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“Se existe, não devia” *

20 Janeiro, 2010
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Já não consigo ver as imagens do Haiti vexadas por mortos amontoados nas ruas e por vivos que, num ápice, se esqueceram do que é ser gente. Enoja-me a lógica da ajuda internacional que se faz mais para as consciências televisivas do que para auxiliar os aflitos.
Depois, o Haiti é demasiado pobre e dissolvido. Foi assolado pelos piores Governos que a humanidade engendrou. Não podia haver um lugar mais agoirado para uma tragédia tamanha. Se Deus existe – e eu não o creio – mostrou uma ironia tão pérfida que seria melhor dele nada sabermos.
Tal como Voltaire, após o terramoto de Lisboa de 1755, julgo que são desgraças assim que nos fazem perceber que a crença maior é em nós mesmos e não nas fábulas supersticiosas que tentam amanhar um sentido para aquilo que nunca o teve.

* Ontem, Correio da Manhã

30 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:05

    Mais outro.

    Deus não existe mas alguém é responsável pela catástrofe.

    Logo, a culpa de catástrofes sem Deus é de quem fabrica Deus.

    Mais outro a precisar de ir à feira da Golegã.

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  2. Desconhecida's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:07

    Explique lá em que é a crença em “nós mesmos” resolve o facto de nem sequer um terramoto ser previsível?

    A vossa Ciência divinizada já devia ter sido capaz disso.

    Ou para que serve a tal divinização do “eu”?

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  3. CAA's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:11

    1,

    Não percebeu.

    O que deve inferir não é: “Deus não existe mas alguém é responsável pela catástrofe”, mas sim

    «Deus não existe E NINGUÉM é responsável pela catástrofe»

    ou

    «se Deus existe mais valia que nunca o tivesse sido».

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  4. Desconhecida's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:17

    Como é que sabe que Deus não existe baseado em catástrofes naturais.

    Se esse Deus fosse o mesmo responsável por catástrofes, seria também o responsável pelas brisas amenas e a boa chuvinha.

    Esta lógica é lógica de magia- faz coincidir a transcendência com os elementos naturais.

    Um poder criador transcendente não se prova, não se nega, mas nunca seria da mesma ordem mágica do que escreveu.

    Os evangélicos é que ainda andam nessa por depois dizerem que é obra do demo.

    Sendo obra do demo, o disparate lógico mantem-se: a boa chuvinha era do demo, tal como o tufão. E por aí fora, aos séculos que o Kant desmontou esta falácia.

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  5. Desconhecida's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:19

    Essa de se Deus existe mais valia nunca ter existido, porque, em não existindo temos catástrofes não controláveis, também teve piada.

    eheheh

    Isto, em entrando enxofre perde-se logo o tino.

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  6. Desconhecida's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:24

    E já nem pego nas “fábulas supersticiosas” para não parecer antipática.

    Porque aí, o erro é de tal ordem que é caso para corar.

    Comparar uma fábula a uma noção metafísica não passível de se verificar como mera lenda, é coisa de palmatória.

    Bastava ler o Platão para perceber a patacoada.

    E o supersticioso metido nisto, é outra que os ateus militantes papagueiam e e asneira de nem sequer entenderem em que consiste um fenómeno supersticioso.

    A superstição até é explicada como ritual psíquico. Nada tem a ver com religião.

    Qualquer ateu pode desenvolver mecanismos supersticiosos e a escala deles é do foro psíquico e nunca do foro da espiritualidade.

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  7. Desconhecida's avatar
    20 Janeiro, 2010 12:26

    Pode resumir-se naquele refrão: “eu cá não sou supersticioso mas a minha sogra dá-me azar”.

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  8. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    20 Janeiro, 2010 12:27

    Subscrevo o post.

