Vítima é quem mata
15 Janeiro, 2010
Vítima de violência doméstica mata companheiro com faca
Título alternativo para esta notícia: Homem morre vítima de violência doméstica
88 comentários
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Vítima de violência doméstica mata companheiro com faca
Título alternativo para esta notícia: Homem morre vítima de violência doméstica
Caro Joao,
nao sei se é parvo ou se se faz de parvo. O titulo original remete para uma situaçao de abuso anterior ao crime, o titulo que você propoe remete para um crime de abuso. Juridicamente, moralmente e de acordo com o bom senso, sao situaçoes distintas. Sinceramente…
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A única diferença que consigo identificar é que o jornalista valorou a circunstância da homicida ser vítima de violência doméstica e o JM não. Acha mesmo que é irrelevante?
Já agora: nem toda a violência que se passa dentro de portas consubstancia violência doméstica, em sentido próprio. Vou presumir que o JM está a fazer, com todo o direito, um uso livre do termo.
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Se o fez em legítima defesa só digo: Que mais mulheres e homens nas mesmas circunstâncias o façam.
Ninguém tem direitos sobre outrem. Um aviso aos Social(istas) de todas as cores.
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A Fernanda Câncio, no dia 3 de Dezembor do último ano, também ficou muito escandalizada com um comentário no Correio da Manhã que dizia, a propósito de uma notícia de um homicídio cometido por um homem contra a sua esposa: “Antes de condenarem o assassino devem investigar o motivo.As mulheres fazem o que lhes apetece.”. Este comentário chegou ao ponto de merecer um post no Jugular.
No dia 8 de Dezembro do mesmo mês e ano (5 dias depois, portanto), e a propósito de uma outra notícia relativamente a um homicídio perpretado por uma mulher contra o seu marido, a mesmíssima Fernanda escreve o seguinte comentário num post: é impossível antes de mais elementos estabelecer q este homicídio é de per si violência doméstica.
É o refexo do “progressismo”
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É tão triste ler-se comentários e reparar-se como as pessoas não chegam, perto sequer, da ideia que o post quer transmitir.
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4.Pinto disse
15 Janeiro, 2010 às 7:19 pm
Ela tem razão.
É uma das maiores vítimas de violência doméstica. O namorado (e que namorado) prometia-lhe casamento e depois não cumpriu.
Isto é muito triste.
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ehehehehe
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Nunca apanham a ironia do JM.
“:O))))
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Ou ainda:
Faca doméstica mata homem violento.
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A Zazie está para o Miranda como o Pacheco Pereira para a M. Ferreira Leite.
Descodifica…
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Ó zazie, explica lá 😉
Quem apanhou bem a coisa foi o luki: isto é coisa de socialistas.
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eheehe
Eu ia mandar essa .o Lucklucky é a tinamonga de calças.
Está cada vez mais quadrado.
Qualquer dia resume todo o pensamento a duas ou 3 palavras chaves e ao pregão à caloiro. “não pagaaaamos, não pagaaamos! não pagaaamos! impostos!
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EU ACHO QUE SE TODAS AS PORTUGUESAS LHE SEGUISSEM O EXEMPLO PORTUGAL LIVRAR-SE-IA DE UMA CARGA DE BESTAS QUE N SERVEM PARA NADA.
UM GRANDE BRAVO PARA A JOVEM QUE MANDOU UMA BESTA DE UM BRUTO QUALQUER CHATERA E AGREDIR PARA O OUTRO MUNDO.
MERECIA SER CONDECORADA.
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Já a “jurista feminista ventura” consegue encontrar diferenças de género por “ar livre ou interior”.
“:O)))))
Eu mato-me rir om os comentários, sempre que o JM faz um post irónico.
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ora ! o 2º título também está bem. o homem morreu por ser um violentador. foi vítima da sua violência. cá se fazem , cá se pagam.
