho e nunca deveria ter sido construido como foi, mas o que é que defende o interesse público? Demolir à nossa custa, ou promover outra forma de corrigir o erro e repor a legalidade?
Quem paga a conta? O Morais ou o Fernando Gomes?
A credibilidade do Morais é igual à do Pulido Valente! Ambos se alimentam do mesmo veneno! Vale tudo, sem pensar nas consequências, desde que lhes dê protagonismo…
É a política da verdade em pleno !
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Caro Paulo Morais,
Tenho de lhe dar os parabéns, em meu nome e de outras pessoas com quem ainda há bocado falei ao almoço, pela forma simples e clara com que abordou o problema do Bom Sucesso.
É incrível a forma como a (In)Justiça funciona em Portugal; ou, melhor dizendo, a forma como a Justiça não funciona em Portugal.
Vivemos numa República das Bananas, em que tudo é permitido, em que o “chico esperto” é que é bem visto.
Força. Continue assim.
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Vai abaixo? Mas, espero que concorde comigo, primeiro terão que indemnizar quem fica sem os activos e sem os negócios, não é?
Quem cometeu a ilegalidade é que deverá suportar os prejuízos e não os actuais proprietários dos espaços.
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Li o artigo do PM e, embora não concorde com todas as suas ideias de outros artigos, tenho de lhe dizer que concordo com tudo o que diz neste artigo.
Vivemos numa anarquia completa, por isso tudo é possível.
Quando verificamos que todos os casos com Presidentes das Câmaras, com Administradores de Bancos e demais gente grada do burgo vão parar sempre em saco roto, acabando por prescrever, podemos esperar tudo da Justiça.
Parabéns.
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Mr. Paulo Morais,
Já sabe, afinal (melhor, já indagou desde o seu post de 26 de Agosto), onde vota JPacheco Pereira ?
Se…”Moita Flores não vota em JPP, mas JPP vota em MFlores” ?
Ou… se JPP vota na freguesia de Rio Maior que é do concelho de Santarém, distrito da Marmeleira ?
Note: não duvido da sua honestidade, da sua luta pela verdade no ‘regaço’ de RRio e de outros, mas ficar-lhe-á bem esclarecer a diatribe vs. JPP no tal post de 26 de Agosto. Porque menorizou JPP e sobrevalorizou MFlores.
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Completamente de acordo.
As decisões judiciais devem cumprir-se sempre.
É o que se pode chamar uma «Justiça de Verdade!»
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shopping do bom sucksexo, balha-me santo ohvídeo, não havia nesséccidade.
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Se o Tribunal Administrativo ordenou a demolição há mais de ano e meio, porque é que Rui Rio ainda não o demoliu?
Obviamente porque não está interessado em cumprir a lei.
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Quem cometeu a ilegalidade é que deverá suportar os prejuízos e não os actuais proprietários dos espaços.
É muito curioso, que nem no post nem em nenhum dos comentários seja mencionado o nome de Fernando Gomes, o verdadeiro responsável e que devia ir direito para a cadeia ou então pagar os prejuizos que causou.
Porque é que escondem o nome e falam no Rui Rio?
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Se Elisa Ferreira souber deste caso, se lhe disserem que mais de 70% da população do Porto está contra a não-decisão de RRio e que votará no candidato que demolir o edifício, ainda o vai tomar como bandeira eleitoral e…terá de fazer o enorme sacrifício de trocar Bruxelas pelo Porto…
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10,
Fernando Gomes é mencionado por Mr. Paulo Morais no artigo editado pelo JN.
Logo, como para comentar este post deve-se ler o artigo no jornal…
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#12 – em caso de dúvida ou falta de manual de utilizador contactar o serviço de atendimento ao leitor através da linha mjrb.
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13,
ao dispôr.
Especializado em bois e vacas portuguesas.
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12.MJRB disse
2 Setembro, 2009 às 6:09 pm
Não seja tolo.
O autor do post é que devia ter colocado com destaque a frase onde menciona Fernando Gomes.
Se não colocou algum motivo tem.
Eu comento o post e não o artigo do jornal.
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Este episódio é sintomático do lodaçal em que se encontra o regime e da cumplicidade silenciosa e comprometida dos que deveriam actuar em nome dos cidadãos que os elegeram. A determinação e a defesa intransigente da causa pública não são meros enfeites eleitorais. Ou se cumprem, ou enlameiam.
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15,
Não seja leviano.
Comente o post (este e outros) lendo TODO o conteúdo. Para tal servem os links, no caso, colocado por Mr.Paulo Morais.
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17.MJRB disse
2 Setembro, 2009 às 6:52 pm
Reduza-se a chamar Mr e Miss e Mrs e não me chateie.
Não tenho consideração nenhuma por um vendido que anda todos os dias a lamber o cú do CAA e a achincalhar o Benfica.
Um post é para ser comentado o que lá está e não os links.
Se ele não linkou o nome do Gomes algum motivo teve.
