PSD não pode perder tempo
19 Outubro, 2009
PSD prescisa de eleger um líder o mais depressa possível. Quanto mais depressa eleger um líder, mais depressa a oposição interna pode começar a miná-lo. Não há tempo a perder. A autodestruição do PSD é uma prioridade nacional.
26 comentários
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O psd devia era eleger para líder o busto de pedra de Sá Carneiro e estava o caso resolvido. Um a um ficavam encarregues de transportar o busto para todo o lado à vez e dizer o que ele diria se estivesse vivo. E deixem de chatear. O país quer lá saber do psd para alguma coisa!
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O psd é uma perda de tempo. Eles querem eleger um líder para o enfeite. Elegeram uma porque tinha cara de séria. Agora até MRS pondera. São loucos.
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#1 – não está mal alembrado, mas a execução seria difícil. já estou a ver o zeca mindonça com botas de biqueira d’aço a alombar com o menhir do carneiro e o acorreia a vender frascos de poção.
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E onde montavam a tenda?
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O pSD é um caso patológico. Só por gravíssimo transtorno mental se pode imaginar que um partido aprove ou desaprove o seu líder em função daquilo que dele dizem os outros líderes. O Santos Silva diz que MFl lhe lembra uma anarquista espanhola e os notáveis do PSD começam a achar que MFL até dá ares disso. No dia seguinte outro Santos Silva qualquer lembra-se de dizer que MFL é muito retrógrada e eles voltam a achar que sim, que são capazes de ter razão. Lá no íntimo acham que com eles seria diferente. Vejam só a fotografia do Marcelo Rebelo de Sousa que está hoje no Camara Corporativa para perceberem o que vem aí.
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Cara Helena Matos,
«O PSD é um caso patológico». De acordo.
Mas o naipe de patologias de que padece o país é tão grave (de metastasiado que está) que só mesmo daquele “saco de gatos”, daquele desassossego) poderá vir uma solução. É a minha profunda convicção. A análise dos últimos 30 anos de vida política portuguesa, alicerça-a. Mas reconheço que estou já no limiar dos domínios da fé.
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o ps rouba tudo ao psd, foi o governo, as políticas, as ideias, os programas eleitorais, as câmaras e agora a presidência é feita pelossilva por controlo remoto.
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Já critiquei muito Luís Filipe Menezes, principalmente quando colocou os interesses pessoais à frente dos interesses colectivos do PSD (e consequentemente do país). Mas ele dá hoje uma boa entrevista ao Jornal i. Apesar de tudo, e como é seu apanágio, dá uma no cravo e outra na ferradura.
Gostei muito do disse sobre o seu trabalho na CM Gaia, de facto o “Social” não é propriedade da esquerda, e os sociais-democratas também são defensores de certas medidas de apoio social. Também gostei de ver a atitude de abertura ao entendimento com Rui Rio. Mas acima de tudo concordo plenamente com o que disse sobre a situação política nacional: “Em toda a Europa há eleições, há um partido que ganha, não tem maioria absoluta, e depois apresenta um governo ou de coligação ou com um acordo parlamentar prévio para uma legislatura. Só em Portugal é que há esta bizarria em que alguém que ganha sozinho considera que os que estão ao lado são infrequentáveis e os que estão ao lado têm como única ambição destruir aqueles que ganharam eleições. Nós temos uma tendência para a asneira, para a tontice“
Em todo o caso, Menezes não podia perder a oportunidade de dar umas bicadas em Ferreira Leite e dar opinião sobre o futuro do partido. Não gostei da demagogia que utilizou para dizer: “Colocar em causa o SNS tendencialmente gratuito, o predomínio da escola pública, questionar o aumento do salário mínimo, é dizer a 3 ou 4 milhões de portugueses “não votem em nós”. A mensagem que passou foi de que o PSD ia desmantelar o Estado social“. Ele sabe que o Ferreira Leite simplesmente disse a verdade aos portugueses. Um país assim é insustentável e, a continuar assim, no futuro será pior. Não haverá dinheiro para SNS, escolas, reformas, subsídios, etc.