é que ele há limítes para a paciência de uma mulher , caramba…
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#14
A ironia, cara Zazie, é que Você não encontra nenhum argumento de género no meu comentário. Se a situação estivesse invertida (homem vítima de violência doméstica mata companheira com faca) teria escrito – exactamente – a mesma coisa.
A Zazie gosta tanto de dizer mal que, criticando aquilo que vê como “pavlovismo” de certa esquerda, não vê que não passa de um Charlot que, saído da fábrica, continua, mecanicamente, a aparafusar parafusos.
De resto, não é preciso ser jurista (embora fique feliz que tenha deduzido correctamente a minha formação profissional) para perceber que matar alguém porque nos apeteceu ou matar alguém que nos vem repetidamente agredindo não é bem a mesma coisa.
Já agora, Zazie: dê-nos o benefício da dúvida e não presuma que ninguém, além de si mesma, alcança a “ironia” do JM; simplesmente, alguns de nós acham que a ironia só é conseguida não perece uma vez decompostos os pressupostos de que parte.
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Era “a ironia só é conseguida SE não perece uma vez decompostos os pressupostos de que parte”.
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eheheheh
Picou-se, a venturinha.
Eu não explico a piada. A venturinha jurista é que devia explicar a “matéria de facto” desta notícia.
(sei que é jurista porque v.s se farta de o dizer. Mas é tão tapadinha como a outra- a lololininhinhazinhazinha que desapareceu.
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Mas ainda com mais piada foi aquele outra discussão doméstica em que a vítima estava a ser sufocada pelo agressor que ainda conseguiu usar de um machado e de um canivete e arame que tinha em cima da mesa.
E depois aparece um terceiro personagem (não se sabe de onde, que também estava “no interior do lar” e trava o assasino à Chainsaw Masscre e chega a polícia e apenas o agressor vai curar uns arranhões ao hospital
aahhaahhahah
A matéria de facto destes noticiários é como os “casos de vida” da Côncia.
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Ah, e já me esquecia- o salvador deu-lhe com um martelo pilão na cabeça mas o agressor ainda resistiu e foi aí que andou atrás de todos com o machado.
E depoisestava tudo fino, e só o agressor foi tratar dos arranhões ao hospital.
E, como dizem que este agressor não ficou logo em prisão preventiva, foi mais um caso de negligência da justiça e jornalismo denunciador e objectivo.
“:O))))
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As coisas simples não se precisam de dizer em muitas palavras.
Na violência doméstica entre sempre o conceito de posse sobre outrém, tal como uma maioria vota para tirar algo(trabalho,vida) a uma minoria e usa a força do Estado para o realizar.
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aahhahahahaa
Agora já explica a cartilha liberal para crianças.
Este luck e a tinamonga são um National Gegraphic delicioso.
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Matéria de facto relatada no jornal:
Há um rapaz de 21 anos que morre esfaqueado pela companheira, durante uma discussão doméstica.
Leituras do facto à discrição.
Alegorias feministas e anti-socialistas à escolha do freguês.
A que mais gostei foi a anagógica da posse socialista dos meios de produção da faca e do corpo de trabalho em mais valia de género.
“:O)))))
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Esta tem de ir para post que já chorei a rir com a alegoria neoliberal do Luck
ahahhaahahaha
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“Tubo de Ensaio” versão blasfémias…
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Posse de pessoas e ou daquilo que fazem. Achar-se que se tem direitos sobre outrém. Escravatura.
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ehehe
Já vos li a defender a venda de órgãos e a liberdade de ser escravo.
“:O))))))
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Sempre em função dos benefícios económicos da chicotada do Pai Tomás.
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Mas neste caso existe um problema por se saber- a faca era comunitária ou havia propriedade privada dos bens culinários na libertação da opressão do corpo do crime?
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E se houvesse uma cena de dependência recíproca da violência doméstica e a faca tivesse sido oferecida pela sogra, será que se podia falar em efeitos nefastos da social-democracia?
