Muito filológico, o comentário. Mas continuo a responder-lhe da mesma maneira. Esta:
É a sua leitura, JL, e tem direito a ela. A minha, que tenho a noção de que vivo numa sociedade de imagens, é a de que fiz uma acção que contribuíu para a maior visibilidade das reivindicações —e é curioso que só tenha recebido críticas da parte de detractores do casamento civil, porque dos interessados directos e indirectos tenho recebido agradecimentos em catadupa, e sim, a opinião deles e delas interessa-me bem mais do que a sua. Visibilidade da reivindicação, era esse o fito. Chame-lhe marketing, chame-lhe exibicionismo, agora embuste só pode chamar-lhe por má-vontade. Se tivesse havido qualquer intenção de farsa, eu teria escondido a minha orientação sexual e o caso ficava arrumado. Porque do jornalismo de investigação, infelizmente, eu não teria medo, como se pode provar pelas informações truncadas que se espalharam. A repórter da RTP tínha-nos à frente dela e não nos perguntou nada, se isto é jornalismo, então eu sou o Papa, sim, este mesmo Papa. Mas achei importante que até provar que esta não é uma luta dos homossexuais, mas de uma sociedade inteira. É sempre uma questão de perspectiva, não é?
Não querendo dar-lhe lições de cidadania, penso que seria mais útil pedir satisfações à RTP, que transmitiu notícias falsas —e, isso sim, é um embuste sob o nome de serviço público— do que a julgar a minha acção de activista. O pedaço de texto que eu li na sexta-feira começava assim: “A personagem que aqui representei no ano passado casava grávida…” Ora explique-me em que é que esta acção quis enganar quem quer que fosse.
Quanto à legitimidade de fazermos o protesto sob a forma de encenação/alegoria: sempre foi assim, há espíritos que agarram as ideias, os conceitos, há outros que não o conseguem ou não o querem fazer. Um dos dois há-de ser o seu caso. Dou-lhe o benefício da dúvida porque não o conheço e só por isso não parto do princípio de que está a ser desonesto no seu comentário.
E as crianças é que não são compradas a terceiro nem feitas em clínicas para v.s brincarem ao mundo às avessas e usarem os indefesos em mero proselitismo de causa.
O CAA deixe lá as pessoas beijarem à vontade, independentemente do significado.
Já Santo Agostinho dizia: “Desde que amem, façam o que quiserem”. E, como você sabe, desde que a variável duração deixou de contar, hoje é tudo amor, mesmo que dure apenas o tempo de um beijo.
E olha, quando te der a megalomania de dizeres que esta anormalidade jacobina é uma luta da sociedade inteira, trata de apresentar exemplos, declarações e estatísticas.
E podes começar pelo Portugal interior. Era assim que os comunas faziam nos bons velhos tempos- sempre com trabalho de campo e sempre com nºs e casos de lutas de classes.
Agora ficarem-se pelo Bairro Alto ou pela Ribeira e por uns teatros e espectáculos de teatro de rua é que não é nada.
Ao vídeo respondo com outro vídeo. Experimentem mostrar os dois às vossas crianças. Talvez elas vos expliquem o que parece estar fora do alcance da vossa compreensão.
Está a querer desviar o assunto, de uma forma que lhe cai que nem ginjas, Zazie. Explique-me você: com que intenção me chamou de puta? Era um elogio? É que se era, peço desculpa por ter interpretado mal.
Uma puta faz sexo por sexo e para satisfazer quem dele precisa.
Faz uma simulação de amor real, vende ou aluga serviços eróticos que não mais do que isso- erotismo sem parceiro, sem par, sem amor.
V. fez essa simulação teatral para as câmaras e veio citada em muitos jornais, até no estrangeiro, como sendo lésbica. V.s vieram citadas como uma realidade que foi um teatro.
Portanto, houve isso- houve troca de uma mentira a dois e em diferido para a ampliação mediática.
O dinheiro não é o que marca o trabalho de aluguer- Pode ser pago em géneros, ou em trocas, ou em favores, ou em montagem de causa com estratégias e objectivos a atingir.
Era o que acabo de escrever. V. é artista e, como eu disse, até tenho em conta o trabalho artístico de ambas.
A partir daqui é que não há mais nada. V.s andam equivocadas pela “cena da moda”.
Se fosse há 30 anos faziam sexo em grupo e rasgavam soutians na praça pública e nunca falaria em casório e famelga e filhinhos de relação casta e pura monogâmica, para serem aceites e respeitadas pela sociedade burguesa.
Ui… que argumentação extraordinária. Uma actriz faz uma contracena com outra actriz ou actor por forma a recriar uma situação mais ou menos real, um debate político na tv encena uma troca de ideias que já são conhecidas e vão ser repetidas com vista a um maior esclarecimento, uma procissão faz uma encenção da fé colectiva, uma missa faz uma encenação da última ceia. Mas aquilo que eu fiz é uma acto de prostituição. Muito bem. Boris Vian tinha razão, realmente, quando escreveu uma peça em que fazia a ligação entre a função de um padre e a de um actor, e lhe chamou “A mais baixa profissão”.
Discutir neste blogue, devo dizer, é altamente educativo.
É um acto de simulacro numa causa em que se querem apresentar como exemplo de uma necessidade da sociedade, numa falsa luta pela igualdade.
È isto. E com a agravante de ser uma causa em tudo oposta à sexualidade livre, ao underground, ao que não quer nunca ser integrado nos espartilhos do status quo.
V.s agora querem status quo. E querem-no porque a política precisa de votos e meio muno atrela-se aos partidos para fazer a vidinha com todas as regalias e hornas, e castas, e benefícios que excluem, precisamente, o que não se vende, o que não se deixa domesticar pelo poder e o que não usa terceiros para conseguir objectivos egoístas e caprichosos.
V.s podem ter a vida que bem entenderem e até aí nunca me oporia. Mas, a partir do momento em que querem incluir crianças na farsa, têm aqui uma opositora.
De resto tem por aí tudo o que penso sobre o assunto e dezenas de comentários e levantamentos do que se passa lá fora,
No meu blogue deixei links. E comigo é que v.s não se atrevem à rábula de marcar na testa com a palavra da nova segregação de mera dialéctica hberística.
Comigo não pega virem com a treta da “homofobia”.
A “fobia” que eu tenho é a quem usa terceiros e mete esse uso debaixo do tapete.
A fraude não tem qualquer relevância, para além do ridículo da coisa.
Mais significativo é o facto de a causa não ser a de muitos gays. Estes sabem que com a nova lei vão ter de optar entre ser pais e ser casados. Sabem ainda que terão de se divorciar, se, sendo casados, quiserem mais tarde vir a ser pais. E, para além disso, vão ter de aturar um possível acréscimo de animosidade por parte de quem os vê como intrusos numa instituição definida, desde sempre, por certos requisitos, entre os quais, a diferença de sexos dos cônjugues (basta ver a reacção dos conservadores que pretendem fazer uso da objecção de consciência).
Como se isso não bastasse, aqueles que festejam em nome dos outros, fazem-no prematuramente. Se a maioria dos constitucionalistas já se pronunciou no sentido da inconstitucionalidade da norma que veda aos gays a adopção, isso significa que previsivelmente a lei terá de ser novamente aprovada. Com a diferença de que nessa segunda aprovação, a adopção terá de ser permitida aos casais homossexuais, o que vai contra o sentido de voto do principal partido (sim, o PS). Ora, será que Sócrates prefere a causa gay à descredibilização completa e ao ridículo daí resultante? Conhecendo o ego do homem, tenho as minhas dúvidas. Donde, não é certo que o PS venha a aprovar de novo o casamento se isso significar a adopção e o reconhecimento de uma fraude eleitoral e democrática (porque a segunda não vinha no programa e por isso não pode servir de desculpa à não realização do referendo).
A v.a causa que atira com o sexo para a lei, em nome de uma alteração de relações de parentesco que, depois, precisa de fornecedores de filhos que não entram nela, é carreira
É este o verdadeiro nome de quem se proclama porta-voz de gente que nem existe e nem se vê e nem fez bloqueio na ponte para se alterarem as relações de parentesco por eles precisarem de afrodisíaco para o IRS ou de tusa de choco.
É carreira. E é da carreira política e da carreira nos lobbies que esta trampa vive.
“(…) e é curioso que só tenha recebido críticas da parte de detractores do casamento civil, porque dos interessados directos e indirectos tenho recebido agradecimentos em catadupa (…)”
Pois olhe que deste interessado indirecto leva várias críticas:
1 – aquele foto é um perú de bush,
2 – o ícone daquele dia não é um lindissimo, verdadeiro e sentido beijo entre duas mulheres que se amam e que por isso precisavam da lei para casarem,
3 – o gesto dá o flanco às bocas “a lei é só para meia dúzia, nem sequer conseguiram arranjar duas lésbicas verdadeiras”; “a lei em nada vai ajudar a mudar a atitude da sociedade perante os gays, nem assim «eles» dão a cara”; “só querem é circo”; etc
4 – dar a ideia de uma coisa que não corresponde à verdade tem um nome: “mentir”. Pode dizer que “nunca disse a ninguém que era lésbica” até ficar azul na cara, isso em nada muda o facto de que intencionalmente fez passar a ideia de uma coisa que não corresponde à verdade.
Podia continuar por bastantes linhas. Não é que a coisa em si tenha muita importância, não mancha nada, mas não julgue que fez um grande favor às pessoas que puxam e puxaram por uma lei que permita casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ok?
Zazie, a sua raiva é assustadora. Mesmo. Mas eu vou fazer um último esforço.
Não está sexo nenhum na lei. Há, de facto, pessoas do mesmo sexo que vivem juntas, como cônjuges, a quem está vedado o acesso a um contrato civil muito específico e só aplicável a dois adultos que decidam fazer um do outro a sua família. O casamento civil permite enquadramentos legais especiais para estes adultos e a sua escolha estava vedada a pelo menos 1% da população [se descontarmos os que se escondem, muitos com medo das Zazies deste país], contra a Constituição e contra a carta dos direitos humanos. A lei também já regulamentou dentro dos quartos dos adultos, mas felizmente houve gente que ao longo dos tempos lutou pela sua transformação. Ainda teríamos homossexuais —e putas— executados em praça pública.
Quanto à adopção, tenho nomes para si: Casa Pia, Oficinas de São José, Gisberta. Há mais, mas agora não me apetece ir recolher todos os nomes de casas onde se abusa, casas onde se deseduca, casas onde se agride e vítimas dessa deseducação pelo ódio. Não, as crianças não estão melhor com esta lei que impede a adopção. Estão mal na mesma, e dizer que a cláusula que impede a adopção as protege é um logro. Um casal homossexual não é, por defeito, adoptante. Deve ser apto a candidatar-se à adopção, como acontece com os casais heterossexuais, e avaliado nas suas condições económicas, afectivas e humanas específicas conquanto se candidate. Não é matéria de lei, é matéria de regulamentação. Se acha que um puto está melhor a levar uma estalada de um padre em directo na rádio, como eu ouvi uma vez, só posso lamentá-la, Zazie. Mas tenho uma má notícia para si: as famílias baseadas em casais do mesmo sexo já existem, e algumas são extremamente felizes. O Estado tem de reflectir sobre elas, sob pena de negligência grosseira. Mas eu não espero que a Zazie entenda isto.
Maiquelnaite, é a primeira crítica desse tipo que recebo de alguém aparentemente da comunidade lgbt e registo-a como válida, como qualquer outra. Continua a estar em minoria, mesmo assim.
Não julgo que fiz favores a ninguém, se o fiz foi a mim, porque continuo a afirmar que isto me afecta directamente. Aí divergimos, porque eu sinto-me no direito de manifestar a minha opinião, neste caso em forma de performance. Não é menos legítimo que um líder sindical num púlpito, também está a representar um papel. O outro casal da performance, ao qual curiosamente não se liga puto, era formado por dois homens, um que se assume como homossexual, outro como bissexual. Assim já é mais válido? É que eles tinham relações afectivas, só não tinham um com o outro. A isto, o que me responde?
Quanto a dar o flanco: novamente é uma questão de perspectiva. O que eu vejo é que ajuda a que as opiniões homofóbicas, certas de terem encontrado uma fraqueza, se mostrem em todo o seu esplendor. Acho isso muito válido para termos a noção do estado real dos ódios e dos preconceitos com que lidamos nesta luta.
Eu nem vou perder tempo a responder. V. inventa raivas onde há mera desmontagem da falácia do casório.
E eu já expliquei tudo o que tinha a explicar sobre o assunto.
Se quer saber vá ao Cocanha, e dou-lhe os links onde escrevi.
Aqui nem vale a pena. Nem posso. Estou bloqueada pelos liberais da casa.
Eu apenas lhe resumo os pontos do equívoco. Quando os compreender voltamos a falar:
1- Não existe casal entre duas pessoas do mesmo sexo
2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.
3- Uma relação sexual que se pretenda casamento réplica do único que existe e é biológico e com o limite de ser monogâmico, está a deixar de fora todos os que poderão completá-lo naquilo que a natureza não permite.
4- O que a natureza não permite não é, nem pode ser, uma discriminação social- É uma diferença biológica. E é com base nesta diferença biológica que existem casais, e pais e mães.
5- A adopção visa criar família a quem a perdeu. As crianças não existem para satisfazerem direitos de terceiros nem são propriedade de ninguém.
6- Esta mentira baseia-se numa falácia a que chamam igualdade. E nunca poderá ser uma bandeira igualitária tudo o que vai usar indefesos para causas e interesses próprios e deixa de fora as mães que os fizeram, os pais que os geraram.
7- O mundo das barrigas de aluguer e das PMAs já é demasiado sórdido por si mesmo. E é negócio degradante que tem vindo a prosperar à conta destas agendas contra-natura.-
8- Tudo isto são experimentações irresponsáveis e egoístas, que vão ter consequências sociais e humanas que estão muito para além da mentira com que as vendem:
a mentira é esta- fazem crer que é apenas assunto que começa e morre entre dois adultos livres a tratarem apenas e exclusivamente de questões do foro privado de afectos e sexualidade.
Joana Manuel
Joana Manuel (#29), telegraficamente que tenho de me ir embora:
Comunidade lgbt, salvo seja, sou interessado indirecto. Comunidade lgbt-friendly, isso sim. Não é por ser da minoria que estou errado, pois não? 😉
O líder sindical que está a fazer de líder sindical é mesmo um líder sindical.
Se os senhores também estavam a fantochar, acho mal.
Deu o flanco, prova-o o facto de efectivamente ter havido uma catadupa de críticas. E críticas que misturam alguns argumentos válidos com a homofobia do costume. Nestas coisas é bom não ser ingénuo e inocentezinho, para quê andar a oferecer borlas? Sei que a intenção foi boa, mas de boas intenções etc etc.
“O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.”
Precisamente.
Quanto a não existir casal quando se trata de pessoas do mesmo sexo, se a Zazie diz e é um argumento tão profundo e de tanto peso [valha-me quem estiver disponível], quem sou eu para a desdizer?
Por último- esta anormalidade é o último reduto do totalitarismo de esquerda.
E este totalitarismo sempre usou o verbo para diabolizar os opositores.
Quando v.s sacam da palavra “homofóbico” estão a fazer precisamente o mesmo que todos os inquisidores de sempre-
Estão a inventar um “lugar de vergonha” que nem é explicado, nem provado na sua essência, mas apenas usado para apontar uma suposta maliginidade no pensamento do adversário.
E a isso chama-se dialéctica erística ou processo de intenção.
Qualquer pessoa podia sacar de outra palavra inventada e arrumar as intenções do adversário numa suspeição idêntica.
O valor da palavra “homofobia” serve apenas para assustar e inventarem-se vitimizações onde nem existem.
Neste caso, levada à letra, significaria que todo o ser humano que defende as crianças dos caprichos de terceiros e que não gosta de castas falsamente igualitárias, é marcado como alguém com raivas ou ódios (tradução literal do hate americano donde a moda é importada).
E é com este som de fundo a la maoista – que intimidam quem desmonta a falácia.
Eu posso chamar-vos aquilo que acho que esta militância demonstra- caprichos egoístas muito liberais por dentro e vermelhos por fora.
E egoístas irresponsáveis em proselistimo de lobby jacobino que usa a lei e o poder para impor a milhões de portugueses mais uma etapa no mundo-às-avessas.
Maiquelnaite, não sou inocentezinha, nem peço que aceite as minhas boas intenções. sou cidadã desta democracia e tenho direito a manifestar-me. boas intenções têm as caridadezinhas. o que fiz fiz por mim, pelos filhos que espero ter e que não sei com quem quererão casar, pelos meus amigos e amigas que ainda recebem insultos na rua e no trabalho por não serem heterossexuais.
e quanto mais vejo os argumentos do contra virem ao de cima cheios de homofobia, menos duvido da validade da acção. o Maiquelnaite não concorda. ainda bem, tanta unanimidade estava até a preocupar-me. 🙂
Ah, ok, a Zazie é faz parte desse grupo que saliva logo que pensa em tons de vermelho. Está explicado, nem precisa de dizer mais nada. Obrigada por me ter esclarecido melhor.
V.s deviam ficar-se pelos trapinhos e pelos direitos de impostos e sucessórios.
E a isso até podiam dar o nome que bem entendessem que, para mim, era igual ao litro.
Agora a partir do momento em que esfrangalham uma instituição para depois se meterem nela e, á tabela, conseguirem levar mais longe a agenda dos lobbies- com as tais PMA, barrigas de aluguer e adopçés, nunca.
Porque o truque aqui é usar a lei que deve existir para o Bem Comum, a ser uma porta aberta para uma consequência casuística que não era apresentada no tal casório que se vende como uma coisa exclusivamente a dois.
E a aberração começa e acaba aqui- E nem é novidade.
Sempre exisitiram mannerbunds. Os nazis tinham essa utopia do mannerbund pink com as escravas a fornecerem-lhes os filhos.
E agora é este mannerbund de casta agarrada a lobbies e com Poder como não tem mais ninguém em contraditório que querem fazer crer aos portugueses que esta porcaria é uma mera luta contra a discriminação de um par muito enamorado.
Não é. È o mundo orwelliano a usar a lei jaacobina para alimentar votos e lobbies.
Nem sequer tenho a menor afinidade com os que chamo de pascácios e que a única coisa que sabem fazer é desatar aos gritinhos por causa da “sacralidade do casório buruguês”.
Nesta treta a minha luta é e será sempre pelos mais fracos e pelos que são usados nas eternas engenharias utópicas que sempre foram apanágio da Esquerda.
Nesta caso até são o retrato chapado do jacobinismo das castas que se tornaram poder.
São os filhos da Revolução Francesa. Sáo os novos darwinistas sociais que apenas replicam o egoísmo liberal acrescentando-lhe o eterno totalitarismo das bandeiras socialitas e comunistas.
Que, sem estas burguesices de catálogo de moda barbie nem tinham voto nem serviam para nada.
A política para v.s resumiu-se a isto- a passagens de modelos de palpitações e tretas de revista cor-de-rosa, à qual não se esquecem da doutrinação obrigatória das criancinhas, já feita e preparada pelos mesmos gatos pingados dos grupos da Assembleia- e traduzida na educação sexual obrigatória.
São isto- The Wall que os Pink Floyd imortalizaram.
E basta esta viragem para se ver como a farsa degenerou no maior simulacro de Poder.
Pena agora não me vir nenhuma citação literária à cabeça, pois estou certa que alguém já deve ter escrito alguma metáfora sobre pessoas emparedadas que afirmam que os muros são os outros.
E até nem são estúpidas ou gente de segunda no campo das artes.
Isso ainda está para ser demonstrado.
O que interessa neste episódio é que os tugas que viram televisão julgaram que eram duas lésbicas aos beijos de alegria pela lei.
E na realidade eram duas actrizes a fingir.
Exactamente a mesma coisa com aquela cena dos garotos a receber Magalhães a fingirem que eram alunos.
Aquilo foi muito criticado.
E isto deve ser elogiado.
Porquê?
não se preocupe, Fado Alexandrino, que por nossa própria iniciativa esta discussão que se tem resumido à blogosfera vai ser exposta ao ar livre. dê-nos só mais um tempinho, que estas coisas demoram quando não somos a Isilda Pegado.
Quanto ao talento artístico está fora de questão.