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  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    20 Janeiro, 2010 12:39

    Para além do desastre natural que atingiu aquele país, e independentemente de qualquer juizo de valor como a cobertura jornalistica está a ser efectuada, o que me parece evidente é que a ineficiência / lentidão da ajuda em curso, resulta fundamentalmente do facto de o Haiti ser um país onde impera o “Estado mínimo” e “sem impostos” tão apregoado e defendido aqui neste blogue.
    As consequências desta situação, onde não existe um minimo de organização e estruturas de apoio às populações, assim como de regulamentos (designadamente para a construção)traduzem-se pelo triste espectaculo que as TVs não se cansam de nos mostrar

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  10. Desconhecida's avatar
    Critico permalink
    20 Janeiro, 2010 12:56

    Concordo em parte com o post,a coisa que mais me enoja é a hipocrisia de constantemente divulgar tal catástrofe,de repetir vezes sem conta,e de ver este povo tratado como lixo humano.Achei especialmente enojante o facto de repórteres de grandes cadeias Norte Americanas quase que afirmarem que não passavam de um bando de arruaceiros selvagens,eu lhes respondia que experimentassem estar em tal situação.
    Se esta catástrofe foi somente natural,tenho algumas duvidas,contudo nota-se a boa ajuda internacional,aliás como foi feito no Darfur,uma hipocrisia verificar que estas organizações tolhem de inúmeros fundos,e quando realmente são precisas nem actuam devidamente,ou alguém lhes cria entraves.
    Mas o mais pateta de tudo é Clinton fazer angariação de fundos na sua própria conta num aproveitamento politico VERGONHOSO e DESCARADO das massas pelo mundo fora.

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  11. Desconhecida's avatar
    Critico permalink
    20 Janeiro, 2010 13:00

    É caso para dizer,mais um jackpot para Kissinger,foi feita de população numa nova área,quer pela Natureza,quer pela Natureza com mãozinha humana HAARP.Who´s Next?

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  12. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    20 Janeiro, 2010 13:20

    “resulta fundamentalmente do facto de o Haiti ser um país onde impera o “Estado mínimo” e “sem impostos” tão apregoado e defendido aqui neste blogue.2

    Lá vem alguém historicamente ignorante que nem faz um esforço para perceber sequer a ideologia do adversário. Leia um pouco.

    Sem respeito pela propriedade privada e segurança que a proteja, desse modo permitindo o investimento e eventual criação e acomulação de riqueza, assim como um sistema de Justiça rápido que ajude a resolver os conflitos pacificamente não há Liberdade.

    Por isso é que os Países Comunistas são os que estiveram sempre mais próximos do Haiti. E a Europa para lá caminha com o estado insustentável e uma extensa cultura de direitos sobre o trabalho do vizinho.

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  13. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    20 Janeiro, 2010 13:29

    “eu lhes respondia que experimentassem estar em tal situação.”

    Então quando foi o Tsunami após o Tremor de terra viu-se isso na Ásia ou não? Já percebeu a diferença?
    As pessoas na Ásia portaram-se como gente incivilizada como muitos no Haiti?

    Porque é que a capital é uma das cidades mais violentas do mundo?

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  14. Desconhecida's avatar
    Eduardo Costa permalink
    20 Janeiro, 2010 13:43

    A Zazie explicou, desmontou e muito bem o comentário emocionalista, e pseudo-voltairiano, do CAA. Embora seja um pouco suicida escrever depois do que ela tão bem expôs,here goes my two cent.
    Deus-avozinha, que devia mandar arco~iris e clima temperado, sobretudo a descendentes de escravos tão oprimidos, portou-se mal. Logo, ou não existe, ou é necessariamente mau.
    Deus, na lógica de CAA, devia ser um gestor previdente, fornecendo sempre quentinho e mimos,e se violasse, o contrato, o Acordo, devia ser chamado à razão, demonstrando-lhe que a sua Razão se deve adaptar à razão humana, securitária, pragmática, de vidinha normalceira.
    CAA acreditaria num Deus-essência-de anona, um Porreiraço transcendental, capaz de conter as ondas más dos sismos subversivos e anti-humanitários, e de poupar os povos, sobretudo os oprimidos, ás oscilações inesperadas das placas tectónicas provocadas pelo demo.
    Mas e se Deus tivesse dado liberdade total aos humanos e aos elementos e forças da natureza, e deixasse todos, muito liberalmente agir de acordo com o seu livre-arbítrio?
    E se Deus não fosse um presidente americano intervencionista, ou um lobby controleiro, e deixasse os ventos soprar, as mentes cavalgar, e não interviesse mesmo de todo nos planos materiais? A verdade è que fazer Deus à nossa imagem e semelhança ou à imagem e semelhança daquilo que pretendemos reduz-nos a nós e a Deus.
    Os ateus acabam por criar um Deus ainda mais impotente do que aquele que verberam, a ciência, que coitada, não tinha essas pretensões. E a sua “servante”, a tecnologia, que ainda menos. Por isso na realidade, deviam-se atiçar, como bem lembra Zazie e o MEC, contra a ciência que não prevê os terramotos, como já prevê os ciclones e a rota dos icebergs trânsfugas no Atlãntico Norte.
    Longe de mim presumir o que Deus seja ou como ele “deve”ser. Como ele se deve portar.
    Deus, na opinião do CAA, foi insuportavelmente mal comportado. Não interveio. Não põs a sua patinha diante das ondas de propagação do sismo. Logo é mau.

