Saltar para o conteúdo

Privatizar serviços

4 Janeiro, 2010
by

Propõe Daniel Bessa em entrevista ao Público. Onde defende a privatização de escolas e hospitais, como forma mais eficaz de reduzir a despesa.

Propostas claramente no bom sentido, mas bem mais tímidas do que as aqui sugeridas há mais de 4 anos. Que se tornam mais prementes cada dia que passa.

59 comentários leave one →
  1. 4 Janeiro, 2010 22:14

    Em que países europeus este tipo de medidas funcionaram com sucesso?

    Parece-me que seria melhor para todos se fosse exigido rigor na gestão dos hospitais e escolas públicas. Mas essa é a solução mais difícil…

    Gostar

  2. tric permalink
    4 Janeiro, 2010 22:15

    “Propõe Daniel Bessa em entrevista ao Público. Onde defende a privatização de escolas e hospitais, como forma mais eficaz de reduzir a despesa”

    é a unica forma, ja que José Socrates esta IMPOSSIBILITADO de aumentar IMPOSTOS pois foi uma promessa eleitoral, repetida canhentas mil vezes…e como os Cãncios argumentam sobre o referendo ao Casamento Gays, este assunto ja foi discutido nas Campanha Eleitoral…( a unica coisa que não se discutiu sobre o casamento Gay foi a introdução curricular ,e ja aceite pelo PELO MINISTERIO de EDUCAÇÃO , NAS ESCOLAS PRIMARIAS, da FRESQUINHA e NOVA noção de familia…de pequenino e que se torce o pepino…)

    Gostar

  3. Colonizado permalink
    4 Janeiro, 2010 22:17

    Vá lá que permanece o respeitinho pela classe dos eleitos e por vias destes os respectivos generais assessores…
    Coisa que nunca deve faltar ao zé povinho, mesmo com as costelas coladas ao peito, é uma vasta e farta representação que trate de tudo ao mínimo pormenor.Mesmo que seja para escolher as melhores ervas como na Coreia do norte…

    Gostar

  4. lucklucky permalink
    4 Janeiro, 2010 22:27

    Discordo de Privatizações que coloquem dinheiro nas mãos dos Partidos e do eventual qualquer que seja Governo. O regabofe dessa gente que não tem vergonha em endividar futuras gerações seria enorme.

    Todos as empresas e equipamentos a alienar devem ser titulados aos Portugueses para os negociar como quiserem.
    Há 1000 escolas, faz-se um Fundo e os Portugueses transacionam como quiserem, escolhendo os administradores. Nem um político deve colocar lá as mãos. O mesmo para CGD, etc. Cada Português fica com uma parte das acções, nem um político deve colocar as mãos nesses recursos. Assim se tira o poder do Estado em corromper e ser corrompido.

    Gostar

  5. JMLM permalink
    4 Janeiro, 2010 22:43

    Gostava de ver este assunto melhor justificado pelo Sr Dr Daniel Bessa…

    Gostar

  6. anónimo permalink
    4 Janeiro, 2010 22:50

    o belarmino.com paga-lhe para ter ideias que alimentem a bolha sonae, a grande pibadeira nacional.

    Gostar

  7. José Manuel permalink
    4 Janeiro, 2010 22:56

    Privatizar escolas? E as novas escolas privatizadas passariam a cobrar mensalidades reais aos encarregados de educação, do tipo €300xmêsxaluno?

    E a nova escolaridade obrigatoria até ao 12º ano? Ou a escola deixava de ser obrigatória em todos os níveis?

    Claro que não poderia haver subsídios/ bolsas aos alunos porque senão lá ia novamente a poupança.

    Enfim nada dito é viável a não ser que se queira retroceder cem anos na escolarização da sociedade.

    Gostar

  8. 4 Janeiro, 2010 23:04

    Este Daniel Bessa deu a entrevista … bêbado.

    Gostar

  9. AGG permalink
    4 Janeiro, 2010 23:07

    8# José Manuel, penso que interpretou mal… quando se fala na privatização de serviços básicos implica que o estado subsidie os mesmos serviços mas que recorra ao outsourcing em vez de produzir os serviços per si… basta ver que desde que se provou que era mais barato contratar uma empresa tipo securitas para fazer vigilância de edifícios públicos, o Estado não contratou um único porteiro mais (ficando apenas aqueles que por antiguidade estavam nos quadros).

    Saudações

    Gostar

  10. Pardal permalink
    4 Janeiro, 2010 23:14

    Privatizar escolas…
    Privatizar hospitais…

    Para estes serem pagos com o dinheiro PÚBLICO dos contribuintes…

    Sem controlo …pois claro!

    Esta gente não sabe de que vive muitas das escolas privadas e cooperativas!

