Em caso de sucesso (aparente ou real, pouco interessa), tocar as trombetas é a orientação genérica.
Em todos os outros casos, vale a máxima “respeitinho, muito respeitinho…”.
É ao calhas. Se calhar estarem de boa disposição, falam, por vezes até demais. Noutros casos, calam-se. Mas pensando bem, num caso destes, que importa á opinião pública saber os pormenores da agressão de dois jovens numa noite da Guarda?
Dantes, estas notícias, vinham nas páginas do meio, à esquerda em baixo do Diário Popular.
Estes desgraçados da gnr andam muito desorientados, se fossemos nós, com o rui pereira a mandar, se calhar estávamos pior, pelas notícias discretas percebe-se que se suicidam a esmo, é melhor deixá-los descansados, eles tiveram muitas dificuldes de aprendizagem, não se pode esperar muito. Agora os jornalistas comprados é outra história. Esses não vão ter desculpa.
Os precursores.
“O primeiro-ministro da Letónia, Valdis Dombrovskis, surpreendeu ao admitir este fim-de-semana que consultou uma vidente para saber o estado da economia do país em 2010.
O governante recusou, no entanto, revelar os prognósticos da vidente, talvez por serem demasiado assustadores”. Lusa.
A máquina de uma narrativa específica para os jornais já está oleada.
É como sobre o Medio Oriente há certa informação que chega instantaneamente ás redacções e ficam notícias, parece já estar tudo á espera, outras nunca parecem chegar e muitas vezes são mais graves…ficam lá presas no Médio Oriente.
O princípio do fim dos infiéis.
Construção. Autarquias devem 750 ME às construtoras.
A dívida das autarquias e empresas municipais às construtoras ascende a 750 milhões de euros e o prazo médio de pagamento é superior a seis meses, segundo um inquérito da Federação da Construção, a que a Lusa teve acesso.
De acordo com o Inquérito de Outono de 2009 aos prazos de recebimento declarados pelas empresas de obras públicas, as autarquias demoram, em média, 6,5 meses (194 dias) a pagar às construtoras, quando o prazo legal para liquidar as dívidas é de dois meses. Este prazo é, no entanto, inferior em 49 dias ao «máximo histórico» de 8,1 meses registado no Outono de 2008, disse à agência Lusa o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Reis Campos.
Também o montante global da dívida registou um decréscimo no Outono do ano passado, uma vez que no mesmo período de 2008 ascendia a cerca de mil milhões de euros.
Das 131 autarquias inquiridas, 45 (34,4 por cento) liquidam as suas dívidas em menos de três meses, enquanto seis demoram mais de um ano a pagar às construtoras.
O número de câmaras municipais que demoram mais de 12 meses a pagar as suas dívidas baixou em 2009, «representando actualmente cerca de 4,6 por cento do total», lê-se no inquérito, que é elaborado desde 2004. O presidente da AICCOPN reconheceu a existência de «uma melhoria» face a 2008, mas salientou que a situação está «longe de estar regularizada».
«A maioria das autarquias e empresas municipais não paga a menos de 194 dias, o que faz com que as empresas vejam os créditos satisfeitos num período de tempo que ultrapassa o dobro do que é legalmente previsto», disse Reis Campos.
O presidente da associação disse ainda que os programas de Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado e Pagar a Tempo e Horas tiveram «um fraco impacto», num sector que está em crise desde 2002.
É a altura de perguntar aos espanhóis com que direito é que eles fazem pedido de extradição quando em tempos negaram-se a devolver Rosa Casaco, um dos assassinos do General Humberto Delgado, que vivia em Espanha com identidade falsa..
os pedidos de extradição obedecem a regras legais, principalmente em democracia.
O alegado crime de Rosa Casaco, cujo julgamento poderá ter sido uma farsa e que o grupo de Argel poderia explicar bem melhor do que explicou, ocorreu em tempo que à época de 25 de Abril 74 já tinha prescrito.
A legalidade é uma porra, para a democracia, não é?
A guarda da Guarda precisa que lhe digam “Pode falar à comunicação social” (informou “não estar autorizado”, não informou que estava proíbido de prestar declarações…).
Em caso de sucesso (aparente ou real, pouco interessa), tocar as trombetas é a orientação genérica.
Em todos os outros casos, vale a máxima “respeitinho, muito respeitinho…”.
GostarGostar
É ao calhas. Se calhar estarem de boa disposição, falam, por vezes até demais. Noutros casos, calam-se. Mas pensando bem, num caso destes, que importa á opinião pública saber os pormenores da agressão de dois jovens numa noite da Guarda?
