100 anos depois, os mesmos maus hábitos
7 Maio, 2010
Há 100 anos o Partido Republicano de Afonso Costa proclamou que a República era do povo e o Estado era deles. Do partido deles.
No Portugal contemporâneo o Partido Socialista de José Sócrates (mas não só, mas não só) segue obstinadamente o secular exemplo.
Os maus hábitos nunca se perdem, refinam-se.
18 comentários
leave one →

Agora o estado é do mundo.Por conta do indigenata.Estão contra a visita do Papa porque andam em concorrência com ele.São missionários laicos.
GostarGostar
Uma escola com 35 nacionalidades(burocracia do SEF).Uma riqueza!Um exemplo!
GostarGostar
O nosso grande africanizador, o grande Sócrates, é o pai da humanidade!
GostarGostar
Precisamente!
GostarGostar
A actividade económica está estagnada.
O desemprego aumenta.
As bolsas caiem.
As reformas são adiadas.
As pensões baixam.
A recessão visível é anunciada.
O futuro da U.E. é já questionado.
Contudo o povo não se mexe.
No entanto ela move-se. A Grécia.
Façamos uma paragem para reflexão.
O que é que se passa ?
Nada.
Nem o povo se mexe, nem os políticos se decidem.
Parece que ninguém está a perceber o estado em que nos encontramos. Ou não quer perceber. Ou não lhes interessa perceber.
O descalabro é no entanto evidente e leva alguns ex ministros a questionarem o responsável máximo da Nação.
Para quê ? Para nada.
Ele continua a fingir que não percebe o estado em que se encontra o País. Ou percebe mas não entende. Ou entende mas não percebe.
Lá fora no entanto ela move-se. A Grécia.
Por cá, a dívida aumenta.
As receitas diminuem.
Os incobráveis crescem.
O TGV avança.
Os políticos entendem-se.
Mas o Povo não entende. Nem se mexe.
Lá fora a Grécia percebe e move-se.
Sabem que as medidas que lhes vão impor mais não são que o seguro de subsistência das classes politicas corruptas e incompetentes que infestam a União Europeia.
É a defesa da União.
Por cá só temos uma opção. Passar ao ataque.
Com mais povo ou menos povo.
in força emergente
GostarGostar
a fonte do zé manel deve ser a maria da dita. i love the smell of idiot in the morning.
GostarGostar
Ainda há dias, ouvi Alfredo Barroso, dizer o seguinte: – «recusar-me-ia, sempre, a votar em Fernando Nobre, pelo facto de se tratar de um candidato monárquico…»
Esquece Barroso que monárquicos de toda a vida, como Rolão Preto, Luís de Almeida Braga, ou Vieira de Almeida, foram os primeiros, a apoiar a candidatura de Humberto Delgado à presidência da república em 1958.
Perguntei-me: Alfredo Barroso votaria, nessa nessa altura, se pudesse, no candidato da União Nacional?
GostarGostar
Arte (em carne) Viva
GostarGostar
lica. #5
o povo nao se mexe porque esta intoxicado com futebol,telenovelas e fim de semanas no shopping…
GostarGostar
Esse tem sido o grande problema, desde sempre, da vida política em Portugal: confundir Governo com Estado.
GostarGostar
Nem mais jmf1957! Eu não diria melhor.
Não vamos ser, de um momento para o outro, mais ricos com uma Monarquia. Mas iríamos convalescer e ser, a longo prazo, bem melhores…!
É um problema de mentalidade colectiva que hoje se encontra enferma por esta “res” designada república. Tá é levando tempo para os portugueses entenderem isso.
Portugal foi criado como Monarquia, sendo mais antigo, como Estado, que nuestros hermanos. Mas nuestros hermanos continuam bem, ou seja, monárquicos. Vê-se na Cultura, vê-se nos hábitos, vê-se no desporto, etc…
GostarGostar
boas a todos,
quanto ao caminho que estamos a tomar, aconselho sem dúvida um olhar atento e de ouvidos bem abertos a esta entrevista a Micahel C. Ruppert que escreveu dois fabulosos livros, Crossing the Rubicon e Collapse. http://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss?url=search-alias%3Daps&field-keywords=maichael+c+ruppert&x=0&y=0
a entrevista com legendagem encontra-se no youtube http://www.youtube.com/watch?v=PD9LM9h77os bem como aqui http://odetriunfante.wordpress.com/2010/02/14/colapso/ em versão torrent.
para saberem um pouco mais sobre este senhor, está online o arquivo que usou para os seus livros http://www.fromthewilderness.com/
cumps,
GostarGostar
Na verdade falta o link para a afirmação de Afonso Costa, sobre a posse do Estado.
Até admito que ele o tenha dito, mas neste contexto:
“O Estado é nosso e não da Igreja”
GostarGostar
o conde de abranhos, de eça de queiroz, ao pé desta gente é um anjo.
GostarGostar
Festejam-se 100 anos de república: pergunto que se estará a festejar?
I.ª República: 45 governos; 21 golpes de Estado; polícias políticas (formiga branca; formiga negra); perseguições religiosas; Guerra Mundial (num ano morreram tantos portugueses na Flandres, como em 13 anos de Guerra colonial); Guerra Civil; duas Ditaduras; hipótese de contrair empréstimo à Sociedade das Nações; atraso económico e social; emigração; etc., etc.
