Citações – II
Era uma vez uns senhores muito malvados. Dotados de poderes inimagináveis, obrigaram os bancos centrais a baixar as taxas de refencia para níveis absurdamente baixos. Cheios de dinheiro, os desgraçados dos bancos comerciais financiaram investimentos imobiliários à parva, muitas vezes sem qualquer tipo de colateral. Induzidos em erro pelos farsantes, os governos promoviam o investimento imobiliário através de isenções, beneficios fiscais e leis que visavam “democratizar o crédito”. Na sua cândida ilusão, aproveitavam o dinheiro barato (garantido pelas impressoras do banco central) para promover todo o tipo de “investimento estruturante”. Inocentemente, reduziam o défice aproveitando o aumento da receita fiscal e usando alguma “contabilidade criativa”.
Mas eis que um dia ao acordar descobriram que tinham promovido investimentos inúteis, que muita gente não tinha condições para pagar os empréstimos contraidos e que com a diminuição da receita fiscal o défice disparava. Mesmo assim acharam que a melhor solução era continuar a gastar à parva. E depois vieram novamente os senhores malvados e aumentaram os juros.
Miguel Noronha, no Insurgente

E como os pedreiros precusavam de mão de obra baratinha o Sócrates fez-lhes a vontade e com a humanista e nada traidora Lei da Nacionalidade eis agora que tem um milhãozinho de africanos nos braços dele e por acréscimo nos nossos bolsinhos…
GostarGostar
Agora é só “social” e mesmo assim os canos serrados não dão descanso…
GostarGostar
Os juros baixos foram uma decisão política provocada pelos custos cada vez maiores do Estado Social no Ocidente. Agora acabou a festa.
GostarGostar
Tens razão lusitânea, nós temos tanta terra para lavrar não sabemos o que eles andam aí a fazer. Vocês têem pelo menos 2 milhões de gente a mais no rectângulo, um (idosos e crianças miseráveis)vai à vida paulatinamente com a fome e o frio que os xuxas lhes vão fazer passar, embora esses factos sejam sempre escondidos pelos jornalistas comprados a granel. Do outro milhão metade são irmãozinhos que andam aí a portar-se mal e outra de brancos desempregados entre os 20 e 40 anos se não quiserem morrer à fome com ou sem a mãozinha ao peito.
GostarGostar
V.s são todos uma cambada de retardados mentais.
Este então é dos piores. Um Anacleto às avessas a falar do que não sabe.
GostarGostar
Este imbecil já tinha feito um post há uma data de tempo onde garantia que todos os “funcionários da FED” são eleitos pelo Congresso.
Nem vale a pena. A tinamonga era capaz de escrever melhor.
GostarGostar
E depois falam como os padrecos e comunas, sempre com as charges morais.
Imbecis.
GostarGostar
vai apanhar no munhanho
GostarGostar
Ouvi agora que em Davos também dizem mal de nós.
Não vai lá ninguém que os prenda?
Assim não pode ser.
Temos o melhor pm do mundo, o mais eficaz m. finanças da europa, os aventais mais brancos da europa. Nem assim?
GostarGostar
Do bartolomeu da 4ª república a propósito da ministra da gripe:
“A sinhuora meninstra, é mazé munta esperta!!!
Cumprou bacinas a maiz prágroa as bender pro dobro daquilo que lhe custaram.
Indávemos daver nas feiras dazáldeias impeleirada na trazeira da carrinha, de mecrofóne depindurado ao pêto ápregoar:
“Ora benham cá meus queridos benham ber a mrecaduria…axeguem-samim que pra ver num págam nada… olhem mesta cólidade, bacinas fresquinhas… ecanto qué bocêiz jugam que custa este lote de 3 peças? Não sinhuore.. não les bai custar dés… nem binte… nem trinta… nem cequenta… bailhes custar os oilhinhos da cara… mas bão puder pagar em pestações suabes até doiz mil e binte… ou mais… ou mais”
GostarGostar
É mesmo só atrasados mentais aqui a comentar. Tenho a certeza,e como diz Belmiro de Azevedo, nunca nenhum destes comentadores e fazedores de opinião, passou uma noite sem dormir por ter de pagar salários
GostarGostar
Ainda têm dúvidas?
Eu já sabia que os nossos experts financeiros, o mais que conseguem é argumento à Manelinho da Mafalda .
São tinasmongas a falar de mercearia.
GostarGostar
Sobre a gripe A:
“a Europa gastou 5 mil milhões de euros e o pequeno Portugal esbanjou 45 MILHÕES em vacinas e antivirais contra a Gripe A, de cujas quantidades adquiridas por toda a Europa só foram aplicadas cerca de 5 por cento, porque as populações quando começaram a perceber a fraude recusaram em massa “o tratamento”. Houve contudo governos que se recusaram por impossibilidade financeira a”entrar no negócio da vacina”; entre eles esteve o da Ucrânia. Nos dias seguintes à recusa a doença espalhou-se pelo país numa forma altamente mortifera.”
