não vai gerir, vai presidir e para presidir tanto faz ter 23 como 65, quanto mais bronco, melhor. mas conte lá qual é a sarnozidade que tem na manga e onde é que entra o sócrates.
Então,já não é tradição? Pedem tachinhos familiares..é uma iguaria internacional.
Nada a comentar,esses os políticos são o reflexo desta podridão, as leis e condutas são para os outros, não para eles,quase me arrisco a dizer que este sans culotte anda a brincar aos reizinhos á lá Absolotismo e como tal colocou a sua joinha de 23 anos a presidir á la defense, não será uma honra estarem junto de um jovem que subiu com trabalho na vida?
Não é o problema do filho de quem, neste caso José S. É o problema mais geral do nepotismo, do favorecimento dos próximos.
É o problema do poder que é deferido a quem governa para assim proceder quase a seu bel-prazer.
O fantástico professor Morais, das 4 cadeiras finais da engenhosa licenciatura, desconhecido professor até que o foi, também achou por bem contratar uma rapariguinha de shopping para debutar numa direcção-geral que aquele provia.
Quem isto não entende, comenta sem conteúdo.
Em Portugal, os filhos de algo, estão sempre providos pelos papás. Na Assembleia da República, nas empresas e.p., nos cargos de Estado, os exemplos são legião, em Portugal. Cunha, compadrio, nepotismo são palavras que em Portugal assumem significado eufemisticamente modificado.
Normalmente por um simples “E porque não?”
De facto, porque a quem não tem vergonha, todo o mundo é seu.
Então fale-se do sarkozinho. Com 23 anos, já chumbou no curso de Direito e anda para o acabar. Como concorreu ao lugar, na qualidade de rebento de monsieur le président terá eventualmente mais hipóteses de ganhar a corrida. Son papa já disse que o rebento tem direito a concorrer como qualquer cidadão em condições para tal. E tem razão.
Só que umas centenas de colegas do curso de Direito do sarkozinho levaram à letra a proclamação de princípios e apresentaram igualmente as suas candidaturas…
Ora é assim que se podem combater os costumes. Por cá, talvez resultasse e a senhora Maio, de manhã na Antena Um, em vez de abrir os notíciários com inanidades sobre Saramago, poderia ter melhor para contar.
Esse gaiato não é o filho de Sarcozy que se meteu no negócio do hip-hop, foi um sucesso, conquistou os suburbios e os jovens que se tinham zangado com Sarcozy pai por causa da racaille e feito o impossível que é os bairros de Paris gostarem do presidente??
Ainda perguntam o que faz o filho de Sarcozy ali? Ou este é o mano?
E assim tem-se o ciclo fechado..empresas,governo e altos postos nas mãos dos mesmos.
Quando o sem vergonhismo chega a este paralelo é difícil recuar e a juntar ás medidas de “excremento” que o senhor de forma determinada tem feito acho que o assunto “Sarkozy” esta esclarecido.
Somos todos iguais,mas uns mais iguais que outros,nomeadamente familiares e conhecidos dos altos iluminados…enfim
Faça de parvo quem quer, mas não queiram fazer de (todos) nós parvos.
Não estamos a falar de Sarkozy mas sim das “teias” estadoempresas tanto mais entrelaçadas quanto maior é o poder do Estado e a extensão desse poder sobre a sociedade. E, para quem não saiba, assinale-se que o conceito de nepotismo não se esgota no favorecimento de familiares mas também abrange os amigos.
O Estado socretino tem sido um expoente desse nepotismo. Leiam os jornais. Por exemplo os de hoje. Por exemplo, o Público. Ah! E não se esqueçam do Diário da República.
E já agora que é mais importante ainda, saber como é que o Vara gere os dinheiros públicos na CGD e que empréstimos tem concedido e a quem exactamente.