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aahaha
No que dá a falta de noção de ridículo por lhe terem censurados uns comentários no mundo virtual
“:O)))))
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O CAA censurou porque funciona da mesmíssima maneira- tem o clube, a pancada anti-Portas e o ateísmo militante.
Com isto consegue fazer parecer que está preocupado com a política.
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20.za-zie disse
2 Setembro, 2009 às 7:18 pm
Já respondi ao seu avatar.
Não lhe vou dar o prazer de o comentar.
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O crime de lesa-majestade por se ser censurado numas tretas que se despejou nas caixinhas é que devia ser notícia de primeira página de jornal
“:O))))
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Que avatar?
Eu sou apenas a zazie do blogue cocanha. O único parceiro que tenho na blogo é o musaranho coxo que também está bloqueado nestas caixinhas de comentários.
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E sou uma, não sou gajo.
V. sabe isso porque faz parte de um blogue colectivo com o Animal dos Marretas que me conhece.
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só um lírico, ou alguém que gosta de se armar em radical inconsequente ‘acha’ que este caso se resolve com uma demolição à bruta. aliás, das demolições do senhor paulo morais estamos nós fartos: perguntem aos moradores da pasteleira nova se gostaram do que ele lhes fez quando demoliu parte do aleixo. o senhor é um tretas…
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#24 V. sabe isso porque faz parte de um blogue colectivo com o Animal dos Marretas que me conhece.
Alguém avise a Protectora.
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A setenca do tribunal diz que o shopping deveria ser demolido em 3 anos e meio a contar da sentenca transitar em Julgado. Sendo assim ainda faltam 2 anos para que haja uma afronta à justica. Note-se ainda que o tribunal nao excluiu que a camara licencie o projecto (suponho que neste caso se exigiriam alteracoes à construcao).
É incrivel a falta de informacao que Paulo Morais demonstra artigo atras de artigo.
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Cá pela capital, o Costa pretende re-editar a derrota de Loures em 1993! O ferrari vai dar cabo dele…
Ecotretas
http://ecotretas.blogspot.com/2009/09/re-edicao-da-derrota.html
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Publique a decisão, Paulo Morais.
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não é falta de informação: é o gajo a armar-se ao pingarelho.
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Tudo o mesmo: só garganta …
Esta é a verdade….o resto são palavras que o vento leva rapidamente…
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Fado Alexandrino,
O seu nome fica-lhe bem, pois faz-me lembrar este palhaço que uma vez foi ao Herman:
http://parodianacional.blogs.sapo.pt/30127.html
Ao fazer comentários como o que fez no #18 perde toda a razão e se calhar utilizou esse exemplo por se rever nas práticas que costuma efectuar aos seus amigos.
Olhe-se ao espelho.
Eu li o artigo do Jornal de Notícias e concordo totalmente.
Caso tivesse uma opinião contrária, saberia-o dizer de uma forma natural.
Ou todos têm de pensar como você?
Quem não concorda consigo não presta, estou a ver …!!!???
Mas, cada um tem a Educação que tem.
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18,
a sua linguagem e deduções qualificam-no desde há muito.
O que é que eu tenho a ver com as suas diatribes para com Mr. CAA ?
No meu comentário 12, chamei a sua atenção para o facto de FGomes constar do artigo.
Ripostou-me de modo tolo. Respondi-lhe.
Passe bem. Bem longe.
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O caso do Bomsucesso, como antes o caso Dallas e outros são exemplos de uma política que, no Porto e em outras localidades, se caracterizou por construir sem respeitar a lei. Fernando Gomes fez várias asneiras e Rui Rio fala muito e faz pouco, pois leva o que pode para a zona da Boavista onde mora no Campo Alegre e discrimina a zona oriental da cidade, como as freguesias de Campanhã, Paranhos e Bonfim. Se a obra for de um privado apanha com vistorias, ameaças de coimas e outras multas, juros de mora e por aí fora. Quando é a sua câmara a fazer o serviço mal feito, demora oito meses a devolver uns euros e não paga juros.Isto é verdade e passou-se comigo. Nós portuenses, sabemos o ditador que ele é, mas numa cidade onde metade da população vive de subsídios e paga rendas de poucos euros, como se pode reabilitar as casas? Aumentando impostos, pondo a empresa Águas do Porto ainda pior, pois facturam por estimativa e não contam a água, apesar de terem acesso ao contador. Depois acertam, mas eo IVA? Já lá ficou. Num indivíduo com tantas preocupações sociais o que se vê? Umas corridas de automóveis na Boavista, claro, umas músicas apimbalhadas contratadas a amigos, museus fechados há anos, não defesa dos valores da cidade, … Daí a amizade de muitos lisboetas e o desprezo de muitos portuenses.
Quanto a Elisa o PS que aprenda a escolher gente que trabalhe e não gente da Porto 2001 que foi um fracasso.
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32.José Maria disse
2 Setembro, 2009 às 8:26 pm
Já respondi ao seu homónimo.
Agora não me apetece dar-lhe importância e fama.
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Segurança.
