Comunismo
10 Novembro, 2009
Hugo Chavez não quer que os venezuelanos cantem mais do que três minutos no duche:
«Mr Chávez has called on Venezuelans to take quicker showers. “Some people sing in the bath for half an hour,” he told a recent cabinet meeting, broadcast live. “What kind of communism is that? Three minutes is more than enough!”» (TE)
16 comentários
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Samora Machel também queria que cada um dos moçambicanos matasse 30 moscas por dia. Foi uma das coisas que disse num discurso de 4 horas. Muita fixe aquela sensação de se ser governado por malucos. Agora com Sócrates estou a sentir a mesma coisa.
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“THE economy is in recession but sales of at least two items are booming in Venezuela: water-storage tanks and portable generators. A country that has claimed the world’s biggest oil reserves and is home to its fourth-mightiest river, the Orinoco, has recently been forced to ration both water and electricity.”
Não há dúvida que Venezuela se tornou mesmo comunista.
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pelos vistos não foi convincente, tu escapaste.
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SÓCRATES QUER PÔR CHIPS NOS CARROS E EXTORQUIR FISCALMENTE OS POBRES CONTRIBUINTES.
O CHAVEZ AINDA TEM MUITO A AMPRENDER COM O SÓCRATES COMUNA!
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O grande drama do sistema é que Chávez pode passar horas no duche a cantar o que lhe apetecer, que nada lhe acontece. É a mesma situação de Honecker da RDA, que obrigava a população a utilizar os fabulosos «Trabant», e mantinha uma colecção de automóveis ocidentais de altíssima gama.
Como dizia uma anedota de 1989: «O Capitalismo é a exploração do homem pelo homem; o Comunismo é precisamente o contrário…!»
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oh colchão! o teu problema é topo de gama e alta cilindrada.
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#5 – eu é mais heinecken da holanda
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SÓ COMUNISMO É QUE PUNHA TODA ESTA TRAMPA NO ALENTEJO A PARTIR PEDRAS DE MÁRMORE TODO O SANTO DIA!
VAMOS INVADIR OS COVIS DA CORJA E PÕ-LOS A TRABALHAR DIA E NOITE!
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Tina
Não sei se sabe mas depois do Samora ter feito esse discurso logo os “grupos dinamizadores” (células do partido) nas escolas organizaram quadros de honra para os estudantes que mais cumprissem essa tarefa sanitária.Os menos engajados na revolução em curso (com menos moscas matadas mortas)logo teriam de cumprir outras tarefas sanitárias e frequentar sessões de esclarecimento político até ficarem “cientes” da bondade de tais medidas.
Um materialista dialéctico sempre o será e o Chavez chega lá depressa.
Aqui também temos uns belos representantes.
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“Não sei se sabe mas depois do Samora ter feito esse discurso logo os “grupos dinamizadores”
por acaso não sabia. O que pode bem acontecer na Venezuela é que passará a haver vigilância dos tempos de banho, tipo denúncia pelos vizinhos militantes do partido. Não tarda nada e os cidadãos passarão a ser castigados por terem tomado um duche de 5 minutos em vez de 3. Por exemplo, guilhotinados em praça pública para dar exemplo aos demais.
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Onde é que está aquela gente toda que cada vez que se falava mal de Chavez vinham para aqui inundar a caixa de comentários a defendê-lo? Estes todos que defendem agora Sócrates, eram também aqueles que vinham para aqui apoiar Chavez. Agora nem piu!…
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Não será que o homem apenas queria alertar para a necessidade de poupar água? É que por lá, é mais petróleo…
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Descobriu a pólvora?
Será que a seca justifica?
Também na produção de electricidade?
Na baixa de 15-20% da produção de petróleo?
Já o Mugabe alertava para tudo isso mas este rapidamente o ultrapassa.
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Que dizer? É mais um momento Chávez, pois então!
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Anónimos 6/7:
«Como dizia uma anedota de 1989: «O Capitalismo é a exploração do homem pelo homem; o Comunismo é precisamente o contrário!»
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«Embora no momento em que escrevo estas linhas não sejam ainda claros todos os contornos das suas [do PM] amigáveis conversas, parece-me desde já evidente que este caso só pode estar baseado num enorme mal-entendido, provocado pelo facto de o senhor ter a infelicidade de estar para as trapalhadas como o pólen para as abelhas – há aí uma química azarada que não se explica. Os meses passam, as legislaturas sucedem-se, os primos revezam-se e o senhor engenheiro continua a ser alvo de campanhas negras, cabalas, urdiduras e toda a espécie de maldades que podem ser orquestradas contra um primeiro-ministro.»
(Excerto do texto cujo autor é João Miguel Tavares, linkado neste post)
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