Coisas que não se entendem
Esta imagem podia ter sido obtida em Espanha naquelas zonas frequentadas por etarras. Também podia ilustrar aqueles artigos sobre “bairros problemáticos”. Mas nada disso. Trata-se simplesmente duma capela frequentada por meninos tidos como muito educadinhos, num sítio aprazível de Lisboa como aqui está devidamente explicado. A capela com azulejos lindíssimos e que o IPPAR diz ser um “Espaço ímpar no panorama arquitectónico português” está um nojo e curiosamente da Igreja Católica à Câmara Municipal já ninguém estranha. De Deus não sabe o que pensa, de santo Amaro que dá o nome à capela também se desconhece o que diz e até agora tanto quanto se sabe aos diversos candidatos à autarquia também não lhes pareceu digno de menção esta degradação. O IPPAR que descreve e explica assim porque é monumento nacional a dita capela também está mudo.

Isto não se entende e todos esses anormais que ainda chamam arte a esta trampa deviam ser tomados por colaboradores.
Eu penso que este vandalismo é das coisas mais nojentas que existe e não existirem brigadas para limpar e caçar quem o faz o espelh da nossa indigência.
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Era eu, Zazie. Agora até já saltam nicks ao calhas.
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Era melhor linkar a DGEMN que foi quem inventariou o monumento.
O do IPPAR é cópia da base deles.
http://www.monumentos.pt/Monumentos/forms/002_B1.aspx
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Obrigado pelo post.
Esta forma estranha de “arte”, produzida no escuro da noite ou em recantos pouco visiveis á luz do dia, representa a cobardia, o egoísmo, o mau caracter, daqueles que usam a sua liberdade para destruir o espaço social, que afinal é de todos e para todos. No caso presente não se sabe o que Deus pensa sobre o assunto, mas devemos todos perante esta situação pedir a intervenção imediata da “mão do diabo”.
Fico com a esperança que a justiça um dia se liberte da sua cegueira, para que com a ajuda do “diabo” ou não, possa premiar os donos desta “arte” com as paredes da solitária.
Um dia isto será diferente, talvez.
VIVA PORTUGAL
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Se querem ver como se protege o património, vão ao Alentejo.As autarquias comunistas dão o exemplo.E o seu diálogo com a igreja e outras instituições mostra que os comunas em Portugal estão muito avançados no tempo.Vão a Aljustrel,vão a Beja,vão a Moura, vão a Sines, vão a Serpa,vão a Santiago do Cacém, etc. etc. As melhores exposições de arte sacra em Portugal são as realizadas no Alentejo.É por isso que os comunas cada vez têm mais apoio das populações.Valorizam o património.
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O problema não é apenas este vandalismo se ter internacionalizado e fazer parte dos gangs yobs.
O que é grave por cá é existirem presidentes da Câmara que chegam a promover os “graffittis” como “arte de rua”.
Não importa se o promovem para placards, o que importa é que estimulem isto e exista tanta gente a defendê-lo.
Até aqui, no Blasfémias, já fui surpreendida por uma jurista, a Lololinhazinha que achava muito estranho eu não apreciar o género.
E, a estupidez é que eles pensam que existe uma separação entre alguns bonecos com piada (coisa raríssima) e estes riscos.
Porque a base é a mesma- marcar lugar, como um cão mija para uma parede.
Com a diferença que isto não desaparece como a urina do animal.
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São esses comunas quem também promove a “arte de rua” em Almada.
Esta trampa tem a ver com a ideia que a juventude precisa de transgressão e que o espaço público lhe é dedicado.
Eu já tive os maiores debates com gente que defende isto, que ainda patrocina em casa e depois os vai buscar à esquadra.
Sei até como num condomínio onde se debateu este problema pois o prédio estava todo sujo.
Todos concordaram com a necessidade de policiamento perante o vandalismo.
Depois de a reunião acabar, vinham os filhos de um dos vizinhos, a descer a escada em passos leves, com uma lanterna e uma lata de spray na mão.
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O que eu sei é que em Londres os caçam a sério e até existe uma linha telefónica, directa para a Scotland Yard para se alertar mal aparece um destes bandos por perto.
E é logo tudo imediatamente apagado e limpo, apanhem-nos ou não. Já vi o metro de Canden Town todo sujo no Natal, e nesse mesmo dia foi limpo de alto abaixo.
Nem um risco fica para amostra. Para não se habituarem à impunidade.
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O sistema capitalista actualmente vigente em Portugal só valoriza o dinheiro e quem o possui.O económico-capital é tudo.Quando a educação não dá valor à cultura: Dá nisto. Mas também quando não se cuida do património edificado que as gerações passadas nos deixaram, os incultos de várias matizes,quer estes, que fazem estas pinchagens mórbidas, quer os que com outras obrigações nada fazem e deixam cair o património cultural têm os mesmo peso de irresponsabilidade. Os “cidadãos” também não cultivam o seu património.Estão mais interessados nos passeios ao centro comercial.É a sua cultura, que o sistema lhes incute.
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Esta ideia faz parte dessa tolerância com a “pequena criminalidade”.
Por isso é que também eram os mesmos que detestavam a política de rua do Rudy Giuliani em MY.
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Mas isto não é apenas não cuidar do património- é considerar que qualquer muro, parede no espaço público é de todos, para o sujarem.
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Até os nossos centros históricos estão assim- vandalizados com estas mesmas trampas de riscos de spray por todo o lado.
É como se vivesse num bairro da lata global.
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A “arte de rua” não vai acabar.E por isso é louvável que hajam presidentes de Câmara que arranjam espaços neutros para que os artistas(os verdadeiros) exprimam a sua arte em locais que não danificam o património quer cultural quer habitacional.
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Há assim uma diferença muito grande entre a capela suja ou a sé do Porto toda riscada e as casas, túneis, paredes, metropolitano, da mesma forma?
E os riscos não são todos iguais- nessa marca de gang imbecil que se espalhou por todo o lado?
E é mentira que haja quem considere arte e ainda defenda isto?
Até existem sites que coleccionam a trampa e listam como arte de rua, com percentagens por toda a Europa.
A tara é esta- de quem ainda invoca imbecilmente o Basquiat para defender a grunhice
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Está a ver como a Andreia é mais uma a chamar arte à ideia que um artista pode usar o espaço público ou a propriedade alheia para a riscar?
O problema são estas bimbas “andreias”.
Porque, estas bimbas nem respeito têm por muitos jovens que compram os seus caderninhos ou juntam dinheiro para as telas e neles fazem os seus desenhos e pinturas.
Com a diferença que esses não são “estimulados por presidentes de Câmara” e que as latas de spray até sejam mais caras que o caderninho de quem gosta de desenhar e pintar e aí treina.