Por exmplo, estou interessado em saber como é que a CGD emprestou quase um milhão de euros a uma certa ministra que não tem riqueza pessoal e vive do rendimento do trabalho, tem mais de 50 anos e não se prevê que possa auferir rendimentos que ultrapassem os 5 mil euros por mês. Gostava de saber que spread lhe foi concedido e por quantos anos é o empréstimo e quanto vai pagar por mês de prestação…
A primeira afirmação está errada. Basta olhar para o Estado das Finanças, por exemplo Portugal tem sido administrada por gente entre os 30 e os 60 anos. Os resultados falam por si.
Seria difícil alguém com 18 anos ou 23 anos fazer pior.
Aliás como os míudos de 20 anos são quem vai ter as reformas em risco devido ao roubo geracional feito pelos seus pais e avós seriam precisamente as pessoas ideais para administrar o Estado.
Quanto á segunda concordo. É a tradição na Europa e o caminho para o Social-Corporativismo.
Sarkozy foi uma pequena decepção….para quem é de Direita, como eu.
Esse nepotismo é típico da esquerda.
Raramente a Direita usa esse método!
Em Portugal, desde Almeida Santos, Soares Pai-Filho, Cunhado de Guterres, Filho(a) de Sampaio, LF Madeira, Candal, EFerro Rodrigues, Tozé Seguro, FGomes-Gina; Narciso-Paula; ACampos; até ao findar de lista infindável….
«La droite, la gauche et au Portugal Sócrates»
Le peuple au pouvoir, cést tout.
Em português internacional:
“A democracia é a continuação da oligarquia por outros meios”
Ou como escreveu um coronel de cavalaria, dado aos poemas:
“Dizem que a D é uma coisa boa,
não há quem diga que não,
sem ela nãos e sabia,
que havia tanto ladrão”
É nisto que deram, alguns dos capitães de Abril.
Um deles, ainda anda por aí, na política, como ‘deficiente’ de campanha, devido a um jogo de futebol.
Quand une riche banlieue de Lisbonne a quelque chose des Hauts-de-Seine
Dimanche 11 octobre, les électeurs d’Oeiras, une banlieue prospère de Lisbonne, ont offert une réélection triomphale à leur maire, Isaltino Morais. Avec 41,52% des voix, l’ancien ministre de la Ville et de l’Environnement du gouvernement de José Manuel Durao Barroso (parti depuis sévir à Bruxelles) enregistre sa meilleure performance de tous les temps. Il gagne plus de sept points par rapport à 2005.
Petit détail qui aurait dû avoir son importance: en août, «Isaltino» (désormais désigné par son seul prénom comme toutes les célébrités) a été condamné par le tribunal de Sintra à sept années de prison ferme pour fraude fiscale, abus de pouvoir, corruption passive et blanchiment d’argent.
Ayant fait immédiatement appel d’une décision de justice d’une rare sévérité, le leader charismatique du mouvement indépendant baptisé «Isaltino – Oeiras mas a frente» («Isaltino – Oeiras toujours devant») a pu se représenter pour une septième et dernière mandature. Dernière, uniquement parce qu’une nouvelle loi limite désormais le nombre des mandats. Car sinon, nul doute que le «bon peuple d’Oeiras», pour paraphraser la formule favorite de l’ancien dictateur Antonio de Oliveira Salazar, maintiendrait Isaltino jusqu’à son dernier souffle dont son fauteuil présidentiel (le maire est président du conseil municipal).
Oeiras n’est pas un petit village isolé d’un pays intérieur et rural que la dictature a maintenu longtemps dans l’analphabétisme et l’obscurantisme religieux et où le clientélisme local s’alimente désormais aux subventions de l’Union européenne. Entre Lisbonne à l’est et la très chic Cascais à l’ouest, avec vue sur le Tage, Oeiras compte la plus forte proportion de diplômés du pays et s’en vante dans ses «clips» publicitaires. Elle s’inscrit parmi les municipalités au revenu moyen le plus élevé de la péninsule Ibérique et a réussi à attirer de nombreuses entreprises de haute technologie. Oeiras, c’est un peu les Hauts-de-Seine de Lisbonne, très bétonnée et très riche.