Sei separar os meus julgamentos e nada disto é pessoal
Mas não deixa de ser uma gigantesca ironia que uma causa que se fez passar por nacional tenha apenas como interlocutora uma artista que nada tem a ver com os anseios que se dizem de milhares de portugueses.
E é por isso que eu chamei um figo a este duplo simulacro.
Uma causa inventada- meramente semântica, que acaba nos ecrãs da caixinha mediática, em dupla encenação fake.
E fora ela não havia mais nada. A realidade da imperiosa necessidade da causa- ficou assim- em exemplo de fita protagonizado por fingidores.
Isso não tem nenhuma importância, ou todos o filmes de Holywood não eram para se ver nem levar a sério, ficcionados como as telenovelas e “A Bela e o Paparazzo”.
E mais decente é ali o Jaime Nogueira, em Der Terrorist, tão coerente que comentava assim um:
“Ele sabe, o Jaime Nogueira, que maioria dos seus é ressabiada, dada, desede sempre, a votar contra qualquer coisa que não seja o Vaticano dos padres.”
esta discussão que se tem resumido à blogosfera vai ser exposta ao ar livre.
Ora nem mais, a fama como bem sabemos é passageira e há que rentabilizar o momento.
Prevejo casas cheias que isso do “ar livre” é patente da Monica Calle.
Seria até capaz de contribuir com uns euritos para que passe a espectáculo.
E que renda e se mantenha no cartaz. Seria ouro sobre azul que mete num chinelo todas as encenações do Damien Hirst
“:O))))))
Seria a Criatura a matar o Criador nesta farsa que os políticos ainda representam com alguma manha mas que os lobbies da casa não conseguem mostrar que é causa genuína, pois até na militância é fake e pindérica.
São sempre os mesmos gatos pingados a mudarem de papel e alternarem o cenário.
Uma família sem filhos dissolvida no Botswana, como outra no Katari, e assim na Nova Guiné, na Malásia e Filipinas, sendo que em outros dois casos, nas Bermudas, também se condenaram ao degredo, a cumprir em Portugal, para onde se espera, breve, a absolvição do papa, se bem que divino, também dado a referendos e, logo, um tanto atrasado.
E aquelas duas moças estiveram bem, o tempo todo, como também os garçons, rapazes. Que esta malta gostava era de se rir, de ver por ali uns “enjeitados”.
Que eu digo, gostei do filme, não pela tese, o realismo, a unidade ou a beleza e projectividade de efeitos, mas tão-só pela força ficcional do enredo e personagens. E votei gay, pois claro.
eu não percebo é porque é preciso fingir o que não se é para manifestar solidariedade com alguém ou grupo. bora lá todos os que somos solidários com os deficientes fingir que somos mongoloides , tipo “os idiotas” do Lars.
Um país governado por actores de teatro que escondem os interesses atrás de máscaras não tem futuro, não é democrático, não existe cidadania.Tudo se resume a uma sofisticada forma de tirania.
Começo a ficar farto de ver cenas plastificadas, sem qualquer sentido e significado. Esta é claramente uma delas. Eu pergunto para quê?
Se a ideia era chocar, dar nas vistas, ficar mais um pouco famoso (a), então considera-se um projecto falhado. O casamento “gay” foi aprovado, está aprovado, deixemos as festas para dia da boda.
No casamento “gay” uma coisa podemos estar certos, é que nunca será o pai da noiva a pagar a festa, isto na boca do povo.
Estes comentários d@ Zazie vêm pejados de TANTA ignorância, que nem sei bem por onde ou como começar a desmontar a enxorrada de preconceitos e mentiras que aqui vêm (muito certamente contadas na presunção de serem verdades)
1- Não existe casal entre duas pessoas do mesmo sexo
1- Existe. Um casal não precisa de ser obrigatoriamente do sexo oposto, pelo que se diz um casal de namorados ou casal de namoradas mesmo que sejam do mesmo sexo.
2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.
2- Vem, certamente. Mas vai-me dizer exactamente onde é que vem na constituição que no casamento os seus membros têm de obrigatoriamente serem de sexos diferentes. Eis o que eu achei nalguns artigos da Constituição referentes à família, casamento e adopção:
Artigo 26.º
Outros direitos pessoais
1. A TODOS são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, À CIDADANIA, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, À RESERVA DA INTIMIDADE DA VIDA PRIVADA E FAMILIAR E À PROTECÇÃO LEGAL CONTRA TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO.
O que se encontra transcrito em CAPS lock é por si só explícito.
Artigo 36.º
Família, casamento e filiação
1. TODOS TÊM O DIREITO DE CONSTITUIR FAMÍLIA E DE CONTRAIR CASAMENTO EM CONDIÇÕES DE PLENA IGUALDADE.
Não diz “todos menos os homossexuais” ou “todos menos aqueles que tenham tendências homossexuais”. Acho que a parte que diz “CONTRAIR CASAMENTO EM CONDIÇÕES DE PLENA IGUALDADE”, é por si só também bastante claro…
2. A lei regula os requisitos e os efeitos do casamento e da sua dissolução, por morte ou divórcio, independentemente da forma de celebração.
3. Os cônjuges têm iguais direitos e deveres quanto à capacidade civil e política e à manutenção e educação dos filhos.
4. Os filhos nascidos fora do casamento não podem, por esse motivo, ser objecto de qualquer discriminação e a lei ou as repartições oficiais não podem usar designações discriminatórias relativas à filiação.
5. Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos.
6. Os filhos não podem ser separados dos pais, salvo quando estes não cumpram os seus deveres fundamentais para com eles e sempre mediante decisão judicial.
7. A adopção é regulada e protegida nos termos da lei, a qual deve estabelecer formas céleres para a respectiva tramitação.
Não vejo aqui nada que interfira ou contrarie o existirem casais do mesmo sexo ou os mesmos poderem adoptar uma criança se assim entenderem, que lhe transmitam mais ou menos valores que um casal heterossexual. O facto é que um casal homossexual terá tanto amor, valores e princípios e tão digno de passível de falhar quanto um casal heterossexual sobre uma criança adoptada. Cabe aos orgãos competentes avaliar se por ventura a criança é ou não entregue a uma boa família e as condições parentais desta, independentemente do sexo dos membros do casal.
Artigo 67.º
Família
1. A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros.
2. Incumbe, designadamente, ao Estado para protecção da família:
a) Promover a independência social e económica dos agregados familiares;
b) Promover a criação e garantir o acesso a uma rede nacional de creches e de outros equipamentos sociais de apoio à família, bem como uma política de terceira idade;
c) Cooperar com os pais na educação dos filhos;
d) Garantir, no respeito da liberdade individual, o direito ao planeamento familiar, promovendo a informação e o acesso aos métodos e aos meios que o assegurem, e organizar as estruturas jurídicas e técnicas que permitam o exercício de uma maternidade e paternidade conscientes;
e) Regulamentar a procriação assistida, em termos que salvaguardem a dignidade da pessoa humana;
f) Regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares;
g) Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado;
h) Promover, através da concertação das várias políticas sectoriais, a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.
De novo, quando a paternidade ou maternidade não são mencionadas não vem mencionado o sexo dos pais, se se tratam de casais de sexos diferentes ou do mesmo sexo, embora muito certamente aquando da Constituição tenha sido tido em conta que fossem de sexos diferentes.
Na procriação assistida (que provavelmente se refere a tratamentos de fertilidade e outros) não vem em nada nenhuma menção quanto ao sexo ou sexualidade dos pais nem de que estes tenham DEVER de procriar por estarem casados.
Artigo 68.º
Paternidade e maternidade
1. Os pais e as mães têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação, com garantia de realização profissional e de participação na vida cívica do país.
2. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.
3. As mulheres têm direito a especial protecção durante a gravidez e após o parto, tendo as mulheres trabalhadoras ainda direito a dispensa do trabalho por período adequado, sem perda da retribuição ou de quaisquer regalias.
4. A lei regula a atribuição às mães e aos pais de direitos de dispensa de trabalho por período adequado, de acordo com os interesses da criança e as necessidades do agregado familiar.
De novo, não vêm mencionados sexo ou sexualidade dos pais, e do número 4 deste artigo se pode deduzir que a mesma lei se aplique a pais adoptivos.
O abuso que vem mencionado neste artigo e acima de tudo o ambiente familiar normal, não se refere à normalidade e ao conceito de normalidade que a maioria de vocês tem na cabeça, mas um ambiente onde a criança seja amada, respeitada e educada adequadamente. Porque da mesma forma uma família heterossexual pode providenciar um ambiente anormal: mau, violento, em que a criança seja alvo de abusos físicos e/ou psicológicos.
Em suma, nada na constituição leva a crer que haja algo de anormal nas famílias independentemente de orientação sexual, que os casais homossexuais sejam menos dignos de direito que os heterossexuais, ou que por ventura os casamentos visam a procriação ou sustentação da espécie, ou que a adopção está especialmente reservada a casais de sexo diferente ou que estes são mais (ou menos) competentes que os do mesmo sexo para criar e educar uma criança.
E atendendo a muitas crianças que passam anos a fio em orfanatos e instituições, pergunto-me se é realmente preferível mantê-las lá até à maioridade ou entregá-las a um casal que, independentemente da sexualidade dos seus membros, seja capaz de a amar e educar.
“3- Uma relação sexual que se pretenda casamento réplica do único que existe e é biológico e com o limite de ser monogâmico, está a deixar de fora todos os que poderão completá-lo naquilo que a natureza não permite.
4- O que a natureza não permite não é, nem pode ser, uma discriminação social- É uma diferença biológica. E é com base nesta diferença biológica que existem casais, e pais e mães.“
3 e 4- Há quem fale que a homossexualidade é aberrante ou contra-natura e que como tal é uma diferença biológica debaixo da qual existem casais, e pais e mães. Sem duvida que nenhum casal homossexual aspira a ter conseguir de repente, se forem dois homens, de um deles engravidar, ou de se forem duas mulheres de uma delas engravidar sem ter os óvulos fertilizados por sémen masculino.
A homossexualidade ocorre e sempre ocorreu na natureza, na mesma proporção que ocorre entre humanos. São uma proporção ínfima, quando comparado com os casais heterossexuais que se estabelecem entre animais de sexo diferentes. Não falamos aqui de animais hermafroditas ou capazes de reprodução assexual, mas de animais com sexo distinto que optam por estabelecer relações de natureza idêntica aos casais heterossexuais da mesma espécie, embora sem nenhum fim que não sejam sexuais ou até mesmo afectivos. Ironicamente dois mamíferos que em muito se aproximam dos seres humanos, são capazes de estabelecer relações homossexuais:
-os golfinhos, que são considerados a seguir ao ser humano os animais mais inteligentes à face da Terra;
-os chimpanzés, que partilham de 99% do ADN que nós, seres humanos, temos
A homossexualidade aparece registada em muitas mais espécies:
Gorilas, cães, cavalos, girafas, percevejos, flamingos, penguins…
A propósito dos últimos, há uns anos atrás houve um casal muito mediático no ZOO de N.Y.. Dois tinham uma relação entre eles, que em nada diferia das relações que outros penguins tinham com membros do sexo oposto, a diferença sendo que estes dois eram machos. Como é óbvio não podiam reproduzir-se entre si mas isso não os impediu de, coitados, tentarem chocar pedras.
Um dos ovos postos por uma das penguim fémeas foi, por razões de ordem natural, rejeitado pela mãe. Como por vezes acontece em muitas espécies, porque a cria é doente ou diferente ou outros motivos ser rejeitada pelos progenitores. Neste caso em particular os tratadores decidiram dar o ovo em questão ao casal de penguins gay, e, maravilhem-se: conseguiram chocar uma penguim fémea, a qual criaram e cuidaram tão bem quanto qualquer outro casal heterossexual. O casal de penguins gay prosseguiu junto durante mais 6 anos antes de se separarem (mais tempo do que reconheço em muitos casais gay ou heterossexuais…)
Podem contestar o facto dos dois penguins estarem num ambiente artificial – o ZOO – e de estarem a ser seguidos por tratadores e que isso de alguma forma os podia ter influenciado no que seria o seu percurso natural, e portanto a sua sexualidade. O facto é que não obstante ambos do mesmo sexo chocaram e alimentaram e criaram um novo membro da comunidade do ZOO, que de outra forma não teria passado dum ovo que não teria sido chocado e teria morrido.
5- A adopção visa criar família a quem a perdeu. As crianças não existem para satisfazerem direitos de terceiros nem são propriedade de ninguém.
6- Esta mentira baseia-se numa falácia a que chamam igualdade. E nunca poderá ser uma bandeira igualitária tudo o que vai usar indefesos para causas e interesses próprios e deixa de fora as mães que os fizeram, os pais que os geraram.
7- O mundo das barrigas de aluguer e das PMAs já é demasiado sórdido por si mesmo. E é negócio degradante que tem vindo a prosperar à conta destas agendas contra-natura.
Artigo 69.º
Infância
1. As crianças têm direito à protecção da sociedade e do Estado, com vista ao seu desenvolvimento integral, especialmente contra todas as formas de abandono, de discriminação e de opressão e contra o exercício abusivo da autoridade na família e nas demais instituições.
2. O Estado assegura especial protecção às crianças órfãs, abandonadas ou por qualquer forma privadas de um ambiente familiar normal.
3. É proibido, nos termos da lei, o trabalho de menores em idade escolar.
O que vem aqui citado é a protecção das crianças, e não se estas são adoptadas por pais homo ou heterossexuais, ou bissexuais que aconteçam ser casados com alguém do sexo oposto.
O ambiente “normal” de que falam não é por certo ou dos casais em que ela leva porrada do marido, só porque a vida vai mal. Aliás, tenho DOIS óptimos exemplos:
Um, o caso de dois ex-vizinhos meus, agora já adultos. Eram uma família “normal”. Pai, mãe e dois filhos. Em tudo foram normais: ela trabalhava, ele trabalhava, eles estudavam, o pai chegava a casa e todos levavam porrada. E não importa muito quando era, já que estar grávida em determinada ocasião não salvou a mãe de levar nas trombas também. Em suma… uma família normal?
Creio ser deste tipo de anormalidades que a Constituição visa proteger as crianças, e não de dois pais ditos homo ou heterossexuais que os possam amar. Os maus e os bons tratos, o amor ou ausência dele… vêm independentemente do sexo dos intervenientes.
Outros casos que considero anormais, e já vi IMENSOS destes, de homens casados ou com namoradas, que procuram engatar outros rapazes, porque de dia levam uma vida e à noite levam outra, sob suspeita (ou não) das respectivas esposas e namoradas. Isto sim, é contra-natura. São pessoas que assumem comportamentos que não os seus e constroem fachadas que não são fieis à sua natureza e identidade sexual.
O sr. fala também da anormalidade que é o facto de haverem barrigas de aluguer, que derivam de uma coisa que trata da evoluição da medicina. Sabe outras coisas que partilham do mesmo grau de contra-naturalidade? Usarmos medicamentos para curar constipações, infecções, dores. Usarmos quimo e radioterapia para tratar de cancros. Fazermos transplante de orgãos e enxertos de ossos. São coisas, que, garanto-lhe, JAMAIS ocorreriam na Natureza sozinhas. Derivam da evolução da da ciência e da medicina.
O mesmo pode também ser aplicado à roupa e à luz eléctrica, que, garanto-lhe… nem animais nem plantas usam.
“8- Tudo isto são experimentações irresponsáveis e egoístas, que vão ter consequências sociais e humanas que estão muito para além da mentira com que as vendem: a mentira é esta- fazem crer que é apenas assunto que começa e morre entre dois adultos livres a tratarem apenas e exclusivamente de questões do foro privado de afectos e sexualidade.”
Sem duvida alguma que vão haver consequências sociais e humanas no que toca a aceitarem uma mudança no que foi um paradigma estabelecido durante séculos. É uma nova realidade díficil de aceitar, mas que nem por isso deve existir.
Em séculos anteriores também considerávamos a raça negra indigna de direitos iguais aos brancos, e até mais recentemente às mulheres eram negados o direito ao voto e acesso a certos cargos. Embora a discriminação quanto a outras raças e sexo feminino ainda hoje se mantenham demasiado presentes em diversas sociedades, também o existe contra a homossexualidade, e em nada esta merece menos respeito nem menos reconhecimento contra as discriminações de que é alvo, e que em nada afectam nem os casamentos que já existem, nem a vida em sociedade. São coisas que somente dizem respeito aos membros intervenientes.
Compreendo que a questão da adopção seja mais complicada, porque dizem respeito a terceiros que não têm idade para decidir por si mesmos, e que possam haver questões relativamente à identidade sexual da criança.
Mas… eu fui criado pela minha mãe e pela minha avó… o meu pai não quis saber de nós. Sou gay.
Não obstante o meu irmão é heterossexual. Também tenho amigos que tiveram mais sorte e podem contar com os respectivos pais e mães, e que não obstante a sua homossexualidade também têm irmãos e irmãs heterossexuais.
A identidade sexual e a educação da criança e as capacidades de parentidade devem ser determinadas caso a caso, mas nunca com base na orientação sexual dos casais, porque:
-amor tanto dão um casal hetero como homossexual
-ambos têm iguais capacidades de falhar
-a educação para que as crianças não sejam discriminadas começa na educação que cada recebe e na educação que transmitem
-é do dever dos pais independentemente da sua sexualidade proteger os filhos.
Compreendo que esta nova realidade vai contra aquilo que vos foi ensinado, mas ninguém no seu perfeito juízo escolhe ser homossexual e sofrer com isso. Da mesma forma que vocês não bateram com a cabeça ou acordaram um dia a decidiram: “AGORA SOU HETERO!”
Portanto vão-se habituando. Mesmo que o sr. P.R. chumbe esta nova lei ou haja algum tipo de contrariedade que faz com que ela acabe por não ser aprovada AGORA, o facto é que, eventualmente ela acabará por ser.
“a mentira é esta- fazem crer que é apenas assunto que começa e morre entre dois adultos livres a tratarem apenas e exclusivamente de questões do foro privado de afectos e sexualidade. “
E eu digo que a mentira está nestas palavras, em presumir que isto de alguma forma vos diz respeito ou desvaloriza os vossos casamentos, que serão destituídos de quaisquer direitos que tenham em função dos nossos.
Mas se estou errado e você está certo… pelo menos não se limite a dizer “isto é mentira” e diga PORQUE É QUE É MENTIRA. Não vale de muito cuspir uma data de afirmações. TEM DE AS JUSTIFICAR.
A sério… DESAFIO quem quer que se ache com meio cérebro ou capacidade de argumentação para construir um argumento válido contra a homossexualidade ou os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ou que tenham pelo menos coragem e humildade de reconhecer que agem de acordo com a educação que lhes foram transmitidos, e têm dificuldade em encará-los como preconceitos.
Zazie, eu podia ter feito como a Zazie provavelmente fez quando escolheu o nome e ter ido à wikipédia procurar. Mas por acaso, até conheço e tudo. Desculpe desapontá-la.
Já vrrrnhiec!… é pena que não conheça, mas não me espanta. Faça uma pesquisinha no youtube. Vai-lhe dar menos trabalho do que vomitar esse veneno todo.
Lá vêm eles com a anormalidade de confundirem par com casal.
Casal como célula de família só existe um.
E as palavras enunciam-no. São o marido e a mulher, e o pai e a mãe. A partir daqui temos formas de vida dentro da sociedade e formas diferentes de afectos e práticas sexuais ou coabitações.
Mais nada.
Para tudo isso existe apenas trato social que não deve ser nem insutuoso nem discriminatório, em existindo relações de poder, e meros contratos de bens comuns-
Tudo isto pode ser extensível a quaisquer outras formas de coabitação, incluindo entre irmãos, primos e quejandos. Até apenas entre amigos sem mais nada- sem sequer relação amorosa ou sexual.
A partir do momento em que se esquece esta base que é exclusivamente uma atribuição de parentesco, é que a embrulhada acontece.
E, ao acontecer, até é preciso depois estabelecerem-se nomes inexistentes para a ligação de suposto parentesco que é falsa.
Deixam de chamar marido e mulher, e passam a chamar coisas neutras, precisamente porque não é um casal, é algo parecido, sem o ser.
Ficaria por aqui a embrulhada, se não se quisesse usar os entraves e aberturas de lei para mais.
Toda a militância dos lobbies gay tem uma velha agenda da família alternativa.
E é aqui que entra a mentira.