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Acaso patrocinam os cadernos e as telas a quem não é vândalo?
Porquê que só decidem inventar o nome de artista para marginalidade grunha em nome de “integração social”?
Acaso morriam se fossem educados e fizessem como os que apenas pintam no que é seu- no caderno ou na tela e não reivindicam direitos sobre a imposição da sua “arte” no espaço dos outros ou no que é público?
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Errata:Por que é que.
É assim pelo facto desta gente tender a fazer o choradinho do marginal e a gostar da porcaria ilegal.
Perguntem-lhes quanto gastam em latas de spray a ver se são assim coitadinhos que nem para o caderno de desenho têm posses.
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Olha- é básico- para ser rápido.
Vejam este template de blogue e tirem o retrato aos seus autores.
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A cultura vandalizada
por jovens estafermos,
a explicação enfezada
de dirigentes enfermos.
Não dá para entender
e, nem sequer, aceitar,
há muito para defender
contra este mal-estar.
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Já agora:
Praça da Figueira (estátua de D. João I) – [aqui]
Pátio do Tronco (onde Camões esteve preso) – [aqui]
etc…
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Pois é. Está tudo assim e já existe outra coisa mais perversa. A pedagogia a favor dos “pixadores”.
Eles inventam até clivagens inexistentes- como se não fossem os mesmos a fazer a porcaria e o desenho.
A questão base tem a ver com a estupidez de ser legítima impor aos outros os seus caprichos, usando o espaço público com lugar de transgressão.
E, em se habituando a uma transgressão apadrinhada, habituam-se às outras.
Retira-se a o sinal punitivo e passa a valer tudo o mesmo.
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O Carlos ALBERTO Amorim que explique isto….
Autarcas são administradores não-executivosOs administradores executivos do Metro do Porto ganham mais do dobro do que os seus homólogos do Metro de Lisboa: o presidente executivo do Metro do Porto, Ricardo Fonseca, tem um salário-base mensal de 10.723 euros, mais do dobro que os 4.752 euros recebidos por Joaquim Reis, do Metro de Lisboa, e os vogais executivos ganham 9.748 euros, contra 4.204 euros no metropolitano da capital, noticia o «Correio da Manhã».
Em 2008, ambas as empresas apresentaram prejuízos elevados: o Metro do Porto contabilizou um resultado líquido negativo de 148,6 milhões de euros e o seu homólogo de Lisboa registou um prejuízo de 126,7 milhões de euros.
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Esquecia-me de outro detalhe.
A novilíngua desta malta das causas marginais até já inventou o “preconceito contra graffiti” E acham importante ensinar às crianças a não “discriminarem” estes “artistas”.
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http://www.youtube.com/watch?v=jZSq-YUmU98
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Aquilo é azulejo. É só pegar numa esponja com superpop ou aquele detergente com superpower quando muito. O tempo que demora a tirar a fotografia e publicar no blog. Faziam exercicio e tudo.
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.. Mas porque é que estas pessoas não pegam na esponja e limpam já que não gostam!
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Faz antes a pergunta inversa, já que as pessoas não são mulheres a dia dos filhos dos outros e nem a trampa deles sai com uma esponja.
Porque é que v.s não oferecem o corpinho e mais o carrinho para se pinxar em cima deles e assim fazerem propaganda à boa da arte de rua.
Eu até achava justo, de acordo com a vossa lógica, que depois viesse outro artista e pintasse por cima de v.s outra pintura, e mais outro e mais outro e todos quantos apetecesse.
E vos deviam andar nessa figura a mostrar a arte de rua que tanto defendem.
E depois, passavam-lhe a esponja antes de irem para a cama.
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Na verdade, até penso que seria um espectáculo bem mais asseado- famílias inteiras artísticas a serem grafitadas na praça pública.
Por mim, até era capaz de oferecer uma esponja com sabão macaco para depois ficarem prontos para próxima.
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Metro de New York
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Eu se passasse por ali ia ter uma vontade louca para limpar aquilo. Depois desenhava uma coisa mais bonita e colorida com 140 caracteres. Twittava a parede inteira.
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O que escrevi antes:
A “arte de rua” não vai acabar.E por isso é louvável que hajam presidentes de Câmara que arranjam espaços neutros para que os artistas(os verdadeiros) exprimam a sua arte em locais que não danificam o património quer cultural quer habitacional.
E continuo agora…Existe uma arte que é efémera: a “arte de Rua”.E há exemplos de “arte de rua” muito diferentes dos riscos que aqui se denunciam.E a “arte de rua” não se pode confundir com estas inúteis e indecorosos rabiscos que uma mão incultural colocou nas paredes do monumento aqui referido.E continuo a dizer que apoio que as Câmaras municipais disponibilizem espaços para “a arte de rua”, que não vai acabar porque alguém aqui o decreta. É preciso utilizar a pedagogia,a psicologia,a sociologia e outra coisa muito importante : a comunicação, tal como Eu penso que fazem estas Câmaras municipais,quando acordam espaços para a “arte de rua”.
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29.Piscoiso disse
8 Setembro, 2009 às 11:53 am
Não precisa de gastar tanto dinheiro a viajar.
Basta fotografar os comboios da CP, estão o mesmo nojo.
Já coloquei algumas no meu blog.
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Segundo a esquerda que domina o país trata-se de uma forma de arte que deve ser compreendida e aceite de forma a termos uma sociedade inclusiva e blá, blá, blá!
É por estas razões que evito ao máximo passear pela baixa de Lisboa e tudo faço para passear no centro histórico de Madrid, Barcelona, Sevilha, Bilbau, San Sebastián, etc..
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Esta questão dos comboios é aliás muito interessante.
Porque é que os comboios da Fertagus não estão grafitados e os da CP estão completamente borrados?
A resposta pode dar pistas para muitas questões.
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Essa é uma discussão que já tive e que considero que parte de 2 pressupostos errados.
1- Que existe uma separação radical entre quem faz uns bonecos com piada e que risca as “tags” da assinatura estandartizada.
2- Que há uma qualquer legitimidade de imposição no espaço público dessas pinturas.
Eu sou capaz de ir mais longe- levando ao extremo- nem mesmo um Picasso teria legitimidade para isso.
E posso explicá-lo:
1- O espaço público, ao ser de todos, significa precisamente isso- que está aí, limpo e deve ser cuidado para que não seja usado como propriedade privada.
2- O efeito desta diferença é pedagógico. Se se ensina que o colectivo é de cada um, a seu belo prazer, não se estão a incutir fronteiras de demarcação.
3- Sem essa demarcação não há critério “estético” capaz de separar nada e muito menos de interditar umas coisas e não outras.