    BRRRRR
    BRRRRR

    Gostar

  11. Daniel Santos permalink
    4 Janeiro, 2010 23:15

    Privatizar serviços é torná-los mais caros, menos eficientes, menos qualificados principalmente para os que menos têm e menos podem. É ceder definitivamente à lógica capitalista que este Governo teima em manter viva.

    Gostar

  12. o anjinho permalink
    4 Janeiro, 2010 23:20

    “Eu percebo as dificuldades todas: não se pode mexer no câmbio, não se vai despedir funcionários, não se vai reduzir os salários, não se vai subir o IRS, não se vai subir o IVA. E então? O que eu sei é que alguma coisa tem de ser feita, porque se não for, os credores resolvem o problema. Já estão a resolver pelo preço, mas podem resolver pelo volume. O dr. Soares uma vez chamou-me anjinho. Só um anjinho é que fala de privatizações, de reduzir os salários da função pública, de subir o IVA para valores elevados. Mas o que digo é que é preciso um anjinho para acreditar que tudo pode continuar na mesma.
    “Não há verdadeira redução da despesa que não passe pela privatização de alguns serviços. Porque as outras alternativas é mandar funcionários públicos embora ou reduzir nominalmente os salários. Os países que enfrentaram esta questão de frente com bons resultados fizeram-no privatizando”. Daniel Bessa.
    Já não há socialismo que aguente.

    Gostar

  13. 4 Janeiro, 2010 23:37

    Privado pesa 13,5%

    Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados
    Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
    http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58

    Gostar

  14. 4 Janeiro, 2010 23:41

    Relatório da OCDE com dados de 2007
    Desemprego de jovens qualificados é mais alto em Portugal
    08.09.2009 – 09h02 Bárbara Wong, Natália Faria

    (…)
    Privado pesa 13,5%

    Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
    http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58

    Gostar

  15. lucklucky permalink
    4 Janeiro, 2010 23:48

    “Enfim nada dito é viável a não ser que se queira retroceder cem anos na escolarização da sociedade.”

    O que não é viável é o que acontece agora mas isso você não percebe.
    A escolarizção da sociedade a 12 anos não faz sentido nenhum a não ser para os sindicatos e o Poder do Estado. É um desperdício de recursos.

    “Privatizar serviços é torná-los mais caros, menos eficientes, menos qualificados principalmente para os que menos têm e menos podem. É ceder definitivamente à lógica capitalista que este Governo teima em manter viva.”

    Então a Escola, Saúde são eficientes. Extraordinário. Vá ver os números verá que nada que seja Publico em Portugal é sustentável para os nossos níveis de criação de riqueza. Nada. Só temos o que temos porque nos endividámos às custas dos nosso filhos e netos. E os resultados são um desastre. O aumento da escolaridade não tornou o País mais competitivo, com maior capacidade de criar riqueza. Na Saúde uma área tradicionalmente obscura só os números bonzinhos saiem cá para fora.

    A lógica “capitalista” é boa. É a única sustentável.
    A nossa Alimentação é estatizada e o Estado fabrica carros?

    Gostar

  16. jiboia cega permalink
    5 Janeiro, 2010 00:04

    Este é o caminho que temos de percorrer. Só privatizando progressivamente o Ensino, o Estado se conseguirá libertar dessa malapata que são os professores com as suas constantes reivindicações.

    Os servidores do Estado estão permanentemente em reivindicações, pois apoiam-se no Orçamento.

    Com a privatização o Estado mantem-se como propriétario do espaço e dos edifícios, mas contrata o serviço do ensino a empresas privadas. Progressivamente desaparecerá a maior empresa nacional que é o Ministério da Educação. Como são nas escolas privadas que se pratica o ensino de melhor qualidadae…!

    Acredito que a qualidade melhorará e o Estado se calhar gastará menos.Diminuirão drasticamente essa pouca-vergonha das greves constantes.

    No sector da Saúde já se caminha nesse sentido com resultados excelentes, através dos acordos que o Estado faz com privados. Estou desde 1996 à espera de uma cirurgia num Hospital público. Através de um desses acordos já fui operado no privado há 5 anos. Em 2009 o público mandou-me uma carta a dizer que o caso não é grave e que devo continuar à espera.

    Gostar

  17. 5 Janeiro, 2010 00:05

    # 1

    terça-feira, 15 de Abril de 2008
    Mil contos por aluno por ano

    I.

    Cinco mil euros. É quanto o governo diz que se gasta por aluno e por ano no ensino básico e secundário. E eu acredito, embora dentro das escolas não seja fácil entender para onde vai tanto dinheiro.

    Se cada professor ganhar um salário médio de 21.000,00 € por ano e o rácio professor aluno for de 1/14, sobram 3.500,00 € por aluno. Se cada turma tiver vinte alunos, sobram, descontados os salários dos professores, 70.000,00 € por turma. Se em cada escola o rácio turmas/salas de aula for de 3/2, sobram 105.000,00 € por ano por sala de aula, ou 8.750,00 € por mês.

