Se bem percebo
8 Abril, 2010
«Empresa criada para gerir o pessoal neste regime admite dificuldade em encontrar saídas. Agricultura prepara regresso dos funcionários em mobilidade» – terei sido eu a perceber mal ou além dos funcionários da mobilidade que não se moveram ainda se terão de integrar algures os funcionários da empresa pública que supostamente devia ter movido os funcionários da mobilidade e não moveu?
20 comentários
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Ou eram efectivamente inúteis (e o Serrano está a cometer mais outra estupidez socialista para calar contestação, comprando a paz gutérrica), ou afinal são necessários para o serviço (e Jaime Silva cometeu um erro gravíssimo).
O melhor é criar mais um grupo de estudo para “solucionar” este problema (tal como foram “solucionados” outros problemas de forma eficaz, bem ao jeito socialista).
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Acho que percebeu bem. Veja-se o relatório de Gestão em http://www.gerap-epe.pt/institucional/instrumentos-de-gestao/relatorio-de-gestao-e-contas/relatorio-de-gestao-e-contas-2008/view
Dos 55 trabalhadores (não contando com Conselho de Adm), só 18 eram já funcionários públicos, estando agora em comissão de serviço. Logo, contrataram-se mais 37 trabalhadores. E desses, 14 foram contratados por tempo indeterminado, i.e., são “efectivos”. O objectivo desta empresa não estava delimitado no tempo? Qual o sentido de contratar por tempo indeterminado? E agora que, pelos vistos, falharam o seu objectivo, o que acontece??
Enfim, é um escândalo. Há inúmeras empresas privadas que prestam esse serviço (basta pesquisar “outplacement” para descobri-las) e são bastante eficazes – ao contrário desta GERAP. Teria sido bem melhor.
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Aí estão as grandes reformas do Estado. Das que foram para a frente, a que obteve os melhores resultados foi a libertação rápida de criminosos. Também a banalização do crime grave, sem esquecer a manipulação de números e estatísticas, a guerra à luta contra a corrupção e o culto à mentira. Devemos curvar-nos perante as figuras que o conseguiram, porque não é fácil.
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A cabeça do Louçã funciona como um penico.Não há merda que não caia lá.
Nas adopções,o interesse que prevalece é dos adoptantes gays;nas transfusões é o dos dadores.
Um gajo tem que estar ali mudo e quieto numa maca,enquanto um médico lhe enfia uma zurrapa sidosa pelas veias dentro que até encarquilha os dedos dos pés.
PQ pariu estes panascas doidos que tomaram de assalto o poder político!
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6.Futuro Defunto disse
8 Abril, 2010 às 12:54 pm
A cabeça do Louçã funciona como um penico.Não há merda que não caia lá.
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A SEMELHANÇA MAIS FELIZ JAMAIS ENCONTRADA !
PARABÉNS
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Essa merda do PRACE foi um novo grande embuste.
No meio de mais estudos e novas «empresas» alguém deve ter «encaixado» mais uns milhões!!!
E a Grécia aqui tão perto…
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O que me espanta é o espanto que assalta quem nunca quiz ir ver o que realmente se passa na administração pública, como funciona e como tem sido tomada de assalto.
Escrevi qualquer coisa sobre a entrevista dada pelo coordenador do prace (a primeira parte dificilmente interessa aos leitores deste blog, com excepção da helena se ainda se lembrar que trabalhou na fórum ambiente):
http://ambio.blogspot.com/2010/04/meritocracia.html
henrique pereira dos santos
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Depois da sedução da “gratuitidade”até ao Red Bull Air Racing é preciso pagar o Estado Gigante. O social.ismo é assim:
http://economico.sapo.pt/noticias/lisboa-avanca-com-revolucao-nas-taxas-municipais_86188.html
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http://outubro10.spaces.live.com/blog/cns!E0B1952B675A321D!2205.entry
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A prova que a Democracia sem Republica Económica é o caminho para a Tirania:
Lá nos EUA como cá:
http://finance.yahoo.com/news/Nearly-half-of-US-households-apf-1105567323.html?x=0&.v=1
“WASHINGTON (AP) — Tax Day is a dreaded deadline for millions, but for nearly half of U.S. households it’s simply somebody else’s problem.”
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Enquanto a oposição na Quirguizia, antiga república soviética na Ásia Central, estava farta da corrupção dos seus governantes, irromperam pelo parlamento e tomarão o poder, a nossa «oposição» está sentada nas esplanadas do Chiado a beberem chá ou vinho do Porto.
Povo de merdas que se deixam roubar à vista desarmada.
Enquanto o PEC os vai empobrecer, os senhores feudais do regime estão cada vez mais ricos e poderosos
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Helena,
isso é um clássico. Já deve vir nos livros. O Governo manda fechar alguma coisa para reduzir pessoal, e a seguir contrata mais pessoal para executar era complicada tarefa.