Ao insistirem na réplica do única forma de casamento que a sociedade aceita- o monogâmico- se quiserem incluir descendência que não podem gerar, vão ter de arranjar por fora.
E, quem depois completa o tal falso casal, é discriminado e apenas usado, para ele se completar no que biologicamente nunca poderia conseguir, pelo facto de não ser um casal.
Um casal pode continuar a espécie. E mesmo que seja um casal fora do tempo de procriação, tem a diferença natural da identidade de mulher e homem.
Ora, como nada disto acontece, eles, se fossem consequentes, não tinham de exigir um casamento que já existe- tinham de exigir uma paridade familiar para todos os que vierem a incluir essa ligação.
Teriam, portanto, de exigir o reconhecimento de uma figura próxima da poligamia.
Mas não o fazem. Por saberem que os limites sociais e legais o não permitem.
E, não o fazendo, vão limitar-se à maior aberração que já existe lá fora.
Vão alimentar as engenharias dos cientóinos com todos os artificialismos para continuarem um erro de base.
E nesse entram fornecedores que já hoje existem e estão até com grande impedimento legal por cá- caso das barrigas de aluguer. E as PMAs que apenas são aceitáveis para quem tem deficiência e não pode engravidar de outra forma.
As PMAs só são aceitáveis para isto. E sempre em função de um casal. Com os óvulos de uma e o espermatozíde do outro.
E basta isto para se ver que não há casal homossexual.
Nem se conseguia explicar qual delas tinha o esperma infértil ou problema de conceber.
Sem isto, seria a procriação fora da família e o mero capricho de arranjar crianças de forma anti-natural, com todas as consequências que daqui se devia depreender.
E as consequências são conhecidas nos filhos destas aberrações e nas clínicas que já existem para lhes tratar os traumas.
No Cocanha tenho links com um levantamento factual de tudo isto.
Como o PS não aprovou esta parte, como o José Barros já explicou estão agora numa embrulhada legal que, segundo o que prevejo não irá mais longe de uma imitação do que se fez em Espanha- vão muito provavelmente abrir a excepção para a adopção dos filhos já existentes de outra ligação de casal biológico- do único que é a base da sociedade e da família, desde que o mundo é mundo e com as mais variadas formas de rituais em seu torno ou nº de mulheres incluído.
Explique lá porque é que se acha bruxa e diz que vomito veneno ou que tenho raivas ou fobias.
Faça o seguinte- diga isso a toda a gente que só agora descobriu esta “discriminação” e que até fizeram uma revolução sem nunca se terem lembrado dela no projecto do Homem Novo.
Faça o seguinte- chicoteie todos os apoiantes com mais de 30 anos- e flagele-se também a si própria por ter sido homofóbica, raivosa e discriminatória antes desta moda aparecer
“;O)
Entende?
V.s só desencantaram isto agora por pura moda. E nunca, em pleno PREC um único revolucinário do mundo novo se lembrou do que agora chamam evidência e produto de discriminação ideológica e retrógrada.
Agora até já vai para a fulanização de tretas que nada têm a ver com o debate e está a fazer figura de ursa porque o meu nick existe desde miúda, e na net já era a zazie dans le metro em 2000 no site do David Lynch.
Olhe, até ele ainda hoje sabe que existe uma zazie tuga que é fã .Era a única portuguesa no site dele e este nick é a minha pele desde a idade da própria zazie do Queneau.
Mas v. não tem argumentos porque nunca pensou sequer esta treta.
V. faz o papel de papagaio e a tribo pode dar-lhe muitas coisas mas não lhe dá sequer liberdade de pensamento nem discernimento da questão social e civilizacional que está em causa.
E o facto de gostar de desbunda e de sexo com homens e mulheres e de forma livre, apenas devia fazer de si uma defensora da liberdade sexual e nunca uma militante de uma falsa família respeitável com criancinhas para educar e formar dentro das regras monogâmicas e tradicionais da família.
(já me bloquearam o nick. Eu incomodo muito mais gente do que v.s imaginam.
“Lá vêm eles com a anormalidade de confundirem par com casal.
Casal como célula de família só existe um.
E as palavras enunciam-no. São o marido e a mulher, e o pai e a mãe. A partir daqui temos formas de vida dentro da sociedade e formas diferentes de afectos e práticas sexuais ou coabitações.”
As palavras não enunciam nada, e tanto quanto sei os diccionários iam passar a mudar o significado consoante a nova realidade. Portanto diga-me ONDE é que vem essa concepção de que casal = marido e mulher? (de tão radical que já nem considera os casais de namorados heterossexuais).
Portanto diga-me ONDE vem isso escrito.
“Ao insistirem na réplica do única forma de casamento que a sociedade aceita- o monogâmico- se quiserem incluir descendência que não podem gerar, vão ter de arranjar por fora.”
É casad@ com alguém do sexo oposto? Partindo do princípio que sim, não sabe que todos os outros casamentos heterossexuais também serão uma réplica do seu? Pelo menos enquanto cidadão.
“Um casal pode continuar a espécie. E mesmo que seja um casal fora do tempo de procriação, tem a diferença natural da identidade de mulher e homem.”
Duas lésbicas, mesmo ao abrigo das nossas leis, também podem engravidar. Usando fertilização in-vitro. Basta haver um banco de esperma, e entretanto nenhuma delas precisou de ter sexo com um homem ou ser casada com um para engravidar, conceber e reproduzir.
Mas não obstante o meu exemplo, e apesar do casamento homossexual ser legalizado, não se preocupe: continuarão a haver MUITOS casais heterossexuais. Até porque como já foi dito: coisa de que o planeta SOFRE neste momento é de excesso de população. Talvez até seja uma resposta da Natureza haver alguma homossexualidade.
“Sem isto, seria a procriação fora da família e o mero capricho de arranjar crianças de forma anti-natural, com todas as consequências que daqui se devia depreender.”
Quais consequências? Importa-se de nos esclarecer?
Não sei se dá conta dos MILHARES de casais heterossexuais que têm de recorrer à fertilização artificial pelas mais diversas razões. Não é, de novo, a forma através da qual a nossa espécie foi feita de forma a reproduzir-se, mas não deixa de ser possível, e nem por aí ouvi falar de nenhum bébé nascido nessas famílias que tenha tido algum problema. O senhor conhece? Importa-se de falar mais do caso em questão?
Em suma, você não sabe argumentar ponta de corno. Inventa ou lê de alguma outra fonte desprovida de crédito e que provavelmente não beneficia de mais credibilidade do que o autor deste blog. Ou seja: regurgita o que outros já vomitaram.
Quando fôr capaz de pensar por si próprio (se possível) e apresentar argumentos SÓLIDOS e FACTUAIS daquilo que fala, faça favor. Continuo à espera.
“(já me bloquearam o nick. Eu incomodo muito mais gente do que v.s imaginam.)”
De facto, para terem de alguma forma bloqueado o seu nick aqui, quando o próprio autor se apresenta contra o casamento gay, das duas uma:
-ou não bloquearam coisíssima nenhuma e já nem sabe que primeiro vem o nick e depois o email;
-ou realmente bloquearam o seu nick, o que a julgar para onde pendem as simpatias do dono do blog, tem MUITO pouco a dizer de si.
Meio mundo detesta-me e toda a malta que me conhece na blogo sabe disso.
Quanto à sua opinião de fantasma sem nick, sem blogue e sem mais nada é isso mesmo- nada.
É mais um postiço a fazer força e a fingir que há muita gente no monte.
O bancano que comparou esta treta ao manicómio do Lars Von Trier é que foi genial.
Eu apenas queria completar o que disse com links para posts que tenho com o levantamento mas não posso. E toda a gente sabe que assim é porque, há por aqui uns malucos que me bloqueiam.
Até no post do 25 de Abril está lá contado. Se tiver curiosidade e quiser satisfazer esse seu espírito de má-fé, vá aos históricos e leia.
É no post do CAA, quando eu me descaí e deixei um smile que me identifica.
Isto depois de andar meses como Melusine de Cronenberg em virtude do nick zazie e do blogue estarem bloqueados.
Mas v.s nem sequer são bloggers. Estão a leste disto tudo. Aparecem agora para fazer nº entre os figurantes da farsa.
Portanto é assim- o “contraditório” ou aquilo que poderia ser a opinião pública é mais uma treta de família fake. A família mediática e as famílias do alterne no bloco do Poder.
Nada de onde venha qualquer voz genuína. E tudo de onde vem uso do governo para terraplanar a sociedade em função da permanência na partilha do mesmo bolo.
Um homem é diferente de uma mulher. E aqui começa o erro ao considerar-se casal, o conjundo de dois indivíduos do mesmo sexo.
E não há volta a dar a isto no plano biológico. A natureza teve que se especilizar para garantir o devir.
Só pela razão podemos pretender ultrapassar esta realidade.A razão é um esforço apenas mental…e com ela apenas podemos invocar uma realidade a que não podemos chegar, objectivamente.É a mesma coisa que negarmos a limitação da vida fisica com a inevita
ável morte….só a podemos ultrapassar se mergulharmos na metafísica…ou seja, dois individuos do mesmo sexo só fazem um casal no plano metafísico….e uma criança não tem idade para essas coisas do transcendente…baralhava-se toda.
Claro Zazie…mera propaganda…e uns heróis incentes para o cenário ficar composto.
“Quanto à sua opinião de fantasma sem nick, sem blogue e sem mais nada é isso mesmo- nada.”
Ou seja: você não tem ponta por onde argumentar e derradeiramente “nada” é também o que lhe resume: a sua opinião, a sua personalidade, a sua pessoa. Obrigado 🙂
O/A Zazie ou a criatura assexuada que será, quando derradeiramente confrontado com factos e não com a especulação maluca que lá foi buscar aos meandros do “nada” que também há-de ser o vazio da sua mente simplesmente não sabe responder. Isto demonstra que apenas só sabe fazer o seguinte:
-vomitar uma série de insultos que tenta disfarçar através dum vocabulário vistoso.
er… e é isso.
É díficil de saber se saberá fazer algo de muito melhor, porque quando confrontado com a possibilidade de ter de apresentar argumentos SÓLIDOS, VERDADEIROS… do género: situações REAIS, simplesmente não soube exemplificar nenhuma. Decerto que as restantes pessoas continuarão a compartilhar dos mesmos sentimentos relativamente ao casamento homossexual, mas ao menos ainda se esforçam por articular algo.
Você entretanto… não sabe “nada”, e portanto tudo o que vomitou não passou dum grande “nada” resultante do “nada” que sabe e de tudo sobre o qual inventou para fingir ter razão. A julgar ser este o tipo de argumentos que outras pessoas terão para fazerem com que o casamento homossexual seja uma realidade, então a luta já está ganha para nós, nem que seja pela desigualdade da inteligência das partes que estão contra e a favor.
A propósito o “nada” no qual baseei a minha opinião foi a Constituição da Républica Portuguesa. Como a mencionou tantas vezes imaginei que também estivesse familiarizado/a com o documento ou pelo menos já tivesse dado uma vista de olhos 😉
Joana: pior do que dar pérolas a porcos, é dá-las e eles ainda as cuspirem. Suponho que seja assim que funcionam…
Ohhh… “vocês são mongos” e… “um nada virtual passa a um conhecimento profundo da minha personalidade e pessoa”. Estou tão magoado, pá!
Você, que é TÃOOOOOOOOOOO profundamente inteligente certamente entendeu que eu me limitei até à altura a refutar as bacoradas que escreveu faz muito atrás. Refutação essa para a qual você não teve, nem espera alguma vez ter estofo para contra-argumentar. A sua inteligência é algo idêntico a uma cabeleira postiça… pode-se fingir que tem, mas no fundo debaixo daquilo não está nada
“2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.” – Dito pela Zazie, a 12 de Janeiro de 2010, às 8:35.
Não fui eu que peguei na Constituição. Foi você.
Se a “puta da Constituição” como você lhe chama é um documento tão mau quanto o quer fazer parecer talvez não o devesse ter mencionado em primeiro lugar.
“2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.” – 12 de Janeiro de 2010, às 8:35.
“E lê Queneau e deixa a puta da Constituição que essa mania kafkiana da lei tem uma história pouco recomendável.” – 13 de Janeiro de 2010, à 1:20
Eu leria Queneau se não fosse o risco de daí a poucas horas ele não correr o risco de passar a ser um filho da put* sem qualquer credibilidade para os meus argumentos. E você, leu Queneau da mesma forma que leu a Constituição?
bem , isso da constituição…acontece que quando a redigiram não lhes passava pela cabeça que tinham de especificar homem/mulher no que se refere a casal e casamento. e só isso diz tudo. não há para aí uma coisa que se chama espírito da lei?
Anónimo, sem duvida de que no tempo em que redigiram a Constituição que não tiveram outra coisa em conta quando escreveram “casais” que não fossem casais heterossexuais. Tenho a certeza disso.
Outra coisa de que tenho a certeza é de que a Zazie não leu ponta de corno da Constituição e atreveu-se a fingir que sim.
Da mesma forma eu atrevi-me a interpretar alguns artigos da mesma à luz do que está escrito. É que independentemente da intenção com que foi escrita NADA vem a contrariar o facto de um casamento poder ser realizado entre duas pessoas do mesmo sexo.
A credibilidade da Zazie é tão pouca que bastaram menos de 24h, da Constituição passar dum documento sobre o qual tentou basear argumentos para passar a uma “puta” de “história pouco recomendável”. A sério… se querem argumentar a favor do que seja, pelo menos sejam mais coerentes. Torna-se difícil quando inventa… corrijo, quando “argumentam” de forma tão colorida e em tão curto espaço de tempo 🙂
Pedro, pode depreender-se pelo início da minha discussão com esta senhora, que ela não considera “puta” um insulto. Foi o que ela me disse a mim, uma das putas que ela acarinha. Eram mimos, não percebeste.
Querida Zazie, só uma última coisa. Se eu tivesse sido homofóbica, estaria neste moemnto orgulhosa da minha mudança, da minha capacidade para melhorar. Mas por acaso esta minha luta até começou com uma carta ao director publicada no Público, tinha eu 14 anos. Não fazia puto de ideia de quem era o Queneau, mas já pensava por mim. Mas não desanime, vai sempre a tempo.
Ao Pedro
60#
Uma verborreia interminável de argumentos para tentar justificar o injustificável.
-Duas pessoas do mesmo sexo não são um casal: são uma parelha a puxar para o mesmo lado; óbviamente para o lado errado.
-Não há nada que substitua o amor natural da mãe e do pai; para desgraça já basta quando isso não funciona.
-Não podem haver direitos iguais para pessoas que são diferentes e com comportamentos desviantes que a natureza lhes impôs ou, quando assim não é, que procuram numa atitude bizarra escandalizando a sociedade que não os aceita; e este é que é o v/grande problema que nenhum looby gay consegue iludir. E porquê? Porque as pessoas sensatas, que procuram viver de acordo com principios consentâneos com a continuação da vida, da moral e da verdade, nunca se deixarão iludir com esta tenebrosa “moda” que pretende destruir o padrão tradicional da família e institucionalizar, outro sim, a globalização do deboche e da devassidão planetárias!…
1- Não existe casal entre duas pessoas do mesmo sexo
1- Existe. Um casal não precisa de ser obrigatoriamente do sexo oposto, (…)
Só li até aqui. Só falo Português e como o seu texto está escrito em Políticocorrectês, achei que não valia a pena perder o meu tempo. É que não frequentei as sessões de lavagem cerebral, perdão, as sessões de esclarecimento, do BE e não entendo essa língua.
Eu tinha escrito algo longo, mas como há quem me acuse de “verborreia” eu tive de encurtar. Eis portanto o resumo do que eu havia escrito:
Zazie: idiota
Da Silva 27: idiota
The Studio: idiota
Gastão: idiota
Efectivamente senhores eu falo Português, escrevo em Português, e como até tenho uma boa ortografia, e sei pontuar e fazer uso de parágrafos sei que a minha “verborreia” não se tratava duma “wall o’ text” que ferisse a vista. Não leram porque não quiseram. Pura e simplesmente preferem-se restringir à vossa própria ignorância. Estão no vosso direito.
O que eu NÃO falo: idiota. Eu realmente não sei como falar idiota, e é uma língua que me escapa. É provavelmente por isso que está haver uma dificuldade em nos entendermos… eu amanhã prometo ir procurar na FNAC ou nalguma outra livraria um diccionário de Português-Idiota para tentar traduzir o que escrevi para que os restantes, além da Joana, possam entender.
O pessoal aqui no blasfémias ainda é muito atrasado. Ainda temos que evoluir muito até chegarmos, os homens, a pegar de marcha atrás, e as mulheres a ser lambéconas.
Mais uns tempos de civilização e chegaremos lá.
Caro Pedro, imprime os teus comentários, enrola-os e enfia-os pelo teu maior orificio, algo que no teu caso deve estar longe de ser a primeira vez. Adeus ó miserável lambe-enchidos -)
Vocês são uns machos tão maus! Que medo. Juro que fico cheio de tiques e calafrios quando imagino tantos homens tão maus. A sério. Que medo!
Espero que o tamanho dos vossos tomates não sejam análogos à mitologia do gigante Anteu, a diferença sendo que enquanto este perdia poder se afastado da mãe-terra, as vossas bolas diminuem de tamanho conforme se afastam da segurança dos vossos monitores, para fora da porta da rua.
Garganta atrás dum ecrã qualquer um a tem. Muito poucos com TOMATES a sério para serem capazes de dizerem na cara aquilo que pensam, bem, vocês são provas disso…
Senhores, façam bom proveito, é tudo o que posso dizer-vos. Cada um dá o que tem, enfim.
Pedro, até breve. Deixo-te uma frase que adoro e que às vezes não é fácil seguir: nunca discutas com um idiota; ele arrasta-te até ao seu nível e depois ganha-te em experiência. Modéstias desnecessárias à parte, acho que passámos pelo pântano e saímos praticamente impolutos. Respect. 😉
———————
Várias afirmações podem ser feitas. A Joana Manuel não é puta, é prostituta. A Joana Manuel não é fressureira nem lambe-conas, é fufas e beija as amigas.
O Pedro não leva no cú, abafa a costoleta. O Pedro não faz broche, faz baca-doce.
Agora já estão mais sossegados.
…Ah, e na expectativa de “acasalar” com cães e macacos.
Para ofender não há nada: são eles que se ofendem a si próprios.
Xico
Quando eu tinha sete anos, as discussões em que me evolvia eram do estilo “idiota”, “não idiota és tu”, “tu é que és idiota”. Como já não tenho sete anos, não vou entrar neste tipo de discussão consigo. Aliás, quanto ao “idiota”, o próprio Pedro se encarregou no seu texto de demonstrar quem o é.
Quanto ao conceito de “casal” refere-se a pessoas do sexo oposto. Se está a decorrer alguma tentativa de redefinição de conceitos, porque a língua Portuguesa é politicamente incorrecta, é-me indiferente. Eu vou continuar a falar Português.
Se conseguir falar em Português e de forma educada, terei todo o gosto em debater consigo. Caso contrário pode regressar lá para o espectáculo de circo, para o meio dos outros activistas que falam a sua língua.
Acho miserável toda esta encenaçao. Joana, tu que vives numa “sociedade de imagens”, diz-nos lá o que esperas receber pela figura (“imagem”) que fizeste.
Estás sempre a vangloriar-te do que foste/fizeste mas nao vejo nenhuma glória nas maneira como escreves ou pensas… és simplesmente do CONTRA. És básica e previsivel, assim como o teu amigo Pedro.
Agora nao se podem esquecer que quanto mais puxarem no vosso sentido, mais o oposto vai crescer (em palavras simples, o comunismo leva ao crescimento do fascismo, pelo menos em sociedades ditas democráticas). Esperem para ver.
Antes de mais, quando se discute com tolos, corre-se o risco de parecer um. Os três ficam mal na fotografia. Não me quero alongar sobre direitos ou não direitos mas gostava de perguntar à Joana, relativamente e somente ao tema do post, o seguinte:
Se fosse uma qualquer lei acerca de deficientes (como alguém aqui já perguntou) a joana iria imitar um mongolóide ou outro deficiente para mostrar a sua solidariedade?
Eu tenho pena é que não aprendam de graça em meia dúzia de posts da Zazie o que pagaram na Faculdade decorar à exaustão em nome de uma causa que nem se apercebem não ser a vossa. E quem censura a Zazie comete um crime de lesa-saber. Pode não se gostar do estilo, mas há que apreciar-lhe o conteúdo e seguir-lhe a argumentação. É difícil? Até pode ser. Mas é largamente compensador.