    Oito mil setecentos e cinquenta euros por mês para cada sala de aula é muito dinheiro. Chegaria para que todas estivessem sempre em perfeito estado de conservação, confortáveis, aconchegadas, aquecidas no Inverno, bem iluminadas, equipadas com tudo o necessário e até com algum luxo. Mesmo que metade desse dinheiro fosse para pagar a biblioteca da escola, os equipamentos desportivos, a manutenção de corredores, gabinetes e espaços exteriores, os serviços administrativos da escola e o aparelho do sistema educativo, ainda assim podíamos ter salas de aula capazes de rivalizar com as de qualquer país europeu.

    II.

    Então porque é que as não temos?

    A resposta a esta pergunta encontrei-a há dias, quando tive de ir à Direcção Regional de Educação do Norte. Este organismo está instalado num edifício que já foi uma escola e que depois disso foi totalmente remodelado. Agora tem aquecimento central, ar condicionado, anteparas de vidro e aço inoxidável contra as correntes de ar, revestimentos de primeira qualidade no chão e nas paredes – tudo o que possa contribuir para tornar agradável a permanência dos que lá trabalham.

    E são muitos, os que lá trabalham. Como são muitos os que trabalham nas outras Direcções Regionais de Educação, para não falar dos serviços centrais do Ministério, com a sua profusão de Direcções-Gerais, gabinetes, secretarias, dependências diversas. Tantos, que a maior parte do orçamento do Ministério é gasta, diz a Ministra, em salários – salários de burocratas, entenda-se, não de professores. Tantos, que o que chega às salas de aula não é, como devia ser, a fatia maior, mas sim algumas exíguas sobras outorgadas de má vontade.

    Esta é uma das razões, e a mais concreta de todas, que me levam a dizer que qualquer melhoria significativa na qualidade do ensino em Portugal tem que passar necessariamente pela extinção ou redução drástica do Ministério da Educação. Mas será que isto alguma vez poderá acontecer?
    http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/04/mil-contos-por-aluno-por-ano.html

    Gostar

  18. o anjinho permalink
    5 Janeiro, 2010 00:12

    # 16, pois é lucklucky, afinal os anjinhos são eles. Só que o pior cego é o que não quer ver. Não vale a pena perder tempo com destituidos, só quando se derem conta que não nada para comer, nem reforma para viver, vão acordar do longo sono e das cantigas de embalar. Nessa altura é tarde. Os farsantes que os enganaram o tempo todo piram-se a tempo para os paraísos onde muito silenciosamente depositaram a massa.

    Gostar

  19. o anjinho permalink
    5 Janeiro, 2010 00:14

    # 18, nem mais, claro como água.

    Gostar

  20. 5 Janeiro, 2010 00:15

    # 17

    Coitado!

    Acredita nas mentiras do pinócrates …?
    Logo no sector da Educação …?

    Vá visitar uma qualquer escola pública e orgulhe-se de pouco mais de 30 anos (que nada é em termos de Ensino!) apesar de todos os erros cometidos. E já agora consulte as estatísticas verdadeiras – no pinóquio JÁ ninguém confia. Ou confia você?

    Gostar

  21. Anónimo permalink
    5 Janeiro, 2010 00:46

    Então???
    Não devia já ter começado o tiro ao piscoiso?

    Gostar

  22. lili permalink
    5 Janeiro, 2010 01:08

    O Daniel Bessa sabe quanto é que já foi injecto nos hospitais empresa?!…
    E conhece hospitais privados que sobrevivam sem contratos/convenções com os sistemas de saúde estatais?
    E conhece escolas em que o ensino é gratuito para alguns alunos (cooperativas), sem subsídios compensadores, por parte do Estado?
    É caso para perguntar ao Daniel Bessa quantos amigos tem a sonhar com a posse de tais “empresas”…

    Gostar

  23. 5 Janeiro, 2010 01:46

    Eu adorava que privatizassem as escolas, mas tinha de ser todas. Escola do Cerco incluída.

    Gostar

  24. 5 Janeiro, 2010 01:50

    17 #

    “Como são nas escolas privadas que se pratica o ensino de melhor qualidade”

    Sabe que isso para mim é um mistério. Não percebo como conseguem. Os professores são formados nos mesmos locais, alguns até acumulam nos 2 sistemas, o currículo é praticamente o mesmo. Olhe, só se for por causa dos alunos, mas esses também são parecidos nos 2 sistemas. Alias há imensos alunos da Cova da Moura em liceus privados e muitos da Lapa na escola da Apelação. Juro que não percebo.