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O Estado social que corrompe a vontade de liberdade dos empreendedores e alimenta a sorna dos calões e as facas que têm de ser oferecidas por quem é livre e ainda tem de pagar impostos…
Só coisas que mapoquentam e nunca mais aprendo.
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Mas essa posse do que as pessoas fazem não era a mais valia do capitalista sobre quem vende a força de trabalho?
hummm…? óh Lucky, que cá para mim és mais um mal arrependido marxista a encenar a cartilha às avessas ao espelho.
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Mas a maluca da Venturinha que tratou logo de me insultar e meter esquerda e Charlô pavloviano e por aí fora, tem razão- eu a si nunca contrataria para advogada.
Já tem a história sem os factos, só por “estremecimentos” de género.
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A Zarilú tem zonas do cérebro muito moles. São aquelas em que as suas convicções surgem do nada, tipo cogumelos. Assim podemos imaginar o cérebro da Zarilú com uns cogumelos aqui, outros ali, zonas normais, zonas deprimidas, seguidas de mais cogumelos…
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Só faltava a tinamonga para termos o circo completo.
V.s deviam criar um blogue. Eu até fazia propaganda por mail.
Um blogue do planeta mongo, em versão neoliberal-marxista e com parábolas para crianças.
Experimentem chamar-lhe “os patinhos doutrinários” um dois,três, um de cada vez.
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E depois torna-se tão chata, mas tão chata, como é que ela julga que alguma vez alguém lê aquilo que ela escreve? Tenho muito pena dela, na verdade, mas as verdades têm de ser ditas.
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não posso abusar, senão ela foge. Tenho de ir devagarinho, esticando a corda o mais possível…
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reabriu o corner da zaida no ccmiranda, 50%off em nails e frivolidades
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É como se faz aos comentadsores de esquerda, não se pode afugentá-los, temos de ir devagarinho expondo-os ao seu ridículo..
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Homem brincalhão disfarçado de mulher foi vítima de violência doméstica pelo cônjuge.
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Inté, tininha e vê lá se as tuas partes moles não andam demasiado intumescidas, sem “intelecto” que as preencha.
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# 39
“Exactement”. Mas olha que o ridículo nunca se enxerga a si próprio.
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Pois, tal como se esperava (eu sou o Horácio do CSI Miami), a Zarilú iria demonstrar as suas capacidades em pleno, tal como os ranhosos da esquerda, mas qual é a vossa obsessão com sexo, nunca tiveram?
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O relativismo moral é uma temível doença que está corroendo as sociedades ocidentais. Quando conjugado com uma predisposição voluntarista de “aceleração da história” e a concomitante perspectiva dirigista e salvífica do Estado para que os ventos soprem na direcção “certa”, o resultado é o país de Guterres e Sócrates.
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o prato do dia da terrina é mioleira com cogumelos
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Quanto ao post, não sei qual é a sua razão. Se o João fizesse o obséquio de explicar, ficaríamos desde já muito agradecidos. Obrigada.
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#43 – “mas qual é a vossa obsessão com sexo, nunca tiveram?”
não deve ser por falta de conas nesta caixa
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ehnehehe
A inteligência rara e húmida da tina quer que lhe expliquem humor.
Ela nunca foi forte em ironia. Lé sempre tudo à letra e depois não compreende- faz fábulas morais.
Ela e outros tantos muito engraçados. São a prova do darwinismo dos melhores. O problema não é falta de QI, é excesso de impostos.
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Pois, então dirijam-se a outra caixa, mais do vosso nível.
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Olha a Zarilú resolveu voltar à luta. Muito bem, admiro a sua atitude. Prova do darwinismo diz ela. Julga que por acreditar num ser superior, ela própria é superior. O que lhe irrita muito é que há alguns que ainda se acham mais superiores do que ela. É esse o grande problema dos católicos mais báasicos.