C’est en connaissance de cause que les «docteurs» d’Oeiras (titre que revendique au Portugal tout détenteur d’une simple licence) ont réélu un homme lourdement condamné par la justice de son pays. Car tout en clamant son innocence, le dignitaire franc-maçon, ancien magistrat et consultant du ministère… de la Justice, a traité comme peccadilles les délits qui lui sont imputés. S’il a fraudé le fisc, c’est que «tout le monde le fait». Quand il a déposé, entre 1993 et 2002, près de 1,4 million d’euros sur un compte bancaire en Suisse, il n’avait «pas conscience qu’il y avait un problème d’imposition, cela ne m’a jamais traversé l’esprit».
D’ailleurs, cet argent, ce n’était pas vraiment le sien mais celui de sa sœur (pour 300.000 euros) et de son neveu (pour 220.000 euros), qui exerce la profession de chauffeur de taxi dans la Confédération helvétique. Au procureur qui s’étonnait des revenus importants de ce neveu, Isaltino avait répondu sur le ton indigné qu’il affecte quand son honnêteté est mise en cause: «Tous les émigrés immigrants qui vont en Suisse pourraient s’enrichir, sauf mon neveu?»
Quant à la déclaration de patrimoine que chaque élu doit remettre au Tribunal constitutionnel, «ça ne valait rien» parce que «à l’époque [les années 80], c’était ainsi, personne ne prenait ça au sérieux». Ses déclarations, de son propre aveu, n’avaient qu’un très lointain rapport avec la réalité.
Corrompu mais efficace
«Il vole mais il réalise»: ce slogan est devenu sous tous les cieux la justification des édiles corrompus et de ceux qui les maintiennent au pouvoir par leur vote. Les défenseurs du «bonheur de vivre à Oeiras» avec Isaltino comptaient dans leur rang jusqu’au général Otelo Saraiva de Carvalho, l’ancien leader des «capitaines d’Avril». Triste.
En vingt années de pouvoir sans partage, Isaltino a surfé sur l’exode rural massif et l’urbanisation incontrôlée qui, après la révolution des œillets de 1974 et l’entrée du Portugal dans l’Union européenne douze ans plus tard, ont contribué à un développement du pays réel mais gravement déséquilibré. Le «boom» immobilier qui a transformé Oeiras en l’espace d’une génération a concentré sur les pouvoirs locaux des responsabilités considérables, et les tentations qui vont avec.
Les règles de gouvernance et les mentalités ont suivi avec retard, ou pas du tout. Un projet de loi envisage, enfin, d’imposer la mobilité de contrôleurs des finances jusqu’ici pratiquement inamovibles et dont la trop grande «proximité» à l’égard des autorités locales qu’ils sont censés surveiller est la source d’innombrables dérives. Jamais à court d’une provocation, le maire d’Oeiras avait d’ailleurs, au cours de son procès, reproché à l’administration fiscale de n’avoir pas bien contrôlé ses déclarations d’impôts !
Comme l’écrivait dans la revue Visao l’éditorialiste Filipe Luis, la réélection triomphale d’Isaltino «démontre, d’une part, que les décisions de justice sont regardées comme quantité négligeable, et, d’autre part, que le phénomène de la corruption est considéré, même par les “éclairés”, comme faisant partie de leur culture».
«Et qu’on ne vienne pas», s’indignait dans l’hebdomadaire Expresso l’écrivain et commentateur Miguel Sousa Tavares après la condamnation d’Isaltino, «m’opposer la prétendue ‘légitimité politique’ ou ‘démocratique’…». En Etat de droit, le vote populaire ne justifie pas tout. La règle de droit, ou à défaut la simple décence, sont là pour imposer au «gouvernement du peuple» des limites au-delà desquelles la démocratie ne mérite plus son nom.