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CANDIDATOS A LIDER DO PSD E A CHEFE DE GOVERNO ALINHADOS NA LINHA DE PARTIDA
MANUELA FERREIRA LEITE
Ao contrário do que muitas vezes se tem dito nunca teve a vida fácil. Disputou eleições num clima de vale tudo, com uma imagem (idade) que não ajudou e com uma personalidade pouco adequada a “best seller” político.
Foi recusada em eleições e não vai mudar de personalidade nem fazer plástica.
Mas ainda pode ter uma missão importante: segurar a liderança e manter a relação próxima com Cavaco Silva, até que se perfile uma alternativa que garanta o fim do periodo “chiclet” no PSD.
Mas o mais provável é ter de sair antes de poder assegurar o essencial.
PEDRO PASSOS COELHO
Boa imagem (embrulho) mas com conteúdo não condizente. Até pode vender. Mas vai estoirar na garantia.
Depois tem contra ele o facto de generalisadamente se pensar que não passa de um eco de outras vozes. Um projecto de “factotum”.
MARCELO REBELO DE SOUSA
As qualidades que fazem dele um bom comentador não o inabilitam para ser um lider partidário, mas impedem-no de ser um bom Primeiro Ministro. Tem a escola toda e é tão brilhante que chega a encandear. Mas é um viciado da táctica e, por isso, não tem consistência
Como lider partidário já tivemos uma primeira volta e creio que uma segunda não levaria a resultados diferentes. As pessoas não mudam (viram Pedro Santana Lopes na noite das eleições autárquicas ?) e, a partir de uma determinada idade, se mudam é para pior.
PAULO RANGEL
Moralizado pela vitória nas europeias, (muito) convencido dele próprio e danadinho para a porrada. Com o País numa situação diferente talvez até desse para arriscar.
Mas é cedo para ele e tarde para mais experiências.
RUI RIO
O principal óbice é o sucesso na Câmara Municipal do Porto. É impensável que, pelo menos nos próximos três anos, não cumpra o mandato camarário.
É de todos aquele que melhor alia a característica de ser um bom candidato a lider do PSD à de puder vir a ser um bom Primeiro Ministro. Tem o “timing” contra ele e tudo o resto a favor.
Quanto a MARQUES MENDES, LUÍS FILIPE MENEZES, PEDRO SANTANA LOPES, NUNO MORAIS SARMENTO, AGUIAR BRANCO, ANTÓNIO BORGES… novos ou reciclados, tudo “crash test dummies”…!
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«MARCELO REBELO DE SOUSA
As qualidades que fazem dele um bom comentador não o inabilitam para ser um lider partidário, mas impedem-no de ser um bom Primeiro Ministro. Tem a escola toda e é tão brilhante que chega a encandear. Mas é um viciado da táctica e, por isso, não tem consistência
Como lider partidário já tivemos uma primeira volta e creio que uma segunda não levaria a resultados diferentes. As pessoas não mudam (viram Pedro Santana Lopes na noite das eleições autárquicas ?) e, a partir de uma determinada idade, se mudam é para pior».
Errado.
Marcelo Rebelo de Sousa tem todas as condições para, se o quiser fazer, se tornar líder do PSD. Porquê?
1.ª- É o militante n.º 3 do PSD;
2.ª- Pode representar a renovação do Partido. Porque se trata do único candidato que nada teve a ver com o «Cavaquismo», que deixou o PSD no atoleiro em que ainda se encontra;
3.ª- Não é, tão-só, um analista político de reconhecido mérito. É um indivíduo honestissimo; é Professor Catedrático de Direito e não necessita, por isso, da «coisa pública» para coisa alguma;
4.ª- É a pessoa que, neste momento, se encontra em melhores condições para federar as várias tendências desavindas dentro do PSD;
5.ª- Representa no PSD a via «Social-Democrata» portuguesa; que é a original desde a génese do Partido, contra os «liberais» de Passos Coelho e c.ª que deviam fundar outra agremiação política;
6.ª- Deve cumprir o objectivo de uma vida: ser Primeiro-Ministro de Portugal.
Se se candidatar à liderança do PSD, um voto pelo menos terá garantido:
O Meu!
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A saudade é lixadamente portuguesa.
É raríssimo ver-se numa democracia adulta a repescagem de quem já esteve no poder. São os próprios Partidos que numa dinâmica renovadora apresentam novas caras e métodos renovados.