    Ora isso é infantil. Pensamento mágico de povo primitvo, à Levy-Bruhl.

    Então, temos este quadro, Deus, porque não é bonzinho, e não age como um membro da Cruz vermelha primitiva (quando não eram uma brigada de tias desocupadas), não pode existir.

    OK. Não existe, suponhamos. Então é a natureza que é má, muito má. Tem ciclones, vulcões, maremotos, sismos, o diabo a quatro. Dá cabo de nós a filha da p. Afoga-nos, queima-nos, sacode-nos.

    O pior , como diria o Alberto de Campos, é que nós também somos natureza. O próprio CAA é natureza, a Zazie é natureza, eu (imerecedor embora) também sou natureza. Então o què? A natureza é má em si, porque não devia proceder desta manmeira e atirar por terra com cimento armado. bombas de gasolina, pistas de aeroportos, e tutti quanti?

    O CAA reedita a história, esta sim “mítica” do homem lutando contra as forças hostis da natureza. “Desbravando”, “civilizando”, impondo a regra e a norma, o deve ser e o não deve ser. O como se edifica uma sociedade e como não. O muito inoportuno sismo desobedeceu a toda esta lógica securitária. Introduziu o necessariamente caótico factor da imprevisibilidade.
    Ora a natureza, depois de Deus morto por CAA, “devia” ser ordeira, previsível, descontar para a segurança. parar no sinal vermelho. Só que ela não faz nada disso. Porta-se tão mal como Deus, ou pior, contra Deus.

    Já que não se pode contar com Deus e com a natureza, conte-se então com a ciência. Ou por outra, podia-se contar. Mas esta manqueja, gagueja, vacila ainda mais do que o sismo. Fizeram dela um sapo gigantesco que engoliu todo o ar que lhe pediam para se tornar na montanha consoladora, securitária, distribuidora de electricidade e de baías saudáveis sem tubarões, de povos sem sida, e de amanheceres eternos. Mas não prevê um sismozito daqueles que ocorrem no alentejo e fazem girar as rotundas.

    Com ciência imberbe, uma natureza má, e um Deus inexistente, os professores de ciência política de facto devem desesperar. Que injustiça no cosmos, que solidão, que ermos! Mas nejm tudo é mau. Sempre é um consolo ter alguem que nos pague as choradeiras emocionadas, o Correio da manhã, pelos vistos, serve de tribuna a uma moderada carpição. Faz muito bem. Carpir, com ciência, e contenção, eis um avisado conselho. Falgele-se a metafísica e a transcendência. Deus? Out! Dizem à século dezanove, comn tremores dostoievskainos. No entanto, o regresso dos deuses e da transcedência continua pelas suas vias sinuosas.