Ce qui inévitablement, des «Hauts-de-Seine de Lisbonne» à ceux qui encerclent Paris par l’ouest, pousse à s’interroger sur la légitimité de la désignation prochaine, à la tête d’un établissement public majeur, d’un étudiant en droit de 23 ans nommé Jean Sarkozy. Sous prétexte, comme l’a répété sur tous les tons l’Elysée, qu’il a été élu par les électeurs du canton de Neuilly-sur-Seine!
Le népotisme politique, actif ou passif, n’est pas en soi passible de poursuites judiciaires mais il contribue à la misère de la démocratie, au même titre que la corruption ou le clientélisme. Pour citer encore Miguel Sousa Tavares à propos du «cas Isaltino»: «C’est tellement évident que l’on a du mal à comprendre ceux qui ne le voient pas.»
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C’est la droite.
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La droite, la gauche et au Portugal Sócrates
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É tudo farinha do mesmo saco! Mesmo que com rótulos diferentes!
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não vai gerir, vai presidir e para presidir tanto faz ter 23 como 65, quanto mais bronco, melhor. mas conte lá qual é a sarnozidade que tem na manga e onde é que entra o sócrates.
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Sim, conte lá o que é que o filho do Sócrates anda a presidir.
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Então,já não é tradição? Pedem tachinhos familiares..é uma iguaria internacional.
Nada a comentar,esses os políticos são o reflexo desta podridão, as leis e condutas são para os outros, não para eles,quase me arrisco a dizer que este sans culotte anda a brincar aos reizinhos á lá Absolotismo e como tal colocou a sua joinha de 23 anos a presidir á la defense, não será uma honra estarem junto de um jovem que subiu com trabalho na vida?
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Não é o problema do filho de quem, neste caso José S. É o problema mais geral do nepotismo, do favorecimento dos próximos.
É o problema do poder que é deferido a quem governa para assim proceder quase a seu bel-prazer.
O fantástico professor Morais, das 4 cadeiras finais da engenhosa licenciatura, desconhecido professor até que o foi, também achou por bem contratar uma rapariguinha de shopping para debutar numa direcção-geral que aquele provia.
Quem isto não entende, comenta sem conteúdo.
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Em Portugal, os filhos de algo, estão sempre providos pelos papás. Na Assembleia da República, nas empresas e.p., nos cargos de Estado, os exemplos são legião, em Portugal. Cunha, compadrio, nepotismo são palavras que em Portugal assumem significado eufemisticamente modificado.
Normalmente por um simples “E porque não?”
De facto, porque a quem não tem vergonha, todo o mundo é seu.
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Eu entendo que é tendencioso falar de Morais, quando Morais há muitos.
Sarkozy é o tema.
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logo vi, que o poste era uma deixa para o cagasentensas despejar conteúdo plagiado do cerejo, quando o belarmino pagava para dizerem mal do sócrates.
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Então fale-se do sarkozinho. Com 23 anos, já chumbou no curso de Direito e anda para o acabar. Como concorreu ao lugar, na qualidade de rebento de monsieur le président terá eventualmente mais hipóteses de ganhar a corrida. Son papa já disse que o rebento tem direito a concorrer como qualquer cidadão em condições para tal. E tem razão.
Só que umas centenas de colegas do curso de Direito do sarkozinho levaram à letra a proclamação de princípios e apresentaram igualmente as suas candidaturas…
Ora é assim que se podem combater os costumes. Por cá, talvez resultasse e a senhora Maio, de manhã na Antena Um, em vez de abrir os notíciários com inanidades sobre Saramago, poderia ter melhor para contar.
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Olha, cá temos o vigilante permanente e de bata posta. O estetoscópio também está a postos?