Os niilistas que defendem a teoria de que o “homem é a medida de todas as coisas”, como dizia o velho Grego com muito mais propriedade, ainda não descobriram que não existe pedra filosofal que transmute as coisas pelo poder da palavra: esse, só a Deus está reservado. Quando se perderem nas contradições que erigiram como caminho desçam das caixas de nada que erigiram em pedestal e leiam uns livros. As modas passam, os conceitos ficam.
Se têm dúvidas de que isso é possível (relativizar até destruir) atentem ao estado da Arte contemporânea: serve todos os interesses menos os artísticos e só existe por decreto.
À arte ainda está reservada a vantagem de só meia dúzia lhe ligar. Não faz mal (nem bem) a muitos. Agora engenharia social com crianças, é outro mundo e muito mais perigoso.
Parabéns ao PS e ao Eng. Sócrates! Com o País a “afundar”, consegui, como neste post, que fossem produzidos 116 comentários (sem incluir o meu), para se discutir um beijo e o conceito de “casal”…
Tenho lido os comentários nestes posts sobre este assunto em causa, e admira-me a desonestidade intelectual (cheia de erros lógicos e de cheia de silogismos errados), pela falta de ética e moral dos defensores da imoralidade social.
Só quero dizer que não vale a pena argumentar contra esta cambada de jacobinos fantoches, que caem sempre nos mesmos erros racionais e depois quando não tem argumentos vitimizam-se ofendendo quem discorda deles com o famoso pregão “homofóbicos”.
É uma técnica de manipulação social muito usada por esta cambada de humanistas que querem criar uma nova moral, substituindo os valores Divinos, eternos e universais.
Cada vez tenho menos tolerância para com estes adeptos de uma Nova Ordem Mundial, são falsos, enganadores e maus.
E depois usam o amor como desculpa para tudo…
Já Crowley formulou “A vontade sob o amor”
E é isto que se rege esta nova moda social que quer transformar o mundo numa decadência total.
Isto só foi um desabafo para quem quiser “ouvir”
E um aviso preparem-se os resistentes da ordem Divina, pois insto é só o inicio…
Já Alguém muito Importante dizia:
“Não se deve dar pérolas a porcos”
concordo com o BB10.~
ao quererem impor-se pela força em terreno alheio vão acabar por perder a aceitação de que já gozam por grande parte das pessoas.
acção , reacção . né?
Eu acho a homossexualidade algo de anormal! E pró extinção da raça.
Não podemos fingir que o sexo homossexual não é quase sempre nojento.
Não podemos fingir que há condutas sexuais, homossexuais, incestuosas ou outras, que não são repugnantes ou perigosas para a sociedade humana.
A Natureza e a História ensinam!
É o corolário adequado para a “argumentação” que tem vindo a esgrimir. Fez voz grossa para entrar na conversa como adulto, não resistiu às provocações adolescentes e sai como uma criança mimada que acaba, à laia da chantagem e da insuportabilidade, por receber a prendinha pela qual berrou e berrou. Quando der a volta à esquina já atirou o casamento para o chão, porque tornou-se burguês e já não tem piada.
Ohhh, comeu e não gostou… olha que vai na volta te arrependes quando o Cavaco aprovar o governo.
A propósito… eu adorei os vossos comentários. Não houve um só que me chegasse aos calcanhares ou da Joana…
Um diz que a Zaire falou mt bem, mas convenhamos… alguém que se contradiz no espaço de 24h, enquanto se apoia ora numa base e depois a desacredita para tentar validar os argumentos não tem acreditação para ponta de corno.
E que dizer do Studio qualquer-coisa? O tipo lê só até onde lhe interessa, e depois diz que não lhe apetece mais MAS acha-se com capacidade de argumentar.
Se acham que comeram o suficiente agora imaginem se o PS introduz a adopção para se certificar que a lei segue em frente. Parecem determinados a isso.
Portanto não se preocupem… VAI acontecer. Quer gostem quer não. São vocês que insistem em bater pé e fazer birrinha que nem crianças amuadas porque não têm o que querem. Dito isto… a sério. Cresçam um par de bolas. Já vi bixas com mais tomates que os putos grandes que para aqui andam
A única coisa que eles conseguem fazer é berrar com a treta da homofobia e resumirem a família e os filhos das engenharias sociais a uma mera questão de liberdade sexual.
Mais nada. A porcaria do que disse acerca da Constituição é básica.
Não vem lá escrito que o Estado deve proteger relações sexuais e casamentos a dois.
Vem lá escrito que protege e deve proteger a família- e isto em função dela ser o núcleo da continuação da sociedade.
Do mesmo modo em parte alguma se pode confundir a família com preconceitos sexuais. Porque a família nada tem a ver com isso.
E as crianças são um factor absolutamente incontornável, por terem direito a pai e mãe.
Resumindo: eles só têm argumentos para não serem discriminados na sexualidade diferente.
Mas, apenas com base nisto, já acham que o resto vem por acréscimo.
E depois papagueiam benefícios para terceiros, de forma demagógica.
Não há benefício algum em se levar mais longe aquilo que não é viável autonomamente para ir mais longe.
Se ficarem por viverem juntos- com as regalias sociais que entenderem justas, nada a opor.
Se quiserem transformar isto em uso de terceiros para inventarem o que não são- um casal pai e mãe biológico, nunca.
Porque é apenas aqui que eu insisto. O resto, estou-me pouco lixando- até podiam emparelhar com alfaces ou helefantes, era igual ao litro.
Mas barrigas de aluguer e PMAs é o Admirável Mundo Novo. É pior do que já existiu nas utopias comunistas com os filhos do Estado.
E mete nojo ouvir aquela velha a dizer que o filho maricas lhe deu dois netinhos, sem saber como.
Esse é o mundo onde se abastarda a própria maternidade, usando as dependências sociais e económicas de imigrantes que acabam a vender-se, por oferta de filhos a troco de sobrevivência.
E isso é nojento para quem se diz defender os mais fracos e ter a bandeira da igualdade.
E o mesmo com as PMAs.
Qualquer mulher saudável que se recuse a engravidar naturalmente e se ache n o direito de arranjar filhos de outro modo, não lhes concedendo o direito de terem pai, por ter nojo do sexo oposto, é uma tarada que nunca deveria ser mãe-.
Em primeiro lugar, o Cavaco não vai aprovar nada. Apesar de péssimo político, terá alguém com juizinho suficiente para mandar o aborto jurídico que foi produzido pelas alminhas penadas do PS em procissão a S. Vale de Almeida ao TC que, a meu ver, o chumbará, porque não se podem tirar direitos individuais garantidos numa alínea de um diploma. No mínimo há contradição legal para sanar e tão depressa como o diploma lá foi parar, volta, só que desta vez com muito mais pressão nas entrelinhas, porque os passantes que não ligavam peva a quem se casava ou deixava de se casar vão agora prestar bastante atenção quando se começar a falar da possibilidade de duas mães ou de dois pais começarem a frequentar os mesmos pediatras que eles. Estava tudo descansadinho porque pensava ser um assunto de quartos e camas e nisso os portugueses são latino-liberais, desde que não se saiba. Agora adopções e fertilizações in vitro e barrigas de aluguer – talvez algumas destas coisas a expensas do contribuinte – pode ser que vos saia o tiro pela culatra.
A Zazie contradisse-se num pormenor porque ousou expor ideias e não se defendeu na barricada do politicamente correcto, como foi o caso do Pedro e da sua amiga com queda para causas. É mais fácil dizer umas patacoadas quando se tem as costas quentes, como é o seu caso – salvo seja, no pun intended.
Quando a lei voltar para trás, se me seguiu até aqui, estaremos convenientemente atolados num buraco qualquer como o desemprego a subir ou as taxas de juros a comer os calcanhares dos assalariados. Aí será de todo conveniente que o governo tenha um assunto “fracturante” para enfiar pelas traseiras do circo e entreter a malta que gosta de opinar – e aqui lamentavelmente me incluo – enquanto o que realmente se passa de importante é negociado debaixo da mesa, entre ofertas de equipamentos desportivos e caixas de “roubalos”.
A vossa “causa” terá servido o PS mas eles não deixam graveto na mesa de cabeceira.
Com esta anormalidade de querem levar mais longe o casório para a famelga e filhinhos, eles vão conseguir reacção social reactiva como nunca tiveram.
É assim. A natureza tende para o equilíbrio. E quem já não é capaz de ouvir o “Outro” são eles.
Por andarem mal habituados ao terem o Poder com eles. E isto é que tem de ser dito.
Há um lobby que conseguiu a força bruta do Estado, por via dos partidos que precisam de votos e sabem que esta treta é causa que vende na burguesia citadina que se está absolutamente lixando para os reais problemas da sociedade.
Isto é causa de desocupados com o cuzinho demasiado aparicado e a vida a correr-lhes às maravilhas pelos lugares que esta militància proporciona.
Não são desgraçadinhos no desemprego. Nada tèm a ver com o bom povo que tem verdadeiras razões para exigir que a política não seja alimento de quem anda atrelado ao saque no poder.
E é por isso que nunca quiseram um referendo e esconderam a filharada das PMAs e adopções, porque aí levavam corrida e da grande.
E o que se ouve nas entrevistas de rua é gente que está a leste disto.
Quando dizem que sim, desde que não interfira com a vida de terceiros, esquecem-se que é para interferir.
E interferir como castas, com dependentes de segunda a proporcionarem-lhes os caprichos do choco e do proselitismo da causa.
E é por isso que depois vão lá para o Norte e têm terras inteiras de gente com a cabeça no lugar e a ordem como regra de vida que manda estas porcarias para o lugar de onde vêm- são porcarias de cu, são tretas de gente barbie.
Esta lei contranatura e celerada, parida por uns marginais antisociais e anómicos, irá para o caixote do lixo com um referendo. O ultraminoritário lóbi nazi-pink infiltrado na cúpula do estado não poderá deter o backlash. Entretanto os conservadores têm o dever de invocar a objecção de consciência para não participarem nas palhaçadas permitidas pela lei.
Se não passar no TC – e é minha opinião que não passa – volta para trás e o PS entretém-se a convocar debates, prós e contras, grupos de estudo e o diabo a quatro para passar o véu por cima do que realmente interessa (e neste país quase tudo é urgente).
Quando passar o tempo de antena mediaticamente tolerável, o PS, numa aparente tirada salomónica, puxa o tapete a Vale de Almeida e seguidores e entrega a decisão ao povo, via referendo, e este, porque o assunto já lhe toca e não se vê a frequentar aniversários de criancinhas pós-modernas, preferindo higienicamente entregar o ensino da sexualidade aos professores, acolhe a pergunta com um rotundo NÃO.
Depois o Pedro e a Joana podem encenar o que quiserem.
A Cõncia trabalhou a cabeça do Sócrates mas ele só foi nisso de forma contraditória
Foi essa a surpresa. Lá papagueou os chavões da praxe da bandeira da igualdade e do fim das discriminações mas depois retirou as crianças do pacote.
Eles deviam chamar-lhe homofóbico.
Mas deixou passar a contradição casuística e esta é que é a armadilha legal.
Não se pode dar uma figura jurídica igual com direitos diferentes.
A mentira é que a figura jurídica é que é falsa porque a realidade a que se reporta é diferente- por natureza- por si mesma.
Resumindo- esta porcaria é o pacote zapatero às pinguinhas com pagamentos de tributos nas famílias jacobinas da esquerdalhada, que sem estas palhaçadas nem tinha nada que a distinguisse do resto.
É tudo semântica e jogo de palavras- chamam-lhe esquerda para satisfazer fantasmas de causas e conseguir separação do que até é igual.
A serguir vem o resto do Admirável Mundo Novo- vêm os “direitos de saída”.
Já saem os fectos que entraram pelo próprio pé para dentro de gente que não se responsabiliza pela entrada até às 10 semanas de estadia;
depois vem o direito de se fazer dos médicos carrascos para se sair da vida quando a “comissão” achar que pode sair de forma feliz e linda- mais outro instinto mortífero que alimentam neste mundo triste onde tudo parece feito para fazer das pessoas máquinas ou seres sem vontade de cá estar.
E ainda havemos de ver os mesmos pascácios e pascácias a passarem da rábula do casório à de velhinhas felizes por terem a morte “assistida” por tédio de tanto vazio que isto tudo enuncia.
É tudo reversível, é frente e verso sem realidade, é interface.
#140
para o zazie, e não, para a zazie
Erros de género neste assunto pode ter consequências gigantescas
PS:
Zazie não penses que estás só, existe muita gente a pensar como tu, não formamos é nenhum lobby, não andamos de avental, não nos vergamos ao olho esquerdo, nem temos poder.
No post 136 tocaste no ponto que vem a seguir a tudo isto….a eutanásia.
O liberasmo no seu esplendor aterrador. Tempos virão em que será estabelecida uma idade limite para se viver…por mera questão mercantilista.
Mas …por Deus!…Espero estar numa fase de mudança mais celere. O mundo que aí vem… que aqui já está, exige uma outra racionalidade e uma outra fé onde se fundamente.
O libealismo é já vetusto e anquilosado e está a morrer.
Uma vivência mais orgânica e mais complementar está a emergir…o liberalsmo está a dar os ultimos estertores da sua agonia…outra coisa virá…mais humana ..mais racional,,,,mais eficaz…e mais justa.
Os que se escondem nos refegos da sua gordura serão postos no terreiro da sua vileza….nem será preciso denunciá-los…ficarão isolados e nus na sua tristeza.
Aprecio as tuas inquietações…temos de olhar mais adiante.
Estás em grande, Zazie. Desbarataste as hostes jacobino-gayzolas que levaram uma tareia memorável… tanto mais que na contenda também entrava um blogueiro timorato face aos movimentos da manada que o forçam à censura liberal… Não se pode brilhar muito em casa alheia, é pecha do liberalismo à portuguesinho da costa… Eh oui, moi aussi, também tenho de andar disfarçado, para fugir à censura blasfemo-bovina. Salam 😉
@ Joana e Pedro, nao percam mais do vosso tempo. Pé de atleta tem cura, mas cabeca de atleta nao. Com o tempo esta espécie irá extinguir-se, só é preciso esperar e, principalmente, dizer-lhes sempre que sim. Assim eles ficam sempre contentes.
(este comentário nao é dirigido a quem dos vários lados se deu ao trabalho de articular alguma opiniao)
Muito filológico, o comentário. Mas continuo a responder-lhe da mesma maneira. Esta:
É a sua leitura, JL, e tem direito a ela. A minha, que tenho a noção de que vivo numa sociedade de imagens, é a de que fiz uma acção que contribuíu para a maior visibilidade das reivindicações —e é curioso que só tenha recebido críticas da parte de detractores do casamento civil, porque dos interessados directos e indirectos tenho recebido agradecimentos em catadupa, e sim, a opinião deles e delas interessa-me bem mais do que a sua. Visibilidade da reivindicação, era esse o fito. Chame-lhe marketing, chame-lhe exibicionismo, agora embuste só pode chamar-lhe por má-vontade. Se tivesse havido qualquer intenção de farsa, eu teria escondido a minha orientação sexual e o caso ficava arrumado. Porque do jornalismo de investigação, infelizmente, eu não teria medo, como se pode provar pelas informações truncadas que se espalharam. A repórter da RTP tínha-nos à frente dela e não nos perguntou nada, se isto é jornalismo, então eu sou o Papa, sim, este mesmo Papa. Mas achei importante que até provar que esta não é uma luta dos homossexuais, mas de uma sociedade inteira. É sempre uma questão de perspectiva, não é?
Não querendo dar-lhe lições de cidadania, penso que seria mais útil pedir satisfações à RTP, que transmitiu notícias falsas —e, isso sim, é um embuste sob o nome de serviço público— do que a julgar a minha acção de activista. O pedaço de texto que eu li na sexta-feira começava assim: “A personagem que aqui representei no ano passado casava grávida…” Ora explique-me em que é que esta acção quis enganar quem quer que fosse.
Quanto à legitimidade de fazermos o protesto sob a forma de encenação/alegoria: sempre foi assim, há espíritos que agarram as ideias, os conceitos, há outros que não o conseguem ou não o querem fazer. Um dos dois há-de ser o seu caso. Dou-lhe o benefício da dúvida porque não o conheço e só por isso não parto do princípio de que está a ser desonesto no seu comentário.
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Na biografia da que é realizadora vem lá escrito que ela é “pansexual.
Milita pela pansexualidade.
Portanto, até bate certo- só faltaram os sátiros de pan a rebolarem-se no meio.
os filhinhos destas coisas “pan” hão-de ser só saúde.
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Eu também acho que fizeram bem a fita.
E até nada tenho contra isso. V.s deram a leitura certa da fita e do simulacro que tudo isto representa.
Parabéns, Joana. E parabéns à sua amiga pan, que até é boa realizadora (sans blague).
É pena é não se ficarem pelas sublimações artísticas porque, tirando isso, v.s não são porta voz de nada.
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Mas não vai haver filhinhos nenhuns porque o que estas moças representam não tem a menor novidade.
É sexo livre e erotismo sem barreiras e até acho isso mais saudável do que os que têm verdadeira fobia à heterosexualidade.
Mas nada disto tem a ver com atribuições de relações de parentesco.
Isto é desbunda a querer tornar a desbunda um caso sério e honesto e bem moral e conservador, de casório e família burguesa.
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Portanto, faça lá o favor de dizer ao padre Vale de Almeida, que a desbunda não se legaliza.
A desbunda é coisa da vida de cada um. A lei não tem nada a ver com os jogos de cama.
E a sociedade prescinde de ostentações de papel passado da vida íntima de cada um.
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Como dizia um amigo meu, não se esfalfem em argumentações, vejam este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=Yc5Rgfk82WQ
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E as crianças é que não são compradas a terceiro nem feitas em clínicas para v.s brincarem ao mundo às avessas e usarem os indefesos em mero proselitismo de causa.
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O CAA deixe lá as pessoas beijarem à vontade, independentemente do significado.
Já Santo Agostinho dizia: “Desde que amem, façam o que quiserem”. E, como você sabe, desde que a variável duração deixou de contar, hoje é tudo amor, mesmo que dure apenas o tempo de um beijo.
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Zazie: foi você que noutra caixa de comentários não deixou as coisas por menos e me chamou de puta, não foi? Acha mesmo que me merece resposta?
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E olha, quando te der a megalomania de dizeres que esta anormalidade jacobina é uma luta da sociedade inteira, trata de apresentar exemplos, declarações e estatísticas.
E podes começar pelo Portugal interior. Era assim que os comunas faziam nos bons velhos tempos- sempre com trabalho de campo e sempre com nºs e casos de lutas de classes.
Agora ficarem-se pelo Bairro Alto ou pela Ribeira e por uns teatros e espectáculos de teatro de rua é que não é nada.
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Nesta república de pandeleiros e pedófilos já tudo é possível!
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E é insuto ser-se puta?
Responda lá. Para si a prostituição não é um trabalho digno como outro qualquer?
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Ao vídeo respondo com outro vídeo. Experimentem mostrar os dois às vossas crianças. Talvez elas vos expliquem o que parece estar fora do alcance da vossa compreensão.
http://ww1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=25610&e_id=&c_id=1&dif=tv&dataP=2009-12-30
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Está a querer desviar o assunto, de uma forma que lhe cai que nem ginjas, Zazie. Explique-me você: com que intenção me chamou de puta? Era um elogio? É que se era, peço desculpa por ter interpretado mal.
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O que faz uma puta?
Uma puta faz sexo por sexo e para satisfazer quem dele precisa.
Faz uma simulação de amor real, vende ou aluga serviços eróticos que não mais do que isso- erotismo sem parceiro, sem par, sem amor.
V. fez essa simulação teatral para as câmaras e veio citada em muitos jornais, até no estrangeiro, como sendo lésbica. V.s vieram citadas como uma realidade que foi um teatro.
Portanto, houve isso- houve troca de uma mentira a dois e em diferido para a ampliação mediática.
O dinheiro não é o que marca o trabalho de aluguer- Pode ser pago em géneros, ou em trocas, ou em favores, ou em montagem de causa com estratégias e objectivos a atingir.
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E v. sabe isso, É actriz e a sua amiga também-
E até nem são estúpidas ou gente de segunda no campo das artes.
