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100 anos depois, os mesmos maus hábitos

7 Maio, 2010
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Há 100 anos o Partido Republicano de Afonso Costa proclamou que a República era do povo e o Estado era deles. Do partido deles.
No Portugal contemporâneo o Partido Socialista de José Sócrates (mas não só, mas não só) segue obstinadamente o secular exemplo.
Os maus hábitos nunca se perdem, refinam-se.

18 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Tuga preto está cá desde 1755+1 permalink
    7 Maio, 2010 11:27

    Agora o estado é do mundo.Por conta do indigenata.Estão contra a visita do Papa porque andam em concorrência com ele.São missionários laicos.

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  2. Desconhecida's avatar
    Tuga preto está cá desde 1755+1 permalink
    7 Maio, 2010 11:29

    Uma escola com 35 nacionalidades(burocracia do SEF).Uma riqueza!Um exemplo!

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  3. Desconhecida's avatar
    Tuga preto está cá desde 1755+1 permalink
    7 Maio, 2010 11:30

    O nosso grande africanizador, o grande Sócrates, é o pai da humanidade!

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  4. Desconhecida's avatar
    Piquet Guerra permalink
    7 Maio, 2010 11:34

    Precisamente!

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  5. lica's avatar
    lica permalink
    7 Maio, 2010 12:07

    A actividade económica está estagnada.
    O desemprego aumenta.
    As bolsas caiem.
    As reformas são adiadas.
    As pensões baixam.
    A recessão visível é anunciada.
    O futuro da U.E. é já questionado.
    Contudo o povo não se mexe.

    No entanto ela move-se. A Grécia.

    Façamos uma paragem para reflexão.
    O que é que se passa ?
    Nada.
    Nem o povo se mexe, nem os políticos se decidem.
    Parece que ninguém está a perceber o estado em que nos encontramos. Ou não quer perceber. Ou não lhes interessa perceber.
    O descalabro é no entanto evidente e leva alguns ex ministros a questionarem o responsável máximo da Nação.
    Para quê ? Para nada.
    Ele continua a fingir que não percebe o estado em que se encontra o País. Ou percebe mas não entende. Ou entende mas não percebe.
    Lá fora no entanto ela move-se. A Grécia.

    Por cá, a dívida aumenta.
    As receitas diminuem.
    Os incobráveis crescem.
    O TGV avança.
    Os políticos entendem-se.
    Mas o Povo não entende. Nem se mexe.

    Lá fora a Grécia percebe e move-se.
    Sabem que as medidas que lhes vão impor mais não são que o seguro de subsistência das classes politicas corruptas e incompetentes que infestam a União Europeia.
    É a defesa da União.
    Por cá só temos uma opção. Passar ao ataque.
    Com mais povo ou menos povo.

    in força emergente

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  6. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    7 Maio, 2010 12:08

    a fonte do zé manel deve ser a maria da dita. i love the smell of idiot in the morning.

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  7. Desconhecida's avatar
    António Lemos Soares permalink
    7 Maio, 2010 12:16

    Ainda há dias, ouvi Alfredo Barroso, dizer o seguinte: – «recusar-me-ia, sempre, a votar em Fernando Nobre, pelo facto de se tratar de um candidato monárquico…»
    Esquece Barroso que monárquicos de toda a vida, como Rolão Preto, Luís de Almeida Braga, ou Vieira de Almeida, foram os primeiros, a apoiar a candidatura de Humberto Delgado à presidência da república em 1958.
    Perguntei-me: Alfredo Barroso votaria, nessa nessa altura, se pudesse, no candidato da União Nacional?

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  8. zedeportugal's avatar
  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Maio, 2010 12:43

    lica. #5

    o povo nao se mexe porque esta intoxicado com futebol,telenovelas e fim de semanas no shopping…

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  10. Desconhecida's avatar
    André permalink
    7 Maio, 2010 12:49

    Esse tem sido o grande problema, desde sempre, da vida política em Portugal: confundir Governo com Estado.