    O passo final proposto por CAA, da crença em Deus à crença em nós mesmos, é bastante new age. está em quase todos os livros do “pense positivo” e outras larachas entretenentes, típicas do materialismo espiritual hodierno. CAA, pelos vistos é um crente diferido, e um missionário da new age. Believe in yourself. O Self? Empower your Self! O regresso a si mesmo, etc.
    Ora bem, aguardemos os frutos desta nova religião que já está no ar, na net, nos correios e estações de serviço das autoestradas. A “crença em nós mesmos”, pobre humanidade oprimida primeiro por Deus, depois pela sua inexistência, e ainda por cima varrida do solo pela natureza, levará um dia à vacina anti-sísmica! As placas tectónicas serão acimentadas com rebites, ou então infusionadas com algo que as fará permanecer direitinhas, as cabronss. A ciència fixará o núcleo instável e volátil da terra, o filho da p. Ou então os sismos serão anunciados por sms, mas nós a rir porque já viveremos em casas flutuantes, suspensas no ar, que “é lá onde tudo existe, e que tudo ondeia.” (para acabar poeticamente, citando Mário de Sá Carneiro.)

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  15. Nuno Castelo-Branco's avatar
    20 Janeiro, 2010 13:49

    Muito bem. Neste caso, há que ter em conta um aspecto oportunamente ignorado e que é a evidência de um Estado falhado, como tantos outros existem e com assento na ONU. Bem pode a comunidade internacional – Estados e ONG – angariar fundos, enviar remessas de alimentos, medicamentos e material de construção. O que importa saber é o que se fará com o país, após o fim (?) desta emergência. Já li vários artigos e posts, apresentando o terremoto como uma oportunidade única para a reconstrução (http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703657604575005211595984220.html) e uma das extraordinárias comparações, consistia na acção do Estado português após o terramoto de 1755. Passando sobre as louvaminhices do politicamente correcto a que estamos habituados, não há qualquer tipo de comparação possível entre o nosso país de há 250 anos e o Haiti de hoje e as razões são óbvias. Se um cataclismo desta dimensão acontecesse hoje em Portugal, estaríamos perante uma solução incomparavelmente mais desfavorável que aquela vivida no século XVIII. Disso não haja dúvidas. Muito dependeríamos da boa vontade estrangeira, embora tenhamos quadros e capacidades para acudir a algumas situações extremas. É duvidosa a hipótese de um completo esboroar do aparelho do Estado e isso faz toda a diferença.
    caímos na armadilha dos “Ventos da História” e assentimos quanto ao surgimento de independências condenadas a um futuro “estatuto haitiano”. Para tranquilizar aqueles que surgem de imediato com o jargão do racismo, podem ser apontados vários Estados europeus, que correspondem quase exactamente ao perfeito modelo de futuros Estados falhados. O Kosovo e a Moldova, por exemplo. Para ficarmos por aqui.

    Não me parece ser possível fazer algo de substancial pelo Haiti, sem uma longa presença estrangeira que garanta a segurança e ordem públicas, a formação de quadros e um profundo estudo quanto às possibilidades económicas daquele que já foi nos tempos de Luís XVI, o maior produtor mundial de açúcar. A reconstrução das cidades consiste noutro grande problema. Quem as pagará e com que critérios se aplanarão as ruínas e se erguerão novas construções?

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  16. Desconhecida's avatar
    Critico permalink
    20 Janeiro, 2010 13:50

    Sem duvida que Port-au-Prince era e é considerada uma capital bem violenta,mas creio que esse modo com bastante “soberba” com que essas figurinhas comentam para grandes cadeias com barriguinha cheia contrasta imenso com alguém que corre sérios riscos de morrer de fome/sede entre outras maleitas.
    Por um lado tem razão em comparar estas duas situações,por outro vou lançar uma questão; E se a ajuda ao Haiti fosse enviada após a morte de quem a precisava? Continua a haver diferença?
    Por outro lado,certos países não tem de ser papas de outros,contudo é para isso que servem as organizações que tanto propangadeiam e que no fundo nem actuam devidamente.
    No resto dou-lhe razão e concordo.

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  17. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    20 Janeiro, 2010 14:16

    “Por um lado tem razão em comparar estas duas situações,por outro vou lançar uma questão; E se a ajuda ao Haiti fosse enviada após a morte de quem a precisava? Continua a haver diferença?”