4- É por este motivo que existem placas próprias e alugadas para publicidade. Se assim não fosse, a legitimidade artística era a mesma e tudo podia estar sujeito ao capricho de chancela tribal.
5- Quem defende esta ideia está a chamar otários aos que usam apenas o seu material e não têm visibilidade pública por isso.
6- Chamar arte ou assinatura é o mesmo- já que é disso que se trata- grupos rivais que demarcam terreno com essas tags nojentas.
Mas que, até elas, estão sujeitas a uma estandartização importada e que é o oposto da originalidade do trabalho artístico de cada um.
Por último- as modas de bando tendem a contagiar-se. Quem aprende a fazer isto e a ser desculpado ou chamado de artista, não tem razões para aprender limites em relação aos outros, nem respeito pelo colectivo.
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Quem quiser visitar a exposição- Tribute To Graffiti: 50 Beautiful Graffiti Artworks pode ir a http://www.smashingmagazine.com/2008/09/14/tribute-to-graffiti-50-beautiful-graffiti-artworks/
Espectacular “arte de rua”
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Mas insisto- há um pressuposto ideológico esquerdalho por trás desta porcaria.
E esse pressuposto até tem ramificações nas sessões de “contra-poder” e treino de sabotagem do BE; na ideia de “risco e revolta” de bando; ou na estupidez do “tudo é de todos”.
Com a diferença que tanto fazem os filhos deles como os marginais que andam no gamanço ou como os yobs que já esfaqueiam gente em Londres.
As “tags” são um prolongamento de uma linguagem tribal que até tem camisolas com carapuço e formas de vestir tão homogeneizadas como o que depois fazem em grupo.
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Porque quiseram acabar com a Moura Guedes:
Novas provas
Freeport: polícia inglesa confirma pagamento de “luvas”
As autoridades inglesas têm provas que confirmam o pagamento de “luvas” no âmbito do licenciamento do outlet de Alcochete, noticia a edição de hoje do “Correio da Manhã”. Tendo em conta as novas informações, o jornal afirma ainda que o ex-presidente do Instituto da Conservação da Natureza, Carlos Guerra, não vai ser o único arguido no processo Freeport a ter de explicar os cerca de 200 mil euros depositados numa das suas contas.
Isto porque a investigação que está a ser conduzida em Londres descobriu vários depósitos em contas abertas em paraísos fiscais britânicos que envolvem alguns dos suspeitos já constituídos arguidos em Portugal. Há também três novas figuras, cujos nomes não são avançados. De acordo com o mesmo jornal, assim que a polícia inglesa enviar as novas provas que agregou ao processo, as autoridades portuguesas deverão constituir mais dois ou três arguidos.
Os depósitos foram alegadamente feitos por Charles Smith, representante da Freeport em Portugal e sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para licenciar a superfície comercial de Alcochete. Uma informação a que os procuradores do Ministério Público Paes Faria e Vítor Magalhães terão tido acesso quando há mais de quatro meses estiveram a trabalhar em Londres com a polícia daquele país.
Entretanto, no final de Agosto, a Polícia Judiciária recebeu uma nova carta anónima onde o autor garantia que a investigação estava a seguir o primo errado de José Sócrates e que deveria ouvir antes José Paulo Bernardo Pinto de Sousa. O nome deste primo foi também avançado na última sexta-feira pela TVI (o primeiro sem Manuela Moura Guedes) como sendo supostamente “o gordo” referido em alguns emails sobre pagamentos de “luvas”. Contudo, a PJ considerou já a denúncia infundada pelo que não deverá ouvir o primo do actual primeiro-ministro.
Suspensão da investigação?
Recorde-se, ainda, que ontem o procurador-geral da República afirmou que “dentro de dias” será conhecida a resposta sobre a eventual suspensão da investigação do caso Freeport, após o arguido Carlos Guerra ter pedido o afastamento dos magistrados que conduzem o inquérito. Fonte ligada ao Ministério Público disse que o incidente suscitado por Carlos Guerra será decidido pelo superior hierárquico daqueles magistrados, ou seja, pela directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida.
O ex-presidente do Instituto da Conservação da Natureza Carlos Guerra, arguido no caso Freeport, entregou na PGR um pedido de afastamento dos magistrados do Ministério Público que conduzem a investigação.
Carlos Guerra foi constituído arguido no caso Freeport em Junho passado por suspeitas do crime de corrupção passiva para acto ilícito, tendo comparecido em finais de Julho perante o juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal. O processo Freeport tem ainda como arguidos Charles Smith, Manuel Pedro, Eduardo Capinha Lopes, José Manuel Marques, José Dias Inocêncio e João Cabral. O processo relativo ao Freeport de Alcochete envolve alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele centro comercial, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.”
In http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399638&idCanal=12
Quem deseja impedir uma operação mãos limpas?
Este país precisa de uma limpeza a sério, doa a quem doer.
anti-comuna
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Houve uma vila que grafitou as paredes com imagens de arte rupestre de foz coa.
Lindos!
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Eis o que diz a Wikipédia sobre “arte de rua”-Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade, porém com autorização do proprietário.
Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, actualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, [1] mais especificamente, da street art ou arte urbana – em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. [2]
Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo – aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres[3] – admitem ter um passado de pichadores.
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
De entre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan.[4] Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX.
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Em Lisboa deviam distribuir temas para os garfiteiros. Um mes era Amalia para agradar aos botas de elsatico dos anti-grafitis, no outro mes era os moonspell e metaleiros.
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Eu sou extremista- nego toda a dita “arte de rua”. Nem que fosse a mais “espectacular”.
A menos que seja feita em espaço destinado a ela. E esse espaço não é toda a rua, todo o prédio, todo o edifício, o local mais arriscado, o muro mais alto, o túnel mais de mais difícil acesso.
Porque a ideia do risco e do desafio à polícia é a que legitima estes tribalismos.
E tanto desafiam a polícia para sujar a igreja como para o que se seguir.
Com a moda de integrar gente com rendimento mínimo garantido em qualquer bairro de luxo, até já há outras coisas- um prazer em desafiar todas as normas de civismo- de fazer parar carros para atirar com copos de cerveja, de roubar bicicletas, de queimar caixotes de lixo, de estragar sinais de trânsito e semáforos e o que vier a seguir.
Porque tudo começa pelo que parece pequeno, quando se torna hábito impune.
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outro mes Tony Carreira e no mes seguinte grafitis estilo goticos. Também podia ser o mes de Jesus e Maria e no outro Lucifer
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O site Art Crimes concentra milhares de fotos de graffitis recolhidas por todo o mundo, pelo que o fenómeno não é lisboeta.
No World Graffiti encontram-se imagens que dificilmente não serão consideradas obras de arte. Efémera, é certo.
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Gosto de grafittis. Há paredes simplesmente geniais.