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Eu não me acho superior mas também não precisei de pedir ao João Miranda que me explicasse como rir.
Já tu é que passas a vida a falar na inveja dos fracos que não suportam o triunfo dos mais fortes e mais bem dotados e depois nem uma piada compreendes–
E queixas-te de ser empresária sem sucesso, com saldo negativo e a ter de pagar impostos
ejhehjejhe
Tu és uma beta perdigota monga que prova que a Natureza tende a compensar faltas.
Lá te deu uns papás com carcanhol para tu acreditares que és uma Rainha Africander.
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Como diria o outro, assim também eu; que trabalhar é bom pró preto.
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Caros Administradores,
Sou uma adepta incondicional das caixas de comentários abertas e sem escrutínio prévio. Contudo, suponho que até o defendor mais ferrenho da liberdade de expressao claudica perante a brejeirice (que é prima direita da ordinarice) e ofensa gratuita.
O mesmo é dizer que voltei e fui novamente num instantinho. Nao tenho nenhum gosto em discutir assim.
Cumprimentos.
Sofia Ventura
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Mas essa dos católicos é fracturante, ó tinamonga: olha que ainda se enganam e te tomam por uma xuxa jacobina e republicana.
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Eu, empresária com saldo negativo? Desculpe, podem acusar-me de tudo, mas saldo negativo NUNCA!…
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ashahaha
Esta Ventura agora caga com papel timbrado.
Olha, minha, isto aqui não é o cabaré da coxa nem secretaria de Tribunal.
Cumprimentos da arguida que aos costumes disse nada
“:O))))
Estas gajas ainda vão nos 30 e já estão neste estado à sexta à noite…
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uma vê coisas que não existem porque é inteligente e outra quer ver coisas que não existem porque é burra, é o efeito miranda a trabalhar na cabeça das gajas.
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Está bem Sofia, você é daquellas feministas femininas, a gente compreende…
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Pronto. A Zazie já espantou mais uma.
Que eficácia!
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Mais um pouco e a Venturinha casuística largava requerimento aos administradores do blogue e ao Meritíssimo Doutor Juiz-Brincalhão Miranda, para desentranhar uns comentários do processo.
“:O)))))
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diria antes eficoice
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Ó Zazie, puxa os cabelos à gaja!…
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Não fui o único a reparar que a “vítima” passa de quem mata (no título) para quem morre (no corpo da notícia), pois não?
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não lopes, a tina também viu isso, apesar de não ter percebido
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Olha que essa, se ele batia nela, o que era de esperar? Que ela se defendesse ao murro?
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“Na violência doméstica entre sempre o conceito de posse sobre outrém, tal como uma maioria vota para tirar algo(trabalho,vida) a uma minoria e usa a força do Estado para o realizar.”
Lucky, vai para a Somália. Lá não há estado. Já metes nojo seu cobardola sempre a mandar bocas mas não tens coragem para te pirares. Vai para os estados unidos, pode ser que encontres por lá o galt’s gulch. Eu estava mal em portugal pirei-me agora tu sempre a destilar odio e estupidez mas pelos vistos não tiras daqui a bilha.
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“Na violência doméstica entre sempre o conceito de posse sobre outrém, tal como uma maioria vota para tirar algo(trabalho,vida) a uma minoria e usa a força do Estado para o realizar.”
Bom paralelo Lucklucky. A lei do mais forte imperará sempre.
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“Bom paralelo Lucklucky. A lei do mais forte imperará sempre.”
Deve ser por isso que o teu passatempo é estrangular velhinhas.
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o J. Miranda hoje não teve piada nenhuma. Duvído que houvesse alguém que não percebesse onde queria chegar. Só que a coisa não é para rir , mesmo que algumas vítimas sejam de facto os homens , é certo. Neste caso em concreto , não sei. Talvez a senhora levasse regularmente , talvez andassem à trolha os dois , talvez fosse ela a que desse. Mas a verdade é que grande percentagem das mulheres homicidas em prisão vêem o sol aos quadradinhos por terem morto um monstro. e são , na maioria , de meios rurais , com grandes condicionamentos sociais nessas modernices de divórcio. e de emancipação feminina.