    Gostar

  25. 5 Janeiro, 2010 01:54

    18 #

    “embora dentro das escolas não seja fácil entender para onde vai tanto dinheiro”

    Olhe para papel. Só na minha escola foram tiradas no ano lectivo passado 400 mil fotocópias, a volta de 1000 por cada aluno. E não é em fichas e trabalhos, cada despacho que chega tem de ser fotocopiado e entregue a meio mundo. Como a diarreia legislativa não pára, já poder ver para que serve tanto papel.

    Gostar

  26. 5 Janeiro, 2010 01:55

    18 #

    “Tantos, que a maior parte do orçamento do Ministério é gasta, diz a Ministra, em salários – salários de burocratas, entenda-se, não de professores.”

    E curiosamente quanto mais alunos se tem, menos se ganha. Qualquer um desses burocratas ganha mais do que um professor com 26 horas lectivas.

    Gostar

  27. Daniel Santos permalink
    5 Janeiro, 2010 02:00

    # lucklucky

    Não sei se a produção de alimentação devia ser estatizada, mas Cuba não tem, por exemplo, desnutrição infantil. E não sou eu que digo, é a UNICEF.

    Ah, e ainda têm um bloqueio em cima. Sabe, quando há vontade, as coisas fazem-se. O paleio da privatização entretém, mas não chega.

    Gostar

  28. Confucio permalink
    5 Janeiro, 2010 02:37

    Sim, e também as prisões e a policia, a tropa, a justiça, acabava-se com o parlamento e o governo era atribuido a quem, em concurso publico, desse mais.
    Isto é que era poupar! E o que se ganhava em eficiência!!!

    Gostar

  29. Daniel Santos permalink
    5 Janeiro, 2010 02:45

    Já esteve mais longe… não era o PR que queria poupar dinheiro com… eleições?

    Gostar

  30. Detesto piscoisos e outros bichos domésticos permalink
    5 Janeiro, 2010 03:27

    Pois foi pena não o ter feito.Acobardou-se,pois a falsa esquerda tinha interesse contrário à economia de recursos.
    Quanto à privatização do governo,já foi feita,só que alguns não deram por isso.

    Gostar

  31. 5 Janeiro, 2010 03:54

    É mesmo.
    A culpa é dos piscoisos e outros coisos.
    Isto tá um kaos.
    Tamos a caminho do precepúcio.

    Gostar

  32. 5 Janeiro, 2010 04:26

    Diria mais.
    A questão não é privatizar ou o que se privatiza.
    A questão é quem privatiza.
    Um esquerdalho não pode privatizar.
    É isso questá nos catecismos.

    Gostar

  33. anti-liberal permalink
    5 Janeiro, 2010 05:01

    .

    Como sempre, o maralhal vem para aqui debitar disparates sem ler o que Daniel Bessa sugere com muito acêrto.
    Alguém terá posto o dedo na ferida: cuidado com quem vá tomar conta do assunto.
    É como a questão do Sócrates que toda a gente sabe ser urgente dar-lhe uma valente marretada. Mas QUEM é que lha vai dar?

    Nuno

    Gostar

  34. 5 Janeiro, 2010 05:36

    Ler o Bessa para què?
    O que interessa é deitar abaixo o governo, apear o Socas, correr com os ratos, os xuxas, os socretinos.
    Não tem visto a cassete que anda aí aos pontapés?
    É o folclore local.

    Gostar

  35. José Manuel permalink
    5 Janeiro, 2010 07:30

    Parece-me que o o Daniel Bessa não estava a falar de “outsourcing” mas de privatização. Mas que privatização é esta em que o Estado continua a entrar com o dinheiro para pagar as despesas e os privados não entram com dinheiro nenhum? Não é assim que o DB vai diminuir a despesa…antes pelo contrário.
    Para os privados é um “negócio da china” uma vez que têm um cliente certo e que vai continuar a cobrir os prejuízos do sistema. É por isso que as Parcerias Publico Privadas, nomeadamente nos hospitais, têm dado resultados desastrosos.
    E o pior é que daqui a uns tempos, quado se perder a caacidade instalada de geririr isto por administração directa, estas empresas vão poder impôr os seus preços e condições à vontade.

    Gostar

  36. 5 Janeiro, 2010 07:38

    A panaceia do deficit é fantástica! Como se tudo ficasse bem- nós, que não produzimos um alfinete- pelo simples facto de não termos déficite. O Bessa é mais um dos que já lá esteve e nada fez.

    Gostar

  37. 5 Janeiro, 2010 11:35

    A diferença entre a Caixa Geral de Depósitos e os outros bancos é a seguinte:
    – quando a Caixa dá lucro, os benefícios revertem para os cidadãos em geral (vulgo contribuintes)… e quando dá prejuízo, o contribuinte (em geral) acaba por ser penalizado;
    – pelo contrário, quando um banco privado dá lucro, os benefícios revertem para os accionistas… mas… quando dá prejuízo, a factura tem de ser paga pelo contribuinte, pois, a falência de bancos seria uma coisa muito nefasta para a economia nacional.