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A única coisa a responder a esta maltosa que defende é mesmo isto- oferecerem o corpo ao manifesto que os “botas-de-elástico depois oferecem a esponja com o sabão macaco.
Mas já assisti a uma outra forma de sabotar esta imbecilidade.
Depois da sujeira feita, e assinada com a marca tribal- até com assistência pública em ar de “exibição de rua”, foi outro grupo e riscou-lhes aquilo tudo, em palimpsesto com outra assinatura.
E foi giro ver a reacção- porque quem faz acaba por reagir com o mesmíssimo sentido de propriedade privada que recusa ao colectivo.
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O Museu de Arte Contemporânea de São Paulo foi um dos primeiros museus a incorporar “a arte de rua-grafite” em seu acervo. Em 1938, a obra de um grafiteiro americano foi exposta no museu e, de lá para cá, o grafite se espalhou por museus de todo o mundo.
Além de tinta, os grafiteiros usam tecido, areia, cigarros e até munição como ferramentas de criação. A arte contemporânea tem sido influenciada pelo grafite. São muitos grafites que incorporam a sua obra, elementos que são nitidamente oriundos do espaço urbano.
Apesar do reconhecimento em abrir as portas dos museus para esse tipo de arte, há quem discorde e prefira ver o grafite só nas ruas.
Os grafiteiros mostram que a arte pode ser realizada por qualquer pessoa, de qualquer classe social e que não é uma elite artística.
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E porque é que não recolhem a mesma trampa a que chamam “tags”?
Então sejamos claros- quem faz uma e quem faz outra?
E, se há obras geniais que legitimam o vandalismo das que “são menos geniais, ou mesmo- “pequenas aprendizagens para a genialidade”; ou “assinaturas ainda sem a obra genial”- porque é que não oferecem os vossos carros para toda ela?
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V.s são uns saloios que nem arte conseguem distinguir se não vier o nome ou o museu a dizer que o é.
E acatam este exemplo e toda a trampa de rua com que “teorias”.
Ora expliquem lá.
Ali um grunho já explicou- o mongo disse que esta ermida devia ser limpa por uma esponja por quem não gosta.
Digam lá v,s o que consideram da trampa suja por todo o lado e que nunca nem um retardado mental poderia apelidar de arte.
É caso de polícia, ou caso de encolher os ombros e dizer que é assim mesmo- marcas de liberdade e de “juventude”.
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O melhores “grafites”(muitos eram mesmo pinturas a pincel) em Portugal foram realizados no tempo da revolução do 25 de Abril.Há 35 anos. Foi triste muitos não terem resistido ao tempo.Mas a “arte de rua” é mesmo assim.
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Porque é que todos os que não querem fazer disto um caso de polícia ainda são capazes de vir com os “museus de arte de rua”?
Porquê?
Por que é que chegam a contar como gostam de assistir aos putos a desafiarem a polícia e até a saírem da carrinha da esquadra e a grafitarem-na nas barbas dos chuis?
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Eu tenho um carro a cair de podre.Está mesmo a precisar de um gafiteiro.Deixaria de ser simplesmente,um velho carro e passaria a ser uma obra de “arte de rua” em exposição.
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Mas quem fazia esses muros também escrevia palavras de ordem e convocatórias contra-poder.
E é esse sentido do “contra-poder” e do anti-social que os une.
Com a diferença que estas trampas de riscos e assinaturas mongolóides estarem em maioria.
E não há rua, em prédio, nem parede acabada de ser pintada, nem jardim público com bancos, ou metro, ou túnel que não tenha de ser imediatamente riscado e sujo com o mesmo material do spray e pelos mesmos.
E que dizem que deve fazer a colectidade a isto?
Deixar estar?
Não punir?
Ficar ao critério de cada um?
Aceitar como “prova de convivência com a desordem”?
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“É caso de polícia, ou caso de encolher os ombros e dizer que é assim mesmo- marcas de liberdade e de “juventude”.”
Eu já disse. É caso de esfregona. Grande problema. É passar a máquina das limpezas. Muito problema para tão pouca coisa. Há por aí tanta gente que merece ser obrigada a fazer serviço público. Os tribuanis que passem a dar sentenças de serviço publico às paredes. Roubou a carteira a um trausente… zás – 3 dias a limpar paredes.
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Isso só acaba quando houver ordem nas ruas, assim:
http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/2626589/Fascist-rocker-Marko-Perkovic-whips-up-racist-football-fans-in-Croatia.html
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BOM DIA A TODOS
NOSSA DIVIDA EXTERNA É DE 353 MIL MILHÕES DE EUROS EM MARÇO DE 2009.
SÃO 35.300,00 EUROS ( TRINTA E CINCO MIL E TREZENTOS EUROS ) PARA CADA PORTUGUES.
TEM DÚVIDAS ? CONSULTE;
http://www.bportugal.pt/stats/sdds/extdebt.htm
AI TERÃO TUDO BEM EXPLICADO.
JÁ COMEÇAMOS A PAGAR FORTE E FEIO. NO ORÇAMENTO DE ESTADO ( VER NO SITE –
http://www.dgo.pt/oe/2009/Aprovado/Lei/Lei_MapasLei.pdf )
, TEMOS COMPROMETIDO EM PAGAMENTOS DE AMORTIZAÇÕES E JUROS MAIS DE 50 % DE NOSSA RIQUEZA QUE É PRODUZIDA ANUALMENTE.
EU TRABALHO PARA UMA EMPRESA ESPANHOLA, E GANHO 3 X MAIS DO QUE GANHARIA EM PORTUGAL, ALEM DISSO PAGO SS E IRS EM ESPANHA, QUERO QUE ESTES PARASITAS DOS POLITICOS VÃO TODOS TOMAR NO CÚ.
PORTUGAL ESTÁ PERDIDO, NÃO PASSAMOS DE UM BANDO DE BOVINOS AMESTRADOS E UMA RAÇA DE MACAMBUZOS.
BONS PESADELOS PARA TODOS.
HÁ, JÁ ME IA ESQUECENDO: ABSTENÇÃO EM FORÇA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
RAMIRO LOPES ANDRADE
ramirolopesandrade.blogspot.com
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Adoro ler este Blogo. Acho que as intervenções da Zazie e do Piscoiso, são um hino à imaginação e à arte de bem escrever, isto com o devido respeito por outros intervenientes.
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Mas eles não estragam o que já está estragado.
~Eles têm preferência pelo que está novinho- acabado de pintar e ali oferecido à vandalização.-
E tanto sujam património por dentro, como riscam obras de arte, como deixam a assinatura em tudo o que não é seu.
Ofereça o corpo ao manifesto e o carro novo a quem faz esta nojeira como no exemplo do post e depois abra a boca.
