Vazios
11 Dezembro, 2009
A chamada «Casa do Cinema Manoel de Oliveira», na Foz do Douro, projectada por Souto Moura, foi um projecto camarário do tempo de Fernando Gomes (em 1998) e concluída em 2003, para guardar o acervo do cineasta Manoel de Oliveira que tinha indicado o desejo que o seu espólio ficasse na sua cidade. No entanto, o edifício foi construído sem que tivesse sido estabelecido qualquer protocolo, nem a CMP terá respondido ás suas propostas. Fizeram o edifício e queriam lá o material. Depois de concluído e totalmente abandonado, foi necessário em 2007 fazer novas obras para recuperar o edifício que estava já totalmente degradado. Continua hoje vazio e ninguém se entende.
18 comentários
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os governantes (ogres demagógicos) são electróes satélites a girar no vazio
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Não a podem pôr numa rotunda?
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Se é do Manuel de Oliveira a acção tem de seguir o ritmo imposto pelo mestre.
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Quem é que pagou?
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Em Amsterdam, com umas montras daquele tamanho….
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E queriam os meus ilustres amigos do Porto, fazer a «Regionalização?»
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Manoel de Oliveira terá perguntado:
– E quem compra o mobiliário?
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«e ninguém se entende»
E ninguém se entenderá no futuro.
Sem consequências, com os seus autores em roda livre.
As patifarias e crimes económicos, podem continuar.
Até que o défice se cumpra.
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Aquilo parece um caixote, um contentor, ou, pior ainda, uma casa da música.
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Já a o Edifício Transparente foi a mesma coisa, mas com a agravante de o PS, quando questionado, não ter sido sequer capaz de explicar a que se destinava o prédio quando foi construido. Para além da incompetência e gestão danosa dos dinheiros públicos, revela um meio onde contam com a total impunidade, que nunca falta. Ou se falta, faz-se uma lei para emendar a falha.
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O Gomes foi embora em 1999, há dez anos e continua a levar no focinho? Então e o Czar Rio que vai no 3º velório pelo Porto, não tem culpas no cartório? Ou a cidade morre a cada dia que passa por culpa da Galp?
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Tão vazio como este caso, só Pedro Passos Coelho!
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Estou-me marimbando para a casa do manel e para as fitas deke, que são chatas como o caraças. Admiro a lucidez de um homem de 101 anos, isso sim, que se entretem e faz bem, mas nós não temos que gramar as manias dele.
O capachinho gomes e o cabide que lhe sucedeu deixaram o Porto “pele e osso” e “de tanga”, mas “obras” não faltavam, incluindo esta “casa”. Ora o Rio não está para parvoíces , vai daí, não compactua com estas pepineiras. E faz bem.
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#9
“Aquilo parece um caixote, um contentor, ou, pior ainda, uma casa da música.”
Vou pôr este comentário pela 2ª vez:
Não é preciso exagerar, Pi.Erre! Para poder parecer a casa da música tinha de ser muito mais feio, inútil, e custar muitos mais milhões!!!
Passou?
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Ouvi dizer que o principal entrave era mesmo o realizador que colocou inúmeras objecções.
O senhor que colocou o post e vive por aí podia talvez alongar-se mais e dar-nos mais informação.
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E porque é que não mandam esse Sr. para Hollywood?
Talvez por lá ele tenha alguma audiência fora da “Esquerda caviar”!
Boa viagem e divirta-se com as “Estrelas” que nunca perceberam nada do que o Sr. faz ou continua a fazer à nossa custa, pois claro!
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Atão os gajos da cultura, com a elisa à frente, não se entendem?
mas os gajos do tivoli, onde está a sua cultura? que merdosos!
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O melhor mesmo seria pôr o mostrengo a concurso.
Talvez algum La Féria tire aquilo da merda como fez ao Rivoli.
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