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Esse gaiato não é o filho de Sarcozy que se meteu no negócio do hip-hop, foi um sucesso, conquistou os suburbios e os jovens que se tinham zangado com Sarcozy pai por causa da racaille e feito o impossível que é os bairros de Paris gostarem do presidente??
Ainda perguntam o que faz o filho de Sarcozy ali? Ou este é o mano?
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Se é o mesmo que eu penso, as capacidades de gestão do gaiato estão mais que provadas. O gaiato é filho de peixe e sabe nadar.
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E assim tem-se o ciclo fechado..empresas,governo e altos postos nas mãos dos mesmos.
Quando o sem vergonhismo chega a este paralelo é difícil recuar e a juntar ás medidas de “excremento” que o senhor de forma determinada tem feito acho que o assunto “Sarkozy” esta esclarecido.
Somos todos iguais,mas uns mais iguais que outros,nomeadamente familiares e conhecidos dos altos iluminados…enfim
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Pois eu acho muito bem.
Aliás, estou a pensar pedir uma casa á camara de Lisboa, porque eu até sou um grande artista.
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Faça de parvo quem quer, mas não queiram fazer de (todos) nós parvos.
Não estamos a falar de Sarkozy mas sim das “teias” estadoempresas tanto mais entrelaçadas quanto maior é o poder do Estado e a extensão desse poder sobre a sociedade. E, para quem não saiba, assinale-se que o conceito de nepotismo não se esgota no favorecimento de familiares mas também abrange os amigos.
O Estado socretino tem sido um expoente desse nepotismo. Leiam os jornais. Por exemplo os de hoje. Por exemplo, o Público. Ah! E não se esqueçam do Diário da República.
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Alguém me diz onde está o filho do Sampaio…
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E porque não saber onde estão os filhos de todos os políticos?
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#20 – “E porque não saber onde estão os filhos de todos os políticos?”
bora lá e também os empréstimos em condições vantajosas feitas pelo bpn a filhos de políticos e de presidentes.
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E já agora que é mais importante ainda, saber como é que o Vara gere os dinheiros públicos na CGD e que empréstimos tem concedido e a quem exactamente.
Por exmplo, estou interessado em saber como é que a CGD emprestou quase um milhão de euros a uma certa ministra que não tem riqueza pessoal e vive do rendimento do trabalho, tem mais de 50 anos e não se prevê que possa auferir rendimentos que ultrapassem os 5 mil euros por mês. Gostava de saber que spread lhe foi concedido e por quantos anos é o empréstimo e quanto vai pagar por mês de prestação…
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E para não dizerem que é má língua, esclareço que se for é do 24 Horas de há uns meses. Com documentos a provar os factos…
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O telejornal da MMG faz muita falta…
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A primeira afirmação está errada. Basta olhar para o Estado das Finanças, por exemplo Portugal tem sido administrada por gente entre os 30 e os 60 anos. Os resultados falam por si.
Seria difícil alguém com 18 anos ou 23 anos fazer pior.
Aliás como os míudos de 20 anos são quem vai ter as reformas em risco devido ao roubo geracional feito pelos seus pais e avós seriam precisamente as pessoas ideais para administrar o Estado.
Quanto á segunda concordo. É a tradição na Europa e o caminho para o Social-Corporativismo.
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#23 – “O telejornal da MMG faz muita falta…”
bota aí a morada que eu mando-te o poster erótico da última ceia com marinho, tríptico sopa e dois pratos.
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Podes deixar na posta restante aí do centro de saúde.
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Sarkozy foi uma pequena decepção….para quem é de Direita, como eu.
Esse nepotismo é típico da esquerda.
Raramente a Direita usa esse método!
Em Portugal, desde Almeida Santos, Soares Pai-Filho, Cunhado de Guterres, Filho(a) de Sampaio, LF Madeira, Candal, EFerro Rodrigues, Tozé Seguro, FGomes-Gina; Narciso-Paula; ACampos; até ao findar de lista infindável….