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Emprestamo-nos uns aos outros, damo-nos a nós próprios.
Deve saber de quem a citação e por quem foi usada num excelente filme que tratava do mesmo- do Vivre Ça Vie.
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Não era nem elogio nem insulto.
Era o que acabo de escrever. V. é artista e, como eu disse, até tenho em conta o trabalho artístico de ambas.
A partir daqui é que não há mais nada. V.s andam equivocadas pela “cena da moda”.
Se fosse há 30 anos faziam sexo em grupo e rasgavam soutians na praça pública e nunca falaria em casório e famelga e filhinhos de relação casta e pura monogâmica, para serem aceites e respeitadas pela sociedade burguesa.
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Ui… que argumentação extraordinária. Uma actriz faz uma contracena com outra actriz ou actor por forma a recriar uma situação mais ou menos real, um debate político na tv encena uma troca de ideias que já são conhecidas e vão ser repetidas com vista a um maior esclarecimento, uma procissão faz uma encenção da fé colectiva, uma missa faz uma encenação da última ceia. Mas aquilo que eu fiz é uma acto de prostituição. Muito bem. Boris Vian tinha razão, realmente, quando escreveu uma peça em que fazia a ligação entre a função de um padre e a de um actor, e lhe chamou “A mais baixa profissão”.
Discutir neste blogue, devo dizer, é altamente educativo.
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É um acto de simulacro numa causa em que se querem apresentar como exemplo de uma necessidade da sociedade, numa falsa luta pela igualdade.
È isto. E com a agravante de ser uma causa em tudo oposta à sexualidade livre, ao underground, ao que não quer nunca ser integrado nos espartilhos do status quo.
V.s agora querem status quo. E querem-no porque a política precisa de votos e meio muno atrela-se aos partidos para fazer a vidinha com todas as regalias e hornas, e castas, e benefícios que excluem, precisamente, o que não se vende, o que não se deixa domesticar pelo poder e o que não usa terceiros para conseguir objectivos egoístas e caprichosos.
V.s podem ter a vida que bem entenderem e até aí nunca me oporia. Mas, a partir do momento em que querem incluir crianças na farsa, têm aqui uma opositora.
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meio mundo, honras e outras gralhas.
De resto tem por aí tudo o que penso sobre o assunto e dezenas de comentários e levantamentos do que se passa lá fora,
No meu blogue deixei links. E comigo é que v.s não se atrevem à rábula de marcar na testa com a palavra da nova segregação de mera dialéctica hberística.
Comigo não pega virem com a treta da “homofobia”.
A “fobia” que eu tenho é a quem usa terceiros e mete esse uso debaixo do tapete.
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A fraude não tem qualquer relevância, para além do ridículo da coisa.
Mais significativo é o facto de a causa não ser a de muitos gays. Estes sabem que com a nova lei vão ter de optar entre ser pais e ser casados. Sabem ainda que terão de se divorciar, se, sendo casados, quiserem mais tarde vir a ser pais. E, para além disso, vão ter de aturar um possível acréscimo de animosidade por parte de quem os vê como intrusos numa instituição definida, desde sempre, por certos requisitos, entre os quais, a diferença de sexos dos cônjugues (basta ver a reacção dos conservadores que pretendem fazer uso da objecção de consciência).
Como se isso não bastasse, aqueles que festejam em nome dos outros, fazem-no prematuramente. Se a maioria dos constitucionalistas já se pronunciou no sentido da inconstitucionalidade da norma que veda aos gays a adopção, isso significa que previsivelmente a lei terá de ser novamente aprovada. Com a diferença de que nessa segunda aprovação, a adopção terá de ser permitida aos casais homossexuais, o que vai contra o sentido de voto do principal partido (sim, o PS). Ora, será que Sócrates prefere a causa gay à descredibilização completa e ao ridículo daí resultante? Conhecendo o ego do homem, tenho as minhas dúvidas. Donde, não é certo que o PS venha a aprovar de novo o casamento se isso significar a adopção e o reconhecimento de uma fraude eleitoral e democrática (porque a segunda não vinha no programa e por isso não pode servir de desculpa à não realização do referendo).
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O Boris Vian mandava-as à merda.
O Césariny chamou-vos tudo em homenagem que lhe fizeram.
E foi pena isso não ter ficado registado porque foi a maior pedrada no charco que se podia ter feito.
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Resumindo:
A v.a causa que atira com o sexo para a lei, em nome de uma alteração de relações de parentesco que, depois, precisa de fornecedores de filhos que não entram nela, é carreira
É este o verdadeiro nome de quem se proclama porta-voz de gente que nem existe e nem se vê e nem fez bloqueio na ponte para se alterarem as relações de parentesco por eles precisarem de afrodisíaco para o IRS ou de tusa de choco.
É carreira. E é da carreira política e da carreira nos lobbies que esta trampa vive.
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Vejo-me obrigado a relembrar que apagarei os insultos.
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Não sei porquê. Não há aqui insulto e a Joana não se melindra como v.s com as palavras.
E aproveita a recordar ao CAA que os seus melindres também são da mesma ordem da militância desta treta.
São melindres com a carreira de comentador mediático.
Vamos a ver se apaga ou deixa ficar esta resposta.
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Joana Manuel (#1)
“(…) e é curioso que só tenha recebido críticas da parte de detractores do casamento civil, porque dos interessados directos e indirectos tenho recebido agradecimentos em catadupa (…)”
Pois olhe que deste interessado indirecto leva várias críticas:
1 – aquele foto é um perú de bush,
2 – o ícone daquele dia não é um lindissimo, verdadeiro e sentido beijo entre duas mulheres que se amam e que por isso precisavam da lei para casarem,
3 – o gesto dá o flanco às bocas “a lei é só para meia dúzia, nem sequer conseguiram arranjar duas lésbicas verdadeiras”; “a lei em nada vai ajudar a mudar a atitude da sociedade perante os gays, nem assim «eles» dão a cara”; “só querem é circo”; etc
4 – dar a ideia de uma coisa que não corresponde à verdade tem um nome: “mentir”. Pode dizer que “nunca disse a ninguém que era lésbica” até ficar azul na cara, isso em nada muda o facto de que intencionalmente fez passar a ideia de uma coisa que não corresponde à verdade.
Podia continuar por bastantes linhas. Não é que a coisa em si tenha muita importância, não mancha nada, mas não julgue que fez um grande favor às pessoas que puxam e puxaram por uma lei que permita casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ok?
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Zazie, a sua raiva é assustadora. Mesmo. Mas eu vou fazer um último esforço.
Não está sexo nenhum na lei. Há, de facto, pessoas do mesmo sexo que vivem juntas, como cônjuges, a quem está vedado o acesso a um contrato civil muito específico e só aplicável a dois adultos que decidam fazer um do outro a sua família. O casamento civil permite enquadramentos legais especiais para estes adultos e a sua escolha estava vedada a pelo menos 1% da população [se descontarmos os que se escondem, muitos com medo das Zazies deste país], contra a Constituição e contra a carta dos direitos humanos. A lei também já regulamentou dentro dos quartos dos adultos, mas felizmente houve gente que ao longo dos tempos lutou pela sua transformação. Ainda teríamos homossexuais —e putas— executados em praça pública.
Quanto à adopção, tenho nomes para si: Casa Pia, Oficinas de São José, Gisberta. Há mais, mas agora não me apetece ir recolher todos os nomes de casas onde se abusa, casas onde se deseduca, casas onde se agride e vítimas dessa deseducação pelo ódio. Não, as crianças não estão melhor com esta lei que impede a adopção. Estão mal na mesma, e dizer que a cláusula que impede a adopção as protege é um logro. Um casal homossexual não é, por defeito, adoptante. Deve ser apto a candidatar-se à adopção, como acontece com os casais heterossexuais, e avaliado nas suas condições económicas, afectivas e humanas específicas conquanto se candidate. Não é matéria de lei, é matéria de regulamentação. Se acha que um puto está melhor a levar uma estalada de um padre em directo na rádio, como eu ouvi uma vez, só posso lamentá-la, Zazie. Mas tenho uma má notícia para si: as famílias baseadas em casais do mesmo sexo já existem, e algumas são extremamente felizes. O Estado tem de reflectir sobre elas, sob pena de negligência grosseira. Mas eu não espero que a Zazie entenda isto.
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Maiquelnaite, é a primeira crítica desse tipo que recebo de alguém aparentemente da comunidade lgbt e registo-a como válida, como qualquer outra. Continua a estar em minoria, mesmo assim.
Não julgo que fiz favores a ninguém, se o fiz foi a mim, porque continuo a afirmar que isto me afecta directamente. Aí divergimos, porque eu sinto-me no direito de manifestar a minha opinião, neste caso em forma de performance. Não é menos legítimo que um líder sindical num púlpito, também está a representar um papel. O outro casal da performance, ao qual curiosamente não se liga puto, era formado por dois homens, um que se assume como homossexual, outro como bissexual. Assim já é mais válido? É que eles tinham relações afectivas, só não tinham um com o outro. A isto, o que me responde?
Quanto a dar o flanco: novamente é uma questão de perspectiva. O que eu vejo é que ajuda a que as opiniões homofóbicas, certas de terem encontrado uma fraqueza, se mostrem em todo o seu esplendor. Acho isso muito válido para termos a noção do estado real dos ódios e dos preconceitos com que lidamos nesta luta.
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Eu nem vou perder tempo a responder. V. inventa raivas onde há mera desmontagem da falácia do casório.
E eu já expliquei tudo o que tinha a explicar sobre o assunto.
Se quer saber vá ao Cocanha, e dou-lhe os links onde escrevi.
Aqui nem vale a pena. Nem posso. Estou bloqueada pelos liberais da casa.
Eu apenas lhe resumo os pontos do equívoco. Quando os compreender voltamos a falar:
1- Não existe casal entre duas pessoas do mesmo sexo
2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.
3- Uma relação sexual que se pretenda casamento réplica do único que existe e é biológico e com o limite de ser monogâmico, está a deixar de fora todos os que poderão completá-lo naquilo que a natureza não permite.
4- O que a natureza não permite não é, nem pode ser, uma discriminação social- É uma diferença biológica. E é com base nesta diferença biológica que existem casais, e pais e mães.
5- A adopção visa criar família a quem a perdeu. As crianças não existem para satisfazerem direitos de terceiros nem são propriedade de ninguém.
6- Esta mentira baseia-se numa falácia a que chamam igualdade. E nunca poderá ser uma bandeira igualitária tudo o que vai usar indefesos para causas e interesses próprios e deixa de fora as mães que os fizeram, os pais que os geraram.
7- O mundo das barrigas de aluguer e das PMAs já é demasiado sórdido por si mesmo. E é negócio degradante que tem vindo a prosperar à conta destas agendas contra-natura.-
8- Tudo isto são experimentações irresponsáveis e egoístas, que vão ter consequências sociais e humanas que estão muito para além da mentira com que as vendem:
a mentira é esta- fazem crer que é apenas assunto que começa e morre entre dois adultos livres a tratarem apenas e exclusivamente de questões do foro privado de afectos e sexualidade.
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Joana Manuel
Joana Manuel (#29), telegraficamente que tenho de me ir embora:
Comunidade lgbt, salvo seja, sou interessado indirecto. Comunidade lgbt-friendly, isso sim. Não é por ser da minoria que estou errado, pois não? 😉
O líder sindical que está a fazer de líder sindical é mesmo um líder sindical.
Se os senhores também estavam a fantochar, acho mal.
Deu o flanco, prova-o o facto de efectivamente ter havido uma catadupa de críticas. E críticas que misturam alguns argumentos válidos com a homofobia do costume. Nestas coisas é bom não ser ingénuo e inocentezinho, para quê andar a oferecer borlas? Sei que a intenção foi boa, mas de boas intenções etc etc.
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“O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.”
Precisamente.
Quanto a não existir casal quando se trata de pessoas do mesmo sexo, se a Zazie diz e é um argumento tão profundo e de tanto peso [valha-me quem estiver disponível], quem sou eu para a desdizer?
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Por último- esta anormalidade é o último reduto do totalitarismo de esquerda.
E este totalitarismo sempre usou o verbo para diabolizar os opositores.
Quando v.s sacam da palavra “homofóbico” estão a fazer precisamente o mesmo que todos os inquisidores de sempre-
Estão a inventar um “lugar de vergonha” que nem é explicado, nem provado na sua essência, mas apenas usado para apontar uma suposta maliginidade no pensamento do adversário.
E a isso chama-se dialéctica erística ou processo de intenção.
Qualquer pessoa podia sacar de outra palavra inventada e arrumar as intenções do adversário numa suspeição idêntica.
O valor da palavra “homofobia” serve apenas para assustar e inventarem-se vitimizações onde nem existem.
Neste caso, levada à letra, significaria que todo o ser humano que defende as crianças dos caprichos de terceiros e que não gosta de castas falsamente igualitárias, é marcado como alguém com raivas ou ódios (tradução literal do hate americano donde a moda é importada).
E é com este som de fundo a la maoista – que intimidam quem desmonta a falácia.
Eu posso chamar-vos aquilo que acho que esta militância demonstra- caprichos egoístas muito liberais por dentro e vermelhos por fora.
E egoístas irresponsáveis em proselistimo de lobby jacobino que usa a lei e o poder para impor a milhões de portugueses mais uma etapa no mundo-às-avessas.
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Maiquelnaite, não sou inocentezinha, nem peço que aceite as minhas boas intenções. sou cidadã desta democracia e tenho direito a manifestar-me. boas intenções têm as caridadezinhas. o que fiz fiz por mim, pelos filhos que espero ter e que não sei com quem quererão casar, pelos meus amigos e amigas que ainda recebem insultos na rua e no trabalho por não serem heterossexuais.
e quanto mais vejo os argumentos do contra virem ao de cima cheios de homofobia, menos duvido da validade da acção. o Maiquelnaite não concorda. ainda bem, tanta unanimidade estava até a preocupar-me. 🙂
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Ah, ok, a Zazie é faz parte desse grupo que saliva logo que pensa em tons de vermelho. Está explicado, nem precisa de dizer mais nada. Obrigada por me ter esclarecido melhor.
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V.s deviam ficar-se pelos trapinhos e pelos direitos de impostos e sucessórios.
E a isso até podiam dar o nome que bem entendessem que, para mim, era igual ao litro.
Agora a partir do momento em que esfrangalham uma instituição para depois se meterem nela e, á tabela, conseguirem levar mais longe a agenda dos lobbies- com as tais PMA, barrigas de aluguer e adopçés, nunca.
Porque o truque aqui é usar a lei que deve existir para o Bem Comum, a ser uma porta aberta para uma consequência casuística que não era apresentada no tal casório que se vende como uma coisa exclusivamente a dois.
E a aberração começa e acaba aqui- E nem é novidade.
Sempre exisitiram mannerbunds. Os nazis tinham essa utopia do mannerbund pink com as escravas a fornecerem-lhes os filhos.
E agora é este mannerbund de casta agarrada a lobbies e com Poder como não tem mais ninguém em contraditório que querem fazer crer aos portugueses que esta porcaria é uma mera luta contra a discriminação de um par muito enamorado.
Não é. È o mundo orwelliano a usar a lei jaacobina para alimentar votos e lobbies.
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Eu não faço parte de nada.
V. é que precisa de etiquetas para catalogar tudo.
Eu sou como o zeca baleiro- minha tribo sou eu.
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Nem sequer tenho a menor afinidade com os que chamo de pascácios e que a única coisa que sabem fazer é desatar aos gritinhos por causa da “sacralidade do casório buruguês”.
Nesta treta a minha luta é e será sempre pelos mais fracos e pelos que são usados nas eternas engenharias utópicas que sempre foram apanágio da Esquerda.
Nesta caso até são o retrato chapado do jacobinismo das castas que se tornaram poder.
São os filhos da Revolução Francesa. Sáo os novos darwinistas sociais que apenas replicam o egoísmo liberal acrescentando-lhe o eterno totalitarismo das bandeiras socialitas e comunistas.
Que, sem estas burguesices de catálogo de moda barbie nem tinham voto nem serviam para nada.
A política para v.s resumiu-se a isto- a passagens de modelos de palpitações e tretas de revista cor-de-rosa, à qual não se esquecem da doutrinação obrigatória das criancinhas, já feita e preparada pelos mesmos gatos pingados dos grupos da Assembleia- e traduzida na educação sexual obrigatória.
São isto- The Wall que os Pink Floyd imortalizaram.
E basta esta viragem para se ver como a farsa degenerou no maior simulacro de Poder.
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Já inventaram um nome óptimo, Zazie, e que por certo não lhe desagradaria: Vrrrnhiecc.
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Pena agora não me vir nenhuma citação literária à cabeça, pois estou certa que alguém já deve ter escrito alguma metáfora sobre pessoas emparedadas que afirmam que os muros são os outros.
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E até nem são estúpidas ou gente de segunda no campo das artes.
Isso ainda está para ser demonstrado.
O que interessa neste episódio é que os tugas que viram televisão julgaram que eram duas lésbicas aos beijos de alegria pela lei.
E na realidade eram duas actrizes a fingir.
Exactamente a mesma coisa com aquela cena dos garotos a receber Magalhães a fingirem que eram alunos.
Aquilo foi muito criticado.
E isto deve ser elogiado.
Porquê?
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não se preocupe, Fado Alexandrino, que por nossa própria iniciativa esta discussão que se tem resumido à blogosfera vai ser exposta ao ar livre. dê-nos só mais um tempinho, que estas coisas demoram quando não somos a Isilda Pegado.
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V. se não fosse ignorante, sabia o que significa o meu nome.
Mas se calhar Raymond Queneau coisa em que nunca ouviu falar.
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Mas quem é que inventou esse nome e onde?
Eu não v.s conheço de parte alguma.
Portanto, até fiquei com curiosidade em saber quem inventou e onde.
E ainda bem que incomodo. Eu não sou uma pascácia “pegado”.
E sei que acerto.
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Sabe quem fica “emparadedo e sabe onde é que v.s estão retratados?
Na Modesta Proposta do Swift.
E é pena é que não haja gente à altura de desmontar estes simulacros pos-modernos com a ironia literária que precisavam.
V.s são fake.
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Quanto ao talento artístico está fora de questão.
Sei separar os meus julgamentos e nada disto é pessoal
Mas não deixa de ser uma gigantesca ironia que uma causa que se fez passar por nacional tenha apenas como interlocutora uma artista que nada tem a ver com os anseios que se dizem de milhares de portugueses.
E é por isso que eu chamei um figo a este duplo simulacro.
Uma causa inventada- meramente semântica, que acaba nos ecrãs da caixinha mediática, em dupla encenação fake.
E fora ela não havia mais nada. A realidade da imperiosa necessidade da causa- ficou assim- em exemplo de fita protagonizado por fingidores.
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Como diria o Bad«udrillard- anulou-se no duplo que a enunciou.
ehehe
E isto é delicioso por outros motivos que me interessam.
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Isso não tem nenhuma importância, ou todos o filmes de Holywood não eram para se ver nem levar a sério, ficcionados como as telenovelas e “A Bela e o Paparazzo”.
E mais decente é ali o Jaime Nogueira, em Der Terrorist, tão coerente que comentava assim um:
“Ele sabe, o Jaime Nogueira, que maioria dos seus é ressabiada, dada, desede sempre, a votar contra qualquer coisa que não seja o Vaticano dos padres.”
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esta discussão que se tem resumido à blogosfera vai ser exposta ao ar livre.
Ora nem mais, a fama como bem sabemos é passageira e há que rentabilizar o momento.
Prevejo casas cheias que isso do “ar livre” é patente da Monica Calle.
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Espero bem que sim.
Seria até capaz de contribuir com uns euritos para que passe a espectáculo.
E que renda e se mantenha no cartaz. Seria ouro sobre azul que mete num chinelo todas as encenações do Damien Hirst
“:O))))))
Seria a Criatura a matar o Criador nesta farsa que os políticos ainda representam com alguma manha mas que os lobbies da casa não conseguem mostrar que é causa genuína, pois até na militância é fake e pindérica.
São sempre os mesmos gatos pingados a mudarem de papel e alternarem o cenário.
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Uma família sem filhos dissolvida no Botswana, como outra no Katari, e assim na Nova Guiné, na Malásia e Filipinas, sendo que em outros dois casos, nas Bermudas, também se condenaram ao degredo, a cumprir em Portugal, para onde se espera, breve, a absolvição do papa, se bem que divino, também dado a referendos e, logo, um tanto atrasado.