O PSD insiste em fazer valer museológicas lideranças, batendo nas mesmas teclas de músicas gastas.
O saudosismo é lixado.
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Piscoiso:
Não concordo com a sua opinião.
«Museológico» é apresentar candidatos à Presidência da República como Mário Soares ou Manuel Alegre. Recorde todos os Primeiros-Ministros do País desde Cavaco Silva inclusive: encontra algum, com melhores qualidades para o cargo do que Marcelo?
Parafraseando-o: «Lixado mesmo é ser cidadão de um País, que renovou o governo do maior incompetente da política Portuguesa desde o 25 de Abri!»
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#10 – ainda é cedo para fazer declarações de amor ao líder, só depois de eleito é que jura fidelidade. o c6h8o7 afecta o discernimento.
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MFL devia cumprir o mandato até ao fim e depois dar lugar a Paulo Rangel.
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#12.
Os exemplos de museologia que referi, restringiam-se à líderança partidária, porque para PR, até um Cavaco foi eleito.
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“MFL devia cumprir o mandato até ao fim e depois dar lugar a Paulo Rangel.”
telefona para a remar que eles fazem recolhas ao domicílio.
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«MFL devia cumprir o mandato até ao fim e depois dar lugar a Paulo Rangel.»
A coisa ‘dá-se’, não é? Essa espécie de dação é que fez com que o PSD chegasse ao lindo estado actual.
Eu prefiro quem ganhe o poder por si e não que o recebe por dádiva generosa.
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O PSD está a gerir a queda do PS. Não haja ilusões…. O partido afecto ao próximo governo vai ficar marcado como o coveiro do País.
Entretanto o CDS anda a minar o PSD!?. Não será de estranhar começarmos a ver o CDS a encher com PSDs….
O CDS continua ainda mais ou menos limpo para poder governar…. O PSD está sujo….
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MÃOZINHAS!
É a velha história das “mãozinhas”. Ou melhor, ter ou não ter. No bridge, curioso jogo perfeito, o sábio jogador, inebriado pelo carteio, busca as “mãozinhas” miraculosas. A estatística é para tais artistas, assunto sagrado e memorável. O que lhes interessa é, afinal, o prémio do jogo – honestíssimo e reparador. Mas o jogador não deve ser impetuoso. Audaz, talvez. Iluminado, decerto. Nunca fogoso nas vozes ou carteio. As “mãozinhas” são quase sempre cumpridoras.
Ora acontece que estes nossos dias-ligados-a-dias têm sido obscuros e inconsistentes. Estranhos! E não se fala aqui desse palavreado que é vertido nas caçoulas perfumadas dos jornais ou do que por aí é vibrantemente (re)dito, aliás muito bem joeirado pela turba dos Marcelinos, sobre a etérea governação do próximo governo do sr. engenheiro. É que entre o idiotismo do grupo do sr. Sócrates e o folhetinismo sobre a D. Manuela, a nossa educação política carece de sentimento e de decoro.
Tal como no carteio do bridge se trabalha para fazer as “passagens” de mão, também o sr. Sócrates se encontra viciado desse espírito assombroso. Festejar as “mãozinhas”, não delapidar o pecúlio do grupo de interesses, fazer as passagens certas (à esquerda ou à direita) será o espectáculo vulgar com que o sr. Sócrates se banqueteará. Os Marcelinos não irão faltar nessa saloiice de ameaçar com a trova de novas eleições e a vinhaça (já velha) de maioria absoluta. Porém não basta tal carteio deslumbrado. É que, e antes do mais, é preciso ter jogo para jogar e ir a jogo. No bridge, como na palestra política, o bluff é puro disparate.
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Governo
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Obrigado sr. Manuel Pinho
http://www.fliscorno.blogspot.com/2009/10/obrigado-sr-manuel-pinho.html
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O sistema perfeito
Segundo um estudo da secção Norte da Associação Nacional de Engenheiros Técnicos, há defeitos graves na concepção de auto-estradas e vias rápidas nacionais, especialmente na escolha dos pavimentos, que violam as condições de segurança contra hidroplanagem. Como causas, o estudo aponta deficiências na formação dos engenheiros, que não aprendem a calcular a Velocidade Crítica de Hidroplanagem”, a partir da qual ocorre o ‘aquaplaning’. Mas não só. Os engenheiros não abordam os defeitos nas autoestradas nos casos de acidentes para não incomodarem as concessionárias ou o poder político. Como os especialistas nesta matéria “são engenheiros civis que trabalham para estes organismos”, se denunciassem as suas entidades patronais pelas más práticas, tal significaria graves riscos para as suas carreiras profissionais.