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#20
como gostas de ser roubado, desde que seja pela esquerda, procura os empréstimos vantajosos da CGD a Berardo e quejandos para o assalto ao BCP…
Óbvio, os “media” não falam nisto.
Os “jornalistas” tb gostam de ser roubados…desde que seja pela esquerda corrupta, vigarista dos €€€ públicos
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«La droite, la gauche et au Portugal Sócrates»
Le peuple au pouvoir, cést tout.
Em português internacional:
“A democracia é a continuação da oligarquia por outros meios”
Ou como escreveu um coronel de cavalaria, dado aos poemas:
“Dizem que a D é uma coisa boa,
não há quem diga que não,
sem ela nãos e sabia,
que havia tanto ladrão”
É nisto que deram, alguns dos capitães de Abril.
Um deles, ainda anda por aí, na política, como ‘deficiente’ de campanha, devido a um jogo de futebol.
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http://www.mediapart.fr/journal/international/181009/quand-une-riche-banlieue-de-lisbonne-quelque-chose-des-hauts-de-seine
Quand une riche banlieue de Lisbonne a quelque chose des Hauts-de-Seine
Dimanche 11 octobre, les électeurs d’Oeiras, une banlieue prospère de Lisbonne, ont offert une réélection triomphale à leur maire, Isaltino Morais. Avec 41,52% des voix, l’ancien ministre de la Ville et de l’Environnement du gouvernement de José Manuel Durao Barroso (parti depuis sévir à Bruxelles) enregistre sa meilleure performance de tous les temps. Il gagne plus de sept points par rapport à 2005.
Petit détail qui aurait dû avoir son importance: en août, «Isaltino» (désormais désigné par son seul prénom comme toutes les célébrités) a été condamné par le tribunal de Sintra à sept années de prison ferme pour fraude fiscale, abus de pouvoir, corruption passive et blanchiment d’argent.
Ayant fait immédiatement appel d’une décision de justice d’une rare sévérité, le leader charismatique du mouvement indépendant baptisé «Isaltino – Oeiras mas a frente» («Isaltino – Oeiras toujours devant») a pu se représenter pour une septième et dernière mandature. Dernière, uniquement parce qu’une nouvelle loi limite désormais le nombre des mandats. Car sinon, nul doute que le «bon peuple d’Oeiras», pour paraphraser la formule favorite de l’ancien dictateur Antonio de Oliveira Salazar, maintiendrait Isaltino jusqu’à son dernier souffle dont son fauteuil présidentiel (le maire est président du conseil municipal).
Oeiras n’est pas un petit village isolé d’un pays intérieur et rural que la dictature a maintenu longtemps dans l’analphabétisme et l’obscurantisme religieux et où le clientélisme local s’alimente désormais aux subventions de l’Union européenne. Entre Lisbonne à l’est et la très chic Cascais à l’ouest, avec vue sur le Tage, Oeiras compte la plus forte proportion de diplômés du pays et s’en vante dans ses «clips» publicitaires. Elle s’inscrit parmi les municipalités au revenu moyen le plus élevé de la péninsule Ibérique et a réussi à attirer de nombreuses entreprises de haute technologie. Oeiras, c’est un peu les Hauts-de-Seine de Lisbonne, très bétonnée et très riche.
C’est en connaissance de cause que les «docteurs» d’Oeiras (titre que revendique au Portugal tout détenteur d’une simple licence) ont réélu un homme lourdement condamné par la justice de son pays. Car tout en clamant son innocence, le dignitaire franc-maçon, ancien magistrat et consultant du ministère… de la Justice, a traité comme peccadilles les délits qui lui sont imputés. S’il a fraudé le fisc, c’est que «tout le monde le fait». Quand il a déposé, entre 1993 et 2002, près de 1,4 million d’euros sur un compte bancaire en Suisse, il n’avait «pas conscience qu’il y avait un problème d’imposition, cela ne m’a jamais traversé l’esprit».