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Ó 56
Não me digas que é por isso que os internacionalistas andam a importar enacionalizar tanto pobre.Não me digam que é para dividirem a “dívida”…
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Só quem em miúdo não correu para fugir da policia por se estar a jogar à bola na rua, não compreende os grafiteiros. E que dizer daqueles governantes ou presidentes de Câmara ou igreja que deixam ao abandono o património ? Sou contra estas pichagens indecentes.Mas sou a favor da “arte de rua”.Venha lá quem vier.
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Eu acho que paredes não são obras de arte e uma parede inteirinha de azulejos brancos é uma coisa atractiva demais para pintar. Os azulejos lisos foram feitos para isso mesmo. Para serem fáceis de limpar.
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Por mim já dei a minha opinião-
paradas de família pipoca em cuecas, defensores da “arte de rua” a oferecerem o “suporte corporal (o mais antigo suporte artístico conhecido desde a arte primitiva) ao manifesto de quem quiser treinar.
E depois- a boa da esponja com sabão macaco, para que não se diga que também não são recicláveis.
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Por acaso até tive uma tribo de rua- chamada a seita das zundapps gamadas.
E aprendi o que é tribalismo de bando, contra outros bandos. Nada disso incluía pixagens no espaço público, pois a aventura é outra coisa e o risco de bando também tinha códigos de honra.
Claro que os betos que fazem estas merdas até podem viver em condomínios fechados e de risco apenas conhecerem a impunidade da esquadra, já que os papás pagam a multa.
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O Vasco Barreto- conhecido da blogo, também ainda conheceu essa vivência de rua, noutro tempo e noutro local- os grupos dos Olivais.
Não existe a menor comparação entre uma coisa e outra.
O que existe é bandalhos que nem pais são e não sabem educar os filhos.
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Porventura por coincidência, pouco depois de divulgadas, em vários blogues, as fotos da vandalização do Pátio do Tronco, os grafitos foram removidos (embora mantendo-se o uso do espaço interior como esterqueira).
No entanto, pouco depois… tudo regressava ao “habitual”.
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Gosto de grafittis. Há paredes simplesmente geniais.
Se for a parede da sua casa, deixa logo de gostar.
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Esses grupos eram inventivos, todo o tribalismo se ficava por brincadeira ou pedrada rival e o espaço preferido era a o campo e as casas abandonadas.
Tudo o que se fazia era bio-degradável, mais próximo do que ainda persiste na tradição dos carnavais populares.
Agora sujar ruas, vandalizar património, marcar paredes, estátuas, com assinaturas “à gang americano”” gastando pipas de massa em sprays é o exemplo máximo do vazio pós-moderno e até do aburguesamento do que antes ainda se prendia com uma cultura undergroun de de fanzines.
E fazia-se essa arte em pequena escala de produção caseira, inventando revistas, imitando a arte, imitando até jornalismo.
Agora suja-se e chama-se a isso arte- a mesma que se pode ver nos bancos esfaqueados dos transportes púbicos ou nos tampos das carteiras da escola.
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underground e outras gralhas.
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Portugal no seu melhor!
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Por outro lado, a grande diferença é que, havia a noção da demarcação entre o que se deve e não deve fazer.
E, mesmo em furando essa demarcação, sabia-se que não era a família que ia dar palmadinhas nas costas nem grupos de gente adulta a “apadrinharem os danos”
Sem essa demarcação tudo se equipara e tudo se equivale. Nem códigos de honra de bando se aprende. Apenas impunidade gratuita onde os adultos se equiparam a crianças, e a ordem à desordem.
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Nunca em minha casa houve papás a contribuírem para a seita das zundapps ou outros para seita-anti-seita das zundapps gamadas.
E seriam ridicularizados por toda a gente se se metessem nessas avarias de rua.
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Ainda bem que o post seguinte de CAA tem a caixa de comentários encerrada. A insultadoria laranja faria daquilo um lamaçal.
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O´último cartaz do PPD
http://fotos.sapo.pt/bh7lAqMljwnRUZpM0ZW2/
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Parece que inventaram os grafittis há meia duzia de dias! No tempo da infancia de zazie não havia nada disso! oh!
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Não havia era mesada para gastos na proporção do que esses coitadinhos despendem para cagar as paredes.
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Nem saloinhos deslumbrados pelas cagadas dos filhos artistas.
Nem sei porque é que não levam aquelas trampas e colam no “óle de entrada, por trás da cristaleira”.
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Por isso é que muito gosto de morder o template daquelas womenages, com graffiti em cima de azulejo de santitário do Cartaxo e foice e martelo, mais nicks de fuck it all e larila a bordo para o deboche.
São o melhor polaróide do que isto significa.
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Se me tivesse lembrado do post que a HM fez, tinha-lhe juntado o template del@s.
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A comunicaçao social aplude
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A Capela Sixtina está pejada de grafitti.
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Há graffitis e graffitis.
Há a tal urban-art que já figura em museus, originalmente em suportes murais abandonados, em aparente desmazelo que podem ser valorizados com pinturas, por vezes até com autorização do proprietário, depois há o vandalismo dos riscos, que é o caso do post.
É curioso que na minha juventude, logo após o 25 de Abril, fiz um graffiti (a pincel e tintas) numa parede exterior da casa que habitava. O meu pai nem se importou, porque a parede até era a do prédio contíguo, ainda que fosse delimitação de uma zona com canteiros, fechada em frente da casa.
Como vê Alexandrino (#66), pode fazer-se isso na própria casa.
A pintura era uma estilização de um orgasmo permanente, tão estilizada que o meu pai não topou.
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Realmente, nós como colonia fizemos um bom trabalho em copiar também o vandalismo lusitano!! Parabens a todos !!
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Foi inspirada em voyeurismo filial?
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Mas deve ter sido giro, um orgasmo paterno ou filial muito estilizado.
O que é preciso é sublimar, nem que seja contra a parede.
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O problema com Portugal é o portugueses que esperam mudar, mas não vai levantar um dedo.
estão à espera de D. Sebastião I,estão esperando para o governo, estão à espera de ideologias políticas ect ect.
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A pintura não foi inspirada em pai ou mãe, mas tão só em coisas que lia na altura. Se calhar a frase “orgasmo permanente” até é de Cohn-Bendit, já que o Maio-68 ainda estava muito vivo.
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Ou seria do tantrismo que também lia?
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Cá pra mim seria mais priapismo, que é o nome que isso tem.
“:O+
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Permanente, depois de saído, tende mais para a nódoa.
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Mas olhe que se foi inspirado no Cohen Bandit, devia ter-lhe acrescentado um poema do António Botto.
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Se por perto dos canteiros e da casa havia galinheiro, então até daria uma manifestação de arte revolucionária de capoeira.