    OS OTÁRIOS QUE ABRAM OS OLHOS: Embora os privados devam poder ter a sua iniciativa… o Estado tem de ter uma presença muito forte nas actividades de primeira necessidade… caso contrário, os lucros revertem para os accionistas e os prejuízos para os contribuintes – a falência da actividade em causa seria uma coisa muito nefasta para a economia nacional.

    Gostar

  38. 5 Janeiro, 2010 11:40

    Caro LR,

    Mais uma vez, deixa-se levar pelo seu radicalismo emocional anti-estado em vez da racionalidade anti-estado !

    Vejamos: Quais são os serviços públicos mais sensíveis para a estruturação social ? Precisamente a Saúde (urgências, internamentos, oncologia) e Educação. Outros serviços públicos nada sensíveis: Transportes, «subsídios/incentivos» às empresas, política cultural/serviço público de informação, investimento público desajustado das necessidades.

    Caro LR, a cortar na despesa pública, porque não começar com a privatização da TAP, CP, transportes públicos, fim do IRC e QRENS empresariais, fim dos serviço público RTP, fim do ministérios da Cultura, Turismo, Economia ?

    Infelizmente a privatização da Saúde e Educação pública nacional, sector de serviços não transaccionáveis, para as mão das oligarquias lisboetas será executada com o apoio distraído dos LRs deste país. É por esta e por outras que os pseudo-liberais dão cabo da causa liberal. Estão sempre disponíveis para cortar na ajuda ao mais fracos e nunca tem coragem para cortar na ajuda aos fortes.

    Gostar

  39. Vítor permalink
    5 Janeiro, 2010 12:13

    Uma achega:
    Deram aí acima, como bom exemplo, a privatização dos serviços de segurança/vigilância nos serviços públicos.
    Isto deu-se no início dos anos 90 e foi extensível também aos serviços de limpeza. Foi na onda dos disponíveis do Cavaco. Assisti a isso.
    E isso o que foi:
    – o que antes se fazia com 1 vigilante e 2 auxiliares de limpeza dos quadros de pessoal por 300 contos/mês (e já incluo os detergentes e subsídios de férias e Natal)passou a custar mais de 600 contos/mês sem qualquer ganho na qualidade ou eficiência.
    Quem ganhou com isto: os poucos grupos económicos que, à data, detinham as empresas de segurança e limpeza.

    Gostar

  40. 5 Janeiro, 2010 12:19

    O que têm em comum nomes como José Silva Lopes, Henrique Medina Carreira, Jacinto Nunes, Ernâni Lopes, Daniel Bessa, Augusto Mateus, Pina e Moura, Oliveira Martins e Campos e Cunha?

    Gostar

  41. 5 Janeiro, 2010 12:32

    # 39

    Mas há liberais em Portugal?

    Gostar

  42. anónimo permalink
    5 Janeiro, 2010 12:33

    #41 – os que não são velhos são ressabiados, tirando o palhaço carreira que é as duas coisas.

    Gostar

  43. Vítor permalink
    5 Janeiro, 2010 12:35

    Outra achega:
    Isto dos critérios de convergência assenta num défice em percentagem do PIB?
    Qualquer economistazeco, (ou até eu, simples engenheireco) nos dirá como reduzir o valor do défice/como reduzir a despesa/como aumentar a receita, e é logo 1.ª página dos jornais. É tirar aqui e pôr acolá; tirar a este e dar àquele.
    Mas, um economista que se preze deveria opinar sobre a segunda parte da equação – o que pode o Estado fazer para que os agentes económicos tenham condições de criação de riqueza. Qual o plano a médio/longo prazo para aumentar sustentadamente o PIB?
    Onde devemos mexer? Na Educação, na formação, na Justiça, na fiscalidade? Seguramente. Mas não basta. Temos que fazer mais e melhor.
    Quais as nossas grandes apostas? Turismo? Vinho? Renováveis? E como? Para que mercados? Qual a estratégia?
    Era disto que estes economistas em frenesim deveriam falar.
    E deixar o resto para os políticos e para as empresas.

    Gostar

  44. al harem permalink
    5 Janeiro, 2010 13:14

    Recordem-se de 2001 e preparem-se:
    “A contagem decrescente já começou. O primeiro dia “D” de vencimento de compromissos da dívida argentina foi no dia 14 de Dezembro (2001), com o vencimento de 700 milhões em “letes” (letras de Tesouro, títulos do Tesouro), e o período crítico vai estender-se até quase final do mês. Uma vez mais uma sexta-feira – depois da já denominada “fatídica” sexta-feira, 30 de Novembro, em que aparentemente o sistema bancário esteve à beira do colapso, em virtude de um disparo na fuga de capitais.