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  11. Desconhecida's avatar
    Tenente Figueira permalink
    7 Maio, 2010 12:51

    Nem mais jmf1957! Eu não diria melhor.

    Não vamos ser, de um momento para o outro, mais ricos com uma Monarquia. Mas iríamos convalescer e ser, a longo prazo, bem melhores…!

    É um problema de mentalidade colectiva que hoje se encontra enferma por esta “res” designada república. Tá é levando tempo para os portugueses entenderem isso.

    Portugal foi criado como Monarquia, sendo mais antigo, como Estado, que nuestros hermanos. Mas nuestros hermanos continuam bem, ou seja, monárquicos. Vê-se na Cultura, vê-se nos hábitos, vê-se no desporto, etc…

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  12. ovigia's avatar
    ovigia permalink
    7 Maio, 2010 13:12

    boas a todos,

    quanto ao caminho que estamos a tomar, aconselho sem dúvida um olhar atento e de ouvidos bem abertos a esta entrevista a Micahel C. Ruppert que escreveu dois fabulosos livros, Crossing the Rubicon e Collapse. http://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss?url=search-alias%3Daps&field-keywords=maichael+c+ruppert&x=0&y=0

    a entrevista com legendagem encontra-se no youtube http://www.youtube.com/watch?v=PD9LM9h77os bem como aqui http://odetriunfante.wordpress.com/2010/02/14/colapso/ em versão torrent.

    para saberem um pouco mais sobre este senhor, está online o arquivo que usou para os seus livros http://www.fromthewilderness.com/

    cumps,

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  13. Piscoiso's avatar
    7 Maio, 2010 13:30

    Na verdade falta o link para a afirmação de Afonso Costa, sobre a posse do Estado.
    Até admito que ele o tenha dito, mas neste contexto:

    “O Estado é nosso e não da Igreja”

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  14. Desconhecida's avatar
    antipedófilo permalink
    7 Maio, 2010 13:36

    o conde de abranhos, de eça de queiroz, ao pé desta gente é um anjo.

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  15. Desconhecida's avatar
    Piquet Guerra permalink
    7 Maio, 2010 15:27

    Festejam-se 100 anos de república: pergunto que se estará a festejar?

    I.ª República: 45 governos; 21 golpes de Estado; polícias políticas (formiga branca; formiga negra); perseguições religiosas; Guerra Mundial (num ano morreram tantos portugueses na Flandres, como em 13 anos de Guerra colonial); Guerra Civil; duas Ditaduras; hipótese de contrair empréstimo à Sociedade das Nações; atraso económico e social; emigração; etc., etc.

    II.ª República: Ditadura militar (1926-1933); «Estado Novo» (1933-1974); censura prévia; polícias políticas que praticavam tortura (PVDE; PIDE e DGS); campo de concentração do Tarrafal; perseguições à Igreja (exílio do Bispo do Porto); Guerra Colonial que durou 13 anos; tribunais plenários; atraso económico e social; emigração, etc., etc.

    III.ª República: PREC; Revolução comunista; Descolonização ruinosa; perda de um Império; 25 de Setembro de 1974; 11 de Março de 1975; Conselho da Revolução até 1982; nacionalizações impostas na CRP até 1989; entrada na CEE/UE em 1986 (perda constante de toda a soberania, incluindo o fim da moeda nacional); crises económicaa e financeiras sucessivas (desde 1973 até ao momento em que escrevo); atarso económico e social; emigração; etc., etc.