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A orientação sexual de Cohn-Bendit ou António Botto ou de Zazie ou de MJRB, é-me indiferente.
Já recordo. Foi do Kung-Fu :
“A intenção do Kung-Fu é mesmo desenvolver o amor por viver, por estar vivo, e por sentir estar vivo. Ser criativo com o nosso corpo, sentirmos cada momento que o nosso coração bate. Uma constante forma de amar. Orgasmo permanente e eterno…”
Amen.
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“O melhores “grafites”(muitos eram mesmo pinturas a pincel) em Portugal foram realizados no tempo da revolução do 25 de Abril”
Grafitis absolutamente assustadores, econófobos, populistas, horrorosos.
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MJRB?
E porque não dos restantes comentadores de toda a blogolândia e artistas vivos e mortos e militantes assumidos ou envergonhados?
hummm…?
Do Kung Fu o que mais recordo não é permanente- é moldável para desferir o golpe certeiro:
Be like water my friend
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Não eram graffitis, eram murais e, acaso ainda houve uns giros.
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Do mesmo modo que existem alguns decalques feitos pelos tipos do Chapitô com piada.
Mas tudo isso é mera desculpa para se legitimar esta trampa de que fala o post.
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# 85
Completamente de acordo !
Sem querer ” agredir ” ninguém, ( só um exemplo ) amigos meus de diversas corporações e que diziam e dizem :
– O governo é uma merda porque não faz nada.
Mas quando o governo os coloca a trabalhar + horas dias, lhes corta dias de férias ( 30 ) não querem nem gostam.
Aqui , só se pensa, ( eu incluído ) em depósito cheio de gasolina e uns sargos grelhados em Setúbal ou em Matosinhos .
Eis Portugal em todo o seu esplendor à espera que a Srª de Fátima nos classifique para o campeonato, mas ganhar jogos dá muito trabalho !!! Essa é que é Eça !!
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O que tem piada é que tudo isso foi apagado pelos próprios kamaradas e agora esta trampa a imitar a gandulagem americana é que é arte alternativa e manifestação bué de gira de transgressão de rua.
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O dinheiro que vai para os subsídios para a Cultura devia estar todo empregue na preservação do património histórico. Triste país o nosso…
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Ser permanente e moldável não é incompatível, tal como a água no estado líquido. A água no estado sólido já não é tão moldável, que no estado gasoso se evapora.
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Por falar em Matosinhos, a Câmara vem de proibir assar sardinhas na rua. Multa até 2250€.
E não só.
Sacudir tapetes à janela dá multa até 4500€.
Dar milho aos pombos na via pública, pode ter de pagar 90€.
E claro, quem mijar na rua, paga até 4500€. Tal como cuspir no chão.
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http://www.videosift.com/video/Life-Of-Brian-Incorrect-Grafiiti
; )
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#102.
Esse vídeo dos Monty Python vem muito a propósito.
O curioso é os graffitis feitos há séculos, como as pinturas do Côa, impedirem actualmente a construção de uma barragem.
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Vou beber uma bjéca, tenho a boca seca
Venho já ler o resto
Está giro
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A propósito, o Cohen-Bendit e o António Botto eram pedófilos. Era a isto que me referia.
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Suponho que na Madeira
não se vêm coisas destas.
Dizia-me uma amiga enfermeira e psicóloga (nos 30),
regressada ontem de cinco dias de férias na Madeira:
Parece que temos de alterar as opiniões que tínhamos do Jardim.
Onde pára a polícia?
E nas escolas, que é feito da disciplina e formação dos jovens tugas?
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Ai Portugal Portugal, do que é que tu estás à espera …
Graffiti é arte .(ponto)
P.s.: 2 comentários/observações/reparos/opiniões cá de fora:
1. Graffiti é arte desde que em locais(sim estou a falar de paredes, esquinas e empenas) destinados para o efeito, a necessitar de um embelezamento, não em locais históricos ou simples assinaturas de gangs em período de rebeldia (simples garatujas sem qq significado).
2. Zazie (com o devido respeito) como diria o cromo contemporâneo…”Pá, vai mas é trabalhar”…ou estás de férias ?…que revolta essa!!!, tiraram-te os lápis de côr em criança e ainda não superaste o trauma.
3. E não não defendo os okupas e toda a gentinha que anda para aí a garatujar paredes da minha(nossa) Lisboa mas fundamentalismos cheiram-me sempre a …como dizer…éter!
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Eu acho os grafites uma coisa maravilhosa. No outro dia, grafitei uma parede dos Jerónimos, mas na modalidade do hard grafite, a canivete, com um “I Love Zazie”. Deu uma trabalheira, que aquela pedra é dura, mas compensa. Mas para o canivete, é melhor a pedra de ançã, de que é feito o tumulo do Afonso Henriques, em Santa Cruz, em Coimbra, ou o portal do Mosteiro da Batalha, por exemplo, onde eu apontei para a eternidade “Zazie is My Man!”. Já lá passei momentos felizes a escavar com o meu canivete. Sprays é para maricas.
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92, Piscoiso
Eu, não comentei nada neste post. Mas vc insiste na minha sexualidade, #92, a propósito de quê ?
vc está completamente aparvalhado !!! Sobretudo desde ontem à noite, vc passou-se para a javardice intelectual.
O que é que o leva a supôr que eu sou homossexual ?
À falta de argumentos para responder decentemente a questões políticas e sociais aqui colocada em posts, vc prefere o insulto !(*)
(A Miss Zazie já lhe respondeu parcialmente #94: “E porque não todos os comentadores de toda a blogolândia ?”).
(*) faz-me lembrar, de repente e com as devidas proporções, o seu adorado Mário Soares ao insultar Francisco Sá Carneiro por não se ter casado com Snu Abecassis, e já nos anos 1990, ao insultar Simone Veill. Faltou, a MSoares, argumentos…
Falta-lhe, a si, juízo…
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E já separam o lixo em casa ? o macaco Gervásio levou 11 segundos a aprender.
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Devia também ser crime: os que têm responsabilidade pela manutenção do património e o deixam ao abandono, permitindo assim a sua degradação.O património também ficaria mais respeitado.
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Caramelo,
Caso não te recordes, tinhas cortado relações virtuais comigo,coisa que de me deu grande alívio.
Portanto, se queres fazer rábulas imbecis com troca de géneros, procura lá um camarada qualquer e desampara-me a loja.
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Já o Paint-ball, que nos locais onde é praticado deixa árvores, arbustos e tutti-quanti borratado com tinta…
é chic.
