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A solidariedade é uma coisa espantosa!

19 Abril, 2010

Com meia Europa parada e  a outra meia a tentar chegar ao destino os comboios franceses circulavam assim assim por causa duma greve convocada por um dos sindicatos do sector.  Por cá era mais do mesmo: em Santa Apolónia para atender as centenas e centenas de pessoas que procuravam sair de Portugal por via ferroviária a CP mantinha olimpicamente uma bilheteira aberta.

16 comentários leave one →
  1. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    19 Abril, 2010 12:01

    Por solidariedade, aqui fica a informação:
    Link espantosamente(en)gatado – Erro 404 – Não Encontrado

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  2. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    19 Abril, 2010 12:03

    Menos estado – 1 bilheteira aberta (é a crisis!)
    Mais estado – 10 bilheteiras abertas (é o desperdício!)
    Helena, em que ficamos?

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  3. JB's avatar
    19 Abril, 2010 12:06

    Uma bilheteira aberta na CP?
    Estamos em Portugal,
    dominado por laboriosas elites dirigentes.
    Ou talvez que neste caso, possa ser uma forma de a direcção da CP,
    manifestar o seu desagrado pela inexistência de bónus anual na empresa.
    E a tutela, tão ocupada a ver passar o TGV espanhol e o novo futuro Aeropuerto, que hace?
    «nós somos púnicos, parecemo-nos com os mercenários de Amílcar e todos esses matreiros do mediterrâneo. Nós somos girinos»

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  4. Desconhecida's avatar
    Porreiro, pá! permalink
    19 Abril, 2010 13:11

    Os americanos é que gozam – e bem! – com esta merda que se chama União Europeia!

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  5. Outside's avatar
    Outside permalink
    19 Abril, 2010 14:36

    Porque usar a expressão “solidariedade” no assunto em apreço, pergunto eu ?

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  6. Desconhecida's avatar
    anonimo permalink
    19 Abril, 2010 16:41

    por acaso estavam duas bilheteiras de serviço, mas isso não interessa porque o problema era capacidade de transporte. podiam abrir 10 bilheteiras que o resultado era o mesmo. raios partam o primarismo caceteiro da dona helena, tente entender como é que as coisas funcionam antes de botar asneira.

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  7. Outside's avatar
    Outside permalink
    19 Abril, 2010 16:49

    “(…)por acaso estavam duas bilheteiras de serviço, mas isso não interessa porque o problema era capacidade de transporte. podiam abrir 10 bilheteiras que o resultado era o mesmo.(…)

    Pormenores não dilúidos nem importantes para certas mentes mais ilunidadas.

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  8. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    19 Abril, 2010 17:05

    BEM Á PORTUGUESA, CARAMBA,
    PERSONALISTICAMENTE TUGAS VALENTES : TEMOS DE MOSTRAR QUE FOMOS LITERALMENTE INVADIDOS POR ESSES CIGANOS SEM TERRA. PORRADA NELES!
    ____
    E DESEJAMOS NÓS SERMOS UM DESTINO TURÍSTICO : HÃO-DE DIZER BOAS COISAS DE CÃ QUANDO CHEGAREM A CASA,
    HÃO-DE,HÃO-DE . . .

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  9. Outside's avatar
    Outside permalink
    19 Abril, 2010 17:25

    “Nós” não desejamos ser um destino turístico.

    “Nós” somos um destino turístico!

    Já o éramos para o exterior antes do famoso “vá para fora cá dentro”!

    E se a qualidade turística de Portugal fôr aferida pelo atendimento dos serviços da CP em período de greve…QUE SE DANEM OS TURISTAS !!!

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  10. Desconhecida's avatar
    Morcão permalink
    19 Abril, 2010 18:11

    Para quê abrir várias bilheteiras se a capacidade de escoamento é a mesma dos outros dias?

    Ouvi dizer até que os comboios estavam esgotados. A bilheteira deve ser é fechada!

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  11. Rogério's avatar
    19 Abril, 2010 18:48

    Era pôr os agarrados que se avolumam ali na entrada da estação a empurrar os Deputados em riquexós até ao destino final.

    Poupava-se gasóline, gasólio e despachavamos a “coisa nostra” ali da área.

    Helena Matos, amo-te.

    R.

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  12. Vítor Soares's avatar
    19 Abril, 2010 20:04

    Nos dois casos temos excesso de Esquerda:

    -Em França, os sindicatos paralisam semana sim, semana sim, parte do País;

    -Em Portugal, o Estado intervém demasiado na Economia como agente económico e pouco como regulador. A CP não seria melhor gerida se pelo menos parte fosse privada? Que administradores isentos de cor partidária têm por lá passado? Talvez alguns, mas não muitos por certo.

    Contradigam-me se estou errado.

    Cumprimentos.

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  13. Desconhecida's avatar
    Pois permalink
    19 Abril, 2010 21:04

    .
    O Comunismo e o Marxismo de Veludo:
    .
    http://moneyteachers.org/Russian.Communism.htm
    .

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  14. Desconhecida's avatar
    sampy permalink
    19 Abril, 2010 22:17

    Eu até me rebolo a rir imaginando aqueles inocentes turistas a fazer viagem no sud-express. Muito mal hão-de dizer da vida deles…

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  15. Levy's avatar
    19 Abril, 2010 23:49

    Estava lá a “funcionária” como o mesmo ar de sempre. Deve estar ali sentada há mais de 40 anos a vender bilhetes. Nada a perturba.

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  16. NB's avatar
    20 Abril, 2010 18:18

    Tudo isto é confrangedor.

    Tendo tido o avião cancelado, tive que me fazer ao caminho, ou melhor, aos carris. Claro que como o único comboio que saía de Portugal estava mais do que completo, a solução foi começar a viagem em Salamanca, até onde alma caridosa me levou. Não deu para começar em Ciudad Rodrigo, porque lá só passa um comboio por dia: o Sudexpress… quem é que queria um tgv na linha da beira alta? Para quê, se os espanhóis nem um regional parecem querer e têm as bilheteiras fechadas desde 2003?

    A partir de Salamanca tudo andou lindamente.

    Só menos a chegada a França, ao final da manhã, em que me deparei com o caos agravado pela greve dos ferroviários franceses, bem conhecidos pelo seu sentido de oportunidade – “unbelievable” dizia uma cidadã da Zâmbia, acabada de chegar para fazer o caminho de Santiago, acrescentando que em África já estão preparados para que tudo corra mal, mas da Europa tinha outra ideia. Em Hendaye desaguaram dezenas de ingleses, tendo a um ouvido que tinha acabado de chegar de Lisboa, de táxi! Mas tudo se arranjou. A chusma foi metida em dois autocarros que seguiram até Bayonne e logo aí pôde seguir para Bordéus em tgv especial, mandado para os carris logo que a greve foi cancelada, poucas horas antes.

    No fim do dia estava em Estrasburgo.

    Apesar dos muitos milhares que fizeram súbita pressão sobre a procura. E apesar da greve dos imbecis do costume, foi possível atravessar metade de Espanha e a França inteira em pouco mais de um dia, com pernoita no país basco pelo meio. E ainda se queixam da Europa… que mesmo quando funciona mal, não deixa de funcionar!

    Não dará para importar esta Europa para Santa Apolónia?

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