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e sim , com 21 anos , a rapariga , não se pode dizer que o tivesse morto após uma vida inteira de maus tratos.
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Isto está a ficar estordinário..
Zaziezinha, filha, és um doce!
Mandava-te uma carta rogatória daqui, deste leito distante, só para te ter de mindinho em riste, a teclar e a lamber morangos. E para não perderes tempo com estes tótós que têm tias mas pensam que um scone é uma coisa nojenta com pelos que se lambe.
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A noticia é muito vaga,se depois de uma discussão o clímax foi a morte de alguém,há que apurar bem todas as variantes da mesma,apurar se foi em legitima defesa ou não,e apurar se tal resultou do facto de ser alvo de violência doméstica ou não.
Mas se efectivamente foi,é caso para afirmar “cá se fazem,cá se pagam” e que no fundo se tratou somente de um grito do Ipiranga.
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Bastava pegar apenas no factual para se pensar em muito mais.
O miúdo que morreu tinha 21 anos. A miúda que o matou, devia andar pela mesma idade.
As consequências “heróicas” que v.s apregoaram em nome de um fantasma semântico “violência doméstica” apenas tiveram como consequência isto- uma morte uma vida estragada com cadeia.
Pensar no que leva a dependências destas é que valeria a pena. Porque aos 20 anos ninguém pode falar em servidões económicas de domínio machista num casamento.
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Esses “gritos de ipiranga” que v.s projectam ideologicamente, hão-de ser tão perigosos quanto as complexas dependências onde o amor não é saudável.
E eu tenho grandes dúvidas que estes fenómenos se passem entre jovens com família que os sabe educar e com boa formação moral.
Não podem ter- não sabem o que é respeito. A começar pelo que se deve a si próprio antes de se chamar “vítima dependente de agressor”.
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Mas quem tem causas nem precisa de olhar para nada disto- já tem a resposta pronta e irracional- seja uma Venturinha feminista jurista; sejam os ideólogos de cartilha e k7 já feita.
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Podiam até por se perguntar, num esboço de compreensão social, quem são hoje os jovens de 20 anos que já têm um lar nessa idade e uma autonomia familiar.
E aqui é que a historieta podia ser outra, se também não houvesse este não-jornalismo, a vender histórias já feita, apenas à conta de chavões reactivos.
E todos se babaram reactivamente, começando pelo fim (pela suposta explicação do acto) sem saberem nada. A não-notícia vendeu apenas um título.
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Farto das vítimas de tudo e mais alguma coisa, farto!
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#74
Cara Zazie,quando falei em “grito do Ipiranga” falei somente se o caso fosse forçoso (obrigação,e mesmo em tal reticencias),o que não se sabe,um facto é que 21 anos e falar de violência doméstica é simplesmente um sujeitar-se a tal,ou então apresentam-se factores muito específicos.
E como diz se tivessem uma correcta educação certamente nem haveria agressor nem vitima,é tudo uma questão de educação,mas não nos vamos singir simplesmente a tal,nem ao facto de qualquer coisa ser apelidada de “violência doméstica”.
E se bem leu a minha posta,coloquei um extenso parêntesis e coloco as minhas duvidas,mas não se deve renegar por completo a ideia,embora a mesma também não deva ser assumida como foi feito.
Mas isto poderia colocar questões de um crescente feminismo e crescente machismo nos dias de hoje,extremismos os quais, resultam de uma incompleta ou incorrecta educação.
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Mas quem è Gancio? è alguma coisa visivel?
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O que se devia deitar fora é esta trampa de jornalismo que faz a cabeça a meio mundo, sem precisar de investigar nada.