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Voltei para te assombrar, zazie 😉 Já não estou zangado contigo, a sério. cheguei à conclusão que cortar relações “virtuais”, isto é, com alguém que não se conhece de lado nenhum, é esquisito e estou a ficar velho para coisas esquisitas. Com excepção do deboche a da destruição da propriedade públida e privada, é claro, coisas que não dispenso, como sabes. Vá, no hard feelings, aperta aí o bacalhau. Ó zazie, agora a sério, se eu fosse puto, arranjava uma maltosa e ia tocar à tua campainha às três da manhã e desenhar piretes no teu prédio 😉 Vocês, lá no teu bando de bairro, quando eram miúdos, eram mesmo assim respeitadores da ordem e da propriedade? Sissies!
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Tens aí atrás a resposta ao que fazia e a diferença.
Azar o teu tratares tudo em catálogos pré-fabricados e nunca entenderes nada.
Se a seita se chamava das zundapps gamadas, dá para entender que alguma propriedade não foi respeitada.
A mesma dos tipos que já as haviam gamado e alugavam no Campo Grande.
Se isso tem algo a ver com os pais, presidentes de Câmara e palermas em adultos em geral, a querem brincar ao mesmo, é coisa de tal modo caricata que dá para perguntar se nasceste de geração espontânea.
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Ó 109
O Piscoiso foi criado por tias.Um mau principio que afunda muito macho.Daí ser relevante, uma vez em stress, a sua tentativa de arranjar companhia…as dúvidas devem-no atormentar.
Julgo que se convivesse uns dias com um gang multicultural nas suas multiplas aventuras que normalmente desculpa só lhe faria bem.Talvez recuperasse os níveis adequados de testosterona…
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(…)O meu pai nem se importou, porque a parede até era a do prédio contíguo, ainda que fosse delimitação de uma zona com canteiros, fechada em frente da casa.
Como vê Alexandrino (#66), pode fazer-se isso na própria casa.
Há aqui um contra-senso. Ou a parede era sua ou era do seu vizinho.
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Mas, se gostas dos exemplos expostos, podes fazer o contrário- vens ao meu bairro com os teus papás que também te devem ter ensinado a virtude e estética de sujar paredes, tocas à campainha e eu prometo que vos recebo com algum material líquido e colorido, largado do alto da janela.
Acredita que me faz sempre uma grande tristeza assistir a tanta juventude e revolta artística sem patrocínio, a acabarem no limbo.
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Mas agora a sério. Você é mesmo paneleiro?
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A teoria do bom selvagem enferma o politicamente correcto.Arranjam desculpa para tudo menos para quem tem que pagar impostos.
Prédios novinhos em folha todos grafitados e sem ninguém da lei se preocupar.A PROPRIEDADE não é respeitada.Serve até de forma de chantagem.Os lumpen tomaram conta de Portugal
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Não se deve confundir ‘arte’ com o uso abusivo da propriedade de outros, que é o que acontece na maioria dos casos. E por mais ‘arte’ que seja, ninguém tem o direito de desrespeitar aquilo que não é seu.
No que respeita ao espaço público, um indivíduo não pode decidir se é melhor grafitado ou não se não tiver o apoio de uma maioria populacional.Para isso, foram eleitos representantes que estão numa coisa chamada Câmara Municipal. Para representar a vontade de uma maioria. E se estes não deram autorização a que os espaços públicos sejam utilizados para ‘arte’, então estes não devem ser utilizados para este efeito. Outra atitude que não esta, é pura anarquia
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A Piscoisa não é paneleira não.Resistiu a baixar a cueca.O lobby gay não ganhou…
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Dado que a ‘coisa’ não se resolve com multas nem com detenções, talvez umas marteladas nos dedinhos dos meninos que conspurcam os monumentos, as residências e não só, resolveria o assunto.
Ou então umas rusgas tipo Capitão Maltês !….
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Agora com um deputado assumidamente panasca a malta PS para ter promoção vai ter que baixar o calção…
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#117.
A casa onde eu vivia era muito antiga. Posteriormente foi construida uma rua em frente, desalinhada com a frontaria da casa. Entretanto foi construído um prédio ao lado, já alinhado com a rua. Isto fez com que houvesse um triângulo livre em frente à casa, cujos lados eram a frontaria da casa, uma parede do prédio ao lado e um gradeamento alinhado com a rua. Este espaço era da minha casa, ainda que uma das paredes que o delimitava era do prédio vizinho. Para o vizinho vir apagar o graffiti da sua parede, tinha de vir ao terreno da minha casa. Ainda hoje lá está.
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No tempo da capitão Maltês a tranquilidade pública e ordem que havia.Passeva-se a qualquer hora do dia e da noite e sempre tudo certinho.Que liberdade!
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O mais engraçado é que muita desta maltosa que acha o máximo espatifar e sujar tudo e até considera esta nojeira manifestações artísticas no “espaço envolvente” é a mesma que também é capaz de chagar os cornos a algum vizinho se uma trepadeira ou árvore lhes faz sombra.
E sei do que falo porque ando constantemente a aturar esses enxofrados com glicínias à borla a que chamam “silvas” e “estrumeira”, a sujar-lhes o cimento das arrecadações onde guardam o automóvel.
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Mas depois, os filhinhos até podem receber extra para os sprays e cagar as paredes da escola, ou os muros do jardim mais próximo.
Problema, coisa terrível e que até garantem causar rinites alérgicas- são as glicínias e bunganvílias.
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Mas depois, os filhinhos até podem receber extra para os sprays e cagar as paredes da escola, ou os muros do jardim mais próximo.
Problema, coisa terrível e que até garantem causar rinites alérgicas- são as glicínias e buganvílias.
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Já César dizia:Estes lusitanos não se governam, nem se deixam governar.Por isso é que hoje estão a importar obamazinhos para ver se com “genes frescos” isso muda…
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Assim qualquer dia a ordem é estabelecida á “catanada” e ou com o “pneu” a arder á volta da tolinha do aventureiro.Como em alguns países africanos para onde nos levam os queridos líderes…
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E nunca lhe colaram na parede da casa, um papel que só se arranca com um pedaço de parede atrás, com a fotografia de um cãozinho perdido que dá pelo nome de “Tótó”, com alvíssaras?
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Épá, vocês são tão chatos, nhónhórenhónhó. Ó zazie, mas tu achas que seu eu for com os meus pais tocar à tua campainha de madrugada, tu nos apanhas? Olha que os meus pais, mesmo com a sua provecta idade, ainda correm comó caraças! É o treino de muitos anos a fugir à bófia, minha amiga. E essa cena das motoretas gamadas era tipo west side story? E tu usavas rabo de cavalo e saia rodada?
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E aí, em lhes caindo flores secas na “propriedade privada” a ver se não expeditos a fazerem queixa à Câmara ou a chamar a polícia.