Novamente, os efeitos de uma privatização de um serviço público realizado à revelia do interesse público. Montou-se um sistema perfeito em que, de um lado, estão as empresas privadas amigas do regime, a quem são concessionadas as construções, que poupam ao máximo nos meios humanos e materiais e, do outro, está um poder político que não quer beliscões no seu optimismo congénito e que, expressão da cumplicidade para com os lucros das primeiras, descurou a fiscalização e não apetrechou o Ministério das Obras Públicas com o quadro de pessoal técnico necessário para avaliar a qualidade das obras finalizadas. Parece que havia funcionários públicos a mais e, podia lá ser, com carreiras e vínculos contratuais com uma estabilidade e segurança tais que lhes conferiam o privilégio de ser inconvenientes quando o interesse público estivesse em jogo. Agora, caluda. (opaisdoburro)
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A coisa ‘dá-se’, não é? Essa espécie de dação é que fez com que o PSD chegasse ao lindo estado actual.
Eu prefiro quem ganhe o poder por si e não que o recebe por dádiva generosa – CAA
Passos Coelho já se candidatou e perdeu. Categoricamente.
Tudo aponta para que perca de novo, tanto mais que do ano e meio que passou as pessoas só conhecem de Passos Coelho os truques baixos para minar as possibilidades de Ferreira Leite vir a ser primeira-ministra. Nada o recomenda e, ainda menos, agora que já o conhecemos.
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9.AB disse
19 Outubro, 2009 às 2:25 pm
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9.AB disse
19 Outubro, 2009 às 2:25 pm
Não se percebe este AB. Talvez lhe falte o C…
Que conhecimentos tem este tipo para subir ao púlpito e despejar lá de cima que Marcelo Rebêlo de Sousa “é um viciado da táctica e, por isso, não tem consistência.”?
É mais um dos que se prepara para tentar fazer a MRS o que fizeram, indecentemente, a MFL.
Um pobre…
Nuno
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10.Kolchak disse
19 Outubro, 2009 às 3:00 pm
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Concordo absolutamente com tudo o que escreve, salientando ainda, uma vez mais, o que MRS
“representa no PSD a via «Social-Democrata» portuguesa; que é a original desde a génese do Partido, contra os «liberais» de Passos Coelho e c.ª que deviam fundar outra agremiação política…”. E, acrescento eu, é, de facto, original.
Não posso deixar de aceitar que alguns que andaram menos bem devem ser bem recebidos e descer aos lugares que lhes pertenceram. “The highest the top the longest the drop” ou “The highest the top the hardest the drop”. Há mais, nenhuma escolha é boa mas, no partido, têm que se pôr os prevaricadores nos seus lugars.
Haja respeitinho que é uma coisa muito bonita.
Huno
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10.Kolchak disse
19 Outubro, 2009 às 3:00 pm
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Concordo absolutamente com tudo o que escreve, salientando ainda, uma vez mais, o que MRS
“representa no PSD a via «Social-Democrata» portuguesa; que é a original desde a génese do Partido, contra os «liberais» de Passos Coelho e c.ª que deviam fundar outra agremiação política…”. E, acrescento eu, é, de facto, original.
Não posso deixar de aceitar que alguns que andaram menos bem devem ser bem recebidos e descer aos lugares que lhes pertenceram. “The highest the top the longest the drop” ou “The highest the top the hardest the drop”. Há mais, nenhuma escolha é boa mas, no partido, têm que se pôr os prevaricadores nos seus lugars.
Haja respeitinho que é uma coisa muito bonita.
Nuno
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Curioso que os meios de comunicação só se entretem com o PSD, nos outros partidos è a paz de cemiterios ou dos carneiros!
Deixem-se de parvoices, sigam os estatutos, no dia 22, o Conselho Nacional diz de sua justiça!
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