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E aposto que o guião vai ser comprado aos americanos.
jajajajjaja
Esta treta é moda importada do mesmo lugar de todas as pancadas do politicamente correcto.
E que, em simultâneo, ainda enunciam as políticas mundiais da fractura que a “escardalhada” invoca como oposição, por herança de família.
Fundiram-se. É como digo, fundiram-se todos no mesmo plástico.
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E aquelas duas moças estiveram bem, o tempo todo, como também os garçons, rapazes. Que esta malta gostava era de se rir, de ver por ali uns “enjeitados”.
Que eu digo, gostei do filme, não pela tese, o realismo, a unidade ou a beleza e projectividade de efeitos, mas tão-só pela força ficcional do enredo e personagens. E votei gay, pois claro.
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Mas dá currículo e ajuda na carreira.
Óh se ajuda. É tudo carreira.
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É tudo pastiche.
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eu não percebo é porque é preciso fingir o que não se é para manifestar solidariedade com alguém ou grupo. bora lá todos os que somos solidários com os deficientes fingir que somos mongoloides , tipo “os idiotas” do Lars.
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Um país governado por actores de teatro que escondem os interesses atrás de máscaras não tem futuro, não é democrático, não existe cidadania.Tudo se resume a uma sofisticada forma de tirania.
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Começo a ficar farto de ver cenas plastificadas, sem qualquer sentido e significado. Esta é claramente uma delas. Eu pergunto para quê?
Se a ideia era chocar, dar nas vistas, ficar mais um pouco famoso (a), então considera-se um projecto falhado. O casamento “gay” foi aprovado, está aprovado, deixemos as festas para dia da boda.
No casamento “gay” uma coisa podemos estar certos, é que nunca será o pai da noiva a pagar a festa, isto na boca do povo.
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Estes comentários d@ Zazie vêm pejados de TANTA ignorância, que nem sei bem por onde ou como começar a desmontar a enxorrada de preconceitos e mentiras que aqui vêm (muito certamente contadas na presunção de serem verdades)
1- Não existe casal entre duas pessoas do mesmo sexo
1- Existe. Um casal não precisa de ser obrigatoriamente do sexo oposto, pelo que se diz um casal de namorados ou casal de namoradas mesmo que sejam do mesmo sexo.
2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.
2- Vem, certamente. Mas vai-me dizer exactamente onde é que vem na constituição que no casamento os seus membros têm de obrigatoriamente serem de sexos diferentes. Eis o que eu achei nalguns artigos da Constituição referentes à família, casamento e adopção:
Artigo 26.º
Outros direitos pessoais
1. A TODOS são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, À CIDADANIA, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, À RESERVA DA INTIMIDADE DA VIDA PRIVADA E FAMILIAR E À PROTECÇÃO LEGAL CONTRA TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO.
O que se encontra transcrito em CAPS lock é por si só explícito.
Artigo 36.º
Família, casamento e filiação
1. TODOS TÊM O DIREITO DE CONSTITUIR FAMÍLIA E DE CONTRAIR CASAMENTO EM CONDIÇÕES DE PLENA IGUALDADE.
Não diz “todos menos os homossexuais” ou “todos menos aqueles que tenham tendências homossexuais”. Acho que a parte que diz “CONTRAIR CASAMENTO EM CONDIÇÕES DE PLENA IGUALDADE”, é por si só também bastante claro…
2. A lei regula os requisitos e os efeitos do casamento e da sua dissolução, por morte ou divórcio, independentemente da forma de celebração.
3. Os cônjuges têm iguais direitos e deveres quanto à capacidade civil e política e à manutenção e educação dos filhos.
4. Os filhos nascidos fora do casamento não podem, por esse motivo, ser objecto de qualquer discriminação e a lei ou as repartições oficiais não podem usar designações discriminatórias relativas à filiação.
5. Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos.
6. Os filhos não podem ser separados dos pais, salvo quando estes não cumpram os seus deveres fundamentais para com eles e sempre mediante decisão judicial.
7. A adopção é regulada e protegida nos termos da lei, a qual deve estabelecer formas céleres para a respectiva tramitação.
Não vejo aqui nada que interfira ou contrarie o existirem casais do mesmo sexo ou os mesmos poderem adoptar uma criança se assim entenderem, que lhe transmitam mais ou menos valores que um casal heterossexual. O facto é que um casal homossexual terá tanto amor, valores e princípios e tão digno de passível de falhar quanto um casal heterossexual sobre uma criança adoptada. Cabe aos orgãos competentes avaliar se por ventura a criança é ou não entregue a uma boa família e as condições parentais desta, independentemente do sexo dos membros do casal.
Artigo 67.º
Família
1. A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros.
2. Incumbe, designadamente, ao Estado para protecção da família:
a) Promover a independência social e económica dos agregados familiares;
b) Promover a criação e garantir o acesso a uma rede nacional de creches e de outros equipamentos sociais de apoio à família, bem como uma política de terceira idade;
c) Cooperar com os pais na educação dos filhos;
d) Garantir, no respeito da liberdade individual, o direito ao planeamento familiar, promovendo a informação e o acesso aos métodos e aos meios que o assegurem, e organizar as estruturas jurídicas e técnicas que permitam o exercício de uma maternidade e paternidade conscientes;
e) Regulamentar a procriação assistida, em termos que salvaguardem a dignidade da pessoa humana;
f) Regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares;
g) Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado;
h) Promover, através da concertação das várias políticas sectoriais, a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.
De novo, quando a paternidade ou maternidade não são mencionadas não vem mencionado o sexo dos pais, se se tratam de casais de sexos diferentes ou do mesmo sexo, embora muito certamente aquando da Constituição tenha sido tido em conta que fossem de sexos diferentes.
Na procriação assistida (que provavelmente se refere a tratamentos de fertilidade e outros) não vem em nada nenhuma menção quanto ao sexo ou sexualidade dos pais nem de que estes tenham DEVER de procriar por estarem casados.
Artigo 68.º
Paternidade e maternidade
1. Os pais e as mães têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação, com garantia de realização profissional e de participação na vida cívica do país.
2. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.
3. As mulheres têm direito a especial protecção durante a gravidez e após o parto, tendo as mulheres trabalhadoras ainda direito a dispensa do trabalho por período adequado, sem perda da retribuição ou de quaisquer regalias.
4. A lei regula a atribuição às mães e aos pais de direitos de dispensa de trabalho por período adequado, de acordo com os interesses da criança e as necessidades do agregado familiar.
De novo, não vêm mencionados sexo ou sexualidade dos pais, e do número 4 deste artigo se pode deduzir que a mesma lei se aplique a pais adoptivos.
O abuso que vem mencionado neste artigo e acima de tudo o ambiente familiar normal, não se refere à normalidade e ao conceito de normalidade que a maioria de vocês tem na cabeça, mas um ambiente onde a criança seja amada, respeitada e educada adequadamente. Porque da mesma forma uma família heterossexual pode providenciar um ambiente anormal: mau, violento, em que a criança seja alvo de abusos físicos e/ou psicológicos.
Em suma, nada na constituição leva a crer que haja algo de anormal nas famílias independentemente de orientação sexual, que os casais homossexuais sejam menos dignos de direito que os heterossexuais, ou que por ventura os casamentos visam a procriação ou sustentação da espécie, ou que a adopção está especialmente reservada a casais de sexo diferente ou que estes são mais (ou menos) competentes que os do mesmo sexo para criar e educar uma criança.
E atendendo a muitas crianças que passam anos a fio em orfanatos e instituições, pergunto-me se é realmente preferível mantê-las lá até à maioridade ou entregá-las a um casal que, independentemente da sexualidade dos seus membros, seja capaz de a amar e educar.
“3- Uma relação sexual que se pretenda casamento réplica do único que existe e é biológico e com o limite de ser monogâmico, está a deixar de fora todos os que poderão completá-lo naquilo que a natureza não permite.
4- O que a natureza não permite não é, nem pode ser, uma discriminação social- É uma diferença biológica. E é com base nesta diferença biológica que existem casais, e pais e mães.“
3 e 4- Há quem fale que a homossexualidade é aberrante ou contra-natura e que como tal é uma diferença biológica debaixo da qual existem casais, e pais e mães. Sem duvida que nenhum casal homossexual aspira a ter conseguir de repente, se forem dois homens, de um deles engravidar, ou de se forem duas mulheres de uma delas engravidar sem ter os óvulos fertilizados por sémen masculino.
A homossexualidade ocorre e sempre ocorreu na natureza, na mesma proporção que ocorre entre humanos. São uma proporção ínfima, quando comparado com os casais heterossexuais que se estabelecem entre animais de sexo diferentes. Não falamos aqui de animais hermafroditas ou capazes de reprodução assexual, mas de animais com sexo distinto que optam por estabelecer relações de natureza idêntica aos casais heterossexuais da mesma espécie, embora sem nenhum fim que não sejam sexuais ou até mesmo afectivos. Ironicamente dois mamíferos que em muito se aproximam dos seres humanos, são capazes de estabelecer relações homossexuais:
-os golfinhos, que são considerados a seguir ao ser humano os animais mais inteligentes à face da Terra;
-os chimpanzés, que partilham de 99% do ADN que nós, seres humanos, temos
A homossexualidade aparece registada em muitas mais espécies:
Gorilas, cães, cavalos, girafas, percevejos, flamingos, penguins…
A propósito dos últimos, há uns anos atrás houve um casal muito mediático no ZOO de N.Y.. Dois tinham uma relação entre eles, que em nada diferia das relações que outros penguins tinham com membros do sexo oposto, a diferença sendo que estes dois eram machos. Como é óbvio não podiam reproduzir-se entre si mas isso não os impediu de, coitados, tentarem chocar pedras.
Um dos ovos postos por uma das penguim fémeas foi, por razões de ordem natural, rejeitado pela mãe. Como por vezes acontece em muitas espécies, porque a cria é doente ou diferente ou outros motivos ser rejeitada pelos progenitores. Neste caso em particular os tratadores decidiram dar o ovo em questão ao casal de penguins gay, e, maravilhem-se: conseguiram chocar uma penguim fémea, a qual criaram e cuidaram tão bem quanto qualquer outro casal heterossexual. O casal de penguins gay prosseguiu junto durante mais 6 anos antes de se separarem (mais tempo do que reconheço em muitos casais gay ou heterossexuais…)
Podem contestar o facto dos dois penguins estarem num ambiente artificial – o ZOO – e de estarem a ser seguidos por tratadores e que isso de alguma forma os podia ter influenciado no que seria o seu percurso natural, e portanto a sua sexualidade. O facto é que não obstante ambos do mesmo sexo chocaram e alimentaram e criaram um novo membro da comunidade do ZOO, que de outra forma não teria passado dum ovo que não teria sido chocado e teria morrido.
5- A adopção visa criar família a quem a perdeu. As crianças não existem para satisfazerem direitos de terceiros nem são propriedade de ninguém.
6- Esta mentira baseia-se numa falácia a que chamam igualdade. E nunca poderá ser uma bandeira igualitária tudo o que vai usar indefesos para causas e interesses próprios e deixa de fora as mães que os fizeram, os pais que os geraram.
7- O mundo das barrigas de aluguer e das PMAs já é demasiado sórdido por si mesmo. E é negócio degradante que tem vindo a prosperar à conta destas agendas contra-natura.
Artigo 69.º
Infância
1. As crianças têm direito à protecção da sociedade e do Estado, com vista ao seu desenvolvimento integral, especialmente contra todas as formas de abandono, de discriminação e de opressão e contra o exercício abusivo da autoridade na família e nas demais instituições.
2. O Estado assegura especial protecção às crianças órfãs, abandonadas ou por qualquer forma privadas de um ambiente familiar normal.
3. É proibido, nos termos da lei, o trabalho de menores em idade escolar.
O que vem aqui citado é a protecção das crianças, e não se estas são adoptadas por pais homo ou heterossexuais, ou bissexuais que aconteçam ser casados com alguém do sexo oposto.
O ambiente “normal” de que falam não é por certo ou dos casais em que ela leva porrada do marido, só porque a vida vai mal. Aliás, tenho DOIS óptimos exemplos:
Um, o caso de dois ex-vizinhos meus, agora já adultos. Eram uma família “normal”. Pai, mãe e dois filhos. Em tudo foram normais: ela trabalhava, ele trabalhava, eles estudavam, o pai chegava a casa e todos levavam porrada. E não importa muito quando era, já que estar grávida em determinada ocasião não salvou a mãe de levar nas trombas também. Em suma… uma família normal?
Creio ser deste tipo de anormalidades que a Constituição visa proteger as crianças, e não de dois pais ditos homo ou heterossexuais que os possam amar. Os maus e os bons tratos, o amor ou ausência dele… vêm independentemente do sexo dos intervenientes.
Outros casos que considero anormais, e já vi IMENSOS destes, de homens casados ou com namoradas, que procuram engatar outros rapazes, porque de dia levam uma vida e à noite levam outra, sob suspeita (ou não) das respectivas esposas e namoradas. Isto sim, é contra-natura. São pessoas que assumem comportamentos que não os seus e constroem fachadas que não são fieis à sua natureza e identidade sexual.
O sr. fala também da anormalidade que é o facto de haverem barrigas de aluguer, que derivam de uma coisa que trata da evoluição da medicina. Sabe outras coisas que partilham do mesmo grau de contra-naturalidade? Usarmos medicamentos para curar constipações, infecções, dores. Usarmos quimo e radioterapia para tratar de cancros. Fazermos transplante de orgãos e enxertos de ossos. São coisas, que, garanto-lhe, JAMAIS ocorreriam na Natureza sozinhas. Derivam da evolução da da ciência e da medicina.
O mesmo pode também ser aplicado à roupa e à luz eléctrica, que, garanto-lhe… nem animais nem plantas usam.
“8- Tudo isto são experimentações irresponsáveis e egoístas, que vão ter consequências sociais e humanas que estão muito para além da mentira com que as vendem: a mentira é esta- fazem crer que é apenas assunto que começa e morre entre dois adultos livres a tratarem apenas e exclusivamente de questões do foro privado de afectos e sexualidade.”
Sem duvida alguma que vão haver consequências sociais e humanas no que toca a aceitarem uma mudança no que foi um paradigma estabelecido durante séculos. É uma nova realidade díficil de aceitar, mas que nem por isso deve existir.
Em séculos anteriores também considerávamos a raça negra indigna de direitos iguais aos brancos, e até mais recentemente às mulheres eram negados o direito ao voto e acesso a certos cargos. Embora a discriminação quanto a outras raças e sexo feminino ainda hoje se mantenham demasiado presentes em diversas sociedades, também o existe contra a homossexualidade, e em nada esta merece menos respeito nem menos reconhecimento contra as discriminações de que é alvo, e que em nada afectam nem os casamentos que já existem, nem a vida em sociedade. São coisas que somente dizem respeito aos membros intervenientes.
Compreendo que a questão da adopção seja mais complicada, porque dizem respeito a terceiros que não têm idade para decidir por si mesmos, e que possam haver questões relativamente à identidade sexual da criança.
Mas… eu fui criado pela minha mãe e pela minha avó… o meu pai não quis saber de nós. Sou gay.
Não obstante o meu irmão é heterossexual. Também tenho amigos que tiveram mais sorte e podem contar com os respectivos pais e mães, e que não obstante a sua homossexualidade também têm irmãos e irmãs heterossexuais.
A identidade sexual e a educação da criança e as capacidades de parentidade devem ser determinadas caso a caso, mas nunca com base na orientação sexual dos casais, porque:
-amor tanto dão um casal hetero como homossexual
-ambos têm iguais capacidades de falhar
-a educação para que as crianças não sejam discriminadas começa na educação que cada recebe e na educação que transmitem
-é do dever dos pais independentemente da sua sexualidade proteger os filhos.
Compreendo que esta nova realidade vai contra aquilo que vos foi ensinado, mas ninguém no seu perfeito juízo escolhe ser homossexual e sofrer com isso. Da mesma forma que vocês não bateram com a cabeça ou acordaram um dia a decidiram: “AGORA SOU HETERO!”
Portanto vão-se habituando. Mesmo que o sr. P.R. chumbe esta nova lei ou haja algum tipo de contrariedade que faz com que ela acabe por não ser aprovada AGORA, o facto é que, eventualmente ela acabará por ser.
“a mentira é esta- fazem crer que é apenas assunto que começa e morre entre dois adultos livres a tratarem apenas e exclusivamente de questões do foro privado de afectos e sexualidade. “
E eu digo que a mentira está nestas palavras, em presumir que isto de alguma forma vos diz respeito ou desvaloriza os vossos casamentos, que serão destituídos de quaisquer direitos que tenham em função dos nossos.
Mas se estou errado e você está certo… pelo menos não se limite a dizer “isto é mentira” e diga PORQUE É QUE É MENTIRA. Não vale de muito cuspir uma data de afirmações. TEM DE AS JUSTIFICAR.
A sério… DESAFIO quem quer que se ache com meio cérebro ou capacidade de argumentação para construir um argumento válido contra a homossexualidade ou os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ou que tenham pelo menos coragem e humildade de reconhecer que agem de acordo com a educação que lhes foram transmitidos, e têm dificuldade em encará-los como preconceitos.
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Zazie: Vénia 🙂 . Excelente.
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Zazie, eu podia ter feito como a Zazie provavelmente fez quando escolheu o nome e ter ido à wikipédia procurar. Mas por acaso, até conheço e tudo. Desculpe desapontá-la.
Já vrrrnhiec!… é pena que não conheça, mas não me espanta. Faça uma pesquisinha no youtube. Vai-lhe dar menos trabalho do que vomitar esse veneno todo.
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Lá vêm eles com a anormalidade de confundirem par com casal.
Casal como célula de família só existe um.
E as palavras enunciam-no. São o marido e a mulher, e o pai e a mãe. A partir daqui temos formas de vida dentro da sociedade e formas diferentes de afectos e práticas sexuais ou coabitações.
Mais nada.
Para tudo isso existe apenas trato social que não deve ser nem insutuoso nem discriminatório, em existindo relações de poder, e meros contratos de bens comuns-
Tudo isto pode ser extensível a quaisquer outras formas de coabitação, incluindo entre irmãos, primos e quejandos. Até apenas entre amigos sem mais nada- sem sequer relação amorosa ou sexual.
A partir do momento em que se esquece esta base que é exclusivamente uma atribuição de parentesco, é que a embrulhada acontece.
E, ao acontecer, até é preciso depois estabelecerem-se nomes inexistentes para a ligação de suposto parentesco que é falsa.
Deixam de chamar marido e mulher, e passam a chamar coisas neutras, precisamente porque não é um casal, é algo parecido, sem o ser.
Ficaria por aqui a embrulhada, se não se quisesse usar os entraves e aberturas de lei para mais.
Toda a militância dos lobbies gay tem uma velha agenda da família alternativa.
E é aqui que entra a mentira.
Ao insistirem na réplica do única forma de casamento que a sociedade aceita- o monogâmico- se quiserem incluir descendência que não podem gerar, vão ter de arranjar por fora.
E, quem depois completa o tal falso casal, é discriminado e apenas usado, para ele se completar no que biologicamente nunca poderia conseguir, pelo facto de não ser um casal.
Um casal pode continuar a espécie. E mesmo que seja um casal fora do tempo de procriação, tem a diferença natural da identidade de mulher e homem.
Ora, como nada disto acontece, eles, se fossem consequentes, não tinham de exigir um casamento que já existe- tinham de exigir uma paridade familiar para todos os que vierem a incluir essa ligação.
Teriam, portanto, de exigir o reconhecimento de uma figura próxima da poligamia.
Mas não o fazem. Por saberem que os limites sociais e legais o não permitem.
E, não o fazendo, vão limitar-se à maior aberração que já existe lá fora.
Vão alimentar as engenharias dos cientóinos com todos os artificialismos para continuarem um erro de base.
E nesse entram fornecedores que já hoje existem e estão até com grande impedimento legal por cá- caso das barrigas de aluguer. E as PMAs que apenas são aceitáveis para quem tem deficiência e não pode engravidar de outra forma.
As PMAs só são aceitáveis para isto. E sempre em função de um casal. Com os óvulos de uma e o espermatozíde do outro.
E basta isto para se ver que não há casal homossexual.