II.ª República: Ditadura militar (1926-1933); «Estado Novo» (1933-1974); censura prévia; polícias políticas que praticavam tortura (PVDE; PIDE e DGS); campo de concentração do Tarrafal; perseguições à Igreja (exílio do Bispo do Porto); Guerra Colonial que durou 13 anos; tribunais plenários; atraso económico e social; emigração, etc., etc.
III.ª República: PREC; Revolução comunista; Descolonização ruinosa; perda de um Império; 25 de Setembro de 1974; 11 de Março de 1975; Conselho da Revolução até 1982; nacionalizações impostas na CRP até 1989; entrada na CEE/UE em 1986 (perda constante de toda a soberania, incluindo o fim da moeda nacional); crises económicaa e financeiras sucessivas (desde 1973 até ao momento em que escrevo); atarso económico e social; emigração; etc., etc.
GostarGostar
Discurso do Director de Campanha de fernando Nobre:
Meus Amigos:
Olhem para todos vocês. Muito obrigado. Muito obrigado por terem vindo.
Por terem respondido ao convite, á chamada, por estarem presentes e com isso marcarem toda a diferença. Obrigado.
Muito fizemos nestes dois meses e meio e não posso deixar de sentir um misto de orgulho e sensação de história a acontecer.
Orgulho, porque a vossa presença diz-me, que quando em Fevereiro um homem, em consciência, solitário, tomou a decisão de se erguer e tomar o destino nas suas mãos, estava certo.
Ao seu exemplo, somou outras vontades, e aos poucos fomos crescendo, serenamente, todos os dias.
Desde então, crescemos, no apoio dado pelo cidadão anónimo.
Crescemos, nas salas cheias por todo o País; Gaia, Viseu, Santarém, Porto, Coimbra, Beja.
Crescemos, com os já mais de 2500 voluntários em todo o país.
Crescemos, na organização já estruturada, real, no terreno, por todo país. De Vila Real a Faro dos Açores á Madeira. Em todos os distritos existe organização e interlocutor da Candidatura.
Crescemos, nas redes sociais da internet, onde já somos mais de 13.000 apoiantes, só no facebook
Crescemos, nas centenas de apoiantes que desceram a Avenida da Liberdade, com o Dr. Fernando Nobre, a comemorar o 25 de Abril.
Crescemos, com os que aqui hoje estão presentes, os 450 da Ribeira, que vivem um momento histórico na Democracia Portuguesa, ao serem testemunhas e participantes, na primeira acção política pública da candidatura do Dr. Fernando Nobre.
Os que aqui estão, mais tarde, poderão recordar, olhando para trás com orgulho, e dizer “eu estive lá no momento em que tudo começou”
De uma decisão tomada há dois meses, para aquilo que hoje somos, resultou uma força esclarecida, organizada, transversal a toda a sociedade, a todos os sectores e classes sociais.
Esta campanha tem de servir para recuperarmos o sentido de cidadania, para restaurarmos o sentido de um desígnio comum e percebermos que há poucos obstáculos que possam suster a força de milhões de vozes que clamam por mudança.
Vamos percorrer o país uma, duas, três vezes, vamos contactar com todos, os que nos quiserem ouvir e falar connosco, esta é uma candidatura de inclusão, de unidade, onde todos contam e são necessários.
Rua a rua, bairro a bairro, mão a mão, vamos passar a mensagem, de que juntas, as pessoas comuns, podem fazer coisas fora de comum.
Esta é que é a verdadeira candidatura da Cidadania.
Vai ser uma campanha da esperança, em vez do medo e da resignação.
Será uma campanha contra a política que exclui os portugueses, contra a falta de liderança e a pequenez de políticos sem alma e sem projecto.
Vai ser uma campanha contra os cínicos e os agentes dos grupos de pressão e dos interesses particulares que transformaram Portugal e a sua riqueza, num jogo, que só eles têm possibilidade de jogar.
Eles pensam que são donos do País, mas nós estamos aqui, hoje, para o exigir de volta. É altura de virar a página.
Sejamos a geração, que vai fazer com que as gerações futuras, sintam orgulho do que fizemos aqui.
Esta não é só a campanha da eleição do Dr. Fernando Nobre, é também sobre nós e os nossos filhos, sobre aquilo que podemos fazer juntos.
Esta campanha tem de ser a oportunidade, o veículo das nossas esperanças e dos nossos sonhos.
O vosso tempo, a vossa energia e os vossos conselhos vão ser necessários para nos empurrar para a frente quando estivermos no bom caminho e para nos avisar quando nos desviarmos.
No que a mim respeita, e às minhas responsabilidades nesta campanha, não existem obstáculos, dúvidas ou temores, que me impeçam, de cumprir com as tarefas que me confiaram.
Juntos, vamos eleger o Dr. Fernando Nobre a Presidente da Republica.
Viva Portugal
Artur Pereira
Director de Campanha
GostarGostar
agora querem eleger um rei, haja cachaporra.
GostarGostar
Acaba aí a sua alegada dimensão democrática; julgam que são os donos do Estado…para todo os sempre! Na verdade, revelam o maior desprezo pelo cidadão comum em nome de um putativo iluminismo progressista.
GostarGostar