Pior- nem pensam, nem escrevem nada racional e as pessoas também já só querem o jargão porque emprenham pelos ouvidos.
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A Câncio é a que se não fosse o que é, ninguém sabia que existia.
Mas é a mesma que inventava aqueles casos de vida a propósito da militância pelo aborto, aos quais eu dediquei algumas rábulas.
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A generala disfarçada até conseguiu tirar uma polaroide mais maluca.
Já sabia que isto (um nada- passado em local algum e sem mais nada que uma facada) retratava o mundo rural «meios rurais , com grandes condicionamentos sociais nessas modernices de divórcio. e de emancipação feminina.»
Portanto é assim como se vê- Nem foi preciso dizer mais nada nem ninguém está interessado em querer entender mais nada. Por isso tudo se resume a um título.
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Dois putos de 20 anos- a viverem em local desconhecido, em que ele morre à facada no meio de uma discussão- servem para se inventar o que já está dentro da cabeça.
A sociologia virtual engavetada por chavões.
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não sejas má para mim , Zazie. não sou generala nenhuma , gaita , não curto galões. e não fiz foto nenhuma de pormenor do jovem casal desavindo ,limitei-me à fotografia panoramica nessa questão das mulheres homicidas . olha lá :
“Este estudo permitiu identificar quatro perfis distintos, um associado ao homicídio, outro ao furto e dois
ao tráfico de droga[19].À mulher homicida está associada a proveniência rural, pois a maioria
(58,4%) reside em aldeias e vilas, os maus tratos conjugais (41,7%), a não existência de reincidência
e penas bastante elevadas — entre os 10 e os 13 anos. Estas reclusas apresentam um baixo nível
de escolaridade, tendo metade só frequentado até à 4ª classe.
Destaca-se como principal actividade profissional os serviços pessoais. O homicídio aparece
sempre ligado a questões afectivas (maus tratos conjugais ou triângulo amoroso), ou seja, é o
mau relacionamento com o cônjuge/companheiro que as leva a cometer o crime.
A origem urbana (45,4%), a idade — entre os 18 e os 29 anos —, um maior grau de
escolaridade relativamente…”
Click to access DPR492544cd35be7_1.pdf
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qual a dúvida em que os carrascos se tornem vítimas da sua estupidez? e a baixa idade com um pequeno historial de maus tratos não é arumento:
“Quando confessou, o menino disse que não sabia por que matou nem tão-pouco admitiu que disparou por vingança, mas o acordo judicial conseguido pelos advogados ditou que fosse retirada a acusação de homicídio do pai.”
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000091-0000-0000-0000-000000000091&contentid=51230392-ACB3-4BF3-8EFF-BFA296100EEA
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ehehe
Agora até já sabem que foi assassínio premeditado. Apenas pela notícia de as consequências das facadas da discussão terem provocado a morte.
Ok. Se fossem juízas, desgraçado de quem lhes caísse nas mãos. Tinha a cama feita antes de conhecerem os factos e o tipo de culpa.
A outra treta que nada tem a ver com isto- o tal papel dos anos 90 acerca das mulheres na cadeia, também é muito engraçado pelas teorias que convoca e suporte à Foucault e à Beleza que podia ser outra variante de ISCTE.
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Foi notícia escrita por gaija jornalista… Se tivesse sido um gaijo jornalista a noticia diria pura e simplesmente que a dita senhora matou o companheiro à facada após desavença doméstica.
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Ó lukiluki, a violência doméstica e as relações de poder no casamento, seja de dominação, seja de submissão, não foram inventadas pelo robespierre ou pelo lenine, meu. Ou tu achas que o Santo Agostinho, por exemplo, era socialista? Olha que até os gurus do liberalismo, neo, pós, etc, batem nos conjuges. Tu andas confuso. O sentimento de posse é um pouco menos simples do que tu pensas.
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