Ver o resto da história no:
http://xatoo.blogspot.com/
GostarGostar
Ó Mussulo
Terra para lavrar têm de certeza os angolanos muita.Mas não a andam a lavrar porquê?Por falta de mão de obra?Ao que ouvi dizer até os chineses são baratinhos…
Os portugueses que se arriscarem a novas aventuras de “investirem” naquilo que já foi de outros Portugueses irão apanhar outra banhada.Se aqui em Portugal branco é caçado e só cá andam 10% imaginem num país com noventa e tal %…
Quem gostar de roleta russa que arrisque…
GostarGostar
não a andam a lavrar porque isso não tem nada a ver com eles , acho. andaram prá lá séculos na boa , a caçar e batucar , de pirilau e mama ao leú ( que faz um grande calor por lá ), até há uns 5 atrás serem incomodados pelos branquelas. agora aturem-nos.
GostarGostar
Que parvoíce
GostarGostar
As anedotas somam e seguem
Constâncio quer pagar a quem denunciar crimes económicos.
Sistema já é usado noutros países e pode incentivar pessoas a denunciar terceiros
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/portugal-europa-constancio-crimes-economicos-denunciar-dinheiro/1135431-1730.html
GostarGostar
Parvoíce é pouco. Eles querem fazer humor moralista mas depois escrevem estas larachas à “levanta-te e ri”.
GostarGostar
estes têm piada e conseguem perceber melhor a crise que os libero-tontos
GostarGostar
apoio a ideia do constancio , 17. onde é que o posso denunciar? vou começar por ele e depois continuo pelos colegas todos que rebentaram com o país. vai ser só facturar !!
GostarGostar
«Era uma vez uns senhores muito malvados. Dotados de poderes inimagináveis(…)» Lembram-se do temível Gordon Gekko? É um deles!
«(…)obrigaram os bancos centrais a baixar as taxas de refencia para níveis absurdamente baixos». Coitado do Bernanke obrigado – contra a sua vontade – a fazer o que não queria, tal como já tinhah acontecido com Greenspan.
«Induzidos em erro pelos farsantes, os governos promoviam o investimento imobiliário através de isenções, beneficios fiscais e leis que visavam “democratizar o crédito”.» Pois foi! Já o coitado do Clinton tinha sido ludibriado, tal como agora Sócrates ou Zapatero voltaram a ser enganados e – pasme-se – enganados continuam a ser por estas pérfidas criaturas.
«Mas eis que um dia ao acordar descobriram que tinham promovido investimentos inúteis, que muita gente não tinha condições para pagar os empréstimos contraidos e que com a diminuição da receita fiscal o défice disparava. Mesmo assim acharam que a melhor solução era continuar a gastar à parva. E depois vieram novamente os senhores malvados e aumentaram os juros.» Pois é, malvadas agências de rating. Que legitimidade têm estas entidadse sem rosto, não eleitas, para impedir que os governos levam à prática as políticas necessárias para sair da crise?
GostarGostar
Resmas de agentes económicos que venden banha de cobra sofisticadamente.
GostarGostar
Benefícios fiscais custam 1.100 milhões de euros ao Estado
Isenções, reduções de taxas, deduções e amortizações
Os benefícios fiscais custaram quase 1,1 mil milhões de euros ao Estado em 2007, mais 21 por cento do que o registado no ano anterior, de acordo com a Conta Geral do Estado, refere a «Lusa».
O documento sobre as contas públicas portuguesas, entregue segunda-feira no Parlamento, mostra que em 2007 a despesa fiscal com benefícios fiscais foi de 1.094 milhões de euros, contra os 905 milhões verificados em 2006, valores que correspondem a impostos que deixaram de ser arrecadados.
O valor total dos benefícios fiscais corresponde a 0,7% da riqueza produzida em 2007.
As isenções, as reduções de taxas, as deduções à matéria colectável e à colecta, as amortizações e as reintegrações aceleradas são alguns exemplos de benefícios fiscais.
A maior fatia recaiu sobre o IRS, representado 37% do total dos benefícios fiscais, e sobre o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos, onde os benefícios representaram 24% do total, incluindo benefícios para biocombustíveis e energias verdes.
Os benefícios fiscais em sede de ISP duplicaram o seu peso na receita líquida do Estado e aumentaram 9% face ao ano anterior.
Quanto ao IRC, os benefícios fiscais somaram 235 milhões de euros, mas caíram 6,5% face ao ano anterior, com as deduções ao rendimento a serem os principais responsáveis por esses benefícios.
Em sede de IVA, o Estado deixou de arrecadar 99 milhões de euros devido aos benefícios fiscais, valor próximo dos 95 milhões verificados com os benefícios do Impostos Automóvel (IA) e Imposto sobre Veículos (ISV).
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/iol/968365-1730.html
GostarGostar