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Lembrete:

3 Maio, 2010
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O Governo ainda não anunciou a suspensão imediata de todas as gandes (mega) obras públicas projectadas….a começar pelo NAL. Tal como a Geécia, continuamos a projectar orgulhosamente a construção de um grande hub

5 comentários leave one →
  1. Pedro C's avatar
    Pedro C permalink
    3 Maio, 2010 11:37

    Nem pensar nisso! Foi já anunciada a nossa ajuda aos pobres dos gregos em cerca de 2.000 milhões. Agora já vamos na contracção de empréstimos para emprestar aos outros: é mais uma escalada no progresso…

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Maio, 2010 12:02

    QUERO ABRENDER MASIS .

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  3. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    3 Maio, 2010 12:42

    Agora com a farsa da ajuda à Grécia – que só vai aumentar a bolha – os loucos respiraram de alívio. Até quando os números saírem cá para fora. Isto se não forem massajados…

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  4. Desconhecida's avatar
    ABDULLAAAAAH MAOMÉ permalink
    3 Maio, 2010 22:51

    O Primeiro de Maio -DIA DO TRABALHADOR- é proibido no IRÃO dos Ayatollahs.

    http://www.asianews.it/news-en/Iranian-workers-take-to-the-streets-on-May-Day,-despite-bans-and-police-18306.html

    Apesar disso, houve milhares de Iranianos que se manifestaram, sinal de que o regime está decrépito.

    Curiosidade: QUEM SÃO OS GRANDES DEFENSORES EM PORTUGAL DESTE REGIME DA PEDRA LASCADA?

    Acertou: A ESQUERDA ARCAICA, CORRUPTA, ARROGANTE, LAICA, NOJENTA: PCP; BE; ANA GOMES; MSOARES,etc….

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  5. Desconhecida's avatar
    REVOLTA POPULAR permalink
    3 Maio, 2010 23:18

    Uma grande lição “Do Portugal Profundo” aos blasfemos que criticam Cavaco

    (espero que tenham a coragem de não apagar o comentário…)

    Sucedeu aquilo que ninguém julgava que Sócrates ousasse: que depois da pausa de quarta-feira, desafiasse os mercados financeiros, mantendo o mesmo PEC e o mesmo Orçamento, e, temerário, afirmasse a continuação da sua política de grandes obras públicas, dignas do faraó que se julga. Da pressa da assinatura à socapa da concessão da auto-estrada do Pinhal Interior ao consórcio Ascendi da Mota-Engil e do grupo Espírito Santo, no valor de 1,2 mil milhões de euros, nesse mesmo dia crítico do 28 de Abril, – num movimento típico de fim de regime (distribuição do tesouro, antes que venham os alemães…) -, passou à confirmação da ostentação do TGV, do novo aeroporto de Lisboa, das auto-estradas. E nos apertos das prestações sociais, ninguém mais ninguém ouviu falar o Governo. E se Teixeira dos Santos sugere a contenção, logo manda falar António Mendonça, ou ele próprio se pronuncia, em sentido contrário, desautorizando o seu ministro das Finnaças, o que equivale a deitar gasolina no fogo dos mercados…

    É natural que o Presidente da República, que foi professor de finanças públicas, ficasse muito preocupado com o drama da crise da dívida e a incapacidade do Governo fazer face ao descrédito dos mercados financeiros no pasmo e passividade do Governo. Num acto que passou relativamente despercebido, Cavaco Silva antecipou a audiência semanal com o primeiro-ministro para quarta-feira, 28-5-2010, com o primeiro-ministro, e convocou para a mesma o ministro Teixeira dos Santos, dando um sinal de que não confia na capacidade de Sócrates aplacar a crise e, ao mesmo tempo, de apoio à reserva do ministro das Finanças. O problema é que Teixeira dos Santos é fraco e não é capaz de dar um murro na mesa do despesismo…

    Preocupado com esta irresponsabilidade do desafio socratino aos mercados financeiros de, mesmo em face do pânico no crédito, da descida do rating da República e do crescimento dos juros, o prof. Cavaco Silva, que já tinha prevenido em 23-5-2003, numa intervenção premonitória do drama que o País hoje sofre, que foi publicada no Jornal de Negócios sob o título «Dores de cabeça», da insustentatibilidade do crescimento da despesa, sem aumento de competitividade, e do perigo da indisciplina orçamental, veio alertar, em 30-4-2010, sexta-feira, para a necessidade de serem repensados os grandes investimentos, particularmente aqueles com menor incorporação nacional. Disse o Presidente da República:

    «faz sentido reponderar todos os investimentos públicos e privados na área dos bens não transaccionáveis que tenham uma grande componente importada, que tenham capital intensivo, ou seja, que utilizem pouca mão-de-obra portuguesa»

    Isto é, janela quebrada por janela quebrada é melhor aquela que é reparada com vidraça e marceneiro portugueses. E logo se levantou o protesto, pelo poeta Manuel Alegre, de interpretar as palavras do Presidente como «uma interferência nas escolhas do Executivo» (sic).

    Portanto, aqui fica o meu comentário: o Presidente não se opôs, recomendou a reponderação dos grandes investimentos, devido à situação actual. Mas, eu creio que, enquanto o Governo não atingir o objectivo dos 3% de défice, a que se comprometeu no PEC, o Presidente da República deveria vetar qualquer contrato de construção e concessão de grandes obras públicas que aumentem significativamente a despesa do Estado, e explicar ao País o motivo. Certamente que todos os patriotas querem evitar que Portugal se transforme num protectorado do FMI/União Europeia (Alemanha…) e que o povo seja sujeito a um pacote de austeridade, semelhante ao grego, muito mais grave do que aquele que seria agora posto em prática, simplesmente por se não querer abdicar das comissões.

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