D’ailleurs, cet argent, ce n’était pas vraiment le sien mais celui de sa sœur (pour 300.000 euros) et de son neveu (pour 220.000 euros), qui exerce la profession de chauffeur de taxi dans la Confédération helvétique. Au procureur qui s’étonnait des revenus importants de ce neveu, Isaltino avait répondu sur le ton indigné qu’il affecte quand son honnêteté est mise en cause: «Tous les émigrés immigrants qui vont en Suisse pourraient s’enrichir, sauf mon neveu?»
Quant à la déclaration de patrimoine que chaque élu doit remettre au Tribunal constitutionnel, «ça ne valait rien» parce que «à l’époque [les années 80], c’était ainsi, personne ne prenait ça au sérieux». Ses déclarations, de son propre aveu, n’avaient qu’un très lointain rapport avec la réalité.
Corrompu mais efficace
«Il vole mais il réalise»: ce slogan est devenu sous tous les cieux la justification des édiles corrompus et de ceux qui les maintiennent au pouvoir par leur vote. Les défenseurs du «bonheur de vivre à Oeiras» avec Isaltino comptaient dans leur rang jusqu’au général Otelo Saraiva de Carvalho, l’ancien leader des «capitaines d’Avril». Triste.
En vingt années de pouvoir sans partage, Isaltino a surfé sur l’exode rural massif et l’urbanisation incontrôlée qui, après la révolution des œillets de 1974 et l’entrée du Portugal dans l’Union européenne douze ans plus tard, ont contribué à un développement du pays réel mais gravement déséquilibré. Le «boom» immobilier qui a transformé Oeiras en l’espace d’une génération a concentré sur les pouvoirs locaux des responsabilités considérables, et les tentations qui vont avec.
Les règles de gouvernance et les mentalités ont suivi avec retard, ou pas du tout. Un projet de loi envisage, enfin, d’imposer la mobilité de contrôleurs des finances jusqu’ici pratiquement inamovibles et dont la trop grande «proximité» à l’égard des autorités locales qu’ils sont censés surveiller est la source d’innombrables dérives. Jamais à court d’une provocation, le maire d’Oeiras avait d’ailleurs, au cours de son procès, reproché à l’administration fiscale de n’avoir pas bien contrôlé ses déclarations d’impôts !
Comme l’écrivait dans la revue Visao l’éditorialiste Filipe Luis, la réélection triomphale d’Isaltino «démontre, d’une part, que les décisions de justice sont regardées comme quantité négligeable, et, d’autre part, que le phénomène de la corruption est considéré, même par les “éclairés”, comme faisant partie de leur culture».
«Et qu’on ne vienne pas», s’indignait dans l’hebdomadaire Expresso l’écrivain et commentateur Miguel Sousa Tavares après la condamnation d’Isaltino, «m’opposer la prétendue ‘légitimité politique’ ou ‘démocratique’…». En Etat de droit, le vote populaire ne justifie pas tout. La règle de droit, ou à défaut la simple décence, sont là pour imposer au «gouvernement du peuple» des limites au-delà desquelles la démocratie ne mérite plus son nom.
Ce qui inévitablement, des «Hauts-de-Seine de Lisbonne» à ceux qui encerclent Paris par l’ouest, pousse à s’interroger sur la légitimité de la désignation prochaine, à la tête d’un établissement public majeur, d’un étudiant en droit de 23 ans nommé Jean Sarkozy. Sous prétexte, comme l’a répété sur tous les tons l’Elysée, qu’il a été élu par les électeurs du canton de Neuilly-sur-Seine!
Le népotisme politique, actif ou passif, n’est pas en soi passible de poursuites judiciaires mais il contribue à la misère de la démocratie, au même titre que la corruption ou le clientélisme. Pour citer encore Miguel Sousa Tavares à propos du «cas Isaltino»: «C’est tellement évident que l’on a du mal à comprendre ceux qui ne le voient pas.»
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