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Eu pura e simplesmente tive pais- pai e mãe. Que nunca acharam que lhes competia fazer propaganda dos disparates dos filhos e muito menos tornar isso uma variante ideológica de “combate artístico e desafio à ordem e à polícia”.
Mas acredito que imbecis e bananas sempre existiram em todos os tempos. Assim como jovens agricultores com até aos 50 anos.
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Eu usava calções e fiz exame da 4º classe, no tempo de Salazar, com calções curtinhos e bata enrolada na mochila.
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E joelheiras, não?
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Usava mochila, coisa que nem se vendia por cá, enviada de Inglaterra e, se queres saber, até tinha desenhado, um lema tanto disparatado: “je fais ma loi”.
Fantasias de juventude eram isto e nunca os adultos quiseram imitá-las.
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Joelheiras só mais tarde quando tive jeans. Mas era proibido levá-las para as aulas.
Ainda assim, sempre andei de calções e jeans fora da escola.
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#125
Ou seja, pelo que percebi, os únicos prejudicados visualmente seriam o sr. e a sua família.
Mesmo assim, e reconhecendo que não há prejuízo absolutamente nenhum para terceiros com esta situação específica, continuo a defender que não lhe assistia o direito de o fazer, uma vez que a parede não lhe pertencia.
Se, estando no seu lugar, e sendo criança, eu o faria? Se calhar sim. No entanto, como é óbvio, continuava a não ter esse direito.
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Nessa altura os ingleses importavam as mochilas de França.
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Zazie, cada um tem os pais que tem e eu tenho muito orgulho nos meus. Olha, para tua informação, foram os meus que trouxeram a técnica do grafitti para Portugal, naquele tempo ainda com pedaços de carvão, e como não havia campainhas no tempo deles, iam de madrugada tocar o sino na aldeia. Gandas malucos, os meus pais. E para que é que a gente quer saber se usavas calções curtinhos? ai, ai… estás a tentar engatar-me, depois de dizeres mal de mim?
Eu até digo mais: o apagamento do grafite é que devia ser criminalizado e mais nada! Tu já viste se o presidente da cãmara de Pompeia, ou os zazizium lá do sítio tibessem apagado aaqueles maravilhos grafites que por lá se vêm agora? Pois, nisso não pensaste tu…
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Paulo Nunes, é à tua campainha que vou tocar hoje às quatro da madrugada. No teu caso, colo à campainha um pedaço de adesivo daquele bem forte 😉
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O lema foi escrito por mim, como é óbvio.
É preciso explicar-se sempre tudo em duplicado.
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Se não queres saber escusavas de perguntar se eu andava de saia rodada.
E vou indo que esta palhaçada já deu o que tinha a dar.
Se quiserem dar o corpo ao manifesto- força- eu levo a esponja com o sabão macaco.
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Mas o que irrita nesta conversa de talho é que os idiotas nem são capazes de assumir que as garatujas nas paredes são um nojo.
Tém sempre de fazer política para tudo e até chamar reaccionária a uma pessoa que acha isto uma merda.
O template daquel@s 3 do womenage a trois diz tudo-
está por la a tradução do que se esconde por trás da trampa garatujada na parede.
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azulejo de sanitário do Cartaxo+ foice me martelo+ não a todas as leis que regulem o corpo (esqueceram-se das LGBT que regulam a cabeça e a sexualidade das crianças)+ tags foleiras estandartizadas+ fuck it all+ larilice militante+ cenas obscenas- junta-te ao pagado
Um manifesto de forma de vida dos 8 aos 80 anos.
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#143 Paulo Nunes, é à tua campainha que vou tocar hoje às quatro da madrugada. No teu caso, colo à campainha um pedaço de adesivo daquele bem forte 😉
Pode ser que seja electrocutado. No seu caso específico, até teria prazer em aumentar a voltagem. Era electricidade bem gasta.
Quanto aos seus pais, só posso lamentar.
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Para que servem os gandulos que trabalham no ministerio da cultura?
Para roubar os contribuinytes!
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De grafiteiros a drogados.Dois jovens com menos de 20 e uma rapariga, todos brancos, depois de assarem umas entremeadas e beberem coca cola num local desapropriado e insólito andam agora á procura de alojamento.Espreitaram umas carrinhas e seguiram.Andam por perto do “fornecimento” que os mantém “agarrados”, na zona na mão de africanos e ciganos.Consequência doutras lutas da “despenalização” que permite o comércio de drogas livremente e do fim do Serviço militar obrigatório que fazia uma diferença do caraças na “carreira” da juventude.Isto é que é liberdade!
Como liberdade é os bandidos tipo Pidá ordenarem de dentro das prisões o incêndio dos carros das tetemunhas.Isto é que é liberdade!Descolonizaram menos de 1000000 de “colonos” e sem bens porque de certeza eram “roubados” e agora colonizam-nos com 1000000 de africanos que em boa parte pagamos.Isto é que é liberdade!
Não foi este tipo de liberdade que pretendi para Portugal…
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Já havia graffiti em Pompeia…
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ò pra eles- os valentes grafitteiros anti-facistas.
O Caramelo deve ter levado a bazuka que lança carvão, em memória à resistência familiar.
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E repare-se no detalhe- apesar da bófia ter corrido com os tipos- ninguém conseguiu silenciar o muro.
E esta actuação da polícia, ao pedir-lhes a identificação, foi «a PSP para identificar os quatro autores desse inqualificável crime
que é o de exercer o direito à liberdade de expressão política. Neste
caso, precisamente em defesa da democracia e da luta contra o
fascismo.»
Palavras para quê- o substracto é sempre a velha k7. Nem que andem em cadeiras de rodas, estes idiotas comunas, julgam-se a defender a humanidade um perigo tremendo.
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Neste caso são obras de arte-anti-facistas do século XXI.
Nada que enganar. Excepto não tatuarem as palhaçadas no corpo, para a mensagem estar sempre presente.
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esta nazie é uma grafiteira do caraças, é só ver a merda que aqui pixou, até agora foram 66 em 155. fuck them coiso & tal.
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a pixadeira bazou. tasse a produzir para um party spray no bairro.
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Arte.
Este graffiti em Watford, é de uma simplicidade impressionante, que valorizou imenso o imóvel onde foi feito.
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http://www.banksy.co.uk/outdoors/horizontal_1.htm
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148.
Paulo Nunes, eu para essas coisas, uso sempre luvas isolantes. Olha, não fiques hoje acordado à janela, não. E vou-te pintar a parede toda com a manuela ferreira leite de lingerie de renda, ficas já avisado.
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Os espanhois estão mal ,crise economica pior que a Portuguesa . Mais gripe H . Cada vez mais atentados bombistas da ETA e não só.
Não vejo os etarras são para aqui chamados.
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