Também tem umas parecenças com aquele célebre hospital da série “Yes Minister”: era o mais limpo e avançado do Reino Unido. Tinha os melhores serviços administrativos e uma gestão exemplar. Não tinha era doentes, porque não havia verbas para pessoal médico.
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** “para executar essa complicada tarefa”.
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E porque acontecerão tais desmandos? Será uma disfuncionalidade do Regime ou apenas mais uma faceta da libertadora dialéctica democrática? Vá lá ilustres comentadores, dêem-nos mais qualquer coisa!
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“E porque acontecerão tais desmandos? Será uma disfuncionalidade do Regime ou apenas mais uma faceta da libertadora dialéctica democrática? Vá lá ilustres comentadores, dêem-nos mais qualquer coisa!”
Porque o Estado e a Democracia têm demasiado poder. Se a Constituição limitasse os recursos que pode tirar a um Português a 20% por exemplo e proibisse a Dívida e o Defice nada disto aconteceria.
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Petição. Subscreve. Divulga.
Destinatário:
Ajustes Directos da Parque Escolar
Ao Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República
A Parque Escolar E.P.E. é uma empresa pública que “tem por objecto o planeamento, gestão, desenvolvimento e execução do programa de modernização da rede pública de escolas secundárias e outras afectas ao Ministério da Educação.”. (cit.)
Desde a data da sua criação, a 21 de Fevereiro de 2007, beneficia de um regime de excepção na celebração de contratos de empreitada de obras públicas, de locação ou aquisição de bens móveis e de aquisição de serviços; concedido pelos seus estatutos fundadores, DL 41/2007, prorrogado pelo DL 25/2008 de 20 de Fevereiro, posteriormente pelo DL 34/2009 de 6 de Fevereiro e já no decorrer do corrente ano de 2010 pelo DL aprovado em Conselho de Ministros a 21 de Janeiro.
O referido regime de excepção permite o recurso aos procedimentos de negociação, consulta prévia ou ajuste directo como possíveis na formação dos contratos, desde que esteja salvaguardado o “cumprimento dos princípios gerais da livre concorrência, transparência e boa gestão, designadamente a fundamentação das decisões tomadas” . (cit.)
Cumulativamente estipula a publicação obrigatória no portal da Internet dedicado aos Contratos Públicos, daqueles que forem realizados na sequência de ajuste directo ao abrigo deste regime de excepção; sendo esta, condição de eficácia do respectivo contrato. Refere ainda a necessidade de convite a pelo menos três entidades distintas para apresentação de propostas.
A Parque Escolar E.P.E., ao arrepio das mais elementares regras da transparência e da boa regulação profissional, tem ignorado estas disposições e subvertido a excepcionalidade concedida. A consecutiva repetição na escolha das equipas projectistas é flagrante, tendo vários gabinetes de arquitectura sido contemplados com projectos para 3, 4, 5 e 6 escolas.
Como exemplo extremo desta conduta a Parque Escolar E.P.E. entregou os projectos de 11 escolas à mesma equipa projectista.
O gasto discricionário dos dinheiros públicos, num programa de requalificação de 2500 milhões de euros envolvendo 332 escolas, não é próprio do recomendável acesso democrático à encomenda pública e a blindagem no acesso à informação sobre os vários procedimentos inviabiliza o necessário escrutínio público.
O obscurantismo com que tem sido governado o processo de obras públicas que mais verbas tem movimentado nos últimos anos, a total ausência de critérios públicos e transparentes nas escolhas das empresas objecto de adjudicações directas, a progressiva constatação de problemas nas obras concluídas e, sobretudo, a defesa do interesse público motiva os abaixo-assinado a solicitar à Assembleia da República que delibere:
1. A revogação do estatuto de excepcionalidade de contratação utilizado pela Parque Escolar E.P.E., passando todas as contratações a ser regidas pelas disposições constantes do Código dos Contratos Públicos, como as demais entidades públicas;
2. Propor ao governo a exoneração dos actuais membros do Conselho de Administração da Parque Escolar E.P.E., e a nomeação de novos membros de reconhecido mérito profissional e académico, como garante de condução de um processo transparente, participado e veloz;
3. Solicitar ao Tribunal de Contas a abertura de um procedimento de auditoria à Parque Escolar E.P.E. ao abrigo do Art. 55º da Lei n.º 98/97, de 26 de Agosto (Lei de organização e processo do Tribunal de Contas).
Os Peticionários
Ver Signatários | Assinar Petição
http://www.peticao.com.pt/parque-escolar
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Blogues em acção
3 de Abril de 2010 por Tiago Mota Saraiva
Ontem, fiz um apelo para que a blogosfera não se calasse na denúncia das ilegalidades da Parque Escolar e na divulgação desta petição. Hoje começam a chegar ecos de solidariedade:
http://www.5dias.net/2010/04/03/blogues-em-movimento/
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