Nem se conseguia explicar qual delas tinha o esperma infértil ou problema de conceber.
Sem isto, seria a procriação fora da família e o mero capricho de arranjar crianças de forma anti-natural, com todas as consequências que daqui se devia depreender.
E as consequências são conhecidas nos filhos destas aberrações e nas clínicas que já existem para lhes tratar os traumas.
No Cocanha tenho links com um levantamento factual de tudo isto.
Como o PS não aprovou esta parte, como o José Barros já explicou estão agora numa embrulhada legal que, segundo o que prevejo não irá mais longe de uma imitação do que se fez em Espanha- vão muito provavelmente abrir a excepção para a adopção dos filhos já existentes de outra ligação de casal biológico- do único que é a base da sociedade e da família, desde que o mundo é mundo e com as mais variadas formas de rituais em seu torno ou nº de mulheres incluído.
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Pedro: vê como quando temos pérolas na mão, queremos entregá-las sem olhar a quem? 😉
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Explique lá porque é que se acha bruxa e diz que vomito veneno ou que tenho raivas ou fobias.
Faça o seguinte- diga isso a toda a gente que só agora descobriu esta “discriminação” e que até fizeram uma revolução sem nunca se terem lembrado dela no projecto do Homem Novo.
Faça o seguinte- chicoteie todos os apoiantes com mais de 30 anos- e flagele-se também a si própria por ter sido homofóbica, raivosa e discriminatória antes desta moda aparecer
“;O)
Entende?
V.s só desencantaram isto agora por pura moda. E nunca, em pleno PREC um único revolucinário do mundo novo se lembrou do que agora chamam evidência e produto de discriminação ideológica e retrógrada.
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V. é pocinho de má-fé.
Agora até já vai para a fulanização de tretas que nada têm a ver com o debate e está a fazer figura de ursa porque o meu nick existe desde miúda, e na net já era a zazie dans le metro em 2000 no site do David Lynch.
Olhe, até ele ainda hoje sabe que existe uma zazie tuga que é fã .Era a única portuguesa no site dele e este nick é a minha pele desde a idade da própria zazie do Queneau.
Mas v. não tem argumentos porque nunca pensou sequer esta treta.
V. faz o papel de papagaio e a tribo pode dar-lhe muitas coisas mas não lhe dá sequer liberdade de pensamento nem discernimento da questão social e civilizacional que está em causa.
E o facto de gostar de desbunda e de sexo com homens e mulheres e de forma livre, apenas devia fazer de si uma defensora da liberdade sexual e nunca uma militante de uma falsa família respeitável com criancinhas para educar e formar dentro das regras monogâmicas e tradicionais da família.
(já me bloquearam o nick. Eu incomodo muito mais gente do que v.s imaginam.
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“Lá vêm eles com a anormalidade de confundirem par com casal.
Casal como célula de família só existe um.
E as palavras enunciam-no. São o marido e a mulher, e o pai e a mãe. A partir daqui temos formas de vida dentro da sociedade e formas diferentes de afectos e práticas sexuais ou coabitações.”
As palavras não enunciam nada, e tanto quanto sei os diccionários iam passar a mudar o significado consoante a nova realidade. Portanto diga-me ONDE é que vem essa concepção de que casal = marido e mulher? (de tão radical que já nem considera os casais de namorados heterossexuais).
Portanto diga-me ONDE vem isso escrito.
“Ao insistirem na réplica do única forma de casamento que a sociedade aceita- o monogâmico- se quiserem incluir descendência que não podem gerar, vão ter de arranjar por fora.”
É casad@ com alguém do sexo oposto? Partindo do princípio que sim, não sabe que todos os outros casamentos heterossexuais também serão uma réplica do seu? Pelo menos enquanto cidadão.
“Um casal pode continuar a espécie. E mesmo que seja um casal fora do tempo de procriação, tem a diferença natural da identidade de mulher e homem.”
Duas lésbicas, mesmo ao abrigo das nossas leis, também podem engravidar. Usando fertilização in-vitro. Basta haver um banco de esperma, e entretanto nenhuma delas precisou de ter sexo com um homem ou ser casada com um para engravidar, conceber e reproduzir.
Mas não obstante o meu exemplo, e apesar do casamento homossexual ser legalizado, não se preocupe: continuarão a haver MUITOS casais heterossexuais. Até porque como já foi dito: coisa de que o planeta SOFRE neste momento é de excesso de população. Talvez até seja uma resposta da Natureza haver alguma homossexualidade.
“Sem isto, seria a procriação fora da família e o mero capricho de arranjar crianças de forma anti-natural, com todas as consequências que daqui se devia depreender.”
Quais consequências? Importa-se de nos esclarecer?
Não sei se dá conta dos MILHARES de casais heterossexuais que têm de recorrer à fertilização artificial pelas mais diversas razões. Não é, de novo, a forma através da qual a nossa espécie foi feita de forma a reproduzir-se, mas não deixa de ser possível, e nem por aí ouvi falar de nenhum bébé nascido nessas famílias que tenha tido algum problema. O senhor conhece? Importa-se de falar mais do caso em questão?
Em suma, você não sabe argumentar ponta de corno. Inventa ou lê de alguma outra fonte desprovida de crédito e que provavelmente não beneficia de mais credibilidade do que o autor deste blog. Ou seja: regurgita o que outros já vomitaram.
Quando fôr capaz de pensar por si próprio (se possível) e apresentar argumentos SÓLIDOS e FACTUAIS daquilo que fala, faça favor. Continuo à espera.
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“(já me bloquearam o nick. Eu incomodo muito mais gente do que v.s imaginam.)”
De facto, para terem de alguma forma bloqueado o seu nick aqui, quando o próprio autor se apresenta contra o casamento gay, das duas uma:
-ou não bloquearam coisíssima nenhuma e já nem sabe que primeiro vem o nick e depois o email;
-ou realmente bloquearam o seu nick, o que a julgar para onde pendem as simpatias do dono do blog, tem MUITO pouco a dizer de si.
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Não sei porquê…mas gosto de ver mulheres beijarem-se.
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é, é isso mesmo
Meio mundo detesta-me e toda a malta que me conhece na blogo sabe disso.
Quanto à sua opinião de fantasma sem nick, sem blogue e sem mais nada é isso mesmo- nada.
É mais um postiço a fazer força e a fingir que há muita gente no monte.
O bancano que comparou esta treta ao manicómio do Lars Von Trier é que foi genial.
Eu apenas queria completar o que disse com links para posts que tenho com o levantamento mas não posso. E toda a gente sabe que assim é porque, há por aqui uns malucos que me bloqueiam.
Até no post do 25 de Abril está lá contado. Se tiver curiosidade e quiser satisfazer esse seu espírito de má-fé, vá aos históricos e leia.
É no post do CAA, quando eu me descaí e deixei um smile que me identifica.
Isto depois de andar meses como Melusine de Cronenberg em virtude do nick zazie e do blogue estarem bloqueados.
Mas v.s nem sequer são bloggers. Estão a leste disto tudo. Aparecem agora para fazer nº entre os figurantes da farsa.
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O autor do post é mais um que anda na carreira.
E cuida muito da imagem não vão os tachos mingar.
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Portanto é assim- o “contraditório” ou aquilo que poderia ser a opinião pública é mais uma treta de família fake. A família mediática e as famílias do alterne no bloco do Poder.
Nada de onde venha qualquer voz genuína. E tudo de onde vem uso do governo para terraplanar a sociedade em função da permanência na partilha do mesmo bolo.
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Um homem é diferente de uma mulher. E aqui começa o erro ao considerar-se casal, o conjundo de dois indivíduos do mesmo sexo.
E não há volta a dar a isto no plano biológico. A natureza teve que se especilizar para garantir o devir.
Só pela razão podemos pretender ultrapassar esta realidade.A razão é um esforço apenas mental…e com ela apenas podemos invocar uma realidade a que não podemos chegar, objectivamente.É a mesma coisa que negarmos a limitação da vida fisica com a inevita
ável morte….só a podemos ultrapassar se mergulharmos na metafísica…ou seja, dois individuos do mesmo sexo só fazem um casal no plano metafísico….e uma criança não tem idade para essas coisas do transcendente…baralhava-se toda.
Claro Zazie…mera propaganda…e uns heróis incentes para o cenário ficar composto.
cumps
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Estamos a transbordar de famílias de passerelle. E são verdadeiros clás, com muitos primos das choças e descendência a usufruir o saque.
É este o modelo em que se inspiraram.
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O casamento que deviam reclamar é a endogamia que nos desgoverna.
E é para isso que existem os mesmos de sempre a serem pagos extra na Assembleia. Para trabalharem a “lei”.
A lei ad hoc. Fora da vida e da tradição e apenas buraco para se fazerem passar as correias de transmissão dos lobbies.
E esses lobbies mais poderosos ou andam de avental ou na cena LBGT.
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“Quanto à sua opinião de fantasma sem nick, sem blogue e sem mais nada é isso mesmo- nada.”
Ou seja: você não tem ponta por onde argumentar e derradeiramente “nada” é também o que lhe resume: a sua opinião, a sua personalidade, a sua pessoa. Obrigado 🙂
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Como é que se argumenta uma acusação, o tolinho Pedro.
A Natureza tem um grande défice para contigo. Mas acredita que não é em baixo- é cima- e até faz corrente de ar.
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Experimenta lá deixar um argumento se eu disser que tu mentiste e que ninguém gosta de ti.
Bora lá. Argumenta lá- para a gente perceber do que é capaz esse neurónio solitário.
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O/A Zazie ou a criatura assexuada que será, quando derradeiramente confrontado com factos e não com a especulação maluca que lá foi buscar aos meandros do “nada” que também há-de ser o vazio da sua mente simplesmente não sabe responder. Isto demonstra que apenas só sabe fazer o seguinte:
-vomitar uma série de insultos que tenta disfarçar através dum vocabulário vistoso.
er… e é isso.
É díficil de saber se saberá fazer algo de muito melhor, porque quando confrontado com a possibilidade de ter de apresentar argumentos SÓLIDOS, VERDADEIROS… do género: situações REAIS, simplesmente não soube exemplificar nenhuma. Decerto que as restantes pessoas continuarão a compartilhar dos mesmos sentimentos relativamente ao casamento homossexual, mas ao menos ainda se esforçam por articular algo.
Você entretanto… não sabe “nada”, e portanto tudo o que vomitou não passou dum grande “nada” resultante do “nada” que sabe e de tudo sobre o qual inventou para fingir ter razão. A julgar ser este o tipo de argumentos que outras pessoas terão para fazerem com que o casamento homossexual seja uma realidade, então a luta já está ganha para nós, nem que seja pela desigualdade da inteligência das partes que estão contra e a favor.
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E é engraçado como um nada virtual passa a um conhecimento profundo da minha personalidade e da minha pessoa.
ehehe
V.s são mongos. E essa é outra verdade. Nem um meco com estaleca teórica ou uma gaja com “brains” conseguiram arrebanhar.
È só duques e postiços e tolinhos de arraial.
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A propósito o “nada” no qual baseei a minha opinião foi a Constituição da Républica Portuguesa. Como a mencionou tantas vezes imaginei que também estivesse familiarizado/a com o documento ou pelo menos já tivesse dado uma vista de olhos 😉
Joana: pior do que dar pérolas a porcos, é dá-las e eles ainda as cuspirem. Suponho que seja assim que funcionam…
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Daqui a nada está a psicanalizar-me a família e a mandar para o Gulag.
tá bem. Entretem-te sozinho que eu não sou teddy bear.
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Ohhh… “vocês são mongos” e… “um nada virtual passa a um conhecimento profundo da minha personalidade e pessoa”. Estou tão magoado, pá!
Você, que é TÃOOOOOOOOOOO profundamente inteligente certamente entendeu que eu me limitei até à altura a refutar as bacoradas que escreveu faz muito atrás. Refutação essa para a qual você não teve, nem espera alguma vez ter estofo para contra-argumentar. A sua inteligência é algo idêntico a uma cabeleira postiça… pode-se fingir que tem, mas no fundo debaixo daquilo não está nada
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Olha, aprende francês que era mais útil. Todos os nomes terminados em e são do género feminino.
E lê Queneau e deixa a puta da Constituição que essa mania kafkiana da lei tem uma história pouco recomendável.
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Não pretendo psicanalisar-te nem tão pouco à tua família (embora a formação da nossa personalidade por vezes passe pela educação que nos deram).
E não se preocupe. Não sou tão extremista ao ponto de mandar prender quem quer que seja, nem tenho poder para.
Bears? Não, obrigado, não fazem o meu género 😉
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Eu nem li o que tu escreveste.
Vi que eras mongo e passei à frente,
Isso é coisa que se arruma em fracções de segundo. Tinha eu mais que fazer que perder tempo a ler a mongalhada.
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“2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.” – Dito pela Zazie, a 12 de Janeiro de 2010, às 8:35.
Não fui eu que peguei na Constituição. Foi você.
Se a “puta da Constituição” como você lhe chama é um documento tão mau quanto o quer fazer parecer talvez não o devesse ter mencionado em primeiro lugar.
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Frases memoráveis da Zazie:
“2- O casamento é uma instituição que não tem por objectivo atribuir amor ou felicidade às pessoas, mas tão só regulamentar a célula familiar em função da família- vem na constituição.” – 12 de Janeiro de 2010, às 8:35.
“E lê Queneau e deixa a puta da Constituição que essa mania kafkiana da lei tem uma história pouco recomendável.” – 13 de Janeiro de 2010, à 1:20
Eu leria Queneau se não fosse o risco de daí a poucas horas ele não correr o risco de passar a ser um filho da put* sem qualquer credibilidade para os meus argumentos. E você, leu Queneau da mesma forma que leu a Constituição?
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Agora, digo eu:
“e esta gente vota…”
Portanto não se queixem do mau estado em que o país se encontra 😉
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bem , isso da constituição…acontece que quando a redigiram não lhes passava pela cabeça que tinham de especificar homem/mulher no que se refere a casal e casamento. e só isso diz tudo. não há para aí uma coisa que se chama espírito da lei?
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Anónimo, sem duvida de que no tempo em que redigiram a Constituição que não tiveram outra coisa em conta quando escreveram “casais” que não fossem casais heterossexuais. Tenho a certeza disso.
Outra coisa de que tenho a certeza é de que a Zazie não leu ponta de corno da Constituição e atreveu-se a fingir que sim.
Da mesma forma eu atrevi-me a interpretar alguns artigos da mesma à luz do que está escrito. É que independentemente da intenção com que foi escrita NADA vem a contrariar o facto de um casamento poder ser realizado entre duas pessoas do mesmo sexo.
A credibilidade da Zazie é tão pouca que bastaram menos de 24h, da Constituição passar dum documento sobre o qual tentou basear argumentos para passar a uma “puta” de “história pouco recomendável”. A sério… se querem argumentar a favor do que seja, pelo menos sejam mais coerentes. Torna-se difícil quando inventa… corrijo, quando “argumentam” de forma tão colorida e em tão curto espaço de tempo 🙂
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Estou pasmado por a Zazie ainda não ter mandado o gajo apanhar no cu.
Bem, neste caso… será para não lhe dar esse prazer?
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Pedro, pode depreender-se pelo início da minha discussão com esta senhora, que ela não considera “puta” um insulto. Foi o que ela me disse a mim, uma das putas que ela acarinha. Eram mimos, não percebeste.
Querida Zazie, só uma última coisa. Se eu tivesse sido homofóbica, estaria neste moemnto orgulhosa da minha mudança, da minha capacidade para melhorar. Mas por acaso esta minha luta até começou com uma carta ao director publicada no Público, tinha eu 14 anos. Não fazia puto de ideia de quem era o Queneau, mas já pensava por mim. Mas não desanime, vai sempre a tempo.
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Ao Pedro
60#
Uma verborreia interminável de argumentos para tentar justificar o injustificável.
-Duas pessoas do mesmo sexo não são um casal: são uma parelha a puxar para o mesmo lado; óbviamente para o lado errado.
-Não há nada que substitua o amor natural da mãe e do pai; para desgraça já basta quando isso não funciona.
-Não podem haver direitos iguais para pessoas que são diferentes e com comportamentos desviantes que a natureza lhes impôs ou, quando assim não é, que procuram numa atitude bizarra escandalizando a sociedade que não os aceita; e este é que é o v/grande problema que nenhum looby gay consegue iludir. E porquê? Porque as pessoas sensatas, que procuram viver de acordo com principios consentâneos com a continuação da vida, da moral e da verdade, nunca se deixarão iludir com esta tenebrosa “moda” que pretende destruir o padrão tradicional da família e institucionalizar, outro sim, a globalização do deboche e da devassidão planetárias!…
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[suspiro]
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Pedro,
1- Não existe casal entre duas pessoas do mesmo sexo
1- Existe. Um casal não precisa de ser obrigatoriamente do sexo oposto, (…)
Só li até aqui. Só falo Português e como o seu texto está escrito em Políticocorrectês, achei que não valia a pena perder o meu tempo. É que não frequentei as sessões de lavagem cerebral, perdão, as sessões de esclarecimento, do BE e não entendo essa língua.
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Ei Joana já que és actriz n queres entrar aí numa cena fora deste contexto judaico-cristao cons uns amigos e amigas que também mete anoes e animais?
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e o nível da discussão continua a subir. parabéns, meus caros, muitos parabéns.
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Qual quê, o que tu queres é publicidade, coitado desse teu amigo Pedro a querer ser mulher à força e tu nos melos com uma sapatao. Shame on you
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Eu tinha escrito algo longo, mas como há quem me acuse de “verborreia” eu tive de encurtar. Eis portanto o resumo do que eu havia escrito:
Zazie: idiota
Da Silva 27: idiota
The Studio: idiota
Gastão: idiota
Efectivamente senhores eu falo Português, escrevo em Português, e como até tenho uma boa ortografia, e sei pontuar e fazer uso de parágrafos sei que a minha “verborreia” não se tratava duma “wall o’ text” que ferisse a vista. Não leram porque não quiseram. Pura e simplesmente preferem-se restringir à vossa própria ignorância. Estão no vosso direito.
O que eu NÃO falo: idiota. Eu realmente não sei como falar idiota, e é uma língua que me escapa. É provavelmente por isso que está haver uma dificuldade em nos entendermos… eu amanhã prometo ir procurar na FNAC ou nalguma outra livraria um diccionário de Português-Idiota para tentar traduzir o que escrevi para que os restantes, além da Joana, possam entender.
auf Wiedersehen pessoal
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O pessoal aqui no blasfémias ainda é muito atrasado. Ainda temos que evoluir muito até chegarmos, os homens, a pegar de marcha atrás, e as mulheres a ser lambéconas.
Mais uns tempos de civilização e chegaremos lá.
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E já agora, para quando a legalização dos casais poligâmicos?
E quando poderei oficialmente fazer casal com o meu pastor alemão?
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Caro Pedro, imprime os teus comentários, enrola-os e enfia-os pelo teu maior orificio, algo que no teu caso deve estar longe de ser a primeira vez. Adeus ó miserável lambe-enchidos -)
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Coisas: da mesma forma pergunto eu: se os heterossexuais se podem casar porque não legalizar a poligamia e o bestialismo?
Gastão: a tua resposta está noutra entrada 😉
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Vocês são uns machos tão maus! Que medo. Juro que fico cheio de tiques e calafrios quando imagino tantos homens tão maus. A sério. Que medo!
Espero que o tamanho dos vossos tomates não sejam análogos à mitologia do gigante Anteu, a diferença sendo que enquanto este perdia poder se afastado da mãe-terra, as vossas bolas diminuem de tamanho conforme se afastam da segurança dos vossos monitores, para fora da porta da rua.
Garganta atrás dum ecrã qualquer um a tem. Muito poucos com TOMATES a sério para serem capazes de dizerem na cara aquilo que pensam, bem, vocês são provas disso…
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Senhores, façam bom proveito, é tudo o que posso dizer-vos. Cada um dá o que tem, enfim.
Pedro, até breve. Deixo-te uma frase que adoro e que às vezes não é fácil seguir: nunca discutas com um idiota; ele arrasta-te até ao seu nível e depois ganha-te em experiência. Modéstias desnecessárias à parte, acho que passámos pelo pântano e saímos praticamente impolutos. Respect. 😉
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Hear hear!
I heard you sis ^^
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Como é ó Pedrocas com a sugerÊncia de homens maus ficas escitado?