Existem polícias a mais!! por vezes atropelam-se nas investigaçõess!
Gostaria de saber qual a justificativa para o insucesso se fosse alargado os nº de políciaas, juízes, etc. de acordo com o entendimento do P.Portas
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É a primeira vez que dou total razão ao Fado Alexandrino, com quem estou quase sempre em desacordo.
Será por ele estar cheio de razão hoje que que os bufões do costume o atacam e eu o defendo?
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A ideia que tenho, mas não estou certo, é que a Câmara terá de pagar aos proprietários/promotor, uma indemnização pornográfica. A ser assim, eu prefiro que fique o mamarracho, que nunca devia ter sido construído, mas não podemos imputar à cidade os encargos, sacrificando recursos que são tão necessários para imensas coisas.
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Mr. Rodrigo Adão da Fonseca,
O edifício foi licenciado pelo executivo de Fernando Gomes, pelo que passou a estar legal e pronto para a função após inspecções.
Alguém, passados X anos, e movido pelas reacções de alguns cidadãos e pela sua própria sensibilidade como cidadão, colocou em tribunal o caso da edificação.
O tribunal decidiu pela demolição.
Por óbvio, tem que haver indemnização. E por certo a entidade proprietária já recorreu da decisão.
Pode o executivo de Rui Rio mandar demolir o edifício quando há(*), neste momento uma recorrência em tribunal ? Parece-me que não….
(*) Presume-se que haja.
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Areia areia areia
O edifício foi licenciado pelo executivo de Fernando Gomes, pelo que passou a estar legal
O Gomes não faz leis e não está acima da Lei.
Se estivesse legal nunca haveria problemas, estava e está ilegal.
Ele que pague o prejuízo ou que malhe com os costados na cadeia.
Pode ser que o Pinro da Costa (tão amigos que eles eram) lhe dê uma ajuda.
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O edifício foi licenciado pelo executivo de Fernando Gomes.
Contestável, a decisão ? — óbvio, e nota-se, até pela decisão do tribunal.
Pode, qualquer câmara e assembleia municipal, deliberar autonomamente de qualquer instância da justiça, assuntos do concelho, desde que não desrespeite nem interfira com a Lei, como foi o caso ? — pode !
Havia, no momento da deliberação camarária, algum constrangimento jurídico impeditivo da construção do edifício ? — não !
Ficou, o shopping, legalizado pela licença ? — sem dúvida.
É, também com estas ‘peças’, que alguém está a ‘jogar’ fora do ‘tabuleiro’ Autárquicas.
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Poeira, poeira, poeira.
Havia, no momento da deliberação camarária, algum constrangimento jurídico impeditivo da construção do edifício ? — não !
Ficou, o shopping, legalizado pela licença ? — sem dúvida.
Fazendo um cômputo geral do processo, ao longo dos anos, avanços, retrocessos, investigações, avaliações, recursos, interposições e demais páginas desta história, os tribunais têm dado razão ao arquitecto, afirmando que a obra viola o PDM em vigor naquela altura (o de 1993) bem como o art. 2º do decreto nº 37575, de 8-10-49 sobre as distancias entre as construções e os espaços escolares. Assim, anulou a licença municipal passada cinco meses antes da abertura do centro comercial.
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O artigo do Jornal de Notícias de que o senhor Paulo Morais não se lembra.
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Este episódio do Bom Sucesso, que em tão boa hora Paulo Morais relembra, mostra que a CMP não está do lado dos munícipes mas antes defende os interesses dos promotores imobiliários. Nem Rui Rio, nem Fernando Gomes e muito menos a estrutura orgánica da câmara municipal do Porto alguma vez se colocaram do lado dos interesses dos cidadãos. Na melhor das hipóteses procuram encontrar grandes projectos que sirvam grandes interesses económicos e que procuram depois as justificações para que pareçam de interesse para a cidade.
Parabéns Paulo Morais e o meu grande apreço pela coragem do Arquitecto Pulido Valente.
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como este há outros casos parecidos, em que se nota que o ps e psd gostam de uma lei fraca contra os fortes…
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Morais no seu melhor!
Populista! Inconsequente! Irresponsável!
Morais o que quer é o protagonismo de cavalgar as coisas fáceis para onde sabe os holofotes se viram. (como não existe por ele, tem que existir à custa da manipulação dos mal informados, como smepre faz). Levanta suspeições, não apresenta provas, propôe irresponsabilidades…
Quer demolir o Shopping à custa do dinheiro da Camara, ou seja nosso…
Quanto nos vai custar?
O prazo já terminou, e está a CMP em situação ilegal?
De facto o Shopping é um mamarracho e nunca deveria ter sido construido como foi, mas o que é que defende o interesse público? Demolir à nossa custa, ou promover outra forma de corrigir o erro e repor a legalidade?
Quem paga a conta? O Morais ou o Fernando Gomes?
A credibilidade do Morais é igual à do Pulido Valente! Ambos se alimentam do mesmo veneno! Vale tudo, sem pensar nas consequências, desde que lhes dê protagonismo…
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