    A palavra mais repetida esta semana foi “default” – ou seja, risco de incumprimento do serviço da dívida por parte da Argentina. A Goldman Sachs distribuiu um relatório em que fala de uma probabilidade de 70% de acontecer um incumprimento “desordenado”, com um país em tumulto político e sindical e com a total incapacidade do Presidente Fernando De La Rúa e do seu ministro da Economia, Domingo Cavallo, em manobrar a situação.

    “Viernes” negro

    O estrangeiro chegado a Buenos Aires na última sexta-feira de Novembro é apanhado, ainda no aeroporto, pelos rumores num dos diários económicos de que estava em preparação um pacote de “congelamento” bancário em virtude da espantosa quebra de depósitos nos bancos e das reservas de ouro e divisas no Banco Central desde Janeiro deste ano. Estima-se que uns 15 mil milhões de pesos e dólares tenham saído das contas e que uns 9 mil milhões tenham “desaparecido” das reservas em ouro e divisas em 11 meses, segundo dados divulgados pelo diário La Nación. Em suma, uns 26 mil milhões de euros sumiram.

    No sábado de manhã os números desta “sexta-feira” fatídica – que os analistas baptizaram de “viernes negro” – vêm a lume: estima-se em 1,3 mil milhões a fuga de pesos e dólares dos bancos e as reservas de ouro e divisas terão caído de 1,7 mil milhões de dólares, segundo a revista The Economist. Só num dia, 3,4 mil milhões de euros mudaram provavelmente de país ou para debaixo dos “colchões” em casa. Foi o “salve-se quem puder” numa dimensão jamais vista, dizem os sociólogos. No Uruguai, o país vizinho transformado em plataforma financeira transfronteiriça à distância de uma viagem de barco, a azáfama foi enorme, testemunham as reportagens.

    Gostar

  45. al harem permalink
    5 Janeiro, 2010 13:17

    Algumas parecenças?
    “Apesar do pessimismo nas conversas de rua e do aumento em 300% da corrida aos psicólogos, o argentino da classe média continua a manter a pose elegante, a não querer encarar o declínio histórico em que o país mergulhou nos últimos 80 anos e a alimentar a fantasia de que os últimos dezoito anos de democracia lhe trouxe de volta o estatuto de cidadão de um “país rico”. Os intelectuais mais lúcidos afirmam que os argentinos têm dificuldade de “assumir a realidade”. Os brasileiros diriam – de “cair na real”.

    Gostar

  46. jupiter permalink
    5 Janeiro, 2010 13:22

    Why “peripheral” is not a good shorthand for “broke”
    Jan 4th 2010, 19:31 by Charlemagne, from the Economist
    ARE countries more likely to go bust in this economic crisis, the further they are from Frankfurt? The way that some press reports talk about the dangers facing “peripheral” members of the Eurozone, you would think that bond yield spreads had been replaced by distance charts, as predictors of sovereign default. The press is full of reports drawing neat distinctions between “core” members of the Eurozone of 16 countries that use the single currency, and “peripheral” ones that face real difficulties.

    Here is one recent example from the New York Times, which is basically a sensible account of the headaches facing members of a monetary union who need to become more competitive internationally but who cannot devalue their currencies, and whose public finances are in seriously ropey shape. They may face worse pain once the European Central Bank has to raise interest rates to prevent overheating in core countries like Germany and France, the piece notes:

    At that point, the laggards on the union’s fringe — Portugal, Ireland, Italy, Greece and Spain (the so-called Piigs) — will face even tougher choices to cope with what looks like several more years of stagnant economies, high unemployment and gaping budget deficits.

    Gostar

  47. maria permalink
    5 Janeiro, 2010 15:06

    A solução seria a melhor gestão dos dinheiros públicos… mas eles gostam de meter a mão!

    Gostar

  48. 5 Janeiro, 2010 15:14

    #43,

    Conclusão: os únicos economistas que sobram, perto do PS, não idosos ou ressabiados, são os que estão no governo. Fantástico! Para que estamos então preocupados com estas comezonhas do défice? Sim, apenas do défice. Porque, quanto à dívida, ainda falta muito(3 anos é muito?) para chegarmos ao estado da Grécia.

    Gostar

  49. 5 Janeiro, 2010 15:53

    José Silva,

    “Caro LR, a cortar na despesa pública, porque não começar com a privatização da TAP, CP, transportes públicos, fim do IRC e QRENS empresariais, fim dos serviço público RTP, fim do ministérios da Cultura, Turismo, Economia?”

    Leu a posta que acima linkei escrita há mais de 4 anos?

    “Infelizmente a privatização da Saúde e Educação pública nacional, sector de serviços não transaccionáveis, para as mão das oligarquias lisboetas será executada com o apoio distraído dos LRs deste país.”