    Eu não me referi a isso, mas se quer a minha opinião a ajuda deve ser enviada o mais rápido que possível para salvar mais vidas possíveis, obviamente com segurança, mas o que deve ser feito logo a seguir é começar a comprar produtos locais que ainda existam de produções que não foram destruídas e assim incentivar o restabelecimento económico o mais rápido possível.
    Isto é, as ajudas não podem destruir economicamente a ilha como a maioria das vezes fazem os “Profissionais da ajuda”.

    E vale a pena perguntar o que raio estava a ONU lá a fazer.

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  18. Afoito's avatar
  19. Alves Pimenta's avatar
    20 Janeiro, 2010 17:06

    A frase acerca de Deus releva da mais absoluta ignorância, para não falar de estupidez.
    Mas, como se sabe, Deus não dorme…

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  20. Ernesto Guerra's avatar
    20 Janeiro, 2010 17:10

    Como é que um ser primário do calibre do autor deste post tem lugar num jornal diário, num canal de televisão pago por todos nós e, como se isso não bastasse, também neste aqui no blogue?

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  21. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    20 Janeiro, 2010 18:16

    a rtp acaba de contribuir com uma vítima que já está hospitalizada no lugar de um haitiano. cada gajo com um microfone na mão representa no mínimo menos dois haitianos assistidos.

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  22. CAA's avatar
    20 Janeiro, 2010 18:25

    Eduardo Costa,

    Está muito bem – mas ainda mais new age do que eu alguma vez conseguiria.
    Mas é um excelente comentário pese embora discorde de quase tudo (não posso escrever mais, trabalho, trabalho, trabalho…).

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  23. hajapachorra's avatar
    hajapachorra permalink
    20 Janeiro, 2010 18:35

    Voltaire, que não era tolo nem ignorante, morreu depois de confessar e comungar. Um pobre de espírito metido a manga-de-alpaca dos códigos só com um milagre lá chegará. Lembremos o cafageste nas nossas preces ao Altíssimo. Amen.

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  24. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    20 Janeiro, 2010 18:50

    #12
    “…historicamente ignorante….”
    Xavão sonante, mas que o Lucklucky não desenvolveu nem demonstrou onde reside a tal “ignorância histórica”

    “….ideologia do adversário…..”
    Mas o Lucklucky está a falar do quê, ou de quem ?
    Haja pachorra para aturar estes intelectuais “historicamente sábios”

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  25. P. Castro's avatar
    20 Janeiro, 2010 18:57

    22,

    “Mas é um excelente comentário pese embora discorde de quase tudo”

    Não há duvida de que V. também precisa de frequentar as Novas Oportunidades. E só volte depois, que a gente logo vê se aprendeu a escrever…

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  26. Desconhecida's avatar
    Gabriel Queres Metelo permalink
    20 Janeiro, 2010 19:02

    A Zazie desmontou mais este.
    O post está muito bom mas só lhe falta dizer que com Pedro Passos Coelho não haveria catástrofes em parte nenhuma.

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  27. DSC's avatar
    DSC permalink
    20 Janeiro, 2010 19:37

    Zazie, muito bom. Acho que o CAA faz de propósito para aprender consigo. O que vale é que ele escreve no Correio da Manhã pelo que ninguém o leva a sério.

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  28. J.R.'s avatar
    J.R. permalink
    20 Janeiro, 2010 19:49

    DEUS NO CÉU,HOMEM NA TERRA…!!

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  29. joao's avatar
    joao permalink
    20 Janeiro, 2010 20:43

    Se Deus existe…mostrou umas….mas eu não creio….pareces os ambientalistas “se faz calor é aquecimento global ” e ” se faz frio também”….tal como teu presidente, tb deves andar a falar com mortos, tal a confusão nessa caixa de pirolitos….

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  30. Zé Carlos's avatar
    Zé Carlos permalink
    20 Janeiro, 2010 20:45

    Bono num concerto ” cada vez que bato palmas morre uma criança em Africa ” resposta da plateia ” então pára de bater palmas mother fucker”.
    CAA no blog ” eu não acredito em Deus…” resposta da plateia ” então deixa de falar nele, palhaço “.

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