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Essa é que é uma grande verdade. Vai subindo a rebolar.
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Nunca mais há uma alma caridosa que queime essa merda.
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———————
Várias afirmações podem ser feitas. A Joana Manuel não é puta, é prostituta. A Joana Manuel não é fressureira nem lambe-conas, é fufas e beija as amigas.
O Pedro não leva no cú, abafa a costoleta. O Pedro não faz broche, faz baca-doce.
Agora já estão mais sossegados.
…Ah, e na expectativa de “acasalar” com cães e macacos.
Para ofender não há nada: são eles que se ofendem a si próprios.
Xico
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The Studio: idiota
O que eu NÃO falo: idiota.
Caro Pedro,
Quando eu tinha sete anos, as discussões em que me evolvia eram do estilo “idiota”, “não idiota és tu”, “tu é que és idiota”. Como já não tenho sete anos, não vou entrar neste tipo de discussão consigo. Aliás, quanto ao “idiota”, o próprio Pedro se encarregou no seu texto de demonstrar quem o é.
Quanto ao conceito de “casal” refere-se a pessoas do sexo oposto. Se está a decorrer alguma tentativa de redefinição de conceitos, porque a língua Portuguesa é politicamente incorrecta, é-me indiferente. Eu vou continuar a falar Português.
Se conseguir falar em Português e de forma educada, terei todo o gosto em debater consigo. Caso contrário pode regressar lá para o espectáculo de circo, para o meio dos outros activistas que falam a sua língua.
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Acho miserável toda esta encenaçao. Joana, tu que vives numa “sociedade de imagens”, diz-nos lá o que esperas receber pela figura (“imagem”) que fizeste.
Estás sempre a vangloriar-te do que foste/fizeste mas nao vejo nenhuma glória nas maneira como escreves ou pensas… és simplesmente do CONTRA. És básica e previsivel, assim como o teu amigo Pedro.
Agora nao se podem esquecer que quanto mais puxarem no vosso sentido, mais o oposto vai crescer (em palavras simples, o comunismo leva ao crescimento do fascismo, pelo menos em sociedades ditas democráticas). Esperem para ver.
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Cara Joana, Pedro e zazie,
Antes de mais, quando se discute com tolos, corre-se o risco de parecer um. Os três ficam mal na fotografia. Não me quero alongar sobre direitos ou não direitos mas gostava de perguntar à Joana, relativamente e somente ao tema do post, o seguinte:
Se fosse uma qualquer lei acerca de deficientes (como alguém aqui já perguntou) a joana iria imitar um mongolóide ou outro deficiente para mostrar a sua solidariedade?
Cumprimentos.
The studio: grande classe na resposta.
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Eu tenho pena é que não aprendam de graça em meia dúzia de posts da Zazie o que pagaram na Faculdade decorar à exaustão em nome de uma causa que nem se apercebem não ser a vossa. E quem censura a Zazie comete um crime de lesa-saber. Pode não se gostar do estilo, mas há que apreciar-lhe o conteúdo e seguir-lhe a argumentação. É difícil? Até pode ser. Mas é largamente compensador.
Os niilistas que defendem a teoria de que o “homem é a medida de todas as coisas”, como dizia o velho Grego com muito mais propriedade, ainda não descobriram que não existe pedra filosofal que transmute as coisas pelo poder da palavra: esse, só a Deus está reservado. Quando se perderem nas contradições que erigiram como caminho desçam das caixas de nada que erigiram em pedestal e leiam uns livros. As modas passam, os conceitos ficam.
Se têm dúvidas de que isso é possível (relativizar até destruir) atentem ao estado da Arte contemporânea: serve todos os interesses menos os artísticos e só existe por decreto.
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À arte ainda está reservada a vantagem de só meia dúzia lhe ligar. Não faz mal (nem bem) a muitos. Agora engenharia social com crianças, é outro mundo e muito mais perigoso.
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Parabéns ao PS e ao Eng. Sócrates! Com o País a “afundar”, consegui, como neste post, que fossem produzidos 116 comentários (sem incluir o meu), para se discutir um beijo e o conceito de “casal”…
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Tenho lido os comentários nestes posts sobre este assunto em causa, e admira-me a desonestidade intelectual (cheia de erros lógicos e de cheia de silogismos errados), pela falta de ética e moral dos defensores da imoralidade social.
Só quero dizer que não vale a pena argumentar contra esta cambada de jacobinos fantoches, que caem sempre nos mesmos erros racionais e depois quando não tem argumentos vitimizam-se ofendendo quem discorda deles com o famoso pregão “homofóbicos”.
É uma técnica de manipulação social muito usada por esta cambada de humanistas que querem criar uma nova moral, substituindo os valores Divinos, eternos e universais.
Cada vez tenho menos tolerância para com estes adeptos de uma Nova Ordem Mundial, são falsos, enganadores e maus.
E depois usam o amor como desculpa para tudo…
Já Crowley formulou “A vontade sob o amor”
E é isto que se rege esta nova moda social que quer transformar o mundo numa decadência total.
Isto só foi um desabafo para quem quiser “ouvir”
E um aviso preparem-se os resistentes da ordem Divina, pois insto é só o inicio…
Já Alguém muito Importante dizia:
“Não se deve dar pérolas a porcos”
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#104
E, segundo os seus parâmetros, faríamos belos casais, não era?
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concordo com o BB10.~
ao quererem impor-se pela força em terreno alheio vão acabar por perder a aceitação de que já gozam por grande parte das pessoas.
acção , reacção . né?
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Eu acho a homossexualidade algo de anormal! E pró extinção da raça.
Não podemos fingir que o sexo homossexual não é quase sempre nojento.
Não podemos fingir que há condutas sexuais, homossexuais, incestuosas ou outras, que não são repugnantes ou perigosas para a sociedade humana.
A Natureza e a História ensinam!
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http://www.youtube.com/watch?v=3YnVQGRiwAw
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#122.
É o corolário adequado para a “argumentação” que tem vindo a esgrimir. Fez voz grossa para entrar na conversa como adulto, não resistiu às provocações adolescentes e sai como uma criança mimada que acaba, à laia da chantagem e da insuportabilidade, por receber a prendinha pela qual berrou e berrou. Quando der a volta à esquina já atirou o casamento para o chão, porque tornou-se burguês e já não tem piada.
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Ohhh, comeu e não gostou… olha que vai na volta te arrependes quando o Cavaco aprovar o governo.
A propósito… eu adorei os vossos comentários. Não houve um só que me chegasse aos calcanhares ou da Joana…
Um diz que a Zaire falou mt bem, mas convenhamos… alguém que se contradiz no espaço de 24h, enquanto se apoia ora numa base e depois a desacredita para tentar validar os argumentos não tem acreditação para ponta de corno.
E que dizer do Studio qualquer-coisa? O tipo lê só até onde lhe interessa, e depois diz que não lhe apetece mais MAS acha-se com capacidade de argumentar.
Se acham que comeram o suficiente agora imaginem se o PS introduz a adopção para se certificar que a lei segue em frente. Parecem determinados a isso.
Portanto não se preocupem… VAI acontecer. Quer gostem quer não. São vocês que insistem em bater pé e fazer birrinha que nem crianças amuadas porque não têm o que querem. Dito isto… a sério. Cresçam um par de bolas. Já vi bixas com mais tomates que os putos grandes que para aqui andam
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A única coisa que eles conseguem fazer é berrar com a treta da homofobia e resumirem a família e os filhos das engenharias sociais a uma mera questão de liberdade sexual.
Mais nada. A porcaria do que disse acerca da Constituição é básica.
Não vem lá escrito que o Estado deve proteger relações sexuais e casamentos a dois.
Vem lá escrito que protege e deve proteger a família- e isto em função dela ser o núcleo da continuação da sociedade.
Do mesmo modo em parte alguma se pode confundir a família com preconceitos sexuais. Porque a família nada tem a ver com isso.
E as crianças são um factor absolutamente incontornável, por terem direito a pai e mãe.
Resumindo: eles só têm argumentos para não serem discriminados na sexualidade diferente.
Mas, apenas com base nisto, já acham que o resto vem por acréscimo.
E depois papagueiam benefícios para terceiros, de forma demagógica.
Não há benefício algum em se levar mais longe aquilo que não é viável autonomamente para ir mais longe.
Se ficarem por viverem juntos- com as regalias sociais que entenderem justas, nada a opor.
Se quiserem transformar isto em uso de terceiros para inventarem o que não são- um casal pai e mãe biológico, nunca.
Porque é apenas aqui que eu insisto. O resto, estou-me pouco lixando- até podiam emparelhar com alfaces ou helefantes, era igual ao litro.
Mas barrigas de aluguer e PMAs é o Admirável Mundo Novo. É pior do que já existiu nas utopias comunistas com os filhos do Estado.
E mete nojo ouvir aquela velha a dizer que o filho maricas lhe deu dois netinhos, sem saber como.
Esse é o mundo onde se abastarda a própria maternidade, usando as dependências sociais e económicas de imigrantes que acabam a vender-se, por oferta de filhos a troco de sobrevivência.
E isso é nojento para quem se diz defender os mais fracos e ter a bandeira da igualdade.
E o mesmo com as PMAs.
Qualquer mulher saudável que se recuse a engravidar naturalmente e se ache n o direito de arranjar filhos de outro modo, não lhes concedendo o direito de terem pai, por ter nojo do sexo oposto, é uma tarada que nunca deveria ser mãe-.
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#124.
Em primeiro lugar, o Cavaco não vai aprovar nada. Apesar de péssimo político, terá alguém com juizinho suficiente para mandar o aborto jurídico que foi produzido pelas alminhas penadas do PS em procissão a S. Vale de Almeida ao TC que, a meu ver, o chumbará, porque não se podem tirar direitos individuais garantidos numa alínea de um diploma. No mínimo há contradição legal para sanar e tão depressa como o diploma lá foi parar, volta, só que desta vez com muito mais pressão nas entrelinhas, porque os passantes que não ligavam peva a quem se casava ou deixava de se casar vão agora prestar bastante atenção quando se começar a falar da possibilidade de duas mães ou de dois pais começarem a frequentar os mesmos pediatras que eles. Estava tudo descansadinho porque pensava ser um assunto de quartos e camas e nisso os portugueses são latino-liberais, desde que não se saiba. Agora adopções e fertilizações in vitro e barrigas de aluguer – talvez algumas destas coisas a expensas do contribuinte – pode ser que vos saia o tiro pela culatra.
A Zazie contradisse-se num pormenor porque ousou expor ideias e não se defendeu na barricada do politicamente correcto, como foi o caso do Pedro e da sua amiga com queda para causas. É mais fácil dizer umas patacoadas quando se tem as costas quentes, como é o seu caso – salvo seja, no pun intended.
Quando a lei voltar para trás, se me seguiu até aqui, estaremos convenientemente atolados num buraco qualquer como o desemprego a subir ou as taxas de juros a comer os calcanhares dos assalariados. Aí será de todo conveniente que o governo tenha um assunto “fracturante” para enfiar pelas traseiras do circo e entreter a malta que gosta de opinar – e aqui lamentavelmente me incluo – enquanto o que realmente se passa de importante é negociado debaixo da mesa, entre ofertas de equipamentos desportivos e caixas de “roubalos”.
A vossa “causa” terá servido o PS mas eles não deixam graveto na mesa de cabeceira.
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E houve aí alguém que disse uma grande verdade.
Com esta anormalidade de querem levar mais longe o casório para a famelga e filhinhos, eles vão conseguir reacção social reactiva como nunca tiveram.
É assim. A natureza tende para o equilíbrio. E quem já não é capaz de ouvir o “Outro” são eles.
Por andarem mal habituados ao terem o Poder com eles. E isto é que tem de ser dito.
Há um lobby que conseguiu a força bruta do Estado, por via dos partidos que precisam de votos e sabem que esta treta é causa que vende na burguesia citadina que se está absolutamente lixando para os reais problemas da sociedade.
Isto é causa de desocupados com o cuzinho demasiado aparicado e a vida a correr-lhes às maravilhas pelos lugares que esta militància proporciona.
Não são desgraçadinhos no desemprego. Nada tèm a ver com o bom povo que tem verdadeiras razões para exigir que a política não seja alimento de quem anda atrelado ao saque no poder.
E é por isso que nunca quiseram um referendo e esconderam a filharada das PMAs e adopções, porque aí levavam corrida e da grande.
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Eu não me contradisse,
Eu estive bloqueada até agora pelo CAA.
Tinha links e passagens da Constituição para esclarecer o que afirmei mas não entravam.
E a minha vida não é isto.
Só agora consegui largar aqui parte da resposta.
Se alguém quiser factos eu deixo-os onde não são bloqueada- no meu blogue, ou no Portugal Contemporâneo, onde não existe censura.
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O que eu disse que era kafkiano é outra coisa.
È o uso por manhas da lei para aproveitar contradições casuísticas e fazer passar borlas que não estavam no pacote.
E isso já tinha sido tentado com a outra treta das relações de facto equiparadas a casório.
E depois espatifaram as obrigações do casamento, deixando as mulheres numa situação complicada, apenas para irem abrindo caminho para entrarem.
E agora jogam a última cartada com a contradição do casamento aprovado sem dar direito aos filhos.
E eu ando há anos a fazer levantamentos de todas as reuniões destas merdas de lobbys LGBT onde isso é exigido.
E são esses links factuais com outros exemplos de aberrações do estrangeiro que tenho largado em caixas de comentários.
E tenho-os todos guardados. Para lhes esfregar nas ventas sempre que for preciso.
Porque eu sabia que era aqui que queriam chegar e nunca apenas aos trapinhos a dois.
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E o que se ouve nas entrevistas de rua é gente que está a leste disto.
Quando dizem que sim, desde que não interfira com a vida de terceiros, esquecem-se que é para interferir.
E interferir como castas, com dependentes de segunda a proporcionarem-lhes os caprichos do choco e do proselitismo da causa.
E é por isso que depois vão lá para o Norte e têm terras inteiras de gente com a cabeça no lugar e a ordem como regra de vida que manda estas porcarias para o lugar de onde vêm- são porcarias de cu, são tretas de gente barbie.
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Esta lei contranatura e celerada, parida por uns marginais antisociais e anómicos, irá para o caixote do lixo com um referendo. O ultraminoritário lóbi nazi-pink infiltrado na cúpula do estado não poderá deter o backlash. Entretanto os conservadores têm o dever de invocar a objecção de consciência para não participarem nas palhaçadas permitidas pela lei.
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Se não passar no TC – e é minha opinião que não passa – volta para trás e o PS entretém-se a convocar debates, prós e contras, grupos de estudo e o diabo a quatro para passar o véu por cima do que realmente interessa (e neste país quase tudo é urgente).
Quando passar o tempo de antena mediaticamente tolerável, o PS, numa aparente tirada salomónica, puxa o tapete a Vale de Almeida e seguidores e entrega a decisão ao povo, via referendo, e este, porque o assunto já lhe toca e não se vê a frequentar aniversários de criancinhas pós-modernas, preferindo higienicamente entregar o ensino da sexualidade aos professores, acolhe a pergunta com um rotundo NÃO.
Depois o Pedro e a Joana podem encenar o que quiserem.
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Aquela demagogia que os fedorentos fizeram em rábula é o que lhes agrada.
È encomenda e até com mais uma pirataria à música dos Monty Python.
Não se trata da palavra “casamento” ou de os hetero não quererem palavras abastardadas- ninguém anda com o BI ao peito.
Trata-se de uma figura jurídica que, em sendo confundida com o referente que a não preenche, cria contradições legais por mera casuística.
E é por isso que a maioria dos países inventou outras formas para lhes darem os mesmos direitos a 2, se as consequèncias do que não são-
2 homens ou duas mulheres não são um casal- não são marido e mulher que podem vir a ser pai e mãe.
Com tudo o que isso implica de engenharia frankenstoino, uso de terceiros e formação psicológica da identidade das crianças que acaba espatifada.
E as crianças que estão num orfanato e perderam a mãe, não são crianças de segunda para lhes darem dois homens em troca.
E o mesmo no sentido oposto. Um pai não se substitui, em nada do que isso implica, por uma mulher dominadora na cama com a parceira.
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A Cõncia trabalhou a cabeça do Sócrates mas ele só foi nisso de forma contraditória
Foi essa a surpresa. Lá papagueou os chavões da praxe da bandeira da igualdade e do fim das discriminações mas depois retirou as crianças do pacote.
Eles deviam chamar-lhe homofóbico.
Mas deixou passar a contradição casuística e esta é que é a armadilha legal.
Não se pode dar uma figura jurídica igual com direitos diferentes.
A mentira é que a figura jurídica é que é falsa porque a realidade a que se reporta é diferente- por natureza- por si mesma.
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Resumindo- esta porcaria é o pacote zapatero às pinguinhas com pagamentos de tributos nas famílias jacobinas da esquerdalhada, que sem estas palhaçadas nem tinha nada que a distinguisse do resto.
É tudo semântica e jogo de palavras- chamam-lhe esquerda para satisfazer fantasmas de causas e conseguir separação do que até é igual.
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A serguir vem o resto do Admirável Mundo Novo- vêm os “direitos de saída”.
Já saem os fectos que entraram pelo próprio pé para dentro de gente que não se responsabiliza pela entrada até às 10 semanas de estadia;
depois vem o direito de se fazer dos médicos carrascos para se sair da vida quando a “comissão” achar que pode sair de forma feliz e linda- mais outro instinto mortífero que alimentam neste mundo triste onde tudo parece feito para fazer das pessoas máquinas ou seres sem vontade de cá estar.
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E ainda havemos de ver os mesmos pascácios e pascácias a passarem da rábula do casório à de velhinhas felizes por terem a morte “assistida” por tédio de tanto vazio que isto tudo enuncia.
É tudo reversível, é frente e verso sem realidade, é interface.
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Mas é republicano e laico. E aí sim, não lhes faltam antepassados nem progenitores de casta notável, e primos e primas por todo o lado.
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fetos, e outras gralhas.
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Um 😉 para a zazie
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#140
para o zazie, e não, para a zazie
Erros de género neste assunto pode ter consequências gigantescas
PS:
Zazie não penses que estás só, existe muita gente a pensar como tu, não formamos é nenhum lobby, não andamos de avental, não nos vergamos ao olho esquerdo, nem temos poder.
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A zazie- sou gaja, carago!
A zazie no metro (linha verde Baixa-Chiado, que a de Odivelas é ramal bastardo)
eheheh
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Tenho é de andar para aqui com o nick às avessas por causa da censura liberal
“:O.
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Cara Zazie
No post 136 tocaste no ponto que vem a seguir a tudo isto….a eutanásia.
O liberasmo no seu esplendor aterrador. Tempos virão em que será estabelecida uma idade limite para se viver…por mera questão mercantilista.
Mas …por Deus!…Espero estar numa fase de mudança mais celere. O mundo que aí vem… que aqui já está, exige uma outra racionalidade e uma outra fé onde se fundamente.
O libealismo é já vetusto e anquilosado e está a morrer.
Uma vivência mais orgânica e mais complementar está a emergir…o liberalsmo está a dar os ultimos estertores da sua agonia…outra coisa virá…mais humana ..mais racional,,,,mais eficaz…e mais justa.
Os que se escondem nos refegos da sua gordura serão postos no terreiro da sua vileza….nem será preciso denunciá-los…ficarão isolados e nus na sua tristeza.
Aprecio as tuas inquietações…temos de olhar mais adiante.
cumps
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Estás em grande, Zazie. Desbarataste as hostes jacobino-gayzolas que levaram uma tareia memorável… tanto mais que na contenda também entrava um blogueiro timorato face aos movimentos da manada que o forçam à censura liberal… Não se pode brilhar muito em casa alheia, é pecha do liberalismo à portuguesinho da costa… Eh oui, moi aussi, também tenho de andar disfarçado, para fugir à censura blasfemo-bovina. Salam 😉
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Quem acabou por cometer o erro fui eu!
Sorry!
😉
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De acordo # 117
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@Pedro: maravilha. :)***
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@ Joana e Pedro, nao percam mais do vosso tempo. Pé de atleta tem cura, mas cabeca de atleta nao. Com o tempo esta espécie irá extinguir-se, só é preciso esperar e, principalmente, dizer-lhes sempre que sim. Assim eles ficam sempre contentes.
(este comentário nao é dirigido a quem dos vários lados se deu ao trabalho de articular alguma opiniao)
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