    Eu estou a defender uma tese e você está a criticá-la não pelas suas vantagens ou desvantagens intrínsecas, mas pela, pelos vistos garantida, deficiente operacionalização. Já ouviu falar em privatizações em mercado aberto?

    Gostar

  50. 5 Janeiro, 2010 16:50

    LR,

    De facto você defende outro tipo de privatizações/cortes na despesas no post de há 4 anos atrás. Porém convém então criar prioridades. Mesmo no corte de despesas/investimentos/serviços públicos há lugar a racionalidade. Não são todos inúteis, não são todos indiferentes em termos civilizacionais.

    «privatizações em mercado aberto»: Você acredita que havendo privatização da Saúde e Educação os respectivos serviços irão para PMEs, grupos económicos regionais ou cidadãos individuais em vez das máfias lisboetas do costume que sempre abocanharam as privatizações de serviços não transaccionáveis (banca, energia, PPP, comunicações, etc) ? Lá regressa você às suas emotivas e radicais crenças do pai natal …

    Gostar

  51. Tribunus permalink
    5 Janeiro, 2010 17:04

    Este Bessa virou marxista? se sugerisse a privatização de todas as escolas e hospitais, a despesa deminuia substancialmente, porque nascia a concorrencia!vai para velho e fica burro?
    Temos privatizações a mais e mantemos privatizações a mais!TERIAMOS medicos e professores a bulir e não entretidos a exigirem
    mais do que produzem!

    Gostar

  52. jorge permalink
    5 Janeiro, 2010 17:30

    Privatizar serviços? depois do que fizeram aos notários duvido que haja algum funcionário público que aceite a privatização do seu serviço e duvido que haja algum privado que aceite ficar com o serviço, no dia seguinte o Estado muda as regras!

    Gostar

  53. 5 Janeiro, 2010 17:49

    José Silva,

    “De facto você defende outro tipo de privatizações/cortes na despesas no post de há 4 anos atrás. Porém convém então criar prioridades. Mesmo no corte de despesas/investimentos/serviços públicos há lugar a racionalidade. Não são todos inúteis, não são todos indiferentes em termos civilizacionais.”

    Meu Caro, a lógica é muito simples: grande parte da despesa e endividamento públicos decorrem da saúde, educação e transportes (empresas públicas) e as privatizações que sugeri estão basicamente nesses sectores. E não consigo descortinar qualquer regressão civilizacional por eles passarem para o sector privado.

    “Você acredita que havendo privatização da Saúde e Educação os respectivos serviços irão para PMEs, grupos económicos regionais ou cidadãos individuais em vez das máfias lisboetas do costume que sempre abocanharam as privatizações de serviços não transaccionáveis (banca, energia, PPP, comunicações, etc) ? Lá regressa você às suas emotivas e radicais crenças do pai natal…”

    Palpita-me que na sua argumentação subjaz uma mentalidade algo centralista: aparentemente, você pressupõe que todas as escolas e hospitais deste país, de Valença a VR de Santo António, só poderiam ser vendidas em bloco. Você não concebe que cidadãos de Bragança, Covilhã ou Beja estejam interessados em adquirir e explorar as escolas da zona e apenas essas?
    Por outro lado, venda em mercado aberto pressupõe regras. Já ouviu falar em Ofertas Públicas de Venda em sessões especiais de Bolsa? E se forem em leilão competitivo, como eu defendo, as escolas e hospitais transitariam para a posse de quem tivesse “unhas”, nacional ou estrangeiro. Ou você parte do princípio que a aquisição deveria ser vedada às “oligarquias lisboetas”? Claro que os “pseudo-liberais” como eu não concordariam com tal discriminação, nem com qualquer outra, positiva ou negativa.

    Gostar

  54. 5 Janeiro, 2010 18:07

    Caro LR,

    Obviamente que um privatização da Saúde em Portugal levaria a um retrocesso civilizacional, dado que o fornecimento de seviços não se regeria pelas necessidades dos utentes, nem pelo poder de compra, mas sim pelo tráfico de influências/cunha.

    Eu parto do princípio que a privatização seria conduzida para beneficiar as “oligarquias lisboetas”, como sempre aconteceu, e não como você utopicamente propõe (privatização aberta e descentralizada).

    Obviamente que você não está a falar de Portugal quando propõe estas medidas. Está sim a falar do seu Portugal idealizado. Por isso é mais racional encontrar privatizações/extinção de serviços/funções do Estado mais realistas, que criem menos temor, que efectivamente consigam reduzir o peso do Estado. Alguns exmplos adicionais: Fim da maioria dos benefícios fiscais; Fusão de autarquias.

    Gostar

  55. Licas permalink
    5 Janeiro, 2010 18:24

    2.tric disse
    4 Janeiro, 2010 às 10:15 pm
    *****************************
    Diz bem
    … é de pequenino que se torce o *pepino* … e a vagina também.