Dantes, estas notícias, vinham nas páginas do meio, à esquerda em baixo do Diário Popular.
GostarGostar
Estes desgraçados da gnr andam muito desorientados, se fossemos nós, com o rui pereira a mandar, se calhar estávamos pior, pelas notícias discretas percebe-se que se suicidam a esmo, é melhor deixá-los descansados, eles tiveram muitas dificuldes de aprendizagem, não se pode esperar muito. Agora os jornalistas comprados é outra história. Esses não vão ter desculpa.
GostarGostar
Os precursores.
“O primeiro-ministro da Letónia, Valdis Dombrovskis, surpreendeu ao admitir este fim-de-semana que consultou uma vidente para saber o estado da economia do país em 2010.
O governante recusou, no entanto, revelar os prognósticos da vidente, talvez por serem demasiado assustadores”. Lusa.
GostarGostar
Tem que ver com o Óleo nas engrenagens.
A máquina de uma narrativa específica para os jornais já está oleada.
É como sobre o Medio Oriente há certa informação que chega instantaneamente ás redacções e ficam notícias, parece já estar tudo á espera, outras nunca parecem chegar e muitas vezes são mais graves…ficam lá presas no Médio Oriente.
GostarGostar
tem a ver com as avenças das fontes, por ser na aldeia pensam que é de borla?
GostarGostar
O princípio do fim dos infiéis.
Construção. Autarquias devem 750 ME às construtoras.
A dívida das autarquias e empresas municipais às construtoras ascende a 750 milhões de euros e o prazo médio de pagamento é superior a seis meses, segundo um inquérito da Federação da Construção, a que a Lusa teve acesso.
De acordo com o Inquérito de Outono de 2009 aos prazos de recebimento declarados pelas empresas de obras públicas, as autarquias demoram, em média, 6,5 meses (194 dias) a pagar às construtoras, quando o prazo legal para liquidar as dívidas é de dois meses. Este prazo é, no entanto, inferior em 49 dias ao «máximo histórico» de 8,1 meses registado no Outono de 2008, disse à agência Lusa o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Reis Campos.
Também o montante global da dívida registou um decréscimo no Outono do ano passado, uma vez que no mesmo período de 2008 ascendia a cerca de mil milhões de euros.
Das 131 autarquias inquiridas, 45 (34,4 por cento) liquidam as suas dívidas em menos de três meses, enquanto seis demoram mais de um ano a pagar às construtoras.
O número de câmaras municipais que demoram mais de 12 meses a pagar as suas dívidas baixou em 2009, «representando actualmente cerca de 4,6 por cento do total», lê-se no inquérito, que é elaborado desde 2004. O presidente da AICCOPN reconheceu a existência de «uma melhoria» face a 2008, mas salientou que a situação está «longe de estar regularizada».
«A maioria das autarquias e empresas municipais não paga a menos de 194 dias, o que faz com que as empresas vejam os créditos satisfeitos num período de tempo que ultrapassa o dobro do que é legalmente previsto», disse Reis Campos.
O presidente da associação disse ainda que os programas de Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado e Pagar a Tempo e Horas tiveram «um fraco impacto», num sector que está em crise desde 2002.
SOL com Lusa
GostarGostar
“O Presidente da República não se pronuncia sobre essa matéria.”
A polícia pode não comentar para cumprir ordens superiores.
E a esfinge cumpre ordens de quem?
GostarGostar
É a altura de perguntar aos espanhóis com que direito é que eles fazem pedido de extradição quando em tempos negaram-se a devolver Rosa Casaco, um dos assassinos do General Humberto Delgado, que vivia em Espanha com identidade falsa..
GostarGostar
#9:
os pedidos de extradição obedecem a regras legais, principalmente em democracia.
O alegado crime de Rosa Casaco, cujo julgamento poderá ter sido uma farsa e que o grupo de Argel poderia explicar bem melhor do que explicou, ocorreu em tempo que à época de 25 de Abril 74 já tinha prescrito.
A legalidade é uma porra, para a democracia, não é?
GostarGostar
A guarda da Guarda precisa que lhe digam “Pode falar à comunicação social” (informou “não estar autorizado”, não informou que estava proíbido de prestar declarações…).
GostarGostar
O tenente falou… de cara escondida…
GostarGostar
Excelente artigo sobre a vigarice das eólicas que tem sido promovida pela corja socrática:
http://a-ciencia-nao-e-neutra.blogspot.com/2010/01/demonstracao-grafica-do-absurdo-eolico.html
GostarGostar