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  16. Desconhecida's avatar
    Observador da decadência permalink
    7 Maio, 2010 15:37

    Discurso do Director de Campanha de fernando Nobre:

    Meus Amigos:

    Olhem para todos vocês. Muito obrigado. Muito obrigado por terem vindo.
    Por terem respondido ao convite, á chamada, por estarem presentes e com isso marcarem toda a diferença. Obrigado.
    Muito fizemos nestes dois meses e meio e não posso deixar de sentir um misto de orgulho e sensação de história a acontecer.
    Orgulho, porque a vossa presença diz-me, que quando em Fevereiro um homem, em consciência, solitário, tomou a decisão de se erguer e tomar o destino nas suas mãos, estava certo.
    Ao seu exemplo, somou outras vontades, e aos poucos fomos crescendo, serenamente, todos os dias.
    Desde então, crescemos, no apoio dado pelo cidadão anónimo.
    Crescemos, nas salas cheias por todo o País; Gaia, Viseu, Santarém, Porto, Coimbra, Beja.
    Crescemos, com os já mais de 2500 voluntários em todo o país.
    Crescemos, na organização já estruturada, real, no terreno, por todo país. De Vila Real a Faro dos Açores á Madeira. Em todos os distritos existe organização e interlocutor da Candidatura.
    Crescemos, nas redes sociais da internet, onde já somos mais de 13.000 apoiantes, só no facebook
    Crescemos, nas centenas de apoiantes que desceram a Avenida da Liberdade, com o Dr. Fernando Nobre, a comemorar o 25 de Abril.
    Crescemos, com os que aqui hoje estão presentes, os 450 da Ribeira, que vivem um momento histórico na Democracia Portuguesa, ao serem testemunhas e participantes, na primeira acção política pública da candidatura do Dr. Fernando Nobre.
    Os que aqui estão, mais tarde, poderão recordar, olhando para trás com orgulho, e dizer “eu estive lá no momento em que tudo começou”
    De uma decisão tomada há dois meses, para aquilo que hoje somos, resultou uma força esclarecida, organizada, transversal a toda a sociedade, a todos os sectores e classes sociais.
    Esta campanha tem de servir para recuperarmos o sentido de cidadania, para restaurarmos o sentido de um desígnio comum e percebermos que há poucos obstáculos que possam suster a força de milhões de vozes que clamam por mudança.
    Vamos percorrer o país uma, duas, três vezes, vamos contactar com todos, os que nos quiserem ouvir e falar connosco, esta é uma candidatura de inclusão, de unidade, onde todos contam e são necessários.
    Rua a rua, bairro a bairro, mão a mão, vamos passar a mensagem, de que juntas, as pessoas comuns, podem fazer coisas fora de comum.
    Esta é que é a verdadeira candidatura da Cidadania.
    Vai ser uma campanha da esperança, em vez do medo e da resignação.
    Será uma campanha contra a política que exclui os portugueses, contra a falta de liderança e a pequenez de políticos sem alma e sem projecto.
    Vai ser uma campanha contra os cínicos e os agentes dos grupos de pressão e dos interesses particulares que transformaram Portugal e a sua riqueza, num jogo, que só eles têm possibilidade de jogar.
    Eles pensam que são donos do País, mas nós estamos aqui, hoje, para o exigir de volta. É altura de virar a página.
    Sejamos a geração, que vai fazer com que as gerações futuras, sintam orgulho do que fizemos aqui.
    Esta não é só a campanha da eleição do Dr. Fernando Nobre, é também sobre nós e os nossos filhos, sobre aquilo que podemos fazer juntos.
    Esta campanha tem de ser a oportunidade, o veículo das nossas esperanças e dos nossos sonhos.
    O vosso tempo, a vossa energia e os vossos conselhos vão ser necessários para nos empurrar para a frente quando estivermos no bom caminho e para nos avisar quando nos desviarmos.
    No que a mim respeita, e às minhas responsabilidades nesta campanha, não existem obstáculos, dúvidas ou temores, que me impeçam, de cumprir com as tarefas que me confiaram.
    Juntos, vamos eleger o Dr. Fernando Nobre a Presidente da Republica.
    Viva Portugal
    Artur Pereira
    Director de Campanha

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Maio, 2010 15:43

    agora querem eleger um rei, haja cachaporra.

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  18. António Barreto's avatar
    António Barreto permalink
    7 Maio, 2010 20:16

    Acaba aí a sua alegada dimensão democrática; julgam que são os donos do Estado…para todo os sempre! Na verdade, revelam o maior desprezo pelo cidadão comum em nome de um putativo iluminismo progressista.

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