    Gostar

  56. 5 Janeiro, 2010 19:35

    José Silva,

    “Obviamente que um privatização da Saúde em Portugal levaria a um retrocesso civilizacional, dado que o fornecimento de seviços não se regeria pelas necessidades dos utentes, nem pelo poder de compra, mas sim pelo tráfico de influências/cunha.”

    Claro que não. No sector privado, como você muito bem sabe, prevalecem as necessidades dos clientes. E você quer maior tráfico de influências do que existe hoje no SNS público? Quanto mais concorrencial for o sistema, tanto menor é a existência de casos de corrupção.

    “Eu parto do princípio que a privatização seria conduzida para beneficiar as “oligarquias lisboetas”, como sempre aconteceu, e não como você utopicamente propõe (privatização aberta e descentralizada).”

    À boa maneira estatista portuguesa, você tem uma desconfiança total do cidadão e o seu argumento indicia a necessidade de uma regulação centralizada. A visão liberal aceita que as pessoas se movem por interesses e estímulos e daí que defenda um sistema concorrencial / fraccionado / descentralizado, com regras claras e simples. E acha que é assim tão utópica uma privatização aberta e descentralizada? Em Portugal já tivemos algo muito próximo disso, enquanto Miguel Cadilhe foi ministro das finanças.

    “Obviamente que você não está a falar de Portugal quando propõe estas medidas. Está sim a falar do seu Portugal idealizado.”

    Claro. Quando não se concorda com um sistema é lícito que se proponha outro supostamente melhor. E se estamos de acordo que o actual é mau, não se perde nada em experimentar uma alternativa. Atacá-la por suposta utopia é defender o status quo.

    “Por isso é mais racional encontrar privatizações/extinção de serviços/funções do Estado mais realistas, que criem menos temor, que efectivamente consigam reduzir o peso do Estado. Alguns exmplos adicionais: Fim da maioria dos benefícios fiscais; Fusão de autarquias.”

    Uma coisa não tira a outra. De resto, já por várias vezes aqui defendi a extinção de TODOS os benefícios fiscais. E o “choque fiscal” que proponho tem implícito o fim de todos os benefícios, isenções e deduções. Quanto à fusão de autarquias, também já dei para esse peditório, há mais de 6 anos, ainda no tempo do Mata-Mouros.

    Gostar

  57. lucklucky permalink
    5 Janeiro, 2010 21:51

    “Não sei se a produção de alimentação devia ser estatizada, mas Cuba não tem, por exemplo, desnutrição infantil. E não sou eu que digo, é a UNICEF.

    Ah, e ainda têm um bloqueio em cima. Sabe, quando há vontade, as coisas fazem-se. O paleio da privatização entretém, mas não chega.”

    Cuba importa mais de 3/4 dos alimentos. E tem começado uma privatização envergonhada de terras e tolerado o mercado negro.

    Se Cuba sofresse um “Bloqueio” morreria à fome.
    Demonstrando mais uma vez os problemas que os Portugueses têm com a lógica, explique como é que a sua referência ao Embargo de produtos Americanos Privados reforça a sua opinião…

    Gostar

  58. José Manuel permalink
    6 Janeiro, 2010 07:49

    “grande parte da despesa e endividamento públicos decorrem da saúde, educação e transportes (empresas públicas) e as privatizações que sugeri estão basicamente nesses sectores. E não consigo descortinar qualquer regressão civilizacional por eles passarem para o sector privado.” LR dixit.

    E já agora porque não privatizar os bombeiros, a polícia ou as bibliotecas? Afinal também é só despesa sem retorno financeiro.

    Como não faz sentido que o Estado continue a injectar dinheiro nestes sectores depois de ser privatizado a despesa pública iria diminuír tremendamente. Os privados angariariam por si só as verbas necessárias ao seu funcionamente e ainda teriam algum lucro (já estou a ouvir os sininhos a tocar…).

    Claro que haveria o pequeno problema da falta d universalidade de acesso a estes serviços. Teriamos os hospitais a cobrar taxas de atendimento e de serviço pelo custo real e portugueses a morrer pela rua ou à porta dos hospitais por falta de tratamento. Teriamos portugueses a andar na escola (eventualmente de altissima qualidade), mas a maioria iria engrossar a massa dos desempregados analfabetos porque não poderia pagar as mensalidades exigidas. Este é o admirável mundo novo para que nos querem arrastar estes “liberais”.

    Gostar

  59. 6 Janeiro, 2010 10:26

    José Manuel,

    Mais importante e básico que bombeiros, bibliotecas, escolas e hospitais, não serão as padarias? Já imaginou o risco que o país corre actualmente só com padarias privadas, estando os mais pobres em vias de não ter pão? Há que nacionalizar as padarias desde já!

    Gostar

Indigne-se aqui.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: